ESTÓRIAS DE MÚSICA |
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Embora a morada (Rua da Corredoura, 113, 2º D 4430-792 AVINTES) seja de habitação, quem desejar ver todos os recursos, incluindo alguns pequenos instrumentos musicais, pode fazê.lo após marcação (Tlm. 962 942 759). Comprados em Avintes, os materiais que custam 15€, custam neste caso 13€; os que custam 8€, custam apenas 6€, e os que custam 4€, passam a custar 3€. |
Se quiser receber materiais pelo correio, faça a encomenda dizendo o que pretende e proceda à transferência bancária para o NIB 0035 0309 0004 4173 5007 7 - CGD, em nome de António José Leite Ferreira. Envie a morada e o talão comprovativo da transferência. Os preços já incluem despesas de correio. Não enviamos à cobrança para evitar que materiais encomendados não sejam levantados.
Correio: meloteca@meloteca.com
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CONTEÚDOS
ABC dos animais
Na cidade dos automóveis
Os vizinhos da Casa Azul
O ritmo das quatro estações
Concerto no coreto
Pedro e o lobo
Breve história de pequenos músicos
O Natal do Ruben
O macaco e o violino
Lenda do Galo de Barcelos
Humor em torno de um piano
O rouxinol
Uma vez uma pastora
O grilo cantor
O cão D. Pantaleão
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LIVROS DE ESTÓRIAS |
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No Reino D'El-Rei Medricas |
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Três histórias pintadas com música |
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Jardim do arco-íris |
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Viver em Paris ao som de um Pífaro
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Cantar juntos 1 |
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Sebastião e os músicos do castelo |
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O Flautista de Hamelin |
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O Flautista de Hamelin |
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O Flautista de Hamelin |
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Gira Gira aprende música |
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Um Concerto no Coreto |
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A Gaita Maravilhosa |
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O Piano de Cauda |
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O Sam e o som |
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Pedro e o lobo (Verbo) |
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Pedro e o lobo (Disney) |
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Pedro e o lobo (Prokofiev) |
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Zeca Afonso, o andarilho da voz de ouro |
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O menino que se apaixonou por uma guitarra - Carlos Paredes |
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Este rapaz vai longe - Fernando Lopes-Graça quando jovem |
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Beethoven. Crianças famosas |
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História da Cantarina Cantora |
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Os Músicos de Bremen |
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A ponte da harmonia |
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Histórias e Canções | Primavera |
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Histórias e Canções | Verão |
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Histórias e Canções | Outono |
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Histórias e Canções | Inverno |
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A menina que tinha medo do escuro |
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Cantigas de encantar |
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A raposa e a cegonha |
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A pomba e a formiga |
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O pescador e o peixinho |
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Noddy. A Gaita-de-foles mágica |
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Bemol Saltitante |
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A CRIANÇA E OS SORTILÉGIOS |
Numa casa da Normandia, há uma lareira acesa, um gato sobre o tapete, um relógio de parede e um esquilo numa gaiola. O menino devia fazer os trabalhos escolares, mas só lhe apetece comer guloseimas e aborrecer os animais. A mãe repreende-o, e ele deita-lhe a língua de fora. Considera-se mau e odeia toda a gente.
Num acesso de mau génio, parte a xícara, rasga o livro, fere o esquilo, puxa o rabo do gato, rasga a cortina e arranca o pêndulo ao relógio. Avança para uma cadeira, mas ela escapa-lhe para junto de uma poltrona. Também o relógio protesta contra o miúdo: sai da parede e toca sempre, sem saber as horas. A xícara e o bule começam a dançar e ameaçam o miúdo rebelde que, aterrorizado, corre em direcção à lareira. Mas o fogo recrimina-o: "- Para trás! Eu aqueço os bons mas queimo os maus!"
Os pastores em miniatura descem das cortinas e executam danças antigas. Uma princesa sai do livro rasgado, dizendo-lhe que foi o primeiro seu amor, mas não se conhecerá o fim da história, porque o livro foi rasgado. Um gato preto salta pela janela e declara a sua paixão a uma gata. Cada animal que fugiu do jardim protesta pelos maus tratos recebidos. As próprias árvores perseguem o garoto, que grita pela mãe.
Ao ver o mal que fizera, começa a tratar os ferimentos dos animais, para espanto de todos. Ao verem que também o menino está ferido, ajudam o miúdo a procurar a mãe. Quando ela chega, encontro-o transformado num menino bom.
Ópera de Maurice Ravel, libreto de Colette

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ORFEU E EURÍDICE |
Orfeu, filho de Apolo e de Calíope, tinha o extraordinário dom da poesia e da música. Com as palavras do seu canto e os sons da sua lira, domesticava os animais selvagens, dava ordens aos rios e ventos, seduzia até as plantas e as pedras. Eurídice, sua mulher, foi, entretanto, mordida por uma serpente escondida entre as ervas, junto ao rio Hebro, quando era perseguida pelo pastor Aristeu, que a queria.
Eurídice morreu, mas não o amor de Orfeu. Tendo como única arma a sua lira, ousou descer aos infernos, espantando as trevas com a sua música. Suplicou a Plutão e Perséfone que devolvessem a vida à sua mulher. Comovidos pelo amor, os deuses concederam-lhe o desejo, na condição de Orfeu não olhar para trás, vendo apenas Eurídice quando chegassem à luz do sol. Mas Orfeu não se conteve: olhou para ver se, efectivamente, Eurídice o seguia, precipitando para sempre na morte a sua amada.
Gluck e outros

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PEDRO E INÊS |
D. Pedro I, gago e homem de temperamento nervoso, casou com Dona Branca, mas o matrimónio foi declarado nulo por incapacidade mental e física da infanta de Castela. Voltou a casar em 1336 com Dona Constança (de Aragão). Como rei de Portugal, procurou exercer a justiça no reino, que fez com decisões, por vezes, implacáveis.
Apaixonou-se cegamente por Inês de Castro, dama de corte da sua mulher. Seduzido pela sua estranha beleza, com ela desfrutou um amor ilícito e politicamente perigoso, visto que um descendente poderia entregar Portugal à coroa de Aragão. Dom Afonso IV, rei de Portugal, consentiu que executassem Inês. A Castro foi decapitada. Dom Pedro levantou armas contra o seu pai, contenda que não se prolongou muito.
Quando chegou ao trono, por morte do pai, pediu a extradição dos homicidas de Inês, dois dos quais foram executados de forma brutal. Apesar de morta, ordenou que Inês fosse reconhecida como sua verdadeira esposa e rainha de Portugal. A trágica história de amor tornou-se uma lenda em diversos países e formas de arte.
Zingarelli, Weber, Persiani, Giordani, Farinelli, Bocherini, Rui Coelho, Rigaud

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GUILHERME TELL |
Guilherme Tell era um homem pacífico e justo. Amava a sua pátria, a sua família e o seu arco. Embora a sua terra estivesse oprimida, ele tinha uma visão optimista da vida, por estar bem com a sua consciência e não saber até que ponto os tiranos se podem tornar cruéis e arbitrários. Tell acreditava que o bem triunfa sempre sobre o mal. Confiava mais na resistência passiva do que na prática da violência. Ingenuamente pensava que os tiranos acabarão por se cansar das suas atitudes se virem que reina a tranquilidade e a paz. E contudo, não temia tiranos.
Quando a mulher dizia que eles detestam os que praticam a justiça e ama a rectidão, Tell respondia que é por não poderem alcançá-los. Guilherme Tell era um homem solidário e extraordinariamente corajoso quando inocentes eram ameaçados. A opressão que atingia o seu povo, atingiu-o e à sua família. Gessler perseguiu-o diversas vezes, apesar de Tell o ter salvo numa ocasião em que uma tempestade no lago os iria perder, a caminho de uma prisão que seria terrível para Tell. Esperando que seja o próprio Deus a fazer justiça a Gessler, Tell fugiu para as montanhas. Todavia, diante dos ataques a pessoas indefesas, Tell não viu outra solução senão atacar e matar em legítima defesa das crianças, mulheres e velhinhos da sua aldeia. Ao libertar a pátria do seu tirano, Tell colaborou na realização da justiça humana e divina, restabelecendo a ordem moral e a paz que Gessler destruíra.
Gioacchino Rossini

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ROMEU E JULIETA |
Os Montecchi e os Cappelletti, duas famílias ilustres de Verona, eram inimigos figadais. Romeu, filho de Montecchi, namorava Rosalina. Mas, ao assistir disfarsado a uma festa em casa dos Cappelletti, apaixonou-se por Julieta. Depois da festa viram como o amor era mútuo e combinaram casar em segredo, o que viria a acontecer com a ajuda de Frei Lourenço.
Mercutio, amigo de Romeu, encontrou Tebaldo da família Cappelletti, furioso e agressivo por ter visto Romeu na festa em sua casa. Romeu responde amistosamente com palavras que deixam subentender o parentesco que já existe entre eles. O seu amigo Mercutio não aceita a submissão de Romeu e desembainha a espada. É morto por Tebaldo, e Romeu acaba por entrar também na contenda, matando, por sua vez, Tebaldo e sendo posteriormente condenado ao desterro.
Depois de passar a noite com Julieta, Romeu deixa Verona e vai para Mântua. Frei Lourenço julga ser a hora de tornar público o matrimónio, pois o pai de Julieta queria obrigá-la a casar com o Conde Paris. O frade aconselha-a a tomar um narcótico que a deixará como morta durante 48 horas. Avisará Romeu, que irá buscá-la ao sepulcro e a levará para Mântua, onde serão felizes para sempre. Todavia, a mensagem nunca chega a Romeu, pois Frei Lourenço é detido no caminho.
Romeu, que toma conhecimento da morte de Julieta, compra um veneno forte e dirige-se ao sepulcro para ver a sua amada, o que consegue depois de matar em duelo o Conde Paris. Romeu beija Julieta e bebe a taça com o veneno. Quando a sua amada acorda e vê Romeu envenenado, percebe que os planos falharam e, não encontrando sentido para a vida, apunhala-se a si mesma. Quando Frei Lourenço chega, a tragédia já está consumada. Tomando conhecimento do ocorrido, as famílias, comovidas com tão grande amor, reconciliam-se finalmente.
Charles Gounod e outros
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