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ALMA DE COIMBRA

O Coro "Alma de Coimbra" é constituído por cerca de 28 elementos masculinos, antigos estudantes da Academia de Coimbra, unidos pelo gosto de cantar e verdadeiro espírito de fraternidade e humanismo. Sob a direcção artística de Augusto Mesquita, o coro interpreta um vasto repertório (profano e religioso), dedicando particular atenção à música e poetas da lusofonia. Tendo em conta a riqueza e da diversidade de timbres das suas vozes, apresenta nos seus espectáculos todo um conjunto de peças musicais originais, em polifonia (4 vozes) e recorre com frequência a solistas de grande qualidade vocal. Dispondo de excelentes executantes instrumentais, oferece nos seus concertos o magnífico som das guitarras de Coimbra e a superior interpretação do "Fado de Coimbra".

CONTACTOS

MoradaRua Visconde de Monte São, 109

3000-416 Coimbra

Portugal

TelefoneTel. (+00 351) 933 708 730

TelemóvelTlm. (+00 351) 965 409 875

FaxFax (+00 351) 239 964 157 

SítioSítio: almadecoimbra.googlepages.com

Correio electrónicoCorreio: almadecoimbra@gmail.com

01 Maio 2007

TOPO

ANTIGOS ORFEONISTAS DA UNIV. DE COIMBRA

MoradaAntigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra

Rua Bernardino Ribeiro, 36

3000 COIMBRA

Telefone Tel. (+00 351) 239 721 996

Fax Fax (+00 351) 239 721 996

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CHORAL PHYDELIUS

O Choral Phydellius fundado em 17 de Maio de 1957, iniciou a sua actividade como coro masculino, dedicando-se, nos primeiros tempos da sua existência, à interpretação de Música Sacra. Em 1961, já como coro misto, ampliou os seus horizontes musicais, sofrendo transformações sucessivas que o moldaram num estilo ímpar em Portugal.

Desde a sua fundação até 1971, foi dirigido por Fernando Cardoso. A partir deste ano, sob a direcção artística de José Robert, ganhou novo dinamismo, alargou os seus conhecimentos, aperfeiçoou o seu estilo, reformulou e diversificou o seu repertório, avançando para obras de maior dimensão e complexidade entre as quais se destacam a Segunda Cantata de Natal de Fernando Lopes-Graça, o oratório "Jephte" de Carissimi, a "Missa Choralis" de Liszt.

Tem realizado centenas de actuações em Portugal e no estrangeiro participando em inúmeros festivais e intercâmbios.

06 Dezembro 2006

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CHORAL POLIPHONICO DE COIMBRA

Fundado em 1972, o "Choral Poliphonico de Coimbra" tem em Maria Fernanda Rovira, então Directora do Conservatório Regional de Coimbra e no Maestro José Firmino Morais Soares as sólidas bases de competência técnica e artística que nos primórdios deram corpo ao seu objectivo de "estimular a criação de uma necessidade musical como elemento fundamental da cultura", congregando à sua volta, e na concretização da sua iniciativa, um conjunto de vontades que o ergueram.

Inicialmente integrada a sua actividade na do Conservatório Regional de Coimbra, cedo se viu na necessidade de autonomizar a sua programação e conquistar um público próprio. Tomou então a designação de "Choral Poliphonico de Coimbra", que mantém, embora só em 1979 tenha sido regularizada a sua situação jurídica com a elaboração da respectiva escritura pública. Com a dedicação e o saber do Maestro José Firmino e atravessando um período de profundas alterações da sociedade portuguesa, o CPC realizou espectáculos de crescente qualidade artística conquistando agrado do público e da imprensa. A sobriedade e riqueza do seu programa contemplava música erudita, tanto portuguesa como europeia e americana, cobrindo o âmbito cronológico que, partindo da Renascença percorria os períodos Clássico, Romântico e Contemporâneo.

Até 1977, incluía, além da parte coral uma parte instrumental a cargo de um conjunto de Câmara sob a direcção de João Anjo e também momentos de poesia que manteve até mais tarde. Assim, na primeira década (1972-1982) conheceu uma intensa actividade artística realizando dezenas de concertos quer em Coimbra quer por todo o país, com excelentes referências, a tal ponto que em 1978 a câmara Municipal de Coimbra deliberou considerá-lo "Coro Representativo da Cidade". Gravou dois LP neste período, sendo um deles destinado às Comunidades Portuguesas residentes no estrangeiro. À passagem do seu 10º aniversário em 1982, a Câmara Municipal de Coimbra tributa ao Choral Poliphonico nova homenagem, atribuindo-lhe a Medalha da Cidade pela valiosa actividade artística, reconhecendo o seu meritório papel no panorama cultural de Coimbra e da região.

A segunda década da sua existência é marcada pela contínua procura da qualidade das suas actuações e concertos, sendo de realçar as actuações conjuntas em concertos com os instrumentistas Antoine Sibertin-Blanc (orgão de tubos) e Diogo de Freitas Branco Paós (clarinete) e a orquestra Camerata do Porto regida pelo Maestro José Ferreira Lobo. É também neste período que o seu valor se impõe à consideração de públicos além fronteiras, com digressões a Orense (Espanha), Vandovre, Poitiers, Estrasburgo e Contrexville (França), Osnabruck e Munster (Alemanha), nas quais escreveu páginas de valor inestimável para a sua cidade e para o país. Entretanto, em Abril de 1991, deixou a regência o Maestro José Firmino, sendo substituído pelo Maestro Luís Batalha que se manteve cerca de dois anos, até que em Setembro de 1993, assumiu essas funções o actual director artístico Maestro Paulo Moniz.

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COMSONANTE

O ComSonante um coro misto de 20 elementos. Por iniciativa da Junta de Freguesia de São João, em Lisboa, e com a direcção do maestro Luiz Pedro Faro, nasceu o Coro São João no ano de 1991. Passados dez anos, integrou-se na Sociedade Filarmónica Recreio Artístico da Amadora, tendo, a partir daí, adoptado a designação de Coro ComSonante. Desde o final de 2004, está associado à Biblioteca Operária Oeirense, espaço onde actualmente ensaia.

O seu repertório vai desde o Renascimento até ao século XX e alcança já uma centena de peças, compreendendo música sacra e profana, canções de Natal e espirituais negros, hinos ou temas festivos, de compositores clássicos e contemporâneos, interpretando temas tradicionais do mundo mas também, em especial, as do cancioneiro popular português harmonizadas por Sampayo Ribeiro, Fernando Lopes-Graça e outros.

CONTACTOS

MoradaComSonante

Rua Cândido dos Reis, 119

2780-214 OEIRAS

Telemóvel Tlm. (+00 351) 966 878 705

SítioSítio: www.comsonante.org

Correio electrónicoCorreio: comsonante@gmail.com

20 Janeiro 2006

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CORAL ALLEGRO

O "Grupo Coral Allegro do Progresso Clube de Algueirão - Mem Martins", criado em 1986, conta no seu historial com inúmeros encontros de coros e intercâmbios corais. Um destaque especial para a sua participação nos Concertos de Natal da C. M. Sintra e do Seixal, presença regular nos eventos levados a cabo pela Sociedade Histórica da Independência de Portugal, no Palácio da Independência, e pela Associação de Coros da Área de Lisboa (ACAL) de que é associado, bem como em cerimónias de carácter religioso, nomeadamente no Mosteiro da Penha Longa e outras igrejas de Sintra. Nos últimos anos estendeu a sua presença para além do concelho de Sintra e Lisboa, actuando de Norte a Sul do país. Faz parte da selecção que gravou, em 1997, o CD "Os Melhores Coros Amadores da Região de Lisboa", a convite da editora Public-Art.

Integrado no "Coro Sintra Cantat", foi seleccionado entre diversos coros de vários países, para participar no 5.º Concurso Internacional de Coros em Itália. Este projecto mereceu apoio da Fundação C. Gulbenkian mas não se concretizou por falta de outros apoios. Ainda com o Sintra Cantat, actuou por ocasião do Dia Mundial da Música (1 de Outubro de 2000), no Palácio de Queluz, com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, interpretando Domingos Bomtempo, Mozart e Haendel. Repetiram-se mais três actuações, com destaque para a presença na Sé de Lisboa.

Em Maio de 2001, participou na ópera cómica em dois actos "L'Ivrogne Corrigé" (O Ébrio Corrigido) de Christoph Willibald Gluck. Este projecto, intitulado Sintra Estúdio de Ópera, contou ainda com a participação de uma orquestra formada por alunos da Academia Nacional Superior de Orquestra, dirigida pelo maestro Alberto Roque. Quatro elementos do coral foram solistas. Durante 2002, o Allegro apostou na preparação de um concerto especial de Natal, na Igreja de Algueirão, onde apresentou a cantata de Benjamin Harlan "Christmas Canticles", acompanhado ao piano.

30 Junho 2004

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CORAL BRIGANTINO

O Coral Brigantino é a primeira, a mais antiga e, quiçá, a mais importante componente da associação cultural sem fins lucrativos denominada Associação Coral Brigantino Nossa Senhora das Graças, com sede na cidade de Bragança, e tem como principal objectivo a execução da música coral polifónica. Constituído em 1984 em torno do P.e Dr. Octávio Sobrinho, seu primeiro Director Artístico, por um grupo de cantores, tem vindo a desempenhar um importante papel na divulgação e promoção da música coral polifónica na Região e no País.

Conta já com participações em diversos concertos e encontros de coros um pouco por todo o País, desde Chaves a Évora, passando por Leiria, Figueira da Foz, Aveiro, Vila Real, Guarda, Setúbal, Resende, Rio Tinto, Penafiel, e algumas no estrangeiro, como Salamanca, Aranda de Duero, Verín, Valdoviño (Coruña) e Valladolid, em Espanha, e Le Mans e Champagne Sur Rhône (Lion), em França. Na Expo98, em Lisboa, participou nas comemorações do dia nacional do Pavilhão da Santa Sé (Estado do Vaticano).

Localmente, organizou diversos concertos e encontros de coros dos quais se destacam o Encontro Internacional de Coros da Cidade de Bragança, que teve sete edições, e o Outono Polifónico cuja realização se iniciou em 2005, e participou em inúmeras cerimónias oficiais e religiosas. Em alguns concertos, actuou em conjunto com a orquestra da Esproarte, de Mirandela, e noutros com a Orquestra do Norte.

Em 1995, gravou uma cassete com 16 temas do seu repertório e em Março de 1997 participou na gravação do duplo CD "Os Melhores Coros Amadores da Região" / Norte, editado pela "public-art, editora", Coimbra.

Actualmente, e com a mudança de Direcção Artística recentemente ocorrida, tem em marcha um processo de renovação que levou ao duplicar do número de elementos e ao rejuvenescimento do grupo, para o qual muito contribuiu a transição de elementos do Coral Brigantino Infantil. Conta hoje com cerca de 60 elementos e uma média de idades de 36 anos.

A preparação e apresentação de um repertório diversificado foi desde sempre uma preocupação do Coral Brigantino, pelo que possui um repertório ecléctico, que vai desde a música sacra até música popular portuguesa e internacional, merecendo referência especial as canções regionais, nomeadamente as de língua mirandesa (segunda língua oficial de Portugal).

CONTACTOS

MoradaCoral Brigantino

Rua Calouste Gulbenkian

5300-020 Bragança

05 Maio 2006

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CORAL CALÇADA ROMANA

O Coral Calçada Romana, de Alqueidão da Serra, concelho de Porto de Mós, iniciou a sua actividade em Outubro de 1993. Efectuou inúmeros concertos por toda a região centro, sendo de destacar locais como o Castelo de Leiria, o Centro Pastoral Paulo VI (Fátima) ou o Teatro José Lúcio da Silva (Leiria). Deslocou-se várias vezes ao estrangeiro, tendo actuado em França e Espanha, Cantou ainda em directo para a TVI e, para todo o mundo, no programa "Multipistas", da RDP Antena 1. Gravou, juntamente com os restantes corais do concelho de Porto de Mós, o CD "Portus Molarum", em 1998.

Colabora também regularmente com a delegação de Leiria do INATEL, tendo sido galardoado por esta instituição, em Dezembro de 1999, com a Medalha de Mérito Cultural. Foi-lhe igualmente atribuída, pela Câmara Municipal de Porto de Mós, a
Medalha de Mérito Cultural do Município, na passagem dos 10 anos de actividade coral. O seu repertório é variado, com temas populares (com predominância para originais da região de Leiria) e clássicos de grandes compositores.

É dirigido pelo Maestro Joaquim Vicente Narciso.

CONTACTOS

SítioSítio: www.calcada-romana.org

Correio electrónicoCorreio: geral@calcada-romana.org

23 Janeiro 2007

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CORAL DE CHAVES

Fundado em 1992, o Coral de Chaves constituiu-se como Associação Cultural sem fins lucrativos em 1994. Tendo como principal objectivo a divulgação da música coral-polifónica, a sua acção tem-se feito sentir através de um vasto reportório de música sacra, litúrgica e profana, englobando peças de um vasto número de compositores de vários períodos da História da Música.

Teve a sua estreia oficial em Dezembro de 1992 e desde então tem mantido uma presença regular em Encontros de Coros, tanto em Portugal como em Espanha, e respondido, sempre que possível, às solicitações de entidades e organismos públicos e privados. Das diversas actividades que desenvolveu até ao momento são de destacar a organização anual de um Encontro de Coros em Chaves; a realização de concertos nas localidades do meio rural da Região; a participação na gravação do CD intitulado Os Melhores Coros Amadores da Região Norte em Março de 1997; a presença na Expo/98, integrando o programa da Santa Sé, em representação da Diocese de Vila Real; a deslocação ao Luxemburgo em Outubro de 2004, aquando da geminação entre as cidades de Chaves e Differdange; a estreia mundial, no ano 2006, do Oratório Travessia do compositor Joaquim dos Santos, em colaboração com os cantores Inês Villadelprat, Fernando Guimarães e Rui Taveira, a Orquestra do Norte com os maestros Manuel Teixeira e José Ferreira Lobo; apresentações públicas do oratório em Alijó, Chaves, Valpaços, Vila Pouca de Aguiar e Vila Real; em Abril de 2007, viagem a Itália para realização do concerto, gravado ao vivo, do oratório Travessia, na igreja do Instituto de Santo António dos Portugueses, com a soprano Inês Villadelprat e o tenor Fernando Guimarães, estando a Orchestra Sinfonica Tiberina sob a direcção do maestro Massimo Scapin, edição do concerto em CD Duplo; o Concerto de Natal de Dezembro de 2007 que contou com a colaboração de uma Orquestra de Câmara e da solista Mónica Fernandes; a estreia da Paixão segundo S. João, de Joaquim dos Santos, no Concerto de Páscoa de 2008, realizado em Chaves, com subsequente apresentação em Sambade (Alfandega da Fé) contando com a colaboração dos cantores José Carlos Miranda, Bruno Nogueira, Ana Santos e Liliana Coelho.

De realçar é, também, o facto de lhe ter sido atribuída, pela Câmara Municipal de Chaves, a medalha de mérito municipal - grau prata, no dia 8 de Julho de 2007 e de, em Abril de 2008, ser galardoado com o Prémio Podium 2007 na categoria Prémio Especial do Júri, instituído pela Rádio Fórum Boticas.

Entre Outubro de 1992 e Setembro de 2007, o Coral de Chaves foi dirigido de forma magistral pelo Padre Fernando Silva de Matos.

Desde Outubro de 2007, a direcção musical do grupo é da responsabilidade de Nuno Costa, cuja formação académica é realizada no Conservatório de Música do Porto, na classe de Piano da Professora Manuela Costa e na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo no Curso de Composição onde trabalha com os professores Pedro M. Santos, Filipe Vieira, Eugénio Amorim, Nuno Peixoto, Carlos Guedes, Gustavo Costa, entre outros.

Do reportório do Coral de Chaves constam obras como o Oratório de Natal de Camille Saint-Saëns; Missa da Coroação de W.A. Mozart; Oratório Travessia, Paixão segundo São João, motete In Ressurrectione Domini de Joaquim dos Santos; Para um Natal Português de Fernando Valente e Fernando Lapa; várias canções populares harmonizadas por Fernando Lopes-Graça, Eurico Carrapatoso, Joaquim dos Santos e Manuel Faria, bem como números soltos do Gloria de Vivaldi, Requiem de Verdi, Requiem de Mozart, Sangue de Cristo de Manuel Faria, Largada de Joaquim dos Santos e um sem número de peças acumuladas ao longo de mais de uma década de actividade.

CONTACTOS

Correio electrónicoCorreio: coraldechaves@sapo.pt

27 Dezembro 2008

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CORAL DE LETRAS DA U.P.

O "Coral de Letras da Universidade do Porto" foi premiado em vários festivais internacionais (14 prémios em seis festivais): o de Teeside (Norte de Inglaterra), em 1970, 1986 e 1990; o de Llangollen (País de Gales), em 1981; o de Limburg (Alemanha) e o de Neuchâtel, (Suíça), ambos em 1987.

Tem vindo a realizar inúmeros concertos por todo o país, assim como digressões por Espanha, França, Bélgica, Luxemburgo, Holanda e Alemanha. Tem ainda em participado enquanto convidado em festivais não competitivos como os de Marselha (França), Locarno (Suíça), Burgas (Bulgária), Karpenissi (Grécia) - e, em Portugal, no Festival de Vilar de Mouros, no Festival Sequeira Costa, no Festival Internacional da Costa do Estoril e no Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim.

O Coral de Letras da Universidade do Porto foi distinguido com a Medalha de Mérito Cultural da antiga Secretaria de Estado da Cultura e é dirigido por José Luís Borges Coelho desde a sua fundação em 1966.

CONTACTOS

MoradaRua D. Manuel II

(à antiga Reitoria da Universidade do Porto

4050-345 PORTO

TelefoneTel. 226 094 559

TelemóvelTlm. 936 938 787

SítioSítio: clup.up.pt

Correio electrónicoCorreio: corallup@iolp.pt

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CORAL DE SÃO DOMINGOS

O Coral de S. Domingos foi fundado por João Luís Nabo em Janeiro de 1987.

Realizou digressões pela Bélgica (1992); Itália (1993); Espanha (1993, 1994, 1996, 1998 1999, 2000 e 2005); França (1996 e 2004); Bulgária (1998); Madeira (1999); Polónia (2000) e Suécia (2001).

Em Abril de 1995 participou nos "31ères Rencontres Chorales Internationales de Montreux" (Suíça), um dos mais prestigiados e aplaudidos concursos de música coral a nível europeu e mundial.

Recebeu em Montemor corais vindos da Bélgica, Itália, Espanha, Bulgária, Madeira, Polónia, Suécia, França e Brasil.

Gravou, a convite da Editora Strauss, SA, de Lisboa, "Da Pacem Domine" (1996), "Mare Fatum Est" (1998) e "Viagens" (2001).

Particiou em vários programas de Rádio e Televisão, designadamente a RTP e RDP Internacional (1992). Em 1996, o Concerto de Natal, transmitido foi em directo, pela RDP 1 e RDP Internacional, a partir da Igreja da Misericórdia, em Montemor-o-Novo (1996). Participou no programa "Natal dos Hospitais", na RTP Canal 1 (1992 e 1996); no Programa Praça da Alegria, da RTP1 (1996); no "Jardim das Estrelas" RTP (1999) e no "Amigo Público" RTP (2000). A Missa de Inauguração do Monumento ao Bombeiro, em Montemor-o-Novo, foi transmitida pela TVI (2005).

Participou no I e II Cursos de Técnica Vocal, orientados por Maria João Serrão (2000, 2001 e 2002) e no III Curso de Técnica Vocal da responsabilidade de Sara Belo e Hugo Sovelas (2006).

Em Fevereiro de 2002, o Coral de S. Domingos e a pianista Maria João Pires foram propostos como candidatos portugueses ao Prémio da UNESCO e do International Music Council.

Em Março de 2003 e Maio de 2004 participou na I e II Feiras Medievais de Montemor-o-Novo e, em Maio de 2004, no V Encontro Internacional de Coros de Mafra.

Organizou, de 1999 a 2003, no mês de Outubro, em parceria com a Câmara Municipal de Montemor, as Musicalidades, uma iniciativa no âmbito da música clássica.

Em Junho de 2004, recebeu o Diploma de Mérito Cultural atribuído pelo Centro Cultural Recreativo e Popular 1.º de Maio, de S. Geraldo (Montemor-o-Novo).

Em Julho de 2004 apresentou, em estreia mundial, na cidade de Montemor-o-Novo, a peça Noise of Waters do compositor norte-americano Jonathan Adams.

Em Abril de 2005 a música Señor me cansa la vida, do compositor espanhol Juan-Alfonso Garcia, interpretada pelo Coral de S. Domingos no álbum Viagens, foi escolhida pelo realizador escocês Lee Hutcheon para integrar a banda sonora do filme In a man's world.

Em Abril de 2007, é novamente seleccionado para participar, desta vez, na 43.ª edição do Montreux Choral Festival.

A convite do coreógrafo Rui Horta, actuou, em Fevereiro de 2009, no Convento da Saudação, em Montemor-o-Novo, durante a visita do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, ao Espaço do Tempo.

Tem participado em dezenas de Encontros de Coros e Festivais um pouco por todo o País.

Colabora regularmente com a Delegação de Évora do Inatel e com a Delegação do Alentejo do Ministério da Cultura.

Participou com a Orquestra da Escola de Música de Évora em variados concertos, interpretando conjuntamente obras de Verdi, Mozart, Saint-Säens e Karl Orff.

Promove, anualmente, o Encontro de Coros da Cidade, o Concerto de Aniversário, o Concerto de Outono e o Concerto de Natal.

Do seu extenso reportório fazem parte peças populares e eruditas, de origem sacra e profana, tantos nacionais como estrangeiras, das mais diversas épocas e escolas.

Os 40 cantores, jovens na sua grande maioria, que dão corpo e voz ao Coral de S. Domingos, são todos naturais de Montemor-o-Novo e, embora tenham seguido as mais diversas profissões, continuam a encontrar no grupo a que pertencem mais uma forma de realização pessoal e colectiva.

O Primeiro-ministro português António Guterres declarou o Coral de S. Domingos Instituição de Utilidade Pública, por despacho de 27 de Setembro de 2000.

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CONTACTOS

SítioSítio: coralsaodomingos.blogspot.com

SítioSítio: www.coralsaodomingos.com

Correio electrónicoCorreio: coraldesaodomingos@gmail.com

12 Março 2009

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CORAL ENSAIO

O Coral "Ensaio" iniciou a sua actividade em Janeiro de 1989. Surgiu integrado no projecto da Escola Municipal de Música da Póvoa de Varzim, criada pelo Município desta cidade, em Maio de 1988 (oficializada pelo Ministério da Educação, em Abril de 1990). É formado por alunos, encarregados de educação e melómanos dedicados. Um dos objectivos é de alargar a sua influência escolar e cultural a toda a população concelhia. Por isso, tem participado em audições públicas da Escola e em diferentes momentos culturais da região.

Já se apresentou em várias localidades de Portugal (Coimbra, Aveiro, Porto, Braga, Viana do Castelo, Ponte de Lima, Vouzela, Murça, Pedrógão Grande, Vieira do Minho), Espanha e Bélgica, em concerto e em Encontros de Coros, alguns de nível internacional. A nível local, participou no Festival da Primavera de 1992 e 1993, organizado pela Câmara Municipal da Póvoa de Varzim.

Em Julho de 1992, a convite do Município de La Guardia, realizou o concerto inaugural da Semana Cultural daquela cidade. Em Julho de 1993, participou no I Encontro de Coros Galego-Asturiano-Português, em Cariño. Deslocou-se às Astúrias (1994), acompanhado pela Orquestra de Câmara da Escola de Música de Esposende, onde se integrou na IV Semana Cultural de Tapia de Casariego, tendo actuado ainda em Luarca. Foi convidado para o 9º Festival de Panxoliñas (1997) pelo Orfeón Valdeorrés de O Barco (Ourense). Numa iniciativa de intercâmbio cultural e pedagógico com a Academia de Wa-remme (Bélgica), apresentou-se em concerto em Waremme e Liège (1998).

Mais recentemente, participou no I Encontro de Coros do Vale do Ave, realizado em Fafe (2003). Participou na organização do 1º e 2º Encontro Internacional de Coros Amadores da Póvoa de Varzim, em 1995 e 1996, onde estiveram presentes coros vindos de Espanha e França. Tem-se apresentado no Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim na 12ª edição (1990) com o Choeur d'Enfants de Paris; nas 17ª e 18ª edições (1995 e 1996); na 24ª edição (2002), com o Coro e Orquestra ARTAVE; e na 26ª edição (2004), no concerto de homenagem ao musicólogo poveiro Josué Trocado.

Gravou para a edição em CD de "Os Melhores Coros Amadores da Região Norte", nomeadamente com temas populares poveiros. Ao longo dessa intensa actividade, tem praticado um vasto repertório histórico profano (entre outros: Madrigais, Vilancicos, temas populares portugueses) e sacro: Missa Alemã (D 872) de Schubert, Via Crucis de Liszt, Panis Angelicus (FWV 61) de César Franck, Sancta Maria (KV 273) e Laudate Dominum (KV 339) de Mozart e ainda variados temas "a capella" de Bruckner, Palestrina, Vitória, Allegri, Byrd, Estêvão de Brito, Lopes Morago, Diogo Melgás, D. Pedro de Cristo, Manuel Faria…

Dessa actividade sobressaem não só as suas apresentações "a capella", mas também as que realizou em parceria com dis-tintas formações corais. Têm sido representativas as suas actuações com qualificados solistas e diferentes formações instrumentais. Já cooperou em concertos com a Orquestra do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga e a Orquestra do Norte, sob a direcção de José Abel Carriço e de Rafael M. Gómez, respectivamente.

22 Novembro 2004

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CORAL HARMONIA DE SANTIAGO DO CACÉM

A origem do Coral Harmonia de Santiago do Cacém remonta a 1936, quando surgiu pela primeira vez na Sociedade Harmonia, com o nome de Orfeão Miróbriga, dirigido pelo maestro António Coutinho e, a partir de 1950, sob a regência do maestro Francisco M. Neto. Em Fevereiro de 1984, o coral adoptou o nome Coral Harmonia. Até 1991, o grupo foi dirigido pelo Sr. Jacinto Maria, e mais tarde, no mesmo ano, pelo Dr. José Duarte. A partir de 1992, o Coral Harmonia foi dirigido pelo maestro Fernando Malão e, de 1994 até meados do ano 2000, também pelo maestro adjunto Pedro Ramos.

O Coral Harmonia tem vindo a realizar concertos no País e no estrangeiro, participando em intercâmbios culturais/musicais com outros corais. O repertório do coral baseia-se sobretudo em obras para coros mistos "a capela", com especial incidência em harmonizações de temas populares portugueses, embora no seu repertório conste também a música sacra, espirituais negros, música ligeira, e outros géneros musicais adaptados para agrupamentos desta natureza. Anualmente, o coral, organiza na Igreja Matriz de Santiago do Cacém o tradicional Concerto de Natal onde são apresentadas obras originais e arranjos para coro e orquestra da autoria do actual regente.

No ano de 1996, o Coral Harmonia apadrinhou o Coral Ideias do Levante de Lagoa e promoveu o I Encontro de Coros realizado em Santiago do Cacém. No mesmo ano estreou no Concerto de Natal realizado a 21 de Dezembro a "Ode a Manuel da Fonseca" com música do maestro Fernando Malão e poema do escritor Manuel da Fonseca.

Em 1997, realizou o primeiro Debate/Reflexão sobre o Cante Alentejano, reunindo personalidades ligadas à Musicologia, Etnomusicologia e da Casa do Alentejo em Lisboa. Participou na gravação do disco "Memórias" de Jorge Ganhão. Em 1998, gravou um CD inserido na colectânea "Os Melhores Coros da Região". No mesmo ano, deslocou-se a Espanha para participar na cidade de Zafra no concerto comemorativo do Dia de Santa Cecília. Em 1998, realizou a Segunda edição do Debate/Reflexão sobre o "Cante Alentejano".

Das suas actuações destaca-se a sua presença no programa Feira Franca da Antena 1 e no programa da RTP 1 "Praça da Alegria". No final da temporada de 1999, realizou uma digressão pelo arquipélago dos Açores a convite do Grupo Coral das Lajes do Pico realizando concertos nas ilhas do Pico e Faial. Já no ano 2000, o grupo promoveu a primeiras Jornadas Corais e tem continuado a sua actividade realizando espectaculos em todo o País.

É também membro da Associação de Coros ACAL e membro da associação internacional " The Planety Chorus". Actualmente o Coral Harmonia é constituído por 38 coralistas, das mais variadas idades.

CONTACTOS

MoradaCORAL HARMONIA DE SANTIAGO DO CACÉM

Rua da Sociedade Harmonia, 7

7540-161 SANTIAGO DO CACÉM

TelemóvelTlm. (+00 351) 933 153 306

SítioSítio: www.coralharmonia.net

Correio electrónicoCorreio: coral.harmonia25@gmail.com

05 Fevereiro 2006

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CORAL IN VITA MUSICA

O "Coral In Vita Musica", dirigido actualmente por Sérgio Fontão, apresentou-se publicamente pela primeira vez a 8 de Dezembro de 1990 com o então maestro Luizinho Leal. Hoje é composto por cerca de 25 coralistas oriundos dos concelhos de Bombarral, Óbidos e Cadaval.

Herdeiro de experiência adquirida no Coro Bombarralense, defende a necessidade de uma autonomia e liberdade quanto à aplicação de ideias e conceitos de Música Coral no contexto da Região onde se insere. Realizou mais de 180 concertos, 30 dos quais com orquestra (de câmara e sinfónicas). Destacam-se as participações no Cinema Tivoli em Junho de 1994 com a interpretação da trilogia das Descobertas do compositor Carlos Silva acompanhado pela orquestra "Alis Ubbo" e o Concerto Coral Sinfónico comemorativo do 94º aniversario do S. L. Benfica com a Orquestra Dohnayi de Budapeste no Teatro de S. Luís em Fevereiro de 1998, com os coros "Ars Musica " de Cacilhas e o "Coro da Rádio Renascença" de Lisboa participando ainda na EXPO '98 no dia da Santa Sé.

Foi o primeiro coro da Região a interpretar obras do compositor obidense José Joaquim dos Santos (1745-1801), estudadas e tratadas pelo seu director artístico. Dá preferência a compositores do período barroco, como Buxtheude, Vivaldi, Haendel, Bach, interpretando também clássicos como Mozart e músicos do final do séc. XIX, Gounod, Saint-Saëns e Franck, sem esquecer compositores da escola flamenga e portugueses do Barroco Tardio (Carlos Seixas).

Fez a sua internacionalização em Maio/Junho de 2002, participando no "IX Festival Corale Internazionale - ORLANDO DI LASSO" em Camerino - Itália, promovido pela Associação Internacional dos Amigos da Música Sacra, sendo o primeiro grupo coral português a participar nestes festivais e em Novembro de 2003 executou um concerto em Cambrils del Mar, perto de Barcelona.

Colabora regularmente no Festival de Música do Bombarral (único coro amador neste estilo de música), com Escolas Básicas, Secundárias, Autarquias, Paróquias, Instituições de Solidariedade e eventos particulares (Simpósios e Casamentos).

CONTACTOS

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Correio electrónicoCorreio: invitamusica@sapo.pt

27 Dezembro 2004

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CORAL LOPES MORAGO

O Coral Lopes Morago, parte integrante da Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Viseu, surge em 1982, perpetuando uma figura ímpar no panorama musical viseense do século XVI - Estêvão Lopes Morago.

O Coral executa um repertório de música polifónica variada, que vai desde o "gospel" à música barroca e renascentista, passando pelo folclore de países diversos, com predomínio da tradicional canção portuguesa. Privilegia obras de grandes mestres de música sacra, entre os quais inclui o compositor viseense Cónego António Barreiros.

Das actuações do Coral, destacam-se as realizadas em Lisboa a convite da Rádio Renascença e várias participações na solenização da Missa Dominical nos estúdios da RTP. Tem colaborado com a Câmara Municipal de Viseu e outras Câmaras do Distrito em eventos diversos. Para além da participação em concertos por quase todo o país, o Coral tem recriado Audições Quaresmais, com interpretações de peças alusivas à Quaresma.

Em 1993, gravou a sua primeira cassete, tendo em 1996 colaborado com quatro peças musicais no lançamento de um CD duplo, intitulado "Os Melhores Coros Amadores da Região Centro". Em Novembro de 1997, deslocou-se à República Federal Alemã, onde solenizou actos litúrgicos e realizou concertos para a Comunidade Portuguesa.

Em 2003, gravou em CD a "Missa de Requiem" de Lorenzo Perosi.

Em 2004, a convite do consulado português, deslocou-se a Barcelona onde realizou vários concertos integrados no Dia de Portugal, Camões e Comunidades Portuguesas.

Em Dezembro de 2005 foi convidado para a comemoração do 50.º aniversário da Freguesia do Imaculado Coração de Maria, no Funchal, tendo realizado várias actuações e um espectáculo de gala no Teatro Municipal do Funchal. O seu primeiro regente foi o Sr. Inspector José Sobral, sendo actualmente dirigido pelo Engenheiro António Mário Rodrigues. O organista é o Dr. Acácio Ferreira.

03 Junho 2007

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CORAL LUÍSA TODI

O Coral Luísa Todi foi fundado em 25 de Outubro de 1961, por Maria Adelaide Rosado Pinto e Aurélio Lino da Conceição Fernandes, preenchendo, deste modo, o espaço deixado vago pelo desaparecimento de um grande agrupamento polifónico dos anos 30, o Orfeão Cetóbriga, e reavivando uma tradição musical de que Setúbal se orgulha, como terra que viu nascer grandes músicos e cantores, dos quais Luísa Todi é o seu expoente máximo.

Tendo-se apresentado ao público, pela primeira vez, em 30 de Julho de 1963, tem desenvolvido, a partir daí, uma intensa e ininterrupta actividade que o levou já a actuar praticamente em todo o País, e no estrangeiro, com grande sucesso, reconhecido quer pelo público quer pela crítica.

Em Setúbal, tem realizado inúmeros concertos, exercendo simultaneamente o papel de organizador de algumas das mais importantes manifestações culturais que, no campo da música, têm acontecido nesta cidade.

O seu repertório é norteado por uma permanente preocupação de qualidade, possuindo, porém, uma grande versatilidade, que lhe permite abranger diversos géneros musicais, do popular ao clássico, de forma a ir ao encontro das diferentes plateias para que actua.

Ao longo da sua existência tem sido dirigido por vários maestros, merecendo especial referência, pelo tempo que estiveram à frente do Coral e pelo trabalho que desenvolveram, os nomes de Américo Vieira, Jorge Manzoni e Paulo Lourenço. Presentemente, o Coral Luísa Todi é dirigido pelo Maestro Jorge Alves. Pelo papel que vem desenvolvendo ao longo destas quatro décadas, o Coral Luísa Todi é considerado um ex-libris cultural de Setúbal.

CORAL LUÍSA TODI

CONTACTOS

MoradaCoral Luísa Todi

Rua Carlos Ferreira, 15

2900 - 025  Setúbal

TelefoneTel.  265 57 21 90

FaxFax  265 57 21 90

SítioSítio: www.coralluisatodi.org

Correio electrónicoCorreio: coralluisatodi@sapo.pt

12 Setembro 2007

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CORAL OSSONOBA

O "Grupo Coral Ossonoba" é uma Associação Cultural sem fins lucrativos, com personalidade jurídica, fundada em 1980 por um grupo de entusiastas da Música Coral. Simultaneamente, foi criado na Associação o "Coral Ossonoba" que teve a sua estreia nas "Festas da Cidade" em Junho de 1980.

Desde essa data e até ao presente, realizou e organizou mais de 400 concertos. Nestes 23 anos tem-se apresentado em grande parte das localidades algarvias e em muitas cidades do País, para além de se ter apresentado na RTP e RTPI. Teve a sua internacionalização em Agosto de 1990 na cidade de La Coruña (Galiza), a convite do respectivo "ayuntamiento". Em Espanha, actuou também Antequera, Isla Cristina e recentemente em Jaen. Em Junho de 1996, cantou para S. Exa. o Presidente da República Dr. Jorge Sampaio, aquando da sua Presidência Aberta pelo Algarve, e para D. Ximenes Belo, Bispo de Díli e Prémio Nobel da Paz. No mesmo mês, participou no "III Festival Europeu de Coras de Fuveau" (França).

Tem recebido frequentes convites para participar em Festivais Internacionais, umas vezes em representação própria outras do país. Em 1997, realizou o "I Festival Internacional de Coros", denominado "COROS '97", recebendo para o efeito o "Real Coro Masculino St. Pancratius" de Heerlen - Maastricht - Holanda, um dos melhores coros holandeses da actualidade, tento repetido o evento em 1999 em "COROS'99" com grupos de diversas nacionalidades. No ano de 1998, a convite da Santa Sé, realizou um concerto na EXPO 98 e em Setembro do mesmo ano deslocou-se à Holanda para participar nas "Comemorações dos 120 Anos do Real Coro Masculino de St. Pancratius" de Heerlen. Participou no "6º Encontro Internacional de Corais de Juiz de Fora" - Minas Gerais - Brasil, em Setembro de 2000, integrado nas Comemorações dos 500 anos da Descoberta do Brasil e em representação de Portugal. Em 2002 e 2003 realizou diversos concertos com a Orquestra do Algarve.

Foi distinguido em 2002 pela Câmara Municipal de Faro com a Medalha de Mérito - Graus Ouro e recentemente foi declarada pelo Governo Português como Pessoa Colectiva de Utilidade Pública. Tem trabalhos seus gravados em 3 CD's, sendo um exclusivamente seu. Como principais iniciativas do grupo destacam-se o "Concerto da Primavera", o "Festival de Coros de Faro" e o "Coros-Festival Internacional". É dirigido pelo Maestro António Manuel Maria de Jesus desde 1992.

30 Junho 2004

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CORAL POLIFÓNICO DE AVEIRO

Nos termos dos seus estatutos, o Coral Polifónico de Aveiro visa divulgar a música coral e promover outras iniciativas no âmbito da música e da cultura em geral. A sua fundação oficial, em 14 de Julho de 1982, resultou da determinação de um grupo de coralistas, apoiado pelo regente Manuel Sarrico, no sentido de continuar, de forma autónoma, o trabalho artístico encetado num ex-Orfeão de Aveiro. Iniciou a sua actividade com peças portuguesas de cariz popular.

Actualmente, o seu repertório é composto por obras de compositores célebres de vários estilos, desde a Época Medieval (Séc. XIII) e Renascença, até à Época Contemporânea. O Coral Polifónico de Aveiro promove o intercâmbio cultural com outras associações, realizando e participando em concertos e encontros de coros por todo o país e também noutras regiões de além fronteiras. Participa regularmente nas festas do Município de Aveiro, bem como noutras manifestações culturais. O Concerto de Natal , iniciado em Aveiro no ano de 1986, foi uma iniciativa do Coral Polifónico de Aveiro. Digna de realce foi a organização, em Maio de 1986, do I Concurso de Coros Amadores do Distrito de Aveiro, certame inédito que congregou vinte e um grupos corais de todo o distrito.

Em Abril de 1987, o Coral Polifónico de Aveiro fez uma digressão em França (região de Paris), tendo efectuado concertos em Élancourt, Fontenay-le-Fleury e Poissy. A convite do CLAJ - "Club de Loisirs et d'Action de la Jeunesse, de Poissy" - o Coral Polifónico de Aveiro esteve representado nas realizações culturais levadas a efeito por aquela associação, em Julho de 1989, no âmbito das comemorações dos 200 anos da Revolução Francesa. Em Junho de 1990, a convite das "Rutas Cicloturísticas del Romanico-Internacionales", associação galega de carácter desportivo-cultural, o Coral efectuou um concerto no Teatro Principal de Pontevedra. No ano seguinte, o Coral Polifónico de Aveiro participou noutro concerto coral na Galiza, na localidade de Arzua.

Na digressão realizada à Ilha da Madeira, em Abril de 1992, realizaram-se  concertos no Funchal e em Câmara de Lobos. No mesmo ano, por despacho da Presidência do Conselho de Ministros, o Coral Polifónico de Aveiro teve a honra de ser considerado como Pessoa Colectiva de Utilidade Pública. Na Páscoa de 1994, foi concretizada uma deslocação ao Luxemburgo e a França, tendo realizado concertos em Esch-sur-Alzette e Wolmerdange, para Associações Portuguesas de Emigrantes e, de novo, em Poissy. De 7 a 12 de Maio de 1997, o Coral Polifónico de Aveiro deslocou-se a Viena de Áustria onde participou num Festival Internacional de Coros integrado no Bicentenário do Nascimento de Franz Schubert e Centenário da morte de Johannes Brahms, actuando no Theater Akzent, no Conzerthaus/Schubertsaal e no concerto de encerramento, na Rathausplatz, frente à Câmara de Viena. Neste festival estiveram cerca de onze mil coralistas de todo o mundo.

Em 27 de Março de 1999, organizou o I Encontro de Coros Luso-Galaico de Aveiro e, no âmbito do mesmo, actuou de novo em Pontevedra, em 13 de Novembro do mesmo ano, na Igreja de S. Bartolomeu. Desde a sua fundação e até Outubro de 1995, a Direcção Artística do Coral Polifónico de Aveiro esteve a cargo do Professor Manuel Sarrico . Desde Novembro de 1995 até Julho de 1997, a cargo da Doutora Manuela Magno . De Outubro de 1997 a Dezembro de 2001, a cargo da Professora Barbara Franke. Actualmente, é o Doutor  Valdemar Silva que desempenha esse cargo. Em 2002 participou  no Concerto das Festas da Cidade, fomos a Porto de Mós a convite do Coral Vila Forte e promoveu o concerto de aniversário nos claustros do Museu de Aveiro, entre outras actividades. Em Março de 2003 deslocou-se a França à cidade de Bordéus a convite da Associação "O Sol de Portugal". Participou também noutros eventos dos quais se destaca: As Festas da Cidade de Aveiro, em Alter do Chão e nas Festas da Cidade de Santiago do Cacém. Como já vem sendo hábito, organizou o seu concerto anual de aniversário na Igreja de Jesus,  no Museu de Aveiro, contando com a participação do grupo Coral de Almeirim, o organista Tadeu Filipe em parceria com a Associação PROORGANO. Em Dezembro, promoveu o Concerto de Natal na Sociedade de Santa Cecília em São Bernardo tendo como convidado o Orfeão do Entroncamento. Deslocou-se a  Santiago de Compostela, a convite do Coral Polifónico de Santa Cruz de Ribadulla e participou no Concerto de Natal promovido pela Câmara Municipal de Aveiro na Sé Catedral de Aveiro.

Em Maio de 2004, organizou um concerto na Junta de Freguesia de Cacia tendo como convidado o Coral de Mafra, participou nas Festas da Cidade e cantou na Freguesia de Nª Senhora de Fátima, na Semana do Idoso. A convite da Câmara Municipal de Aveiro, participou nos festejos ligados ao EURO 2004 tendo convidado um grupo coral feminino da Letónia - DZINTARS. Este grupo permaneceu em Aveiro durante uma semana, tendo participado em eventos organizados pelo Coral Polifónico, entre os quais se destacam um concerto de música popular no Rossio e um de música religiosa na Igreja da Misericórdia em Aveiro, nos quais o Coral Polifónico fez a primeira parte. O Concerto do XXIIº aniversário realizou-se nos claustros do Museu de Aveiro, tendo como convidados o Coro Notas Soltas de Vila Franca de Xira e o Coral Polifónico de Santa Cruz de Ribadulla. No Natal de 2004, o CPA realizou concertos em Esgueira, Sé de Aveiro, Entroncamento, Mafra e Vila Franca de Xira. Em 2005 organizou um concerto de Páscoa na Igreja da Misericórdia de Aveiro e participou num concerto no Teatro Aveirense com a Tuna de Santa Cecília e concerto das Festas da Cidade de Aveiro.

Participou no  Concerto do 53º aniversário da Força Aérea Portuguesa no Teatro Aveirense a convite da Banda da Força Aérea Portuguesa. Organizou,  uma vez mais, o concerto comemorativo do seu aniversário no Centro Cultural e de Congressos de Aveiro tendo convidado o Coral Canto Firme de Tomar e o coro do IEFP de Lisboa. Participou ainda no XXVIII Festival de Música de Verão de Paços de Brandão.  Durante o presente mês de Outubro vai receber em Aveiro uma delegação da Letónia para estreitar relações culturais e preparar um futuro de partilha a todos os níveis da sociedade, entre as cidades de Riga e Aveiro.

CONTACTOS

SítioSítio: www.polifonicoaveiro.org

Correio electrónicoCorreio: coral@polifonicoaveiro.org

14 Outubro 2005

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CORAL PÚBLIA HORTÊNSIA

Fundado em 1973, o "Coral Públia Hortênsia" teve origem no "Coro da Basílica da Estrela". Membro fundador da Federação Europeia das Juventudes Corais e fundador da Associação de Coros da Área de Lisboa (ACAL), é constituído por cerca de quarenta elementos e dirigido pelo maestro Paulo Brandão desde a sua fundação.

O seu repertório abrange música desde o Renascimento à época contemporânea, incluindo primeiras audições de obras do seu maestro. Entre as suas actuações incluem-se várias gravações para a RTP e RDP. Em 1977, com a Orquestra Sinfónica Juvenil, interpretou o Gloria de Vivaldi e participou no 1.º Festival de Coros de Lagos, no qual tem actuado regularmente desde esse ano.

Em 1978 apresentou, com a ex-Orquestra Sinfónica da RDP e com direcção do autor, a 4.ª Sinfonia de Joly Braga Santos. Em 1979, na Fundação Calouste Gulbenkian, apresentou, em primeira audição portuguesa e com o guitarrista José Lopes e Silva, o Romancero Gitano (M. Castelnuovo Tedesco), sobre poemas de F. García Lorca. Em 1980, com a colaboração do "Coro de Câmara do Conservatório Nacional", apresentou a Missa da Coroação (W. A. Mozart).

Em 1983, em Barcelona, foi o representante português nas XIX Jornadas Internacionais de Canto Coral. Com o Coro e a Orquestra do Teatro Nacional de São Carlos, executou novamente a 4.ª Sinfonia de Joly Braga Santos, sob a direcção de Yoshimi Takeda. Em 1984 promoveu uma semana de intercâmbio musical luso-espanhola, com a deslocação a Portugal do Coral "Juan del Encina", na qual se incluiu uma conferência sobre Música Coral Polifónica Ibérica nos Séculos XVI e XVII, proferida pelos musicólogos J. José Rey e Manuel Morais. Com a "Orquestra Juvenil da Fundação Musical dos Amigos das Crianças", apresentou ainda o Magnificat de Vivaldi.

Em 1985, em Estrasburgo, participou no Europa Cantat IX, o maior festival europeu de coros. Em 1986 participou no II Encontro de Música Coral Ibérica, em Madrid, e na I Semana Coral Internacional de Lisboa. Em 1987, com o "Grupo Vocal Arsis", integrou o projecto "Romantismo - Cantar a Dois", considerado de interesse cultural pelo Ministério da Cultura, no âmbito do qual foram apresentadas, em primeira audição em Portugal, as seguintes obras: Kyrie em Dó Menor e Jube Domine (Mendelssohn), Zuversicht e Talasmane (Schumann) e Fest und Gedenkspruche (Brahms).Em 1989 participou no Bicentenário da Declaração Universal dos Direitos do Homem, em Cergy-Pontoise, França. Em 1990, com o Grupo Vocal Arsis, recriou a Cantata n.º 6 de J. S. Bach.

Em 1991, estreou na Aula Magna, com o Grupo Vocal Arsis e a Orquestra Metropolitana de Lisboa, dirigida por Miguel Graça Moura, a Sinfonia Concertante, de António Victorino de Almeida, e participou no Europa Cantat XI, em Victoria, integrando o atelier do maestro Oliver Donáhny, que apresentou a Missa Glagolítica de Janacék. Em 1994 reinterpretou o Romancero Gitano, novamente com o guitarrista Lopes e Silva, efectuando um dos concertos no espaço ACARTE (ciclo "Concertos à Hora do Almoço"). Com a Banda da Armada interpretou, em 1995, a Marcha Fúnebre e Triunfal, de Berlioz, no Teatro da Trindade.

Em 1996, com a Orquestra Sinfónica Juvenil, sob a direcção de Christopher Bochmann, apresentou o Requiem de J. D. Bomtempo, no Teatro de S. Luiz e na Igreja de S. Roque, em Lisboa, e no Teatro Gil Vicente, em Coimbra. Em 1997, levou a música portuguesa à 1.ª Semana Cantat de Tarragona, onde participou no concerto "Os Mestres de Capela da Sé de Tarragona", dirigido pelo maestro Josep Prats, e no concerto final, dirigido pelo maestro Laszlo Heltay, recriando a cantata Carmina Burana, de Carl Orff.

Em 1998 participou no CD "Os Melhores Coros Amadores de Lisboa", editado pela PA (Coimbra), e no concerto comemorativo do 75.º aniversário do IPO, no Coliseu de Lisboa, interpretando excertos de Messias (Haendel), com a Banda da Armada e o Coro da Universidade de Lisboa. No âmbito da programação oficial da Expo'98, apresentou-se em três concertos dedicados a música de autores portugueses.

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CORO ACADÉMICO DA U.M.

O Coro Académico da Universidade do Minho (CAUM) é uma associação cultural sem fins lucrativos, fundada em Janeiro de 1989, reconhecida como Pessoa Colectiva de Utilidade Pública em Junho de 2004.

Tem construído uma identidade própria no panorama cultural português, aliando a alegria da sua juventude aos encantos da música coral de todas as épocas, em especial da música portuguesa. Criado com o fim de divulgar a música coral e instrumental e de proporcionar um espaço de convívio musical, no qual promove o gosto de cantar e desenvolve a sensibilidade artística dos seus associados, realizou mais de três centenas de concertos, pelos quais passaram mais de quinhentos coristas. Actualmente é composto por mais de oitenta elementos.

Privilegiando naturalmente o reportório "a Capella", da Renascença ao séc. XX, tem actuado regularmente com acompanhamento de quinteto de metais e piano. Diversos pianistas têm integrado o CAUM, nomeadamente Ana Maria Liberal, Francisco Fiúza e Ana Paula Leite.

Em parceria com a Orquestra ARTAVE tem interpretado, em diversas cidades do Norte de Portugal, reportório coral-sinfónico: "Magnificat" de Vivaldi, excertos do "Messias" de Haendel e da "Criação" de Haydn, "Cantata BWV61" de J.S. Bach, "Cantata Der Herr ist mit mir" de Buxtehude, "Lauda Sion" e "Salmo 42" de Mendelssohn, "From The Bavarian Highlands" de Elgar e "Cantares de Natal" de Fernando C. Lapa.

A presença deste grupo no cenário musical tem-se pautado por uma atitude de abertura e pluralismo. Nesta perspectiva colaborou com dezenas de grupos e formações: como grupo convidado nos festivais de tunas CELTA (1994,1995 e 2001) e FITU (1996), na festa de aniversário do grupo Raízes (1996), no festival de música popular FUMP (1997) e na interpretação de reportório comum com o Grupo de Fados de Coimbra Æminium (2001), com a fadista María do Ceo (2001), com o grupo Som Ibérico (2004, 2004 e 2006), com a Azeituna - Tuna de Ciências da Universidade do Minho (2001, 2003 e 2004) e mais recentemente com a Orquestra Sinfonieta de Braga.

A participação na arte dramática constituiu mais uma das suas formas de intervenção cultural: na gravação da música para as peças de teatro "O Arquitecto e o Imperador da Assíria" de Arrabal e "Partir a meio-dia" de Paul Claudel (1996) e na apresentação de "A Luz Irrompe em Lugares Estranhos " (2003 e 2004), espectáculo organizado em parceria com o Sindicato de Poesia, com encenação de António Durães e a musicalidade de Fernando C. Lapa em poemas de Alexandre O'Neill, E. Mello e Castro, Herberto Helder e Miguel Torga.

O "Puer Natus Est" (concerto de Natal) e o "Vozes Sobre a Cidade" (concerto ao ar livre com acompanhamento instrumental) são dois pontos altos da actividade anual do CAUM e marcos na agenda cultural bracarense.

O Encontro de Coros Universitários, que organiza bienalmente desde 1993, apresenta um esquema singular, no qual promove a descentralização da cultura através da realização de concertos com coros portugueses e estrangeiros em diversas localidades da Região Minhota. Participa regularmente em inúmeros encontros de coros promovidos por universidades e autarquias (Aveiro, Coimbra, Évora, Lisboa, Porto e Vila Real). Tendo em Agosto de 2006 rumado à Ilha da Madeira para também ai promover a música coral e a forma de estar característica da região minho.

Afirmada a sua identidade cultural, o CAUM passou a apresentar-se além fronteiras, em encontros de coros de Espanha - Valencia (1998), Vigo e Ourense (1999) e Valladolid (2000) - e em França no certame de culturas europeias "Fête des Nations" - Lyon e St. Étienne (2000). Foi o representante português no Canta Brasil - Festival Internacional de Coros de S. Lourenço, tendo-se apresentado ainda nas localidades de S. Paulo, Paraty, Ilha Grande e Rio de Janeiro (2004).

A estreia televisiva do CAUM foi transmitida em directo pela RTP1 durante a cerimónia de inauguração do Estádio Municipal de Braga (2003), na qual interpretou o Hino Nacional "A Portuguesa" perante 30 mil pessoas. No âmbito da comemoração dos seus 15 anos, actuou em directo no programa "Praça da Alegria" da RTP1 (2004).

Iniciou a sua discografia com algumas interpretações no CD "Estes anos são viagem", editado pela Rádio Universitária do Minho (1995). É um dos coros representados na colectânea "Os Melhores Coros Amadores da Região Norte" (1997). O seu primeiro CD intitulado "Vozes e Espaços" foi gravado em Braga, na Sé Catedral e no Salão Medieval do Largo de Paço, e em Guimarães, no Paço dos Duques de Bragança (2001). Como grupo convidado participou na gravação nos álbuns "Al rescate del alma" da cantora galaico-portuguesa María do Ceo (2002) e "Se as capas falassem" da Azeituna (2002). Da natural sintonia das vozes CAUM e instrumentos da Azeituna, surgiu uma realidade que transcende a dimensão de cada um dos grupos "Coro Sobre Azul" (2003). Na celebração dos 15 anos de actividade editou um CD multimédia intitulado "Hino da Universidade do Minho" (2004). Mais recentemente o CAUM procedeu à Gravação na Capela da Faculdade de Teologia, o CD "Dormindo está o Menino" (2006) composto na sua totalidade por reportório de natal. Ainda no ano de 2006 o CAUM voltou a gravar no Auditório da Academia de Música de Paços Brandão e na Capela da Faculdade de Teologia um novo CD que se encontra neste momento na fase de produção na editora, prevendo-se o seu lançamento aconteça para Maio de 2007.

Desde a sua fundação, em Janeiro de 1989, até Agosto de 2004 foi dirigido de forma exemplar por Fernando C. Lapa, que deixou no coro a distinção das suas qualidades musicais e humanas. Em Outubro de 2004 Rui Paulo Teixeira assumiu a regência do CAUM. Entre Abril e Dezembro de 2005 a sua directora musical foi Magna Ferreira. Desde Janeiro de 2006 o director artístico Rui Paulo Teixeira voltou a assumir a direcção artística do CAUM.

Realiza os ensaios nas instalações do Instituto de Estudos da Criança da Universidade do Minho.

CONTACTOS

TelemóvelTlm. (+00 351) 938 446 702

SítioSítio: www.caum.pt

Correio electrónicoCorreio: mail@caum.pt

26 Janeiro 2007

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CORO AUDITE NOVA DE LISBOA

O Coro "Audite Nova" de Lisboa foi fundado a 8 de Outubro de 1971 por um grupo de amigos a partir do Coral da Paróquia de S. João de Brito. Constituiu-se em associação a 20 de Julho de 1973 quando o Governo Civil de Lisboa aprovou os seus estatutos e lhe concedeu alvará.

É sócio fundador e outorgante da ACAL (Associação de Coros da Área de Lisboa), nascida em Abril de 1980. Tem realizado concertos e participado em diversos eventos por todo o País. Efectuou várias gravações para a rádio e televisão, inclusivé programas em vídeo para estações de TV dos EUA. Participou na banda sonora de um filme português de longa metragem e deu alguns passos como coro de ópera. Tem 5 LPs gravados, dois dos quais também em cassette e o último também em CD.

Em termos internacionais, destaca-se, em 1984, como representante de Portugal e da ACAL, a sua participação nas XX Jornadas Internacionais de Canto Coral de Barcelona. Desde Novembro de 1988 está sediado na Junta de Freguesia de S. João de Brito por deferência do seu executivo. É dirigido por Maria Clara Correia desde Outubro de 1993. Com experiência coral-sinfónica e um reportório variado, apresenta-se normalmente "a cappella" com cerca de 30 elementos.

CONTACTOS

MoradaJunta de Freguesia de São João de Brito

Rua Conde de Arnoso 5-B

1700 LISBOA

TelefoneTel. (+00 351) 218 428 370

FaxFax (+00 351) 218 428 399

SítioSítio: www.auditenova.net

Correio electrónicoCorreio: auditenova@gmail.com

30 Novembro 2005

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CORO CAPELLA POLYPHONICA GAUDEAMUS

Criado em 1997 com o objectivo de divulgar especificamente a Música Polifónica Portuguesa, o Coro Capella Polyphonica Gaudeamus possui um vasto repertório que abrange Música Sacra e Música Profana, não só de Portugal como de outros países. Tem-se apresentado frequentemente em Portugal e no estrangeiro, nomeadamente em Itália, onde obteve assinalados êxitos, sobretudo na interpretação da Música Portuguesa. Tem actuado em espaços privilegiados como o Centro Cultural de Belém, o Palácio Foz, o Museu da Música e o Palácio da Independência, entre muitos outros.

20 Abril 2006

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CORO COMPLEMENTAR DO C.M.P.

Coro misto constituído por alunos com idades a partir dos 15 anos, o Coro Complementar do Conservatório de Música do Porto (formado pelas classes dos professores Magna Ferreira e João Pedro Fernandes) tem focado o seu trabalho na interpretação de grandes obras com orquestra.

Interpretou, entre outras obras, "Glória" de Vivaldi, "West Side Story" de Bernstein, "Missa em Sol Maior" de Carlos Seixas, "Missa da Coroação" de Mozart (excertos), "Oratório de Natal", de Camille Saint-Saëns, e obras de diversos compositores portugueses como Fernando Lapa e Fernando Valente. Apresentou-se no Grande Auditório do Rivoli, Teatro do Campo Alegre (FITEI), Museu do Carro Eléctrico, Porto, Teatro Gil Vicente, Coimbra, e nas Igrejas de Santo Ovídio, Gaia, Cedofeita, Nossa Senhora da Boavista, São João da Foz e Trindade, Porto.

06 Janeiro 2007

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CORO DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

Coro da Assembleia da República

O Coro da Assembleia da República é um projeto do Grupo Desportivo Parlamentar (GDP), constituído, essencialmente, por funcionários parlamentares e outros profissionais ligados à Assembleia da República.

Formado em maio de 2005, conta, desde o início, com a orientação do Maestro Afonso Granjo, que integra o Coro do Teatro Nacional de São Carlos, e é, atualmente, composto por 20 elementos.

O repertório do Coro abrange música de caráter tradicional e erudito, que vai desde o período renascentista até aos nossos dias.

O Coro tem desenvolvido a sua atividade quer na Assembleia da República, quer fora, em Portugal e no estrangeiro, designadamente junto de outros parlamentos de língua portuguesa, como nas Assembleias Legislativas dos Açores e da Madeira, na Assembleia Nacional de Cabo Verde e na Assembleia Legislativa de Goa. Participa ainda em concertos de beneficência ou outros, aceitando os convites que lhe são dirigidos.

CONTACTOS

MoradaPalácio de São Bento

1249-068 Lisboa

TelefoneTel. (+00 351) 213 919 551

TelemóvelTlm. (+00 351) 966 433 691

Correio electrónicoCorreio: paula.crespo@ar.parlamento.pt

Correio electrónicoCorreio: coro@ar.parlamento.pt

SítioFacebook: www.facebook.com/Coro-da-Assembleia-da-República

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CORO DA UNIVERSIDADE DE LISBOA

O "Coro da Universidade de Lisboa", fundado em 1961, é uma associação estudantil especial, com órgãos deliberativos próprios e autonomia institucional, composta por universitários, e adstrito à Reitoria da Universidade de Lisboa. Deu o seu primeiro espectáculo na inauguração da nova Reitoria da Universidade de Lisboa, em Dezembro de 1961, sendo o seu director artístico o musicólogo Mário Sampayo Ribeiro, que desempenharia essas funções até ao seu falecimento em 1966.

O coro passou a partir daí a contar com a direcção dos maestros Francisco d'Orey e Fernando Eldoro e, desde 1981, pelo actual director, maestro José Robert, assistido actualmente pelo maestro Pedro Teixeira. Reconhecendo à Universidade um papel propulsor e catalizador da cultura de um país, o C.U.L. tem actuado nos grandes auditórios nacionais e estrangeiros, tendo sido de diversas formas ao longo da sua história, um verdadeiro embaixador da Universidade de Lisboa e de Portugal.

O Coro da Universidade de Lisboa realizou já actuações em praticamente todos os grandes palcos portugueses, participando com regularidade em festivais e encontros de coros. O C.U.L., no âmbito da sua estreita relação com a Universidade de Lisboa, é frequentemente convidado a participar nas actividades culturais promovidas pelas Faculdades e pela Reitoria desta Universidade, bem como em diversos Congressos e Doutoramentos Honoris Causa.

No que respeita a actuações internacionais, e nomeando apenas as mais importantes, participou em 1968 no II Festival Internacional de Tees Side (Inglaterra), onde obteve um 1º, um 2º e um 3º prémios; em 1983, no I Festival Internacional de Música de Cantonigrós, na Catalunha (Espanha), tendo sido um dos cinco coros convidados para a gravação do disco do festival; em 1994 actuou no âmbito das comemorações de aniversário da Universidade de Leuven, na Bélgica e em 1995 marcou presença nas Jornadas Culturais Universitárias Portuguesas, com actuações no Luxemburgo e Trier (Alemanha).

Em 2000 participou no festival Universitas Cantat tendo realizado concertos em Kosice, Bratislava (República Eslovaca) e em Viena (Áustria). Em 2002, deslocou-se a França no âmbito de um intercâmbio com o Coral Universitário de Clermont-Ferrand. Em 1995/96, realizou a "Petite Messe Solennelle" de Rossini, na sua versão original para coro, quatro solistas, um harmónio e dois pianos, em primeira audição nacional. Em 1997 apresenta a versão original do Magnificat RV611 de A. Vivaldi. Em conjunto com o Coro de Câmara da Universidade de Lisboa apresentou em 1998 a Missa em Ré Maior de Dvorák, em 1999 a cantata cénica Catulli Carmina de Carl Orff e em 2001 a Misa Criolla de Ariel Ramirez.

De destacar o papel que o C.U.L. tem vindo a desempenhar na pesquisa e divulgação da obra de Fernando Lopes Graça como elevado expoente da música coral portuguesa contemporânea, tendo para tal contribuído com a gravação de um CD, editado pela EMI em 1995, integralmente preenchido com obras deste compositor. Apoiado pela Reitoria da Universidade ao longo da sua existência, o Coro da Universidade de Lisboa tem procurado pautar a sua actuação no sentido de promover a música portuguesa e estrangeira que constitua património universal, de raiz popular ou erudita, dedicando-se ao estudo e divulgação da música coral nas suas formas quer tradicionais quer modernas. O seu reportório vasto e eclético abrange um leque histórico que vai desde o Renascimento aos autores contemporâneos, interpretando actualmente obras de D. Pedro de Cristo, C. Monteverdi, A. Bruckner, Z. Kodály, E. Carrapatoso e F. Lopes-Graça, entre outros.

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CORO DA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA

O Coro da Universidade Nova de Lisboa nasceu no ano de 1988, resultado da colaboração entre alunos das Faculdades de Ciências Médicas e de Ciências e Tecnologia, aos quais se vieram juntar alunos das restantes faculdades da Universidade Nova de Lisboa. Iniciadas as actividades em Novembro desse ano, fez-se a primeira apresentação pública 6 meses depois. No ano lectivo de 1989-90 elaboraram-se os estatutos que foram posteriormente aprovados pelo Senado da Reitoria da Universidade, passando o Coro a dispor de Órgãos Sociais com mandato bienal.

Até 1994, as actividades foram desenvolvidas sob a direcção do Maestro Artur Carneiro, primeiro Director Artístico do Coro. A partir de 1994, o Coro passa a ser dirigido pelo Maestro João Valeriano, que sempre se tem mostrado empenhado e entusiasta do desenvolvimento musical desta iniciativa. O Coro mantém uma presença regular nas actividades da Universidade, seja nos actos oficiais, como os Doutoramentos Honoris Causa, Tomadas de Posse e outras, como nas actividades festivas desenvolvidas no seio das diversas faculdades, como os Concertos de Maio ou de Natal. Além disso, o Coro é também assíduo em outras actividades do meio académico, como os Encontros de Coros Universitários, e já realizou concertos em diversos locais de todo o país (Porto, Coimbra, Braga, Guimarães, Penalva do Castelo, Benavente, Portimão, Palmela, Santa Cruz, Convento de Mafra por exemplo).

O Coro participou na gravação de um CD da colecção "Os Melhores Coros Amadores da Região de Lisboa" em 1997.

O reportório musical do Coro da UNL é vasto e diversificado, abrangendo várias épocas e estilos, integrando peças "a capella", ou peças que requerem o acompanhamento instrumental, e de solistas. De entre as peças com acompanhamento destacam-se "Gloria, RV 589" e "Magnificat, RV 610" de Vivaldi, "Missa Brevis em Fá, Hob. XXII.1" de Haydn, "Lauda Sion, Op. 73" de Mendelssohn, "Missa brevis em Fá Maior, KV 194", "Te Deum, KV 141", "Missa da Coroação, KV 317" de Mozart, "Cantique de Jean Racine, Op. 11" de Fauré, os Responsórios "Hodie Nobis Caelorum Rex", "In Festo Assumptionis B.M.V." e "In Festo S. Vincentii" de Carlos Seixas. Em preparação para 2008, Salmo 42, op. 42 "Wie der Hirsch schreit", de Mendelssohn e Magnificat, BWV 243, de Bach.

CONTACTOS

MoradaCoro da Universidade Nova de Lisboa

Faculdade de Ciências Médicas

Campo Mártires da Pátria, 130

1169-056 LISBOA

FaxFax (+00 351) 218 851 920

SítioSítio:www.unl.pt/coro

Correio electrónicoCorreio: coro@unl.pt

10 Outubro 2007

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CORO DA UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA

O Coro da Universidade Técnica de Lisboa foi formado 1980, com os objectivos gerais de satisfazer a procura sentida na Universidades em relação a um agrupamento dessa natureza, e colocar-se o mais rapidamente possível a um nível de qualidade artística que merecesse a designação de Universitário. O núcleo original deu lugar a uma formação de alunos ligados à Universidade e à sua vida Académica. No ano lectivo de 1998/99, procedeu-se a uma renovação quanto a conceitos, objectivos e inserção na Universidade, já com a orientação do Maestro Jorge Alves. Foram iniciadas as primeiras audições, que tiveram lugar em todas as Escolas da UTL, para a selecção dos coralistas.

Actualmente, o Coro é composto por alunos, funcionários e docentes da UTL. Desde Janeiro de 1999 com a actual formação, o coro iniciou novo repertório recuperou alguns dos antigos, com vista à integração de novos elementos sempre com o objectivo de aprofundar o sentido artístico da realização musical. Para além das actuações em cerimónias da Universidade, contam-se a participação no XVII Festival de Coros do Algarve, no Concerto dos 90 anos da UTL na Culturgest, nos Concertos de Natal em Alenquer, Seixal, Metropolitano de Lisboa. Organiza todos os anos um "Concerto de Natal" e um "Concerto da Primavera".

Tem-se apresentado, igualmente, em cerimónias integradas em actividades de diversas Associações. Participou em 2002 em dois concertos, nos quais apresentou a obra para coro, orquestra e solistas, "Gloria" de Vivaldi, em conjunto com o Coro da Universidade Nova de Lisboa e o Coro da Universidade Católica de Lisboa. A mesma experiência foi repetida em Janeiro de 2003, no "Concerto de Ano Novo" da Câmara Municipal de Almada, e em Fevereiro do mesmo ano no Centro Cultural de Belém (Congresso da Ordem dos Médicos) nos quais também interpretou o "Magnificat" de A. Vivaldi e a "Missa Brevis em Fá" de J. Haydn.

Em 2004, realizou diversos concertos e actuações, nomeadamente, na Igreja da Madalena (Lisboa), Igreja de São Nicolau (Lisboa), na Igreja de São Domingos (Benfica), no Teatroesfera (Queluz), Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, Instituto Superior Técnico, Instituto Superior de Agronomia. Em Maio de 2004, o Coro deslocou-se a Bari, em Itália, para participar no Festival Internacional de Musica na Universidade (FIMU).

CONTACTOS

Correio electrónicoCorreio: coroutl@hotmail.com

3 Dezembro 2004

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CORO DO ATENEU ART. VILAFRANQUENSE

Em 1 de Maio de 1891 é fundado em Vila Franca de Xira, a Associação "Fanfarra 1º de Maio de 1891". Em 1906 muda o seu nome para "Grémio Popular - Fanfarra 1º de Maio de 1891". A Fanfarra dá lugar a uma Banda de Música e, em 1916, a Associação passa a designar-se "Grémio Artístico Vilafranquense". Em 1939, por determinação do Decreto-Lei 29232 de 8 de Dezembro, Art.º 11, o Grémio passa a designar-se Ateneu Artístico Vilafranquense.

Desenvolve várias actividades culturais e recreativas - a Colectividade foi já distinguida pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira com as Medalhas de Mérito - Prata e Ouro e pela Federação Portuguesa das Colectividades da Cultura e Recreio com as Medalhas de Ouro "Instrução e Arte" e "Mérito Associativo". Em 1958 é formado o Orfeão do Ateneu Artístico Vilafranquense, agrupamento misto que efectua várias gravações para a Emissora Nacional.

Em !973, por razões financeiras e também por falta de instalações para efectuar os ensaios, o Orfeão cessa a sua actividade. Com o apoio da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, e havendo condições para retomar a actividade coral, forma-se em 7 de Abril de 1987, o Coro do Ateneu Artístico Vilafranquense que é dirigido pelo Maestro Edgar Saramago desde Maio de 1989.

Desde a sua formação, o Coro participou em inúmeros concertos, dos quais destacamos: concertos comemorativos do aniversário do Ateneu Artístico Vilafranquense; concertos integrados nas Temporadas de Música e Dança (organizadas pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira); Encontros de Coros realizados dentro e fora do Concelho; Concerto com o Coral Holandês "Vriendenkring"; concerto realizado no Forum Musical Luísa Todi em Setúbal; concertos integrados no IX Festival de Coros de Faro e XXIII Festival de Coros do Algarve e concertos integrados no Projecto Cultural "À Descoberta do Património".

O Coro do Ateneu Artístico Vilafranquense tem promovido no Concelho vários concertos com coros nacionais e estrangeiros e tem estabelecido intercâmbio com os referidos coros. Destacam-se as suas deslocações à Madeira, em 1998, aos Açores - Ponta Delgada, em 1999, e a Itália, Bolzano, em 2003, onde participou no 6th Alta Pusteria Choir Festival. A realização do I Encontro de Coros de Vila Franca de Xira foi da sua inteira responsabilidade, tendo também organizado o VIII Encontro de Coros no ano 2000.

O Coro do Ateneu Artístico Vilafranquense organiza ainda desde 1996, no mês de Agosto, o Curso de Direcção Coral e Técnica Vocal de Vila Franca de Xira. É sócio fundador da FENAMCOR - Federação Nacional do Movimento Coral e faz parte da primeira Direcção eleita da Federação.

04 Dezembro 2004

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CORO DO CÍRCULO PORTUENSE DE ÓPERA

Fundado em Dezembro de 1966, o Círculo Portuense de Ópera tem como principal finalidade promover e fomentar junto de todas as camadas sociais o estudo e a divulgação da ópera, especialmente através da realização de espectáculos.

Das várias óperas apresentadas destaca: "Norma", de Bellini; "Carmen", de Bizet; "Il Filosopho di Campagna", de Callupi; "Carmina Burana", de Carl Orff; "Rita", "L'Elisir d'Amore", "D. Pasquale", de Donizetti; "Orfeu", de Glück; " L'Amico Fritz", de Mascagni; " Amahl e os Visitantes da Noite", de Menotti; "Bastien und Bastienne", "Cosi fan Tutte", "D. Giovanni", "As Bodas de Fígaro", "A Flauta Mágica", de Mozart; "Madama Butterfly", "La Bohème" e "Tosca", Puccini; "O Barbeiro de Sevilha", de Rossini; "La Traviata", e "Falstaff", de Verdi; a realização cénica de "História da Ressurreição", de Heinrich Schütz (estreia nacional).

No que respeita a actividade concertista, a acção do CPO é também muito relevante, pois nos seus programas figuram obras de repertório coral, como "O Messias" de Händel, "A Paixão Segundo S. João" e Cantatas 147 e 206 de Bach, o "Te Deum" de Charpentier, "Missa da Coroação" de Mozart, 9ª Sinfonia de Beethoven, "Rapsódia Coral" de Brahms, "Oceanos Cósmicos" de Cândido Lima, "Llanto por Igancio Sánchez Mejías" de Maurice Ohana, "Libera Me" de João Domingos Bomtempo (primeira audição mundial), "Petite Messe Solennelle" de Rossini, "Ode Sinfónica a Vasco da Gama" de Bizet, "Os Planetas" de Gustav Holst, "Um Requiem pela Humanidade" de Jorge Salgueiro (estreia mundial), "Mass of the Children" de John Rutter (estreia nacional) bem como uma série de programas que englobam coros, árias de óperas mais representativas, por isso mesmo genericamente baptizados "Noites de Ópera".

Dos maestros com quem trabalhou destaca Gunther Arglebe, Gyula Nèmeth, Garcia Navarro, Manuel Ivo Cruz, Dimitri Kitaenko, Omri Hadari, Eugene Khoen, Marc Tardue, Reynald Giovaninetti, Massimiliano Caldi, Roman Brogli, Roberto Manfredini, Niksa Bareza, Johannes Willig e os encenadores Norma Silvestre, José Cayolla, Denis Krief, Tim Coleman, Jorge Vaz de Carvalho, Mietta Corli e Italo Nunziata.

Em Julho de 2003, a convite da Fondazione Arturo Toscanini (Parma - Itália), participou na temporada estival de ópera organizada por esta Fundação, levando à cena no Castello Mediovale di Vigoleno "Carmina Burana" Carl Orff, com óptimas críticas do público e dos media.

Em 1 de Outubro de 1985, no Dia Mundial da Música, o CPO foi condecorado pelo Ministério da Cultura, com a Medalha de Mérito Cultural pelos relevantes serviços prestados à música.

Em 2001 a Câmara Municipal do Porto atribuiu-lhe a Medalha de Mérito Cultural - Grau Ouro.

CONTACTOS

MoradaCírculo Portuense de Ópera

Rua Nossa Senhora de Fátima, 231 - r/c - A

4050-428 PORTO

TelefoneTel. (+00 351) 226 065 404

FaxFax (+00 351) 226 092 885

Correio electrónicoCorreio:cpopera@mail.telepac.pt

10 Outubro 2006

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CORO DO CONVÍVIO

O "Coro do Convívio" é um grupo coral formado por um número relativamente reduzido de elementos, cujo objectivo principal é aliar um trabalho em grupo, de saudável "convívio", ao estudo e divulgação da música, sobretudo do período da renascença, e portuguesa. Aquele número e estes objectivos marcam os traços predominantes da personalidade do Coro, quer quanto à sua característica sonoridade, quer no que respeita ao seu repertório, que se deseja criterioso. A estes traços pessoais há que acrescentar um terceiro, que é o facto de se tratar de um coro constituído exclusivamente por amadores.

Formado em 1980, no seio do Convívio - Associação Cultural e Recreativa, colectividade com intensa e diversificada actividade bem conhecida a nível local e nadonal, o Coro do Convívio conta com numerosas actuações. Tais actuações têm resultado das mais diversas solicitações, desde a participação em actividades da própria Associação "Convívio", até à colaboração com outros grupos corais, passando por actuações ao abrigo de parcerias com a autarquia, em escolas e mesmo junto de comunidades portuguesas de emigrantes.

Após o falecimento do seu fundador e primeiro maestro, o Dr. José Augusto da Silva, o Coro retomou a sua actividade regular sob a direcção de Domingos Salvador. Actualmente, o Coro do Convívio procura novos desafios, tendo desenvolvido, nos últimos anos, uma colaboração com a Orquestra do Norte com a qual apresentou, a "Missa Alemã", de Schubert, à "Fantasia Coral", de Beethoven e a "Missa Brevis", de Mozart.

2004

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CORO DO TNSC

O Coro do Teatro Nacional de São Carlos é criado, em condições de efectividade, em 1943. Sob a direcção de Mario Pellegrini, o Coro cumpre uma fase intensiva de assimilação do grande repertório operístico, abordando igualmente a oratória. Entre 1962 e 1975 colabora regularmente nas temporadas da Companhia Portuguesa de Ópera, sediada no Teatro da Trindade, deslocando-se com a mesma à Madeira, aos Açores e a Angola. Desloca-se também a Oviedo em 1965, a convite do Teatro Campoamor, e obtém o Prémio de Música Clássica conferido pela Casa da Imprensa.

Participa em estreias mundiais de autores portugueses, casos de Fernando Lopes-Graça (D. Duardos e Flérida) e António Victorino d'Almeida ("Canto da Ocidental Praia"). Em 1980 é criado um primeiro núcleo coral a tempo inteiro, sendo a profissionalização do Coro consumada em 1983, sob a direcção artística de Antonio Brainovitch. A plena afirmação artística do conjunto será porém creditada a Gianni Beltrami, que assume a direcção em 1985 e beneficia de condições de trabalho até então inéditas em Portugal. Nesta fase, e para lá do repertório corrente, assinalam-se as intervenções em "Oedipus Rex", de Stravinski; em "Ascensão e Queda da Cidade de Mahagonny", de Kurt Weill; em "Kiú", de Luis de Pablo; em "L'Enfant et les Sortilèges", de Ravel; e em "Dido and Aeneas", de Henry Purcell. Registe-se a participação em "Grande Messe des Morts" de Berlioz, em Turim, a convite da RAI.

Depois da morte prematura de Gianni Beltrami, João Paulo Santos assume a titularidade da direcção, constituindo-se como o primeiro português no cargo em toda a história do Teatro de São Carlos. Sob a sua responsabilidade registam-se inúmeros êxitos dignos de nota: "Mefistofele", de Boito; "Blimunda", de Corghi; Sinfonia n.º 2, de Mahler, com a Orquestra da Juventude das Comunidades Europeias; "Die Schöpfung", de F. J. Haydn; "Ein Deutsches Requiem", de Brahms; "Faust" e "Requiem", de Schnittke; "Perséphone" e "Le Rossignol", de Stravinski; "Street Scene", de Kurt Weill; "Friede auf Erden" e "Um Sobrevivente de Varsóvia", de Arnold Schönberg; "Evgeni Onegin", de Tchaikovski; "Les Troyens", de Hector Berlioz; "Missa Glagolítica", de Leoš Janácek; 2Tannhäuser" e "Die Meistersinger von Nürnberg", de Richard Wagner; 2Le Grand Macabre", de György Ligeti; e "Orphée aux Enfers", de Jacques Offenbach. O Coro estreia ainda, mundialmente, a ópera "Édipo, a Tragédia do Saber" de António Pinho Vargas, apresentando igualmente a estreia absoluta da ópera do mesmo compositor, "Os Dias Levantados", na temporada de 1998. Também nesta temporada o Coro interpreta "Les Ruines de Jeruzona", de Pousseur, e "La Morte di Lazzaro", de Corghi.

Com o "Requiem" de Verdi o Coro desloca-se, em 1991, a Bruxelas, no quadro da Europália; e participa, em 1993, no Festival Internacional de Música de Macau. No âmbito da Expo-98 actuou no concerto de encerramento. O conjunto actua desde sempre sob a direcção de algumas das mais prestigiadas batutas, com destaque para Antonino Votto, Franz Konwitschny, Tullio Serafin, Vittorio Gui, Carlo Maria Giulini, Oliviero de Fabritiis, Otto Klemperer, Nino Sanzogno, Molinari-Pradelli, Franco Ghione, Alberto Erede, Arturo Basile, Alberto Zedda, Georg Solti, Nello Santi, Nicola Rescigno, Bruno Bartoletti, Theodor Guschlbauer, Heinrich Hollreiser, Richard Bonynge, García Navarro, Wolfgang Rennert, Rafael Frühbeck de Burgos, Franco Ferraris, James Conlon, Harry Christophers, John Mauceri, Michel Plasson, José Ramón Encinar e Marc Minkowski, entre outros. Também foi dirigido em óperas e concertos pelos mais importantes maestros portugueses, com relevo especial para Pedro de Freitas Branco.

10 Outubro 2004

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CORO GULBENKIAN

Fundado em 1964, o Coro Gulbenkian conta presentemente com uma formação sinfónica de cerca de 100 cantores, actuando igualmente em grupos vocais reduzidos, conforme a natureza das obras a executar. Assim, o Coro Gulbenkian tanto pode apresentar-se como grupo a cappella, o que tem acontecido regularmente para a interpretação de polifonia portuguesa dos séculos XVI e XVII, como colaborar com a Orquestra Gulbenkian para a execução de obras coral-sinfónicas do repertório clássico e romântico. Na música do século XX, campo em que é particularmente conhecido, tem interpretado, e frequentemente estreado, inúmeras obras contemporâneas de compositores portugueses e estrangeiros.

Tem sido igualmente convidado para colaborar com as mais prestigiadas orquestras mundiais, para execução de grandes obras como "A Criação" de Haydn e a Nona Sinfonia de Beethoven (Orquestra do Século XVIII/Frans Brüggen), a "Missa Solemnis" de Beethoven (Orquestra Sinfónica de Baden-Baden/Michael Gielen), as Segunda, Terceira e Oitava Sinfonias de Mahler (Filarmónica de Berlim /Claudio Abbado; Filarmónica de Londres/Franz Welser-Möst; Sinfónica de Viena/Rafael Frübeck de Burgos; Filarmónica Checa/Gerd Albrecht), "A Danação de Fausto" de Berlioz (Filarmónica de Estrasburgo/Theodor GuschIbauer e Concertgebouw de Amesterdão/Colin Davis), ou "Daphnis et Chloé" de Ravel (Filarmónica de Montecarlo/Emmanuel Krivine).

Para além da sua apresentação na temporada de concertos da Fundação, em Lisboa, e das suas digressões pelo país, o Coro Gulbenkian tem actuado em numerosas cidades de Espanha, França, Itália, Hungria, Canadá, Iraque, Índia, Macau e Japão. Em 1991 apresentou-se em várias cidades da Bélgica, no quadro do Festival Europália, e deslocou-se a Israel para uma série de actuações com a Orquestra de Câmara de Israel (Tel Aviv, Carmiel, Haifa e Jerusalém).

Em 1992, uma digressão em várias cidades da Holanda e da Alemanha, com a Orquestra do Século XVIII, deu origem à gravação ao vivo da Nona Sinfonia de Beethoven, que foi incluída na edição integral das sinfonias de Beethoven que Frans Brüggen realizou para a Philips. Em 1993, o Coro Gulbenkian teve a honra de acompanhar o então Presidente da República, Doutor Mário Soares, numa visita oficial ao Reino Unido. Deslocou-se em seguida ao Brasil e recebeu o convite de S. A. R. o Príncipe Ramier do Mónaco para a realização de um concerto com a Orquestra Filarmónica de Montecarlo. Nesse mesmo ano, actuou ainda em Lyon, Estrasburgo e Mulhouse, com a Orquestra Nacional de Lyon ("A Transfiguração" de Messiaen).

Em 1994 deslocou-se a Budapeste com a Orquestra Gulbenkian, e efectuou uma segunda digressão com Frans Brüggen e com a Orquestra do Século XVIII, actuando em Itália, França, Holanda e Portugal (A Criação de Haydn). No ano seguinte, apresentou-se na Índia em quatro concertos a cappella, realizando uma digressão ao Brasil, Argentina e Uruguai, com a Orquestra Gulbenkian, sob a direcção de Michel Corboz ("Elias" de MendeIssohn).

Ainda em 1995, nove concertos com a Orquestra do Século XVIII (Nona Sinfonia de Beethoven) levaram o Coro Gulbenkian a oito cidades do Japão. Em Junho de 1997 apresentou-se com esta mesma orquestra, dirigida por Frans Brüggen, em concertos realizados em diversas cidades europeias, incluindo uma participação no Festival Eurotop de Amesterdão ("Sonho de Uma Noite de Verão" de Mendelssohn). Em Novembro do mesmo ano teve o privilégio de acompanhar Sua Excelência o Presidente da República, Doutor Jorge Sampaio, na visita oficial à Holanda, a convite de Sua Majestade a Rainha Beatriz da Holanda, tendo actuado na cidade de Leiden.

Na temporada de 1998-1999 apresentou-se, entre outros, no Festival Veneto (com a Orquestra I Solisti Veneti) em Pádua e em Verona. Em 2000 realizou uma digressão com a Orquestra do Século XVIII e Frans Brüggen, actuando em Londres e em várias cidades da Holanda, da Alemanha e do Japão. No ano seguinte, colaborou com a Orquestra Sinfónica do Norte da Alemanha na apresentação da "Missa Solemnis", de Beethoven, em Lisboa e Madrid. Já em 2002, a actividade internacional compreendeu concertos na Dinamarca, Malta, Japão (de novo com a Orquestra do Século Dezoito) e Espanha (Festival Internacional de Música de Granada).

O Coro Gulbenkian tem gravado para as editoras Philips, Archiv-Deutsche Grammophon, Erato, Cascavelle, Musifrance, FNAC-Music e Aria-Music, interpretando um repertório diversificado que inclui música portuguesa do século XVI ao século XX. Algumas destas gravações receberam prémios internacionais, tais como o Prémio Berlioz, da Academia Nacional Francesa do Disco Lírico, o Grande Prémio Internacional do Disco, da Academia Charles Cros, ou o Orfeu de Ouro, entre outros. Desde 1969, Michel Corboz é o Maestro Titular do Coro, sendo as funções de Maestro Adjunto desempenhadas por Fernando Eldoro e as de Maestro Assistente por Jorge Matta.

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CORO LOPES-GRAÇA
DA ACAD. DE AMADORES DE MÚSICA

Fundado em 1945 por Fernando Lopes-Graça, o Coro esteve inicialmente ligado ao Movimento de Unidade Democrática, tendo tido a sua estreia pública no Teatro Taborda aquando da apresentação do MUD à população de Lisboa.

Em 1950 foi incorporado na Academia de Amadores de Música, tendo dois anos depois - 1952 - adoptado o nome de Coro da Academia de Amadores de Música.

O Coro foi dirigido pelo seu fundador até 1988, passando nessa altura a contar com a direcção de José Robert, até então e desde 1974, maestro-adjunto de Fernando Lopes-Graça.

As Canções Heróicas constituíram, de início, o reportório do Coro. A breve trecho, porém, foi a sua apresentação pública interditada pela Polícia Política e pela Censura sem que, no entanto, estas lograssem consegui-lo em convívios privados, que muitas vezes tinham lugar após os concertos em colectividades recreativas populares ou em associações estudantis, bem como no exílio e nas prisões do regime de então onde, de facto, nunca deixaram de ser entoadas.

Frequentemente a actuação do Coro era acompanhada de uma parte dedicada à declamação de poesia, primeiro por Maria Barroso, mais tarde por Manuela Porto que, a dada altura, criou um grupo de amadores que representava textos de Gil Vicente, Tchekov, Pirandello e outros. Juntava-se a música, a poesia e o teatro como Federico Garcia Lorca havia feito com A BARRACA.

Na impossibilidade de públicamente fazer ouvir as Canções Heróicas logo em 1946, surgem como resposta os cantos tradicionais do povo português harmonizados por Lopes-Graça que a este respeito escreveu:

"A história das Canções Regionais Portuguesas pode, em certa medida, considerar--se solidária da história das Canções Heróicas".

É o caso que, quando em 1946 foram apreendidas, para que o agrupamento coral já então formado e actuante pudesse prosseguir o seu voluntário apostolado cívico, de par com uma prestante assistência de ordem cultural junto das colectividades populares que constantemente solicitavam a sua cooperação, necessário era, de toda a evidência, mudar de táctica.

Mudar de táctica significava que arranjasse um reportório de cantos que promanasse de uma realidade colectiva, de algo em que o povo se reconhecesse e mediante o qual se exaltasse nos sentimentos e nas suas aspirações a um viver pátrio íntegro e limpo de aviltações. Essa realidade colectiva, essa matéria identificadora, era, entendemos nós que era, a canção tradicional portuguesa, oferecida, não na sua natureza de puro documento folclórico - o que seria uma solução simplista e de menor operância pedagógica pois que também estava na nossa mente uma accão educadora -, mas sim transformada e aprofundada na sua significação e na sua essência estética e social. E assim nasceram as versões corais das canções regionais portuguesas que, durante cerca de trinta anos, constituíram o forçado mas não menos actuante sucedâneo das quase à nascença assassinadas "canções heróicas", no seu confluente propósito de servirem a grei portuguesa, para sua exaltação e ilustração".

O Coro tem actuado de norte a sul de Portugal continental. Em Dezembro de 1974 deslocou-se a Paris para participar na I Semana do Emigrante, em Abril de 1979 foi a Luanda para as comemorações do 25 de Abril, em Abril de 1998 a Bruxelas para um concerto no Parlamento Europeu, em Junho de 2003 aos Açores - Santa Cruz da Graciosa, a convite da Academia Musical local e em Junho de 2006 novamente a Bruxelas para um concerto no Parlamento Europeu e a Paris, para um concerto no Institute Universitaire de Bobigny.

Tem constituído o reportório do Coro, durante os 61 anos da sua existência e as mais de 700 vezes em que se apresentou em público (dados coligidos apenas a partir da época de 1955/56), perto de 240 canções, da autoria de Lopes-Graça ou por si harmonizadas, metade das quais (120) foram registadas em 14 discos.

Cerca de 400 coralistas passaram já pelo Coro.

Fernando Lopes-Graça faleceu em 27 de Novembro de 1994 e, por decisão unânime da Assembleia Geral da Academia de Amadores de Música reunida em 14 de Dezembro do mesmo ano, o coro passou a designar-se "Coro Lopes-Graça da Academia de Amadores de Música".

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28 janeiro 2014

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CORO MADRIGÁLIA

Fundado em Outubro de 1994 no Porto, o "Coro Madrigália" é composto por quinze elementos amadores, mas com larga experiência coral, nos domínios da ópera e da música coral-sinfónica. A permanente necessidade de aperfeiçoamento individual e ainda a aposta num trabalho em grupo de reduzida dimensão presidiu à formação do Madrigália, sob a orientação e colaboração, respectivamente, dos professores Jaime Mota e João Queirós.

Entre muitos outros, o Coro participou em concertos incluídos nas iniciativas "Páscoa no Porto" e "Do Natal aos Reis", promovidas pela Câmara Municipal do Porto, em 1996, 97, 98 e 99, e "Sons da História", organizada pela Região de Turismo do Minho, em 1997, 98 e 99.

Em Agosto de 1998, realizou seis concertos em universidades do Brasil, nas cidades de Rio de Janeiro, Petrópolis, Recife e Salvador (no Instituto Português de Leitura). Actuou com a Orquestra do Norte e a Orquestra de Câmara Musicare, sob a direcção, respectivamente, dos maestros Ferreira Lobo e Cesário Costa, interpretando o Gloria de Vivaldi. Deslocou-se aos Açores para participar no concerto de encerramento das II Jornadas Interdisciplinares "Educação para o Séc. XXI".

Uma vez que alguns dos seus coralistas são docentes do ensino genérico e vocacional da música, o Coro Madrigália tem orientado seminários de pedagogia musical e técnica vocal, nomeadamente na Universidade Estadual do Rio de Janeiro e nos Açores.

Constituído em associação sem fins lucrativos por escritura pública de 4 de Maio de 1995, o Coro Madrigália dedica especial atenção à promoção e divulgação da música coral portuguesa. Do seu repertório fazem parte obras da Renascença aos nossos dias, algumas das quais apresentadas em primeira audição pública.

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CORO MISTO DA C.V.P. DE ÁGUEDA

O Coro Misto da Cruz Vermelha Portuguesa de Águeda foi criado com o intuito de preencher um espaço cultural diferente e inovador dentro da Instituição.

Entende-se que a Cruz Vermelha não deve ser só "emergência social e de socorro", mas também "um espaço de cultura".

O Coro fez o seu primeiro ensaio no dia 6 de Abril de 2006, e apresentou-se pela primeira vez ao público de Águeda, no dia 1 de Outubro de 2006 (Dia Mundial da Música), apadrinhado pelo Coro Nacional da Cruz Vermelha Portuguesa.

Desde então, tem realizado vários concertos, quer na comunidade em que se insere, quer ainda em diversos locais do nosso País, onde se tem deslocado, a convite de vários Grupos Corais ou de outras Entidades, nomeadamente em Lisboa, Almada, Santa Maria da Feira, Paços de Ferreira, Espinho, Portalegre, Riba de Ave, Ovar, Albergaria-a-Velha, Sever do Vouga e Oiã.

No campo da música coral sinfónica, participou no Concerto do dia da Mãe, em Fermentelos, a 6 de Maio de 2007, actuando em conjunto com o Orfeão de Barrô, Grupo Coral Oásis (Sangalhos), e Banda Nova de Fermentelos.

Participou também no XIII e XIV Encontro de Coros da Bairrada, no Troviscal e Barrô, respectivamente.

Nos dias 2 e 3 de Junho de 2007, teve a sua primeira internacionalização, deslocando-se a Viveiro (Lugo - Espanha), a convite da Coral Polifónica Alborada, realizando um memorável concerto no Teatro Pastor Diaz, tendo sido aplaudido efusivamente.

Organiza anualmente na cidade de Águeda, o Concerto comemorativo do Aniversário da Delegação de Águeda da CVP, e nas freguesias limítrofes, o Concerto de Natal.

O seu reportório é constituído por obras sacras e profanas, desde a época renascentista à contemporânea, de compositores nacionais e estrangeiros, de forma a agradar ao vastíssimo público.

O Coro Misto da Cruz Vermelha Portuguesa de Águeda é, presentemente, constituído por 50 elementos de ambos os sexos, estando a Direcção Artística, desde a fundação, a cargo do Maestro Professor Sérgio Brito, coadjuvado pelo Maestro António Luís de Brito.

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SítioSítio: www.cvpagueda.com.sapo.pt

18 Agosto 2008

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CORO MISTO DA U.C.

O "Coro Misto da Universidade de Coimbra" foi fundado a 12 de Dezembro de 1956, por iniciativa de elementos do Conselho Feminino, então existente na A. A.C., e do Prof. Raposo Marques, que foi o seu primeiro Director Artístico. Já actuou por todo o País e em vários países europeus, participando regularmente em festivais e encontros corais, tendo sempre privilegiado a divulgação da música coral portuguesa.

Dos vários encontros em que participou, é de destacar a sua participação no 700.º Aniversário da Universidade de Lérida, em Espanha, e na Cerimónia de Doutoramento Honoris Causa de Javier Pérez de Cuellar pela mesma Universidade, onde cantou, juntamente com outros coros europeus, a cantata Carmina Burana, de Carl Orff. Organiza, desde 1986, o Encontro Internacional de Coros Universitários, fomentando assim o desenvolvimento da música coral em Portugal e o intercâmbio cultural com coros estrangeiros.

O seu reportório cobre os vários períodos estilísticos da história da música coral, desde a Renascença até aos nossos dias. O Coro Misto da Universidade de Coimbra é composto, actualmente, por cerca de 100 estudantes de todas as Faculdades da Universidade de Coimbra e dos Institutos Superiores. O seu Director Artístico é o Maestro César Nogueira.

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CORO MUSICARTE

O Coro Musicarte deu início às suas actividades a 14 de Janeiro de 2001, constituído na sua maioria pelos membros do antigo coro de Santa Maria, dirigido durante os seus dezoito anos de existência pela Maestrina Maria Fernanda Queirós. Actualmente conta com 25 coralistas com idades entre os 20 e os 30 anos. Foram dirigidos desde a sua formação, por Filipe Prista Lucas, tenor do coro de Santa Maria desde 1995.

Entre as muitas actuações destacam-se os concertos na Igreja de São Domingos de Rana, Capela do Rato, Basílica da Estrela, Igreja de São Francisco em Évora e Basílica dos Mártires no qual foi aproveitada a ocasião para a gravação de um CD ao vivo.

Participou em vários encontros de coros, como o XVIII encontro de coros da ilha Terceira e o Festival Internacional de coros de Faro. Deu a voz a várias campanhas publicitárias entre as quais o hino Paixão Total para a PT. Entre Novembro de 2005 e Janeiro de 2008 foi dirigido por Luís Galeão Dias, que integrava o coro como baixo desde a sua existência.

Desde meados do mês de Janeiro de 2008 o coro Musicarte conta com a direcção artística de João Luís Ferreira.

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MoradaCoro Musicarte

Largo Borges Carneiro, 3 G

2610-028 Amadora, Portugal

TelemóvelTlm. (+351) 962 793 013

SítioMyspace: www.myspace.com/coromusicarte

SítioSítio: coromusicarte.blogspot.com

Correio electrónicoCorreio: coromusicarte@gmail.com

18 Agosto 2008

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CORO ODYSSEA

Fundado em Junho de 2004, o Coro Odyssea, constituído por 16 cantores e tendo como objectivo principal levar a palco obras de compositores ainda vivos, começou os seus ensaios em Setembro do mesmo ano. Começou por preparar um ciclo de 6 canções para coro e quarteto de guitarras do compositor cubano Flores Chaviano, Seis Canciones Asturianas, que apresentou em Outubro, nos seus primeiros concertos, incluídos no 28º Festival de Coros do Algarve, em Lagos e em Portimão. O Coro foi dirigido por Gonçalo Lourenço, e nestas e nas seguintes apresentações da mesma peça foi acompanhado pelo Quarteto de Guitarras Zyriab. Seguiu-se um concerto a convite deste mesmo quarteto no Espaço das Sete às Nove do CCB com o mesmo programa, em Novembro de 2004.

Aproveitando a época natalícia de 2004, o Coro decidiu contribuir para o ambiente festivo dando uma série de concertos com arranjos de músicas tradicionais de Natal, todos da autoria de compositores contemporâneos - tais como Christopher Bochmann, Gonçalo Lourenço, Mário de Sampayo Ribeiro, Eurico Carrapatoso e Sérgio Peixoto - e nos quais foram estreadas 3 obras.

Em resposta a uma encomenda de Roberto Alejandro Perez, compositor e maestro argentino residente em Portugal, foi trabalhado e seguidamente gravado em estúdio no mês de Fevereiro de 2005 a peça "Aquarium", um ciclo de harmonizações para coro de canções tradicionais da Madeira, sendo que o lançamento em CD se deverá realizar no princípio de 2006, acompanhado por uma tournée de apresentação da peça. Concluída a gravação, durante os seguintes meses os ensaios foram consagrados à preparação de várias peças, das quais 8 estreias mundiais, nas mais variadas linguagens musicais contemporâneas, oferecidas ao Coro Odyssea por compositores de todo o Mundo, tais como Christopher Bochmann, Javier Fajardo, Michael Denhoff, Joseph Bathory-Kitsz, Stefan Johnsson, João Antunes e Fábio Fresi. Os concertos deram-se durante o mês de Junho de 2005, em Lisboa, Setúbal e no Porto, sob a batuta de Christopher Bochmann.

Em Setembro do mesmo ano deu-se início ao estudo de duas peças, uma sendo um ciclo de 4 peças dedicado ao Coro, "4 Lessons", Op. 20 de Joseph Virgílio, e a outra, "Missa Ioannes Paulus PP II 'Hoc Est Enim Corpus Meum" de Francis Koerber, uma missa dedicada à honra e memória de João Paulo II. Foram ambas compostas para coro a capella e tendo em mente o Coro Odyssea, pelo que foram estreias absolutas. Os concertos realizaram-se no mês de Dezembro de 2005, novamente sob a direcção de Gonçalo Lourenço.

De momento, está a ser preparada uma tournée com o Aquarium de Roberto Perez na Madeira e nos Açores, marcada para a semana do Carnaval de 2006. Estão também em fase de ensaio duas peças de grandes dimensões em conjunto com a orquestra EvorEnsemble: uma cantata, A Psalter Cantata nº 1 de Átila Mellilo, e uma oratória, Towards Golgotha, de Armando Bayolo, ambas para coro, orquestra e solistas. Em relação a estas, estão já agendados vários concertos em Lisboa, Évora e no Porto, assim como uma tournée nos Estados-Unidos da América em Agosto de 2006.

A pedido de Christopher Bochmann, será também efectuada uma gravação para editar em CD os seus "Christmas Carols", ciclo de arranjos para coro a capella de músicas tradicionais de Natal de vários países, sendo o Coro dirigido para esse efeito pelo Maestro Paulo Lourenço.

CONTACTOS

SítioSítio: www.coroodyssea.com

Correio electrónicoCorreio: glou2004@yahoo.com.br

21 Julho 2006

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CORO POLIFÓNICO DE ALMADA

O Coro Polifónico de Almada foi fundado em 4 de Outubro de 1983 por iniciativa de um grupo de amigos, entre os quais Ivo Reis Miranda e Simão Barreto, seu primeiro maestro. É filiado na Associação de Coros da Área de Lisboa. Realizou até ao presente mais de setecentas actuações, quer na sua área de actividade e concelhos limítrofes (colaboração assídua com as Câmaras Municipais de Almada, Seixal e Lisboa, bem como com diversas comunidades), quer em deslocações (distrito de Setúbal, Lisboa, Portalegre, Leiria, Faro, Évora, Coimbra, Beja, Castelo Branco, Santarém, Aveiro, Porto e Viseu ).

Destacam-se as seguintes realizações:

•  Organização do I ENCONTRO DE COROS DO DISTRITO DE SETUBAL (1986), no qual participaram cerca de 500 vozes;

•  Colaboração assídua com a comunidade timorense de Lisboa e participação em iniciativas a favor da Paz em Timor-Leste;

•  Participou na peça "AS SUPLICANTES" levada à cena no Teatro Municipal de Almada em colaboração com a Companhia de Teatro de Almada. A música foi composta pelo então seu Director artístico, senhor Amadeu Cortés Medina. O coro teve actuação ao vivo durante as cerca de cinquenta apresentações em que a peça esteve em cena, e com o maior êxito ;

•  Participou nas JORNADAS POR TIMOR levadas a cabo pela Universidade de Aveiro em Junho de 1998, onde actuou sob direcção do maestro Simão Barreto, com a Orquestra das Beiras.

•  Participou nas Comemorações do DIA DE TIMOR na EXPO 98.

•  Participou no IV FESTIVAL MUNDIAL DE COROS em Puebla (México) no ano de 2003, onde realizou nove concertos e efectuou a gravação de um CD.

•  Participou na XXIII SEMANA CORAL INTERNACIONAL DE ALAVA (Vitoria - Espanha) em 2004, onde realizou nove concertos.

•  Participou nas VI JORNADAS INTERNACIONAIS DE MÚSICA CORAL DA CAIXA DE BURGOS (Burgos-Espanha), onde realizou três concertos.

•  Participou, a convite da organização, no XXVI FESTIVAL INTERNACIONALDE CANT CORAL CATALUNYA CENTRE (Puig-reig/Castellbell i el Vilar) - 2005, tendo actuado na Basílica de Montserrat.

•  Lançou o Livro "OBRA CORAL DE SIMÃO BARRETO" Vol. I

•  Lançou o Livro "CANTAR LIBERDADE" Vol I Obras de Eurico Carrapatoso e Paulo Brandão

Actualmente é dirigido pelo maestro João Baptista Branco.

12 Janeiro 2006

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CORO POLIFÓNICO DE CASCAIS

O Coro Polifónico de Cascais é a mais importante componente da associação cultural sem fins lucrativos denominada "Coro Polifónico de Cascais - Associação Cultural", com sede em Cascais, e tem como principal objectivo a divulgação e promoção da música coral polifónica na Região e no País.

Constituído a 30 de Novembro de 2006, é herdeiro de experiência adquirida no Coro de Lisboa da Rádio Renascença, já que a maior parte dos seus elementos são oriundos daquele Grupo Coral.

Actualmente com cerca de trinta elementos, é dirigido pelo Maestro Joaquim Oliveira.

A preparação e apresentação de um repertório diversificado são, desde o início, preocupações do Coro Polifónico de Cascais, pelo que possui um repertório ecléctico, que vai desde a música sacra até música popular portuguesa e internacional.

CONTACTOS

MoradaCoro Polifónico de Cascais

Sede:

Bairro de S. José, Travessa de S. João,

Lote n.º 11

2750-133 Cascais

TelemóvelTlm. (+351) 912 506 668

SítioSítio: coropolifonicocascais.blogspot.com

Correio electrónicoCorreio: coropolifonico.cascais@gmail.com

Ensaios:

MoradaCentro Cultural de Cascais

Avª. Rei Humberto II de Itália, S/N

2750-641 CASCAIS

(Sábados, 10h00-12h00 e Terças-feiras, 21h30-23h00)

CORO POLIFÓNICO EBORAE MUSICA

Em Setembro de 1987, incluído no acontecimento cultural "Os Povos e as Artes" fez a sua primeira apresentação pública o Coro Polifónico da Associação Musical de Évora - EBORAE MVSICA.

O Coro Polifónico tem realizado diversas actuações, interpretando não só a polifonia da Escola de Música da Sé de Évora (séculos XVI e XVII), como também outras obras de diferentes épocas, entre as quais o oratório "Jephte", de Carissimi, a "Missa da Coroação", de Mozart, o "Gloria", de Vivaldi, a Missa em Dó Maior, de Mozart, para Coro e Órgão, com acompanhamento instrumental.

Gravou o seu primeiro CD, exclusivamente dedicado à polifonia da Sé de Évora, com a participação de Antoine Sibertin-Blanc e grupo de Pedro Caldeira Cabral, sob a direcção de Francisco d' Orey, em Novembro de 1996, no âmbito das comemorações do 10º aniversário da classificação de Évora como Património da Humanidade. Gravou, ainda, para a colectânea "Os Melhores Coros da Região" e para o programa "Acontece", da RTP 2. Gravou e produziu em 2005 um novo CD para a etiqueta Numérica.

Destacam-se nas actuações a participação no XI Encontro de Coros da Ilha Terceira, na EXPO 98, no XII Encontro de Coros do Algarve e nas I, II, III, IV, V e VI Jornadas Internacionais "Escola de Música da Sé de Évora", acontecimento que esta Associação organiza, anualmente, no mês de Outubro, com a participação de maestros de renome internacional, como é o caso de Peter Phillips, dirigente do "The Tallis Scholars", de Londres. Participou no Concerto de Natal 1999 interpretando a 9ª Sinfonia de Beethoven com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, que foi gravado e divulgado pela RTP, canal 2, e RTP Internacional e no Concerto de Natal de 2000 com a referida Orquestra. Participou nas iniciativas, organizadas por esta Associação, referentes ao tricentenário sobre a obra de Diogo Dias Melgás e Frei Manuel Cardoso em 2000 nos Ciclos de Concertos "A Quaresma na Escola de Música da Sé de Évora" e no Ciclo "Musicando".

Nas deslocações internacionais destacam-se a participação na "Europália 91", na Bélgica, na Oficina "Escola de Música da Sé de Évora", em Kosice, Eslováquia, a convite do Coro da Universidade Técnica de Kosice que participara nas II Jornadas sobre esta temática, em Évora, em 1999; no XVI Festival Internacional "Encontro com a Polifonia" em Giarre, Sicilia, Itália em 2001, na Dinamarca, em 2002, em intercâmbio com o Coro de Roskilde, integrado na Rede MECINE e no 22º Festival de Coros de Preveza e 10º Concurso Internacional de Música Sacra de Preveza, Grécia tendo ficado classificado em 3º lugar obtendo a medalha de bronze.

O Coro Polifónico foi dirigido desde o seu primeiro momento, e até Outubro de 1991, pelo seu impulsionador, Dr. Adelino Santos, pessoa ligada há vários anos ao meio musical eborense. A partir de 91, e até 97, passou a contar com a regência do Maestro Francisco d'Orey, de mérito reconhecido a nível nacional e internacional. Actualmente, e desde princípios de 97, o grupo conta com a direcção do Maestro Pedro Teixeira.

27 Maio 2006

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CORO REGINA COELI

Criado em 1966 pelo Maestro António Joaquim Lourenço, o Coro Regina Coeli de Lisboa é hoje um dos mais representativos grupos do panorama musical português. Efectuou concertos por todo o país (desde Trás-os-Montes ao Algarve) tendo participado em diversos Festivais (Sintra, Évora, Algarve), Encontros de Coros (Coimbra, Viseu, Algarve, Açores) e Temporadas Musicais (S. Roque, Loures, Barreiro) bem como em eventos de grande importância tais como o lançamento do logotipo da Expo'98 em 1993, o Festival dos 100 Dias com concertos no Centro Cultural de Belém e na programação musical da própria Expo 98.

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CORO RICERCARE

O Coro Ricercare é constituído por 30 jovens, na sua maioria estudantes de música, tendo sido dirigido até 2002 por Paulo Lourenço (Maestro Titular), Carlos Caires (Maestro Adjunto até 1998) e PedroTeixeira (Maestro Assistente de 1998 a 2002), maestro titular desde 2002. De entre as várias peças interpretadas pelo coro destacam-se obras como a Missa em Sol Maior de Schubert, a Cantata BWV 196 e a Missa em Sol de Bach, o Magnificat e o Stabat Mater de Pergolesi, os Carmina Burana de Carl Orff, o Requiem de Fauré e Mozart e a Messa di Gloria de Puccini. O Coro Ricercare tem também uma larga experiência na realização de música "a cappella" tendo interpretado obras de autores como Palestrina, D. Lobo, F. A. Almeida, J. R. Esteves, Mozart, Schubert, Brahms, Bruckner, e de compositores contemporâneos portugueses e estrangeiros, como Joly Braga Santos, F. Lopes-Graça, Eurico Carrapatoso, Vasco Azevedo, Carlos Caires, Sérgio Azevedo, João Madureira, Nuno Côrte-Real, Carlos Marecos e Christopher Bochmann.

O Coro Ricercare tem-se apresentado em alguns dos mais importantes festivais de música portugueses, como Festival de Música da Costa do Estoril, Festival de Música de São Roque, Festival "A Cidade e a Música", e faz parte desde 1994 da programação musical do Centro Cultural de Belém. Nesse mesmo ano participou na estreia absoluta da obra In Paradisum para coro, orq. de cordas e quarteto vocal masculino de Eurico Carrapatoso no pequeno auditório do Centro Cultural de Belém. No ano seguinte apresentou, também em estreia absoluta, a obra para coro "a cappella" Timor et non Tremor do mesmo compositor.

Já em 1996, participou na gravação do 2º CD de Rodrigo Leão e Vox Ensemble, tendo actuado numa série de espectáculos em conjunto com este agrupamento. Em Março de 1997, a convite da Fundação das Descobertas, o Coro Ricercare participou em dois concertos realizados no Grande Auditório do CCB e na Igreja da Lapa (Porto) em conjunto com o Hilliard Ensemble, no qual foi interpretada a Paixão Segundo S. João de Arvo Pärt (1ª audição em Lisboa). Em Junho de 1998 e a convite do maestro Ketil Haugsang, apresentou em concerto e gravou em CD para a etiqueta RCA/DHM em conjunto com o Ensemble Luso-Alemão "Arte Real" a primeira audição contemporânea do Te Deum (1769) de João de Sousa Carvalho.

O Coro Ricercare foi, em Novembro de 1998, galardoado com o 2º Prémio no Concurso "II Certamen Internacional de Corales Polifónicas Ciudad de Sevilla" e, em Dezembro de 1999, obteve o 1º Prémio no Concurso "Certamen Internacional de Villancicos" em Madrid. Em 2001, a convite do Ministério da Cultura, o Coro Ricercare editou também o seu segundo CD para a etiqueta Portugal Som/Strauss, com repertório de jovens compositores portugueses. Neste mesmo ano apresentou no CCB a estreia de "Novissimo Cancioneiro", de Nuno Côrte-Real. Com esta mesma obra, foi convidado a participar no Festival de Música de Aveiro de 2003, onde também apresentou a estreia de um ciclo de canções tradicionais islandesas, de Thorkel Atlason, num concerto dirigido pelo mesmo (como Maestro convidado).

Em Março de 2005 o coro Ricercare lançou, com o apoio do Ministério da Cultura - Instituto das Artes e da Direcção Regional de Cultura dos Açores, um CD de música tradicional açoreana harmonizada por jovens compositores portugueses, com concertos de lançamento na Ilha de S. Miguel e em Lisboa. Igualmente em 2005 estreou em primeira audição absoluta a Missa Lamentum Lacteus de Gonçalo Lourenço uma encomenda da Igreja de S. Nicolau. Em Dezembro de 2005, a convite da Antena 2, o Coro Ricercare interpretou, em conjunto com a Orquestra Metropolitana, o Magnificat em Talha Dourada de Eurico Carrapatoso, emitido em directo para todo o mundo sob a égide da EuroRádio.

Em 2006 participou na Festa da Música, no CCB, interpretando obras de Domenico Scarlatti, e interpretou o Requiem de Mozart com a Sinfonietta de Lisboa na Sé de Santarém e no Fórum Cultural de Alcochete. Em Dezembro do mesmo ano, e por encomenda da RDP, gravou um CD intitulado "Canções Heróicas e Canções Regionais Portuguesas", parte da colectânea lançada por ocasião das comemorações do centenário do nascimento de Fernando Lopes-Graça.

Em 2007, o coro apresentou-se em vários concertos interpretando o Requiem de Fauré e In paradisum de Eurico Carrapatoso. Ainda este ano, o Coro apresentou a Messa di Gloria de G. Puccini, com a Sinfonietta de Lisboa, na Sé de Santarém, no Cine Teatro Municipal de Sesimbra, na Culturgest e abre o Festival de Música de S. Roque com esta obra.

Na sequência da sua política de incentivo à divulgação de repertório português através de encomenda de obras inéditas, este coro tem vindo a apresentar em concerto e de uma forma sistemática música tradicional portuguesa harmonizada por compositores portugueses do século XX, bem como obras originais, que são, na sua grande maioria, interpretadas em 1ª audição absoluta pelo Coro Ricercare (contam-se nestas últimas cerca de 30 obras).

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14 Dezembro 2007

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CORO SINFÓNICO LISBOA CANTAT

O Coro Sinfónico Lisboa Cantat iniciou as suas actividades no ano de 1977 e faz actualmente parte da Associação Musical Lisboa Cantat.

Em Portugal participou em diversos festivais de música, encontros corais e actividades promovidas por câmaras municipais. São de destacar as suas participações no Festival de Coros do Algarve, no Festival de São Roque, e ainda concertos nas principais cidades do País e região autónoma da Madeira. Em Lisboa actuou em salas como o Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, o Pequeno Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, a Aula Magna e a Igreja de São Roque. No Porto, tem actuado por diversas vezes na Casa da Música com a Orquestra Nacional do Porto.

São de destacar os seguintes programas apresentados nos últimos anos:

- Participação, em Abril de 2007, na "Cantata de Outubro" de Prokofiev, na Casa da Música, em conjunto com o Coral de Letras da Universidade do Porto e a Orquestra Nacional do Porto, sob a direcção do Maestro Martin André.

- Participação, em Março e Abril de 2007, na "Messa da Requiem" de Guiseppe Verdi, no CCB e no Teatro Azul em Almada, em parceria com o Coro do Teatro Nacional de São Carlos e a Orquestra Sinfónica Portuguesa, sob a direcção do Maestro Donato Renzetti.

- Estreia mundial da obra "Requiem em memória de Passos Manuel" de Eurico Carrapatoso, em Santarém, CCB e Casa da Música, sob a Direcção do Maestro João Paulo Santos (Janeiro de 2006)

- Apresentação da "Misa Cubana" de Jose Maria Vitier, na Igreja de São Domingos (Novembro de 2005) e no Teatro Garcia de Resende, em Évora (Dezembro de 2005).

- Apresentação da obra "A Criação" de Haydn, em Março de 2005, com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, sob a direcção do Maestro Olivier Cuendet (Lisboa e Porto).

- Apresentação da obra "Messias" de Händel em conjunto com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, sob a direcção do Maestro Brian Schembri, durante o mês de Dezembro de 2004, nos seguintes locais: Igreja de São Domingos, Aula Magna, Mosteiro dos Jerónimos e Convento de Mafra.

- Participação, em Julho de 2004, no concerto dos "Gurre Lieder" de Schönberg, no Centro Cultural de Belém, em conjunto com o Coro da Fundação Gulbenkian e com o Coro do Teatro Nacional de São Carlos.

- Um Requiem Alemão de Johannes Brahms ( 2001, no IX Festival de Música de Coimbra, na Sé Nova, com a Orquestra filarmónica de Timisoara da Roménia e Maestro-compositor Laurent- Petit-Girard ).

- Carmina Burana de Carl Orff (1997 para o 2º Aniversário de Sintra Património Mundial na Adega Regional de Colares, no auditório do Parque de Palmela, em 2000 no Castelo Medieval de Monsaraz, 2001 no Fórum Luísa Todi em Setúbal, 12 Janeiro de 2002 na Academia Almadense em Almada, dias 25 e 26 de Janeiro de 2002 no Coliseu do Porto com a Orquestra Nacional do Porto)

- 9ª Sinfonia de Beethoven (1999 com a Orquestra Metropolitana de Lisboa na Sé de Évora)

- Petite Messe Solemnelle de Rossini (1999, com piano, harmónio, e quarteto de solistas)

- Missa in Angustis - Nelson de Joseph Haydn (1998 com Orquestra Sinfónica Juvenil)

- Requiem de Gabriel Fauré (1998, com Orquestra composta por instrumentistas da OrquestraGulbenkian)

- Três Loas a um menino Sol de Eurico Carrapatoso (1997 - 1ª audição absoluta)

- Magnificat de Vivaldi (1997, com Orquestra do Círculo de Música de Câmara de Lisboa

- Stabat Mater de Rossini (1995 com Orquestra Sinfónica Juvenil) no C.C.B. Grande Auditório

- Missa de Santa Teresa de Joseph Haydn (1994, com Orquestra Sinfónica Juvenil)

No estrangeiro, destacam-se as digressões a Espanha (1987, 1988, 1992 e 1999), França (1981, 1996, 1999 e 2002) e Alemanha (1993).

O Coro foi também dirigido, entre outros, pelos Maestros José Cura, Olivier Cuendet, C. Bochmann, Laurent Petit-Girard, Marc Tardue e André Martin.

O Coro Sinfónico Lisboa Cantat conta actualmente com 100 elementos na sua formação principal, sendo alguns dos seus elementos oriundos de escolas de música como o Conservatório Nacional, Academia de Amadores de Música e Instituto Gregoriano de Lisboa.

Na sua participação e contribuição para a divulgação da música erudita portuguesa tem regularmente estreado obras compostas e orquestradas por compositores portugueses.

O Coro Sinfónico Lisboa Cantat é actualmente dirigido pelo maestro Jorge Alves, como maestro titular e Clara Coelho, como maestrina assistente.

CONTACTOS

SítioSítio: www.lisboacantat.com

Correio electrónicoCorreio: corosinfonico@lisboacantat.com

26 Julhho 2007

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eCOROmia

Nasceu em Outubro de 1996, tendo realizado a primeira actuação sob a batuta de Alexandre Pires na Faculdade de Economia do Porto. A partir daí, foram constantes as participações nas sessões solenes da mesma, espectáculos de beneficência e Encontros de Coros, concertos em cidades como Lisboa, Funchal, Gaia, Braga, Vila Real, Faro, Guimarães, Covilhã, Albufeira, Póvoa do Varzim ou Maia, em locais tão distintos como catedrais, Salas Nobres ou Auditórios Municipais. No Porto, actuou no Coliseu, Rivoli Teatro Municipal, Ateneu Comercial, Teatro Sá da Bandeira, Terço, Alfândega, Mercado Ferreira Borges, Fnac e na sessão de encerramento do Estádio das Antas em Dezembro de 2003.

Organizou dois "eCOROscantam" - Encontros Internacionais de Coros Universitários - nas cidades da Maia (Novembro de 2000) e do Porto (Novembro 2001), respectivamente. No ano seguinte, iniciou a organização de Concertos de Natal com uma vertente solidária. Os Concertos de Natal eCOROmia, que tiveram lugar no Ateneu Comercial do Porto (Dezembro 2002), no Salão Nobre da Ordem dos Médicos do Porto (Dezembro 2003) e no Rivoli Teatro Municipal do Porto (Dezembro 2004) reverteram, respectivamente, a favor do "Banco Alimentar Contra a Fome", "Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla" e "Liga Portuguesa Contra o Cancro". O eCOROmia organiza desde há 4 anos os "ECAP" - Encontros de Coros da Academia do Porto - na semana da Queima das Fitas, organização que lhe é atribuída consecutivamente pela Federação Académica dada a excelência organizativa.

Quanto a digressões, estas têm-se dividido entre o território nacional - Ilha da Madeira (passagem de ano 2001/02) e Algarve (Verão de 2004) - e o estrangeiro - Belfort, França (Maio 2002 no F. I. M. U. - Festival Internacional de Música Universitária que conta com a participação de cerca de 3000 Músicos/Coralistas estudantes) e Praga, República Checa (Novembro 2004 no 15.º Festival Internacional de Música de Natal com a participação de cerca de 50 Coros de todo o mundo e onde o eCOROmia obteve um honroso lugar de "Bronze". Actualmente, o eCOROmia é dirigido pelo maestro Romeu Veloso.

15 Dezembro 2004

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ENSEMBLE VOCAL PROMUSICA

O Ensemble Vocal Promusica é um projecto de interligação Escola-Comunidade, fundado em 1991 por José Manuel Pinheiro e alguns alunos. Inicialmente, integraram este projecto elementos oriundos de vários grupos que partilhavam uma mesma direcção musical. Nos seus primeiros doze anos de existência, teve como objectivos a promoção e realização de concertos corais mais participados, favorecendo maior intercâmbio, inter-ajuda e sociabilização entre agrupamentos com diferentes características. Realizou nesse período cerca de 80 concertos (acompanhados por alunos e/ou professores do Centro de Música da Valentim de Carvalho, pela Orquestra do Norte ou por Quintetos de Metais) em diversas igrejas e salas de espectáculo portuguesas, procurando desfazer a ideia negativa que muitas pessoas têm dos coros e da música coral.

Dinamizar a actividade coral através da promoção de espectáculos diferentes, promover o gosto pelo canto em grupo e muito especialmente promover a investigação e inovação na área coral são objectivos que também se perseguem com particular atenção neste projecto. Actualmente, tem como base um coro que foi criado no Curso de Música Silva Monteiro - uma das escolas do ensino vocacional de Música mais antigas de Portugal - para corresponder às exigências curriculares da escola. A Direcção da escola entendeu como positiva a adesão deste grupo ao projecto que, a partir de Setembro de 2003 (devido à grande dificuldade de conseguir apoios para a realização de concertos com o grande coro) começa uma nova etapa passando a apostar numa formação de câmara (entre 30 e 40 elementos, essencialmente dos grupos do Curso de Música Silva Monteiro e do Centro de Música da Valentim de Carvalho - Porto.

Com esta nova formação participou em Outubro de 2003 no 5º Concurso Internacional de Coros em Riva del Garda - Itália, onde obteve um diploma de prata na categoria de Jazz e Música Latina. A participação do grupo neste concurso contribuiu para uma excepcional motivação e evolução musical (e artística) do grupo, pois permitiu o contacto com a realidade coral internacional e promoveu o convívio com grupos oriundos de vários continentes e com níveis artísticos muito elevados. Para dar continuidade a essa evolução e motivação do grupo, trabalha-se com afinco para conquistar um apoio financeiro e para alcançar uma qualidade compatíveis com os objectivos de participação anual num concurso internacional.

Por ser um grupo jovem, procura dentro da sua actividade musical, explorar a componente lúdica, sem esquecer a componente educativa e por isso "viaja", no tempo e no espaço, fazendo música de diferentes tipos, estilos, países e épocas. Os seus elementos, unidos por um gosto muito especial pela música coral e por grandes laços de amizade, estão empenhados em levar ao conhecimento da Comunidade programas que incluam Música para todas as idades, gostos e feitios! Procura, em cada concerto, fugir à rotina e ao formalismo. Por isso experimenta, sempre que possível, situações novas, como por exemplo: a interligação da expressão musical com a expressão dramática e corporal, disposições diferentes, uso do movimento associado à música, participação activa do público, utilização de instrumentos e fontes sonoras pouco vulgares,..., surpresas! Esta nova atitude tem tido a melhor aceitação por parte da crítica e do público.

Nos concertos realizados entre 1991-2003, integraram este projecto cerca de 120 a 190 elementos, dos coros do Centro de Música da Valentim de Carvalho - Porto, do CCDT do Atlântico - Porto (desactivado em Julho de 2001), do CCD da Administração dos Portos do Douro e de Leixões, do Curso de Música Silva Monteiro (Coro de Câmara e Coro Júnior) do Orfeão de Matosinhos e do Coro da Santa casa da Misericórdia de Santo Tirso, que foram acompanhados por Catarina Machado Ribeiro, Jorge Miguel Ferreira, Pedro Nuno Leite e mais recentemente por David Baptista Ferreira. Os restantes elementos que não integram o projecto do grupo de câmara do "Ensemble Vocal Promusica" passam a apostar mais na vida própria dos seus grupos de origem. Procura-se, no entanto, reunir vontades e apoios, para promover o reencontro de todos para a comemoração anual do Dia Mundial da Música (1 de Outubro) e para as Temporadas de Natal/Reis. É seu director artístico José Manuel Pinheiro.

Junho 2004

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GRUPO CORAL ADAGIO

O "Grupo Coral Adágio" nasceu em Portimão, em Setembro de 1989. Actualmente com 30 elementos, tem como director artístico o maestro António Alves Alferes Pereira. O seu principal objectivo tem sido, desde sempre, a divulgação da música coral de qualidade, no seio de um público-alvo muito diversificado, das zonas urbanas às rurais, procurando, sempre que possível, dar resposta às solicitações de inúmeras entidades e organismos, privilegiando sempre o público do seu concelho.

Realiza concertos a convite de pessoas individuais e colectivas, em exposições, inaugurações, festas públicas, congressos, e outros eventos de âmbito sócio-cultural. Participa em festivais de música, encontros de coros e concertos promovidos por diversos departamentos ministeriais. O reportório do Adágio é muito variado, incluindo peças desde a Renascença à actualidade, da polifonia sacra aos espirituais negros, passando pela música popular portuguesa e de outros países. Desde 1994, tem organizado anualmente o Encontro de Coros de Portimão, com o patrocínio da Câmara Municipal. Em 1995/1996, participou nas Entradas Régias e nas Festas Reais de D. João II em Portimão, a convite da Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses.

Na Páscoa de 1997, cantou a missa "De Beata Virgine Maria" de Filipe de Magalhães, na Igreja Paroquial de Alvor. Em 1998, deslocou-se aos Açores, tendo realizado concertos em Ponta Delgada e Vila Franca do Campo. Em 1999, participou nas Comemorações do 75º Aniversário da Elevação de Portimão a Cidade, em colaboração com a Orquestra do Norte, dirigida pelo maestro Ferreira Lobo; actuou ainda no programa "Santa Casa", a convite da RTP, e participou na gravação do CD "Os Melhores Coros Amadores - Região do Algarve".

Em 11 de Dezembro do mesmo ano, na sessão solene do Dia da Cidade de Portimão e na presença do Presidente da República, o Grupo é agraciado com a medalha de mérito da cidade. Em 2000, actua no palácio ducal de Carpi, em Itália, a convite do coral Savani. Em 2002, participa no programa Feira Franca, da RDP; no XVI Festival Coral del Atlântico, em Espanha; nos Concertos de Natal, em Faro e Portimão, em colaboração com a Orquestra do Algarve, regida pelo maestro Álvaro Cassuto; na gravação de um CD internacional - Músicas de Natal, em prol das crianças de Moçambique. Nesse mesmo ano, deslocar-se-á ainda à Holanda e Alemanha, para participar num encontro de coros.

Em 2003, volta a actuar com a Orquestra do Algarve, no Concerto da Páscoa, em Portimão. Em 2004, o Coral Adágio tem estado a gravar um CD de polifonia portuguesa e canções de Natal, em comemoração do seu 15º aniversário. O seu repertório é muito variado, integrando peças desde a Renascença aos nossos dias, desde a polifonia sacra aos espirituais negros, passando pela música popular portuguesa e de outros países.

CONTACTOS

MoradaCasa das Artes - Três Bicos

8500 PORTIMÃO

Presidente
TelemóvelTlm. (+00 351) 914 028 093

Vice-Presidente

(+00 351) Tlm. 966 826 579

Correio electrónicoCorreio: j.simao@iol.pt

Maestro e Director Artístico: António Alves Alferes Pereira

SítioPágina: www.coraladagio.no.sapo.pt
Correio electrónicoCorreio: coraladagio@sapo.pt

2 Novembro 2004

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GRUPO CORAL ARS MUSICA

Fundado em 3 de Março de 1984 com o objectivo de fomentar o gosto pela boa música, o Grupo Coral "Ars Musica, é constituído actualmente por 24 elementos. Dedica-se à aprendizagem de peças corais com o objectivo de as apresentar em público tanto em concertos como em celebrações religiosas. Por vezes, organiza ou faz parte da organização de eventos culturais.

Foi, com a Junta de Freguesia de Cacilhas, com o apoio da Câmara Municipal de Almada e colaboração da Sociedade Filarmónica Incrível Almadense, organizador dos 1º (1988), 2º (1989) e 3º (1994) encontros de coros do Concelho de Almada.

Em 1989 gravou uma cassette intitulada Não há navio sem leme que inclui 12 trechos do seu reportório, constituído este por música sacra, litúrgica, polifónica clássica e contemporânea (com especial destaque para a música portuguesa).

Em 1997 participou na gravação da colectânea Os melhores coros da região da editora public-art de Coimbra. Colabora com os municípios de Almada e do Seixal nas iniciativas de carácter cultural dos concelhos sendo exemplos os "Concertos de Natal" e "Do Natal aos Reis em Coro" (edições de 1992 até à actualidade).

Em 1994, por ocasião do seu décimo aniversário, participou, a 23 de Junho, na estreia mundial da peça coral sinfónica Trilogia da Descoberta da autoria do seu maestro Carlos Santos Silva no cinema Tivoli em Lisboa. Em 10 de Outubro de 1996 participou na segunda audição integral da mesma obra no Centro Cultural de Belém.

Desde a sua fundação, participa nas celebrações do dia de Santa Cecília organizada por vários coros da região de Lisboa.

Da sua actividade destacam-se a participação num concerto na Expo'98; no festival Harmonie'99, na Alemanha; o intercâmbio com o Grupo Coral da Casa do Povo da Camacha com deslocação à Madeira e recepção do coro madeirense; a deslocação a Amiens, França, onde realizou concertos integrados num programa de intercâmbio com o grupo coral "Des Rieux", grupo que se deslocou a Portugal em Outubro de 2002, tendo realizado concertos em Almada e Alcochete; gravação de um CD comemorativo do seu 20º aniversário, em 2004; a participação em Roma no "10th international Sacred Music Choir Festival G.P. da Palestrina", em 2005; a apresentação à comunidade, no mesmo ano, do Hino da Padroeira de Cacilhas, Nossa Senhora do Bom Sucesso; a participação em Olomouc (Rep. Checa) na competição Música Religiosa Olomouc onde obteve a medalha de bronze na categoria de Coros Mistos.

O Grupo Coral "Ars Musica" foi fundado e é dirigido por Carlos Santos Silva.

FOTOGRAFIA

CONTACTOS

MoradaRua Maria da Silva, 8, 5º

2800-166 Almada

TelemóvelTlm. (00 351) 914 180 592

Correio electrónicoCorreio: carlos.cs.silva@gmail.com

10 Junho 2008

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GRUPO CORAL DA JUSTIÇA DO PORTO

O Grupo Coral da Justiça é uma Associação Cultural fundada em 1984, tendo por objectivo a divulgação e o fomento da música nas suas mais variadas formas de expressão. Sediada no Palácio da Justiça do Porto é constituido, exclusivamente, por Magistrados e Funcionários (Judiciais e do Ministério Público), Advogados, Solicitadores, Conservadores, Notários, etc. Actuou pela primeira vez na abertura solene do ano Judicial de 1984, tendo já percorrido o país e o estrangeiro e efectuou em 1996 a sua centésima actuação.

25 Março 1997

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GRUPO CORAL DE QUELUZ

O "Grupo Coral de Queluz" é uma associação de amadores de música que tem como objectivos praticar e divulgar a música coral, numa perspectiva de contribuição para uma permanente "educação pela arte" de coralistas e público. O Grupo Coral de Queluz (GCQ) está aberto a todos os que, através da prática do canto e da aquisição colectiva de conhecimentos musicais e técnica vocal, pretendam desenvolver o gosto pelo canto e alargar as suas vivências musicais.

A fundação do grupo remonta a 1967. O seu primeiro concerto realizou-se em 1970 e a sua legalização como associação cultural aconteceu em 1982. É instituição de utilidade pública desde 1998. Até 1982, o GCQ trabalhou sucessivamente sob a direcção de Carlos Gonçalves e de Paula Acácio. Entre 1982 e 1991, teve a direcção artística de Alexandre Branco (com a colaboração, em 1990 e 1991, de Ana Venade) e, a partir de Maio de 1991, foi conjuntamente dirigido por Alexandre Branco e Paula Coimbra. Trabalhou de Setembro de 1992 a Agosto de 2000 sob a direcção de Paula Coimbra. É dirigido por Pedro Teixeira desde Setembro de 2000.

No âmbito da sua contribuição para a vida cultural da cidade de Queluz e do concelho de Sintra, o GCQ destaca os mais de 60 concertos realizados no Palácio Nacional de Queluz, integrados na rubrica Música no Palácio e as frequentes participações em concertos promovidos pela Junta de Freguesia de Queluz, pelos Bombeiros Voluntários de Queluz e pela Câmara Municipal de Sintra.

CONTACTOS

MoradaGrupo Coral de Queluz

Beco do Capucho

2745-086 QUELUZ

TelefoneTel. / Fax (+00 351) 214 359 649

SítioPágina: grupocoralqueluz.no.sapo.pt

Correio electrónicoCorreio: gcoralqueluz@gmail.com

09 Julho 2004

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GRUPO CORAL DO CLUBE GALPENERGIA

O "Grupo Coral do Clube Galp Energia" foi fundado em Outubro de 1994, por um grupo de funcionários e seus familiares, da Refinaria de Sines da Petrogal, aos quais se juntaram posteriormente elementos da cidade de Vila Nova de Santo André. Inicialmente, o repertório consistia em canções tradicionais de várias regiões. Em Fevereiro de 1997, sob a direcção de Pedro Ramos, o coro foi renovado e transformado num coro misto a quatro vozes.

Actualmente, o seu repertório baseia-se em harmonizações de temas populares portugueses e algumas adaptações de temas eruditos para coros a capella, música sacra e espirituais negros. Ao longo da sua existência, recebeu diversos convites para actuar em palcos nacionais e internacionais.

Entre as suas actuações, contam-se os concertos na Casa do Alentejo em Lisboa, Coliseu do Porto, Refinaria do Porto da Petrogal, INATEL de Albufeira. São de referir também a participação nos encontros de coros realizados na ilha da Madeira e nas ilhas do Faial e Pico, a realização dos seus Concertos de Natal e Encontros de Coros em Vila Nova de Santo André e Aldeia de Santo André, e os Concertos realizados em estreita colaboração com a Câmara Municipal de Santiago do Cacém e Junta de Freguesia de Santo André, com vista à divulgação da música coral no Litoral Alentejano.

O grupo coral conta actualmente com 41 elementos de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 14 e os 71 anos.

CONTACTOS

SítioSítio: www.coralgalpenergia.no.sapo.pt

Correio electrónicoCorreio: coralgalpenergia@sapo.pt

07 Janeiro 2006

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GRUPO CORAL LOUREIROS

O Grupo Coral Loureiros foi fundado em Janeiro de 1970, no seio da Sociedade Filarmónica Palmelense "Os Loureiros", Colectividade esta fundada em 1852.

Enraizando-se na forte tradição de associativismo cultural, mais do que secular na vila de Palmela, um grupo de associados viu, na prática da música coral, uma forma válida de ocupar os tempos livres, de revitalizar e enriquecer a tradição de cantar, aqui tão enraizada.

Ao longo dos anos o Coro tem procurado divulgar vários tipos de música "a capella", que vão do gregoriano à música contemporânea, da música sacra à música profana. Em 1998 gravou o CD "Locus Iste", gravado na Igreja de S. Pedro em Palmela.

Tem actuado um pouco por todo o país, continente e regiões autónomas da Madeira e dos Açores, e deslocou-se várias vezes ao estrangeiro, nomeadamente a Viena de Áustria em 1997, para participar em quatro concertos integrados no Internationales Chorfest "Franz Schubert", a Espanha, França e Holanda. A convite do Inatel, actuou no Teatro da Trindade e no Teatro Nacional Dona Maria II.

Actualmente é dirigido por Filipa Palhares.

CONTACTOS

Correio electrónicoCorreio: correio@loureiros.web.pt

17 Março 2007

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GRUPO CORAL OÁSIS

O Centro Cultural Fogueirense, associação criada em 1978, fundou em 1993 o Grupo Coral Oásis que se tornou um dos núcleos de actividade desta associação. O Grupo Coral Oásis é um coro misto que conta actualmente com 45 elementos na sua constituição. O seu reportório é composto por música de índole profana e religiosa, de autores nacionais e estrangeiros.

De 1996 a 2003, participou nos Encontros de Coros da Bairrada, tendo organizado o 4.º Encontro, com assinalável êxito, comprovado quer pela crítica quer pelo público. Em 1998, foi convidado para a sua primeira aparição televisiva, no programa das manhãs da RTP1, "Praça da Alegria", tendo estado presente no mesmo programa no ano seguinte. Em 1999, inicia o Concerto dos Santos Populares, que tem vindo a realizar anualmente. Em 2002, inicia o Concerto de Natal, que se realiza todos os anos na Basílica de Mogofores. Em 2000, participou no I Encontro de Coros do Norte de Portugal.

Tem participado, ao longo dos anos, em concertos realizados por todo o País, num sistema de intercâmbio com outros coros. Tem ainda o prazer de participar em outros eventos, sempre que solicitado, da sua Freguesia e do seu Concelho. O Grupo Coral Oásis, teve como seu primeiro director artístico Celestino Ortet, tendo-lhe sucedido em 1998, António Luís de Brito. O Maestro Adjunto é Sérgio Brito.

CONTACTOS

SítioSítio: www.goasis.no.sapo.pt

Correio electrónicoCorreio: goasis@hotmail.com

12 Novembro 2005

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GRUPO CORAL POLIFÓNICO VILAR FORMOSO

O Coral Polifónico de Vilar Formoso iniciou as suas actividades em 1985, tendo desde então realizado um trabalho continuado de índole cultural, na vila e na região, através da divulgação do reportório coral erudito e da Música Portuguesa. Realizou quatro Grandes Encontros de Coros em Vilar Formoso que tiveram uma grande adesão e participação do público e em que o nível musical conseguido foi notável. Fora da localidade, participou em vários Encontros e Festivais de Música Coral, destacando-se pela sua importância os de Ciudad Rodrigo, Portalegre, Leiria, Guarda e Mealhada.

No estrangeiro, conta com participações em Burgos (Espanha), Miranda d'Ebro, Zamora e Valladolid.Devido à sua amizade com grupos do país vizinho, foi admitido como membro na Federacion Coral de Castilla y Leon (FEOCAL) e da COACE. Participou ainda nos programas de Televisão, Portugal Português, Serões da Província e Eucaristias Dominicais na RPT2 e RPT Internacional. Dirige o Coral Polifónico desde a sua fundação, o maestro Vitor Manuel Peres Casanova, sendo seu actual Presidente, o professor José Manuel Gomes Casanova.

CONTACTOS

MoradaGrupo Coral Polifónico de Vilar Formoso

6355 Vilar Formoso

Portugal

TelefoneTel. (+00 351) 271 223 170

(+00 351) 271 511 462

SítioSítio: coralvilarformoso.no.sapo.pt

Correio electrónicoCorreio: coralvilarformoso@gmail.com

13 Novembro 2006

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GRUPO CORAL SOL NASCENTE

O Grupo Coral Sol Nascente foi fundado em 22 de Novembro de 1980 e tem por objectivo elevar o nível cultural (coral e artístico) dos elementos que o integram. São inúmeras as suas actuações no país de que destacamos: a participação nos encontros de coros da área de Lisboa, no encerramento da XVII Exposição Europeia de Arte e cultura, no XI Festival de Música da Costa do Estoril e nos Encontros de Coros Amadores do Município de Oeiras.

Fora do país cantou para os emigrantes em Londres e Paris, participou no 38° Llangollen Internacional Musical Eistedfod no País de Gales, no V Festival Internacional de Coros de Alava - País Basco. Em Áustria deu concertos na Escola Superior de Música de Viena e no Centro Internacional das Nações Unidas. Em Espanha cantou na Universidade Pontifícia de Salamanca e na Igreja de St. André em Zamora. Em Fevereiro de 1991 participou como coro convidado no IV Congresso Mondiale Dei Maestri di Capella e actuou também na Igreja de St. Inácio (Roma, Itália). Em Agosto de 1988 obteve o 3° lugar no Concurso Internacional de Coros de Cleveland. Em Setembro e Dezembro de 1992 participou respectivamente no XI Festival Internacional de Alava e no IX Ciclo de Concertos-Música en Navidad, em Burgos, Torrelavelga, Miranda de Ebro e Aranda.

Em Novembro de 1996, em Jerusalém - Israel, obteve o 1° lugar no Concurso Internacional "Giovanni Pierluigi da Palestrina", integrado nas comemorações do 3° milénio da fundação daquela cidade, na categoria de Coros Femininos. Em Dezembro de 1999, realiza vários concertos de Natal na cidade de Brisbane (Austrália). Do seu repertório constam obras que vão do popular ao clássico, do medieval ao moderno tanto nacionais como estrangeiras.

2000

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GRUPO VOCAL ARSIS

O Grupo Vocal Arsis foi constituído em 1978 por Francisco d'Orey e alguns membros do Coro da Universidade de Lisboa que, terminados os respectivos cursos, pretendiam assegurar, em conjunto e com autonomia, a continuidade da sua actividade coral. Sendo dirigido por Paulo Brandão desde 1989, o Grupo Vocal Arsis é actualmente composto por cerca de 40 coralistas das mais variadas origens, que têm em comum o sentido de partilha e camaradagem imprescindível à actividade do canto em comum.

Membro da Fédération Européenne des Jeunesses Chorales (FEJC) desde 1988, o Grupo Vocal Arsis e/ou os seus membros têm participado anualmente em Festivais e Semanas Corais organizadas pela FEJC, beneficiando em consequência quer a nível coral, quer humano, do enriquecimento decorrente do contacto com coros de outros países e Maestros de renome internacional. O Coro é também membro da Associação de Coros da Área de Lisboa.

As últimas temporadas foram marcadas, para além de vários concertos integrados em eventos organizados por terceiras entidades, pela preparação e apresentação de dois projectos promovidos pelo próprio Coro. O primeiro, no âmbito das comemorações dos 856 anos de Lisboa Cidade Portuguesa, organizado em colaboração com o Castelo de S. Jorge e a EGEAC, e.m. subordinado ao tema central "Ibéria - Encontro de Culturas", tendo sido preparado e apresentado publicamente em vários espectáculos no próprio Castelo de S. Jorge. O segundo, "Dois Maestros e um coro", visou recuperar algo da história do próprio Arsis, tendo resultado da estreita colaboração entre o seu Maestro fundador e o Maestro actual, e foi realizado na Basílica dos Mártires.

O Grupo Vocal Arsis participou também no ciclo de espectáculos "Temporada de Música em S. Roque", tendo interpretado o "Te Deum" de Delalande numa produção própria com solistas e conjunto instrumental.

15 Dezembro 2005

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ORFEÃO DA UTAD

O Orfeão da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, fundado em 22 de Novembro de 1979, é a mais antiga secção da Associação Académica da UTAD, possuindo gestão autónoma. Tem como objectivo desenvolver actividades exclusivamente culturais, sem fins lucrativos, sendo de realçar os seguintes aspectos: difusão da música coral de raiz popular, erudita ou sacra, promoção cultural da região, divulgação da Instituição a que pertence, estabelecimento de laços culturais e intercâmbio com outras regiões, aquém e além fronteiras.

O seu repertório contém temas do Séc. XVI (Galaico-portugueses e outros), temas Populares, Espirituais Negros e música Sacra. O grupo é constituído por estudantes, ex-estudantes, funcionários docentes e não docentes da UTAD. Tem conhecido êxitos em diversos lugares do País e do estrangeiro, sendo de destacar as seguintes actuações: Alemanha (Osnabrück); Espanha (Ourense, Benidorm, Cádiz e Cariño); França (Paris e Grasse); Dinamarca (Bjergby e Hjorring); III e VI Encontro Internacional de Coros Universitários em Coimbra; Festival de Orfeões (Universidade de Aveiro); Encontro de Coros Universitários na Universidade do Minho; Encontro de Coros Universitários do Porto; Encontro de Coros de Espinho; concerto comemorativo do V Centenário da Impressão do Primeiro Livro em Língua Portuguesa (Chaves); concerto comemorativo dos 700 anos do Foral de Vila Real e na cerimónia de Doutoramento Honoris Causa do Primeiro Ministro da Holanda Dr. Rudolphus Lubbers, na Aula Magna da Reitoria da UTAD.

Em 1995, participou no Encontro de Coros Luso-Galaico realizado em Chaves. Em 1996, participou no concerto comemorativo do 10º aniversário da Universidade Portucalense, 10º aniversário da UTAD, actuou no Centro Cultural de Belém. Em 1997, e em 2000 actuou no programa Praça da Alegria da RTP, assim como em muitas outras actuações não menos importantes que não são realçadas de momento. Em 1991, iniciou nova etapa nas suas actividades ao organizar, com grande sucesso, o 1º Trienal Europeu de Coros Universitários (1º TECU), tendo decorrido o 2º TECU em 1994. Em 1992, organizou o I Encontro de Coros Transmontanos, iniciativa continuada em Janeiro de 1995 com o II Encontro de Coros Transmontanos. Em 1996, organizou o 1º Encontro de Coros Luso-Galaico. Em 1997, o Orfeão gravou quatro faixas de um CD duplo "Os Melhores Coros Amadores da Região Norte ", e por fim numa iniciativa do Orfeão e da Câmara Municipal de Vila Real surge a gravação do CD " Vozes da Bila".

30 Junho 2004

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ORFEÃO DE ÁGUEDA

O Orfeão de Águeda é e sempre foi um espaço de paz e fraternidade - na opinião de Armando Castela, seu fundador - apesar de ter nascido sob o signo da guerra. Em 1916, Portugal acaba de entrar na grande conflagração mundial e, logo em reunião na Câmara Municipal, se constitui a Comissão Patriótica das Senhoras de Águeda, liderada pela Condessa-Mãe da Borralha, com o fim de minorar a situação das famílias dos soldados mobilizados. A Armando Castela, a Comissão solicitou a preparação de uns coros para uma récita de angariação de fundos, e é assim que nasce o Orfeão de Águeda, cuja constituição data de 16 de Julho de 1916.

Em Outubro, já a nova agremiação faz o ensaio geral, mas é só a 6 de Janeiro de 1917 que o Orfeão se apresenta pela primeira vez ao público de Águeda. No Teatro Fernando Caldeira, os 54 rapazes do Orfeão - inicialmente masculino - esmeraram-se num espectáculo, surpreendendo o público que o aplaudiu efusivamente. Com o êxito obtido, o Orfeão consolida-se graças à acção do seu fundador e, sobretudo ao empenho dos seus coralistas. Em Julho de 1941, foi proclamado Benemérito da então vila de Águeda, aquando das comemorações das Bodas de Prata.

Durante vários anos, manteve uma Secção de Xadrez; uma Escola de Música, por onde passaram dezenas de jovens, alguns dos quais são hoje óptimos profissionais nesta arte; e um Coral Infantil, inicialmente com 80 crianças, que permaneceu activo desde 1989 a 1994, altura em que o Orfeão de Águeda fundou a sua Academia de Música, que é hoje Conservatório de Música de Águeda. Foi o pioneiro no país na realização de vários Cursos-Estágio de Direcção Coral, com o alto patrocínio da Secretaria de Estado da Cultura, ministrados pelo conceituado Maestro José Robert.

Em 1991, foi agraciado com a Medalha de Mérito Municipal, em reconhecimento público pelo trabalho efectuado em prol da Cultura, e foi-lhe conferido o Estatuto de Utilidade Pública, aquando das comemorações das Bodas de Diamante. Já em 2002, foi-lhe atribuído o Judeu de Ouro, pela ANATA, como Colectividade do ano. Pelo Orfeão de Águeda, passaram maestros, como Armando Castela, José Soares da Costa, Padre Manuel Armando Marques, Francisco Faria, Boaventura Faria e Severino Vieira. Actualmente, a actividade do Orfeão de Águeda movimenta-se através do seu Coro Misto e do seu Grupo de Teatro.

O Coro Misto tem-se destacado em diversas realizações e participações culturais, nomeadamente em inúmeros concertos efectuados por todo o país, a destacar: Padrão dos Descobrimentos, Castelo S. Jorge, Basílica dos Mártires (Lisboa), 100º Aniversário do Orfeon Académico de Coimbra, 75º Aniversário do Orfeão da Madalena, Seminário de Aveiro, Conservatório de Aveiro, Museu de Aveiro, Sé de Viseu, Sé da Guarda, Paço dos Duques de Bragança (Guimarães), Mosteiro de Pedroso, Capela da Universidade de Coimbra, Casino Peninsular da Figueira da Foz, Casino Solverde de Espinho, Escola Superior de Educação de Portalegre, Basílica de Mogofores, e tantos outros.

Em Espanha, esteve presente em Vigo (1999), Ciudad Rodrigo (2001), Miranda de Ebro (2002), Ourense (I Festival Internacional "Auria Canta" - 2002), La Coruña ( XIX Encuentro de Habaneras "Ciudad La Coruña" - 2003), Cudillero-Astúrias (III Certamen Internacional de Habaneras y Canción Marinera - 2003, transmitido pela Tele-Avilés), e em Santiago de Compostela, onde participou na Missa do Peregrino na Catedral, inserida nas comemorações do Jacobeu 2004 - Ano Santo Compostelano, com grande êxito, manifestado quer pelo público quer pela crítica. É de salientar a sua participação em várias missas dominicais transmitidas pela RTP 1 e RTP 2, bem como, em outros programas televisivos, e a sua participação na gravação dos seguintes CD's: "Os Melhores Coros Amadores da Região Centro" , editado pela Public-Art (1996); "Um amor de 20 anos", editado pela Cerciag (1998), e "25 Anos de Soluções Luminosas - EEE", gravado ao vivo, pela Public-Art (2002). Organiza anualmente na cidade de Águeda, o Concerto de Gala comemorativo do Aniversário da Colectividade, e nas freguesias limítrofes, os Concertos de Primavera e de Natal.

O seu reportório é constituído por obras sacras e profanas, desde a época renascentista à contemporânea, de compositores nacionais e estrangeiros, de forma a agradar ao vastíssimo público. Paralelamente, foi através do Orfeão de Águeda, que à nossa cidade, se deslocaram grandes valores da cultura portuguesa: Manuel da Fonseca, Rogério Paulo, Mário Vieira de Carvalho, Batista Bastos, Manuel Alegre, Fernando Lopes Graça, Manuel Gusmão, Jaime Gralheiro, José Carlos Gonzalez, entre outros, participando em colóquios e conferências de elevado valor histórico-cultural. De assinalar ainda, a participação em iniciativas do Orfeão de Águeda, da Banda de Música da Força Aérea Portuguesa, Real Teatro de Ópera de Queluz, Nova Filarmonia Portuguesa, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Régie Sinfonia do Porto, dos Grupos Trovante, Almanaque, Gefag, Orquestra dos Antigos Tunos da Universidade de Coimbra, Orquestra de Harmónicas de Ponte Sôr, Banda de Gaitas "A Follateira" (Ourense), e os cantores Carlos Guilherme, Vitorino, Janita Salomé, Adriano Correia de Oliveira, Manuel Freire, António Portugal e o Grupo de Guitarras de Coimbra, Carlos do Carmo, Rão Kyao, e muitos outros.

O Coro Misto do Orfeão de Águeda é, presentemente, constituído por 60 elementos de ambos os sexos, estando a Direcção Artística, desde 1999, a cargo de Sérgio Brito, tendo como adjunto António Luís de Brito.

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09 Agosto 2004

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ORFEÃO DE BARRÔ

Não se pode falar da história do Orfeão de Barrô, bem como do Grupo de Teatro de Barrô, sem referir o Centro Cívico e Social ABARCA. Efectivamente, após a construção da obra surgiu, a preocupação de criar organismos que viessem dar vida à sua parte mais sensível - a sala de espectáculos - já que as outras teriam a ocupação natural para que foram criadas. Foi assim que nasceu a ideia do Orfeão de Barrô o qual deu os seus primeiros passos no dia 15 de Dezembro de 2000, com a iniciativa do Eng. Adolfo Roque ao fazer convite a um Maestro. A 28 de Dezembro, após algumas reuniões para acertar pormenores e convites a pessoas para integrarem o grupo, faz-se o primeiro ensaio.

Depois de muitos meses a ordenar naipes, moldar vozes, afinar timbres, o Orfeão de Barro, sob a orientação do director artístico Joaquim Lourenço Fragoso Branco, actuou, pela primeira vez, aquando da inauguração do Centro Cívico e Social, a 29 de Junho de 2002. Pela segunda vez, no dia 21 de Setembro de 2002, na inauguração da Exposição Comemorativa do 80º Aniversário da Travessia Aérea Portugal/Brasil por Gago Coutinho e Sacadura Cabral.

Em Março de 2003, apresentou-se mais uma vez em público, na companhia da Orquestra Típica de Águeda e do Orfeão de Águeda, para a cerimónia do seu apadrinhamento por este último. Desde então, tem actuado em diversos espectáculos, de que são exemplo o V Concerto dos Santos Populares, que se realizou no Salão da Junta de Freguesia de Sangalhos, no dia 28 de Junho de 2003, os Encontros de Coros da Bairrada, que tiveram lugar em Espinhel (2003), e em Recardães (2004), e a realização do I Concerto de Natal, que contou com a participação dos orfeões de Leiria, Seia, e Castelo Branco. Marcou também presença no Concerto Comemorativo do Centenário do Clube de Castelo Branco, que se realizou no dia 17 de Abril de 2004, no Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco, e organizou ainda o seu 1.º Encontro de Coros, que contou com a participação dos orfeões da Fogueira (Sangalhos), Viseu e Fafe.

Estas primeiras actuações, ficarão como marcos a assinalar o historial do seu nascimento. Depois disso, o Orfeão de Barrô tem actuado praticamente de norte a sul do país, respondendo na maioria a solicitações de muitos e prestigiados corais. Em Abril de 2005, fez a sua primeira internacionalização, deslocando-se à cidade Galega de Lugo (Espanha), onde participou no 6.º Encontro Internacional de Música Sacra, organizado pelo Orfeón Lucense, tendo sido recebido oficialmente pelo Ayuntamento local. Desde Outubro de 2005, é seu director artístico Sérgio Brito, que o dirigiu pela primeira vez, no XXVI Encontro de Coros de Pevidém, em 29 daquele mês.

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07 Março 2006

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ORFEÃO DE LOUREIRO

O primeiro ensaio do Orfeão de Loureiro realizou-se no dia 1 de Novembro de 1979, no salão da residência paroquial de Loureiro (uma vila do concelho de Oliveira de Azeméis, no distrito de Aveiro), sob a orientação de José António Albuquerque. A estreia em público só teve lugar no dia 22 de Agosto de 1981, em Loureiro. Dois anos depois, o grupo cantava pela primeira vez fora da freguesia, participando num encontro de coros promovido pela Associação Cultural de Salreu (Estarreja). Os ensaios tinham já lugar no Salão Paroquial de Loureiro. No dia 17 de Abril de 1986, Abílio Pinto Rodrigues assumiu a direcção artística. O grupo legalizou-se, através de escritura realizada no dia 20 de Junho de 1987.

Algum tempo depois, tornou-se membro da Associação de Coros Amadores do Norte de Portugal e, mais tarde, filiou-se no INATEL como Centro de Cultura e Desporto. Organizou os primeiros encontros anuais das colectividades de Loureiro e os primeiros torneios de futebol entre as colectividades, com o objectivo de promover o convívio entre os seus elementos. Internamente, criou o Coro Infantil do Orfeão de Loureiro, dirigido por Aurora Emília Santos, e um grupo de música popular, cuja actividade se encontra suspensa.

A partir de 5 de Outubro de 1993, passou a ter como maestro Rui Manuel dos Reis Ferreira. Em 1997, gravou quatro faixas do CD "Os Melhores Coros Amadores da Região Norte (Douro Litoral - Sul)". No dia 27 de Novembro de 1999, esta associação inaugurou finalmente a sua sede, no edifício da Junta de Freguesia de Loureiro, local onde os ensaios passaram a ser realizados. O Orfeão de Loureiro já realizou concertos em todo o país. Destaque especial merece a sua deslocação à Madeira, de 25 a 28 de Abril de 2002, a convite do Orfeão Madeirense, com actuações no Funchal e em Seixal.

Organiza, desde 1988, os Encontros de Coros em Terras de La Salette, em que já participaram dezenas de corais de todo o país e de Espanha. Continua a promover Concertos de Natal, em Loureiro e no concelho, e percorre, depois, a freguesia a cantar as Janeiras. É sócio fundador da FAMOA - Federação das Associações do Município de Oliveira de Azeméis.

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MoradaOrfeão de Loureiro

Rua S. João Baptista, 46

3720-059 LOUREIRO OAZ

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01 Maio 2006

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ORFEÃO DE PORTALEGRE

Fundado em 7 de Fevereiro de 1980, por iniciativa de Joaquim Augusto de Brito Vintém, o "Orfeão de Portalegre" fez a sua primeira apresentação pública no dia 23 de Maio do citado ano, num concerto realizado no convento de Santa Clara, integrado nas Comemorações do Feriado Municipal. Foi dirigido por Augusto Vintém desde a sua fundação até ao ano de 1982. De 1982 a 1984 é dirigido pelo Padre Tarsísio, voltando Augusto Vintém, após ter feito a sua profissionalização em exercício, ficando até ao ano de 1990.

Em 1990, os Professores Domingos Redondo e Joaquim Correia assumem a direcção musical e desde 1995 esta é da responsabilidade de Domingos Redondo, contando com a preciosa colaboração de Francisco Alegre. Associação já com 23 anos de intensa actividade, conseguida através do dinamismo e espírito de sacrifício dos seus componentes, que ao Orfeão vêm dedicando muitos dos seus tempos livres e horas de descanso, sem qualquer intuito remuneratório.

Composto por cerca de 40 elementos das mais variadas profissões e idades, na sua maioria sem qualquer formação musical, comungam, no entanto, o mesmo gosto pela música e pelo canto, enriquecendo a sua sensibilidade musical e contribuindo para o enriquecimento cultural de Portalegre e desta região do Alto Alentejo. Desde 1983, vem organizando anualmente, por altura da quadra Natalícia, concertos alusivos à época, em várias freguesias do Concelho e em sedes do Concelho do Distrito, salientando-se o seu tradicional Concerto na lindíssima Sé Catedral de Portalegre e desta região do Alto Alentejo. Para além disso, organiza também o Encontro de Coros que se realiza anualmente em Maio, por ocasião das Festas do Concelho.

Em 1985, grava o seu primeiro LP, voltando em 1998, a registar as suas vozes num CD intitulado "Os Melhores Coros Amadores da Região", juntamente com outros Coros do Alentejo. Em 1987, participa num programa da RTP, voltando a fazê-lo em 1997, por altura do Natal. Em 1989, as suas actividades são declaradas de reconhecido e manifesto interesse cultural, por Sua Excelência a Senhora Secretária de Estado da Cultura. Em Maio de 1993, organiza o 1º Encontro de Coros do Alto Alentejo, tendo participado 8 grupos. Nestes 23 anos de actividade, participou num elevado número de Concertos em quase todos os distritos do País, incluindo a região autónoma dos Açores e Madeira.

Além fronteiras, há a salientar os concertos realizados em Valência de Alcântara, em Mérida, no majestoso Teatro Romano, na Catedral de Sanlúcar de Barrameda (Cádis) e em França, onde actuou em Março de 1997 e em Junho de 2000, actuou na região de Brie - Paris. Distinguido com a Medalha de Prata de Mérito Municipal, atribuída pela Câmara Municipal de Portalegre, em 23 de Maio de 2000, pelos seus 20 anos de actividade cultural. Em Novembro de 2002 foi criada a página na Internet, tendo feito a apresentação do site nas Comemorações do 23º Aniversário, realizadas em 8 de Fevereiro de 2003. Em Setembro de 2003 participou no II Festival Internacional de Música Coral, realizado em Ourense - Galiza - Espanha.

30 Junho 2004

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ORFEÃO DE VALADARES

O Orfeão de Valadares foi fundado em 1927, dedicado em especial ao canto coral. Começando por ser um coral masculino, só muito mais tarde passou a constituir um grupo coral misto, na forma hoje mais divulgada. Por várias razões, a actividade coral esteve interrompida durante alguns anos, tendo sido retomada em 1997 sob a direcção de Miguel Fernandes. Foi o "Renascer" do Orfeão de Valadares. No ano de 2001, um grupo de amigos e coralistas, com alguns conhecimentos musicais e/ou experiência coral, tomou a iniciativa de fundar o Coro de Câmara do Orfeão de Valadares, constituído por 17 elementos. O seu reportório é composto por peças a capella, que vão desde o período renascentista ao contemporâneo, de autores portugueses e estrangeiros.

Apresentou-se em concerto, pela primeira vez, em Dezembro de 2001. Desde então realizou concertos no Orfeão de Valadares, no Porto - no Ateneu Comercial e na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto - e em Santa Maria da Feira. Em 2003, participou no 5º Festival Internacional "Isola del Sole" em Grado, Itália.

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Apartado 94

4405 - 594 VALADARES

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ORFEÃO DE VISEU

O Orfeão de Viseu constituiu-se em 29 de Maio de 1929 como instituição cultural e recreativa, com o objectivo de ocupar os tempos livres dos viseenses, através do cultivo da Arte e da Música. A primeira apresentação pública está registada como sendo a 18 de Maio do ano seguinte, no Avenida Teatro, apresentando-se então o Orfeão com 120 figuras masculinas, sob a regência do saudoso cónego Barreiros.

Adoptou como lema "Pela Arte e pela Beira" e foi por Viseu e pela Beira que o Orfeão de Viseu continuou, ao longo de anos, a divulgar a sua arte pelas mais diversas regiões deste país e por terras do estrangeiro. Actuou em Espanha, Itália e Suiça e declinou convites para participar em concertos organizados por comunidades de emigrantes do Luxemburgo e França, por falta de apoios.

Acarinhado pelas gentes de Viseu, o Orfeão dedicou-se, ao longo de décadas, ao teatro, à Poesia, à Dança e à Música. Promoveu concursos de poesia e literatura, cafés-concertos, conferências e tertúlias. Divulgou, em exposições temporárias, o artesanato e o traje de Viseu, homenageou as grandes figuras da região e soube ser solidário com os outros, através da angariação de fundos para minorar a desgraça alheia. Teve ainda tempo para participar em diversos programas da RTP e da rádio, divulgando a região das Beiras e a sua arte. É, como alguém disse, o mais ilustre embaixador da cultura de Viseu.

O Orfeão de Viseu ostenta no seu currículo a atribuição de diversos galardões, como sejam a Medalha de Reconhecimento dos Padrões da Grande Guerra, o título de Comendador da Ordem de Benemerência e o reconhecimento de Pessoa Colectiva de Utilidade Pública. Em 2004 foi agraciado pela Câmara de Viseu com a Medalha de Mérito Municipal, pela actividade desenvolvida ao longo de 75 anos, ao serviço da região da Beiras, pela Arte e pela Cultura e recebeu ainda o prémio ANIMARTE, destinado à melhor instituição cultural do Distrito. É sócio honorário de diversas colectividades e instituições culturais do País.

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31 Maio 2007

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ORFEÃO DO ENTRONCAMENTO

O Coro Misto do Orfeão do Entroncamento foi fundado em Janeiro de 1988, na Associação Filarmónica e Cultural do Entroncamento tendo-se constituído em associação independente em 1990. Desde então assumiu a feição que ainda hoje mantém: um conjunto de pessoas unidas pelo amor à música que tenta transmitir uma herança musical através do canto em grupo. Este grupo coral faz parte de um projecto autónomo virado para a prática e divulgação da música coral, de autores universais, pautando a sua acção por critérios de qualidade.

Fez a sua primeira apresentação pública em 1988, no Cine-Teatro São João, no Entroncamento. Desde então tem realizado vários concertos quer na comunidade em que se insere, quer em diversos locais do País (onde se tem deslocado a convite de associações congéneres ou de outras entidades). Deslocou-se ainda a França, em Fevereiro de 1998, a convite da Associação Franco-Portuguesa de Villiers-sur-Marne, onde participou na Quinzena Cultural "À Descoberta de Portugal". Ainda no ano de 1998, realizou um concerto no Centro Cultural de Belém. Mais recentemente, em Dezembro de 2005, deslocou-se à Ilha da Madeira a convite do Orfeão Madeirense onde participou no VIII Festival de Coros de Natal do Funchal. Ainda neste ano, e no ano de 2006 realizou vários concertos em Encontros de Coros e outros eventos.

Participou em concertos internacionais com os grupos corais de Valladolid, Pontevedra e Villanueva de la Serena, de Espanha e com o Grupo Coral de Nancy, França.

Tem participado regularmente nos Festivais de Música organizados a nível regional pelo INATEL.

A convite da Editora Public-Art/Coimbra, participou na gravação do CD duplo entitulado "Os Melhores Coros da Região Centro", editado no Natal de 1996.

O Coro Misto organiza ainda anualmente um Festival de Coros e um Concerto de Reis na sua cidade berço.

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23 Maio 2008

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ORFEÃO UNIVERSITÁRIO DO PORTO

O Orfeão Universitário do Porto foi fundado em 6 de Março de 1912, cerca de um ano após a criação da Universidade do Porto, por um grupo de Estudantes entusiastas, conscientes da necessidade de completar a acção formativa que deve ter uma Universidade. A Direcção Artística foi atribuida a Fernando Moutinho, sucedendo-lhe Futuro Barroso e Clemente Ramos, este último já nos anos vinte. O Orfeão atingiu então grande notoriedade, quer em Portugal, quer em Espanha, onde se deslocou em diversas ocasiões.

Em Março de 1937, aquando das comemorações do Centenário da Fundação da Academia Politécnica e da Escola Médico-Cirúrgica do Porto, o Maestro Afonso Valentim assumiu o cargo de ensaiador do OUP que, reformulado, foi o primeiro coral universitário a apresentar naipes femininos no seu elenco. Nos anos 40, o Orfeão passou a contar com outros momentos no espectáculo, dedicados a diversos entreactos, fado, tangos e rábulas humorísticas. Interessante notar que, pela primeira vez, as raparigas universitárias envergaram o actual traje académico, posteriormente adoptado noutras Universidades. Entretanto surgiu também o Grupo de Bailados Regionais, dedicando o Orfeão, a partir dessa data, o maior interesse à divulgação do folclore nacional.

Desde 1973, o cargo de Regente Artístico é ocupado pelo Maestro Professor Mário Mateus. Mais tarde, para além dos grupos regionais, surgiram os grupos de cantares populares, que vieram enriquecer a vertente cultural do espectáculo e do próprio OUP, que ao longo dos anos foi acumulando um valioso espólio em trajes regionais - alguns deles únicos no nosso país (caso dos trajes dos Pauliteiros). Desde então o OUP realiza regularmente recolhas etnográficas junto às diversas regiões do nosso país com o intuito de melhorar e aprofundar o repertório e a qualidade de cada grupo.

A acção cultural do Orfeão não tem sido ignorada pelas autoridades, que o distinguiram, entre outras, com a Medalha de Ouro de Mérito Artístico da Cidade do Porto e com o grau de Comendador da Ordem de Instrução Pública, Comendador da Ordem da Benemerência, e Pessoa Colectiva de Utilidade Pública.

Nos dias que correm o OUP é constituído por cerca de 200 estudantes das várias faculdades da Universidade do Porto, que trabalham activamente nos 19 grupos que o constituem e se aglomeram sob três grandes vertentes: a Coral, a Etnográfica e a Académica.

O Orfeão Universitário do Porto, Instituição de Utilidade Pública, prima por ser o único organismo de cariz extra-curricular da Universidade do Porto que aglomera estudantes de todas as faculdades da mesma.

Graças às suas características, o OUP tem sido veículo privilegiado da música coral e da cultura portuguesa, tanto no nosso país como no estrangeiro. Teve a honra de divulgar a Cultura Portuguesa nos Estados Unidos da América, Brasil, Venezuela, Angola, Moçambique, Cabo Verde, África do Sul, França, Itália, Grécia, Inglaterra, Alemanha, Polónia, Suiça, Holanda, China, Hong-Kong, Índia, Macau, Malásia e Tailândia, entre outros.

Desde Janeiro de 2006, é seu Maestro e Director Artístico António Sérgio Ferreira.

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MoradaOrfeão Universitário do Porto

Rua dos Bragas, 289

4050-123 Porto

TelefoneTel. (+00 351) 222 010 101

TelefoneTel. (+00 351) 222 010 102

FaxFax: (+00 351) 222 010 101

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Associação dos Antigos Orfeonistas da Universidade do Porto

MoradaRua dos Bragas, 289

4050-123 Porto

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29 Maio 2006

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ORFEON ACADEMICO DE COIMBRA

O Orfeon Académico de Coimbra, fundado a 29 de Outubro de 1880 pelo estudante de Direito João Arroio, com o nome "Sociedade Choral do Orpheon Académico", é o mais antigo coro português em actividade e um dos mais antigos da Europa. Aquando da sua formação e até 1974, era composto apenas por vozes masculinas, tornando-se, a partir de então, um coro misto, mais adequado com realidade estudantil.

Actualmente, constituem o OAC estudantes das oito Faculdades da Universidade de Coimbra e dos Institutos Superiores desta cidade. O repertório marcou, indubitavelmente, o mérito artístico do Orfeon e com ele os seus regentes, uma vez que foi o primeiro grupo coral a executar em Portugal música do contemporâneo Richard Wagner, aquando da sua primeira apresentação em público, a 7 de Dezembro de 1880 no Teatro Académico Príncipe Real, em Coimbra, por ocasião das comemorações do tricentenário da morte de Camões.

Ao longo dos anos, tem-se mantido a preocupação de incluir no repertório peças de compositores estrangeiros e nacionais, não esquecendo obras compostas ou harmonizadas pela mão dos próprios regentes. Neste contexto, e fazendo referência a trabalhos recentes, destacam-se os Inéditos da Escola de Coimbra (em depósito na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra), executadas pelo Orfeon, séculos depois da sua última apresentação pública, "Kantate nº 4" de J. S. Bach, "Via Crucis" de Franz Liszt, "Oratorio de Noël" de Camille Saint-Saëns e "Vesperae solemnes de Confessore" de W. A. Mozart.

A criatividade e dinamismo do Orfeon tem-se reflectido ao longo dos tempos nas suas actividades, traduzindo-se numa componente de carácter complementar paralelamente à música coral, das quais são exemplo uma Orquestra Ligeira, um Grupo de Jazz, um Grupo de Variedades, um Grupo de Música de Câmara, um Grupo de Música Popular e um Grupo de Fados. Este facto tem permitido atribuir aos espectáculos uma dinâmica original e contribui para que cada orfeonista tenha um contacto pedagógico com diferentes tipos de música.

Desde cedo, e ao longo destes 125 anos o Orfeon Académico de Coimbra afirmou-se como embaixada cultural privilegiada da Universidade de Coimbra ao percorrer o continente português, as suas ilhas e países dos quatro continentes, sendo notável a contínua dedicação na representação da cidade de Coimbra, da praxe, tradições académicas e na divulgação da música coral aquém e além fronteiras.

Foram vários os Directores Artísticos que, com o seu saber e dedicação, legaram ao Orfeon o seu valioso contributo: João Arroio (1880/1882), António Joyce (1908/1912), Elyas de Aguiar (1914/1936), Raposo Marques (1937/1966), Joel Canhão (1966/1973), Cândido Lima (1973/1975), Artur Carneiro (1976/1982), Virgílio Caseiro (1982/1996) e Edgar Saramago (1997/1999). Desde de Dezembro de 1999, o Orfeon Académico de Coimbra é regido pelo maestro Artur Pinho.

Foram também várias as personalidades famosas que passaram pelo OAC, de onde se podem destacar, Zeca Afonso, António Almeida Santos, Alberto João Jardim Adriano Correia de Oliveira, Luis Goes, Fernando Machado Soares, Fernando Rolim, entre muitos outros. Nos últimos anos, o OAC percorreu, cantando, diversos países, como por exemplo, a Bélgica em 1991 quando participou no Festival Europália; em 1992 rumou a Itália tornando-se o primeiro coro português a cantar na Basílica de S. Pedro; em 1993 foi aos EUA e Canadá e em 1998 ao Brasil, ano em que também se apresentou na Exposição Mundial de Lisboa. Esteve também nos Arquipélagos da Madeira em 1999 e, mais recentemente, dos Açores em 2001. Em Outubro de 2002 partiu em direcção à Hungria e à Suíça.

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SítioSítio: www.aac.uc.pt/~orfeon

Correio electrónicoCorreio: orfeon@gmail.com

 

24 Janeiro 2005

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SPIRIT VOICES

A formação vocal Spirit Voices foi criada em 2002 e é um dos muitos braços artísticos do Grupo Musical da Mocidade Perosinhense (Tuna de Perosinho), instituição berço de várias gerações de músicos amadores e profissionais. Composto por 8 elementos, todos com formação musical, este agrupamento coral tem apostado, desde a sua formação, por trabalhar no domínio dos espirituais negros e da música "gospel", contudo, dada a sua versatilidade, permite abraçar um repertório mais eclético que se estende desde a música sacra, passando pela música de câmara, até à música ligeira.

O trabalho desenvolvido começa a dar os seus frutos, traduzindo-se na crescente participação em recitais, concertos e outros eventos, sendo de sublinhar as recentes actuações no 3º Festival de Música da Associação de Jovens Flautistas do Porto, na FNAC do Gaiashoping e o Ciclo de Concertos de Natal em diversas igrejas da região, arrebatando calorosos aplausos do público. Os novos convites em agenda fazem adivinhar uma intensa temporada de espectáculos para o ano de 2005.

CONTACTOS

Correio electrónicoCorreio: spirit.voices@tunaperosinho.net

20 Janeiro 2005

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VOCAL DA CAPO

Fundado em Janeiro de 1982, o Vocal Da Capo constituiu-se legalmente como associação a 24 de Outubro de 1994. Em Junho de 1997, foi admitido, no INATEL, como Centro de Cultura e Desporto. Em Junho de 2004, foi agraciado com a Medalha de Mérito Cultural pela Câmara Municipal de Cascais, em reconhecimento da actividade desenvolvida em prol da cultura.

Até 1994, trabalhou, sucessivamente, sob a direcção de Domingos Morais, Cândida Simplício e Luís Bragança Gil. É dirigido, desde Setembro de 1994, pelo maestro Eduardo Paes Mamede. O seu repertório abrange música sacra e profana desde o século XIII até à actualidade. Desde a sua fundação, participou em vários Encontros de Coros Amadores da Área de Lisboa e cantou em escolas, hospitais e lares. Tem vindo a utilizar os edifícios públicos, museus e monumentos, como locais privilegiados para apresentar o seu trabalho. Organizou dois cursos de direcção coral dirigidos pelo maestro Paulo Brandão e quatro estágios de música coral, essencialmente vocacionados para jovens.

No seu 10.º aniversário, organizou, em Carcavelos, um Festival de Coros, onde ao longo de sete semanas, actuaram oito coros de grande qualidade artística. Em Maio de 1992, promoveu, em colaboração com várias escolas do concelho de Cascais, a “Semana da Renascença” que incluiu uma exposição de cartografia e de instrumentos musicais da época dos descobrimentos e concertos de música instrumental e coral renascentista. Em 1994, em colaboração com a Camerata Vocal e a Banda dos Bombeiros Voluntários de Torres Vedras, realizou três concertos, onde foram interpretadas peças para coro e piano de J. S. Bach e G. Fauré e peças de Verdi, Beethoven e Haendel para grande coro e orquestra.

Em 1995, participou no “Grande concerto Coral e Carrilhão”, realizado no Palácio Nacional de Mafra, onde, pela primeira vez em Portugal, 150 vozes ao vivo e em simultâneo com o carrilhão interpretaram peças de F. Schiler, M. Franck e Haendel. Em 1996, participou no “XII Festival de Coros de Faro” e, em 1997, no “IV Encontro de Coros de Portimão”. Em 1998, participou no programa “Carlos do Carmo Especial”, gravado ao vivo no Teatro Camões, em Lisboa, e transmitido em directo pela RTP Internacional. Em 2000, participou no “6º Festival Internacional de Corais”, de Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil, integrado nas Comemorações do V Centenário do Descobrimento do Brasil.

Em 2002, comemorou o seu 20.º aniversário com diversos concertos e com a gravação de um CD, lançado a 6 de Julho, no Centro Cultural de Cascais. Nesse mesmo ano, deslocou-se à ilha de S. Miguel, Açores, participando em concertos realizados em Ponta Delgada, Lagoa, Ribeira Grande e Vila Franca do Campo. Em Outubro de 2003, deslocou-se a Espanha e França tendo actuado em Valladolid, Salamanca e Biarritz. Em Novembro de 2004, deslocou-se a Praga, capital da República Checa, para participar no "XIV Festival Internacional de Música de Advento e de Natal", onde obteve um Diploma de "Prata".

O "Vocal Da Capo" tem tido o apoio regular do Centro Comunitário da Paróquia de Carcavelos, Câmara Municipal de Cascais, Junta de Freguesia de Carcavelos, INATEL e do Governo Civil do Distrito de Lisboa.

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17 Abril 2005

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Placa de QRcode da sua página web

A criação e leitura de informações em QRCode está a generalizar-se com a expansão dos dispositivos móveis. Com o seu telemóvel, basta descarregar a aplicação de QR para aceder fácil e rapidamente a conteúdos da Internet e divulgá-los junto de um vasto público.

Por 15€ pode adquirir agora uma placa QRCode da página que a sua instituição musical tem na Meloteca. Pode afixá-la na sede do grupo folclórico, se é o caso, ou da orquestra, do coro, ao lado do órgão de tubos. 

Se a sua instituição ainda não tem página na Meloteca ou tem informação desatualizada, pode aproveitar o momento.

Os dispositivos móveis assumem um papel cada vez mais importante e estamos atentos a esse fenómeno. 

Discretamente a Meloteca vai-se tornando mais acessível e universal, até termos no próximo ano a nova plataforma, cujos custos são muito avultados.

OPÇÕES E PROCEDIMENTOS

Esta opção inclui página autónoma com biografia extensa, sem limite de caracteres, com 5 fotos. Envie uma mensagem para meloteca@meloteca.com. Clique para ver o IBAN, proceda à transferência bancária e envie o talão comprovativo da transferência.

A Meloteca é consultada nos cinco continentes, em mais de 138 países, tendo já superado a barreira de 43 visitas em simultâneo em todo o sítio, 14 visitas numa só página e 4267 visitas num só dia. A média de visualizações de página no mês de Abril de 2016 foi de 3236 por dia.

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