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O Coro "Alma de Coimbra" é constituído por cerca de 28 elementos masculinos, antigos estudantes da Academia de Coimbra, unidos pelo gosto de cantar e verdadeiro espírito de fraternidade e humanismo. Sob a direcção artística de Augusto Mesquita, o coro interpreta um vasto repertório (profano e religioso), dedicando particular atenção à música e poetas da lusofonia. Tendo em conta a riqueza e da diversidade de timbres das suas vozes, apresenta nos seus espectáculos todo um conjunto de peças musicais originais, em polifonia (4 vozes) e recorre com frequência a solistas de grande qualidade vocal. Dispondo de excelentes executantes instrumentais, oferece nos seus concertos o magnífico som das guitarras de Coimbra e a superior interpretação do "Fado de Coimbra".
CONTACTOS
Rua Visconde de Monte São, 109
3000-416 Coimbra
Portugal
Tel. (+00 351) 933 708 730 | (+00 351) 965 409 875
Fax (+00 351) 239 964 157
almadecoimbra.googlepages.com
almadecoimbra@gmail.com
01 Maio 2007
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ANTIGOS ORFEONISTAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA |
Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra
Rua Bernardino Ribeiro, 36
3000 COIMBRA
Tel. / Fax (+00 351) 239 721 996
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O Choral Phydellius fundado em 17 de Maio de 1957, iniciou a sua actividade como coro masculino, dedicando-se, nos primeiros tempos da sua existência, à interpretação de Música Sacra. Em 1961, já como coro misto, ampliou os seus horizontes musicais, sofrendo transformações sucessivas que o moldaram num estilo ímpar em Portugal.
Desde a sua fundação até 1971, foi dirigido por Fernando Cardoso. A partir deste ano, sob a direcção artística de José Robert, ganhou novo dinamismo, alargou os seus conhecimentos, aperfeiçoou o seu estilo, reformulou e diversificou o seu repertório, avançando para obras de maior dimensão e complexidade entre as quais se destacam a Segunda Cantata de Natal de Fernando Lopes-Graça, o oratório "Jephte" de Carissimi, a "Missa Choralis" de Liszt.
Tem realizado centenas de actuações em Portugal e no estrangeiro participando em inúmeros festivais e intercâmbios.
06 Dezembro 2006
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CHORAL POLIPHONICO DE COIMBRA |
Fundado em 1972, o "Choral Poliphonico de Coimbra" tem em Maria Fernanda Rovira, então Directora do Conservatório Regional de Coimbra e no Maestro José Firmino Morais Soares as sólidas bases de competência técnica e artística que nos primórdios deram corpo ao seu objectivo de "estimular a criação de uma necessidade musical como elemento fundamental da cultura", congregando à sua volta, e na concretização da sua iniciativa, um conjunto de vontades que o ergueram.
Inicialmente integrada a sua actividade na do Conservatório Regional de Coimbra, cedo se viu na necessidade de autonomizar a sua programação e conquistar um público próprio. Tomou então a designação de "Choral Poliphonico de Coimbra", que mantém, embora só em 1979 tenha sido regularizada a sua situação jurídica com a elaboração da respectiva escritura pública. Com a dedicação e o saber do Maestro José Firmino e atravessando um período de profundas alterações da sociedade portuguesa, o CPC realizou espectáculos de crescente qualidade artística conquistando agrado do público e da imprensa. A sobriedade e riqueza do seu programa contemplava música erudita, tanto portuguesa como europeia e americana, cobrindo o âmbito cronológico que, partindo da Renascença percorria os períodos Clássico, Romântico e Contemporâneo.
Até 1977, incluía, além da parte coral uma parte instrumental a cargo de um conjunto de Câmara sob a direcção de João Anjo e também momentos de poesia que manteve até mais tarde. Assim, na primeira década (1972-1982) conheceu uma intensa actividade artística realizando dezenas de concertos quer em Coimbra quer por todo o país, com excelentes referências, a tal ponto que em 1978 a câmara Municipal de Coimbra deliberou considerá-lo "Coro Representativo da Cidade". Gravou dois LP neste período, sendo um deles destinado às Comunidades Portuguesas residentes no estrangeiro. À passagem do seu 10º aniversário em 1982, a Câmara Municipal de Coimbra tributa ao Choral Poliphonico nova homenagem, atribuindo-lhe a Medalha da Cidade pela valiosa actividade artística, reconhecendo o seu meritório papel no panorama cultural de Coimbra e da região.
A segunda década da sua existência é marcada pela contínua procura da qualidade das suas actuações e concertos, sendo de realçar as actuações conjuntas em concertos com os instrumentistas Antoine Sibertin-Blanc (orgão de tubos) e Diogo de Freitas Branco Paós (clarinete) e a orquestra Camerata do Porto regida pelo Maestro José Ferreira Lobo. É também neste período que o seu valor se impõe à consideração de públicos além fronteiras, com digressões a Orense (Espanha), Vandovre, Poitiers, Estrasburgo e Contrexville (França), Osnabruck e Munster (Alemanha), nas quais escreveu páginas de valor inestimável para a sua cidade e para o país. Entretanto, em Abril de 1991, deixou a regência o Maestro José Firmino, sendo substituído pelo Maestro Luís Batalha que se manteve cerca de dois anos, até que em Setembro de 1993, assumiu essas funções o actual director artístico Maestro Paulo Moniz.

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O ComSonante um coro misto de 20 elementos. Por iniciativa da Junta de Freguesia de São João, em Lisboa, e com a direcção do maestro Luiz Pedro Faro, nasceu o Coro São João no ano de 1991. Passados dez anos, integrou-se na Sociedade Filarmónica Recreio Artístico da Amadora, tendo, a partir daí, adoptado a designação de Coro ComSonante. Desde o final de 2004, está associado à Biblioteca Operária Oeirense, espaço onde actualmente ensaia.
O seu repertório vai desde o Renascimento até ao século XX e alcança já uma centena de peças, compreendendo música sacra e profana, canções de Natal e espirituais negros, hinos ou temas festivos, de compositores clássicos e contemporâneos, interpretando temas tradicionais do mundo mas também, em especial, as do cancioneiro popular português harmonizadas por Sampayo Ribeiro, Fernando Lopes-Graça e outros.
CONTACTOS
ComSonante
Rua Cândido dos Reis, 119
2780-214 OEIRAS
Tlm. (+00 351) 966 878 705
www.comsonante.org
comsonante@gmail.com
20 Janeiro 2006

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O "Grupo Coral Allegro do Progresso Clube de Algueirão - Mem Martins", criado em 1986, conta no seu historial com inúmeros encontros de coros e intercâmbios corais. Um destaque especial para a sua participação nos Concertos de Natal da C. M. Sintra e do Seixal, presença regular nos eventos levados a cabo pela Sociedade Histórica da Independência de Portugal, no Palácio da Independência, e pela Associação de Coros da Área de Lisboa (ACAL) de que é associado, bem como em cerimónias de carácter religioso, nomeadamente no Mosteiro da Penha Longa e outras igrejas de Sintra. Nos últimos anos estendeu a sua presença para além do concelho de Sintra e Lisboa, actuando de Norte a Sul do país. Faz parte da selecção que gravou, em 1997, o CD "Os Melhores Coros Amadores da Região de Lisboa", a convite da editora Public-Art.
Integrado no "Coro Sintra Cantat", foi seleccionado entre diversos coros de vários países, para participar no 5.º Concurso Internacional de Coros em Itália. Este projecto mereceu apoio da Fundação C. Gulbenkian mas não se concretizou por falta de outros apoios. Ainda com o Sintra Cantat, actuou por ocasião do Dia Mundial da Música (1 de Outubro de 2000), no Palácio de Queluz, com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, interpretando Domingos Bomtempo, Mozart e Haendel. Repetiram-se mais três actuações, com destaque para a presença na Sé de Lisboa.
Em Maio de 2001, participou na ópera cómica em dois actos "L'Ivrogne Corrigé" (O Ébrio Corrigido) de Christoph Willibald Gluck. Este projecto, intitulado Sintra Estúdio de Ópera, contou ainda com a participação de uma orquestra formada por alunos da Academia Nacional Superior de Orquestra, dirigida pelo maestro Alberto Roque. Quatro elementos do coral foram solistas. Durante 2002, o Allegro apostou na preparação de um concerto especial de Natal, na Igreja de Algueirão, onde apresentou a cantata de Benjamin Harlan "Christmas Canticles", acompanhado ao piano.
30 Junho 2004

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O Coral Brigantino é a primeira, a mais antiga e, quiçá, a mais importante componente da associação cultural sem fins lucrativos denominada Associação Coral Brigantino Nossa Senhora das Graças, com sede na cidade de Bragança, e tem como principal objectivo a execução da música coral polifónica. Constituído em 1984 em torno do P.e Dr. Octávio Sobrinho, seu primeiro Director Artístico, por um grupo de cantores, tem vindo a desempenhar um importante papel na divulgação e promoção da música coral polifónica na Região e no País.
Conta já com participações em diversos concertos e encontros de coros um pouco por todo o País, desde Chaves a Évora, passando por Leiria, Figueira da Foz, Aveiro, Vila Real, Guarda, Setúbal, Resende, Rio Tinto, Penafiel, e algumas no estrangeiro, como Salamanca, Aranda de Duero, Verín, Valdoviño (Coruña) e Valladolid, em Espanha, e Le Mans e Champagne Sur Rhône (Lion), em França. Na Expo98, em Lisboa, participou nas comemorações do dia nacional do Pavilhão da Santa Sé (Estado do Vaticano).
Localmente, organizou diversos concertos e encontros de coros dos quais se destacam o Encontro Internacional de Coros da Cidade de Bragança, que teve sete edições, e o Outono Polifónico cuja realização se iniciou em 2005, e participou em inúmeras cerimónias oficiais e religiosas. Em alguns concertos, actuou em conjunto com a orquestra da Esproarte, de Mirandela, e noutros com a Orquestra do Norte.
Em 1995, gravou uma cassete com 16 temas do seu repertório e em Março de 1997 participou na gravação do duplo CD "Os Melhores Coros Amadores da Região" / Norte, editado pela "public-art, editora", Coimbra.
Actualmente, e com a mudança de Direcção Artística recentemente ocorrida, tem em marcha um processo de renovação que levou ao duplicar do número de elementos e ao rejuvenescimento do grupo, para o qual muito contribuiu a transição de elementos do Coral Brigantino Infantil. Conta hoje com cerca de 60 elementos e uma média de idades de 36 anos.
A preparação e apresentação de um repertório diversificado foi desde sempre uma preocupação do Coral Brigantino, pelo que possui um repertório ecléctico, que vai desde a música sacra até música popular portuguesa e internacional, merecendo referência especial as canções regionais, nomeadamente as de língua mirandesa (segunda língua oficial de Portugal).
CONTACTOS
Coral Brigantino
Rua Calouste Gulbenkian
5300-020 Bragança
05 Maio 2006

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O Coral Calçada Romana, de Alqueidão da Serra, concelho de Porto de Mós, iniciou a sua actividade em Outubro de 1993. Efectuou inúmeros concertos por toda a região centro, sendo de destacar locais como o Castelo de Leiria, o Centro Pastoral Paulo VI (Fátima) ou o Teatro José Lúcio da Silva (Leiria). Deslocou-se várias vezes ao estrangeiro, tendo actuado em França e Espanha, Cantou ainda em directo para a TVI e, para todo o mundo, no programa "Multipistas", da RDP Antena 1. Gravou, juntamente com os restantes corais do concelho de Porto de Mós, o CD "Portus Molarum", em 1998.
Colabora também regularmente com a delegação de Leiria do INATEL, tendo sido galardoado por esta instituição, em Dezembro de 1999, com a Medalha de Mérito Cultural. Foi-lhe igualmente atribuída, pela Câmara Municipal de Porto de Mós, a
Medalha de Mérito Cultural do Município, na passagem dos 10 anos de actividade coral. O seu repertório é variado, com temas populares (com predominância para originais da região de Leiria) e clássicos de grandes compositores.
É dirigido pelo Maestro Joaquim Vicente Narciso.
CONTACTOS
www.calcada-romana.org
geral@calcada-romana.org
23 Janeiro 2007

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O Coral de Chaves foi fundado em Outubro de 1992 e constitui-se como Associação Cultural, sem fins lucrativos, no ano de 1994. Tendo como principal objectivo a divulgação da música polifónica, a sua acção tem-se feito sentir através de um vasto reportório de música sacra, litúrgica e profana, englobando peças compostas em distintos períodos da história da música.
Teve a sua estreia oficial em Dezembro de 1992 e, desde então, tem mantido uma presença regular em Encontros de Coros, tanto em Portugal como em Espanha, e respondido, sempre que possível, às solicitações de entidades e organismos públicos e privados. Das diversas actividades que desenvolveu até ao momento são de destacar:
- a organização anual de um encontro de coros em Chaves;
- a realização de concertos nas localidades do meio rural da região;
- a participação na gravação do CD intitulado Os Melhores Coros Amadores da Região "Norte", em Março de 1997;
- a presença na Expo/98, integrando o programa da Santa Sé, em representação da Diocese de Vila Real;
- a deslocação ao Luxemburgo, aquando da geminação entre as cidades de Chaves e de Differdange, em Outubro de 2004;
- a execução pública, incluindo a primeira audição, em colaboração com a Orquestra do Norte, e com direcção dos Maestros Manuel Teixeira e José Ferreira Lobo, do oratório Travessia, de Joaquim Gonçalves dos Santos, em Alijó, em Chaves, em Valpaços, Vila Pouca de Aguiar e Vila Real.
- a apresentação e gravação em CD do oratório Travessia na Igreja de Santo António dos Portugueses, em Roma, com direcção do Maestro Massimo Scapin e em colaboração com a Orchestra Sinfonica Tiberina, a soprano Inês Villadelprat, e o tenor Fernando Guimarães, em Abril de 2007.
O Coral de Chaves, constituído por 40 elementos, é dirigido, desde a sua fundação, pelo Padre Fernando Silva de Matos, cuja formação musical se desenvolveu, sobretudo, no Seminário Maior do Porto e no Instituto Católico (I.M.L.) de Paris.
03 Junho 2007

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CORAL DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DO PORTO |
O "Coral de Letras da Universidade do Porto" foi premiado em vários festivais internacionais (14 prémios em seis festivais): o de Teeside (Norte de Inglaterra), em 1970, 1986 e 1990; o de Llangollen (País de Gales), em 1981; o de Limburg (Alemanha) e o de Neuchâtel, (Suíça), ambos em 1987.
Tem vindo a realizar inúmeros concertos por todo o país, assim como digressões por Espanha, França, Bélgica, Luxemburgo, Holanda e Alemanha. Tem ainda em participado enquanto convidado em festivais não competitivos como os de Marselha (França), Locarno (Suíça), Burgas (Bulgária), Karpenissi (Grécia) - e, em Portugal, no Festival de Vilar de Mouros, no Festival Sequeira Costa, no Festival Internacional da Costa do Estoril e no Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim.
O Coral de Letras da Universidade do Porto foi distinguido com a Medalha de Mérito Cultural da antiga Secretaria de Estado da Cultura e é dirigido por José Luís Borges Coelho desde a sua fundação em 1966.
CONTACTOS
Rua D. Manuel II
(à antiga Reitoria da Universidade do Porto)
4050-345 PORTO
Tel. 226 094 559
Tlm. 936 938 787
clup.up.pt
corallup@iolp.pt

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CORAL DE SÃO DOMINGOS DE MONTEMOR-O-NOVO |
A fundação e desenvolvimento da actual estrutura do Coral de São Domingos foi levada a cabo pelo seu Director Artístico, João Luís Nabo, em 1987, em conjunto com um grupo de cantores. Em 1990, o Coral constituiu uma associação com o mesmo nome, dando início a uma intensa actividade. Desde então, participou em centenas de concertos e Encontros de Coros, no nosso País e além-fronteiras, actuando ao lado de nomes sonantes da música coral de todas as partes do mundo.
Promove, anualmente, em Montemor-o-Novo, diversas actividades culturais: O Encontro Internacional de Coros da Cidade, o Concerto de Aniversário, o Concerto de Outono e o Concerto de Natal. Efectuou diversas digressões ao estrangeiro: Bélgica (1992); Itália (1993); Espanha (1993, 1994, 1996, 1998 1999 e 2000) França (1996 e 2004); Bulgária (1998); Polónia (2000) e Suécia (2001). Em 1995, participou nos "31ères Rencontres Chorales Internationales de Montreux" (Suíça), um dos mais prestigiados e aplaudidos concursos de música coral a nível europeu e mundial; em 1999 deslocou-se à Região Autónoma da Madeira. Recebeu em Montemor corais vindos da Bélgica, Itália, Espanha, Bulgária, Madeira, Polónia, Suécia e França.
Gravou três CD's a convite da Editora Strauss, SA, de Lisboa: "Da Pacem Domine" (1996), "Mare Fatum Est" (1998) e "Viagens" (2001). Participou em diversos programas de rádio e televisão: concerto pela RDP Internacional (1992); Concerto de Natal, transmitido em directo, pela RDP 1 e RDP Internacional, a partir da Igreja da Misericórdia, em Montemor-o-Novo (1996); programa "Natal dos Hospitais", na RTP Canal 1 (1992 e 1996); participação em directo no Programa Praça da Alegria, da RTP1 (1996), no "Jardim das Estrelas" RTP (1999) e no "Amigo Público" RTP (2000); em 2003 e 2004, participou na I e II Feiras Medievais de Montemor-o-Novo; em 2004, actuou no V Encontro Internacional de Coros de Mafra. Julho de 2004 foi marcado pela apresentação em estreia mundial, na cidade de Montemor-o-Novo, da peça "Noise of Waters" do compositor americano Jonathan Adams.
Organizou no mês de Outubro, de 1999 a 2003, em parceria com a Câmara Municipal de Montemor, as Musicalidades, uma iniciativa no âmbito da música clássica, e colabora regularmente com a Delegação de Évora do Inatel e com a Delegação do Alentejo do Ministério da Cultura. Participou com a Orquestra da Escola de Música de Évora em variados concertos, interpretando conjuntamente obras de Verdi, Mozart, Saint-Säens e Karl Orff. Participou no I e II Cursos de Técnica Vocal, orientados pela Prof. Maria João Serrão (2000, 2001 e 2002). Os 55 cantores, jovens na sua grande maioria, que dão corpo e voz ao Coral de São Domingos, são todos naturais de Montemor-o-Novo e, embora tenham seguido as mais diversas profissões, continuam a encontrar no grupo a que pertencem mais uma forma de realização pessoal e colectiva.
Do seu extenso reportório fazem parte peças populares e eruditas, de origem sacra e profana, tantos nacionais como estrangeiras, das mais diversas épocas e escolas. O Primeiro Ministro português declarou o Coral de São Domingos Instituição de Utilidade Pública, por despacho de 27 de Setembro de 2000. Em Fevereiro de 2002, o Coral de S. Domingos e a pianista Maria João Pires foram propostos como candidatos portugueses ao Prémio da UNESCO e do International Music Council. Em Abril de 2005, a música "Señor me cansa la vida", do compositor espanhol Juan-Alfonso Garcia, interpretada pelo Coral de S. Domingos no álbum "Viagens", é escolhida pelo realizador escocês Lee Hutcheon para integrar a banda sonora do filme "In a man's world".
07 Julho 2005

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O Coral "Ensaio" iniciou a sua actividade em Janeiro de 1989. Surgiu integrado no projecto da Escola Municipal de Música da Póvoa de Varzim, criada pelo Município desta cidade, em Maio de 1988 (oficializada pelo Ministério da Educação, em Abril de 1990). É formado por alunos, encarregados de educação e melómanos dedicados. Um dos objectivos é de alargar a sua influência escolar e cultural a toda a população concelhia. Por isso, tem participado em audições públicas da Escola e em diferentes momentos culturais da região.
Já se apresentou em várias localidades de Portugal (Coimbra, Aveiro, Porto, Braga, Viana do Castelo, Ponte de Lima, Vouzela, Murça, Pedrógão Grande, Vieira do Minho), Espanha e Bélgica, em concerto e em Encontros de Coros, alguns de nível internacional. A nível local, participou no Festival da Primavera de 1992 e 1993, organizado pela Câmara Municipal da Póvoa de Varzim.
Em Julho de 1992, a convite do Município de La Guardia, realizou o concerto inaugural da Semana Cultural daquela cidade. Em Julho de 1993, participou no I Encontro de Coros Galego-Asturiano-Português, em Cariño. Deslocou-se às Astúrias (1994), acompanhado pela Orquestra de Câmara da Escola de Música de Esposende, onde se integrou na IV Semana Cultural de Tapia de Casariego, tendo actuado ainda em Luarca. Foi convidado para o 9º Festival de Panxoliñas (1997) pelo Orfeón Valdeorrés de O Barco (Ourense). Numa iniciativa de intercâmbio cultural e pedagógico com a Academia de Wa-remme (Bélgica), apresentou-se em concerto em Waremme e Liège (1998).
Mais recentemente, participou no I Encontro de Coros do Vale do Ave, realizado em Fafe (2003). Participou na organização do 1º e 2º Encontro Internacional de Coros Amadores da Póvoa de Varzim, em 1995 e 1996, onde estiveram presentes coros vindos de Espanha e França. Tem-se apresentado no Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim na 12ª edição (1990) com o Choeur d'Enfants de Paris; nas 17ª e 18ª edições (1995 e 1996); na 24ª edição (2002), com o Coro e Orquestra ARTAVE; e na 26ª edição (2004), no concerto de homenagem ao musicólogo poveiro Josué Trocado.
Gravou para a edição em CD de "Os Melhores Coros Amadores da Região Norte", nomeadamente com temas populares poveiros. Ao longo dessa intensa actividade, tem praticado um vasto repertório histórico profano (entre outros: Madrigais, Vilancicos, temas populares portugueses) e sacro: Missa Alemã (D 872) de Schubert, Via Crucis de Liszt, Panis Angelicus (FWV 61) de César Franck, Sancta Maria (KV 273) e Laudate Dominum (KV 339) de Mozart e ainda variados temas "a capella" de Bruckner, Palestrina, Vitória, Allegri, Byrd, Estêvão de Brito, Lopes Morago, Diogo Melgás, D. Pedro de Cristo, Manuel Faria…
Dessa actividade sobressaem não só as suas apresentações "a capella", mas também as que realizou em parceria com dis-tintas formações corais. Têm sido representativas as suas actuações com qualificados solistas e diferentes formações instrumentais. Já cooperou em concertos com a Orquestra do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga e a Orquestra do Norte, sob a direcção de José Abel Carriço e de Rafael M. Gómez, respectivamente.
22 Novembro 2004

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CORAL HARMONIA DE SANTIAGO DO CACÉM |
A origem do Coral Harmonia de Santiago do Cacém remonta a 1936, quando surgiu pela primeira vez na Sociedade Harmonia, com o nome de Orfeão Miróbriga, dirigido pelo maestro António Coutinho e, a partir de 1950, sob a regência do maestro Francisco M. Neto. Em Fevereiro de 1984, o coral adoptou o nome Coral Harmonia. Até 1991, o grupo foi dirigido pelo Sr. Jacinto Maria, e mais tarde, no mesmo ano, pelo Dr. José Duarte. A partir de 1992, o Coral Harmonia foi dirigido pelo maestro Fernando Malão e, de 1994 até meados do ano 2000, também pelo maestro adjunto Pedro Ramos.
O Coral Harmonia tem vindo a realizar concertos no País e no estrangeiro, participando em intercâmbios culturais/musicais com outros corais. O repertório do coral baseia-se sobretudo em obras para coros mistos "a capela", com especial incidência em harmonizações de temas populares portugueses, embora no seu repertório conste também a música sacra, espirituais negros, música ligeira, e outros géneros musicais adaptados para agrupamentos desta natureza. Anualmente, o coral, organiza na Igreja Matriz de Santiago do Cacém o tradicional Concerto de Natal onde são apresentadas obras originais e arranjos para coro e orquestra da autoria do actual regente.
No ano de 1996, o Coral Harmonia apadrinhou o Coral Ideias do Levante de Lagoa e promoveu o I Encontro de Coros realizado em Santiago do Cacém. No mesmo ano estreou no Concerto de Natal realizado a 21 de Dezembro a "Ode a Manuel da Fonseca" com música do maestro Fernando Malão e poema do escritor Manuel da Fonseca.
Em 1997, realizou o primeiro Debate/Reflexão sobre o Cante Alentejano, reunindo personalidades ligadas à Musicologia, Etnomusicologia e da Casa do Alentejo em Lisboa. Participou na gravação do disco "Memórias" de Jorge Ganhão. Em 1998, gravou um CD inserido na colectânea "Os Melhores Coros da Região". No mesmo ano, deslocou-se a Espanha para participar na cidade de Zafra no concerto comemorativo do Dia de Santa Cecília. Em 1998, realizou a Segunda edição do Debate/Reflexão sobre o "Cante Alentejano".
Das suas actuações destaca-se a sua presença no programa Feira Franca da Antena 1 e no programa da RTP 1 "Praça da Alegria". No final da temporada de 1999, realizou uma digressão pelo arquipélago dos Açores a convite do Grupo Coral das Lajes do Pico realizando concertos nas ilhas do Pico e Faial. Já no ano 2000, o grupo promoveu a primeiras Jornadas Corais e tem continuado a sua actividade realizando espectaculos em todo o País.
É também membro da Associação de Coros ACAL e membro da associação internacional " The Planety Chorus". Actualmente o Coral Harmonia é constituído por 38 coralistas, das mais variadas idades.
CONTACTOS
CORAL HARMONIA DE SANTIAGO DO CACÉM
Rua da Sociedade Harmonia, 7 7540-161
SANTIAGO DO CACÉM
Tlm. (+00 351) 933 153 306
www.coralharmonia.net
coral.harmonia@clix.pt
05 Fevereiro 2006

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O "Coral In Vita Musica", dirigido actualmente por Sérgio Fontão, apresentou-se publicamente pela primeira vez a 8 de Dezembro de 1990 com o então maestro Luizinho Leal. Hoje é composto por cerca de 25 coralistas oriundos dos concelhos de Bombarral, Óbidos e Cadaval.
Herdeiro de experiência adquirida no Coro Bombarralense, defende a necessidade de uma autonomia e liberdade quanto à aplicação de ideias e conceitos de Música Coral no contexto da Região onde se insere. Realizou mais de 180 concertos, 30 dos quais com orquestra (de câmara e sinfónicas). Destacam-se as participações no Cinema Tivoli em Junho de 1994 com a interpretação da trilogia das Descobertas do compositor Carlos Silva acompanhado pela orquestra "Alis Ubbo" e o Concerto Coral Sinfónico comemorativo do 94º aniversario do S. L. Benfica com a Orquestra Dohnayi de Budapeste no Teatro de S. Luís em Fevereiro de 1998, com os coros "Ars Musica " de Cacilhas e o "Coro da Rádio Renascença" de Lisboa participando ainda na EXPO '98 no dia da Santa Sé.
Foi o primeiro coro da Região a interpretar obras do compositor obidense José Joaquim dos Santos (1745-1801), estudadas e tratadas pelo seu director artístico. Dá preferência a compositores do período barroco, como Buxtheude, Vivaldi, Haendel, Bach, interpretando também clássicos como Mozart e músicos do final do séc. XIX, Gounod, Saint-Saëns e Franck, sem esquecer compositores da escola flamenga e portugueses do Barroco Tardio (Carlos Seixas).
Fez a sua internacionalização em Maio/Junho de 2002, participando no "IX Festival Corale Internazionale - ORLANDO DI LASSO" em Camerino - Itália, promovido pela Associação Internacional dos Amigos da Música Sacra, sendo o primeiro grupo coral português a participar nestes festivais e em Novembro de 2003 executou um concerto em Cambrils del Mar, perto de Barcelona.
Colabora regularmente no Festival de Música do Bombarral (único coro amador neste estilo de música), com Escolas Básicas, Secundárias, Autarquias, Paróquias, Instituições de Solidariedade e eventos particulares (Simpósios e Casamentos).
CONTACTOS
invitamusica
invitamusica@sapo.pt
27 Dezembro 2004

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O Coral Lopes Morago, parte integrante da Associação dos Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Viseu, surge em 1982, perpetuando uma figura ímpar no panorama musical viseense do século XVI - Estêvão Lopes Morago.
O Coral executa um repertório de música polifónica variada, que vai desde o "gospel" à música barroca e renascentista, passando pelo folclore de países diversos, com predomínio da tradicional canção portuguesa. Privilegia obras de grandes mestres de música sacra, entre os quais inclui o compositor viseense Cónego António Barreiros.
Das actuações do Coral, destacam-se as realizadas em Lisboa a convite da Rádio Renascença e várias participações na solenização da Missa Dominical nos estúdios da RTP. Tem colaborado com a Câmara Municipal de Viseu e outras Câmaras do Distrito em eventos diversos. Para além da participação em concertos por quase todo o país, o Coral tem recriado Audições Quaresmais, com interpretações de peças alusivas à Quaresma.
Em 1993, gravou a sua primeira cassete, tendo em 1996 colaborado com quatro peças musicais no lançamento de um CD duplo, intitulado "Os Melhores Coros Amadores da Região Centro". Em Novembro de 1997, deslocou-se à República Federal Alemã, onde solenizou actos litúrgicos e realizou concertos para a Comunidade Portuguesa.
Em 2003, gravou em CD a "Missa de Requiem" de Lorenzo Perosi.
Em 2004, a convite do consulado português, deslocou-se a Barcelona onde realizou vários concertos integrados no Dia de Portugal, Camões e Comunidades Portuguesas.
Em Dezembro de 2005 foi convidado para a comemoração do 50.º aniversário da Freguesia do Imaculado Coração de Maria, no Funchal, tendo realizado várias actuações e um espectáculo de gala no Teatro Municipal do Funchal. O seu primeiro regente foi o Sr. Inspector José Sobral, sendo actualmente dirigido pelo Engenheiro António Mário Rodrigues. O organista é o Dr. Acácio Ferreira .
03 Junho 2007

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O Coral Luísa Todi foi fundado em 25 de Outubro de 1961, por Maria Adelaide Rosado Pinto e Aurélio Lino da Conceição Fernandes, preenchendo, deste modo, o espaço deixado vago pelo desaparecimento de um grande agrupamento polifónico dos anos 30, o Orfeão Cetóbriga, e reavivando uma tradição musical de que Setúbal se orgulha, como terra que viu nascer grandes músicos e cantores, dos quais Luísa Todi é o seu expoente máximo.
Tendo-se apresentado ao público, pela primeira vez, em 30 de Julho de 1963, tem desenvolvido, a partir daí, uma intensa e ininterrupta actividade que o levou já a actuar praticamente em todo o País, e no estrangeiro, com grande sucesso, reconhecido quer pelo público quer pela crítica.
Em Setúbal, tem realizado inúmeros concertos, exercendo simultaneamente o papel de organizador de algumas das mais importantes manifestações culturais que, no campo da música, têm acontecido nesta cidade.
O seu repertório é norteado por uma permanente preocupação de qualidade, possuindo, porém, uma grande versatilidade, que lhe permite abranger diversos géneros musicais, do popular ao clássico, de forma a ir ao encontro das diferentes plateias para que actua.
Ao longo da sua existência tem sido dirigido por vários maestros, merecendo especial referência, pelo tempo que estiveram à frente do Coral e pelo trabalho que desenvolveram, os nomes de Américo Vieira, Jorge Manzoni e Paulo Lourenço. Presentemente, o Coral Luísa Todi é dirigido pelo Maestro Jorge Alves.
Pelo papel que vem desenvolvendo ao longo destas quatro décadas, o Coral Luísa Todi é considerado um ex-libris cultural de Setúbal.
CONTACTOS
Coral Luísa Todi
Rua Carlos Ferreira, 15
2900 - 025 Setúbal
Tel./fax 265 57 21 90
www.coralluisatodi.org
coralluisatodi@sapo.pt
12 Setembro 2007

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O "Grupo Coral Ossonoba" é uma Associação Cultural sem fins lucrativos, com personalidade jurídica, fundada em 1980 por um grupo de entusiastas da Música Coral. Simultaneamente, foi criado na Associação o "Coral Ossonoba" que teve a sua estreia nas "Festas da Cidade" em Junho de 1980.
Desde essa data e até ao presente, realizou e organizou mais de 400 concertos. Nestes 23 anos tem-se apresentado em grande parte das localidades algarvias e em muitas cidades do País, para além de se ter apresentado na RTP e RTPI. Teve a sua internacionalização em Agosto de 1990 na cidade de La Coruña (Galiza), a convite do respectivo "ayuntamiento". Em Espanha, actuou também Antequera, Isla Cristina e recentemente em Jaen. Em Junho de 1996, cantou para S. Exa. o Presidente da República Dr. Jorge Sampaio, aquando da sua Presidência Aberta pelo Algarve, e para D. Ximenes Belo, Bispo de Díli e Prémio Nobel da Paz. No mesmo mês, participou no "III Festival Europeu de Coras de Fuveau" (França).
Tem recebido frequentes convites para participar em Festivais Internacionais, umas vezes em representação própria outras do país. Em 1997, realizou o "I Festival Internacional de Coros", denominado "COROS '97", recebendo para o efeito o "Real Coro Masculino St. Pancratius" de Heerlen - Maastricht - Holanda, um dos melhores coros holandeses da actualidade, tento repetido o evento em 1999 em "COROS'99" com grupos de diversas nacionalidades. No ano de 1998, a convite da Santa Sé, realizou um concerto na EXPO 98 e em Setembro do mesmo ano deslocou-se à Holanda para participar nas "Comemorações dos 120 Anos do Real Coro Masculino de St. Pancratius" de Heerlen. Participou no "6º Encontro Internacional de Corais de Juiz de Fora" - Minas Gerais - Brasil, em Setembro de 2000, integrado nas Comemorações dos 500 anos da Descoberta do Brasil e em representação de Portugal. Em 2002 e 2003 realizou diversos concertos com a Orquestra do Algarve.
Foi distinguido em 2002 pela Câmara Municipal de Faro com a Medalha de Mérito - Graus Ouro e recentemente foi declarada pelo Governo Português como Pessoa Colectiva de Utilidade Pública. Tem trabalhos seus gravados em 3 CD's, sendo um exclusivamente seu. Como principais iniciativas do grupo destacam-se o "Concerto da Primavera", o "Festival de Coros de Faro" e o "Coros-Festival Internacional". É dirigido pelo Maestro António Manuel Maria de Jesus desde 1992.
30 Junho 2004

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CORAL POLIFÓNICO DE AVEIRO |
Nos termos dos seus estatutos, o Coral Polifónico de Aveiro visa divulgar a música coral e promover outras iniciativas no âmbito da música e da cultura em geral. A sua fundação oficial, em 14 de Julho de 1982, resultou da determinação de um grupo de coralistas, apoiado pelo regente Manuel Sarrico, no sentido de continuar, de forma autónoma, o trabalho artístico encetado num ex-Orfeão de Aveiro. Iniciou a sua actividade com peças portuguesas de cariz popular.
Actualmente, o seu repertório é composto por obras de compositores célebres de vários estilos, desde a Época Medieval (Séc. XIII) e Renascença, até à Época Contemporânea. O Coral Polifónico de Aveiro promove o intercâmbio cultural com outras associações, realizando e participando em concertos e encontros de coros por todo o país e também noutras regiões de além fronteiras. Participa regularmente nas festas do Município de Aveiro, bem como noutras manifestações culturais. O Concerto de Natal , iniciado em Aveiro no ano de 1986, foi uma iniciativa do Coral Polifónico de Aveiro. Digna de realce foi a organização, em Maio de 1986, do I Concurso de Coros Amadores do Distrito de Aveiro, certame inédito que congregou vinte e um grupos corais de todo o distrito.
Em Abril de 1987, o Coral Polifónico de Aveiro fez uma digressão em França (região de Paris), tendo efectuado concertos em Élancourt, Fontenay-le-Fleury e Poissy. A convite do CLAJ - "Club de Loisirs et d'Action de la Jeunesse, de Poissy" - o Coral Polifónico de Aveiro esteve representado nas realizações culturais levadas a efeito por aquela associação, em Julho de 1989, no âmbito das comemorações dos 200 anos da Revolução Francesa. Em Junho de 1990, a convite das "Rutas Cicloturísticas del Romanico-Internacionales", associação galega de carácter desportivo-cultural, o Coral efectuou um concerto no Teatro Principal de Pontevedra. No ano seguinte, o Coral Polifónico de Aveiro participou noutro concerto coral na Galiza, na localidade de Arzua.
Na digressão realizada à Ilha da Madeira, em Abril de 1992, realizaram-se concertos no Funchal e em Câmara de Lobos. No mesmo ano, por despacho da Presidência do Conselho de Ministros, o Coral Polifónico de Aveiro teve a honra de ser considerado como Pessoa Colectiva de Utilidade Pública. Na Páscoa de 1994, foi concretizada uma deslocação ao Luxemburgo e a França, tendo realizado concertos em Esch-sur-Alzette e Wolmerdange, para Associações Portuguesas de Emigrantes e, de novo, em Poissy. De 7 a 12 de Maio de 1997, o Coral Polifónico de Aveiro deslocou-se a Viena de Áustria onde participou num Festival Internacional de Coros integrado no Bicentenário do Nascimento de Franz Schubert e Centenário da morte de Johannes Brahms, actuando no Theater Akzent, no Conzerthaus/Schubertsaal e no concerto de encerramento, na Rathausplatz, frente à Câmara de Viena. Neste festival estiveram cerca de onze mil coralistas de todo o mundo.
Em 27 de Março de 1999, organizou o I Encontro de Coros Luso-Galaico de Aveiro e, no âmbito do mesmo, actuou de novo em Pontevedra, em 13 de Novembro do mesmo ano, na Igreja de S. Bartolomeu. Desde a sua fundação e até Outubro de 1995, a Direcção Artística do Coral Polifónico de Aveiro esteve a cargo do Professor Manuel Sarrico . Desde Novembro de 1995 até Julho de 1997, a cargo da Doutora Manuela Magno . De Outubro de 1997 a Dezembro de 2001, a cargo da Professora Barbara Franke. Actualmente, é o Doutor Valdemar Silva que desempenha esse cargo. Em 2002 participou no Concerto das Festas da Cidade, fomos a Porto de Mós a convite do Coral Vila Forte e promoveu o concerto de aniversário nos claustros do Museu de Aveiro, entre outras actividades. Em Março de 2003 deslocou-se a França à cidade de Bordéus a convite da Associação "O Sol de Portugal". Participou também noutros eventos dos quais se destaca: As Festas da Cidade de Aveiro, em Alter do Chão e nas Festas da Cidade de Santiago do Cacém. Como já vem sendo hábito, organizou o seu concerto anual de aniversário na Igreja de Jesus, no Museu de Aveiro, contando com a participação do grupo Coral de Almeirim, o organista Tadeu Filipe em parceria com a Associação PROORGANO. Em Dezembro, promoveu o Concerto de Natal na Sociedade de Santa Cecília em São Bernardo tendo como convidado o Orfeão do Entroncamento. Deslocou-se a Santiago de Compostela, a convite do Coral Polifónico de Santa Cruz de Ribadulla e participou no Concerto de Natal promovido pela Câmara Municipal de Aveiro na Sé Catedral de Aveiro.
Em Maio de 2004, organizou um concerto na Junta de Freguesia de Cacia tendo como convidado o Coral de Mafra, participou nas Festas da Cidade e cantou na Freguesia de Nª Senhora de Fátima, na Semana do Idoso. A convite da Câmara Municipal de Aveiro, participou nos festejos ligados ao EURO 2004 tendo convidado um grupo coral feminino da Letónia - DZINTARS. Este grupo permaneceu em Aveiro durante uma semana, tendo participado em eventos organizados pelo Coral Polifónico, entre os quais se destacam um concerto de música popular no Rossio e um de música religiosa na Igreja da Misericórdia em Aveiro, nos quais o Coral Polifónico fez a primeira parte. O Concerto do XXIIº aniversário realizou-se nos claustros do Museu de Aveiro, tendo como convidados o Coro Notas Soltas de Vila Franca de Xira e o Coral Polifónico de Santa Cruz de Ribadulla. No Natal de 2004, o CPA realizou concertos em Esgueira, Sé de Aveiro, Entroncamento, Mafra e Vila Franca de Xira. Em 2005 organizou um concerto de Páscoa na Igreja da Misericórdia de Aveiro e participou num concerto no Teatro Aveirense com a Tuna de Santa Cecília e concerto das Festas da Cidade de Aveiro.
Participou no Concerto do 53º aniversário da Força Aérea Portuguesa no Teatro Aveirense a convite da Banda da Força Aérea Portuguesa. Organizou, uma vez mais, o concerto comemorativo do seu aniversário no Centro Cultural e de Congressos de Aveiro tendo convidado o Coral Canto Firme de Tomar e o coro do IEFP de Lisboa. Participou ainda no XXVIII Festival de Música de Verão de Paços de Brandão. Durante o presente mês de Outubro vai receber em Aveiro uma delegação da Letónia para estreitar relações culturais e preparar um futuro de partilha a todos os níveis da sociedade, entre as cidades de Riga e Aveiro.
CONTACTOS
coral@polifonicoaveiro.org
www.polifonicoaveiro.org
14 Outubro 2005

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Fundado em 1973, o "Coral Públia Hortênsia" teve origem no "Coro da Basílica da Estrela". Membro fundador da Federação Europeia das Juventudes Corais e fundador da Associação de Coros da Área de Lisboa (ACAL), é constituído por cerca de quarenta elementos e dirigido pelo maestro Paulo Brandão desde a sua fundação.
O seu repertório abrange música desde o Renascimento à época contemporânea, incluindo primeiras audições de obras do seu maestro. Entre as suas actuações incluem-se várias gravações para a RTP e RDP. Em 1977, com a Orquestra Sinfónica Juvenil, interpretou o Gloria de Vivaldi e participou no 1.º Festival de Coros de Lagos, no qual tem actuado regularmente desde esse ano.
Em 1978 apresentou, com a ex-Orquestra Sinfónica da RDP e com direcção do autor, a 4.ª Sinfonia de Joly Braga Santos. Em 1979, na Fundação Calouste Gulbenkian, apresentou, em primeira audição portuguesa e com o guitarrista José Lopes e Silva, o Romancero Gitano (M. Castelnuovo Tedesco), sobre poemas de F. García Lorca. Em 1980, com a colaboração do "Coro de Câmara do Conservatório Nacional", apresentou a Missa da Coroação (W. A. Mozart).
Em 1983, em Barcelona, foi o representante português nas XIX Jornadas Internacionais de Canto Coral. Com o Coro e a Orquestra do Teatro Nacional de São Carlos, executou novamente a 4.ª Sinfonia de Joly Braga Santos, sob a direcção de Yoshimi Takeda. Em 1984 promoveu uma semana de intercâmbio musical luso-espanhola, com a deslocação a Portugal do Coral "Juan del Encina", na qual se incluiu uma conferência sobre Música Coral Polifónica Ibérica nos Séculos XVI e XVII, proferida pelos musicólogos J. José Rey e Manuel Morais. Com a "Orquestra Juvenil da Fundação Musical dos Amigos das Crianças", apresentou ainda o Magnificat de Vivaldi.
Em 1985, em Estrasburgo, participou no Europa Cantat IX, o maior festival europeu de coros. Em 1986 participou no II Encontro de Música Coral Ibérica, em Madrid, e na I Semana Coral Internacional de Lisboa. Em 1987, com o "Grupo Vocal Arsis", integrou o projecto "Romantismo - Cantar a Dois", considerado de interesse cultural pelo Ministério da Cultura, no âmbito do qual foram apresentadas, em primeira audição em Portugal, as seguintes obras: Kyrie em Dó Menor e Jube Domine (Mendelssohn), Zuversicht e Talasmane (Schumann) e Fest und Gedenkspruche (Brahms).Em 1989 participou no Bicentenário da Declaração Universal dos Direitos do Homem, em Cergy-Pontoise, França. Em 1990, com o Grupo Vocal Arsis, recriou a Cantata n.º 6 de J. S. Bach.
Em 1991, estreou na Aula Magna, com o Grupo Vocal Arsis e a Orquestra Metropolitana de Lisboa, dirigida por Miguel Graça Moura, a Sinfonia Concertante, de António Victorino de Almeida, e participou no Europa Cantat XI, em Victoria, integrando o atelier do maestro Oliver Donáhny, que apresentou a Missa Glagolítica de Janacék. Em 1994 reinterpretou o Romancero Gitano, novamente com o guitarrista Lopes e Silva, efectuando um dos concertos no espaço ACARTE (ciclo "Concertos à Hora do Almoço"). Com a Banda da Armada interpretou, em 1995, a Marcha Fúnebre e Triunfal, de Berlioz, no Teatro da Trindade.
Em 1996, com a Orquestra Sinfónica Juvenil, sob a direcção de Christopher Bochmann, apresentou o Requiem de J. D. Bomtempo, no Teatro de S. Luiz e na Igreja de S. Roque, em Lisboa, e no Teatro Gil Vicente, em Coimbra. Em 1997, levou a música portuguesa à 1.ª Semana Cantat de Tarragona, onde participou no concerto "Os Mestres de Capela da Sé de Tarragona", dirigido pelo maestro Josep Prats, e no concerto final, dirigido pelo maestro Laszlo Heltay, recriando a cantata Carmina Burana, de Carl Orff.
Em 1998 participou no CD "Os Melhores Coros Amadores de Lisboa", editado pela PA (Coimbra), e no concerto comemorativo do 75.º aniversário do IPO, no Coliseu de Lisboa, interpretando excertos de Messias (Haendel), com a Banda da Armada e o Coro da Universidade de Lisboa. No âmbito da programação oficial da Expo'98, apresentou-se em três concertos dedicados a música de autores portugueses.

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CORO ACADÉMICO DA UNIVERSIDADE DO MINHO |
O Coro Académico da Universidade do Minho (CAUM) é uma associação cultural sem fins lucrativos, fundada em Janeiro de 1989, reconhecida como Pessoa Colectiva de Utilidade Pública em Junho de 2004.
Tem construído uma identidade própria no panorama cultural português, aliando a alegria da sua juventude aos encantos da música coral de todas as épocas, em especial da música portuguesa. Criado com o fim de divulgar a música coral e instrumental e de proporcionar um espaço de convívio musical, no qual promove o gosto de cantar e desenvolve a sensibilidade artística dos seus associados, realizou mais de três centenas de concertos, pelos quais passaram mais de quinhentos coristas. Actualmente é composto por mais de oitenta elementos.
Privilegiando naturalmente o reportório "a Capella", da Renascença ao séc. XX, tem actuado regularmente com acompanhamento de quinteto de metais e piano. Diversos pianistas têm integrado o CAUM, nomeadamente Ana Maria Liberal, Francisco Fiúza e Ana Paula Leite.
Em parceria com a Orquestra ARTAVE tem interpretado, em diversas cidades do Norte de Portugal, reportório coral-sinfónico: "Magnificat" de Vivaldi, excertos do "Messias" de Haendel e da "Criação" de Haydn, "Cantata BWV61" de J.S. Bach, "Cantata Der Herr ist mit mir" de Buxtehude, "Lauda Sion" e "Salmo 42" de Mendelssohn, "From The Bavarian Highlands" de Elgar e "Cantares de Natal" de Fernando C. Lapa.
A presença deste grupo no cenário musical tem-se pautado por uma atitude de abertura e pluralismo. Nesta perspectiva colaborou com dezenas de grupos e formações: como grupo convidado nos festivais de tunas CELTA (1994,1995 e 2001) e FITU (1996), na festa de aniversário do grupo Raízes (1996), no festival de música popular FUMP (1997) e na interpretação de reportório comum com o Grupo de Fados de Coimbra Æminium (2001), com a fadista María do Ceo (2001), com o grupo Som Ibérico (2004, 2004 e 2006), com a Azeituna - Tuna de Ciências da Universidade do Minho (2001, 2003 e 2004) e mais recentemente com a Orquestra Sinfonieta de Braga.
A participação na arte dramática constituiu mais uma das suas formas de intervenção cultural: na gravação da música para as peças de teatro "O Arquitecto e o Imperador da Assíria" de Arrabal e "Partir a meio-dia" de Paul Claudel (1996) e na apresentação de "A Luz Irrompe em Lugares Estranhos " (2003 e 2004), espectáculo organizado em parceria com o Sindicato de Poesia, com encenação de António Durães e a musicalidade de Fernando C. Lapa em poemas de Alexandre O'Neill, E. Mello e Castro, Herberto Helder e Miguel Torga.
O "Puer Natus Est" (concerto de Natal) e o "Vozes Sobre a Cidade" (concerto ao ar livre com acompanhamento instrumental) são dois pontos altos da actividade anual do CAUM e marcos na agenda cultural bracarense.
O Encontro de Coros Universitários, que organiza bienalmente desde 1993, apresenta um esquema singular, no qual promove a descentralização da cultura através da realização de concertos com coros portugueses e estrangeiros em diversas localidades da Região Minhota. Participa regularmente em inúmeros encontros de coros promovidos por universidades e autarquias (Aveiro, Coimbra, Évora, Lisboa, Porto e Vila Real). Tendo em Agosto de 2006 rumado à Ilha da Madeira para também ai promover a música coral e a forma de estar característica da região minho.
Afirmada a sua identidade cultural, o CAUM passou a apresentar-se além fronteiras, em encontros de coros de Espanha - Valencia (1998), Vigo e Ourense (1999) e Valladolid (2000) - e em França no certame de culturas europeias "Fête des Nations" - Lyon e St. Étienne (2000). Foi o representante português no Canta Brasil - Festival Internacional de Coros de S. Lourenço, tendo-se apresentado ainda nas localidades de S. Paulo, Paraty, Ilha Grande e Rio de Janeiro (2004).
A estreia televisiva do CAUM foi transmitida em directo pela RTP1 durante a cerimónia de inauguração do Estádio Municipal de Braga (2003), na qual interpretou o Hino Nacional "A Portuguesa" perante 30 mil pessoas. No âmbito da comemoração dos seus 15 anos, actuou em directo no programa "Praça da Alegria" da RTP1 (2004).
Iniciou a sua discografia com algumas interpretações no CD "Estes anos são viagem", editado pela Rádio Universitária do Minho (1995). É um dos coros representados na colectânea "Os Melhores Coros Amadores da Região Norte" (1997). O seu primeiro CD intitulado "Vozes e Espaços" foi gravado em Braga, na Sé Catedral e no Salão Medieval do Largo de Paço, e em Guimarães, no Paço dos Duques de Bragança (2001). Como grupo convidado participou na gravação nos álbuns "Al rescate del alma" da cantora galaico-portuguesa María do Ceo (2002) e "Se as capas falassem" da Azeituna (2002). Da natural sintonia das vozes CAUM e instrumentos da Azeituna, surgiu uma realidade que transcende a dimensão de cada um dos grupos "Coro Sobre Azul" (2003). Na celebração dos 15 anos de actividade editou um CD multimédia intitulado "Hino da Universidade do Minho" (2004). Mais recentemente o CAUM procedeu à Gravação na Capela da Faculdade de Teologia, o CD "Dormindo está o Menino" (2006) composto na sua totalidade por reportório de natal. Ainda no ano de 2006 o CAUM voltou a gravar no Auditório da Academia de Música de Paços Brandão e na Capela da Faculdade de Teologia um novo CD que se encontra neste momento na fase de produção na editora, prevendo-se o seu lançamento aconteça para Maio de 2007.
Desde a sua fundação, em Janeiro de 1989, até Agosto de 2004 foi dirigido de forma exemplar por Fernando C. Lapa, que deixou no coro a distinção das suas qualidades musicais e humanas. Em Outubro de 2004 Rui Paulo Teixeira assumiu a regência do CAUM. Entre Abril e Dezembro de 2005 a sua directora musical foi Magna Ferreira. Desde Janeiro de 2006 o director artístico Rui Paulo Teixeira voltou a assumir a direcção artística do CAUM.
Realiza os ensaios nas instalações do Instituto de Estudos da Criança da Universidade do Minho.
CONTACTOS
Tlm. (+00 351) 938 446 702
mail@caum.pt
www.caum.pt
26 Janeiro 2007
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CORO AUDITE NOVA DE LISBOA |
O Coro "Audite Nova" de Lisboa foi fundado a 8 de Outubro de 1971 por um grupo de amigos a partir do Coral da Paróquia de S. João de Brito. Constituiu-se em associação a 20 de Julho de 1973 quando o Governo Civil de Lisboa aprovou os seus estatutos e lhe concedeu alvará.
É sócio fundador e outorgante da ACAL (Associação de Coros da Área de Lisboa), nascida em Abril de 1980. Tem realizado concertos e participado em diversos eventos por todo o País. Efectuou várias gravações para a rádio e televisão, inclusivé programas em vídeo para estações de TV dos EUA. Participou na banda sonora de um filme português de longa metragem e deu alguns passos como coro de ópera. Tem 5 LPs gravados, dois dos quais também em cassette e o último também em CD.
Em termos internacionais, destaca-se, em 1984, como representante de Portugal e da ACAL, a sua participação nas XX Jornadas Internacionais de Canto Coral de Barcelona. Desde Novembro de 1988 está sediado na Junta de Freguesia de S. João de Brito por deferência do seu executivo. É dirigido por Maria Clara Correia desde Outubro de 1993. Com experiência coral-sinfónica e um reportório variado, apresenta-se normalmente "a cappella" com cerca de 30 elementos.
CONTACTOS
Junta de Freguesia de São João de Brito
Rua Conde de Arnoso 5-B
1700 LISBOA
Tel. (+00 351) 218 428 370 / Fax (+00 351) 218 428 399
www.auditenova.net
mcorreia@ese.ips.pt
30 Novembro 2005

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CORO CAPELLA POLYPHONICA GAUDEAMUS |
Criado em 1997 com o objectivo de divulgar especificamente a Música Polifónica Portuguesa, o Coro Capella Polyphonica Gaudeamus possui um vasto repertório que abrange Música Sacra e Música Profana, não só de Portugal como de outros países. Tem-se apresentado frequentemente em Portugal e no estrangeiro, nomeadamente em Itália, onde obteve assinalados êxitos, sobretudo na interpretação da Música Portuguesa. Tem actuado em espaços privilegiados como o Centro Cultural de Belém, o Palácio Foz, o Museu da Música e o Palácio da Independência, entre muitos outros.
20 Abril 2006

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| CORO COMPLEMENTAR DO CONS. DE MÚSICA DO PORTO |
Coro misto constituído por alunos com idades a partir dos 15 anos, o Coro Complementar do Conservatório de Música do Porto (formado pelas classes dos professores Magna Ferreira e João Pedro Fernandes) tem focado o seu trabalho na interpretação de grandes obras com orquestra.
Interpretou, entre outras obras, "Glória" de Vivaldi, "West Side Story" de Bernstein, "Missa em Sol Maior" de Carlos Seixas, "Missa da Coroação" de Mozart (excertos), "Oratório de Natal", de Camille Saint-Saëns, e obras de diversos compositores portugueses como Fernando Lapa e Fernando Valente. Apresentou-se no Grande Auditório do Rivoli, Teatro do Campo Alegre (FITEI), Museu do Carro Eléctrico, Porto, Teatro Gil Vicente, Coimbra, e nas Igrejas de Santo Ovídio, Gaia, Cedofeita, Nossa Senhora da Boavista, São João da Foz e Trindade, Porto.
06 Janeiro 2007

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CORO DA UNIVERSIDADE DE LISBOA |
O "Coro da Universidade de Lisboa", fundado em 1961, é uma associação estudantil especial, com órgãos deliberativos próprios e autonomia institucional, composta por universitários, e adstrito à Reitoria da Universidade de Lisboa. Deu o seu primeiro espectáculo na inauguração da nova Reitoria da Universidade de Lisboa, em Dezembro de 1961, sendo o seu director artístico o musicólogo Mário Sampayo Ribeiro, que desempenharia essas funções até ao seu falecimento em 1966.
O coro passou a partir daí a contar com a direcção dos maestros Francisco d'Orey e Fernando Eldoro e, desde 1981, pelo actual director, maestro José Robert, assistido actualmente pelo maestro Pedro Teixeira. Reconhecendo à Universidade um papel propulsor e catalizador da cultura de um país, o C.U.L. tem actuado nos grandes auditórios nacionais e estrangeiros, tendo sido de diversas formas ao longo da sua história, um verdadeiro embaixador da Universidade de Lisboa e de Portugal.
O Coro da Universidade de Lisboa realizou já actuações em praticamente todos os grandes palcos portugueses, participando com regularidade em festivais e encontros de coros. O C.U.L., no âmbito da sua estreita relação com a Universidade de Lisboa, é frequentemente convidado a participar nas actividades culturais promovidas pelas Faculdades e pela Reitoria desta Universidade, bem como em diversos Congressos e Doutoramentos Honoris Causa.
No que respeita a actuações internacionais, e nomeando apenas as mais importantes, participou em 1968 no II Festival Internacional de Tees Side (Inglaterra), onde obteve um 1º, um 2º e um 3º prémios; em 1983, no I Festival Internacional de Música de Cantonigrós, na Catalunha (Espanha), tendo sido um dos cinco coros convidados para a gravação do disco do festival; em 1994 actuou no âmbito das comemorações de aniversário da Universidade de Leuven, na Bélgica e em 1995 marcou presença nas Jornadas Culturais Universitárias Portuguesas, com actuações no Luxemburgo e Trier (Alemanha).
Em 2000 participou no festival Universitas Cantat tendo realizado concertos em Kosice, Bratislava (República Eslovaca) e em Viena (Áustria). Em 2002, deslocou-se a França no âmbito de um intercâmbio com o Coral Universitário de Clermont-Ferrand. Em 1995/96, realizou a "Petite Messe Solennelle" de Rossini, na sua versão original para coro, quatro solistas, um harmónio e dois pianos, em primeira audição nacional. Em 1997 apresenta a versão original do Magnificat RV611 de A. Vivaldi. Em conjunto com o Coro de Câmara da Universidade de Lisboa apresentou em 1998 a Missa em Ré Maior de Dvorák, em 1999 a cantata cénica Catulli Carmina de Carl Orff e em 2001 a Misa Criolla de Ariel Ramirez.
De destacar o papel que o C.U.L. tem vindo a desempenhar na pesquisa e divulgação da obra de Fernando Lopes Graça como elevado expoente da música coral portuguesa contemporânea, tendo para tal contribuído com a gravação de um CD, editado pela EMI em 1995, integralmente preenchido com obras deste compositor. Apoiado pela Reitoria da Universidade ao longo da sua existência, o Coro da Universidade de Lisboa tem procurado pautar a sua actuação no sentido de promover a música portuguesa e estrangeira que constitua património universal, de raiz popular ou erudita, dedicando-se ao estudo e divulgação da música coral nas suas formas quer tradicionais quer modernas. O seu reportório vasto e eclético abrange um leque histórico que vai desde o Renascimento aos autores contemporâneos, interpretando actualmente obras de D. Pedro de Cristo, C. Monteverdi, A. Bruckner, Z. Kodály, E. Carrapatoso e F. Lopes-Graça, entre outros.

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CORO DA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA |
O "Coro da Universidade Nova de Lisboa" nasceu no ano de 1988, resultado da colaboração entre alunos das Faculdades de Ciências Médicas e de Ciências e Tecnologia, aos quais se vieram juntar alunos das restantes faculdades da Universidade Nova de Lisboa. Iniciadas as actividades em Novembro desse ano, fez-se a primeira apresentação pública 6 meses depois. No ano lectivo de 1989-90 elaboraram-se os estatutos que foram posteriormente aprovados pelo Senado da Reitoria da Universidade, passando o Coro a dispor de Órgãos Sociais com mandato bienal.
Até 1994, as actividades foram desenvolvidas sob a direcção do Maestro Artur Carneiro, primeiro Director Artístico do Coro. A partir de 1994, o Coro passa a ser dirigido pelo Maestro João Valeriano, que sempre se tem mostrado empenhado e entusiasta do desenvolvimento musical desta iniciativa. O Coro mantém uma presença regular nas actividades da Universidade, seja nos actos oficiais, como os Doutoramentos Honoris Causa, Tomadas de Posse e outras, como nas actividades festivas desenvolvidas no seio das diversas faculdades, como os Concertos de Maio ou de Natal. Além disso, o Coro é também assíduo em outras actividades do meio académico, como os Encontros de Coros Universitários, e já realizou concertos em diversos locais de todo o país (Porto, Coimbra, Braga, Guimarães, Penalva do Castelo, Benavente, Portimão, Palmela, Santa Cruz, Convento de Mafra por exemplo).
O Coro participou na gravação de um CD da colecção "Os Melhores Coros Amadores da Região de Lisboa" em 1997.
O reportório musical do Coro da UNL é vasto e diversificado, abrangendo várias épocas e estilos, integrando peças "a capella", ou peças que requerem o acompanhamento instrumental, e de solistas. De entre as peças com acompanhamento destacam-se "Gloria, RV 589" e "Magnificat, RV 610" de Vivaldi, "Missa Brevis em Fá, Hob. XXII.1" de Haydn, "Lauda Sion, Op. 73" de Mendelssohn, "Missa brevis em Fá Maior, KV 194", "Te Deum, KV 141", "Missa da Coroação, KV 317" de Mozart, "Cantique de Jean Racine, Op. 11" de Fauré, os Responsórios "Hodie Nobis Caelorum Rex", "In Festo Assumptionis B.M.V." e "In Festo S. Vincentii" de Carlos Seixas. Em preparação para 2008, Salmo 42, op. 42 "Wie der Hirsch schreit", de Mendelssohn e Magnificat, BWV 243, de Bach.
CONTACTOS
Coro da Universidade Nova de Lisboa
Faculdade de Ciências Médicas
Campo Mártires da Pátria, 130
1169-056 LISBOA
Fax (+00 351) 218 851 920
www.unl.pt/coro
coro@unl.pt
10 Outubro 2007

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CORO DA UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA |
O Coro da Universidade Técnica de Lisboa foi formado 1980, com os objectivos gerais de satisfazer a procura sentida na Universidades em relação a um agrupamento dessa natureza, e colocar-se o mais rapidamente possível a um nível de qualidade artística que merecesse a designação de Universitário. O núcleo original deu lugar a uma formação de alunos ligados à Universidade e à sua vida Académica. No ano lectivo de 1998/99, procedeu-se a uma renovação quanto a conceitos, objectivos e inserção na Universidade, já com a orientação do Maestro Jorge Alves. Foram iniciadas as primeiras audições, que tiveram lugar em todas as Escolas da UTL, para a selecção dos coralistas.
Actualmente, o Coro é composto por alunos, funcionários e docentes da UTL. Desde Janeiro de 1999 com a actual formação, o coro iniciou novo repertório recuperou alguns dos antigos, com vista à integração de novos elementos sempre com o objectivo de aprofundar o sentido artístico da realização musical. Para além das actuações em cerimónias da Universidade, contam-se a participação no XVII Festival de Coros do Algarve, no Concerto dos 90 anos da UTL na Culturgest, nos Concertos de Natal em Alenquer, Seixal, Metropolitano de Lisboa. Organiza todos os anos um "Concerto de Natal" e um "Concerto da Primavera".
Tem-se apresentado, igualmente, em cerimónias integradas em actividades de diversas Associações. Participou em 2002 em dois concertos, nos quais apresentou a obra para coro, orquestra e solistas, "Gloria" de Vivaldi, em conjunto com o Coro da Universidade Nova de Lisboa e o Coro da Universidade Católica de Lisboa. A mesma experiência foi repetida em Janeiro de 2003, no "Concerto de Ano Novo" da Câmara Municipal de Almada, e em Fevereiro do mesmo ano no Centro Cultural de Belém (Congresso da Ordem dos Médicos) nos quais também interpretou o "Magnificat" de A. Vivaldi e a "Missa Brevis em Fá" de J. Haydn.
Em 2004, realizou diversos concertos e actuações, nomeadamente, na Igreja da Madalena (Lisboa), Igreja de São Nicolau (Lisboa), na Igreja de São Domingos (Benfica), no Teatroesfera (Queluz), Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, Instituto Superior Técnico, Instituto Superior de Agronomia. Em Maio de 2004, o Coro deslocou-se a Bari, em Itália, para participar no Festival Internacional de Musica na Universidade (FIMU).
CONTACTOS
coroutl@hotmail.com
3 Dezembro 2004

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CORO DO ATENEU ARTÍSTICO VILAFRANQUENSE |
Em 1 de Maio de 1891 é fundado em Vila Franca de Xira, a Associação "Fanfarra 1º de Maio de 1891". Em 1906 muda o seu nome para "Grémio Popular - Fanfarra 1º de Maio de 1891". A Fanfarra dá lugar a uma Banda de Música e, em 1916, a Associação passa a designar-se "Grémio Artístico Vilafranquense". Em 1939, por determinação do Decreto-Lei 29232 de 8 de Dezembro, Art.º 11, o Grémio passa a designar-se Ateneu Artístico Vilafranquense.
Desenvolve várias actividades culturais e recreativas - a Colectividade foi já distinguida pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira com as Medalhas de Mérito - Prata e Ouro e pela Federação Portuguesa das Colectividades da Cultura e Recreio com as Medalhas de Ouro "Instrução e Arte" e "Mérito Associativo". Em 1958 é formado o Orfeão do Ateneu Artístico Vilafranquense, agrupamento misto que efectua várias gravações para a Emissora Nacional.
Em !973, por razões financeiras e também por falta de instalações para efectuar os ensaios, o Orfeão cessa a sua actividade. Com o apoio da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, e havendo condições para retomar a actividade coral, forma-se em 7 de Abril de 1987, o Coro do Ateneu Artístico Vilafranquense que é dirigido pelo Maestro Edgar Saramago desde Maio de 1989.
Desde a sua formação, o Coro participou em inúmeros concertos, dos quais destacamos: concertos comemorativos do aniversário do Ateneu Artístico Vilafranquense; concertos integrados nas Temporadas de Música e Dança (organizadas pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira); Encontros de Coros realizados dentro e fora do Concelho; Concerto com o Coral Holandês "Vriendenkring"; concerto realizado no Forum Musical Luísa Todi em Setúbal; concertos integrados no IX Festival de Coros de Faro e XXIII Festival de Coros do Algarve e concertos integrados no Projecto Cultural "À Descoberta do Património".
O Coro do Ateneu Artístico Vilafranquense tem promovido no Concelho vários concertos com coros nacionais e estrangeiros e tem estabelecido intercâmbio com os referidos coros. Destacam-se as suas deslocações à Madeira, em 1998, aos Açores - Ponta Delgada, em 1999, e a Itália, Bolzano, em 2003, onde participou no 6th Alta Pusteria Choir Festival. A realização do I Encontro de Coros de Vila Franca de Xira foi da sua inteira responsabilidade, tendo também organizado o VIII Encontro de Coros no ano 2000.
O Coro do Ateneu Artístico Vilafranquense organiza ainda desde 1996, no mês de Agosto, o Curso de Direcção Coral e Técnica Vocal de Vila Franca de Xira. É sócio fundador da FENAMCOR - Federação Nacional do Movimento Coral e faz parte da primeira Direcção eleita da Federação.
04 Dezembro 2004

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CORO DO CÍRCULO PORTUENSE DE ÓPERA |
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