JOGOS PARA EXPRESSÃO MUSICAL |
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As crianças estão todas numa fila. Quando a música começa a tocar, o chefe de fila começa a andar fazendo gestos que serão imitados pela fila toda. Quando a música pára, a criança que está à frente passa para a cauda e a criança seguinte assume a chefia. |
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Utilizando uma flauta de bisel ou outro instrumento melódico, o professor toca uma melodia conhecida de todos os alunos, dando propositadamente uma nota errada. Os alunos estarão atentos e, quando ouvirem a nota errada, levantam imediatamente o braço. O jogo é indicado para fomentar a atenção dos alunos. |
AS FAMÍLIAS DOS INSTRUMENTOS
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Depois de ter apresentado aos alunos diversos instrumentos de diferentes famílias, o professor diz um instrumento (clavas, piano, trompete, bombo, flauta, trompa, reque, pratos) e, um de cada vez, todos os alunos dizem uma de três palavras: corda, sopro, ou percussão. Devem dizê-lo na pulsação, em andamento lento.
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ANDAMENTO RÁPIDO, ANDAMENTO LENTO |
O professor diz o nome de um animal capaz de atingir velocidades elevadas (cavalo, leão, tigre), e as crianças movimentam-se rapidamente na sala; quando disser o nome de um animal que só é capaz de andamentos lentos, as crianças moviemntam-se na sala em andamento lento. |
APRESENTAÇÃO |
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O jogo é especialmente indicado para o início do ano lectivo, para apresentação dos alunos e do professor. Este explica o que é a pulsação e convida as crianças a senti-la no pulso, realçando que pode ser mais lenta ou mais rápida. Depois bate a pulsação em andamento lento, diz o seu nome e cada um diz o seu, sempre na pulsação. Poderá também fazer-se este jogo com os intervenientes a dizerem apenas a sílaba "forte" do seu nome, a sílaba tónica, sempre dentro da pulsação. Neste caso, a pulsação já pode ser mais rápida. Para o professor conhecer melhor os alunos, fortalecer as relações interpessoais e a cidadania, pode pedir que digam o nome do seu clube, o cantor ou a banda preferidos. Fazer a apresentação dizendo o nome e o cognome que cada um desejaria ter pode ser muito interessante em termos psicológicos. |
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Os alunos estão em círculo. O professor venda os olhos a uma das crianças e aponta outra, que dirá um instrumento musical ou o nome de um cantor, ou banda. Pelo timbre, o aluno que tem os olhos vendados deve adivinhar quem falou. O aluno identificado pelo timbre recebe a venda e o jogo continua enquanto o professor achar bem, tendo o cuidado de fazer que toda a turma participe bem. |
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Os alunos organizam-se em círculo. O professor entrega uma pequena bola ou uma maraca a uma das crianças. Depois, diz Um, dois, três, sss, e no sss, quarta pulsação, a criança que tem uma pequena bola ou uma maraca passa o objecto ao colega da direita. As pulsações (tempos) um, dois, três podem ser percutidas.
Com uma música no mesmo compasso, as crianças podem dividir a pulsação no primeiro tempo e dizê-la no segundo, dando pausas no terceiro e quarto tempos: TiTi Tá S S.
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Tocando pequenas melodias muito simples de três sons (Dó Ré Mi Ré Dó; Dó Mi Ré Mi Dó), progressivamente, o professor diz às crianças que deverão tocar a maraca pela cintura, pela barriga, pelo peito, pela boca e pela testa, conforme as notas são mais graves ou agudas. O professor terá o cuidado de escolher o andamento adequado. |
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Depois de o professor ter posto a música a tocar, os alunos movimentam-se livremente, conforme o estilo musical e andamento. Quando a música pára, os alunos páram imediatamente, permanecendo na posição em que se encontravam. A música recomeça e as crianças recomeçam os seus movimentos. |
FRASES RÍTMICAS |
O professor escreve no quadro duas, três ou quatro frases rítmicas, em representação convencional ou não, dispostas correctamente. Explica aos alunos o valor das figuras, mínimas e semínimas, ou semínimas e colcheias, por exemplo. Se usar um teclado, pode usar figuras mais longas. O jogo, que pode ser feito no 1º Ciclo, 2º Ciclo e outros contextos de Educação e Formação Musical, testa a atenção e favorece o conhecimento das figuras musicais. |
GARRAFAS PERCUTIDAS |
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O professor arranja 3 ou 4 garrafas de sumo (Compal, Frutis), com tampas de diferentes cores, deixa-as em água e lava-as. Leva três ou quatro garrafas para a sala de aula.
Uma está completamente cheia: ao bater-se com uma colher pequena, o seu som será o mais grave. Outra está completamente vazia: o seu será o mais agudo. Uma terceira poderá estar meia, e outra ter eventualmente 3/4 de água.
O professor pode fazer a experiência do som com as garrafas vazias e cheias e se, for capaz, afiná-las pela flauta de bisel ou outro instrumento, de modo a obter três ou quatro notas.
Poderá fazer jogos com as crianças. Elas estarão de olhos tapados ou vendados, destapando-os em seguida para dizer qual a garrafa que tocou, indicando a cor ou a ordem, da esquerda para a direita.
Jogar com sequências de dois ou três sons desenvolverá a audição e a memória.
As crianças podem opcionalmente dar as respostas pintando numa folha círculos com a cor certa. |
GRAVE, MÉDIO OU AGUDO |
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O professor faz uma linha no quadro com pequeninas barras verticais (de divisão), inclusive no início, terminando com barra dupla. Numera os sons de 1 a 10 por cima das barras.
Os alunos farão o mesmo no seu caderno, deixando espaço de cerca de um centímetro entre cada barra.
O professor toca para eles um som claramente grave, um agudo e um médio no piano ou na flauta (ou outro instrumento). À medida que o professor toca o som 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, as crianças escrevem no lugar próprio uma semibreve abaixo da linha, na linha ou acima da linha.
O professor deve ter o exercício registado para no fim conferir se as crianças acertaram no registo grave, médio ou agudo dos sons. |
IMITAÇÃO EM LÂMINAS |
O professor toca uma pequena melodia em jogo de sinos e passa a uma criança, que deve imitá-lo. O professor deve começar por poucas notas, num andamento moderado.
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IMPROVISAÇÃO COM TODOS |
Em número par, sem o professor, ou com o professor, os alunos formam um círculo, sentados nas cadeiras. O professor dá instrumentos a metade dos alunos, de modo que os instrumentistas fiquem intercalados. Todos vão rodando, mas um é o Rei, um tambor, por exemplo, dirigindo a improvisação. Quando o sentido da pulsação se perder, o professor diz ao aluno que tem o instrumento rei que o passe ao colega da direita, que estava sem instrumento.
Se o número de alunos for par o professor pode ficar de fora dirigindo a improvisação com o instrumento rei. É uma forma de todos os alunos tocarem todos os instrumentos sem o fazerem ao mesmo tempo, mantendo a concentração e o interesse.
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INSTRUMENTO GRANDE, INSTRUMENTO PEQUENO |
O professor diz o nome de um instrumento (piano de cauda, clavas, órgão de tubos, maraca; flautim, contrabaixo, harmónica, bombo). Se este for grande, as crianças levantam os braços; se for pequeno, baixam-se.
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MUSICOGRAMA DE INSTRUMENTOS |
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O professor desenha um quadrado grande no quadro. Divide-o ao meio, na horizontal e na vertical, perfazendo quatro quadrados. Pode ainda fazer novas divisões de modo a obter 16 pequenos quadrados.
Ao lado, desenha símbolos de instrumentos musicais disponíveis e que os alunos possam utilizar: clavas, pandeireta, tambor, reco-reco, caixa chinesa, maracas e triângulo, por exemplo.
As crianças desenham um símbolo em cada quadrado, podendo deixar quadrados em branco (que serão pausas). A partir das sequências de símbolos que os alunos e o professor escreverem pode-se fazer diversos jogos, tocando a pulsação cada instrumento desenhado, na horizantal e na vertical em todos os sentidos.
O jogo desenvolve a atenção, a prática da percussão e o conhecimento dos instrumentos musicais, enriquecendo as crianças nos campos da Música e da Expressão Plástica. |
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Com uma pandeireta ou outro instrumento, uma criança, ao fundo da sala, fará de guia de dois colegas a quem foram vendados os olhos, conduzindo-os à meta, que pode ser o próprio professor. O que chegar primeiro, ganha a jogada. O número de pares pode variar em função do número de alunos da turma, idades e espaço disponível.
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O INSTRUMENTO DESAPARECIDO
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Os alunos estão sentados, cada um na sua cadeira, à volta da mesa. O professor coloca sobre a mesa cinco (ou mais) imagens de instrumentos musicais e pede aos alunos que olhem com muita atenção para as imagens todas. Os alunos fecham os olhos e, durante esse período, o professor retira da mesa uma das imagens. O que descobrir primeiro qual o instrumento desaparecido, ganha um ponto. A operação repete-se as vezes que for conveniente. |
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Com um jogador fora da sala, combina-se que uma das crianças seja o maestro. Estando os alunos numa roda, o intérprete/maestro pode começar por imitar um violinista fazendo os respectivos gestos. O jogador que estava fora entra e tenta descobrir quem é o maestro, tarefa que não lhe será facilitada pela discrição dos músicos e do maestro. Quando achar oportuno, o maestro começa a fazer outro gesto e a imitar outro instrumento. |
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O professor coloca sobre uma mesa, ou no chão, (se o grupo puder sentar-se no chão), vários pequenos instrumentos, como clavas, bloco de dois sons, caixa chinesa, pandeireta, guiseira, triângulo, flauta de bisel. Mostra os intrumentos ao grupo, dizendo o nome e fazendo a demonstração. Depois, um aluno, a certa distância, voltado para outro lado e com os olhos fechados, ouve o instrumento que o professor toca.
Quando lhe for dito que já pode abrir os olhos, o aluno vai até ao conjunto dos instrumentos, pega o que foi tocado e toca ele próprio. Se acertar, o grupo bate palmas. Segue-se outro aluno, acabando o jogo quando todos tiverem participado. O jogo e o número de instrumentos, será adaptado ao grupo, tendo em conta a sua idade e conhecimentos. |
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Numa turma do 1º Ciclo do Ensino Básico, os alunos estão sentados normalmente. Três crianças vão para o fundo da sala e voltam-se para a parede, com os olhos fechados. O professor de Música, tocando flauta ou outro instrumento, movimenta-se para um lugar diferente. Durante a deslocação, as crianças podem eventualmente bater palmas, para os jogadores não saberem, pelos passos, onde está o flautista. Quando chegar ao lugar pretendido, as crianças deixam de bater palmas e o professor toca uma pequena melodia.
Terminada a música, os alunos batem novamente palmas enquanto o professor se desloca do lugar onde tocou. Depois, os jogadores vão para o lugar de onde julgam que ouviram o som. O que ficar mais próximo passa à eliminatória seguinte, substituindo-se os outros dois e assim sucessivamente. O jogo termina quando toda a turma tiver jogado. |
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Numa turma do 1º Ciclo do Ensino Básico, os alunos estão sentados normalmente. Três crianças vão para o fundo da sala e voltam-se para a parede, com os olhos fechados. O professor de Música, tocando flauta ou outro instrumento, movimenta-se para um lugar diferente. Durante a deslocação, as crianças podem eventualmente bater palmas, para os jogadores não saberem, pelos passos, onde está o flautista. Quando chegar ao lugar pretendido, as crianças deixam de bater palmas e o professor toca uma pequena melodia.
Terminada a música, os alunos batem novamente palmas enquanto o professor se desloca do lugar onde tocou. Depois, os jogadores vão para o lugar de onde julgam que ouviram o som. O que ficar mais próximo passa à eliminatória seguinte, substituindo-se os outros dois e assim sucessivamente. O jogo termina quando toda a turma tiver jogado. |
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O professor dispõe os alunos em semi-círculo, ou lado a lado, cada um com o seu instrumento de percussão. Põe a tocar uma música em que a pulsação seja bem marcada. Com a música a tocar, o professor aponta um aluno, depois outro e outro, com a pulsação; quando chega a sua vez, cada criança deve percutir a tempo o seu instrumento. Quem não o fizer, fica fora de jogo. |
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O professor pode dividir a turma em dois ou três grupos ou filas de carteiras, ou em rapazes e meninas. Imita os gestos dos tocadores de vários instrumentos (violino, guitarra, flauta, pandeireta, ferrinhos, piano, violoncelo...) sem emitir qualquer som. Por filas ou não, os alunos devem descobrir qual o músico que o professor pretende representar. O grupo que fizer mais pontos ganha.
Após a expressão gestual de cada instrumento e a sua descoberta pelos alunos, podem dizer ou cantar todos frases bem ritmadas como "guitarra, guitarra: este é o som da guitarra", ou "guitarra, guitarra: como eu gosto da guitarra!", enquanto fazem o gesto de tocar. |
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Os alunos estão em círculo. Se forem número par, o professor fica fora da roda e usa um instrumento melódico. Entrega aos alunos instrumentos com registo grave e outros com registo mais agudo. Quando o professor tocar pequenas melodias num registo grave, os alunos que têm instrumentos de som mais grave improvisam com ele, respeitando o ritmo e andamento; quando se movimentar num registo mais agudo, acompanham-no os alunos que têm instrumentos de sons mais agudos. |
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O professor de Educação Musical põe a música a tocar na sala de aula, eventualmente música desconhecida. Sem bater as palmas, todos os alunos tentam representar o estilo e carácter da música, alegre ou triste, lenta ou rápida, ritmada ou calma. O professor vê qual o aluno que, em sua opinião, representou teatralmente a música de forma mais interessante. Esse vai à frente e quando o professor puser a tocar a mesma música, tenta teatralisá-la uma vez mais, para todos.
No fim, os outros alunos confirmam se fez bem e porquê, podendo o professor fazer um comentário ou pergunta. Convém que as músicas sejam variadas e de estilos diferentes. |
RODA DE INSTRUMENTOS |
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O professor ou educador dispõe pequenos instrumentos de percussão em círculo, no meio da sala (maracas, clavas, pandeireitas, blocos de dois sons, reco-recos, por exemplo). Numa roda à volta dos instrumentos, ficarão as crianças, que podem estar de mãos dadas ou com as mãos atrás das costas (no caso de serem crescidas). À partida não haverá instrumentos para todos: faltará um ou dois. O professor explica que não vale gritar, nem empurrar os colegas, nem atirar-se para o chão, nem apanhar mais do que um instrumento. Quem o fizer ficará fora do jogo.
O adulto toca tambor e as crianças giram de acordo com o andamento do ritmo ou da música gravada. No caso de ser tocado, o professor deve fazê-lo com rigor. Quando pára de tocar, as crianças tentam agarrar um instrumento. A(s) que fica(m) sem instrumento(s) ficam fora do jogo. Para a jogada seguinte, reorganiza-se o círculo de instrumentos e a roda de crianças, e retira-se mais um ou dois instrumentos. O jogo poderá ir até ao fim ou não, conforme o professor achar conveniente. O jogo pode ser feito com crianças a partir dos 4 anos. |
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Com a flauta de bisel ou outro instrumento de altura definida, o professor toca sons graves, agudos ou médios. Nos agudos, as crianças levantam os braços; nos graves, baixam os braços; se a nota se mantém, a posição dos braços também se manterá. |
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Numa folha, as crianças escrevem os números de 1 a 10, com espaço para desenharem uma pequena seta, para cima, para baixo ou para a direita. Depois, de uma nota zero, o professor toca uma mais aguda, mais grave, ou igual, e as crianças desenham uma seta correspondente, sempre que o professor dá outra nota. O professor adapta o grau de dificuldade ao nível dos alunos, dando intervalos cada vez mais pequenos conforme a evolução das crianças. |
SEQUÊNCIAS DE SONS |
Recorrendo a um dos CD de apoio ao Ensino da Música nas AEC, o professor apresenta uma sequência de dois, três, ou quatro sons. As crianças devem identificar os sons e podem escrever os seus nomes ou fazer um pequeno desenho. O professor pode também entregar uma folha com a sequência, recorrendo a imagens ou nomes, e as crianças escrevem 1, 2, 3, 4 junto à respectiva imagem ou num quadradinho destinado a esse efeito. O grau de dificuldade deve ter em conta a preparação e a faixa etária das crianças.
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QUEM SOU? |
Um dos alunos sai da sala. Enquanto isso, os colegas combinam qual o instrumento musical que ele representará.
O que saiu, volta a entrar na sala e tenta descobrir qual é, fazendo perguntas que possam ser respondidas só por "sim" ou "não":
- É grande?
- Tem teclas?
- Tem cordas?
- É de madeira?
- Quando se toca em geral?
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SONS E SILÊNCIOS |
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O professor escreve no quadro frases rítmicas com figuras e pausas (semínima, pausa de semínima, mínima, pausa de mínima), dizendo às crianças o valor dos sinais musicais e atribuindo-lhes sons: táa, mínima, pau-sa (pausa de mínima), tá, semínima, "s", pausa de semínima.
Na execução das frases rítmicas pode representar as pausas pela linguagem gestual (gesto de calar, com o dedo nos lábios). Depois será mais fácil as crianças perceberem e realizarem as figuras e as pausas. |
SONS SEMELHANTES |
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O professor dispõe pequenos instrumentos de percussão em círculo, no meio da sala, instrumentos de sons semelhantes e contrastantes. Numa roda à volta dos instrumentos, ficarão as crianças, com as mãos atrás das costas. Pode haver muitos instrumentos. O professor explica que cada um só pode apanhar um instrumento de som semelhante ao instrumento que ele tocar (clavas, bloco sonoro, caixa chinesa). Quem se enganar, fica fora de jogo. |
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Cada aluno, na sua vez, a começar por uma fila, faz um movimento corporal e todos o imitam; depois faz uma sequência de dois, três e quatro movimentos. Os três alunos que tiverem sido mais expressivos, voltarão a fazer sequências de movimentos no fim. |
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