TENORES PORTUGUESES |
|
Bruno Ribeiro, tenor
Carlos Farinha, tenor
Carlos Guilherme, tenor
Carlos Silva, tenor
Emanuel Henriques, tenor
Fernando Serafim, tenor
Filipe Faria, tenor
João Carlos Azevedo, tenor
João Miguel Gonçalves, tenor
João Sebastião, tenor
José Carlos Xavier, tenor
José Lourenço, tenor
José Manuel Araújo, tenor
Manuel Joaquim Soares, tenor
Marco Alves dos Santos, tenor
Mário Anacleto, tenor
Mário João Alves, tenor
Nuno Miguel Cardoso, tenor
Paulo Ferreira, tenor
Pedro Chaves, tenor
Rui Fernandes, tenor
Rui Taveira, tenor
Samuel Vieira, tenor
Sérgio Peixoto, tenor
|
|
Bruno Ribeiro fez os estudos musicais na Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa com José Carlos Xavier, aperfeiçoando-se sucessivamente com George Kok, a soprano Emma Rienzi, na África do Sul e, na Itália, com a mezzo-soprano Franca Mattiucci e as sopranos Tsai Hui-Ju e Gianfranca Ostini. Entre 1999 e 2004, participou em diversos concursos, entre eles o Concurso Internacional de Canto Wellcome University na África do Sul, Concurso Internacional Enrico Caruso de Milão, Itália, Concurso Internacional Magda Oliviero de Cuneo, Concurso Ester Mazzoleni de Palermo, tendo ganho importantes prémios. Entre os sucessos mais recentes, devem referir-se o Concurso Nacional de Canto Luísa Todi, em Portugal, em 2004, o Primeiro Prémio no Concurso Bidu Sayão no Brasil e o Prémio Especial Melhor Tenor Jovem e Bolsa de Estudo Juan Oncina, no Concurso Internacional de Canto Francisco Viñas, de Barcelona.
Bruno Ribeiro iniciou a actividade como cantor lírico com os papéis Alfredo em "La Traviata" e Belmonte em "O Rapto do Serralho" , 1999, no Roodeport Civic Theatre, África do Sul, e Don Ottavio no "Don Giovanni" em Pádua e nos EUA no Michigan Opera Theatre de Detroit. Cantou, além disso, num recital organizado pela Associazione Ester Mazzoleni em Palermo (2000) e num outro recital organizado pela Rádio Difusão Portuguesa em 2003. Participou num concerto transmitido pela RTP, com a soprano Elisabete Matos, sob a direcção de Manuel Ivo Cruz. Em Abril de 2005, participou em "L'amore dei tre re" de Italo Montemezzi no Teatro Regio de Turim, seguido do "Stabat Mater" de Rossini com a Orquestra Sinfónica de Roma. Em Outubro de 2005, fez o papel de Nemorino no "L'elisir d'amore" de Donizetti em Cosenza; em Dezembro, participou na produção de "Il Turco in Itália" de Rossini no Teatro Régio de Turim, onde em Março de 2008 interpretará o papel de Narraboth na "Salomé" de Richard Strauss.
30 de Junho 2006

|
|
Carlos Farinha é natural de Lisboa. Iniciou os seus estudos musicais com Fernanda Macedo, tendo ingressado posteriormente na Academia dos Amadores de Música. Em 1996, ingressou na Escola de Música do Conservatório Nacional, onde frequentou o Curso de Canto na classe de José Carlos Xavier. Entre 1995 e 1998, frequentou e concluiu o II Curso Nacional de Música Sacra - Direcção de Coros (organizado pela Universidade Católica Portuguesa), sob orientação dos professores Hubert Velten e Franz Stoiber, do Instituto Superior de Música Sacra de Regensburg. Participou em cursos de aperfeiçoamento de canto gregoriano, sob orientação de Johannes Goeschl, na Universidade Católica Portuguesa - Porto.
Colabora regularmente com o Coro Gulbenkian, como coralista convidado. Desde 1989, integra o Coro de Santa Maria de Belém que participa semanalmente na Missa principal no Mosteiro dos Jerónimos. Realiza estas actividades a par com a sua actividade profissional, sendo assistente na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e estando a finalizar doutoramento em Genética.
13 Novembro 2002

|
|
Carlos Guilherme nasceu em Lourenço Marques e estudou com Greta Muir na Rodésia (Zimbabwe) - onde fez a sua estreia com a companhia de ópera de Salisbury (Riccardo em "Un Ballo in Maschera" de Verdi) - vencendo em 1975 o Concurso Internacional de Eisteddfod. Vindo para Portugal em 1976, passou a trabalhar com John Labarge no Conservatório Regional do Algarve. Tomou-se artista residente do Teatro Nacional de São Carlos em 1980, fazendo aí a sua estreia como Malcolm, em "Macbeth" de Verdi, com Renato Bruson.
O repertório de Carlos Guilherme inclui 36 papéis principais em óperas, muitos recitais e concertos por todo o país, colaborando várias vezes com a Fundação Calouste Gulbenkian, o Círculo Portuense de Ópera, o Coral Luísa Todi de Setúbal, a Ópera de Câmara do Real Teatro de Queluz e o Coro da Universidade de Lisboa. A partir de 1987, Carlos Guilherme tem sido convidado para cantar noutros países, tais como, Estados Unidos, Brasil, Moçambique, Bélgica e Espanha e França. Com a Companhia de Ópera de Câmara de Florença, cantou o papel de Almaviva ("O barbeiro de Sevilha") em várias cidades francesas e em Israel onde, a convite da Nova Opera de Telavive, interpretou o papel de Truffaldino ("O amor da três laranjas") com grande sucesso. Em 1993, abriu a Temporada Comemorativa dos 200 anos do Teatro Nacional de São Carlos cantando Eugène Onegin de Tchaikovsky. Estreou a ópera de Alexandre Delgado "O Doido e a Morte" em 1994, ano em que Lisboa foi ''Capital Europeia da Cultura''. Em Setembro de 1997, fez a sua estreia no papel de Rodolfo em "La Bohème", culminando assim uma profícua colaboração com a Ópera de Câmara do Real Teatro de Queluz. Seguiu depois para Macau onde cantou a parte de tenor na "Missa de Santa Cecília" de J. Haydn. Em 1999, no Teatro Nacional de São Carlos, estreou-se no papel principal da ópera "La Borghesina" de Augusto Machado e foi Mercúrio na opereta de Offenbach "Orphée aux enfers". No ano 2000, para além do "Stabat Mater" de Rossini, em Ponta Delgada - onde no ano anterior havia cantado a "Missa de Santa Cecília" de Gounod -, interpretou quatro papéis, em outras tantas óperas, sendo de destacar o seu desempenho em The English Cat de H. W. Henze, dando mais de vinte récitas. Em Abril de 2001, estreou-se em Itália, no Teatro Rossini (Lugo), no papel principal da ópera "Il Trionfo di Clelia" de Gluck.
Ao longo da sua carreira, Carlos Guilherme apresentou-se com as mais importantes orquestras portuguesas e ainda com a Sinfónica Emeritus de São Francisco (Califórnia), a Orquestra de Câmara de Pádua, a Sinfónica de Budapeste, a Filarmónica de Moscovo, a Sinfónica de Israel, a Sinfónica de Xangai e a Orquestra do Teatro Comunale de Bolonha. Estudou entretanto com Marimi del Pozo e frequentou vários cursos para melhoramento da sua técnica vocal com ilustres professores, nomeadamente, Gino Becchi, Campogalliano, Claude Thiolass e Regina Resnik. Em 1984, foi-lhe atribuído o Prémio Tomas Alcaide.
01 Maio 2002

|
|
Nascido em 1961, Carlos Silva estudou Canto com Amador Cortês-Medina, Nicolai Ogrenish (Conservatório Estatal de Odessa - Ucrânia) e Elsa Saque (Conservatório Nacional de Lisboa). Participou em cursos de aperfeiçoamento com Gino Bechi, Marimi del Pozo e Gundula Janowitz. Obteve uma menção honrosa no Concurso da Juventude Musical Portuguesa e foi finalista do 3º Concurso Nacional de Canto Luísa Todi. Integrou o Coro do Teatro Nacional de São Carlos em 1983.
Gravou vários programas para a RDP-Antena 2. Tem colaborado e realizado diversos concertos, no Teatro São Luiz, Teatro Nacional de São Carlos (Salão Nobre), Fórum Picoas, Sociedade Portuguesa de Autores, Centro de Arte Moderna, Museu da Funda ção Gulbenkian. Participou nos Festivais de Música de Leiria e de Almada.
No Teatro Nacional de São Carlos foi solista em "Fidelio" (Beethoven), "Szenen aus Goethes Faust" (Schumann) e "Charodeika" (Tchaikovski). Apresentou-se na qualidade de solista com as Orquestras Sinfónica Juvenil, Clássica do Porto, da Escola de Música de Évora, Sinfónica Portuguesa e com o Coro do Teatro Nacional de São Carlos, interpretando "Stabat Mater" (Rossini), "Missa de Santa Teresa" (Haydn), "Magnificat" (Bach), "Petite Messe Solennelle" (Rossini) e o Oratório de Natal (Camille Saint-Saëns).
É licenciado em Relações Internacionais pela Universidade Lusíada de Lisboa.
CONTACTOS
Correio: cjosesilva@gmail.com
Tlm. (+00 351) 962 539 191
26 Dezembro 2006

|
|
Emanuel Henriques iniciou os estudos musicais na Academia de Música de Vilar do Paraíso. Concluiu o Curso Complementar de Canto, na classe de Palmira Troufa, na Escola de Música do Porto e o Curso Superior de Canto, na Escola Superior de Música do Porto, na classe de Oliveira Lopes. Em 1999 finalizou, na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto, a licenciatura em Ópera, na classe de Fernanda Correia. Frequentou cursos de interpretação e classes de aperfeiçoamento com vários professores, entre os quais, Rudolph Knoll, Marimi del Pozo, Elsa Saque, João Paulo Santos, Jorge Chaminé, António Salgado, Ileana Cotrubas, Lamara Tchiconte e mais recentemente com Hild Zadeck e Charles Spencer. É detentor de vários prémios em concursos nacionais de Canto. Apresenta-se com regularidade em recitais e concertos a solo ou integrando agrupamentos de câmara. É membro fundador da "Associação Grupo de Câmara do Porto" e do grupo "Vox et Organum", no âmbito dos quais tem desenvolvido intensa actividade no campo da música sacra. É ainda membro da direcção artística do Ciclo de Órgão e Música Sacra do Porto.
No âmbito da Oratória, cantou como solista obras como "Missa Brevis" de Palestrina, "Magnificat" de J. S. Bach, "Cantata 131" igualmente de J. S. Bach. De C. Ph. Emanuel Bach, o "Magnificat" (tendo este último sido cantado com a Orquestra de Câmara de Munique), "Missa em Fá M" de Lobo de Mesquita, "Missa das Catedrais" de Gounod, que mais tarde gravou em CD, "Messias" de Händel, o "Requiem" de Mozart, o "Requiem" de J. D. Bomtempo, Missa em Lá b M e Missa em Si b M de Schubert, em vários festivais nacionais e internacionais. De Rheinberger, cantou a Missa op. 192 "Misericordias Domini", a "Fantasia Coral" de Beethoven, o "Stabat Mater" de Haydn, entre outras obras. Integrado no programa de comemorações dos 250 anos da morte de J. S. Bach, cantou na Igreja da Lapa, no Porto, as quatro "Missas Luteranas" do referido compositor, sob a direcção do Cónego Dr. Ferreira dos Santos.
No campo da Ópera, desempenhou o papel de Yamadori na Ópera "Madama Butterfly" de Puccini. Colaborou com Circulo Portuense de Ópera aquando das apresentações da cantata cénica "Carmina Burana" de C. Orff e da Oratória "História da Ressurreição de Cristo" de H. Schütz. Desempenhou também o papel de Boticário na Ópera com o mesmo nome, de J. Haydn. Interpretou na ópera "Hin und zurück" de P. Hindemith o papel de Robert e na ópera "The little sweep" de B. Britten os papeis de Clem e de Alfred. Actuou sob a direcção de vários Maestros, dos quais se destacam Kamen Goleminov, Cristopher Bochmann, António Baptista, Cesário Costa, Mário Mateus, António Saiote, Ferreira dos Santos, Richard Gwild, António Lourenço, Ivo Cruz, Omri Hadari, Roberto Perez e Paulo Lourenço. Lecciona Canto no Conservatório de Música do Porto e na Academia de Música de Vilar do Paraíso.
CONTACTOS
Correio: emanuelsevero@gmail.com
Tlm. (+00 351) 917 220 591
09 Junho 2007

|
|
Fernando Serafim, natural de Alcobaça, completou, no Conservatório Nacional de Lisboa, o curso de Canto, na classe de Arminda Correia, com alta classificação. Foi depois para Itália estudar técnica vocal e repertório operístico com os mestres W. Badiali, C. Castellani e Gino Bechi, com bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian. Na Akademie Mozarteum, de Salzburg (Áustria), com bolsa do Instituto de Alta Cultura, diplomou-se em Canto (lied e oratória) na classe da Profª Egger e em música de câmara na classe de Paul von Schilhawsky, nos anos de 1968/69/70.
A sua carreira iniciou-se como cantor de Lied, num concerto no Ateneu, no Porto, colaborando, a partir de então, em inúmeros concertos e recitais, em Portugal e no estrangeiro. Nos recitais preenchidos com música portuguesa, foi muitas vezes acompanhado ao piano pelos próprios compositores: Ivo Cruz, Lopes-Graça, Luís Filipe Pires, Filipe de Sousa, Jorge Peixinho, Cândido Lima. Algumas obras de alguns destes compositores foram-lhe dedicadas.
Na ópera, estreou-se no papel de Bastien, em Bastien und Bastienne de Mozart, levada à cena pela Fundação Gulbenkian, mas foi após a interpretação do Conde de Almaviva, em O Barbeiro de Sevilha de Rossini, no Teatro da Trindade, que a sua actividade neste campo passou a ser mais intensa. Participou em várias temporadas, quer naquele Teatro, quer no Auditório da Fundação Gulbenkian, quer no Teatro Nacional de S. Carlos, onde esteve integrado na Companhia, como cantor residente desde a sua fundação até à sua extinção.
Foi o criador de diversos papéis de óperas portuguesas (nomeadamente A Triologia das Barcas de Joly Braga Santos, O Canto da Ocidental Praia de António Vitorino de Almeida, Em nome da Paz de Álvaro Cassuto, As Três Máscaras de Maria de Lourdes Martins) e, também, o primeiro intérprete de composições com orquestra sinfónica e de câmara, de Joly Braga Santos, de Lopes-Graça, de Frederico de Freitas, de Luís Filipe Pires, de Clotilde Rosa e de Simão Barreto, de dezenas de canções de autores nacionais e estrangeiros, e de grandes obras nunca antes apresentadas entre nós, como, por exemplo, a Missa em Si Menor de Bach, conhecida, no nosso país (Lisboa e Porto), só em 1971.
Participou assiduamente, a convite de Madalena de Azeredo Perdigão, nos Festivais Gulbenkian. Foi também solista nos Festivais do Algarve, da Costa do Estoril, de Lisboa e de Macau.
Fez digressões com a Orquestra e Coro Gulbenkian, na Bélgica, em Espanha, em França, em Itália, em Macau, no Iraque, nos Açores e na Madeira.
Com o Maestro Lopes-Graça, realizou uma digressão à União Soviética. Como cantor de música antiga, realizou concertos na União Indiana e nos Estados Unidos da América. Cantou como solista em concertos com orquestra, em diversas capitais europeias como Bonn, Bruxelas, Londres, Paris, Roma, Madrid. Foi solista no Messias de Haendel, em Salzburg, e foi o protagonista na ópera A escada de Seda de Rossini, na ópera de Câmara de Viena.
Colaborou regularmente com a Ópera de Câmara do Real Theatro de Queluz.
Foi membro fundador do "Quarteto Marcos Portugal" e também dos grupos "Segréis de Lisboa" e "Convivium Musicum".
Tem discos gravados de ópera, opereta, oratória e canções de compositores portugueses como F. Lopes-Graça, Simão Barreto e Filipe de Sousa. Participou no disco "Macau - um Sonho Oriental" de Carlos Alberto Moniz/José Jorge Letria.
Ganhou o 1º prémio Guilhermina Suggia e o 1º prémio da Canção de Lisboa, interpretando uma canção da autoria do maestro Tavares Belo.
A convite do maestro Manuel Ivo Cruz, encenou a ópera Rigoletto de Verdi aquando da apresentação desta ópera na ilha da Madeira, numa produção de uma associação cultural e do Cine-Fórum do Funchal. Essa mesma ópera, também com encenação sua, foi levada à cena em Lisboa, no Teatro Camões, em Maio de 2002.
Traduziu para português: do alemão, a ópera O Rapto do Serralho de Mozart, a Arlequinada de Salieri e a opereta O Morcego de Johann Strauss; do inglês, a ópera O Tanoeiro de Thomas Arne, apresentada em várias cidades do nosso país, pela Companhia de Ópera de Câmara do Real Theatro de Queluz; e do italiano a ópera O Espírito de Contradição do compositor Jerónimo Lima, cantado no Teatro Nacional de S. Carlos.
Foi maestro titular do Coro da Universidade Internacional, e é actualmente maestro do Coro do Hospital de Santa Marta.
Foi professor de canto, de 1984 a 1989 no Conservatório Regional de Tomar e, de 1989 a 1992 na Escola de Música de Santarém e de 1994 até 2006 na Juventude Musical Portuguesa.
Leccionou técnica vocal durante 3 anos, de 1998 a 2001, na Escola Profissional de Teatro de Cascais. Actualmente, dá aulas particulares.
CONTACTOS
Tel. (+00 351) 217 961 043
Tlm. (+00 351) 966 500 955
Correio: fern.serafim@hotmail.com
01 Dezembro 2008

|
|
Filipe Faria iniciou os Estudos Musicais na Fundação Musical dos Amigos das Crianças aos 4 anos de idade, onde estudou violino com as professoras Leonor Prado e Klára Erdei. Em 1997/1998, frequentou o último ano do curso de violino do Conservatório Nacional com o professor Rui Guerreiro. É elemento efectivo do Coro Gulbenkian da Fundação Calouste Gulbenkian desde a temporada de 1998/1999. Foi elemento do Grupo Vocal Olisipo entre 2000 e 2002 e trabalha regularmente com os seguintes agrupamentos de câmara: Concertus Antiquus, Coro D. Luís I, Coral Vértice, Cantus Firmus, Coro Ricercare, Ensemble Vocal Introitus, Lusitaniae Musica, Madrigalistas de Lisboa, Voces Caelestes e Vozes Alfonsinas, com os quais tem tido a oportunidade de se apresentar em coro e a solo em salas e festivais nacionais e internacionais. Estudou canto com Marina Ferreira e Elsa Cortez.
Em 2000, fundou o projecto L'Antica Musica & Moderna Prattica. É fundador e presidente da direcção da Arte das Musas, associação que desenvolve a sua actividade na área da intervenção cultural e artística e dos projectos educativos. É director musical do Festival de Música Sacra do Baixo Alentejo "Terras sem Sombra". No plano académico, completou o Curso de Licenciatura em Ciências Musicais pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, o Curso de Pós-Graduação em Ciências Musicais pela Universidade Autónoma de Lisboa (Técnicas de Edição Musical dos Séculos XVI a XVIII) e o Curso de Especialização em Ciências Documentais pelo Departamento de História da Universidade de Évora. Frequenta actualmente o Curso de Mestrado em História da Arte, Património e Teoria do Restauro do Instituto de História da Arte, Departamento de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Em 2003, apresentou uma comunicação na XII Semana de Estudos das Religiões na Universidade Nova de Lisboa denominada "As Cantigas de Santa Maria ou a Sacralização do Trovador". Paralelamente, é finalista do Curso de Pintura da Sociedade Nacional de Belas Artes onde estudou com Paiva Raposo, Jaime Silva e Mário Rita.
27 Março 2005

|
JOÃO CARLOS AZEVEDO, TENOR |
João Carlos Azevedo nasceu em Lisboa, em 1971.
Cursou Filosofia e Teologia na Universidade Católica Portuguesa.
Concluiu o Curso de Canto da Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa, com a classificação máxima, tendo frequentado as classes de Elsa Saque e José Carlos Xavier.
Na mesma Escola de Música, concluiu o Curso de Órgão, na classe de António Duarte.
Participou em Master Classes em Portugal e no estrangeiro, sob a orientação dos professores Sara Walker, Eleana Domitresco, Enza Ferrari e outros.
Integrou o Coro do Teatro Nacional de São Carlos, no naipe dos 1ºs tenores até à temporada de 2006/07.
Como solista, sob a direção de prestigiados maestros, apresentou-se em missas e oratórias, de que se destacam:
Mozart: Requiem e a Missa da Coroação;
Rossini: Petite Messe Solennelle e Stabat Mater;
Em ópera, cantou :
Mozart: Flauta Mágica (Tamino), Jorge Salgueiro Cantata O Conquistador (Egas Moniz);
Em lied:
Mahler: Das Lied von der Erde.
No âmbito do teatro musical e sob a direção de Filipe La Féria , fez parte do elenco do Musical Amália, no papel de Alberto Ribeiro, e de My Fair Lady, interpretando vários personagens.
Em 2002, gravou para a Editora Acumédis, com outros jovens cantores líricos, o CD Noites de Ópera em Lisboa.
Fundou em 1998 o Coro da Fédération du Scoutisme Européen em Portugal, sendo habitualmente convidado para colaborar com vários coros, tanto na função de maestro, como de cantor solista, de organista e de professor de Técnica Vocal e Canto.
No âmbito do Ano Paulino, decretado em 2008 pela Santa Sé, foi convidado como tenor solista, pelo Coro Laudate, para a gravação do CD Paulo de Cristo editado pela Difusora Bíblica, com músicas de Frei Acílio Mendes.
Com o mesmo Coro, gravou em 2009 o CD Laudate Natal de cânticos tradicionais de Natal eruditos e populares.
Para além dos géneros lírico e erudito, aborda frequentemente outros estilos musicais como o Canto Gregoriano, o Gospel e o Fado de Coimbra.
Sob sua produção ou trabalhando com produtoras de espetáculos, tem-se dedicado à divulgação do reportório lírico, participando em espetáculos e eventos vários de Norte a Sul do País.
Desde 2001, é professor do Ensino Básico, lecionando a disciplina de Educação e Expressão Musical, tanto em estabelecimentos de ensino público como privado.
CONTACTOS
Tlm. (+00 351) Tlm. 964 115 333
Correio: azev.joao@sapo.pt
10 Fevereiro 2011

|
JOÃO MIGUEL GONÇALVES, TENOR |
João Miguel Gonçalves é licenciado em Canto Teatral pelo Conservatório Superior de Música de Gaia, na classe da Professora Fernanda Correia, com quem continua a trabalhar. Frequentou master-classes orientados por Hilde Zadek, e aprofundou interpretação de lied e oratória com Charles Spencer. Tem trabalhado reportório com Enza Ferrari e está a trabalhar regularmente com Laura Sarti, Professora da Guildhall School of Arts and Drama de Londres.
Como solista tem-se apresentado em Portugal e no estrangeiro interpretando lied, oratória e ópera. No domínio da oratória interpretou: Requiem, Missa da Coroação e Missa brevis em Sol Maior (K140) de Mozart, Missa das Catedrais de Gounod, Magnificat e cantata Nun Komm, der Heiden Heiland (BWV 61) de Bach, Missa Solene em Ré Maior de Dvorák, Requiem de Donizetti, Messias de Händel, Missa Crioula e Navidad Nuestra de Ariel Ramirez, Missa Luba de Guido Haazen, e Cantata Mártir S. Sebastião de Ferreira dos Santos (estreia absoluta da obra). No campo da ópera interpretou: 2º Sacerdote e Guardião do Templo na ópera A Flauta Mágica de Mozart, Marinheiro na ópera Dido e Aeneas, de Purcell, D. Curzio na ópera As Bodas de Fígaro, de Mozart, Rei Gaspar e Pagem na ópera Amahl e os visitantes da noite, de Gian-Carlo Menotti, Le Petit Vieillard (Arithmétique) e La Rainette, na ópera L'Enfant et les Sortilèges, de Maurice Ravel, Gato na ópera O Gato das Botas, de Monsalvage, Tamino na ópera A Flauta Mágica de Mozart, Ruiz na ópera Il Trovatore, Remendado na ópera Carmen, de Bizet (estas duas últimas no Coliseu do Porto numa co-produção do Círculo Portuense de Ópera) e Conde Camille de Rossion na opereta A Viúva Alegre, de Franz Lehar. Interpretou ainda o solo para tenor da obra de Carl Orff, Carmina Burana.
Trabalhou sob a direção musical dos Maestros Lawrence Golan (EUA), Jiri Malát (República Checa), Robert William Hix (Inglaterra), Jose Miramontes Zapata (México), Johannes Willig (Alemanha), Marc Tardue, Manuel Ivo Cruz, Mário Mateus, Ferreira dos Santos, António Sérgio Ferreira, Rui Massena, Filipe Veríssimo, Artur Pinho, Jairo Grossi, Sílvio Cortez e Rui Rodrigues. Apresentou-se com a Orquestra Nacional do Porto, Orquestra do Conservatório Regional de Gaia, Orquestra Clássica da Madeira, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra do Centro, Orquestra ESPROARTE e Orquestra Sine Nomine.
Durante os seus estudos musicais obteve por duas vezes o 1º Prémio nos concursos de canto promovidos pela instituição de formação que frequentou.
CONTACTOS
Correio: joaomiguelg@gmail.com
02 Fevereiro 2010

|
|
João Sebastião iniciou os estudos musicais aos 8 anos no Instituto Gregoriano de Lisboa, tendo-os finalizado no Conservatório Nacional de Lisboa na classe de Canto de Filomena Amaro. Concluiu os estudos de Canto no Conservatório de Amesterdão, na classe de Pierre Mak. Frequentou master-classes com João Lourenço, Peter Harrison, Richard Miller, Noelle Barker, Peter Harvey, Jard van Nes e Jill Feldman.
Antes de se dedicar inteiramente à sua carreira como solista, João Sebastião foi frequentemente convidado a integrar prestigiados ensembles, tais como, Collegium Vocale de Gent (Philippe Herreweghe), Coro de Câmara da Holanda e Vocal Consort Berlin (René Jacobs) tendo participado em gravações de CD's e realizado concertos na Holanda, Alemanha, Bélgica, França, Suiça, Polónia, Espanha, Noruega, Suécia, Canadá e Estados Unidos.
Como solista, em Portugal, interpretou obras como Requiem de W.A. Mozart e L'Enfance du Christ de H. Berlioz, entre outras, tendo estreado as obras de António Cartageno Cantata para Tenor, Coro e Orquestra e a oratória Fátima. Trabalhou com a Orquestra das Beiras, Sinfonietta de Lisboa, Orquestra do Baixo Alentejo, L'Orchestra, Orquestra Sinfónica Portuguesa e Remix Ensemble, entre outras.
Na Bélgica, participou num concerto da Rádio Clássica Nacional, acompanhado pelo ensemble instrumental La Folata. Gravou um CD com Cantatas de G.P. Telemann com Klaus Mertens para a etiqueta Accent e, com os Vox Luminis, para a etiqueta Chant de Lynos, Vésperas de G. Grossi e Stabat Mater de D. Scarlatti, na Ricercare.
Na Holanda, interpretou obras como Messias de G.F. Händel, Magnificat de J.S. Bach, Jephte de G. Carissimi, Paixão de São Lucas de G.P. Telemann, Vesperae Solennes de W.A. Mozart, Requiem de F. Lizst, e diversas cantatas de J.S. Bach com diversos ensembles, entre os quais, Il Gardellino e ConcertGebouw Kamerorkest. Colaborou com Gesualdo Consort Amsterdam sob a direcção de Harry van der Kamp.
Foi Evangelista na Paixão de São João de J.S. Bach e na Paixão de São Lucas de H. Distler.
Após ter participado na Academia de Ópera de Amesterdão (2002), interpretou o papel de Don Ottavio na ópera Don Giovanni (Utrecht, 2003), Acis em Acis and Galatea de G.F. Händel (Amesterdão, 2004) e Bastien em Bastien und Bastienne de W.A. Mozart (Amesterdão, 2005/06), Don Basílio e Don Curzio em As Bodas de Fígaro (Lisboa e Porto, 2006), Arlecchino em Arlecchinata de A. Salieri (Óbidos, 2007), Spoletta em Tosca de G. Puccini (Amesterdão, 2007), Begónia em O Rapaz de Bronze de Nuno Côrte Real (Lisboa e Porto, 2007) e Abdallo em Nabucco (Holanda, 2008). Em 2008 fará parte do elenco da ópera A Saga de Jorge Salgado e em 2009, da ópera Tristão de Luis Cardoso, a realizar-se no Teatro de São Luiz.
CONTACTOS
Correio: joaopsebastiao@yahoo.com
29 Janeiro 2008
|
JOSÉ CARLOS XAVIER, TENOR |
Aluno do Conservatório Nacional de Lisboa, José Carlos Xavier estudou canto particularmente com Cristina de Castro. Muito jovem, ingressou no Corpo Coral do Teatro Nacional de São Carlos. Estreou-se como solista naquele teatro, interpretando papéis nas óperas "Miguel Mañara", "Cavaleiro da Rosa", "Rigoletto", "Fedora", "Louise" e "Dona Mécia". Convidado pelo Maestro Michel Corboz, ingressou no Grupo de Música de Câmara da Fundação Calouste Gulbenkian, actuando como solista em Espanha e Itália.
Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian durante cinco anos, em Itália, no Liceo G. B. Viotti, de Vercelli, completando, sob a orientação de Zita Fumagalli, o Curso Superior de Canto, com a classificação máxima e louvor do júri, habilitação que lhe foi reconhecida pela Secretaria de Estado do Ensino Superior do Ministério da Educação. José Carlos Xavier passou a residir em Itália. Actuou nos Festivais de Música de Aix-en-Provence, Toulon (neste Festival foi distinguido pelo crítico Clarendon do "Figaro" como o melhor participante vocal do concerto), Festival da Toscana, 1º Festival de Música de Lagos, Festival de Vilar de Mouros, Festival de Música de Kriens (Lucerne) de 1989. Com o "Angelicum", de Milão, cantou "Jephete" e "La Conversione di S. Agostino". Cantou o "Messias" e "Petite Messe Solennelle", em diversas cidades italianas. No campo operístico, José Carlos Xavier foi Ernesto de "Don Pasquale", Dorvil de "Scala di Seta", Peppe de "Pagliacci", Beppe de "Rita", Des Grieux de "Manon" (versão de concerto), "Werther" (versão de concerto), Testo de "Combatimenti de Tancredi e Clorinda" e, mais recentemente, Tamino de "Die Zauberflöte", com a Kammeroper de Zollikofen. Realizou recitais em toda a Itália, destacando-se as suas actuações nas famosas salas Circolo della Stampa, Famiglia Meneghina, Filodramatici e Centro Culturale Francese. Com a Associação "Amici della Lírica", realizou recitais em diversas cidades italianas.
Regressado a Portugal passou a colaborar com frequência com a Secretaria de Estado da Cultura (Norte, Centro e Sul), realizando recitais em todo o País. A convite dos Governos Regionais da Madeira e Açores realizou recitais em ambos arquipélagos. A convite do Governo de Macau, realizou recitais naquele território.
Gravou comercialmente para a Decca-Valentim de Carvalho um cíclo de "Canções de Trovador" de Frederico de Freitas e para a Discoteca Básica da SEC, cíclos inéditos de F. Lopes Graça. Gravou para a Rádio Televisão Portuguesa: "Canções de Trovador", de Frederico de Freita - recital; Árias de Ópera ("Italiana in Algeri", "La Bohéme", "Favorita", "Faust", "Manon", "Werther") - recital; "Ficções de Interlúdio", de António Victorino de Almeida - filme "Canções de Garcia Lorca" - recital. Participou nos programas "Já Está" e "Programa da Manhã" (Porto). Gravou para a RTP Madeira Música Portuguesa e Espanhola - recital. Gravou para a RTE - Televisão Espanhola: Algumas "Canções de Trovador", comentadas pelo Maestro Frederico de Freitas. Realizou recitais para a Radiodifusão Portuguesa e Francesa.
José Carlos Xavier ministra cursos de Canto no Conservatório Nacional, onde formou alguns dos mais importantes jovens cantores líricos portugueses, como Luís Rodrigues, Nuno Vilallonga, Ana Luísa Branco, Bruno Ribeiro, Maria Luísa de Freitas, Lisamara Veiga, Diogo Oliveira, Mafalda Borges Coelho, Carlos Farinha, Bárbara Barradas, Sara Belo.
É fundador e presidente do "Concurso Nacional de Canto Luísa Todi" (seis edições), membro do Júri do Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão, no Brasil, e integrou o Júri do Concurso de Canto do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
21 Novembro 2010
|
JOSÉ LOURENÇO, TENOR, ENCENADOR |
FORMAÇÃO ARTÍSTICA
José Lourenço estudou no Conservatório de Música de Genève, "Hong Kong Academy for Performing Arts", Estúdio de Ópera do Porto, "Royal College of Music" (pós-graduação em ópera como bolseiro do Instituto Cultural de Macau) e Fundação Calouste Gulbenkian (curso de encenação de ópera).
ÓPERA
Actuou com agrupamentos como a Orquestra Sinfónica Portuguesa, o Remix Ensemble, a Orquestra Metropolitana, a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, a Orquestra do Norte, a Orquestra Internacional de Itália ou a Orquestra Filarmónica de Hong Kong. Neste contexto, incluem-se papeis como Ferlucci (estreia absoluta da ópera "Os Fugitivos", de José Eduardo Rocha), Pong ("Turandot"), Gastone ("La Traviata"), Clem/Alfred ("The Little Sweep", de Britten), Mathan ("Joaz", de Benedetto Marcello), Professor ("A Raposinha Matreira"), Lester (estreia absoluta da fantasia musical "Evil Machines", de Luís Tinoco), Ismael (estreia absoluta da cantata cénica "Aos Peixes", de José Eduardo Rocha) e Baltasar ("Amor de Perdição", de João Arroyo). Com acompanhamento ao piano, destacam-se produções com direcção musical de Jeff Cohen (Cléon - "L'Ivrogne Corrigé"), João Paulo Santos (Matelot - "Le Pauvre Matelot") e José Parra (Mestre Pedro - "El Retablo de Maese Pedro").
OPERETA
Actuou com a "Hong Kong Academy for Performing Arts Orchestra", Orquestra Filarmónica de Hong Kong, Orquestra Nacional do Porto, Remix Ensemble e Orquestra Clássica da Madeira, interpretando, respectivamente, Brasileiro ("La Vie Parisienne"), Orlofsky ("Die Fledermaus"), Wintergreen ("Of Thee I Sing", de Gershwin), Danilo ("A Viúva Alegre"), Rigobert ("Le Fifre enchanté", de Offenbach) e Candide, na obra homónima de Bernstein.
ORATÓRIA
Destacam-se actuações como tenor solista no Festival Internacional de Música de Macau ("Messe Solennelle de Sainte Cécile"), no "Hong Kong Concert Hall" ("Cantata do Café", "The Creation"), em St. Paul's Picadilly - Londres ("Otcenas", de Janacek e "Carmina Burana") e na Basílica de S. Zeno - Verona ("Requiem" de Mozart).
RECITAIS
Actuou, com transmissão radiofónica, em Hong Kong (estação "RTHK") e Portugal (Antena 2). Colaborando com pianistas como Armando Vidal, Vitor Pinho, Gabriela Canavilhas, Eurico Rosado ou Jeff Cohen, cantou na Culturgest, Auditório Lopes-Graça (Cascais), Europarque, Teatro Helena Sá e Costa, Casa das Artes (Porto), Auditório Municipal de Vila do Conde, Centro Cultural de Lagos e Festival Internacional de Música de Espinho, entre outros. Em Fukuoka (Japão), apresentou um recital de árias de Mozart no Centro Cultural "Bayside Place". Em França, com António Oliveira e José Parra destacam-se actuações no teatro de St. Malô (recital encenado "O Casal Schumann") e no teatro "La Péniche opéra" - Paris (recital encenado "Fauna e Flora").
CINEMA
Protagonizou Satan na estreia absoluta da ópera-filme "Hell for Leather", de Dominik Scherrer, premiado nos festivais internacionais de cinema de Sundance, Cleveland, Locarno, Cork e Nevers.
ESPECTÁCULOS MUSICO-CÉNICOS
Na qualidade de actor, actuou, designadamente, no Teatro Nacional de S. João ("Pinocchio's Adventures in Funland"), Casa da Música ("Momo"), Festival Internacional de Música de Espinho ("Sonho de uma Noite de Verão"), Centro Cultural Vila Flor ("A Menina de um Outro Mar") e Teatro Sá de Miranda (estreia absoluta de "Como se faz cor-de-laranja"). Fundou e dirigiu a companhia "Volte-face", centrada em projectos musico-cénicos. "Fauna e Flora", "Ida e Volta", "À Luz de Java" e "O Método de Canto Neo-nervoso-electromágnético" são algumas das criações da "Volte-face", cujo percurso inclui actuações nas principais salas portuguesas (Culturgest, Centro Cultural de Belém, Casa da Música, Rivoli - Teatro Municipal, Teatro Académico Gil Vicente/"Coimbra2003", CAE da Figueira da Foz) e no estrangeiro, designadamente na Ásia onde, em 2002, realizou uma digressão a convite do Festival de Artes de Macau, Consulado de França em Hong Kong e Embaixada de Portugal em Jacarta. Mais recentemente, encenou os seguintes espectáculos: "La Voix Humaine" (Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian), "Marie Galante" (Auditório Manuel Correia Botelho, Vila Real), "El Retablo de Maese Pedro" e "Geneviève de Brabant" (Auditório Lopes-Graça, Cascais). No âmbito do projecto "Contos com música & música com contos", encenou "Como se faz cor-de-laranja", "Momo" e "A Menina de um Outro Mar" (Teatro Sá de Miranda, Teatro Diogo Bernardes, Centro Cultural de Paredes de Coura). Para a ACTA - Companhia de Teatro do Algarve, assinou a dramaturgia e encenação dos espectáculos "Efeito Imediato" e, em co-produção com a Orquestra do Algarve, "A Lição de Offenbach". José Lourenço é director artístico da companhia "Um & 1, Três - Teatro e Música".
CONTACTOS
Correio: joselourenco@mail.com
Tlm. (+00 351) 964 020 413
03 Setembro 2009

|
JOSÉ MANUEL ARAÚJO, TENOR |
Doutorado em Música pela Universidade de Aveiro, José Manuel Araújo frequentou a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde cursou Filologia Clássica, e o Conservatório Nacional, onde estudou Piano, Violoncelo, Composição, Cravo, Clavicórdio, Interpretação de Música Antiga e Canto, tendo terminado o curso superior desta disciplina com a máxima classificação, assim como a licenciatura em Canto, na Escola Superior de Música de Lisboa.
Estudou no Conservatório Nacional e na Escola Superior de Música do Porto, com José de Oliveira Lopes, na Casa de Mateus e em Madrid, com Lola Aragón, no Teatro Nacional de S. Carlos com Gino Bechi, Ettore Campogallianni, Claude Thiolass e Marimi del Pozo.
Frequentou a Accademia Verdiana em Busseto, com Carlo Bergonzi, onde participou em masterclasses dirigidas por Alfredo Kraus e Giulietta Simionato.
Foi cantor solista do Teatro Nacional de São Carlos. Cantou os papéis de Camille (A Viúva Alegre), Pollione (Norma), Uldino (Attila), Ismaele (Nabucco), Jim Mahoney (Ascensão e Queda da Cidade de Mahagónny), Steuermann (Der Fliegende Holländer), Léon (La Mère Coupable), O Conde (O Amor Industrioso), O Fidalgo (Triologia das Barcas), Lo Studente (Manon Lescaut), Wagner (Mefistofele), Helenus (Les Troyens), Moser (Die Meistersinger), Tamino (Die Zauberflöte), Alfredo, Gaston (La Traviata), D. José (Carmen), Duque de Mântua (Rigoletto), Bedel Bamford (Sweeney Todd), Jasão (Os Encantos de Medeia), Dr. S. (The Man Who Mistook His Wife For A Hat), Cavaradossi (Tosca), Altoum (Turandot), Manrico (Il Trovatore), D. Ottavio (D. Giovanni), Florestan (versão de concerto) (Fidelio), Sanson (versão de concerto) (Sanson et Dalilah).
Do repertório de concerto, cantou a IX Sinfonia de Beethoven, a Missa da Coroação e o Requiem de Mozart, o Stabat Mater e a Petite Messe Solennelle, de Rossini, El Retablo de Maese Pedro, de Falla, o Requiem de Verdi, Die Schöpfung, de Haydn, L’Oratorio de Noël, de Saint-Saëns, o Stabat Mater, de Cimarosa, A Messa di Gloria, de Puccini.
Foi dirigido pelos maestros John Neschling, Wolfgang Rennert, Daniel Nazareth, Armando Gatto, Franco Ferraris, Lathan Köenig, Frédéric Chaslin, Gregor Bühl, Dimitri Kitaenko, Silva Pereira, João Paulo Santos, Manuel Ivo Cruz, Gunther Arglebe, Ferreira Lobo, Rafael Montes, Ino Turturo, Cristopher Bochmann, Michael Nyman, Laszlo Heltay, Tadeusz Serafin, Renato Palumbo, Rengim Gökmen, Gabor Ötvös, Zoltán Peszko, Zsolt Hamar, Félix Carrasco, Giuseppe Lanzetta, Armando Vidal, Mario de Rose, José Cura.
Cantou com a Orquestra do Teatro Nacional de S. Carlos, a Orquestra Sinfónica Portuguesa, a Orquestra Filarmónica de Moscovo, a Royal Philarmonic Orchestra, a Orquestra de Pequim, a Orquestra Sinfónica Juvenil, a Orquestra da RDP, a Orquestra do Norte, a Orquestra Sinfónica de Vallès, a Orquestra Angrense, a Orquestra Clássica da Madeira e a Orquestra da Póvoa do Varzim.
Convidado a ensinar canto desde 1991 em várias escolas de Lisboa, é atualmente professor do Conservatório Nacional.

CONTACTOS
Sítio: josemanuelaraujo.pt
Correio: mail@josemanuelaraujo.pt
28 Fevereiro 2011

|
MANUEL JOAQUIM SOARES, TENOR |
Manuel Joaquim Soares concluiu os estudos superiores de Canto Teatral com elevada classificação na Fundação Conservatório Regional de Gaia, na classe de Mário Mateus.
No campo da Oratória, cantou a Missa Brevis KV 258 de Mozart, Missa Secundi Toni de Johann Ernst Eberlin, Missa de Strawinsky, Via Crucis de F. Lizt, Missa Crioula de Ariel Ramirez, Missa de Santa Cecília de Gounod, Te Deum de Eugénio de Amorim, Missa da Coroação KV 317 de Mozart, Oratória de Natal de Camile Saint-Säens, Requiem de Mozart, Missa Solene de Rossini, O Messias de Haendel, Jephte de Carissimi, Litania de Clotilde Rosa (estreia mundial da obra).
No campo operático, destacam-se os papeis de Bastien na ópera Bastien et Bastienne de Mozart, Lambertto na ópera Il Maestro di Musica de Pergolesi, Gaston na ópera La Traviata de Verdi, Tamino na Flauta Mágica de Mozart, D. Basílio nas Bodas de Fígaro de Mozart, Britaldo na representação da ópera Irene de Alfredo Keil, 100 anos após a última récita. Igualmente representada 100 anos depois, fez o papel de Simão na ópera Amor de Perdição de João Arroyo. Na estreia da ópera infantil A Árvore dos Sonhos de José Miguel Oliveira desempenhou o papel de Mário quando adulto. Já colaborou com diversas Orquestras, nomeadamente a Orquestra do Norte, Orquestra da Artave, Orquestra do Governo Regional da Madeira, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra da Fundação Conservatório Regional de Gaia e a Orquestra da Esmae.
Participou a convite do Real Teatro de Ópera de Câmara de Queluz em várias produções da opereta Viúva Alegre de Franz Lehar sob a direcção do Maestro Manuel Ivo Cruz, tendo desempenhado o papel de Camille de Roussillon. Com a Ópera de Câmara de Queluz, desempenhou também o papel de Fernando Magno em estreia absoluta da Ópera de Manuel de Faria Auto de Coimbra. Apresentou-se como tenor convidado na Ilha de Bali, Indonésia com árias e duetos de Pucinni, num espectáculo "Bohemian Voyage".
Tem-se apresentado frequentemente um pouco por todo o país com árias e conjuntos de ópera e oratória.
Trabalhou com maestros como: Mário Mateus, Manuel Ivo Cruz, José Ferreira Lobo, Gunter Arglebe, Belarmino Soares, António Soares, Dominique Rouits, Sérgio Ferreira, Luís Carvalho, Armando Vidal, Nayden Todororov, Kamen Galeminov, Robert Gutter ou Ovidiu Marinescu.
Integra actualmente o Grupo de Música Vocal Contemporânea onde participou na 1ª audição absoluta em Portugal da Paixão Segundo S. João de Arvo Pärt, Cântico do Sol de Sophia Gubaidulina, (também uma primeira audição em Portugal), entre outras obras. Trabalhou com Cristhoph Rosel no âmbito do Festival Internacional de Música Barroca em 1998.
Estudou Lied e Oratória com Paul Von Schillawsky e Interpretação Cénica com Fernanda Correia. Fez Masterclasses com professores como: Ileana Cotrubas, Rudolf Knoll, Rudolf Pierney, Gundula Janowitz, Charles Spencer, Hilde Zadek e Enza Ferrari.
É docente na Fundação Conservatório Regional de Gaia, instituição onde concluiu o curso Superior de Direção Musical.
CONTACTOS
Página: www.facebook.com/pages/Manuel-Soares-Tenor
Correio: mjoaquimsoares@gmail.com
03 Junho 2011

|
MARCO ALVES DOS SANTOS, TENOR |
Nascido em Lisboa, Marco Alves dos Santos começou os estudos musicais no Instituto Gregoriano de Lisboa. Depois de ter passado pelos cursos de piano e trompete, decidiu começar os seus estudos em canto. Após transferência para o Conservatório Nacional, estudou canto com Filomena Amaro e música de câmara com Fernando Eldoro. Entrou em 1996 para o Coro da Fundação Calouste Gulbenkian de onde sai como bolseiro em 1998 para a Guildhall School of Music & Drama (Londres). Em Londres, foi convidado para a "VIII.ème Académie Baroque Européenne d'Ambronay" (dir. William Christie - Les Arts Florissants).
Integrou a formação "Les Arts Florisants" em projectos de Purcell (New York 1999) e na ópera "Les Indes Galantes" (Opera National de Paris - Palais Garnier 1999/00). Dos trabalhos como solista, salientam-se "Zigeunerlieder" de Brahms com o Coro Gulbenkian (1998), Damon em "Acis & Galatea" de Handel (França 1998), "Johannes Passion" (árias de tenor) de Bach e a "Messa di Gloria" de Pucini (Holanda 1998 e 99), "Requiem" e "Missa da Coroação de Mozart (2001 e França 2002), "Oster Oratorium" de Bach (2002), "Petite Messe Solonnelle" de Rossini (U. K. 2002), e recitais no Reino Unido, França e Itália. Na época 2002/03, entrou para "Les Jeunes Voix du Rhin" (Opéra National du Rhin-França). Neste estúdio de ópera deu vida às personagens de Tamino (Zauberflöte de W. A. Mozart), Capitaine Silvio (Dr Miracle de G. Bizet), Comte Barigoule (Cendrillon de P. Viardot), Oscar (Alexandre Bis de B. Martinu) e Mr. Owen (Postcard from Morocco de D. Argento). Ainda em 2003, foi finalista na classe de ópera do "XVéme Concours International de Chant de Marmande" (France). Em 2004, interpretou o papel de Tristan em "Le Vin Herbe" de Frank Martin para o Teatro Aberto, apresenta-se em recital no Theatre du Pin Galant-Bordeaux (France) e no Museu Gulbenkian, nas "Szenen aus Goethes Faust" de R. Schumann para a F. Gulbenkian, na "Missa em Si m" de Bach (Orch. das Beiras), na "IVéme Symphonie" de A. Schnittke (Remix Ensemble-Casa da Música), e recentemente no papel de Leandro em "La Spinalba" também para a Casa da Música. Marco Alves dos Santos completou o Curso Superior de Canto e Pós-Graduação na Guildhall School of Music & Drama (Londres), nas classes de Adrian Thompson e Robert Dean respectivamente.
CONTACTOS
Correio: madsantos@lycos.com
06 Dezembro 2004

|
|

Diplomado com o Curso Superior de Canto do Conservatório de Música do Porto, na classe de Fernanda Correia, Mário Anacleto trabalhou também com Mark Brown (Música Antiga), Montsserrat Figueras (Técnica e interpretação da Música Ibérica), Rudolf Knoll (Técnica e interpretação da Ópera), Ré Koster (Interpretação do Lied) e José de Oliveira Lopes (Lied e Ópera). Realizou numerosos recitais a solo com Piano, Guitarra, Órgão e com Orquestra e participa como artista convidado em numerosas récitas de ópera, a convite do Círculo Portuense de Ópera, do Porto.
Desempenhou papeis nas óperas "La Traviata", "Madame Butterfly", "Carmen", "Rigoleto", "Amhal and the night visitors" entre outras. Foi co-fundador e solista do "Grupo de Música Vocal Contemporânea" (1974/81), apresentando-se em numerosos Festivais Internacionais de Música, nomeadamente em Cascais, Estoril, Lisboa, Aveiro, Coimbra, Évora, Póvoa de Varzim, Braga, Viana do Castelo, Guimarães, Amarante, Alcobaça, Madeira e Açores, Berlim, Erfurt, Dresden, Leipzig, Bratislawa, Vigo, Sevilha e Córdoba, apresentando primeiras audições de obras de Fernando Lopes Graça, Joly Braga Santos, Maurice Ohana, Ligeti, Luciano Berio, Tomas Marco e Luis de Pablo, entre outros. No seu reportório, para além do oratório alemão, latino e vulgar dos autores barrocos, nomeadamente Bach e Haendel, constaram ainda os principais autores do 'lied' alemão (Mozart, Beethoven, Schubert, Schumann e Brahms), da 'Mélodie Française' (Gabriel Fauré, Érik Satie, Débussy, Duparc e Massenet), da canção inglesa (Vaugham Williams e Benjamin Britten), bem como autores do universo ibero-americano, nomeadamente Francisco Lacerda, António Fragoso, Cláudio Carneyro, Freitas Branco, Lopes Graça, Manuel de Falla, Garcia Llorca, Monpou, Ginastera, Guastavino, Gershwin e Copland.
Gravou para a Tribuna Europeia de Compositores Contemporâneos obras de Joly Braga Santos. Gravou também Obras de Fernando Lopes Graça para a etiqueta EMI-Valentim de Carvalho e um CD a solo com obras para Canto e Piano de Compositores Portugueses. Colaborou com a RTP e a RDP em diversos programas, quer como artista convidado quer como divulgador da Cultura Musical.
Foi professor no Conservatório de Música do Porto de que foi director entre 1994/96, período durante o qual introduziu a classe de Jazz e promoveu a criação da Banda de Jazz, da Banda Sinfónica, do Grupo de Música Antiga e do Quarteto de Saxofones. Foi licenciado em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e Mestre em História da Arte pela mesma Universidade. Obteve o DEA na Universidade Complutense de Madrid na area da Comunicação Organizacional.
06 Maio 2005
[ Mário Anacleto faleceu em Ermesinde no dia 8 de Novembro de 2010. O funeral realizou-se na igreja matriz de Paços de Brandão, onde residia com a familia. Foi cremado no Cemitério nº 3 de São João da Madeira, e os seus restos repousam no Cemitério Paroquial de Rio Meão, Santa Maria da Feira. ]

|
|
Mário João Alves nasceu em Perafita, Matosinhos. Realizou os seus estudos de Canto com Fernanda Correia, nos Conservatórios do Porto e Gaia aperfeiçoando-se depois com Elio Battaglia e Enza Ferrari em Turim e Treviso. Trabalha repertório com o maestro João Paulo Santos. Em 1996, foi 2º classificado no Concurso Nacional de Canto Luísa Todi.
Interpretou os seguintes papéis principais: Albert ("Albert Herring"), Teatro Aberto; Nemorino ("L'Elisir d'Amore"), Teatro Nacional de São Carlos/CAE; Ferrando ("Cosi Fan Tutte"), Porto 2001; Tamino ("A Flauta Mágica"), Festival MusicAtlântico; Conde de Almaviva ("O Barbeiro de Sevilha"), ON/Coliseu de Lisboa; Paolino ("Il Matrimonio Segreto"), CAE; D. Francisco ("O Espadachim do Outeiro"), Centro Cultural Olga Cadaval; Sempronio ("Lo Speziale"), Teatro Nacional de São João. Integrou ainda os elencos de "Carmen", "L'Enfant et les Sortilèges" e "Falstaff" com o Círculo Portuense de Ópera, "Neues vom Tage" no Teatro Aberto, "Guerras de Alecrim e Manjerona" no Acarte, "La Fanciulla del West" e "Billy Budd" no Teatro Regio de Turim, Adina, "Four Saints in Three Acts", "The English Cat", "Les Troyens", "Jeanne d'arc au Boucher", "Manon Lescaut", "Il Turco in Italia", entre outras, no Teatro Nacional de São Carlos. Tem trabalhado com encenadores como João Lourenço, Luís Miguel Cintra, Paulo Matos, Bob Wilson, Giancarlo del Mónaco e Graham Vick.
Como intérprete de oratória e concerto tem interpretado obras como: "Messa di Gloria" de Puccini, "Petite Messe Sollenelle" de Rossini, "Magnificat" de Bach, "Requiem" de Mozart, "Messias" de Haendel, "Stabat Mater" de Dvorak, "Pulcinella" de Stravinsky, "Canções Judaicas" de Shostakovitch. É regularmente solista convidado da Orquestra e Coro da Fundação Calouste Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra do Norte, Metropolitana, Nacional do Porto, Filarmonia das Beiras, Clássica da Madeira, Coro da Sé Catedral do Porto, entre outras. Mais recentemente, a sua carreira tem-se desenvolvido também um pouco além-fronteiras, em Itália (Siena, Pescara e Turim), Espanha, Macau, Malta e Áustria. Próximos compromissos incluem o papel principal em "The Beggar's Opera" no Teatro Aberto, "La Donna del Lago" no Teatro Nacional de São Carlos, "L'Elisir d'Amor" em digressão pelo Japão, concertos em Espanha com os Segréis de Lisboa, e ainda concertos em Lisboa, Ponta Delgada e no Festival de Música de Alcobaça.
Una furtiva lagrima, Elisir d'amore, de Donizetti, no Japão
CONTACTOS
marioalves.no.sapo.pt
www.ondeestaofrix.blogspot.com
Correio: jacarepagu@netc.pt
12 Janeiro 2005

|
NUNO MIGUEL CARDOSO, TENOR |
Nuno Miguel Cardoso nasceu no Torrão do Alentejo em 1969. Estudou na Academia de Música Eborense. Foi elemento do Coral de Évora entre 1979 e 1986. Foi fundador da Asssociação Musical Eborense Música. Fez parte da formação inicial do Coro da Nova Filarmonia Portuguesa. Entrou para o Coro do Teatro Nacional de São Carlos (TNSC), em 1991.
Participou, como cantor solista, em várias óperas e concertos do TNSC, donde se destacam "Le Rossignol" de Stravinsky, "Gianni Schicci" de Puccini, "Les Troyens" de Berlioz, "Orphée aux Enfers" de Offenbach, "Os Dias Levantados" de António Pinho Vargas, "Le Grand Macabre" de Liggetti, "Madama Butterfly" de Puccini, "Manfred" de Schumann, "Four Saints in Three Acts" de Thomson, em três dos cinco concertos com Coro e Orquestra do TNSC do "Oratório de Natal" de Saint-Säens (1989), em concertos de Música Sacra, interpretando peças de Haendel, Delibes e Schubert (1999 e 2000), em vários espectáculos da opereta Ba-ta-Clan (Chinesice Musical em I Acto) de Offenbach, na co-produção do TNSC e da Culturgest "Édipo ou a Tragédia do Saber" de Pinho Vargas (estreia absoluta) e no musical "Sweeney Todd" de Sondheim.
Em 1998, no programa de Diogo Infante "Canções da Nossa Vida" da RTP, interpretou a canção "Amor, Amor" para a actriz Carmen Dolores. Integrou o Coro Syntagma Musicum de Lisboa e colaborou com o coro Riccercare de Lisboa e com a OP- Companhia Portuguesa de Ópera. Desenvolveu actividade regular em récitas por todo o país, interpretando música sacra e árias de ópera, a solo ou em dueto, acompanhado por piano. Recentemente, fez parte do elenco de "I Due Foscari" de Verdi, interpretando Il Fante, na abertura da Temporada Lírica de Padova, no Teatro G. Verdi, dirigido pelo maestro Francesco Rosa. Trabalhou sob a direcção dos maestros João Paulo Santos, Jonathan Webb, Mark Letonja e Giulliano Carella, e estudou canto com as professoras Marta Jaroscewitz, Maria Repas Gonçalves, Maria Cristina de Castro, Joana Levy e Elisabete Matos. Actualmente, estuda com a maestra Enza Ferrari.
CONTACTOS
Tel. (+00 351) 212 223 079
Tlm. (+00 351) 962 588 101
Correio: nuno_migas@iol.pt
27 Julho 2006

|
|
Natural de Santa Maria da Feira, Paulo Ferreira realizou na Academia de Música de Santa Maria, os seus estudos de Violoncelo, Piano e Canto, onde veio a concluir, este último, com a classificação máxima, sempre como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Mais tarde prossegue o Curso de Canto na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Porto, na classe de José de Oliveira Lopes, onde veio a concluir sempre com as classificações máximas. Foi vencedor absoluto do 1º Prémio do II Concurso Internacional de Canto Tomaz Alcaide (Categoria de Concerto) e do 3º Prémio do IV Concurso Nacional de Canto Luísa Todi, entre outros.
Tem actuado num vasto número de concertos e recitais em Portugal, Espanha, França, Bélgica e Alemanha, gravando para a RTP, para a RDP - Antena 2 e para a UER. Em Portugal, tem colaborado com os palcos mais destacados, nomeadamente Teatro Nacional de São Carlos, Centro Cultural de Belém, Teatro da Trindade, Teatro Nacional de São João, Teatro Rivoli e Coliseu do Porto.
Durante alguns anos cantou como barítono, onde se estreou na Ópera "La Traviata" de Verdi, a convite do Círculo Portuense de Ópera. Conta já, no seu currículo operático, com papéis principais ou destacados em óperas de Mozart ("As Bodas de Fígaro" e "Cosí Fan Tutte"), Bizet ("Carmen") e Verdi ("La Traviata"), sendo de assinalar, ainda, as suas interpretações em óperas de Puccini ("Tosca" e "Turandot"), Ravel ("L'Enfant et les Sortilèges"), Maderna ("Satyricon"), Sousa Carvalho ("L'Amore Industrioso"), Schumann (Cenas de "Fausto" e "Manfred"), Virgil Thompson ("Four Saints in Three Acts"), Stravinsky ("O Rouxinol") e Pinho Vargas ("Os Dias Levantados") - esta última editada em CD pela EMI - Valentim de Carvalho. Já como tenor, em 2005, interpretou o papel de Monostatos em "A Flauta Mágica" de Mozart numa co-produção do Circulo Portuense de Ópera e do Coliseu do Porto.
Recentemente, estreou-se como tenor solista no oratório "Cristo no Monte das Oliveiras" op. 85 de Beethoven, acompanhado pela Orquestra Nacional do Porto, sob a direcção de Marc Tardue. Ainda como barítono interpretou, como solista, obras de referência como o Magnificat e Kantates BWV 58, 61, 110, 147 e 206 (J. S. Bach), Magnificat (C. P. E. Bach), Requiem e Missa KV. 65 (W. A. Mozart), Missa em Fá M (Lobo Mesquita), Te Deum (F. A. Almeida), Adam & Eva (A. Avondano), Requiem (J. D. Bomtempo), Messias (G. F. Haendel), Te Deum (M. A. Charpentier), Fantasie Op. 80 e 9ª Sinfonia (L. V. Beethoven), Requiem (M. Duruflé), "Petite Messe Solenelle" (G. Rossini), "Carmina Burana" (C. Orff), entre outras.
Em "lied", estreou, acompanhado pelo pianista Jaime Mota, o ciclo "Sete canções de Albano Martins" de António Pinho Vargas, ciclo já editado em CD pela Strauss, tendo sido alvo das melhores críticas da especialidade.
Com orquestra tem-se apresentado sob a direcção dos maestros Manuel Ivo Cruz, João Paulo Santos, António Saiote, Marc Tardue, Jacques Mercier, Aldo Brizzi, Marko Letonja, Stephen Bull e Jonathan Webb, entre outros. Tem colaborado com as orquestras Sinfónica Portuguesa, Nacional do Porto, Metropolitana de Lisboa, de Câmara de Munique e a Capela Real, entre outras.
Presentemente estuda repertório com o Maestro Marc Tardue e é orientado por Palmira Troufa, no Porto e pela Maestra Marinela Melli, em Roma, Itália. Próximos compromissos incluem, de Beethoven, a 9ª Sinfonia no Centro Cultural de Belém (Lisboa) e Casa da Música (Porto) com o Coro Gulbenkian e Orquestra Nacional do Porto (Novembro/06), bem como o papel de D. José na ópera "Carmen" de Bizet no Coliseu do Porto (Maio de 2007).
CONTACTOS
tenorpauloferreira.no.sapo.pt
Correio: paulo.ferreira@libero.it
30 Junho 2006

|
|
Natural de Lisboa, Pedro Chaves residiu em Madrid durante onze anos, onde frequentou cursos de representação apresentando-se com várias companhias de teatro amadoras e semi-profissionais. Aos 21 anos de idade, abandonou a Faculdade e viajou para Sydney, na Austrália, onde residiu durante dois anos e iniciou os estudos profissionais como cantor.
Estreiou-se, como solista, a 8 de Dezembro de 1985 em Sydney. Nesse mesmo ano, foi contratado pela North Sydney Opera Company para uma temporada como tenor solista convidado.
Em 1986, regressou a Portugal e, um ano mais tarde, ingressou no Teatro Nacional de São Carlos - TNSC, onde permaneceu como membro efectivo do coro ao mesmo tempo que se apresentou como solista em concerto, oratória e ópera.
Frequentou o Conservatório Regional Nacional de Nice e a prestigiada Academia Internacional de Verão de Nice, onde foi, por dois anos consecutivos, o tenor convidado para o concerto final com orquestra no Mosteiro de Cimiez e a digressão com a Orquestra de Cannes Alpes Côte D'Azur. Frequentou cursos de aperfeiçoamento em Paris e Londres e foi bolseiro do British Council e do Ministério da Cultura.
Estudou com Adriana Hanic, Maria Cristina de Castro e Jean-Pierre Blivet. Actualmente, trabalha repertório com a maestra Enza Ferrari e Armando Vidal, e já trabalhou com Anthony Ballantyn, Eroll Guiellestone, Peter Lokwood, João Paulo Santos, entre outros. Apresentou-se sob a batuta de J. Mauceri, F. Hider, B. Tetu, P. Bender, J. Reynols, G. Carella, J. P. Santos, M. Ivo Cruz, Z. Pesko, D. Renzetti, entre outros.
Apresentou-se em ópera, oratória e concerto, em Portugal, Espanha, Itália, França, Alemanha, Inglaterra, Austrália e Macau. Foi a voz de Camões na gravação da Cantata "Macau um Sonho Oriental" de Carlos Alberto Moniz e José Jorge Letria, e a voz de tenor na gravação do hino de José Calvário "Portugal não tem Fim" com a Philarmonica de Londres no Abbey Road Studios de Londres. De destacar, as suas representações em: "Orfeu nos Infernos" de Offenbach como Aristée Pluton no TNSC; personagem de Anthony Hope em "Sweeney Todd" de S. Sondheim no Teatro Nacional D. Maria II, estreia absoluta em Portugal; Flávio na "Norma " de Bellini no TNSC e no Coliseu do Porto com o Círculo Portuense de Ópera - CPO; Sir Bruno em "I Puritani" de Bellini, com Edita Gruberova, no TNSC; Daniel Buchanan em "Street Scenes" de Kurt Weill no TNSC; Lukach em "Charodeika" de Tchaikovsky no TNSC; Nemorino do "Elixir do Amor" de Donizetti, em digressão Nacional com mais de 20 representações; Pinkerton na "Madama Butterfly" de Puccini, no Coliseu de Lisboa.
Em concerto, destaca-se o recital no TNSC dedicado a jovens solistas a convite de Paulo Ferreira de Castro, na época director do Teatro; como tenor, em mais de 30 concertos de Zarzuela em digressão pelo País. Em Oratória, salienta-se: tenor na "Petite Messe Solemnelle" de Rossini com o TNSC, em várias ocasiões; "Stabat Mater" de Dvörak com o Orfeão de Pamplona na Igreja de S. Francisco, no Porto; "Messe de Noel" de Saint-Säens, em várias ocasiões, com o TNSC.
Em 2004, abandonou o Teatro Nacional de São Carlos para se dedicar em exclusivo à Op - Companhia Portuguesa de Ópera, da qual é fundador em 2001, e à produtora que funda e dirige desde 1991, a evi - eventos ibéricos. Com o apoio da Câmara Municipal de Óbidos, tem vindo a desenvolver um valioso trabalho de Organização e Produção nas apresentações de óperas no Festival de Ópera da Vila de Óbidos, em 2004, 2005 e, agora, em 2006, e nas Temporadas de Cravo de 2003, 2004, 2005 e na deste ano 2006.
Mais recentemente, participou na Temporada Lírica 2005/2006 do TNSC, como Roderigo em "Otello" de Verdi e em cinco personagens no "Nariz" de Shostakovich. Em Outubro de 2006, apresentou-se na ópera "Mozart e Salieri" de Rimsky Korsakov com a Orquestra do Algarve, sob direcção de João Paulo Santos.
Entre os seus compromissos para 2006/2007, destacam-se a participação na temporada do TNSC nas produções de "Oedipus Rex" de Stravinsky e "Macbeth" de Verdi e, com a Op - Companhia Portuguesa de Ópera, o Requiem de Verdi e a estreia da produção de "La Traviata", no personagem de Alfredo. Tem vindo a desenvolver um importante trabalho, a nível nacional, na formação de novos públicos e na promoção dos cantores líricos portugueses.
CONTACTOS
Tlm. (+00 351) 912 216 401
Sítio: www.evi.pt
Correio: pedrochaves@evi.pt
Sítio: pedrochaves.com
Correio: opera.oninet.pt
10 Outubro 2006

|
|
Natural do Porto, Rui Fernandes iniciou em 2002 os estudos musicais no Curso Complementar, no Conservatório Regional de Gaia, com Fernanda Correia e concluiu a Licenciatura de Canto Teatral no Conservatório Superior de Música de Gaia na classe da mesma professora, com quem estuda atualmente.
Frequentou classes de aperfeiçoamento com os professores: Enza Ferrari, António Salgado, Gabriella Morigi, Luis Girón May, Elisabete Matos e Marc Tardue.
No domínio da oratória participou em Glória de Vivaldi, Messias de Handel, Magnificat de J.S. Bach, Requiem de Mozart e Missa da Coroação de Mozart, 9ª Sinfonia de Beethoven, Missa de Santa Cecília de Gounod, Jephta de Carissimi, Horto Sereníssimo de Eurico Carrapatoso, Requiem Alemão de Brahms, Via crucis de Liszt.
No campo da Ópera Interpretou o papel de “Bastien” em Bastien et Bastienne de Mozart; Visconde de Cascada em Viúva Alegre de Franz Lehár; Sem em Arca de Noé de Benjamin Britten e Duca de Mântua em Rigoletto de Verdi; participou nas óperas A Flauta Mágica de Mozart; Irene de Alfredo Keil; Amahal e os visitantes da noite de Gian-Carlo Menotti; O Pequeno Limpa Chaminés de Benjamin Britten; e integrou os elencos de O Trovador de Verdi e Carmen de Bizet (co-produção Círculo Portuense de Ópera e Coliseu do Porto).
Trabalhou com os maestros Mário Mateus, Jairo Grossi, José Miramontes Zapata, Marc Tardue, David Rahn, Artur Pinho, Joaquim Vidal Santos, António Saiote.
Apresentou-se também como solista em concertos, audições, interpretando áreas de oratória, ópera, lied e peças portuguesas.
CONTACTOS
Tlm. (+00 351) 916 264 463
Correio: rfernand71@gmail.com
11 Abril 2012

|
|
Rui Taveira obteve em 1984 o diploma do curso de canto, no Conservatório de Música do Porto, na classe da professora Fernanda Correia. De 1985 a 1988, fez Mestrado em Canto de Concerto (Lied e Oratória) na Hochschule für Musik em Munique, sob orientação de Ernst Haefliger. Em Oratória teve como mestre Diethard Hellman. Frequentou também o curso de Ópera com o encenador Pe-I ter Kertz.
Cantou os principais papéis nas óperas: "Flauta Magica", "Cosi Fan Tutte", "Finta Giardiniera", "Matrimónio Secreto", "D. Giovanni", "Guerras de Alecrim e Mangerona", "Barbeiro de Sevilha", "Amahal e os visitantes da noite", "La Spinalba", "Boris Godunov", "Bodas de Figaro", "Hansel und Gretel", "Viúva Alegre", "Espadachim do Outeiro" e "Jeanne d'Are au bücher".
Rui Taveira colabora regularmente com o Teatro Nacional São Carlos, CPO e Coro da Sé Catedral do Porto. Como concertista apresenta-se nas instituições mais credenciadas do País, tais como: Fundação Gulbenkian, Culturgest, CCB, Orquestra do Norte, Orquestras Nacionais de Lisboa e Porto, Orquestra das Beiras, bem como em importantes Festivais Nacionais e Internacionais, dos quais se destacam Utrecht, Capuchos, Davos, Estoril, Madeira, Açores, Leiria, Guimarães, Póvoa de Varzim, Algarve, Shaafhausen e Bilbau.
Participou em importantes eventos tais como Europália, Exposição Universal de Sevilha, Lisboa 94, Festival dos Cem Dias e Carrefour des Littératures em Bordéus. Gravou para a ORTF, ARD, RTP, RDP e vários discos para as etiquetas Movieplay, Numérica e Strauss. É co-fundador do grupo de música antiga Foral. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, DAAD e SEC. É professor de Canto na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto e professor do quadro no Conservatório de Música do Porto.
2004

|
|
Samuel Vieira f requentou o curso de piano do Conservatorio Regional de Tomar. Frequentou também o curso de canto no Conservatório Nacional de Lisboa com Nuno Vilalonga, concluindo com Ana Paula Russo. Participou em Master-Classes com Sara Walker, Rudolf Knoll, Enza Ferrari e Larissa Savchenko. Trabalha actualmente com o Tenor Fernando Opa.
Desempenhou papéis nas seguintes óperas: Monostatos (A Flauta Mágica), de Mozart; Ecclitico (Il mondo della Luna), de Avondano; Idomeneo (Idomeneo Re di Creta), (excertos) de Mozart; Lucindo (As damas trocadas), de M. Portugal; Ruiz, (Il trovatore), de Verdi; Orfeo (Orfeo ed Euridice), de Gluck. Integrou no elenco de The Beggar's Opera, de Britten, no Teatro Aberto.
Em Oratória foi solista em Die Sieben Worte Jesu Christien am Kreutz, de Schütz, Missa Brevis K. 275, de Mozart, Missa em Sol M, de C. Seixas; e 2 Motetos, de F. A. Almeida com direcção de P. Armindo Borges e Sérgio Fontão, com apresentações na Igreja dos Mártires e da Encarnação, e no Festival de Musica de São Roque 2006, em Lisboa.
Fundou a Ópera Clássica.pt - grupo empreendedor de concertos de obras vocais portuguesas/italianas, dos arquivos nacionais, do período clássico. Apresenta-se como produtor, investigador e cantor nestas produções.
Apresenta-se regularmente em recital e concerto com os pianistas Anna Tomasik, Armando Vidal e Kodo Yamagishi.
Colabora desde 2005 com o Coro do Teatro Nacional de São Carlos.
04 Setembro 2007

|
|
Sérgio Peixoto iniciou a sua formação musical aos 5 anos. Frequenta o curso de Ciências Musicais leccionado na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, do qual é finalista, e o curso de Composição da Escola Superior de Música de Lisboa. Foi membro do Grupo Vocal Olisipo de 1994 a 1998, com o qual participou em festivais internacionais para grupos vocais na Alemanha e Bélgica e em concursos internacionais na Bulgária e Itália, conseguindo em todos eles o 1º lugar na categoria de Coros de Câmara.
Com o Grupo Vocal Olisipo, Sérgio Peixoto gravou dois discos de música polifónica portuguesa e participou em cursos com o grupo Inglês The King's Singers. Participou na Convenção Anual da Association British Choral Directors em Inglaterra (1997) e no Festival 500 Sharing the voices no Canadá (1999). Desde 1998 é membro do Coro Gulbenkian. É também membro do grupo Tetvocal desde 1998 e do L'Antica Musica Ensemble.
|
|
|