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António José Ferreira

Meloteca

Rua da Corredoura, 113, 2º D

4430-792

AVINTES VNG

 

17 julho 2014

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ÓPERA EM REPORTAGEM
Reportagem fotográfica
O Sonho, de Pedro Amaral, em Londres, com a London Sinfonietta
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ANABELA DUARTE

Muito nova, Anabela Duarte começou a estudar música, coreologia, drama, piano, dança clássica e moderna no Conservatório Nacional de Lisboa e na Academia de Amadores de Música de Lisboa, com os professores Helena Pimentel, Anna Mascolo, Margarida D'Abreu, Maria Bessa, António Rodrigues, Gil Mendo, Vasco Wallencamp, João Mota, Águeda Sena, Teresa Mendes. Entre 1992-04, fez a graduação e pós-graduação em Antropologia pela Universidade Nova de Lisboa e a dissertação intitulada "O fantástico na ópera Macbeth, de Verdi". Concluiu o Mestrado em Literatura Comparada pela Faculdade de Letras de Lisboa, sendo os principais interesses, nesta área, a literatura, música e artes, "new media", teorias da conspiração, autobiografia, estudos americanos. Em 1987, como cantora e música trabalhou com os grupos Bye Bye Lolita Girl, Duplex Longa, Ocaso Épico, Mler Ife Dada (projecto mais mediático e com o qual gravou vários discos durante 4 anos), Das Pferd, Moeda Noise, GNR. Gravou 2 CD, vários maxi-singles, compilações, "singles", para a Polygram (Universal) e para várias editoras independentes. Em 1989, editou um álbum a solo com base numa laboriosa pesquisa sobre o universo do fado. "Lishbunah", título do disco, é o antigo nome árabe de Lisboa e reflecte uma das principais origens do fado. Em 1991, gravou e produziu o máxi-single "Subtilmente" e fez a sua estreia a solo pós-Mler Ife, no Instituto Franco-Portugais de Lisboa. Os 4 concertos de Abril foram gravados pela RTP e mais tarde editados pela editora Ananana em 1999. O vídeo do concerto, dirigido por Carlos Barradas, foi premiado na Europalia 91.

Anabela Duarte estudou canto clássico com famosos cantores líricos: Magda Olivero (Espanha e Milão), Rolando Panerai e Paolo Washington (Florença), Ileana Cotrubas (Lisboa-Gulbenkian), Elena Dumitrescu Nentwig (Centro Nacional de Cultura), Liliana Bizineche, Joana Silva, Elsa Saque. Começou a estudar técnicas de canto experimental/improvisado com Maria João Serrão em Lisboa. Trabalhou com os encenadores An Roos, João Paes, Günter Strass, e os maestros Antonio Tonini e Adalberto Tonini (Milão), Maurizio Agostini e Gianni Fabbrini (Florença), e vários pianistas como Luísa Gonçalves, Jo Coronado, Eric Malson, Lucjian Luc, Vera Prokic, Ian Mikirtoumov, Afonso Malão, Paola Grimaldi. Realizou concertos em Portugal, Espanha, Bélgica, Itália, Alemanha e França. Coordena um grupo de estudantes/cantores e "workshops" onde desenvolve técnicas e interpretação de canto clássico, "performance", canto experimental e improvisado. Em 1998, aprofundou o interesse pela poesia em conexão com a voz e o canto (spoken-word vocálica), tendo efectuado numerosos recitais com voz e processamento electrónico lendo e encenando vocalmente e musicalmente poemas de Keats, Borges, Pessoa, Cummings, Silvia Plath, Herberto Hélder, Bocaccio, António Maria Lisboa. Um CD-livro foi editado pela Frenesi com poemas de Paulo da Costa Domingos e Hélder Moura Pereira. Em 2002, interpretou e criou música e sons para a peça de teatro improvisado "O dia do desassossego", de Fernado Pessoa, com direcção de Alberto Lopes e João Garcia Miguel. Em 2003, com o projecto Anabela Duarte Digital Quartet, uma mistura de pop-digital, algo entre a música pop e texturas electrónicas improvisadas, ganhou interesse em áreas como a psicoacústica, síntese e manipulação audio, "soundscape". Em 2005, o projecto Anabela Duarte Digital Quartet gravou um CD intitulado "Blank Melodies", editado pela Zounds, 2005. Participou ainda nos festivais Sonic Scope e Número. Actua em várias salas de concertos com o recital de música italiana "Bellini, Donizetti e Rossini" (Palácio Foz, CCB, Casa da Música) e com o recital Máquina Lírica (Serralves, Festival de Teatro de Almada).

CONTACTOS

SítioSítio: www.anabeladuarte.com

Correio electrónicoCorreio: info@anabeladuarte.pt

02 Fevereiro 2006

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ANA LAGOA

Ana Lagoa estreou-se em 1962 no Teatro Nacional de São Carlos com a ópera Mérope de Joly Braga Santos, obtendo da crítica elogiosas referências. Como bolseira da Fundação Galouste Gulbenkian, aperfeiçoou os seus estudos em Paris, onde lhe foi atribuído um Primeiro Prémio de Canto, e também em Milão, onde trabalhou com Carla Castellani. Ainda como bolseira da Fundação, ingressou na Academia Mozarteum de Salzburgo, a fim de aperfeiçoar o seu estilo e técnica no domínio da ópera alemã e do lied. Na sua carreira, destaca-se a colaboração em Festivais Gulbenkian, a actuação no Liceo de Barcelona - onde cantou a ópera Serrana de Alfredo Keil com a Companhia do Teatro da Trindade -, a regular participação nas temporadas de concerto e ópera em Lisboa, digressões às antigas províncias ultramarinas, e seus recitais realizados em diversas cidades austríacas e alemãs.

Adaptado de biografia inserida no XIV Festival Gulbenkian de Música, 1970.

27 Fevereiro 2007

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ARMANDO GUERREIRO

Armando Guerreiro nasceu em Setúbal, tendo ali iniciado os seus estudos musicais. Estudou canto com a professora Elena Raggi Pellegrini, e estreou-se, em 1950, na ópera «Matrimónio Secreto» de Cimarosa. Desde então fez parte integrante das companhias de ópera alemã, francesa, italiana e portuguesa que todos os anos actuaram no Teatro Nacional de S. Carlos. Foi também colaborador dos concertos realizados pela «Sociedade Coral Duarte Lobo», sob a direcção de Ivo Cruz. Em 1952 e 1958 gravou para a Emissora as óperas «Viver ou Morrer» e «Igreja do Mar», da autoria, respectivamente, de Joly Braga Santos e de Frederico de Freitas.

Foi bolseiro da Fundação Gulbenkian, em 1958. Mais tarde ingressou no Grupo Experimental de Ópera de Câmara, subsidiado pela mesma Fundação.

Adaptado de biografia inserida no 7º Festival Gulbenkian de Música, 1963.

26 Fevereiro 2007

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CRISTINA CASTRO

Cristina Castro iniciou os estudos musicais em 1954 e no ano seguinte passou logo a fazer parte do elenco do Teatro Nacional de S. Carlos. Interpretou papéis de protagonista, não só nesse Teatro, como no da Trindade e em várias cidades portuguesas. Realizou também recitais em Portugal continental, em Angola e Moçambique, assim como em Espanha, obtendo sempre o maior êxito.

Foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian em 1958, para estudar arte cénica em Itália, e em 1960 foi considerada a melhor concorrente estrangeira no Concurso Internacional de Liverpool. Participou no 7.° Festival Gulbenkian de Música executando um dos solos da cantata Carmina Burana de Cari Orff.

Adaptado de biografia inserida no VIII Festival Gulbenkian de Música, 1964.

26 Fevereiro 2007

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HUGO CASAES

Desde muito novo, Hugo Casaes fez parte do elenco do Teatro Nacional de S. Carlos, onde obteve assinalado êxito. Estudou canto em Itália como bolseiro dos Governos Português e Italiano. Ainda em Milão assinou um contrato para cantar no Carnegie Hall, em Nova Iorque. Os concertos que realizou, em 1955, nos Estados Unidos, alcançaram grande sucesso, o mesmo acontecendo com aqueles que efectuou em Paris, Amsterdão, Nápoles (com a Orquestra Scarlatti), Roma. Foi também bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian em Itália e em França e tomou parte no IV Festival Gulbenkian, como solista da História Trágico-Marítima, de Fernando Lopes Graça.

Adaptado de biografia inserida no VIII Festival Gulbenkian de Música, 1964.

26 Fevereiro 2007

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LUÍS FRANÇA

Luís França iniciou os estudos musicais com o maestro Francisco Codivilla. Frequentou cursos de aperfeiçoamento de ópera no Conservatório Nacional, com os professores Marietta Amstad e Paul von Shilavky e na Juventude Musical Portuguesa, com os professores Giovanni Voyer e Mérope Foresta. Estreou-se no Teatro Nacional de S. Carlos, em 4 de Dezembro de 1943, interpretando o papel de Afonso IV, na ópera «Inês de Castro», de Ruy Coelho.

Das diversas óperas em que interpretou primeiros papéis destacam-se «Cavalaria Rusticana», «Tosca», «Barbeiro de Sevilha», «Matrimónio Secreto», «Traviata», «Mérope», «Auto da Barca do Inferno» e «O Retábulo de Mestre Pedro». Fez também parte do elenco que cantou, no Instituto Superior Técnico, a célebre ópera em l acto de Hindemith «Ihn Und Zurück».

Adaptado de biografia inserida no VII Festival Gulbenkian de Música, 1963.

26 Fevereiro 2007

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MARIA BRAGA SANTOS

Maria José Falcão Trigoso Braga Santos estudou particularmente piano com Lourenço Varela Cid e canto com Tomás Alcaide e Giovanni Voyer. Frequentou, em 1959-1960, os cursos de canto de Rachele Maragliano e piano da Professora Rossi, no Conservatório de Santa Cecília em Roma. Cursou também as classes de aperfeiçoamento de Carla Castellani na Fundação Calouste Gulbenkian e de Paul von Schillawsky nas Férias Musicais da Costa do Sol Trabalhou técnica vocal e interpretação com Ellena Raggi in Pellegrini.

Realizou vários recitais na Emissora Nacional. Na sua primeira apresentação em Cascais, obteve êxito especial do público e da crítica, o mesmo sucedendo quando da sua estreia no S. Carlos, ocorrida este ano com a ópera Ouro não compra Amor, de Marcos Portugal.

Foi casada com Joly Braga Santos, que muito contribuiu para a sua formação musical.

Adaptado de biografia inserida no VIII Festival Gulbenkian de Música, 1964.

26 Fevereiro 2007

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MARIA FERNANDA CRUZ

Maria Fernanda Cruz nasceu em Lisboa no ano de 1934. Iniciou os estudos musicais aos treze anos de idade no Conservatório Nacional de Música de Lisboa. Estudou canto com M.me Birmann e Arminda Correia com quem concluiu o curso superior de canto, obtendo a classificação de 17 valores. Concorreu aos prémios António Andrade e Rodrigo da Fonseca, os quais lhe foram atribuídos. Participou em diversos concertos de música de câmara, foi solista do Grupo Vocal Feminino Harmonia e fez parte do elenco de ópera do Teatro da Trindade. Foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian em Vichy.

Adaptado de biografia inserida no VIII Festival Gulbenkian de Música, 1964.

26 Fevereiro 2007

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