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Coro de Câmara da Universidade de Lisboa

AGRUPAMENTOS DE CÂMARA

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ANÇÃ-BLE

O Ançã-Ble, constituído por uma família de Ançã (de onde retira o nome pelo qual se designa num jogo de palavras que dispensa explicações), é um conjunto vocal que se tem dedicado à música sacra portuguesa, com natural incidência sobre o período áureo (séc. XVI-XVII) - segundo uma classificação comumente aceite - da música vocal em Portugal. Tem-se apresentado em público com uma frequência regular, destacando-se os recitais por ocasião do Congresso do P.e António Vieira, em Coimbra, do duplo Congresso do P.e Anchieta, em Coimbra e São Paulo (Brasil), bem como um na Catedral de Tuy, e do Congresso sobre Damião de Góis. Mais recentemente, participou na edição de discos com música inédita de Coimbra e "Damiana Musica".

A actividade mais regular do Ançã-Ble tem-se desenvolvido desde 1995 numa colaboração progressiva entre o Instituto Português de Santo António, em Roma, onde tem anualmente realizado recitais de música sacra portuguesa, num esforço persistente de divulgação da música portuguesa. Estes recitais têm compreendido uma grande percentagem de primeiras audições modernas de obras recolhidas e transcritas pelo director do Ançã-Ble em arquivos portugueses e romanos, numa linha de aprofundamento do conhecimento das seculares e fecundas relações entre Itália e Portugal.

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CAMERATA VOCAL DE TORRES VEDRAS

Fundada em Março de 1982, a Camerata Vocal de Torres Vedras constitui-se legalmente, como Associação, em 3 de Abril de 1985. O seu repertório é diversificado, destacando-se a Missa Alemã, de Franz Schubert, o Hino a Santa Cecília, de Benjamin Britten, Op. 27, a Pavane, de Gabriel Fauré, Op. 50, a Fantasia Coral, de Beethoven, Op.80, o Alleluia (extracto do Messias), de Haëndel, o Concerto Sagrado, de Duke Ellingtone a Sinfonia da Primavera, de Benjamin Britten, Op.44.

Filiações
  • 1985 - Associação de Coros da Área de Lisboa (ACAL)
  • 1986 - Europäishe Föderation Junger Chöre (Europa Cantat)
  • 1997 - Associação de Intercâmbio Municipal (ASSIM)
  • 2002 - Forum de Associações Culturais de Torres Vedras (FORUM)
Presenças Nacionais
  • 1985 - Participação activa no Ano Europeu da Música, divulgando Música Coral junto das populações rurais, no âmbito de um protocolo celebrado com o Ministério da Cultura.
  • 1985 e 86 - Participação nos 8º e 9º Encontros da ACAAL.
  • 1986 - A convite da ACAAL, esteve presente na Semana Coral Internacional de Lisboa 86, interpretando música antiga portuguesa.
  • 1988 e 90 - 12º e 14º Encontros de Coros das Terras da Feira, este último por convite do Governo Civil para representação do Distrito de Lisboa.
  • 1992 - Organizou o 1º Festival Internacional de Coros de Torres Vedras.
  • 1993 - Participou, a convite, no XVII Festival de Coros do Algarve.
  • 1994 - Realizou o Concerto da Primavera, com a Banda dos Bombeiros Voluntários de Torres Vedras.
  • 1996 - Apresentação e divulgação do concerto/espectáculo "Ode ao Vinho".
  • 2003 - Participação, a convite, no XXVII Festival de Coros do Algarve.
Presenças Internacionais
  • 1985 - Festival Eurotreff Musik, na Alemanha do Sul (Südschwarzwald).
  • 1990 - Digressão pela Europa, com concertos em França e Alemanha.
  • 1993 - Seleccionada para o Festival Europhonies 93 - Premier Printemps Musical Européen de Toulon et du Var, onde realizou alguns concertos, um dos quais com a Orquestra Sinfónica Regional de Cannes, Provence - Alpes - Côte d'Azur, sob a direcção do Maestro Pol Mule.
  • 1994 - Participação no Festival Europa Cantat 12, em Herning - Dinamarca, onde realizou concertos, sendo um com a Peder Pederseens Big Band, sob a direcção do Maestro John Hoybye.
  • 1995 - Festival Eurotreff '95, na Alemanha do Norte (Wolfenbüttel), tendo realizado vários concertos, um dos quais sob a direcção do Maestro Cristoph Schönherr.
  • 1997 - Participação no Festival Europa Cantat 13, em Linz - Áustria, onde realizou concertos, sendo um com a Bayerisches Landesjungenderchester, sob a direcção do Maestro Goldring.
  • 2002 - Digressão a Viena de Áustria, participando em concertos em várias localidades, integrada na Wiener Bezirksfestwochen 2002.
Discografia
  • 1997 - Edição em disco compacto do programa de concerto Ode ao Vinho

Tem sido dirigida por vários maestros, dos quais destacamos Artur Carneiro, fundador e responsável artístico até Fevereiro de 1987 e António Gonçalves, actual responsável artístico, desde Outubro de 2000.

 

CONTACTOS

TelefoneTel. (+00 351) 261 315 599

TelemóvelTlm. (+00 351) 965 088 433

TelemóvelTlm. (+00 351) 917 339 072

SítioSítio: www.cameratavocaltorresvedras.org

Correio electrónicoCorreio: cvtv@iol.pt

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CAPELA JOANINA

O agrupamento vocal Capela Joanina é constituído por um conjunto de cantores solistas que fazem da prática da música
antiga uma das linhas de trabalho mais relevantes da sua carreira profissional, quer em Portugal, quer no estrangeiro.

Fundada em 2005 por João Paulo Janeiro, a Capela Joanina emerge do grupo de música antiga Flores de Música, o qual, a partir de Novembro do mesmo ano passou a ser exclusivamente constituído por instrumentistas.

A sua primeira apresentação pública aconteceu nos concertos do Centro Cultural de Belém que assinalaram a passagem dos duzentos e cinquenta anos sobre a data do terramoto de 1755, onde executou as partes vocais das Matinas dos Mortos de David Perez. A partir desta altura passou a ter um percurso profissional independente do agrupamento instrumental.

Na recente edição da Festa da Música a Capela Joanina apresentou dois programas distintos, em parceria com o agrupamento Flores de Música, ambos de música religiosa, um dos quais dedicado a Francisco António de Almeida e o outro a Carlos Seixas.

25 Maio 2006

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CAPELLA ANTIQUA

O coro de câmara "Capella Antiqua" fundado em Fevereiro de 2002, é um agrupamento vocacionado para a interpretação de Música Antiga. Este grupo tem trabalhado segundo critérios de rigor e qualidade musical, especializando-se na interpretação de obras compostas na Europa dos séculos XV a XVIII. O Capella Antiqua pretende igualmente recuperar o espólio musical português e ibérico, nomeadamente a música sacra, que tanto tempo esteve e longe dos locais da sua execução.

A estreia do grupo em concerto a 10 de Junho de 2002 deu início a uma já longa série de apresentações, um pouco por todo o país. São exemplo disso os concertos em Aveiro, Ançã, Matosinhos, Porto, Vouzela, Mértola, Póvoa do Varzim entre outros. Destaca-se igualmente a participação no concerto inaugural do órgão positivo do Museu de Aveiro em Maio de 2003, no Festival Internacional de Música Gaia 2003, bem como a colaboração dos organistas Rosa Amorim e António Esteireiro. É director desde a sua formação António Mário Costa.

 

CONTACTOS

TelemóvelTlm. (+00 351) 966 266 157

Correio electrónicoCorreio: capella_antiqua@mail.pt

05 Janeiro 2005

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CAPELLA PATRIARCHAL

Capella Patriarchal é um projecto destinado fundamentalmente à divulgação dos tesouros da música sacra portuguesa. Apresentando frequentemente obras inéditas, tem contado com cuidadoso trabalho prévio de investigação das fontes musicais assim como um intenso esforço de observação das práticas interpretativas das diversas épocas. A presença do órgão na sua formação permite não só a interpretação das obras em que o instrumento executa uma parte obrigada ou simplesmente o baixo contínuo, como também o repertório mais antigo, seguindo a tradição da polifonia vocal acompanhada pelo órgão ou por outros instrumentos. Tendo origem no trabalho de João Vaz em relação a música de órgão portuguesa dos séculos XVI a XIX através do estudo directo das fontes, aborda a música vocal, contando para isso com a colaboração de cantores especialmente dedicados a este repertório.

02 Janeiro 2007

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CARMIN' ANTIQUA

Carmin'Antiqua surgiu no Verão de 2002 como agrupamento vocal, constituído por jovens músicos que partilham o interesse comum da divulgação da música medieval e renascentista. Posteriormente, de modo a alargar e enriquecer o repertório, incluiu na sua formação instrumentistas. Os sete elementos que o formam, todos com habilitações musicais e vasta experiência na prática musical, têm ou tiveram a sua formação nos cursos de canto e instrumento da Escola de Música do Conservatório Nacional, na Academia dos Amadores de Música, no curso de Formação Musical da Escola Superior de Música de Lisboa, no Instituto Gregoriano de Lisboa e no curso de Ciências Musicais da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

O "ensemble" actuou já no Algarve, na Mediateca XVIII Centenário da Guarda, no Palácio da Independência de Lisboa, no Solar dos Zagallos e nos Paços do Concelho de Lisboa, concerto esse inserido na Semana da Juventude de 2003. Apresentou um concerto a convite do Coro do Ateneu Artístico Vilafranquense e mais recentemente actuou nos espaços de concerto da FNAC do Colombo, do Chiado e de Cascais. Participou igualmente numa classe sobre música medieval realizada na Escola de Música do Conservatório Nacional orientada por Helena Afonso. De momento, está em cartaz a "Messe de Notre Dame" de Guillaume de Machaut, e está agendado um concerto no CCB com programa medieval e renascentista, inserido no projecto BOXMÚSICA.

A selecção e interpretação de repertório é fruto do conhecimento e sensibilidade dos membros de "Carmin'Antiqua", na busca da excelência e prazer de fazer música. Assim, a interpretação respeita a música e o texto original, permitindo uma maior leveza e clareza, como também uma maior homogeneidade e expressividade.

Músicos:

Carmen Rodrigues - soprano, percussão
Manon Marques - contralto, percussão
André Leitão - tenor
Tiago Mota - baixo
Gonçalo do Carmo - flauta de bisel, gaita-de-foles, percussão
Manuela Oliveira - viola da gamba
Rui Araújo - alaúde, percussão

 

CONTACTOS

TelemóvelTlm. (+00 351) 965 024 197

Correio electrónicoCorreio: carmin.a.ntiqua@iol.pt

02 Fevereiro 2005

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CONCERTUS ANTIQUUS

Agrupamento vocal-instrumental dedicado à execução de música da Idade Média, Renascimento e Barroco, o Concertus Antiquus tem por objectivo, em cada actuação, a reconstituição interpretativa da música antiga tanto no aspecto estilístico como na recriação de ambientes adequados. É de formação variável, podendo integrar ou apenas cantores, ou formações mais completas, juntando instrumentistas e bailarinos, consoante o tipo de espectáculo. A componente vocal é constituída na base de uma estrutura mínima de 6-8 vozes mistas. O "ensemble" instrumental é igualmente variável face ao tipo de música que executa, podendo incluir nomeadamente flautas, cornemusas, cromornes, alaúde, cítara medieval, instrumentos de percussão ou, noutro registo, cornettos, sacabuxas, violinos barrocos, violas da gamba e órgão ou cravo.

Fundado em 1984, por um conjunto de pessoas interessadas em desenvolver, no campo experimental da Música Antiga, um trabalho de grupo nomeadamente e, nessa primeira fase, na área específica da Música Medieval e Renascentista profana, realizou diversos concertos por todo o País de Norte a Sul e no estrangeiro (Paris, 1984), tanto como actuações pontuais como integrado em Festivais Internacionais de Música (Algarve e Figueira da Foz) ou em actividades culturais do Museu Gulbenkian. Em 2000, participou em diversos Festivais no País e em Programas de Descentralização sob a égide do IPAE-Ministério da Cultura, dos quais se destacam o Festival de Música dos Capuchos, "Música em S. Roque", Museu Gulbenkian, Festival Internacional de Música em Coimbra e Música nas Pousadas. No final de 2000, gravou dois discos ao vivo, "Puer natus est nobis" (Natal) e "Jubilemus Regi nostro" com música medieval e renascentista Ibérica.

O tipo de música que habitualmente executa, inclui:

- Canto Gregoriano (conventual);
- Música de Festa Palaciana (cânticos e danças de corte, jantares),
- Música Sacro-Profana Cristã e Judaica - Sefardita (Intervenções em Igrejas, Capelas, Sinagogas, Cerimónias religiosas: missas, casamentos),
- Música Tradicional Portuguesa e Europeia (harmonização erudita).

 

CONTACTOS

Correio electrónicoCorreio: victoramaro@netc.pt

17 Janeiro 2005

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CONDUCTUS

O "Conductus" é um agrupamento vocal masculino dedicado à divulgação de música da Idade Média-Cantochão (Canto Gregoriano, Toledano, Ambrosiano e moçárabe), e de autores medievais desde Pérotin (Catedral de Notre-Dame, sec XI-XII), até Guillaume Machaut (séc. XIV). Tem por objectivo, em cada actuação, a reconstituição interpretativa da música Antiga tanto no aspecto estilístico como na recriação de ambientes sonoros adequados. É de formação variável consoante o tipo de reportório que aborda. Fundado em 2003, efectuou já diversos concertos recriando cerimónias litúrgicas medievais.

 

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Correio electrónicoCorreio: victoramaro@netc.pt

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CORAL VÉRTICE

O Coral Vértice é um grupo vocal masculino fundado em Outubro de 1974 por membros do Coro Gulbenkian. O grupo interpreta música da Idade Média até aos nossos dias, incluindo música erudita - sacra e profana - e tradicional, com especial relevo para a Música Portuguesa.

Na interpretação da chamada Música Antiga, acompanha as mais recentes directivas de investigação musicológica, tanto no que se refere ao rigor interpretativo como ao efectivo vocal utilizado. Assim, na interpretação de obras dos períodos medieval, renascentista e maneirista, utiliza vozes de contratenor, procurando, desta forma, dar a ouvir a música do tempo de Palestrina, Victoria, Josquin Desprez, entre outros, com a cor vocal para que a mesma foi escrita. Associa-se, por vezes, a grupos instrumentais, para a realização de concertos de Música Antiga vocal e instrumental.

O Coral Vértice realizou, até ao presente, cerca de sete centenas de concertos. Apresenta-se com regularidade em numerosas localidades do País, quer integrado na programação de festivais de música - Figueira da Foz, Leiria, Óbidos, Mafra, Algarve -, quer em iniciativas promovidas pelo Ministério da Cultura, pela Fundação Calouste Gulbenkian ou pelas autarquias locais. As suas actuações têm lugar em salas de concerto - Teatro Municipal de São Luiz, Teatro da Trindade, museus - Museu Nacional de Arte Antiga, Museu Gulbenkian, -, palácios - Palácio Nacional da Ajuda, Palácio Nacional de Mafra - e espaços especialmente adequados à divulgação da Música Antiga Portuguesa, como o Mosteiro dos Jerónimos ou a Igreja de São Miguel, em Alfama (Lisboa).

Em 1995, apresentou-se na Assembleia da República, na sessão solene comemorativa do 50.º aniversário da Organização das Nações Unidas, com a presença do então Secretário-Geral, Boutros Boutros-Ghali. Em 1998, esteve integrado na programação da Expo '98, nomeadamente no concerto de homenagem a Carlos Paredes. A nível internacional, deslocou-se, em Junho de 1978, ao Canadá, onde, a convite da comunidade portuguesa local, realizou vários concertos.

O Coral Vértice gravou já dois discos: um primeiro, em 1978, com música popular, e um outro, em 1988, intitulado Matinas do Natal, com música de autores portugueses dos séculos XVI e XVII. Gravou também programas para a RTP e para a RDP, tendo participado nas emissões internacionais da Antena 2 realizadas no Natal de 1990 a partir do Convento de Mafra. Finalmente, colaborou na banda sonora de um documentário filmado sobre Portugal e o estilo manuelino e, em 1988, participou na banda sonora e fez parte do elenco de um filme sobre a Inquisição Ibérica, uma co-produção de várias estações de televisão.

O Coral Vértice teve como directores musicais Manuel Marques Aires, João Crisóstomo, Fernando Eldoro e Victor Roque Amaro. Actualmente, é dirigido por Sérgio Fontão.
 
Direcção: Sérgio Fontão
Contratenores: Manuel Líbano Monteiro, Rui Miranda, Sérgio Fontão
Tenores: Duarte Ferreira, Gonçalo Pinto Gonçalves, João Rodrigues, João Sebastião, Pedro Rodrigues
Barítonos: Fernando Gomes, João Pereira
Baixos: João Luís Ferreira, Manuel de Matos, Miguel Carvalho e Branco.

 

CONTACTOS

Correio electrónicoCorreio: sergiofontao@clix.pt

13 Julho 2005

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CORO DE CÂMARA DA CIDADE DO PORTO

O Coro de Câmara da Cidade do Porto apresentou-se, pela primeira vez, a 23 de Março de 1989, no Teatro Rivoli, logo depois de este teatro ter sido adquirido pela Câmara Municipal do Porto para a cidade. Iniciou-se com um grupo de doze cantores jovens, já com curriculum, com ideal e com gosto pela música coral de qualidade. Decidiram reunir-se, duas vezes por semana, e trabalhar sob orientação do Pe. Ferreira dos Santos. Este coro de câmara, entretanto, continuou a estudar a especificidade do seu projecto, contando em 1993 com 18 elementos: 4 primeiros sopranos; 3 segundos sopranos; 3 contraltos; 4 tenores e 4 barítonos, na preparação e apresentação das obras é praticada a alternância de intervenções corais e solísticas.

1993

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CORO DE CÂMARA DE BEJA

O Coro de Câmara de Beja foi fundado em 1981, colmatando o vazio então existente na Cidade e no Distrito: a ausência de um coro virado, com carácter permanente, para a divulgação da Música Coral Clássica. No País, participou já em largas dezenas (ou talvez centenas) de concertos, tanto a solo como em Encontros de Coros. No estrangeiro, registam-se as actuações que, com êxito assinalado pela crítica, teve na Alemanha em 1992 (cidades de Ulm e Bopfingen) e em 1995 (nas cidades de Volklingen e Saarbruken) e, em 1994, na Suécia (nas cidades de Ulricehamn, Gotenburgo e Fristad). Em Abril de 1996, a convite da Casa do Alentejo em Toronto, deslocou-se àquela cidade canadiana para efectuar uma série de concertos. No seu trabalho, dá-se particular atenção à literatura musical portuguesa, sendo o seu repertório variado, desde a música polifónica à contemporânea.

O Coro está constituído em Associação desde 1986, consagrada como Instituição de Utilidade Pública desde 1992. Desde 1983 que organiza em Beja, as Semanas de Música Para o Natal, através das quais ali têm actuado consagrados nomes da música; realiza desde 1989 e por solicitação da Autarquia, os Encontros de Coros de Beja; edita, bimestralmente, a publicação ...Da Música desde Agosto de 1990. De realçar a regular execução desde 1990, de peças de repertório musical para coro e orquestra, como, entre outras, a Missa Alemã de Schubert, a cantata Alles, was ihr tut, de Buxtehude, o Stabat Mater de Pergolesi, assim como excertos da oratória O Messias de Haendel. Há ainda a acrescentar a atribuição pela Autarquia, por ocasião das Festas da Cidade de 1999, da honrosa Medalha de Mérito Municipal Grau "PRATA".

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CORO DE CÂMARA DE LISBOA

O Coro de Câmara de Lisboa foi formado em 1978 por Teresita Gutierrez Marques, então como Coro de Câmara do Conservatório Nacional de Lisboa. Constituído por vinte jovens músicos, interpreta - "a cappella" ou em colaboração com formações instrumentais - obras portuguesas e estrangeiras, do vasto período compreendido entre a Renascença e os nossos dias, sendo responsável por um número significativo de estreias mundiais. Mantendo sempre intensa actividade - cujo nível qualitativo tem merecido o aplauso unânime do público e da crítica -, o Coro apresentou-se em inúmeras localidades do País, assim como nos mais importantes auditórios de Lisboa (Centro Cultural de Belém, Fundação Gulbenkian, Teatros de S. Luiz e da Trindade), tendo participado nas mais significativas manifestações culturais (festivais de Sintra e Capuchos, Jornadas Gulbenkian de Música Antiga, Lisboa '94 - Capital Europeia da Cultura, Expo '98 - Exposição Mundial de Lisboa, Festival Internacional de Orgão de Lisboa).

Paralelamente, o Coro de Câmara de Lisboa tem desenvolvido uma alargada carreira internacional. A convite de instituições como a Federação Europeia de Coros, a Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação Oriente ou os Ministérios da Cultura de Portugal, de Espanha e de Cabo Verde, para dar apenas alguns exemplos, o Coro realizou concertos, entre outros locais, em Madrid, Cuenca, Sevilha, Sória, Victória (Espanha), Paris, Estrasburgo, Rouen, Caen, Mont St. Michel (França), Bruxelas, Malines (Bélgica), Amesterdão (Holanda), Roma, Bergamo, Biella, Bolzano, Novara, Trento, Turim, Verona (Itália), Bona (Alemanha), Viena (Áustria), Londres (Reino Unido), Montréal (Canadá), Nova Iorque, Santa Bárbara, S. Diego, S. José (EUA), Belo Horizonte, Florianópolis, Novo Hamburgo, Porto Alegre (Brasil), Montevideu (Uruguai), Buenos Aires (Argentina), Puebla (México), Macau e Cabo Verde. As três participações do Coro de Câmara de Lisboa no Concurso Internacional de Coros de Tolosa (Espanha) saldaram-se pela conquista de um 1.º e de um 3.º prémios na classe de Polifonia, bem como de dois 2.º prémios na categoria de Música Popular.

Para além das suas apresentações em concertos, o Coro efectuou, em Portugal e no estrangeiro, diversas gravações em disco e para a rádio, televisão e cinema ("Non, ou a Vã Glória de Mandar", de Manoel de Oliveira). Foi convidado pelo Ministério da Cultura de Cabo Verde para participar na "ópera de rua" - Crioulo, de Vasco Martins, que teve lugar no Mindelo, São Vicente, para a comemoração de "Capital Lusófona de Cultura 2002" e na Cidade da Praia em 2003, para a Comemoração do "Dia dos Heróis Nacionais" deste país.

 

CONTACTOS

MoradaAv. 5 de Outubro, nº 180 - 1º Esq.

1050 LISBOA

PORTUGAL

TelefoneTel. (+00 351) 217 930 695

SítioSítio: www.corodecamaradelisboa.com

Correio electrónicoCorreio: coro@corodecamaradelisboa.com

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CORO DE CÂMARA
DE SÃO JOÃO DA MADEIRA

O Coro de Câmara de S. João da Madeira foi fundado em 1992 pelo Professor José Resende tendo-se apresentado pela primeira vez no dia 22 de Maio de 1992, em concerto realizado no Auditório Marília Rocha da Academia de Música de S. João da Madeira.

É actualmente composto por 21 elementos que, possuindo conhecimentos musicais, optaram por preencher algum do seu tempo livre com a prática e divulgação da boa música coral. Tem sido preocupação do Coro de Câmara incluir no seu repertório os mais variados géneros musicais e compositores, numa perspectiva de experiências e vivências sempre renovadas.

Realizou mais de uma centena e meia de concertos em várias localidades de Norte a Sul do País e estrangeiro: Madrid (1997), Rio de Janeiro e Teresópolis (1999), Praga (2002), Barcelona (2003) e Pontes – Galiza (2005), tendo igualmente participado em vários programas para a RTP1 e efectuado gravações para a RDP/Antena 2.

Em 1997, com outros coros da sua região, gravou quatro temas de um CD duplo. Em Abril de 2001 editou o "Vozes" exclusivamente dedicado a autores portugueses e brasileiros.

Por sua iniciativa ou a convite de outras instituições apresentou-se em vários festivais nacionais e internacionais ou outras manifestações culturais de relevo, destacando-se Expo'98 – Exposição Mundial de Lisboa, XII Festival Internacional de Musica do Advento e Natal de Praga, XV Europa Cantat, XX Mostra de Corais Vila das Pontes, I Festival Internacional de Coros do Algarve, IV Festival de Coros de Câmara de Olhão, IV Festivais de Música de Outono. A participação no XII Festival Internacional de Musica do Advento e Natal de Praga saldou-se pela conquista da menção Coro de Prata na categoria de coros de câmara.

Actuou em salas de prestígio nacionais e internacionais tais como Europarque (Santa Maria da Feira), Casa da Música (Porto), Teatro Lírico (Praga) e L’Auditori (Barcelona). Actuou sob a direcção dos maestros José Resende, Pascal Mayer, António Sérgio Ferreira, Osvaldo Ferreira, Cesário Costa, Magna Ferreira, Artur Pinho e Pedro Neves. Teve como directores artísticos José Resende, António Sérgio Ferreira e Magna Ferreira.

Editou em Março de 2008 o seu primeiro disco de originais, encomendados a quatro compositores eruditos naturais das Terras de Santa Maria.

 

CONTACTOS

MoradaEdifício Armazém da Câmara Municipal

Rua das Águas

3700-028 São João da Madeira  

TelefoneTel. (+00 351) 256 841 262

FaxFax (+00 351) 256 848 039

TelemóvelTlm. (+00 351) 969 749 294 (Daniel Rocha)

SítioSítio: www.corocamarasjm.blogspot.com

Correio electrónicoCorreio: ccsjm@hotmail.com

11 Março 2008

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CORO DE CÂMARA LISBOA CANTAT

O Coro de Câmara Lisboa Cantat foi fundado em 2006 como uma das actividades da Associação Musical Lisboa Cantat, associação formada em 1977 que se tem diferenciado no panorama musical português pela qualidade crescente dos seus projectos.

O Coro de Câmara foi criado com o objectivo de interpretar música coral de diversas épocas, de modo profissional e fiel aos diferentes estilos. Este coro é constituído por 18 cantores que, para além de terem formação musical ao nível do conservatório e superior, enquadram também outros coros profissionais e amadores do panorama musical português, nomeadamente o Coro da Fundação Calouste Gulbenkian e o Coro Sinfónico Lisboa Cantat. A direcção artística, bem como a direcção coral deste ensemble, está a cargo do maestro Jorge Alves e da maestrina Clara Coelho.

Apesar de ser uma formação recente, com um ano de actividade, este coro já se apresentou publicamente em diversas ocasiões. Em cerimónias da Universidade Aberta interpretou obras de Francis Poulenc e Fernando Lopes-Graça; nos Prémios da Imprensa Internacional transmitidos pela RTP interpretou obras de Fernando Lopes-Graça; de Setembro a Dezembro de 2006 integrou o elenco da ópera As Bodas de Fígaro de W.A. Mozart, colaborando com a Orquestra Metropolitana de Lisboa e a Orquestra de Espinho numa produção do Teatro da Trindade - INATEL com encenação de Maria Emília Correia. Para além das récitas apresentadas no Teatro da Trindade em Lisboa, ainda como parte da produção de As Bodas de Fígaro, fez uma digressão nacional que o levou a actuar em diversas salas de espectáculo do país, nomeadamente no Porto, Guimarães, Figueira da Foz, Aveiro, Espinho, Montijo e Cartaxo. Em Novembro e Dezembro de 2006, integrou o elenco da peça A Casa da Lenha, sobre a vida de Fernando Lopes-Graça, em cena no teatro D. Maria II em Lisboa com encenação de João Mota; participou na gravação em DVD da peça A Casa da Lenha que foi, já em 2007, transmitida pela RTP, sendo posteriormente lançado o DVD publicamente numa apresentação no Teatro D. Maria II.

Foi convidado a participar no Festival de Coros de Câmara de Olhão, em Maio de 2007, no qual participou com um repertório que incluiu madrigais ingleses, peças de Francis Poulenc e outras de vários compositores portugueses. Foi contratado para interpretar as peças vencedoras do concurso de composição II Prémio Lopes-Graça, na entrega de prémios que decorreu em Junho de 2007, num espectáculo que incluiu também a interpretação de algumas peças de excelência do compositor Fernando Lopes-Graça.

 

CONTACTOS

SítioSítio: www.lisboacantat.com

AMLC

Correio electrónicoCorreio:

associacaomusicallisboacantat@gmail.com

CSLC

Correio electrónicoCorreio: corosinfonicolisboacantat@gmail.com

CCLC

Correio electrónicoCorreio: corodecamaralisboacantat@gmail.com

26 Julho 2007

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CORO DE CÂMARA OUTROS CANTOS

O Coro de Câmara Outros Cantos foi fundado em setembro de 2009, no concelho de Sintra. O projeto surge da vontade comum manifestada por um grupo de amigos em interpretar e divulgar a música coral polifónica sempre com a máxima qualidade e rigor. Conduzido por Jorge Afonso, o Outros Cantos é constituído por dezoito coralistas, todos eles residentes na área da Grande Lisboa, divididos em 4 naipes vocais. Interpreta a cappella ou em colaboração com instrumentistas, obras portuguesas e estrangeiras, do vasto período compreendido entre o Renascimento e os dias de hoje.

Efetuou a sua estreia no I Festival de Música de Santa Maria em maio de 2010, evento que tem organizado anualmente na Igreja histórica de Santa Maria em parceria com a Junta de Freguesia de Santa Maria e São Miguel e a Câmara Municipal de Sintra. Este festival já contou com a colaboração de coros, solistas e instrumentistas provenientes de vários pontos do país, tendo a sua IV edição agendada para maio de 2014.

Desde a sua estreia, o Outros Cantos tem efetuado e organizado concertos de música coral contemporânea e clássica, em várias regiões do país, sendo de destacar os tradicionais concertos de Natal, Reis e Páscoa em colaboração com diversas Paróquias e Instituições.

Do seu repertório fazem parte compositores como Orlando di Lasso, Tomás Luís de Victoria, D. Pedro de Cristo, Guiseppe Pitoni, Tomas Tallis, Fernando Lopes-Graça, Eurico Carrapatoso, Fernando Lapa, os românticos ingleses e alemães, entre muitos outros.

FOTOGRAFIA

 

CONTACTOS

SítioSítio: www.outroscantos.com

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01 dezembro 2013

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CORO DOM LUÍS I

O Coro Dom Luís é um coro de vozes mistas, constituído sob a égide da exposição comemorativa de Dom Luís I, no Palácio Nacional da Ajuda (1989 ), por iniciativa da sua Directora, Drª Isabel Silveira Godinho, tendo como objectivo principal a interpretação do reportório musical do século XIX, ligado de algum modo ao Rei português, realçando assim essa sua faceta cultural.

A par da divulgação de autores clássicos e românticos com alguma ligação ao Palácio Nacional da Ajuda, vem abordando recentemente música de outras épocas, nomeadamente dos períodos medieval, renascentista e contemporâneo. Tem por objectivo, em cada actuação, a reconstituição interpretativa do reportório, tanto no aspecto estilístico como na recriação de ambientes sonoros adequados constituindo uma preocupação constante o enquadramento histórico e musicològico das peças musicais que executa. É de formação variável consoante o tipo de reportório que aborda, sendo a sua componente vocal constituída na base de uma estrutura mínima 8 vozes agudas e graves - tiples/sopranos, altos/contratenores altos, tenores e baixos.

O ensemble instrumental é ajustado em função do tipo de música que executa. Fundado em 1990, e para além dos concertos regulares patrocinados pelo Palácio Nacional da Ajuda tem realizado inúmeros concertos em todo o País e em França (Paris, 1994), tanto integrados em Festivais de Música como a convite de diversas entidades organizadoras de eventos culturais. Nos últimos anos, esteve presente em concertos no Museu Gulbenkian (1997 e 1999) Pousadas, Festivais diversos e Palácio Foz (1999).

Gravou o seu primeiro disco, "Natal no Paço", no final de 1993, com temas alusivos e pertencentes ao acervo musical do Palácio Nacional da Ajuda e um segundo em 2000 tendo com tema o ambiente histórico das Pousadas. É dirigido desde a sua fundação por Victor Roque Amaro. No corrente ano, para além da divulgação da música de H. Schütz, G. Gabrieli e de Autores portugueses, prepara-se para diversos concertos com as "Vespro della Beata Vergine" de C. Monteverdi, em versão de oratório encenada e a gravação de um registo sonoro tendo como tema a "Música do dia a dia na Idade Média e Renascimento".

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CORO NINFAS DO LIS

O Coro Ninfas do Lis é um grupo feminino de Leiria, que nasceu em 2003, como uma classe de conjunto da Escola de Artes da Sociedade Artística e Musical dos Pousos, apenas com cinco elementos. Em 2008 o coro tornou-se autónomo, sendo actualmente constituído por vinte coralistas, dirigidas por Mário Nascimento e acompanhadas ao piano por Joaquim Branco.

Do ecléctico repertório do coro constam peças de música sacra e profana, erudita e popular, portuguesas e de diversas partes do mundo, percorrendo uma grande diversidade de períodos históricos, desde o canto gregoriano à música dos nossos dias.

Este grupo tem realizado inúmeros concertos por todo o País, dos quais se destacam a actuação na Casa da Música do Porto, em Maio de 2007, e a participação no 10º Festival Internacional de Música Amadora de Tomar, em Setembro do mesmo ano.

CONTACTOS

TelemóvelTlm. Maestro: (+00 351) 962 306 063

TelemóvelTlm. Presidente: (+ 00351) 918 211 721

SítioSítio: coroninfasdolis.blogs.sapo.pt

Correio electrónicoCorreio: coroninfasdolis@gmail.com

16 Abril 2008

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CORO SEXTA NAPOLITANA

O Coro Sexta Napolitana nasceu no ano de 2006 no Porto, após um ano de maturação numa escola de música em Matosinhos. É um coro jovem, pelos seus membros, pela sua existência mas sobretudo jovem pelo seu entusiasmo e confiança no futuro.

Dedica-se ao repertório "a capella" abrangendo diversas épocas, designadamente música sacra e profana renascentista e barroca, tendo sempre em vista um carácter pedagógico assim como a apresentação em concerto.

Fazem parte deste reportório os compositores Jacob Arcadelt, Palestrina, Ingegneri, Hans Leo Hasler e os madrigalistas ingleses Jonh Dowland, Thomas Morley e William Bird.

Por se terem celebrado em 2006 os 100 anos do nascimento do compositor português Fernando Lopes-Graça, o Coro Sexta Napolitana homenageou-o com uma série de canções de raiz popular portuguesa.

Actualmente o Coro prepara um reportório que abrange os períodos renascentista, barroco e romântico compreendendo compositores como Johann Cruger, Johann Sebastian Bach, Felix Mendelssohn, Anton Bruckner, Peter Tchaikowski, Nicolai Rimski-Korsakov e Igor Strawinski.

O Coro Sexta Napolitana apresentou-se nas igrejas de Leça da Palmeira, São Félix da Marinha, Nossa Senhora de Fátima, no Porto, na Quinta de Santiago em Matosinhos e no Espaço Artes Múltiplas.   Foi acompanhado pelos músicos Hugo Sanches, em vihuela, tiorba e alaúde, Hugo Mendes em fagote barroco e Tiago Freire em flautas.

CONTACTOS

João Tiago Magalhães:

TelemóvelTlm. (+00 351) 963757203

Correio electrónicoCorreio: jotimag@gmail.com

05 Agosto 2007

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ENSEMBLE VOCAL CAPELLA MUNDI

Capella Mundi é um agrupamento vocal constituído por músicos com formação em canto. Formou-se em 2002, tendo como objectivo a interpretação de música coral dos séculos XX e XXI. Entre as obras mais significativas que o ensemble interpretou incluem-se a 1ª Cantata de Natal de Fernando Lopes-Graça, Six Chansons de Paul Hindemith, Sea Charm de Frederick Piket, Five Carols de Richard Rodney Bennett, Five flower songs de Benjamin Britten e Trois Chansons de Maurice Ravel. Apresentou-se em concerto, entre outros, no Palácio da Independência de Lisboa, Mediateca Municipal da Guarda e, por convite, no Festival Internacional de Octetos de Portugalete, País Basco. É dirigido artisticamente por Luís Pachucka.

 

CONTACTOS

MoradaTravessa da Palmeira, 26-3º

1200-316 Lisboa

TelemóvelTlm. (+00 351) 962 526 346

SítioSítio: www.capellamundi.org

Correio electrónicoCorreio: luis.pachucka@capellamundi.org

25 Outubro 2005

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ENSEMBLE VOCAL INTROITUS

O Ensemble Vocal Introitus integra elementos solistas provenientes de vários agrupamentos vocais, destacando-se o Coro da Fundação Calouste Gulbenkian, o Coro do Teatro Nacional de São Carlos e o Coro Gregoriano de Lisboa. Os membros fundadores deste agrupamento conheceram-se no início da sua formação musical - no Instituto Gregoriano de Lisboa e no Conservatório Nacional - e trabalham juntos desde então, obtendo, por isso, uma elevada fusão tímbrica. O projecto surgiu naturalmente, não só pelo entendimento vocal dos seus elementos, mas também com o objectivo de divulgar o repertório para vozes iguais masculinas.

O Ensemble Vocal Introitus pretende percorrer todo o repertório para vozes masculinas, desde o canto gregoriano até ao século XX, com especial ênfase para a música dos séculos XII a XVI. Cada programa é cuidadosamente escolhido, no sentido de apresentar uma sequência variada do repertório que o agrupamento possui, não excluindo a possibilidade de interpretar peças com instrumentos. No seguimento do trabalho desenvolvido, o Ensemble Vocal Introitus inclui geralmente nos seus programas peças de autores nacionais, encontrando-se em estreita colaboração com diversos músicos portugueses que compõem propositadamente para este Ensemble.

Dos concertos que efectuou, destacam-se a participação no XXI Festival Internacional de Música do Algarve, cuja direcção artística e patrocínio estão a cargo da Fundação Calouste Gulbenkian, um concerto na Igreja de Nossa Senhora de Fátima, em Lisboa, integralmente preenchido com responsórios da Semana Santa de Tomás Luis de Victoria e do P.e Manuel Luís e o concerto na Biblioteca Nacional de Lisboa subordinado ao tema "A Música no Novo Mundo". O Ensemble Vocal Introitus é constituído pelos cantores Aníbal Coutinho, Fernando Gomes, Filipe Leal, João Luís Ferreira, João Rodrigues, Manuel Líbano Monteiro, Pedro Rodrigues e Victor Gaspar.

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GRUPO DE CÂMARA DE ESPOSENDE

O Grupo de Câmara de Esposende iniciou a sua actividade em 2003, apresentando-se publicamente pela primeira vez no Natal desse ano, num concerto realizado na Igreja da Misericórdia de Esposende. Este projecto surge com o objectivo de divulgar a música coral, sempre com base numa criteriosa selecção de obras de elevado valor artístico, cultural e histórico.

Do seu percurso destacam-se vários serviços litúrgicos, nomeadamente na época natalícia, na Missa da Inauguração e Bênção do Órgão de Tubos da Igreja Matriz de Esposende (após restauro) e nas Solenidades da Semana Santa, bem como a interpretação em concerto do Via Crucis, de Franz Liszt, da Missa da Meia Noite para o Dia de Natal, de Marc-Antoine Charpentier, da Missa em Sol Maior, de Carlos Seixas, da Missa Brevis em Sol Maior, de W. A. Mozart, de excertos das Vésperas da Virgem Santa Maria, de Cláudio Monteverdi e Alessandro Grandi, das Sinfonias dos Brinquedos em Sol Maior e Dó Maior, de Leopold Mozart, e de Música Profana da Renascença Europeia.

Na cidade do Porto, o Grupo de Câmara de Esposende, participou nas comemorações do 10º Aniversário do Grande Órgão de Tubos da Igreja da Lapa, assim como na celebração litúrgica da Vigília e Missa da Meia Noite do Natal. Alguns dos seus elementos colaboram como cantores no Coro Polifónico e no Coro de Câmara PortoGalante Ensemble da Igreja da Lapa, da cidade do Porto, sob a direcção dos maestros Cónego António Ferreira dos Santos e Filipe Veríssimo.

Na cidade de Braga, participou nas Comemorações do V Centenário do início do pontificado de D. Diogo de Sousa como Arcebispo Primaz de Braga, num concerto realizado na Igreja de S. Paulo, e nas Solenidades da Quaresma e Semana Santa, num concerto realizado na Igreja da Misericórdia. Realizou recentemente concertos em Vila Viçosa e Caminha.

Destacam-se ainda do seu percurso as visitas de estudo realizadas em 2005 e 2006 às cidades alemãs e austríacas de Leipzig, Weimar, Dresden, Munique, Salzburgo, Hallstat e Viena.

Recentemente, o Grupo de Câmara de Esposende foi convidado a participar em vários concertos e celebrações nas cidades de Elvas, Vila Viçosa e na Catedral de Tuy (Espanha).

 

CONTACTOS

MoradaRua João de Freitas, 12

4740-269 Esposende

TelefoneTel. (+00 351) 253 964 226

TelemóvelTlm. (+00 351) 962 909 184

Correio electrónicoCorreio: gcesposende@gmail.com

02 Janeiro 2006

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GRUPO DE CÂMARA DO PORTO

Na génese do Grupo de Câmara do Porto está um projecto musical de realização e divulgação do repertório da Música Sacra com acompanhamento de órgão e/ou grupo instrumental, preferencialmente do período romântico e contemporâneo. Formam este grupo, oito cantores e um organista, todos profissionais, exercendo cada um deles funções pedagógicas em vários estabelecimentos de ensino especializado de música.

O grupo começou por ensaiar e apresentar-se regularmente na Igreja da Lapa - Porto. O projecto musical no qual se enquadra este novo grupo de câmara, nasceu de um outro, no qual participaram seis dos elementos que fazem parte desta nova formação e que consistiu na apresentação das quatro Missas Luteranas BWV 233-236 de J S. Bach na Igreja da Lapa, sob a direcção do Cón. Dr. António Ferreira dos Santos, durante o ano 2000 - ano comemorativo do aniversário dos 250 anos da morte de J. S. Bach. Também integrado nesta efeméride, foi realizado um concerto no dia 28 de Julho, dia da morte do grande compositor.

O crescimento do grupo vocal original (quinteto) para octeto, visou permitir a abordagem de outro repertório no âmbito do projecto musical. O "Grupo de Câmara do Porto" teve a sua primeira apresentação pública na Igreja da Lapa, no dia 17 de Dezembro de 2000 com excertos da Missa op. 21 de Floor Peeters. Integrado no centenário da morte do compositor alemão J. Rheinberger, realizou três concertos na Páscoa de 2001 com obras deste compositor entre as quais se destacam o Requiem op. 194 e o Stabat Mater Op. 138. Apresentou ainda em 1.a audição absoluta a obra "Tenebrae", encomendada ao compositor Fernando C. Lapa.

Este grupo propõem-se apresentar, em cada ciclo de concertos, uma obra de um compositor Português em 1.a audição absoluta, encomenda do próprio Grupo de Câmara do Porto. Tem dado concertos com regularidade, incluindo o "Ciclo de Música Sacra de Viana" e o Ciclo Órgão e Música Sacra do Porto.

 

CONTACTOS

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GRUPO VOCAL AD LIBITUM

O "Grupo Vocal Ad Libitum" iniciou a sua actividade em1991 com 16 cantores, um número que ainda hoje se mantém, reflectindo a opção do Grupo por uma sonoridade muito própria, em que cada elemento se apresenta ao público com a responsabilidade de um solista, bem como por um trabalho técnico-vocal e interpretativo centrado no cantor individual. O Grupo Vocal Ad Libitum teve origem na congregação de jovens coralistas de agrupamentos da Academia de Coimbra, que, ultrapassada a vivência estudantil, pretendiam percorrer novos caminhos e alargar a música que criavam, de modo a abranger o seu próprio amadurecimento pessoal e criativo.

Ad Libitum pretende traduzir a profunda vontade de inovação, a abertura a enriquecedoras possibilidades estéticas, bem como uma nova atitude perante a música coral, suavizando o rigorismo e a erudição, que lhe são vulgarmente associados, para demonstrar que, produzido de forma descontraída e agradável, este género musical pode ir ao encontro de todos os tipos de público, de modo a promover o gosto e a sua prática junto das camadas mais jovens. Com uma constante preocupação de qualidade, o Grupo Vocal Ad Libitum visa conquistar um lugar próprio na paisagem cultural nacional, da forma em que, julgamos, a denominada "cultura" melhor se propaga: à vontade e com prazer. É, desde Abril de 1996, o primeiro agrupamento coral português com uma página na Internet.

Uma das preocupações centrais do Grupo é a diversidade e a escolha criteriosa do repertório, que hoje inclui peças eruditas e sacras, harmonizações de pop/ rock e jazz, bem como espirituais negros e música popular de diversas regiões do mundo, com especial relevo para a portuguesa. Como qualquer outro grupo vocal, a actividade do Ad Libitum centra-se em grande parte na preparação de um repertório e na sua interpretação em concertos e eventos culturais diversos em todo o país, em colaboração com diferentes entidades nacionais e estrangeiras interessadas na promoção cultural. Por tudo isto, e sobretudo pela qualidade musical desenvolvida, o Grupo Vocal Ad Libitum pode hoje orgulhar-se de ser considerado como um dos mais representativos coros da região de Coimbra.

O reconhecimento da qualidade do Grupo estendeu-se além fronteiras por ocasião da sua participação, em representação de Portugal, no Festival 500 - Sharing the Voices, realizado no mês de Junho de 1997 no Canadá e integrado nas comemorações dos 500 anos do descobrimento da Terra Nova. Mais recentemente, o Grupo participou também num concerto na última exposição mundial - Expo '98. Aqui, além de interpretar o seu próprio repertório, contribuiu também para a representação da Câmara Municipal de Coimbra, apresentando, com outras associações culturais de Coimbra, a obra intitulada "A Coroação de D. Inês", composta por Paulo Vaz de Carvalho e dirigida pelo maestro Virgílio Caseiro.

30 Junho 2004

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GRUPO VOCAL OLISIPO

O Grupo Vocal Olisipo foi fundado em 1988, tendo sido desde então dirigido por Armando Possante. O seu repertório é constituido por música "a capella" dos sec. XVI a XXI. No campo da música contemporânea, tem colaborado frequentemente com compositores, muitos dos quais já dedicaram obras ao grupo, nomeadamente Bob Chilcott, Ivan Moody, Christopher Bochmann, Eurico Carrapatoso, Luís Tinoco, Manuel Pedro Ferreira e António Lopes.

Efectuou inúmeras actuações por todo o país, destacando-se as participações no Ciclo Acarte "Novos Compositores, Novos Intérpretes", Festival Manuel Cardoso, Festival Música em S. Roque, Festival Internacional de Orgão de Lisboa, Festival Internacional de Música de Mafra, Festival Internacional de Música de Leiria, Festival Internacional de Música da Costa do Estoril, Festival dos Capuchos, Festival de Alcobaça, Festival das Caldas da Rainha, Festival Luís de Freitas Branco, Festival de Música Antiga de Loulé, Festival dos 100 dias e Porto 2001.

Iniciou a sua carreira internacional em 1991, tendo desde então realizado concertos em festivais de vários países, nomeadamente Alemanha (Eurotreff Musik e A Capella), Bélgica (Flanders Festival), Bulgária, Finlândia, Inglaterra, Itália (La Fabbrica del Canto) e Polónia ( Festival Internacional de Música de Câmara de Kamien Pomorski). Participou, em Julho de 1999, como convidado especial no Festival 500, que teve lugar em St. John's no Canadá. No decorrer deste festival, o grupo orientou diversos workshops para coros vindos de todo o mundo.

Em 1994 e 1996 teve a oportunidade de trabalhar com dois dos mais prestigiados ensembles mundiais da actualidade - "Hilliard Ensemble" e "The King's Singers" - visando um aperfeiçoamento técnico e artístico. Trabalhou também interpretação de ópera barroca com Jill Feldman em 1998, 1999 e 2005. Conquistou já diversos prémios em concursos, nomeadamente uma menção honrosa no Concurso da Juventude Musical Portuguesa (1995) e o Primeiro Prémio nos concursos International May Choir Competition em Varna, Bulgária (1997), Tampere Choir Festival na Finlândia (1997), 36º Concorso Internazionale C. A. Seghizzi em Gorizia, Itália (1997) e 5º Concorso Internazionale di Riva del Garda em Itália (1998).

Gravou o "Officium Defunctorum" de Estêvão de Brito, as "Matinas de Natal" de Estêvão Lopes Morago para a editora Movieplay, "Cantatas Maçónicas" de Mozart para a EMI e, em 2005, "Tenebrae" para a Diálogos, com música de Francisco Martins e Manuel Cardoso e "Magnificat em Talha Dourada", com música de Eurico Carrapatoso, para a mesma editora.

Soprano: Elsa Cortez
Contralto: Lucinda Gerhardt
Tenor: Diogo Cerdeira
Baixo: Armando Possante

 

CONTACTOS

MoradaR. S. Gonçalo de Lagos, Lt. 2 - 1º A

2560-661 Torres Vedras

TelemóvelTlm. (+00 351) 914 734 244

TelemóvelTlm. (+00 351) 964 204 086

SítioSítio: olisipo.planetaclix.pt

Correio electrónicoCorreio: gvolisipo@clix.pt

17 Fevereiro 2006

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GRUPO VOCAL SOTTO VOCE

O Grupo Vocal Sotto Voce surgiu em 2003 na cidade de Amarante, integrado na Escola de Música Ritmo. Pretende preencher uma lacuna do Concelho de Amarante a este nível, uma vez que não existia nenhum grupo vocal ou coro com as características do Sotto Voce. Fazem parte deste grupo vocal, para além de alguns alunos da referida escola de música, outras pessoas que, por gostarem de música e, particularmente, de cantar, se juntaram ao grupo.

Um dos objectivos do Sotto Voce é englobar pessoas de todo o Concelho e, eventualmente de outros concelhos vizinhos, pretendendo ter uma influência cultural abrangente. O seu repertório abrange música do período renascentista ao contemporâneo, passando também pela música tradicional portuguesa. O Grupo Vocal Sotto Voce participa também, quando solicitado, em casamentos ou outras cerimónias religiosas, tendo para tal efeito um programa litúrgico preparado.

Nas suas apresentações em público tem feito notar o seu nível qualitativo que tem merecido o aplauso do público. Em Janeiro de 2005 organiza, com o apoio da Câmara Municipal de Amarante, um Concerto em conjunto com o grupo "Spirit Voices" de Vila Nova de Gaia. O Grupo Vocal Sotto Voce é dirigido por José Corvelo.

 

CONTACTOS

Correio electrónicoCorreio: vocalsotto_voce@hotmail.com

13 Janeiro 2005

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GRUPO VOCAL TRÍTONO

O Grupo Vocal Trítono estreou-se no Salão Nobre da Câmara Municipal de Estremoz no dia 23 de Outubro de 1993 sob a direcção de Octávio Martins. Desde então tem efectuado diversos concertos em várias localidades do Alentejo, Açores e Itália. Originalmente o grupo era constituído por três elementos. Esse número foi alargado em 1995 integrando actualmente 9 cantores/instrumentistas. Todos os elementos têm formação musical académica, sendo a sua maioria alunos de canto. O grupo interpreta um reportório muito variado, abrangendo desde os cancioneiros polifónicos do séc. XVI até à música ligeira do nosso século.

30 Junho 2004

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L'ANTICA MUSICA

O agrupamento L'Antica Musica desenvolve maioritariamente o seu trabalho sobre o repertório da música antiga europeia procurando novas fórmulas interpretativas tanto mais próximas de uma "interpretação de época" como de uma interpretação programática e contemporânea do repertório em questão, envolvendo, neste sentido, propostas pluridisciplinares com outras áreas da produção artística. Desenvolve ainda a interpretação de música contemporânea da segunda metade do século XX e inícios do século XXI, emprestando a esta a riquíssima sonoridade dos instrumentos "antigos".

Está, igualmente, a desenvolver programas de concerto que passam pela estreia de obras especialmente compostas para "L'Antica Musica" por compositores portugueses ou residentes em Portugal. Apresenta-se com uma formação base de dois tenores, duas flautas de bisel, uma viola da gamba e um alaúde e/ou teorba à qual é permitida acrescentar ou subtrair participações conforme o repertório a interpretar. Assente em investigação musicológica, o agrupamento procura trazer à luz do dia o repertório menos ouvido da música antiga europeia, sempre com a sua original interpretação.

Estreou-se, em Lisboa, no ano de 2001 com o Primeiro Livro de Madrigais para Duas Vozes de Thomas Morley de 1595. Fruto de uma intensa pesquisa de cerca de um ano, este repertório encerra em si mesmo a magia da Renascença europeia que fazia da música e dos paradigmas clássicos uma forma de arte nova que comunicava com o público de um modo ainda não experimentado.

Desde essa data o agrupamento efectuou diversos concertos de onde se destacam os do Ciclo de Concertos Musicalidades (Moita, 2001 e 2002), do Ciclo de Concertos EPAC (Azambuja, 2002), do Ciclo de Natal na Igreja dos Lóios (Évora, 2002) do Ciclo de Concertos de Páscoa do Museu Castro Guimarães (Cascais, 2003), dos Concertos de Verão da Pousada de Nossa Senhora da Assunção (Arraiolos, 2003), do Festival de Música Sacra do Baixo Alentejo "Terras sem Sombra" (Almodôvar, 2003) e do VI Encontro de Música Antiga de Loulé (Almancil, 2004).

 

CONTACTOS

Correio electrónicoCorreio: lam@artedasmusas.com

14 Março 2005

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MEDIA VOX ENSEMBLE

Formado em Junho de 2004, o Mediae Vox Ensemble tem como objectivo o estudo e a interpretação da música sacra medieval. As suas interpretações têm exclusivamente por base e suporte os manuscritos e as notações originais. Nestes primeiros tempos, o Mediae Vox Ensemble tem-se dedicado à investigação do Feminino na música sacra medieval, sendo o seu repertório actual composto por Canto Gregoriano, Hildegard Von Bingen (1098 - 1179) e Polifonia Medieval.

O Mediae Vox Ensemble realizou o seu primeiro concerto a 15 de Setembro de 2005 no Convento de S. Paulo na Serra d'Ossa. Realizou concertos no Mosteiro de Santa Maria de Semede, Igreja de Nossa Senhora do Cabo em Linda-a-Velha, Sé de Lamego e Igreja do Espírito Santo em Vila Viçosa. O grupo é constituído pelas cantoras Carolina Figueiredo, Manon Marques, Mónica Santos e Filipa Taipina que tem também a seu cargo a investigação e a direcção musical.

25 Abril 2007

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OCTETO 4 POR 4

O Octeto 4 por4 foi formado em 1999 e está vocacionado para divulgar música vocal, com ou sem acompanhamento instrumental, harmonizada até oito vozes. É constituído por Maria do Anjo Albuquerque e Ana Cosme (sopranos), Ana Serôdio e Manuela Teves (contraltos), Vítor Paiva e Joe Coronado (tenores), João Rosa e Ciro Telmo (baixos). Tem actuado em todo o país, destacando-se o Centro Cultural de Belém.

09 Junho 2007

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OCTETO VOCAL

Formado por oito cantores (2 sopranos, 1 contralto, 1 contratenor, 2 tenores e 2 baritonos), este "Octeto Vocal" realizou, no ano 2001, um trabalho notável, distribuido pela presença, em bloco, nas Missas de Albrechtsberger, Dvorák, OIto Nicolai e em intervenções solísticas, muito variadas. Deve salientar-se, entretanto, o Concerto Bach realizado em 1 de Dezembro de 2001 na Igreja da Lapa em que o Octeto apresentou, com êxito e com aplauso da numerosa assistência, as seguintes obras do Mestre de Leipzig: 2 Motetes (BWV 118 e 230) e 2 cantatas (BWV 61 e BWV 82).

Este Octeto, um dos agrupamentos residentes da Plurifonia 2001, é ambicioso, musicalmente, e tem para o corrente ano de 2002 um programa exigente. O primeiro responsável deste Octeto é Filipe Verissimo (...). As suas qualidades de Director de Coro têm-se manifestado em crescendo. Exigente, sonhador, disciplinado, Filipe Veríssimo vai contribuir, de forma decisiva, para o elevado patamar musical em que o Octeto Vocal se quer colocar.

2002

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OFFICIUM GRUPO VOCAL

Fundado em Outubro de 2000 pelo seu orientador Pedro Teixeira, o grupo vocal Officium é um projecto que pretende dar primazia à interpretação de obras polifónicas de compositores portugueses dos sécs. XVI/XVII, dado o vastíssimo património existente - muito dele ainda por descobrir - ao nível da produção musical da época.

Apresentando-se como um dos raros grupos a nível nacional que se dedicam à música portuguesa desta época, Officium pretende levar a sua exigência de rigor a níveis bastante elevados, para que seja redescoberta a enorme qualidade da Polifonia portuguesa.

Officium teve a sua estreia a 1 de Abril de 2001 com a apresentação do Requiem a 6 vozes de Frei Manuel Cardoso, cujos 350 anos sobre a morte constituíram uma das razões que impulsionaram o surgimento deste grupo.

Das diversas actuações de 2002 destacam-se dois concertos em Salamanca, a convite do grupo especializado em música antiga La Stigia, um concerto integrado no ciclo "A Quaresma na Música da Sé de Évora" na Sé daquela cidade, um concerto no Convento dos Capuchos a convite da Câmara Municipal de Almada e a participação no concurso internacional Tonen 2002 (www.tonen2002.nl) em Monster, Holanda, onde foi galardoado com dois terceiros prémios, nas categorias Música Sacra e Música Secular.

No final de 2002 apresentou em diversos locais o programa "Uma Missa de Natal na Europa Renascentista", tendo como obra principal a Missa Pange Lingua de Josquin des Près.

Em Fevereiro de 2003, Officium trabalhou intensivamente com Peter Phillips (maestro do reconhecido grupo "The Tallis Scholars"), que se desloca a Portugal especificamente para esse efeito, dirigindo o grupo em Lisboa num concerto dedicado à música inglesa na Era Tudor. Foi grupo convidado no Festival Raízes do Atlântico 2003, na Madeira, onde apresentou o espectáculo "Aquarium", com notável reconhecimento pela crítica musical da imprensa madeirense.

Foi igualmente grupo convidado em Dezembro de 2003 no Festival Terras sem Sombra (I Festival de Música Sacra do Baixo Alentejo) e em Outubro de 2005 nos VII Encontros Internacionais de Música Antiga de Loulé.

Actuou, em Dezembro de 2005 no festival "Música em São Roque". Em 2006 realizou o concerto 50 da Festa da Música no CCB, interpretanto obras de Francisco António de Almeida e Carlos Seixas. Em Outubro do mesmo ano apresentou-se nas IX Jornadas Internacionais «Escola de Música da Sé de Évora», com o programa "O legado de Manoel Mendes".

A sua formação actual conta, em média, com doze cantores, mas, conforme o reportório a apresentar, convida frequentemente cantores para integrar o elenco. A cada vez maior exigência que assiste à linha orientadora do seu trabalho, aliada à valência prestada pelos cantores profissionais que o integram, tem feito com que Officium se tenha destacado com relativa rapidez no panorama musical português - e não só - como grupo idóneo e qualificado para a interpretação da música renascentista e até contemporânea.

 

CONTACTOS

SítioSítio: www.officiumgrupovocal.com

Correio electrónicoCorreio: officiumgrupovocal@gmail.com

22 Janeiro 2007

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SEGRÉIS DE LISBOA

Fundado em 1972 pelo alaudista e musicólogo Manuel Morais, o grupo "Segréis de Lisboa" é constituído por uma formação variável de cantores e instrumentistas, cuja preocupação essencial se traduz em fazer reviver a Música Antiga com a maior autenticidade, fundamentando-se nos conhecimentos musicológicos, históricos e estilísticos presentemente disponíveis e recorrendo a instrumentos originais ou a réplicas modernas.

O exaustivo trabalho de investigação desenvolvido pelo agrupamento compreende o estudo e prática das notações e ornamentações de cada período, bem como das respectivas técnicas históricas de execução, baseando-se nos tratados originais e, nalguns casos, no resultado do estudo da música tradicional ibérica, num esforço de permanente criatividade. Ainda que com um reportório muito diversificado, os Segréis de Lisboa visam principalmente a recuperação da música portuguesa e espanhola dos séculos XIII ao XIX.

O grupo realizou inúmeros concertos e gravações radiofónicas e televisivas, tanto em Portugal como noutros países da Europa. As suas digressões internacionais levaram-no igualmente aos Estados Unidos, ao Extremo Oriente e à Índia. Tem participado em Festivais de Música Antiga, como o de Saints (França), o Musica Antiqua Europae Orientalis (Bydgoszcz, Polónia) e as Jornadas Gulbenkian de Música Antiga, nas quais colabora regularmente.

Nas suas mais recentes digressões internacionais a qualidade dos Segréis de Lisboa tem sido unanimemente reconhecida pelo público e pela crítica especializada, sendo de destacar as referências elogiosas do New York Times à apresentação do agrupamento na Columbia University (The Kathryn Bache Miller Theater) de Nova Iorque e o sucesso alcançado nos concertos realizados no âmbito da Europália e do Festival de Utrecht. Em 1991, o grupo foi agraciado com a Medalha de Mérito Cultural da Secretaria de Estado da Cultura. A qualidade dos Segréis de Lisboa foi também alvo de distinção pela atribuição de um Choc da Revista Le Monde de la Musique (N.º 201, Julho-Agosto de 1996) ao disco Música Maneirista Portuguesa - Cancioneiro Musical de Belém.

Na sua discografia destacam-se ainda os CDs: Música Ibérica da Idade Média e do Renascimento (EMI/Valentim de Carvalho), A Música no Tempo de Camões (EMI/Valentim de Carvalho), La Portingaloise: Música no Tempo dos Descobrimentos (Movieplay), Música de Salão no Tempo de D. Maria I (Movieplay), Modinhas e Lunduns dos Séculos XVIII e XIX (Movieplay), Saudade, Amor e Morte nos Cancioneiros dos Séculos XV ao XVIII (Polygram), Música Sacra de João de Sousa Carvalho, José Joaquim dos Santos e Luciano Xavier dos Santos (Com o Coro de Câmara da Universidade de Salamanca; Movieplay) e Música no Tempo de D. João V: Cantatas Humanas a Solo e a Duo (Movieplay).

01 Setembro 2000

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VOCES CAELESTES

Voces Caelestes é um grupo vocal de constituição variável, de acordo com as exigências das obras a interpretar. Esta característica, aliada à vasta experiência dos cantores que o integram - que se estende da música medieval à criação musical contemporânea -, permite às Voces Caelestes abordar um extenso repertório.

Assim, desde a sua estreia, em Setembro de 1997, o grupo tem interpretado obras de Machaut, Dufay, Bach, Händel, Vivaldi, Scarlatti, Mozart, Haydn, Brahms, Mendelssohn, Schumann, Franck, Adam, Stanford, Lloyd Webber e Lopes-Graça, entre outros. Paralelamente, tem feito incursões esporádicas no domínio da ópera, tendo participado nas produções de Platée (Rameau), A Flauta Mágica (Mozart) e La Fille du Régiment (Donizetti) encenadas por Tito Celestino da Costa. A par do seu empenhamento na divulgação da música antiga portuguesa - traduzido, até agora, na apresentação de obras de Estêvão Lopes Morago, Francisco Martins, António Teixeira, Carlos Seixas, Francisco António de Almeida, João Rodrigues Esteves e Pedro António Avondano -, as Voces Caelestes têm dedicado especial atenção à música contemporânea. Neste âmbito, estrearam em Portugal as Street Songs, de Steve Martland, e apresentaram em estreia mundial obras de Alain Bioteau (Vat 69), Pedro Amaral ( Os Jogadores de Xadrez) e Pedro Carneiro (.ni mots, ni signes.).

Este vasto repertório tem sido apresentado em diversos auditórios de Lisboa (Centro Cultural de Belém, Fundação Calouste Gulbenkian, Teatro Municipal de S. Luiz, Jardim Botânico e Palácio Nacional da Ajuda, Sé Patriarcal, Igreja de S. Nicolau, Igreja de S. Roque, Igreja de S. Vicente de Fora e Convento do Beato), bem como noutras localidades (Cascais, Coimbra, Évora, Fátima, Porto, Santarém, Santiago do Cacém, Setúbal), no âmbito de algumas das mais prestigiadas manifestações musicais (Festival Internacional de Música de Coimbra, Comemorações dos 250 Anos do Nascimento da Cantora Luísa Todi, Música em S. Roque, Festival de Música Sacra do Baixo Alentejo, Festival Internacional de Órgão de Lisboa, Festival Rota dos Monumentos). Em Agosto de 2006, as Voces Caelestes fizeram a sua estreia internacional, participando, com grande sucesso, no prestigiado Festival Internacional de Música Antiga de Daroca (Espanha). O grupo participou na gravação do CD de música sacra Alleluia, da soprano Teresa Cardoso de Menezes.

As Voces Caelestes têm-se apresentado a cappella e em colaboração com instrumentistas como a cravista Ana Mafalda Castro, os organistas António Duarte e João Vaz, a contrabaixista Marta Vicente, os violoncelistas Miguel Ivo Cruz e Paulo Gaio Lima e o percussionista Pedro Carneiro, e formações instrumentais como a orquestra barroca Capela Real, a Orquestra Metropolitana de Lisboa, a Orquestra dos Solistas de Lisboa e os Segréis de Lisboa, sob a direcção dos maestros Christian Curnyn, Elio Orciuolo, Harry Christophers, Jean-Bernard Pommier, João Paulo Santos, Laurence Cummings, Manuel Ivo Cruz, Manuel Morais, Pedro Amaral, Peter Schreier e Sérgio Fontão.

 

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MoradaRua dos Lusíadas, 110, 1.º Dto.

1300-374 Lisboa

TelemóvelTlm. (+00 351) 966 317 847

SítioSítio: vocescaelestes.blogspot.com

Correio electrónicoCorreio: vocescaelestes@clix.pt

18 Fevereiro 2007

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VOX AETHEREA

Constituído exclusivamente por vozes femininas, o Coro Vox Ætherea formou-se em finais de 1999 com o intuito de promover a execução de repertório coral para vozes iguais femininas, um sector da actividade musical menos desenvolvido na região centro. Dentro deste quadro, dedica-se, prioritariamente, à música sacra coral, desde o canto gregoriano até à música contemporânea, tanto a capella como com acompanhamento instrumental.

Tem dado diversos recitais, sobretudo na região centro. Entre outras obras, apresentou, em Coimbra e em Aveiro, a Missa em Mi bemol Maior, op. 155 de Joseph Rheinberger. Participou no Projecto "Coimbra Vibra", promovido pela Câmara Municipal de Coimbra, em Outubro de 2003, e no Projecto "Passos de Inês", em Montemor-o-Velho, em Setembro de 2005. Em 2006, de entre diversas actuações, destaca-se o concerto, como coro convidado, no âmbito do Encontro de Pastoral Litúrgica, da Diocese da Guarda e o apontamento musical integrado em Via-sacra de António Ventura. Imagens Musicais , homenagem ao escultor António Ventura, nos Paços do Concelho, em Arganil.

É dirigido, desde a sua fundação, por Alberto Medina de Seiça.

 

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Correio electrónicoCorreio: voxaetherea@gmail.com

13 Abril 2008

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