MELOTECA SÍTIO DE MÚSICAS E ARTES
Siga-nosFacebookInstagramLinkedInPinterestTwitterTumblr
> Coros
PRINCIPAL
Coro Gulbenkian
Coro Casa da Música
Coro
Coro de Câmara da Universidade de Lisboa

COROS INFANTIS E JUVENIS

Atualize a sua bio

CORAL INFANTIL CLAVE DE SOL

O Coral infantil Clave de Sol, dirigido por Margarida Moser, foi fundado pelo compositor Oliveira Barbosa, fundador e primeiro maestro do Coral. O Coral infantil Clave de Sol foi fundado em 1994 e conta actualmente com 34 crianças oriundas dos concelhos limítrofes de Lisboa. Do seu currículo constam concertos um pouco por todo o país, a organização dos Encontros de Coros Infanto-Juvenis, na Amadora, e dois CDs (o segundo a editar brevemente).

13 Dezembro 2006

TOPO

CORAL INFANTIL DE SETÚBAL

O Coral Infantil de Setúbal foi fundado em 1979. O Coral Infantil rapidamente granjeou fama a nível nacional, tendo desde logo promovido espectáculos em vários pontos do país e participado em programas da RDP e RTP, que mereceram rasgados elogios. O Coral era então constituído por 50 coralistas, com idades compreendidas entre os 6 e os 14 anos e fazia-se acompanhar por uma orquestra privativa, composta por 16 elementos.

Não possuindo instalações próprias, o Coral ensaiava numa sala do Museu Etnográfico, cedida para o efeito pelo Município. Em 1982, uma época conturbada em que muitas colectividades recém-nascidas não recebiam os necessários apoios e em que se avolumava o problema das instalações, o Coral foi "despejado" da sala onde costumava ensaiar, ficando sem condições de continuar o seu trabalho. Valeu então ao Coral o auxílio da Sociedade União Setubalense, que cedeu gratuitamente uma sala, mas as condições não eram as melhores e em Junho desse mesmo ano o Coral viu-se forçado a suspender totalmente as suas actividades. Iniciou-se um movimento que lutou para que o Coral Infantil de Setúbal não acabasse e, após o fechar de muitas portas, houve uma que se abriu de par em par. Foi a porta da "Stella-Maris", instituição que acolheu o Coral até Novembro de 1993, altura em que foi inaugurada a sede social. O nome do Padre Manuel Vieira ficará, assim, indissociado da história do Coral.

Em Março de 1984 foram retomados os ensaios e o Coral realizou em 26 de Maio desse mesmo ano o seu primeiro espectáculo depois da interrupção das actividades. A partir daqui, o Coral, com os seus 65 coralistas e a sua Orquestra de 16 músicos, fez dezenas de actuações, não só em Setúbal como em diversos pontos do país, sendo sempre alvo das referências mais elogiosas. Foi, ainda, convidado, por diversas vezes, a gravar para a televisão e, sob a direcção de Carlos Alberto Moniz, gravou um disco com dois temas: "A saia da Luisinha" e "Rei D. Leão". Tratou-se de um período em que o Coral Infantil de Setúbal se afirmou como uma instituição credível no panorama cultural setubalense.

Apesar dos sucessos que foi obtendo e do crescente protagonismo que foi assumindo, em finais de 1986 o Coral viu-se de novo, e inesperadamente, envolvido numa situação de crise, com a demissão de Adriano Pereira, seu fundador e maestro. Iniciou-se, então, um processo que poderá ser definido como a segunda grande crise na ainda curta história da instituição. Para fazer frente às mais variadas tentativas de desestabilização de que o Coral foi alvo, valeu, na altura, a coesão de todos os elementos, desde Direcção e músicos a elementos fundadores do Coral, coralistas e encarregados de educação. Tal permitiu que a situação fosse ultrapassada sem sobressaltos.

A direcção artística fora, entretanto, assumida pelo Maestro Maurício Vieira da Silva que se manteve nesse cargo entre 1987 e 1992. Entretanto, em Março de 1986, Raul Veloso toma posse como Presidente da Direcção, cargo que ocupará ao longo de dez anos. É sob a sua direcção que em 8 de Maio de 1988 se realiza o 1º FESTIVAL DA CANÇÃO INFANTIL DE SETÚBAL / COSTA AZUL, tendo como principal objectivo a criação e promoção de novas canções de natureza infantil. O Festival é organizado pelo Coral e patrocinado pela Câmara Municipal de Setúbal e pela Região de Turismo de Setúbal / Costa Azul e, desde logo, se afirma como pioneiro e como uma referência de qualidade no panorama dos festivais infantis que, ao longo dos anos, se vão realizando, cada vez em maior número, por todo o país. Em 1991 dá-se início a outra realização que se vai manter ao longo dos anos, passando a constituir uma tradição e um ponto alto das actividades de cada época. Trata-se dos ENCONTROS DE COROS INFANTIS DA CIDADE DE SETÚBAL, que no dia 8 de Março de 1991 tiveram a sua primeira edição.

Em 1989 é dado um passo decisivo para se concretizar a aquisição de uma sede social para a instituição. No dia 26 de Julho de 1989, em cerimónia que decorreu no Salão Nobre da Câmara Municipal de Setúbal, na presença do Senhor Presidente da Câmara, Professor Mata Cáceres, a Portucel entrega ao Coral Infantil de Setúbal, na pessoa do seu Presidente, Raul Veloso, a quantia de 11 milhões e 700 mil escudos, destinada à aquisição da sede.

Em 27 de Novembro de 1993, coincidindo com o 14º Aniversário do Coral, é inaugurada pelo Professor Mata Cáceres, Presidente da Câmara Municipal de Setúbal, a sede social da instituição, na Avenida dos Combatentes da Grande Guerra. Apesar da exiguidade das instalações, a existência de uma sede própria revelar-se-á de fundamental importância para o normal funcionamento das actividades.

Entretanto, em 1992, Jorge Salgueiro assumira o cargo de Maestro dando início a uma nova fase na vida da instituição. Jorge Salgueiro apresenta um projecto próprio e ambicioso, que se sintetiza em dois grandes objectivos. O primeiro visa a integração do Coral no contexto internacional de coros infantis, com capacidade para interpretar as grandes peças do repertório sinfónico e de câmara para coro infantil. O segundo objectivo deste projecto visa, a médio prazo, estimular o gosto e a prática da música clássica na cidade de Setúbal, uma cidade onde importa honrar a tradição musical, dotando-a de mais cantores e mais público para a área do canto lírico.

Com Jorge Salgueiro o Coral começa por interpretar temas acompanhados ao piano por Teresa Cabica e, mais tarde, é criada uma equipa de trabalho constituída por um Pianista (Óscar Mourão), um Professor de Formação Musical (Mário Cabica) e uma Professora de Canto (Juliana Telmo) que, com o Maestro, garantem a necessária formação dos coralistas.

O primeiro objectivo é claramente atingido e o Coral passa a integrar no seu repertório peças, quer de câmara quer sinfónicas, originalmente escritas para crianças por grandes compositores. A equipa de trabalho passara, entretanto, a ser constituída por Paulo Tavares, Mário Cabica e Ana Cosme.

Dado que o Coral é, frequentemente, convidado a actuar em espaços e situações que não se coadunam com o seu âmbito, sente-se a necessidade de formar um grupo que possa responder a essas solicitações. O Mini-Grupo, constituído por um número restrito de coralistas mais novos, é então formado. Interpreta temas de Festivais da Canção Infantil e Juvenil da Costa Azul e alia a dança ao canto. A médio prazo a sua manutenção revelar-se-á difícil, dado que as exigências do Coral não deixam muito tempo livre para esta actividade.

Em Abril de 1995 é estreado o musical infantil em 1 acto "Festa da Bicharada", uma peça musical da autoria de Mário Gomes Silvério e Jorge Salgueiro. Apesar de apenas ter duas apresentações, a peça regista um grande êxito.

Em1996 António Santos é eleito Presidente da Direcção. Concretiza-se, então, a gravação do primeiro CD do Coral, sob a direcção do Maestro Jorge Salgueiro. Com este trabalho o Coral visa atingir o segundo objectivo do seu projecto, estimulando o gosto pela música clássica. O CD "enCANTAR" apresenta, por isso, uma vertente clássica de repertório sinfónico e uma vertente mais lúdica, com temas de filmes da Walt Disney. Este CD é lançado no Concerto Comemorativo do 18º Aniversário do Coral, em 23 de Novembro de 1997, no Fórum Municipal Luísa Todi.

Entretanto o Coral continua a realizar todos os anos o Festival da Canção Infantil e Juvenil da Costa Azul. A Câmara Municipal da Vila da Povoação, em S. Miguel, Açores, conhecedora do prestígio deste Festival, manifesta o seu interesse em estabelecer um protocolo visando a participação mútua nos Festivais da Canção Infantil dos dois Municípios. Assim, em Maio de 1997, é assinado um Protocolo entre a Câmara Municipal de Setúbal e a Câmara Municipal da Vila da Povoação, com esse objectivo. Nesse mesmo ano, a 10ª edição do Festival da Canção Infantil e Juvenil da Costa Azul conta já com a participação da Carla Patrícia, em representação da 6ª Gala Regional dos Pequenos Cantores "Caravela d’Ouro" da Vila da Povoação. Ao longo dos anos este intercâmbio tem permitido a aproximação entre a Organização dos dois Festivais e, simultaneamente, tem proporcionado inolvidáveis vivências às crianças que nele têm participado.

O Coral vai-se afirmando, cada vez mais, como uma instituição fundamental no panorama cultural setubalense, o que é reconhecido pela Câmara Municipal de Setúbal que, em 15 de Setembro de 1997, distinguiu a instituição com a Medalha de Honra da Cidade de Setúbal.

Em 1998 Isabel Mendes é eleita Presidente da Direcção. O Coral enfrenta, entretanto, algumas dificuldades de funcionamento face à impossibilidade de o Maestro Jorge Salgueiro continuar a assumir a direcção do Coral. A marca decisiva que ele imprimira à actividade do Coral e a dedicação e entrega com que assumira as suas funções, tornava difícil a sua substituição e os próprios coralistas tinham muita dificuldade em aceitar a sua saída. Valeu, na altura, a disponibilidade de Paulo Tavares, pianista residente do Coral, que, conhecendo bem o tipo de trabalho, conseguiu dar continuidade às actividades. A função de pianista foi, provisoriamente, assumida por José Bom de Sousa e posteriormente por Olga Beliaeva.

Em 1999 o cargo de Maestro é assumido por Nuno Batalha, que forma nova equipa de trabalho, constituída por António Laertes (Piano), Célia Inês Nascimento (Técnica Vocal / Soprano) e Mário Cabica (Formação Musical / Clarinete). O Coral volta a adquirir a estabilidade necessária para consolidar os objectivos traçados e para se aventurar em novos projectos. Assim, em Dezembro de 1999, concretiza-se uma deslocação a Madrid e o Coral actua, com grande êxito, na Basílica de San Francisco el Grande. Em Março de 2000, os coralistas acolhem em suas casas os colegas do Coro Infantil do Gabinete Coordenador de Educação Artística da Madeira que, por sua vez, os acolhem em Junho. O Coral actua, então, no Funchal. Em todas as suas actuações é elogiada a qualidade que apresenta bem como o repertório, enriquecido com arranjos originais de Jorge Salgueiro, que continua a dar a sua inestimável colaboração.

O mérito do trabalho desenvolvido pelo Coral é também reconhecido a nível institucional e, em Agosto de 1999, a Presidência do Conselho de Ministros atribui ao Coral Infantil de Setúbal o regime de Entidade de Utilidade Pública.

Seguro das suas capacidades para se lançar em novos projectos, o Coral sente, entretanto, a necessidade de um novo espaço que permita viabilizar o crescimento da instituição, quer em termos do número de coralistas, quer em termos da diversidade de actividades. Sensível a esta necessidade, a Câmara Municipal de Setúbal cede ao Coral o rés-do-chão de dois prédios situados na Quinta da Poupinha. Esta cedência, por um período de 50 anos, é feita em regime de comodato, cujo contrato é assinado em Setembro de 2000. A utilização deste espaço não é, contudo, imediata uma vez que se torna necessário proceder a obras de insonorização e de adaptação do espaço às necessidades do Coral.

Em 2001 o Coral concretiza a gravação do seu segundo CD, sob a direcção do Maestro Nuno Batalha. Este CD, composto exclusivamente por temas "a cappella", é gravado na Igreja de S. Sebastião.

Enquanto aguarda a concretização das obras que vão viabilizar a utilização da nova sede e, consequentemente, a realização de novos projectos, o Coral prepara-se para alargar o seu âmbito de trabalho a uma camada etária mais alargada. Tentando dar resposta à insistente solicitação por parte dos coralistas mais velhos, está a ser ponderada a criação de um coral juvenil.

Foi recentemente apresentado um Musical de autoria de Jorge Salgueiro (musica) e de Risoleta Pinto Pedro (Libreto) denominado "Kate e o Skate".

YoutubeSong for the children

12 Fevereiro 2012

TOPO

CORO DE CÂMARA INF. DA ACAD. DE M. DE SANTA CECÍLIA

O "Coro de Câmara Infantil da Academia de Música de Santa Cecília" é constituído por uma selecção dos alunos de Coro desta escola, dos 9 aos 15 anos de idade. Com um número de elementos variável, em virtude da renovação a que é sujeito em cada ano lectivo, apresenta-se regularmente em audições e concertos da Academia, ou a convite de outras instituições.

Participou em 1990, com grande êxito, num concerto na Salle Gaveau em Paris, interpretando música de compositores portugueses. Colaborou na Expo '92, em Sevilha, integrando a recriação da Embaixada do Rei D. Manuel I ao Papa Leão X, de 1514, interpretando música do século XVI.

Na temporada de 1991-92, apresentou-se com o Coro e a Orquestra Gulbenkian no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, no programa comemorativo do centenário de Arrigo Boito e ainda na Missa de Glória de Mascagni. Na temporada de 1992-93, esteve novamente em evidência na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa, ao apresentar-se num concerto do Ciclo "Grandes Orquestras Mundiais", promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian, onde, com a Orquestra Sinfónica de Viena e o Coro Gulbenkian, integrou o conjunto de intérpretes da 3ª Sinfonia de Gustav Mahler.

Em 1994, a convite da Orquestra I Solisti Veneti, actuou no concerto inaugural do Festival de Música de Veneza, em Itália, dirigido pelo Maestro Claudio Scimone. No âmbito das actividades musicais de Lisboa Capital Europeia da Cultura '94, o Coro participou em importantes concertos com a Orquestra do Festival de Budapeste e com a Orquestra Filarmónica Checa. Interpretou "A Danação de Fausto" de Berlioz, com a Orquestra Filarmónica de Estrasburgo.

Na temporada Gulbenkian de 1995-96, participou na interpretação do War Requiem e da Spring Symphony de Benjamin Britten, com o Coro e a Orquestra Gulbenkian. Em 1996, um grupo de rapazes deste Coro participou, com a Orquestra do Século XVIII, sob a direcção do Maestro Frans Brüggen, na apresentação da Paixão segundo São Mateus de J. S. Bach, em concertos realizados em Bolonha, Ferrara (Itália) e Lisboa.

Ainda em 1996, colaborou com o Coro La Cigale de Lyon num concerto em Lisboa, organizado pela ANISC. O Coro integra os World Litle Singers, instituição da UNICEF, apoiada pela UNESCO, com o objectivo de divulgar os princípios contidos na carta dos Direitos das Crianças e pertence à Federação Europeia de Coros da União, destinada a coros infantis e juvenis. O Coro de Câmara Infantil da Academia de Música de Santa Cecília é, desde 1987, dirigido pelo Maestro Artur Carneiro.

06 Fevereiro 2002

TOPO

CHORUS CSD
- CORO DO COLÉGIO DE SANTA DOROTEIA

O Chorus CSD, Coro do Colégio de Santa Doroteia, foi fundado em 2005. É um coro amador constituído, essencialmente, pelos alunos que frequentam o colégio (do 5º ao 12º anos) e alguns, ainda poucos, professores e pais, já que pretende ser um elo congregador de toda a comunidade educativa e potenciador do espírito de família que está adjacente ao ideário do próprio colégio. Tem, actualmente, cerca de 45 elementos e o seu repertório é constituído por temas que vão desde a música popular à mais erudita, sem esquecer a música ligeira e sacra. Alguns dos temas que interpreta têm harmonização do seu próprio maestro, o qual é secundado pelos Chefes de Naipe (a quem se devem alguns arranjos também), todos eles alunos, na orientação dos ensaios, promovendo-se a ideia de um coro protagonizado pelos alunos.

O Coro do Colégio de Santa Doroteia é uma actividade extracurricular, oferecida pelo próprio colégio, pelo que todos os seus integrantes o frequentam de forma gratuita e voluntariosa, num espaço privilegiado de formação e convívio, de alegria e gosto pela música. Tendo já participado em diversos espectáculos, este grupo organizou, em Janeiro de 2007, o seu I Sarau de Coros, com a presença, nessa primeira edição, do Coro de Bocage (Setúbal) e do Coro Santo Inácio (Lisboa).

CONTACTOS

MoradaAv. Marechal Craveiro Lopes, n.º 1

1749-012 Lisboa

TelefoneTel. 217 570 311

TelemóvelTlm. 962 815 784 (Maestro)

FaxFax 217 590 061

SítioSítio: www.csdoroteia.edu.pt

Correio electrónicoCorreio: sdoroteia@csdoroteia.edu.pt

06 Novembro 2007

TOPO

CORO INFANTIL DE SANTA JOANA

O Coro Infantil de Santa Joana nasceu com a Tuna de Santa Joana em 7 de Novembro de 1986, tendo como sua fundadora Helena Mano Carapina, coadjuvada desde 1993 por Jorge Correia no suporte musical.

Sendo um dos garantes para a continuidade da Associação, no início participa activamente nas celebrações Eucarísticas dos primeiros Domingos de cada mês. Nele começaram a sua actividade musical a maioria dos integrantes da Tuna de Santa Joana e é deste grupo que surge o Coro de Santa Joana, compostos com os antigos elementos do Coro Infantil.

Interpretando músicas de cariz infantil, apresenta-se com regularidade nas Audições da Escola de Música da Tuna de Santa Joana, nas Feiras do Livro de Aveiro e outros convites da Câmara Municipal de Aveiro, em Concertos de Natal, Concerto de Reis, Encontros das Escolas de Música do Concelho de Aveiro, entre outros eventos.

Autonomizando-se, começa a ser solicitado para outro tipo de actuações, principalmente em Festas de Natal e de finais de Ano Lectivo em Escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico. No ano lectivo de 2002/03, tendo o seu número de coralistas aumentado, chegando a atingir os 75, desdobrou-se sob o critério das idades, formando-se assim os Coros Infantil e Juvenil. Nas suas Direcções ficaram as Professoras Susana Matos e Sandra Morais, antigas integrantes do Coro Infantil. Na coordenação dos coros mantém-se a sua mentora, Professora Helena Mano Carapina.

Como culminar deste trabalho continuado e reconhecimento público da qualidade demonstrada, o coro apresentou em 2004 a Ópera Infantil A Floresta baseada no conto homónimo de Sophia Mello Breyner Andresen, composta por Eurico Carrapatoso, no Teatro Aveirense nos dias 17 e 18 de Abril e no Teatro Viriato em Viseu a 1 e 2 de Maio, com a Orquestra Filarmonia das Beiras, contando com a direcção do Maestro António Vassalo Lourenço.

17 Setembro 2007

TOPO

CORO INFANTIL
DO CÍRCULO PORTUENSE DE ÓPERA

Criado em 1989, o Coro Infantil do Círculo Portuense de Ópera tem por missão despertar o gosto e o interesse dos mais jovens pela ópera e, simultâneamente, dar resposta à necessidade de actuação de crianças em produções do repertório operático.

A convite de diversas entidades, estatais e privadas, tem também realizado inúmeros concertos por todo o País e participado em festivais e encontros de música. Actuou com a Orquestra Clássica do Porto, Orquestra Nacional do Porto, Orquestra do Artave, Orquestra da Birmingham Opera Company e Orquestra Internacional Juvenil.

Foi dirigido pelos maestros Manuel Ivo Cruz, José Luís Borges Coelho, Jaroslav Mikus, Georges Martin, Marc Tardue, Palmira Troufa, Luís Filipe Sá, Tim Lole, Omri Hadari, Reynald Giovaninetti, João Paulo Santos, Jorge Salgueiro, Josep Caballé-Domenech e Eugénio Amorim e, pelos encenadores José Cayolla, Norma Silvestre, Marcelo Ferreira, Tim Coleman, Claudio Cinelli, Neville Tranter , Jorge Vaz de Carvalho, Joseph Franconi Lee, Mietta Corli e Stefano Vizioli.

RÉCITAS E CONCERTOS

Ópera "Carmen", de Bizet (Rivoli Teatro Municipal/Maio 1989; Coliseu do Porto/Novembro 1998);

Cantata Cénica "Carmina Burana", de Carl Örff (Auditório Nacional Carlos Alberto/Outubro 1990; Teatro Gil Vicente - Coimbra/Março 1991; Coliseu do Porto/Janeiro 2002);

Ópera "O Cábula", de Fernando Corrêa de Oliveira (Estreia Mundial: Auditório Nacional Carlos Alberto/Dezembro 1994; Auditório do Artave - Santo Tirso/Janeiro 1995);

Concerto Comemorativo dos 50 Anos da ONU "Música dos Beatles" (Coliseu do Porto e Coliseu dos Recreios - Lisboa/Outubro 1995);

Ópera "L'Enfant et les Sortiléges", de Ravel (Teatro Nacional S. João/Dezembro 1998 - Integrado no VIII Festival Internacional de Marionetas do Porto);

Ópera "La Bohème", de Puccini (Coliseu do Porto/Junho 2000);

II Encontro Internacional de Coros da Cidade do Porto (Auditório da Ordem dos Médicos/Novembro 2000);

Espectáculo de marionetas Re Frankenstein, de Luk van Meerbeke (Teatro Nacional S. João/Dezembro 2000 - Integrado no IX Festival Internacional de Marionetas do Porto);

Ópera (versão para concerto) "The Prodigal Son", de Benjamin Britten (Igreja do Mosteiro de Leça do Balio/Abril 2001 - Porto 2001);

Cerimónia de Abertura do Forum Europeu Lions (Coliseu do Porto/Setembro 2001);

Obra coral "War Requiem", de Benjamin Britten (Europarque/Setembro 2001; Sé Catedral da Guarda/Outubro 2001 - Porto 2001);

III Encontro Internacional de Coros da Cidade do Porto (Salão Nobre do Ateneu Comercial do Porto/Novembro 2001);

Musicalidades 2002 (Montemor-o-Novo/Outubro 2002);

Ópera "Tosca" de Puccini (Coliseu do Porto/Novembro 2002);

"O lobo Diogo e o mosquito Valentim", de Eurico Carrapatoso (Teatro Nacional S. João/Dezembro 2002 - Estreia Mundial);

Cantata cénica "Carmina Burana" de Carl Orff (Coliseu do Porto - Maio 2003);

"O lobo Diogo e o mosquito Valentim", de Eurico Carrapatoso (Claustros do Mosteiro de S. Bento da Vitória, Porto/Dezembro 2003);

"Um Requiem pela Humanidade", de Jorge Salgueiro - Gravação Março 2004 - Banda sonora para a peça "Ensaio sobre a Cegueira" de José Saramago para a co-produção Teatro Nacional de S. João e Teatro O Bando (estreia mundial);

"La Bohème" de Puccini (CAE - Figueira da Foz - Setembro 2004 - Produção do Teatro Nacional S. Carlos);

"Requiem Flamenco" de Paco Peña - Abril 2005 - Casa da Música, Porto;

"Stabat Mater" de Pergolesi - Maio 2005 - Igreja de Cedofeita, Porto;

"Laudate Pueri" de Eugénio Amorim (Estreia Mundial) - Junho 2005 - Igreja Nossa Senhora da Conceição, Porto;

"Mass of the Children de John Rutter" - Dezembro 2005 - Igreja da Trindade, Porto (Estreia Nacional).

CONTACTOS

TelefoneTel. (+00 351) 226 065 404

FaxFax (+00-351) 226 092 885

Correio electrónicoCorreio: cpopera@mail.telepac.pt

09 Setembro 2006

TOPO

CORO INFANTIL
DO INSTITUTO GREGORIANO DE LISBOA

Nos planos de estudo do Instituto Gregoriano de Lisboa a disciplina de Coro é obrigatória durante toda a permanência do aluno na escola. Assim, ao longo do seu percurso, os alunos passam por várias formações corais que vão enriquecendo a sua experiência musical. O Coro Infantil do Instituto Gregoriano de Lisboa foi criado com o objectivo de permitir aos alunos mais jovens desta escola uma primeira abordagem ao canto e ao repertório coral. Pertencem ao coro os alunos dos primeiros três anos do Instituto Gregoriano.

Apresentou-se em vários concertos na área de Lisboa, interpretando, entre outras obras, o Stabat Mater de Pergolesi, a Messe Basse de Fauré, a Ceremony of Carols de Benjamin Britten e as Cançõezinhas da Tila de Lopes Graça.
Formado por Henrique Piloto, o Coro foi dirigido por Armando Possante e é actualmente da responsabilidade de Teresa Lancastre e Filipa Palhares.

04 Março 2008

TOPO

COROJUVENIL
DO CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DO PORTO

Constituído por três naipes de vozes brancas e com uma formação variável, sujeita ao fluxo de alunos e às exigências de cada concerto, o Coro Juvenil do Conservatório de Música do Porto (formado pelas classes dos professores Magna Ferreira e João Pedro Fernandes) tem desenvolvido, nos últimos anos, uma actividade de reconhecido mérito.

Interpretando obras de diversos compositores portugueses como Fernando Lapa, Fernando Lopes-Graça, Fernando Valente, Gonçalo Sampaio, João Heitor-Rigaud (estreia mundial de "Sono do João") Sérgio Azevedo, também participou na interpretação de obras de Mozart ou Britten, entre outros. Apresentou-se já no Teatro Helena Sá e Costa, Grande Auditório do Rivoli, Cine-Teatro da Batalha, Teatro Gil Vicente (Coimbra), Grande Auditório do CCB, entre outros, e nas Igrejas de Santo Ovídio, Cedofeita, Foco, S. João da Foz e Trindade.

06 Janeiro 2007

TOPO

CORO MOZART

Tendo como seu patrono Wofgang Amadeus Mozart, o Coro Mozart nasceu na cidade de Viseu, em Janeiro de 2006, e é actualmente constituído (ainda na sua vertente infantil e juvenil, e depois de muitas e rigorosas audições) por 33 jovens entre os 7 e os 15 anos, todos eles alunos de diversas Escolas e Colégios de Viseu.

Após um ano de actividade, com concertos diversos, o projecto inovador em que se consubstanciou e o extraordinário aplauso que tem merecido do público e da imprensa - decorrente da qualidade e profissionalismo que tem demonstrado - coloca-o já como coro de referência, tendo conquistado, logo em 2006, o prémio Produção Musical, instituído pelo GICAV.

Como princípios programáticos nucleares (coincidentes com os seus objectivos gerais), o Coro Mozart procurará animar e nortear a progressiva estruturação de uma Academia em Viseu, Academia com um perfil de Ateneu, que procurará privilegiar, fundamentalmente, o canto coral e contribuir para colocar a Cidade de Viseu e o Coro Mozart como cada vez mais dignos, e merecidos, representantes, a nível nacional e internacional, do canto coral; para além disso, desenvolve esforços no sentido de revitalizar e fortalecer uma identidade musical específica - que resultará, entre outros factores, da consciencialização de um conjunto de informações que a memória de uma Comunidade propicia, e à qual, de forma explícita, se encontram estreitamente ligados o discurso e o dinamismo de todos os agentes culturais e sócio-económicos que dessa Comunidade fazem parte.

Em Dezembro de 2006, gravou o seu primeiro DVD, resultado do Concerto de Natal que organizou: Mozart I.

O Coro Mozart ensaia na Biblioteca Municipal de Viseu e encontra-se a trabalhar, a quatro e a cinco vozes, um amplo repertório (todo ele já com orquestrações gravadas) - repertório esse que abrange um leque de músicas seleccionadas de forma prudente e rigorosa, procurando-se, com isso, conciliar a tradição e a modernidade em diferentes registos: clássico, popular portuguesa, ligeira portuguesa, fado, gospel, music hall, pop e rock, popular francesa, festivo (de teor natalício).

É dirigido pelo Maestro Dionísio Vila Maior.

CONTACTOS

TelemóvelTlm. (+00 351) 969 110 305

Telemóvel Tlm. (+00 351) 968 945 371

SítioPágina: coromozartviseu.googlepages.com

Correio electrónicoCorreio: coromozartviseu@gmail.com

06 Novembro 2007

TOPO

GRUPO CORAL DOS
PEQUENOS CANTORES DA PONTINHA

O Grupo Coral dos Pequenos Cantores da Pontinha foi fundado em 1979, Ano Internacional da Criança, pelo P.e Arnaldo Taveira, com o intuito de propocionar aos seus elementos formação nas áreas do canto e da música.

No fim desse mesmo ano, no dia 8 de Dezembro, teve lugar o primeiro concerto na Igreja Paroquial da Pontinha. O trabalho do grupo foi bem sucedido e alguns dos que passaram por este grupo coral resolveram enveredar pelos caminhos da música e alguns dos antigos membros têm, hoje, formação superior ao nível do canto e música.

O Grupo foi, durante vários anos, dirigido pelo Padre Arnaldo e participou em recitais de beneficência, promoção da música nas escolas, saraus culturais e casamentos em diversos pontos do País muitas vezes com a colaboração do tenor Carlos Guilherme (ex-coralista do Grupo Coral dos Pequenos Cantores da Polana - Moçambique, primeiro coro fundado pelo Padre Arnaldo).

Para além de já ter actuado para a rádio e televisão, destaca-se a actuação na visita do Papa João Paulo II em 1982, e a edição, em 1987 de um LP de música clássica. Por ocasião do seu 20º aniversário, o grupo coral editou um CD com a gravação, ao vivo, da oratória de São Francisco. Entre 1985 e 1988 o grupo teve como maestro ajudante Pedro Lopes, antigo coralista. Entre 1993 e meados de 2007, a direcção coral teve vários maestros podendo-se destacar o maestro e ex-coralista Sérgio Peixoto, actual membro do grupo Tetvocal.

A direcção coral está a cargo do maestro Fernando Quintela.

CONTACTOS

SítioSítio: www.pequenoscantores.org

11 Outubro 2008

TOPO

Procedimentos
TOPO