MELOTECA SÍTIO DE MÚSICAS E ARTES
Desde 2003
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PRINCIPAL
Bruno Ribeiro
Elisabete Matos
João Merino
Sandra Medeiros
 
SOPRANO PORTUGUESAS

Alexandra Moura, soprano

Ana Barros, soprano

Ana Ester Neves, soprano

Ana Ferraz, soprano

Ana Figueiredo, soprano

Ana Leonor Pereira, soprano

Ana Luísa Cardoso, soprano

Ana Paula Russo, soprano

Ana Quintans, soprano

Ana Sacramento, soprano

Anabela Marcos, soprano

Ângela Alves, soprano

Ângela Silva, soprano

Cecília Fontes, soprano

Angélica Neto, soprano

Bárbara Barradas, soprano

Carla Caramujo, soprano

Carla Simões, soprano

Cátia Sequeira, soprano

Cecília Fontes, soprano

Clara Leitão, soprano

Cláudia Pereira Pinto, soprano

Conceição Galante, soprano

Dora Rodrigues, soprano

Eduarda Melo, soprano

Elisabete Matos, soprano

Elsa Cortez, soprano

Elsa Saque, soprano

Elvira Ferreira, soprano

Filipa Lopes, soprano

Filomena Amaro, soprano

Inês Simões, soprano

Jacinta Almeida, soprano

Joana Seara, soprano

Lara Martins, soprano

Lia Altavilla, soprano

Liliana Sofia Coelho, soprano

Liza Veiga, soprano

Lúcia Lemos, soprano

Luísa Barriga, soprano

Magna Ferreira, soprano

Maria Ana Flemming, soprano

Maria João Matos, soprano

Maria João Morais, soprano

Maria João Sousa, soprano

Maria José Carvalho, soprano

Marina Pacheco, soprano

Marisa Figueira, soprano

Mónica Pais, soprano

Orlanda Isidro, soprano

Palmira Troufa, soprano

Raquel Alão, soprano coloratura

Rosa Caldeira, soprano

Sandra Medeiros, soprano

Sara Belo, soprano

Sílvia Correia Mateus, soprano

Sofia de Castro, soprano

Sónia Alcobaça, soprano

Susana Duarte, soprano

Susana Gaspar, soprano

Tânia Valente, soprano

Teresa Cardoso de Menezes, soprano

Verena Wachter Barroso, soprano

ALEXANDRA MOURA, SOPRANO

Alexandra Moura iniciou os estudos de piano e canto no Conservatório Calouste Gulbenkian de Braga. Diplomou-se em Canto na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Porto, com classificação máxima na classe de José de Oliveira Lopes. Participou em vários cursos de Técnica e Interpretacão Vocal com Lamara Chkónia, Stefan Hasselhof, Jill Feldman, Yvonne Minton, Jeff Cohen, Peter Harrison, entre outros.

Apresenta-se regularmente em recitais de canto e música de câmara. Recebou o prémio de Melhor Interpretação de Música do Séc. XX no Concurso Internacional de Canto Tomaz Alcaide - 2000. Durante os anos de 2000 a 2004 fez parte do Estúdio de Ópera do Porto. A sua actividade concertista tem-se demonstrado variada interpretando obras como "Haddock's Eyes" de David del Tredici, "Cinque Frammenti di Saffo", "Sex Carmina Alcae" e "Due Liriche di Anacreonte" de L. Dallapicola, "Midsummer Night's Dream" de F. Mendelssohn, "Stabat Mater" de Haydn, "Mattutino de Morti" de David Perez, "Te Deum" de Francisco António de Almeida, "Missa em Sol M" de Carlos Seixas e "Pulcinella" de Stravinsky.

Em ópera foi Raposinha ("A Raposinha Matreira" de Janácek ), 1ª Dama ("Flauta Mágica" de W. A. Mozart), Hänsel ("Hänsel und Gretel" de E. Humperdinck); Flora ("The Turn of the Screw" de B. Britten), Mathurine ("L'Ivrogne Corrige", de Gluck), Juliet ("The Little Sweep" de B. Britten), Criside ("Satyricon de B. Maderna), Bettina ("L'Amore Industrioso" de J. Sousa Carvalho) e Josabet ("Joaz" de B. Marcello).

Foi dirigida por maestros como Martin André, Cesário Costa, Brad Cohen, Peter Bergamin, Yoichi Sugiama, Pierre-André Valade, João Paulo Janeiro, David Chernaik, Aldo Brizzi, Richard Gwilt, Nicola Giusti, Douglas Boyd, entre outros.

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Correio electrónicoCorreio: alexandra_moura@hotmail.com

 

23 Agosto 2006

TOPO

ANA BARROS, SOPRANO

Nascida no Porto em 1977, Ana Barros iniciou os estudos musicais em 1987 na classe de piano de Álvaro Teixeira Lopes. Entre 1994/1995, integra o elenco de algumas peças de Teatro da Companhia Seiva Trupe. Em 1996, ingressou na Escola Superior de Música do Porto, na classe de canto de Rui Taveira, tendo terminado a licenciatura na classe de Fernanda Correia.

No âmbito do seu aperfeiçoamento, participou em inúmeros cursos de técnica e interpretação vocal com Jorge Chaminé, Jill Feldman, Mathias Grechen, Lorain Nubar, Dalton Baldwin, José de Oliveira Lopes, Gundula Janowitz, Fernanda Correia, Elsa Saque, Charles Spencer, Hilde Zadek, Laura Sarti, William Lacey, Philip Langridge, Tara Harrison, Muriel Corradini, Marieke Spaans, Lorna Marshall, Delia Lindon, Jeff Cohen, Bryan Gordon, Jordi Savall e Montserrat Figueras, entre outros.

Participou em inúmeros concertos sob a direcção dos maestros José Luís Borges Coelho, Rui Massena, Mário Mateus, Floria Totan, António Saiote, António Ferreira dos Santos, Manuel Ivo Cruz, Eugénio Amorim, Osvaldo Ferreira, Richard Gwilt, Peter Bergamin, Martin André, William Lacey.

Em 2001, fez a estreia da obra "Um Natal Português" dos compositores Carlos Azevedo, Eugénio Amorim, Fernando Valente e Fernando Lapa, na qual se apresenta com a Orquestra Nacional do Porto sob a direcção de Osvaldo Ferreira. Em 2003, estreiou a obra "Crónica de dor e morte" do compositor Pedro Faria integrada no espectáculo de homenagem a Inês de Castro "Inezelectrica", espectáculo apresentado no Teatro Nacional de S. João. Já se apresentou em público nos papéis de Mãe da adaptação portuguesa da Ópera "Haensel und Gretel" de Humperdink; Rosina - Condessa de Almaviva, da Ópera "Bodas de Fígaro" de Mozart; Susanne da Opereta "Un Marri a la Porte" de Offenbach; "L'Ivrogne Corrige" de Gluck; "Joaz" de Benedetto Marcello, "A Viúva Alegre" de Lehar. Participou na Ópera "Madama Butterfly" de Puccini, uma co-produção do Círculo Portuense de Ópera, Orquestra Nacional do Porto e Associação Amigos do Coliseu do Porto, sob direcção de Roberto Mafredini e encenação de Mietta Corli. Integrou o elenco da Ópera "A Rapozinha Matreira" de Janacek uma produção do Estúdio de Ópera da Casa da Música - Porto 2001 e "A Flauta Mágica" de Mozart no papel de "Papagena", uma co-produção Círculo Portuense de Ópera, Orquestra Nacional do Porto e Associação Amigos do Coliseu do Porto, sob direcção de Nicola Giusti e encenação de Mietta Corli.

Em 2005, esteve em cena e digressão com a peça BOCA de Regina Guimarães e Saguenail, uma produção do Teatro Bruto. Fez recentemente e estreia mundial da obra "Cicuta", uma encomenda da Casa da Música, com música de António Chagas Rosa e poemas de Maria Teresa Horta, obra estreada no ciclo "Novas Músicas". Em Janeiro de 2006, faz a versão de concerto da Ópera D. Giovanni de Mozart e em Março a apresentação do espectáculo "Fiore Nudo", uma adaptação da mesma ópera com textos do D. João de Lord Byron, produção do Teatro Nacional S. João, com direcção musical de Rui Massena e encenação de Nuno M. Cardoso. Como docente, trabalha no Centro de Estudos Musicais do Porto. É membro do elenco do Estúdio de Ópera da Casa da Música, no qual continua o seu aperfeiçoamento vocal com Peter Harrison.

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TelemóvelTlm. (+00 351) 916 857 181

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31 Janeiro 2006

TOPO

ANA ESTER NEVES, SOPRANO

Diplomada pelo Conservatório Nacional de Lisboa, Ana Ester Neves, continuou os seus estudos na Royal Academy of Music (Londres) e na Universidade de Boston, onde concluiu o Mestrado em Interpretação.

Reconhecida intérprete de música de câmara, tem exercido uma actividade intensa quer em Portugal, quer na Inglaterra, Áustria, Alemanha, Itália, Grécia, Espanha, França e EUA. Nestes paises apresentou-se também nas óperas: "Carmen" (Micaela), "A Traviata" (Violetta), "As Bodas de Fígaro" (Contessa), "Eugene Onegin" (Tatyana), "La Bohème" (Musetta), "Le Rossignol", "L'Isola Disabitata", "Porgy and Bess" (Bess), "D. Giovanni" (D. Elvira), "The English Cat", "Parsifal", "Boris Godunov" (Xenya), "Albert Herring" (Lady Billows), "Neues vom Tage2 (Laura), entre outras.

Dedica parte da sua carreira à divulgação da música portuguesa, tendo-a apresentado em recitais em Paris, Madrid, Londres e Turim. A música contemporânea também tem tido um papel de destaque na sua carreira. Estreou a ópera "The Bacchae" (Agave) de Theodore Antoniou em Atenas e as óperas portuguesas "O Doido e a Morte" (D. Aninhas) de Alexandre Delgado, "Édipo, ou a Tragédia do Saber" (Jocasta) e "Os Dias Levantados" (O Anjo Camponês) de António Pinho Vargas.

Destacam-se as suas interpretações da 14ª Sinfonia de Chostakovitch, de "Les Illuminations" de B. Britten, e das "Szenen aus Goethes Faust" de R. Schumann. No domínio da oratória destacam-se as suas participações em: Requiem de Mozart, com a Orquestra e o Coro Gulbenkian (Coliseu dos Recreios); "Requiem" de Brahms (Londres); Cantatas e Weihnachtsoratorium de Johann Sebastian Bach (Lisboa e Londres); e na estreia mundial do "Requiem para o Planeta Terra" de João Pedro Oliveira.

Ganhou os prémios operáticos Gilbert Betjemann e Ricordi e obteve os primeiros prémios nos Concursos Internacionais de Canto Mary Garden (Inglaterra) e Luísa Todi (Portugal). Gravou a Sinfonia nº 6 de Joly Braga Santos para a Marco Polo e "Os Dias Levantados" de António Pinho Vargas para a EMI-Classics. Gravou também para a RTP, RDP e BBC. É membro fundador do Trio Vissi d'Arte e é membro do Grupo de Música Contemporânea de Lisboa.

No campo da Pedagogia foi Professora Assistente da Disciplina de Canto na Universidade de Boston, leccionou Canto no Conservatório Regional do Algarve e na Universidade de Évora e Técnicas e Expressão Vocal na Escola Profissional de Teatro de Cascais. É convidada frequentemente para leccionar classes de aperfeiçoamento de Canto nas Universidades e Conservatórios Portugueses. Tem realizado várias Acções de Formação sobre Técnica Vocal para Professores e para Locutores da Rádio e Televisão.

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22 Julho 2005

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ANA FERRAZ, SOPRANO

Ana Ferraz estudou canto no Conservatório Nacional de Lisboa com Hugo Casaes e Elsa Saque, e na Escola Superior de Música de Lisboa com Helena Pina Manique. Como bolseira do Centro Nacional de Cultural, British Council e Fundação Oriente, frequentou cursos de aperfeiçoamento vocal em Florença e Barcelona, com Gino Becchi, Magda Olivero, e Paul von Shilavski, para além de um curso de interpretação cénica no Mayer-Lismann Opera Centre, em Londres. Foi premiada em vários concursos de canto nacionais e ainda no Concurso Internacional Francisco Viñas, em Barcelona, onde ganhou a bolsa de estudo ''Katia Ricciarelli'' para estudar em Itália.

Estreou-se no Teatro Nacional de São Carlos em Novembro de 1991, na ópera Amor de Perdição de António Emiliano, igualmente apresentada em Bruxelas, no Théâtre de la Monnaie, no âmbito do festival Europália' 91. Ainda no Teatro de São Carlos, participou nas óperas "La Spinalba", "As Damas Trocadas", "Guilherme Tell", "Gianni Schicchi" e "Don Giovanni". Actuou como solista no Salão Nobre do Teatro de São Carlos no âmbito da série ''Recitais Jovens Solistas'' e também no concerto de homenagem a António Fragoso. Integrou ainda o elenco da versão portuguesa da ópera de Benjamin Britten "The Little Sweep" (Teatro São Luiz, Lisboa, 1994) e em finais de 1997 o elenco do musical "Sweeney Todd" de Stephen Sondheim, apresentado no Teatro Nacional D. Maria II, sob a direcção de João Paulo Santos. No âmbito do Festival dos 100 Dias, participou na ópera "Don Giovanni" representada no Centro Cultural de Belém. É colaboradora habitual da Ópera de Câmara do Real Teatro de Queluz.

Como concertista colaborou com a Orquestra Clássica do Porto, Orquestra Metropolitana de Lisboa, orquestra Barroca da Noruega e Orquestra Sinfónica da Lituânia, sob a direcção dos maestros Mark Stevenson, Ki-Sun-Sung, Meir Minsky, Ketil Haugsand, Vladimir Ziva, Manuel Ivo Cruz e Jorge Matta. Tem participado nos principais festivais de música nacionais, como intérprete de lieder, ópera e oratória. Ana Ferraz gravou vários discos para as editoras Polygram, Movieplay e EMI Classics e efectuou diversas gravações para a RTP e para a RDP.

29 Setembro 2000

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ANA FIGUEIREDO, SOPRANO

Ana Figueiredo é natural de Lisboa. Ingressou em 2000 na Escola de Música do Conservatório Nacional onde integrou a classe de canto de Cristina de Castro tendo posteriormente transitado para a classe de Laryssa Savchenko. Actualmente estuda com Ana Paula Russo. Participou em cursos de aperfeiçoamento com Amador Cortês Medina, Mara Zampieri, Elisabete Matos e Loh Siew Tuan.

No âmbito da classe de música de câmara de Armando Vidal fez o papel de Serpina na ópera "La Serva Padrona" de Pergolesi", tendo trabalhado com o encenador Ronny Lauders. Nesta mesma classe, participou, recentemente, na ópera "The Telephone" de G. C. Menotti no papel de Lucy, com encenação de Paula Ribeiro. Nesta mesma escola, sob a direcção de Teresita Gutierrez Marques foi solista na missa em Sol Maior de Carlos Seixas. Tem vindo a integrar vários coros tendo em 2005 integrado, como reforço, o Coro do Teatro Nacional de São Carlos e, nessa qualidade, participou nas óperas "Cavalleria Rusticana" de Mascagni, "La Traviata" e "Otello" de Verdi e em diversos concertos tendo trabalhado com prestigiados maestros.

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ANA LEONOR PEREIRA, SOPRANO

Ana Leonor Pereira é diplomada (DM) em Canto Solista pelo Real Conservatório da Faculdade de Música e Dança de Haia e profissionalizada em Canto pelo mesmo Conservatório, bacharel em Canto pela Escola Superior de Música de Lisboa, licenciada e profissionalizada em Filosofia pela Universidade Clássica de Lisboa. Actualmente, é mestranda em Ciências da Fala na Universidade Católica Portuguesa/Escola Superior de Saúde do Alcoitão elaborando uma tese subordinada ao tema "As cores da voz: expressão das emoções no timbre da voz cantada".

Em classes de aperfeiçoamento trabalhou com os professores Ian Partridge, Jill Feldman, Dalton Baldwin e Loraine Nubar, Helmut Lips, Richard Miller, Rudolf Knoll, Elena Obrastzowa, Elena Dumitresco Nentwig, Gundula Janowitz, entre outros.

Foi o soprano solista do grupo «Galanteries» (música renascentista e barroca - Portugal), e dos grupos «I Fifari Segreti» (música renascentista - Holanda) e «Con Voce Festiva» (música do alto barroco - Holanda). Actualmente integra os grupos nacionais «Haia Consort» (música barroca), «Canora Turba» ( música e dança barrocas), «Ars Cesimbræ» (música medieval), «Birundum» (música medieval), «Ensemble Galhardia» (música renascentista), «Ensemble Pax Júlia» (música barroca) e «Quarteto Tejo» (música contemporânea); e o grupo internacional «Nau de todos os Cantos» (música em língua portuguesa). Com este último realizou uma digressão pelo Brasil integrada no programa da SESC-Sonora Brasil, tendo gravado em directo para as redes TV Globo, SBT, TV Cultura e TV Educativa. Gravou, com este grupo, dois CD's um dos quais para a Sony-Music do Brasil.

Interpretou os papéis de «Susanna» da ópera Le Nozze di Figaro de Mozart (produção académica, Palácio Fronteira e Teatro S. Luiz), «Pamina» da ópera Die Zauberflöte de Mozart (produção académica, Schönbergzaal, Haia), «Liù» da ópera Turandot de Puccini (produção académica, Kees van Barenzaal, Haia), «Dido» e «Feiticeira» da ópera Dido and Aeneas de Purcell (Centro para o Estudo das Artes, Belgais, Orquestra ad hoc, direcção: César Viana), «Venus» da ópera Venus and Adonis de John Blow (Átrio do Museu Gulbenkian e Biblioteca do Convento de Mafra, direcção: César Viana) e «Termosia» da ópera Il Trionfo d'amore de Francisco António de Almeida (Centro de Congressos de Aveiro, Filarmonia das Beiras, direcção: Cesário Costa).

Apresentou-se como solista em missas de Buxtehude (direcção: Rosemüller), Mozart (Missa Brevis; Missa da Coroação, Orquestra do Baixo-Alentejo, direcção: J.F. Guerreiro, Missa da Coroação, Orquestra Jovens músicos, direcção H. Piloto), E.de Freitas (Requiem, Orquestra ad hoc, direcção: P.Brandão); nas missas de Requiem de Duruflé (Orquestra Metropolitana de Lisboa, direcção: M. Graça Moura) e Fauré (Orquestra Metropolitana de Lisboa, direcção: M. Graça Moura), no Gloria de Vivaldi (Orquestra Jovens Músicos, direcção: H. Piloto) e no Magnificat de Vivaldi (Direcção: Jorge Alves). Tem desenvolvido, desde o início da sua carreira, ampla actividade de recitalista em toda a Europa. Nas suas diversas actividades já cantou em Portugal, Espanha, Holanda, Bélgica, Noruega, Aústria e Brasil.

Tem participado como solista em diversos festivais de música tais como "Festival de Órgão de Lisboa", "Festival de Música de Badajoz", "Festival de Música de S.Roque", "Festival de Música de Sesimbra", "Encontros de Música Antiga de Loulé" e em inúmeros ciclos de música de relevo.

No âmbito da docência iniciou a prática do ensino do canto no Real Conservatório de Haia como estagiária tendo terminado os seus estudos teóricos com o trabalho Voice and Emotions. Em Portugal, leccionou canto no Conservatório Regional do Baixo-Alentejo e na Escola Profissional de Música de Almada e Educação Vocal no Instituto Gregoriano de Lisboa. Tem ministrado acções de formação de técnica vocal para actores e professores, e de pedagogia e didáctica do canto para cantores e professores de canto.

12 Outubro 2007

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ANA LUÍSA CARDOSO, SOPRANO

Ana Luísa Cardoso nasceu em Pampilhosa, Mealhada, em 1967. Estudou no Conservatório Calouste Gulbenkian de Aveiro. De 1989 a 1994, integrou o coro da Fundação Calouste Gulbenkian e entrou para o coro do Teatro Nacional de S. Carlos (TNSC) em 1989. Actou como cantora solista em diversos espectáculos desde 1991, nomeadamente: "Stabat Mater" de Pergolesi (1994); estreia absoluta da cantata "A Trilogia das Descobertas", de e sob a direcção do maestro Carlos Silva (1996); concertos de Música Sacra com peças de Haendel, Delibes e Schubert (1999 e 2000); óperas e concertos da Temporada de Ópera do TNSC, como "Suor Angelica" de Puccini, "Orphée aux Enfers" de Offenbach, cantata "Ceremony of Carols" de Britten, cantata "Les ruines de Jeruzona" de Pousseur; três concertos com Coro e Orquestra do TNSC, sob a direcção do maestro João Paulo Santos, no programa dedicado a Schumann, no TNSC e nos Festivais dos Capuchos e do Bombarral; na co-produção do TNSC e da Culturgest "Édipo ou a Tragédia do Saber" de António Pinho Vargas (estreia absoluta) e no musical "Sweeney Todd" de Sondheim.

Cantou no Coro Syntagma Musicum de Lisboa e no Grupo Vocal Harmonia e colabora com o Coro Polifónico de Almada e o coro Riccercare de Lisboa. Dirige, desde 2004, o Coro da Casa da Galiza, em Lisboa. Integra a OP-Companhia Portuguesa de Ópera desde 2001, tendo interpretado, em Lisboa e em digressão por todo o país: Gianetta em "L'Elisir d'Amore" de Donizetti (num total de 25 récitas, em 2001 e 2002), Berta no "Barbeiro de Sevilha" de Rossini, Frasquita na "Carmen" de Bizet e Cugina na "Madama Butterfly" de Puccini. Em 2005, fez parte do elenco da ópera "Norma" de Bellini, a convite do Festival de Música do Teatro Clássico de Mérida, intrepretando o papel de Clotilde, sob a direcção do maestro Miguel Ortega.

Desenvolve actividade regular em récitas por todo o país, interpretando música sacra e árias de ópera, a solo ou em dueto, acompanhada por piano. Trabalhou sob a direcção dos maestros João Paulo Santos, Manuel Ivo Cruz, José Ferreira Lobo e Giulliano Carella, entre outros. Estudou com os professores Ana Flemming, Marimi del Pozo, Ileana Cotrubas, Elizette Bayan, Fernanda Correia, Mário Mateus e Rui Taveira. Actualmente, estuda com Elisabete Matos e com Enza Ferrari. 

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27 Julho 2006

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ANA PAULA RUSSO, SOPRANO

Ana Paula Russo nasceu em Beja. Completou o Curso Superior de Canto do Conservatório Nacional, estudou em Salzburg e Luzern com Elisabeth Grümmer e H. Diez e trabalhou com Gino Becchi, C. Thiolass, Regine Resnick e Marimi del Pozo. Licenciou-se em Canto pela Esc. Superior de Música de Lisboa.

Como solista tem actuado em inúmeros concertos de "Lied", ópera e oratória, quer em Portugal, quer no estrangeiro (Espanha, França, Bélgica, País de Gales, Itália, Macau, Canadá, Estados Unidos). Destacam-se, nomeadamente, trabalhos para a Fundação Calouste Gulbenkian, RTP, RDP, a Europália-91 (em Bruxelas), espectáculos no âmbito de Lisboa 94 - Capital da Cultura e a participação, entre outros, nos Festivais de Música dos Capuchos, Leiria, Estoril, Algarve, Póvoa de Varzim, Figueira da Foz, Ischia e no Festival Internacional de Macau. Dos muitos concertos e recitais destacam-se obras como "O Livro dos Jardins Suspensos" de A. Schönberg, "Les Noces" de Stravinsky, "Les Illuminations" de Britten, a Cantata op.29 de Webern, obras de A. Chagas Rosa, os "Carmina Burana" de Orff e as Operetas "Monsieur Choufleuri." e "Bataclan" de Offenbach.

Em 1988 obteve o 1º prémio de Canto no concurso da Juventude Musical Portuguesa e no Concurso Olga Violante; no mesmo ano, em Barcelona foi finalista no Concurso F. Viñas. Em 1990 foi laureada nos Concursos Internacionais de Oviedo e "Luisa Todi".

Gravou em CD uma colectânea de canções de Natal para canto e guitarra e um programa de peças musicais relacionadas com o Palácio da Ajuda. Em 1996 foi a soprano-solista das gravações para CD da obra "Matutino dei Morti" de J. D. Bomtempo. Em 1999, integrou o elenco que gravou para CD a ópera de M. Portugal "Le Donne Cambiate", no papel de "Condessa Ernesta".

No Festival de Macau de 1992 interpretou, com grande sucesso, o papel de "Rosina" em "O Barbeiro de Sevilha" de Rossini. A sua carreira tem tido um destaque especial no âmbito da ópera e música cénica podendo ser referidos os papéis de: "Oscar" ("O Baile de Máscaras"), "Marie" ("A Filha do Regimento"), "Ninette" ("O Amor das Três Laranjas"), "Musetta" ("La Bohéme"), "Adele" ("O Morcego"), "Clorinda" ("La Cenerentola"), "Condessa Ernesta" ("As Damas Trocadas"), "Hanna" ("A Viúva Alegre"), "Najade" ("Ariadne auf Naxos"), "Cunegonde" ("Candide"), "Vespetta" ("Pimpinone"), "Eurydice" ("Orfeu nos Infernos"), "Rouxinol" (na ópera homónima de Stravinsky), "The English Cat" (Henze), "D. Anna" (D. Giovanni), entre muitos outros.

Em Abril de '98 integrou o elenco que fez a estreia mundial da ópera "Os Dias Levantados" de A. Pinho Vargas, gravada posteriormente em CD para a EMI.

Foi escolhida para desempenhar um dos papéis principais da ópera "Corvo Branco" de Philip Glass, levada à cena na Expo '98 e no Teatro Real de Madrid e, em Julho de 2001, no New York State Theatre (Lincoln Center - Nova Iorque).

Em 2004, no 10º aniversário da morte do compositor, interpretou o soprano solista do Requiem de Fernando Lopes-Graça, versão editada em CD em 2006.

Em 2005, em conjunto com o guitarrista Carlos Gutkin, lançou o CD "Melodia Sentimental", um percurso musical ibero-americano, que tem obtido grande exito em concertos em Portugal e Espanha.

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25 Março 2008

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ANA QUINTANS, SOPRANO

Ana Quintans estudou Canto no Conservatório Nacional de Lisboa e no Flanders Operastudio (bolseira da Fundação Gulbenkian) e é licenciada em Escultura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.

Interpreta Poppea e Amore em L'incoronazione di Poppea de Monteverdi; Belinda e Second Witch em Dido and Aeneas de Purcell; Peaseblossom em The Fairy Queen de Purcell; Pamina, Erste Dame e Papagena em Die Zauberflöte de Mozart; Lisetta em Il mondo della luna de Avondano; Scoiatollo em Il scoiatollo in gamba de Nino Rota; Atalanta em Serse de Handel; Argie em Les Paladins de Rameau; Musique em Les Plaisirs de Versailles de Charpentier; Bird e Lion em Fables de Ned Rorem; Yasmin em Raphael, reviens! de Bernard Cavanna; Nancy e Remote Control em Evil Machines de Luís Tinoco; Spinalba em La Spinalba de F.A. Almeida e Olympia em Les Contes d'Hoffmann de Offenbach.

Em concerto é solista em Salve Regina e Stabat Mater de Pergolesi; Magnificat de J.S.Bach; Gloria de Vivaldi; Beatus Vir de Francisco António de Almeida; Fantasia Coral de Beethoven; Stabat Mater de Domenico Scarlatti; Judicium Salomonis, Motet pour une longue offrande e Te Deum de Marc-Antoine Charpentier; Requiem, Missa em Dó menor e Exsultate Jubilate de Mozart; Dixit Dominus de Handel; Der Messias de Handel/Mozart; Petite Messe Solennelle de Rossini; Requiem e Messe Basse de Fauré; Missa Nº6 em mi b maior de Schubert; Gloria de Poulenc e estreou em Setembro de 2008 a obra From the Depth of Distance de Luís Tinoco com a Orquestra do Algarve e com a Albany Symphony Orchestra.

Apresenta-se em vários países europeus, Japão e Estados Unidos da América com destaque para Festival Ambronay; Teatro Nacional São Carlos; Opéra de Lyon; La Folle Journée (Tokyo); Casa da Música (Porto); Landestheater Bregenz; Cité de la Musique (Paris); Fundação Calouste Gulbenkian; WienFestwochen; Bunkamura Tokyo; Centro Cultural de Belém; Vlaamse Opera Gent; Teatro São Luiz; Opéra Comique Paris e Carnegie Hall New York.

Tem trabalhado sob a direcção de William Christie, Cesário Costa, Michel Corboz, Enrico Onofri, Marcos Magalhães e David Alan Miller, entre outros, e com encenadores como Deborah Warner; Jorge Listopad; Laurent Laffargue; Bernard Sobel e Terry Jones.

Gravou Judicium Salomonis de Marc-Antoine Charpentier com William Christie/Les Arts Florissants; Requiem de Fauré com Michel Corboz/Sinfonia Varsovia; Sementes do Fado com Marcos Magalhães e Ricardo Rocha; e Kleine Musik com obras de Schütz e Ivan Moody com o grupo Sete Lágrimas.

Em 2009 interpretará Poppea (L'incoronazione di Poppea/Monteverdi) em Klagenfurt; Second Witch (Dido and Aeneas/Purcell) em Viena e Amesterdão; e irá apresentar-se entre outros na Culturgest Lisboa e Barbican Center London.

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26 Janeiro 2009

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ANA SACRAMENTO, SOPRANO

Ana Sacramento nasceu em Lisboa, onde efectuou a sua formação artística em Música, Dança e Teatro. É licenciada em Canto pela Escola Superior de Música de Lisboa.

É docente na Escola Superior de Artes e Design desde Março de 2005 (Oficina de Voz I, II e III, Laboratório de Animação Aplicada II (Música), Gestão Cultural II), e está a efectuar um Doutoramento em Música (Canto - Técnica Vocal), a decorrer na Universidade de Aveiro.

Cantou no Coro Gulbenkian e no Coro do Teatro Nacional de S. Carlos, tendo participado em óperas, concertos, digressões e gravações.

Foi solista do Vox Ensemble, de Rodrigo Leão, tendo gravado os CD "Mysterium" e "Theatrum", e efectuado concertos em Portugal, Espanha, Brasil e Bélgica.

Colaborou pontualmente com o grupo de rock alternativo "Mão Morta" em gravações, concertos e no video-clip "Chabala".

Colaborou na preparação vocal dos actores para a peça "O Céu de Sacadura", no Teatro D. Maria II.

Efectua regularmente recitais a solo com o maestro Afonso Malão.

Integrou o elenco residente do ciclo Grandes Mestres do Musical Americano, no Teatro S. Luiz, em Lisboa, entre Janeiro e Maio de 2003.

Foi cantora no musical IN LOVE, de Alexandre Honrado e Zé da Ponte, na Fábrica do Inglês em Silves, em Agosto de 2003.

Foi responsável pela Direcção Musical e Vocal do musical "Romeu e Julieta - Uma História de Gatos", para o Teatro Infantil de Lisboa - Teatro Maria Matos, entre Novembro de 2003 e Maio de 2004.

Foi cantora e actriz na peça "O Homem Absurdo" de Alexandre Lyra Leite, para a Inestética Companhia Teatral entre Fevereiro e Abril de 2005.

Colabora com o Ensemble JER como soprano convidada desde Julho de 2006, no espectáculo "Cozido à Portuguesa", com obras de compositores portugueses. Espectáculo apresentado em Sines, no Festival "Escrita na Paisagem" e em Lisboa, no Salão Nobre do Teatro Nacional D. Maria II. Participou na gravação para CD dos temas "Puestos Estan Frente a Frente" (Miguel Andrade, 1629) e "Missa Philippina" (Frei Manuel Cardoso, c.1566-1650), em Setembro de 2006.

Colaborou na gravação de um tema do CD "Placeta 7", do guitarrista Carlos Zárate, em Julho de 2006, em Granada (Espanha).

Fez a locução do João, para o livro infantil interactivo "João e a Rainha da Noite" de Patrícia Santos Ferreira, com ilustrações de Rui Veiga.

Futuros compromissos envolvem novas participações em projectos discográficos a serem realizados em 2007.

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01 Fevereiro 2007

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ANABELA MARCOS, SOPRANO

Anabela Marcos concluiu os seus estudos de canto em Portugal com Elsa Saque, no Conservatório de Lisboa. Como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, concluiu os cursos de pós graduaçào em canto barroco e canto solista no Conservatório Real de Haia e o curso de Ópera na "Nova Academia de Ópera" de Haia e Amsterdão, tendo estudado com Diane Forlano, Rita Dams, Elly Ameling, Cristina Deutekom e Marius van Altena. Participou em "Master Classes" com Gündula Janovitz, Barbara Pearson, Lorraine Nubar, Dalton Baldwin, Graig Rutenberg, Jill Feldman e Max van Egmond. Em produções operáticas, destacam-se os papeis de Cupido e Venus ("King Arthur" - Purcell), Titania ("Sonho de uma Noite de Verão" - Britten), Clori ("L’Egisto" - Cavalli) e Pamina ("A Flauta Mágica" - Mozart), tendo trabalhado com os maestros Ton Koopman e Kenneth Montgomery e os encenadores Francisco Negrin, Nicolette molnar, Javier Lopez Piñon e David Prins.

Na sua actividade profissional como solista de oratório e concerto, trabalhou entre outros com Sigiswald Kuijken, Jos van Veldhoven (Utrechts Barok Consort) e Paul Connely (Nederlands Balletorkest). Em Março de 99, estreou-se no Auditório da Fundação Gulbenkian com o oratório "Dixit Dominus" de Händel, dirigido por Michel Corboz. No mesmo ano, formou um duo de canto e piano com a pianista Carla Seixas, tendo apresentado vários recitais de "lied" e ópera com o barítono Jorge Vaz de Carvalho.

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ÂNGELA ALVES, SOPRANO

Ângela Alves é licenciada em Canto pela ESMAE, na classe de Fernanda Correia, com quem continua a trabalhar. Já trabalhou com os professores Jill Feldman, Christoph Rösel, Jorge Chaminé, Lamara Tchekova, Lorraine Nubar, Dalton Baldwin, Rodolf Piernay, Charles Spencer, Gundula Janowitz, Hilde Zadeck, Laura Sarti e António Salgado. No âmbito escolar interpretou, em primeira audição em Portugal, o papel de Grilletta, da ópera "O Boticário" de J. Haydn, sob a direcção musical de António Saiote; o papel de Rowan, da ópera " The Little Sweep" de B. Britten e o papel de Helen, da ópera "Hin und Zurück" de P. Hindmith, sob a direcção musical de Luís Filipe Sá. Interpretou o papel de Serpina do intermezzo "La Serva Padrona" de G. B. Pergolesi, inserido no festival de Música de Fafe, com encenação moderna e diálogos em português de Norma Graça Silvestre, tendo posteriormente repetido o mesmo programa em Oeiras (Teatro Eunice Munõz), no Porto (Fundação Engenheiro António de Almeida) e na Ilha Graciosa - Açores. Interpretou o papel de Pamina da ópera "A Flauta Mágica" de W. A. Mozart, inserida no Festival de Musica de Gaia, com a Orquestra do Norte sob a direcção musical de Manuel Ivo Cruz.

No campo da oratória interpretou: "Glória" de A. Vivaldi, dirigido pelo maestro Filipe Nabuco Silvestre; "Missa da Coroação" de W. A. Mozart, dirigida por Mário Mateus; "Magnificat" de A. Vivaldi; "Te Deum" de M. A Charpentier, a "Missa em Fá M" de Lobo de Mesquita e a "Paixão Segundo São João" de J. S. Bach, sob a direcção de Filipe Nabuco Silvestre, interpretou ainda as quatro missas luteranas de J. S. Bach, sob a direcção do Cónego António Ferreira dos Santos e a Missa de Santa Cecília de C. Gounod, sob a direcção de António Soares. Destaca-se ainda, vários recitais de "lied" e uma gravação para a RTP. É membro do Grupo de Câmara do Porto e do Vox et Organum. Está a preparar a dissertação de mestrado em Canto na Universidade de Aveiro.

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07 Outubro 2005

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ÂNGELA SILVA, SOPRANO

Ângela Silva, soprano

Ângela Silva nasceu em Lagos, Portugal.

Frequentou o Conservatório Regional do Baixo Alentejo, acabando por se licenciar em Canto, na Escola Superior de Música, em Lisboa, em 2002.

Entre 2003/05, frequentou o Trinity College of Music, em Londres, fazendo uma pós-graduação e uma pós-graduação avançada em Canto, estudando com John Wakefield, entre outros, beneficiando de duas bolsas de estudo, oferecidas por essa Instituição, nos dois referidos anos de aprendizagem. Em 2006, frequentou um curso de Ópera, sob a orientação de Margo Gibbs, no City Lit University, em Londres. Estudou também a nível particular com Jennifer Smith e Jeffrey Talbot.

No domínio da ópera e oratória, encarnou os papéis de Anjo Gabriel em A Criação de Haydn (Estoril, Oeiras, Ab 2009), Nossa Senhora, em Fátima, Sinal de Esperança para a Humanidade de António Cartageno (obra composta para a inauguração da Igreja Santíssima Trindade, Fátima, em Outubro 2007, com subsequente digressão pelo país em 2007/08), Lauretta, em Gianni Schicchi, de Puccini (Londres, Julho 2006), Primeira Bruxa, em Dido and Aeneas, de Purcell (Londres, Jullho 2006), Condessa, em As Bodas de Figaro, de Mozart (Londres, Mar/Abr 2006), Pamina, em A Flauta Mágica, de Mozart (Londres, Fevereiro, 2006); Ninfa, em Orfeo, de Monteverdi (Londres, Julho 2005); Caíno, em La Morte de Abel, Avondano (Lisboa, Alcobaça, 2001/02); Cientista, em O Corvo Branco, Philip Glass (Lisboa,1998).

Apresentou-se, também, em excertos das óperas de Così fan tutte, Die Fledermaus, Semiramide, Der Rosenkavalier, Magic Flute, Mitridate, La Rondine, Roméo et Juliette, no Reino Unido, Espanha e Portugal.

Frequentou masterclasses com Graham Johnson (2008), Ann Murray (2008), Robert White (2008), Loh Siew-Tuan (2008), Ronny Lauwers (2008), Jeremy Silver (2007), Peter Harrison (2007/08), Morag Mc Laren (2007), Lesley-Anne Sammons (Nov 2006), Robin Bowman (2005 / 2006), William Keeley, (2006), David Mason (2005), Sheila Barnes (2006), Eugene Asti (2003/04), Mary Hill, (2003/04), Robert Aldwinkle (2004), Helen York (2003/04), Laura Sarti (2003), Elisabeth Bengtson-Opitz (2002), Ralph Döring (2002), Elena Dumitresku (2001), Richard Miller (2001).

Sob a direcção do compositor A. Cartageno, para além da Oratória acima referida, interpretou diversas obras (próprias e alheias), com relevo para Ave Maria, para soprano solo e coro, de Bartolucci, em Roma, gravada ao vivo para CD, em 2003. Apresenta-se regularmente como solista com outros coros portugueses, nomeadamente com o coral Luísa Todi e com orquestras portuguesas tais como Sinfonietta de Lisboa, Orquestra Filarmonia das Beiras, Capela Real e Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras.

Foi convidada pelo maestro Chris Foreman, em eventos que tiveram lugar em Shernhall Methodist Church, Notting Hill Church Methodist Church, em Londres (2005/06) e em 2005, participou no Festival "Création- recréation", interpretando a obra L'Abbé Agathon, de Arvo Pärt, para soprano solo e octeto de cellos, sob a direcção de Natalia Pavlutskaya, em L'Abbaye Royale, em França.

A sua experiência em recital e música de câmara é igualmente alargada, tendo actuado em espaços como St Alfege Church, Southwark Cathedral, St John's Church, Page Centre Church, Regent Hall, Blackheath Halls, Royal Chapel, Lauderdale House em Londres, Espanha e Portugal.

Com outros agrupamentos, como cantora solista, tem actuado por Portugal (com destaque para Aula Magna, CCB, Tivoli, Torre de Belém, Coliseu dos Recreios, Rivoli etc.), Espanha (com destaque para o Foyer do Teatro do Liceu de Barcelona), Itália, Inglaterra (com destaque para o Barbican Hall), Grécia, Bélgica e Coreia.

Tem interpretado, como cantora solista, obras de diversos compositores, na Antena 1, Antena 2, SIC, RTP e Rádio Renascença.

Em Maio de 2006, foi, no âmbito do North London Festival of Music and Drama, em Londres, premiada com o Troféu do Festival na classe de Canto, 1º Prémio na classe de Ópera, 1º Prémio na classe de Opereta e 2º Prémio na classe de Oratória.

Na edição de 2007 do mesmo festival, foi-lhe atribuído o The pearl Butcher Cup, o Premier Challenge Cup (no qual apresentou obras dos compositores portugueses Armando José Fernandes e Francisco Ávila), bem como o 1º Prémio na classe de Oratória, o 1º Prémio na classe British Art Song, o 2º Prémio na classe de Ópera e o 2º Prémio na classe de Lieder/melodie.

Actualmente é Professora de Canto no Conservatório de Cascais e na Escola de Teatro In Impetus.

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02 Outubro 2009

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ANGÉLICA NETO, SOPRANO

Angélica Neto estudou no Conservatório de Música do Porto. Trabalhou com Rudolf Knoll nos Cursos de Música da Cidade do Porto. Foi galardoada no Concurso Internacional de Canto no Festival Teeside em Inglaterra.

É desde 1987 elemento efectivo do coro do Teatro Nacional de São Carlos (TNSC) tendo participado como solista em várias obras executadas por aquela instituição. Assim, no seio das produções de ópera do TNSC, foi solista nas "Bodas de Figaro" e "Idomeneo", de Mozart; na "Suor Angelica" de Pucinni e na "Borghesina" de Augusto Machado. No concerto de Páscoa da temporada de 1998 do TNSC, solou na "Via crucis" de Franz Liszt e no "Dextera Dominum" de Cesar Franck. Fez parte do elenco de solistas da "Petite Messe Solennelle" de Rossini, dirigida pelo maestro João Paulo Santos, numa produção do TNSC. Foi soprano solista no "Oratório de Natal" de Camille Saint-Saëns nos Concertos de Natal produzidos pelo TNSC em Dezembro de 1999, na igreja do Loreto em Lisboa, conjuntamente com o Coro do TNSC e a Orquestra Sinfónica Portuguesa, sob a direcção de João Paulo Santos. Foi Anina na última produção da Traviata no TNSC (2002), tendo colhido o cumprimento da crítica. Solou recentemente e ainda no quadro do TNSC "Cinq Rechants" de Olivier Messiaen. Foi solista na peça de Nuno Corte-Real, "Sentimento de um Ocidental" para soprano, piano, violino e actor, apresentada em Setembro de 1998 nos encontros ACARTE.

Sendo a dedicatária da obra "Magnificat em Talha Dourada" de Eurico Carrapatoso, estreou-a como soprano solista na igreja de S. Roque em Outubro de 1998 por ocasião das comemorações dos 500 anos da Sª Casa da Misericórdia, no Festival de Música de S. Roque de 1998. Interpretou mais duas vezes esta mesma obra, uma na igreja matriz de Monsaraz (10.07.2000) integrada no festival Monsaraz, museu aberto e outra na igreja matriz de S. Pedro em Palmela (5.08.2000) num concerto integrado no 20º Festival dos Capuchos. Estreou no CCB em Outubro de 1999, a convite do compositor Luís Bragança Gil e da escritora Luísa Costa Gomes, a parte de soprano solista da obra "Libentíssimo".

Estreou já em 2002 e também no CCB, o "Libentíssimo II" daqueles autores. Foi soprano solista na obra "Horto sereníssimo" de Eurico Carrapatoso, encomenda do III Festival de Música de Caldas da Rainha "Concertos de Primavera", para soprano, cravo, flauta doce e quarteto vocal, estreada na abertura daquele evento em 21.08.2001 na Igreja de Nossa Senhora do Pópulo. Ainda deste compositor, solou em 5 de Outubro de 2002 a estreia absoluta de "Motetes para um tempo de Paixão", num concerto integrado no I Ciclo de Música Sacra de Viana do Castelo; estreou seguidamente a parte de soprano solo da cantata profana "O lobo Diogo e o mosquito Valentim", em 20 de Dezembro de 2002, no Teatro Nacional de São João, no concerto de Natal da Orquestra Nacional do Porto, sob a direcção de João Paulo Santos.

Em 20-12-2003 foi a soprano solista no concerto de Natal da Orquestra Nacional do Porto, um concerto monográfico inteiramente preenchido com obras de Eurico Carrapatoso, e deste mesmo autor, foi Isabel, a personagem principal da ópera "A Floresta", estreada em 28.02.2004 no Teatro de São Luiz, com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, sob a direcção de João Paulo Santos. Cantou esta mesma ópera em Aveiro e Viseu em Maio de 2004, acompanhada pela Orquestra Filarmonia das Beiras, sob a direcção de António Lourenço, e ainda na reposição do espectáculo no São Luiz em Dezembro de 2004, na ficha técnica original, num cômputo final de duas dezenas de récitas.

06 Janeiro 2005

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BÁRBARA BARRADAS, SOPRANO

Nascida em Lisboa em 1986, Bárbara Barradas iniciou a carreira musical aos 8 anos de idade, como solista, no Coro Infantil dos Jovens Cantores de Lisboa, dirigido por Ana Faria. Esta primeira experiência veio definir o seu projecto de carreira, no âmbito da música. Aos 9 anos ingressou na Escola de Música do Conservatório Nacional, frequentando as classes de Paulo Brandão (coro), António Rosa (piano), tendo concluído o 8º ano de Formação Musical, o 7º ano de Piano e todas as disciplinas teóricas.

Aos 18 anos concorreu ao curso de Canto da E.M. do Conservatório Nacional, frequentando a classe de José Carlos Xavier, com quem estudou durante 3 anos, até ao ano lectivo 2005/2006. Com esta classe estreou-se num concerto de Natal no Salão Nobre do Palácio Foz, tendo em seguida participado em várias actuações públicas. Nesse ano lectivo, frequentou o Atelier de Ópera da E.M.C.N., onde interpretou os papéis de Maria em West Side Story (Bernstein), Zerlina no projecto Ma guarda il Catalogo! Allora
capirai!
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Em 2005, com 19 anos, ganhou o prémio Bocage, do Concurso Nacional de Canto Luísa Todi, tendo no âmbito deste certame, actuado em concertos no Fórum Luísa Todi e no Teatro Nacional de São Carlos. Foi convidada do programa Ritornello, de Jorge Rodrigues, na RDP Antena 2. Participou em classe de aperfeiçoamento com Mara Zampieri. Em 2006 participou no curso de verão Opera Plus, onde trabalhou com Siew-Tuan, Graham Johnson, Yvonne Minton e Sarah Walker. Em 2007 participou como convidada do pianista João Crisóstomo na masterclass de lieder, para os alunos de Mestrado da E.S.M.L, com professor Walter Moore. Como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, no ano lectivo de 2006/2007, iniciou os seus estudos superiores em Canto, entrando directamente para o 2º ano na Guildhall School of Music and Drama, onde estuda com a professora Susan Waters (Canto), Robin Bowman, Linnhe Robertson, Emanuele Moris, Laura Sarti, Eugene Asti, Sarah Walker entre muitos outros.

Foi premiada com uma bolsa de estudo – Vasconcellos Award - dada pela G.S.M.D. Durante esse ano lectivo teve o privilégio de paricipar em inumeras actuações no âmbito do curso em que esta a frequentar, como por exemplo a participação no coro da ópera Dido and Aeneas de Purcel, fazendo um solo de Belinda; e no concurso Gold Medal, com o Coro de Cantores da G.S.M.D., realizado no Auditório principal do Barbican Center.

No ano lectivo 2007/2008, participou em várias actuações, nomeadamente no Concerto de Música Russa, inserido num ciclo de concertos de Canção do séc. XIX, dirigidos por Graham Johnson. Finalizou o concerto de Aria Class, (dirigido por Laura Sarti), com a ária de Nanetta da ópera Falstaff (Verdi). Cantou em recitais a solo, em igrejas de Londres. Participou no Coro da ópera Cavalleria Rusticana (Mascagni), interpretada em versão concerto no Auditório Principal do Barbican Center.

09 Julho 2008

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CARLA CARAMUJO, SOPRANO

Carla Caramujo licenciou-se e concluiu o Mestrado em Performance com distinção na Guildhall School of Music and Drama de Londres. Recentemente, completou o Advanced Masters in Opera na Alexander Gibson Opera School da Royal Scottisch Academy of Music and Drama de Glasgow, este último também com distinção.

Ao longo do seu percurso de aperfeiçoamento, estudou com António Salgado, Laura Sarti, Pat MacMahon, Christa Ludwig e Pat Hay.

Venceu os concursos Croydon Symphony Orchestra Soloist Award 2001 (Reino Unido), Concurso Nacional Luísa Todi 2005 (1º ex aequo), Chevron Excellence Award 2005, Dewar Award 2005 (Reino Unido), o 1º prémio no Musikförderpreis der Hans-Sachs-Loge 2006 (Alemanha) e o 2º prémio no Ye Cronies Award 2006 (Reino Unido).

Em ópera, interpretou Rainha da Noite em A Flauta Mágica (Operabydefinition / co-produção Festival de Glyndebourne); She na estreia mundial de Nightsquare de Douglas Templeton (GSMD / A.Dobrinka, Londres); rouxinol e fada azul em La Bella Dormente nel Bosco de Respighi (ARTAVE / Roberto Perez); Valetto em Incoronazione di Poppea de Monteverdi (Christian Curnyn / Henry Mason; Edimburgo, Aberdeen e Glasgow), Armida em Rinaldo de Händel, (Christian Curnyn / Annilese Miskimmon; Glasgow e Edimbourgh Festival Theatre) e Flight Controller em Flight de Jonathan Dove (Timothy Dean / William Kurley; Glasgow), tendo obtido excelentes críticas na imprensa britânica, a destacar a do jornal The Times e das revistas internacionais Opera e Opera Now. Cantou D. Anna (D. Giovanni), Violetta (La Traviata), Konstanze (Rapto no serralho), Norina (D. Pasqual) e Souer Constance (Diálogo das carmelitas - Poulenc) em cenas de ópera em diferentes récitas para GSMD (Londres), Fondation des treilles (Paris), fondazione Nicolo Polidoro (Itália) e RSAMD (Glasgow) dirigidas e encenadas por Sir Colin Davies, Emanuele Moris, Paul-Emile Deber, Timothy Dean e John Ramster entre outros.

Interpretou ainda Madame Herz em Der Shauspieldirektor de Mozart no museu do Carro eléctrico do Porto (António Saiote / Inês Vicente / Drama per Música) e numa co-produção ACTA/Orquestra do Algarve (Osvaldo Ferreira/Paulo matos) e Fiordiligi em Cosi fan Tutte de Mozart para os Festivais de Outono e Vila Real e ainda Rivoli do Porto (António Saiote / Marcos Barbosa). Recentemente o papel de Frasquita em Carmen de Bizet juntamente com duas galas de ópera para a Ópera de Bologna em Itália.

No domínio do oratório e concerto, foi solista nos Carmina Burana de Orff com a Orquestra e Coro de Stuttgard em Estugarda na Alemanha, Sala de concertos da Filarmónica da Macedónia (Olomouc) e Sala Smetana em Praga. Apresentou-se com as orquestras Croydon Symphony Orchestra, Cambridge Orchestra, Orquestra da Scottish Opera, Royal Liverpool Philharmonic, Ensemble Barroco de Amsterdão, Orquestra de C âmara de Xalapa /Estado de Veracruz, México), Orquestra da Ópera de Bologna, Orquestra do Algarve, Orquestra da Madeira e Orquestra Nacional do Porto, interpretando Messias de Händel, Carmina Burana, de Carl Orff, Elias de Mendelssohn, Paixão segundo S. João e Magnificat de Bach, Missas de Haydn, Missa da coroação, Missa em Dó menor de Mozart.

Cantou em inúmeras galas de ópera e recitais em salas de concerto como Edimbourgh Concert Hall, Heidenheim Concert Hall, Nunberg Concert Hall, Fairfield Hall, St. James Piccadily, Barbican Hall, Houghton Palace, Teatro Nacional de São Carlos, Palácio da Bolsa e Coliseu do Porto, e em festivais como Encontros de Primavera de Caldas da Rainha, Encontros de Música da Casa de Mateus, Festivais de Outono/Aveiro, Edimbrough Fringe Festival, Festival Internacional de Artes de Mérida, México, Festival Internacional de Música de Coimbra.

CONTACTOS

Correio electrónicoCorreio: carlacaramujo@hotmail.com

13 Julho 2007

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CARLA SIMÕES, SOPRANO

Carla Simões terminou o Curso de Canto no Conservatório Nacional com classificação máxima na classe de Ana Paula Russo e participou em cursos de aperfeiçoamento com Sarah Walker, Tom Krause, Rudolph Knoll em Salzburgo, Elisabete Matos, Low Siew Tuan, Mara Zampieri e Jill Feldman, entre outros.

No campo da ópera interpretou os papéis de Pamina, 2ª Dama e 2º Menino em "A Flauta Mágica" de Mozart, Clarice em "Il Mondo della Luna" de Pedro Avondano, Nora em "Raiders to the Sea" de Vaughan Williams, Inês em "O Trovador" de G. Verdi, Condessa Ernesta de Fricandó em "As Damas Trocadas" de Marcos Portugal, e Donna Anna no espectáculo "Fiore Nudo, espécie de ópera a partir de cenas de D. Giovanni" com récitas no Teatro Nacional de S. João e Teatro Municipal de S. Luiz.

Em Julho de 2006 estreia-se no Teatro Nacional de S. Carlos no elenco da ópera "O Nariz" de Dimitri Chostakovitch.

Trabalhou sob a direcção dos maestros António Costa, Armando Vidal, Donato Renzetti , João Paulo Santos, João Valeriano, José Ferreira Lobo, José Manuel Araújo, José Manuel Brandão, Pedro Moreira, Rui Massena, Rui Pinheiro e Tapio Tuomela.

Apresenta-se também, frequentemente, em concerto sendo de destacar o recital "Canção e Lied Europeus na Transição Sec. XIX/XX", a sua participação no Festival "Transeuropéennes" de Rouen e a estreia mundial da peça "ceT" do compositor Paulo Ferreira-Lopes, com a Orchestrutopica, integrada na edição de 2006 do Festival de Música da Costa do Estoril.

É licenciada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

CONCTACTOS

SítioSítio: www.carlasimoes.com

Correio electrónicoCorreio: info@carlasimoes.com

03 Setembro 2006

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CÁTIA SEQUEIRA, SOPRANO

Cátia Sequeira iniciou os estudos musicais na Fundação Conservatório Regional de Gaia, na classe de canto de Mário Mateus. No ano letivo 2004/05 fez entrada para o curso Superior de Canto Teatral, no Conservatório Superior de Música de Gaia, na classe de Fernanda Correia.

Frequentou masterclasses de Lied e de Canto, ministradas pelos professores: Manuel Ivo Cruz, Mário Mateus, Fernanda Correia, Hilde Zadek, Enza Ferrari.

Cantou sob a direção dos maestros: Mário Mateus, José Luís Borges Coelho, Gerald Kegelmann, Lawrence Golan, Jiri Malat.

Participou em audições e galas de Ópera.

Participou nas óperas: A Flauta Mágica, Bastien und Bastienne e As Bodas de Fígaro de Mozart, Amahl e os Visitantes da Noite, De Menotti, L'Enfant et les Sortiléges de Maurice Ravel e o Gato das Botas de Montsalvage.

Fez parte do coro de Música Contemporânea e do coro da Fundação do Conservatório Regional de Gaia.

Finalizou a Licenciatura do Curso de Canto Teatral.

É Docente de Expressão Musical do 1º Ciclo do Ensino Básico desde 2006 e faz parte do Coro Génesis sob a Direcção de Ernesto Coelho.

Correio electrónicoCorreio: csequeira28@gmail.com

24 Janeiro 2011

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CECÍLIA FONTES, SOPRANO

Natural do Porto, Cecília Fontes terminou o Curso Superior de Canto no Conservatório de Música da mesma cidade, na classe de Isabel Mallaguerra, tendo-lhe sido atribuído o Prémio Fundação Eng. António de Almeida como melhor finalista.

De 1985 a 1993 viveu em Londres, onde estudou com Peter Harrison e Joy Mammen na Royal Academy of Music, como bolseira da mesma Instituição e da Comunidade Europeia. Obteve os Diplomas de Concerto e de Ensino.

No campo da Ópera e da Oratória colaborou com diversas Orquestras, sob a direcção dos maestros Wasfi Kani, Brian McKay, Ronald Corp (no Reino Unido), Mário Rodrigues, Luís Lopes, Osvaldo Ferreira, Cesário Costa, J. Ferreira Lobo, António Ferreira dos Santos, Ivo Cruz, José Luís Borges Coelho, Marc Tardue (em Portugal) e Hobart Earle (na Ucrânia, concertos organizados pelas Nações Unidas). Desempenhou ainda o papel de Condessa na ópera As damas trocadas de Marcos Portugal no Clerkwell Music Festival em Londres. Gravou para a RTP e para a BBC World Service.

É membro do trio dramático-musical Cavatina (Inglaterra) e do duo com o pianista espanhol José María Parra Más, com o qual se apresenta regularmente em recital em Portugal, Espanha, Inglaterra e EUA.

Recebeu recentemente os diplomas de Mestrado e de Certificado na Northwestern University (Chicago) como bolseira da mesma Instituição e da Fundação Fulbright.

Próximos planos incluem uma colaboração com a Elmhurst Orchestra (Chicago), num programa dedicado a música espanhola.

Exerce funções de docente no Conservatório de Música do Porto.

07 Junho 2007

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CLARA LEITÃO, SOPRANO

Clara Leitão começou os estudos musicais aos cinco anos na Juventude Musical Portuguesa em Vila Nova de Famalicão. Terminou a licenciatura na classe de Elsa Saque, na Escola Superior de Música de Lisboa. Trabalhou ainda com os professores Paul Schillawsky, Hilde Zadek, Claire Vangelisti, Helena Nentwig Dumitrescu e João Lourenço, entre outros.

Tem experiência como solista em diversos estilos e épocas desde a Oratória, passando pelo Lied, Chanson, Ópera. Apresentou-se como solista com o Coro e Orquestra da Escola Superior de Música de Lisboa interpretando o "Requiem" de Fauré sob a direcção de Cristopher Bochmann. Dentro da Oratória, interpretou também o "Messias" de Häendel, o "Stabat Mater" de Pergolesi e a "Missa em Sol Maior" de Carlos Seixas com a Orquestra Barroca "Capela Real".

Participou na ópera "Flauta Mágica" de Mozart no papel de "Rainha da Noite" sob a orientação de Carlos Otero e na ópera "Bodas de Figaro" de Mozart como "Susanna" sob a orientação de Fernanda Correia. Interpretou o personagem "Jessie" em "Songspiel Mahagonny" de Kurt Weill e Bertold Brecht, sob a orientação cénica de Gottfried Wagner. Interpretou, também, o papel de "Musetta" da Ópera "La Bohéme" de Puccini com a companhia de Ópera do Real Theatro de Queluz com quem colabora habitualmente.

No que respeita a compositores portugueses contemporâneos, já interpretou obras de Sérgio Azevedo, Eurico Carrapatoso no papel de "Raposa" da ópera "A Floresta" e tem divulgado obras do Maestro António Vitorino D'Almeida por todo o país. Apresenta-se regularmente ao lado de Elsa Saque e Francisco Sassetti.

A convite da RTP participou em vários programas.

É ainda licenciada em Ensino de Educação Musical pela Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto. Frequentou o curso de História - variante de Arqueologia, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Foi seleccionada (em 1995) como "JEEP" (Jovem Empresária de Elevado Potencial) num curso de formação promovido pelo BPA e ANJE. Foi durante dois anos bolseira do Ministério de Educação. É Professora de Canto e de Educação Musical.

CONCTACTOS

TelemóvelTlm. (+00 351) 938 747 679

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02 Outubro 2006

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CLÁUDIA PEREIRA PINTO, SOPRANO

Cláudia Pereira Pinto nasceu na cidade do Porto em 1970. Iniciou os estudos de Canto no Conservatório de Música do Porto, na classe de Isabel Mallaguerra. Em 1996 concluiu o bacharelato em Canto na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto e é licenciada em Canto pela Esola Superior de Musica de Lisboa.

Frequenta regularmente classes de aperfeiçoamento de técnica e de interpretação, nomeadamente com Rudolf Knoll, Marimi del Pozo, Elsa Saque, João Paulo Santos, Lorraine Nubar, Dalton Baldwin, entre outros. Em 1998 frequentou o curso de Canto do professor R. Knoll na Internationale SommerAkademie Mozarteum em Salzburg.

Integrou os elencos das óperas O Cábula de C. de Oliveira, Dido and Aeneas de Purcell, L'enfant et les Sortilèges de M. Ravel, Satyricon de Maderna, e da opereta Die Lustige Witwe no IX Festival Internacional de Música de Macau. Interpretou a ópera La Voix Humaine de F. Poulenc, com encenação de James Conway, numa co-produção do CPO-Teatro Nacional S. João, em Dezembro de 1997 (integrada no Festival de Teatro PONTI) e em Maio de 1998.

Estreou-se no papel de Contessa Eugenia da ópera L'Amore Industrioso de Sousa Carvalho, no "Holland Park Festival" em Londres, em Junho de 2000. Integrou o elenco desta mesma ópera numa produção do Estúdio de Ópera da Casa da Música do Porto, com encenação de Nuno Carinhas.

Apresenta-se regularmente em recitais e concertos de oratória, tendo interpretado entre outras, obras como Stabat Mater de Pergolesi e de Boccherini respectivamente, Gloria de Vivaldi, Messiah de Händel, La Giuditta de Francisco António de Almeida, Te Deum de Dvorak, Lauda Sion de Mendelsohn, Missa Brevis em Ré de Mozart, Magnificat de C. P. Emmanuel Bach, Paraíso de Ferreira dos Santos (em estreia absoluta), Zigeunerlieder e Neue Liebeslieder Waltzes de Brahms, Sieben Frühe Lieder de A. Berg, Tel Jour Telle Nuit, La Courte Paille de Poulenc, Les Illuminations de B. Britten.

Tem-se dedicado também à divulgação de obras de compositores portugueses, tendo apresentado em estreia absoluta Eu cantei já, e agora vou chorando de Carlos Azevedo e O céu, a terra, o vento sossegado de Fernando Lapa.

Actuou com as Orquestras Nacional do Porto, Sinfónica da Ópera Central de Pequim, Artave, Sinfonieta, do Norte, sob a direcção de Ivo Cruz, Omri Hadari, Ferreira Lobo, David Chernaik, Aldo Brizzi, Florin Totan, Eugénio Amorim, António Saiote, Harry Christophers, entre outros.

Foi premiada com uma "Menção Honrosa" nos Concursos Juventude Musical Portuguesa, Classe de Canto (1992), com a “Melhor Interpretação de Obra de Autor Português” no I Concurso Internacional de Canto Tomás Alcaide (1997), com o "Prémio Extraordinário: estímulo a um jovem cantor", no XXXVI Concurso Internacional de Canto Francisco Viñas - Barcelona (1999), com o "2º prémio" do Concurso Internacional de Canto U.F.A.M - Paris (1999) e o 3º prémio no Concurso de Música do Estoril (2002).

É licenciada em Psicologia pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto.

28 Junho 2008

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CONCEIÇÃO GALANTE, SOPRANO

Natural de Matosinhos, Conceição Galante iniciou os estudos musicais com seis anos de idade, na Academia de Música Óscar da Silva, desta cidade, prosseguindo-os mais tarde no Conservatório de Música do Porto. Em Lisboa, trabalhou com a cantora Elsa Saque, durante vários anos. Entre 1986 e 1989, integrou-se no Coro do Teatro Nacional de São Carlos, onde como solista, interpretou diversos papeis nas temporadas de ópera deste Teatro. A convite da Professora Marimi del Pozzo e como bolseira do Governo Espanhol, Teatro Nacional de São Carlos e Ministério da Cultura de Portugal, ingressou na Escola Superior de Canto de Madrid, onde concluiu licenciatura e mestrado, diplomas reconhecidos pela Universidade de Aveiro. Participou num curso de aperfeiçoamento ministrado pela célebre cantora Victoria de Los Angeles, em Santander. Em Milão, trabalhou repertório italiano com Sara Sfornicorti.

Apresentou-se em importantes salas de concerto em Portugal, Espanha, Itália, Estados Unidos (Arcady Music Festival), Inglaterra, Macau e Índia. Foi dirigida por numerosos maestros, entre os quais destaca Renato Palumbo, Wolsgand Rennert, John Nechling, Michel Corboz, Manuel Ivo Cruz, Francesco Maria Martini. A convite de João Pereira Bastos e, mais tarde, da Fundação Oriente, actuou em Macau várias vezes. Fazem parte do seu repertório as óperas: "Fallstaff", "O Barbeiro de Sevilha", "Carmen", "La Bohème", "Gianni Schicchi", "Fausto", "Turandot", "Bodas de Fígaro", "Otello", "Trovador" e "Viúva Alegre". No campo da oratória, interpretou o Requiem de Mozart, Requiem de Fauré, Requiem de Brahms, Requiem de Britten, "Stabat Mater" de Rossini, "Missa Solene" de Rossini, "Stabat Mater" de Pergolesi, "Paulus e Elias" de Meldelssohn, "Magnificat" de Bach, Nona Sinfonia de Beethoven, Glória de Poulenc, e "Exulsate Jubilate", de Mozart.

Gravou diversos programas para a RTP e RDP. Integra um trio com o pianista Állvaro Teixeira Lopes e o violoncelista José Pereira de Sousa, com os quais realizou diversas actuações, nomeadamente no Teatro Nacional de São Carlos. Exerce actividade pedagógica na Academia de Música de Santa Cecília. Foi agraciada por D. Miguel de Bragança, Duque de Viseu, com a Cruz de Mérito, Dama com Coroa, da Órdem Pró Mérito Militense da Ordem Soberana e Militar de Malta.

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12 Novembro 2004

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DORA RODRIGUES, SOPRANO

Dora Rodrigues nasceu em Braga em 1979 e estudou Piano e Canto no Conservatório Calouste Gulbenkian da mesma cidade. Concluiu o curso de Canto na classe de José Oliveira Lopes na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto. Participou em vários cursos de Técnica e Interpretação Vocal com Ileana Cotrubas, Teresa Berganza, Elsa Saque, Liliane Bizineche, Enza Ferrari, Oliveira Lopes, Stefan Hasselhof, Peter Harrison e João Paulo Santos.

Tem-se apresentado em vários recitais e concertos em Portugal, Bélgica, Brasil e Canadá. Na qualidade de solista de oratória interpretou a "Missa em Sol" (Schubert), "Stabat Mater" (Pergolesi), Requiem (Mozart), Requiem (Fauré) com a Orquestra do Norte, Cantatas BWV 147 e 206 (J. S. Bach) com a Orquestra Nacional do Porto, Gloria (Poulenc) e Missa em Ré (Nicolai). No domínio da ópera, destacam-se os papéis de Frasquita ("Carmen"), La Pastourelle e Le Roussignol ("L'Enfant et les Sortilèges"), Zerlina ("D. Giovanni"), Musetta ("La Bohème"), Nanetta ("Falstaff"), Susanna ("As Bodas de Fígaro"), Griletta ("Lo Speziale"), Giulietta ("L'Amore Industrioso"), Elisetta ("Il Matrimonio Segreto"), Flor ("Parsifal"), St. Theresa ("Four Saints in Three Acts"), Echos ("Ariadne auf Naxos").

10 Outubro 2004

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EDUARDA MELO, SOPRANO

Natural de Braga, Eduarda Melo iniciou os estudos musicais no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian da mesma cidade. Licenciou-se em Canto pela Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Porto na classe de Fernanda Correia e posteriormente fez parte do Estúdio de Ópera da Casa da Música do Porto entre 2000 e 2006 onde trabalhou com Peter Harrison.

Frequentou vários cursos de Técnica e Interpretação Vocal com os professores José de Oliveira Lopes, António Salgado, Liliane Bizineche, Rudolf Piernay, Laura Sarti, Philip Langridge, Jill Feldman, Galina Pisarenko, Gundula Janowitz, Teresa Berganza e de Interpretação de Lied com Charles Spencer, Lada Valesova, Jeff Cohen e Eugene Asti.

Em concerto destacam-se as interpretações do "Requiem" de W. A. Mozart, "Giuditta" de Francisco António de Almeida, "Pulcinella" de I. Stravinsky, Sinfonia nº 4 de A. Schnittke e "O King" de L. Berio.

Em ópera foi Cherubino ("Le Nozze di Fígaro" de W. A. Mozart); Gismonda ("Ottone" de G. F. Haendel); Papaguena (" A Flauta Mágica" de W. A Mozart); João Pestana e Fada do Orvalho ("Casinha de Chocolate" de H. Humperdinck); Gaio e Galo ("Raposinha Matreira" de L. Janacek); Rainha ("Bela Adormecida" de O. Respighi); Madame Robin ("Le Fifre enchanté" de J. Offenbach); Rosine ("Un Mari à la porte" de J. Offenbach).

Fez a estreia europeia de "Drácula" de David del Tredici e interpretou a ópera "La Voix Humaine"   de Francis Poulenc.

Recentemente fez a estreia mundial da ópera de António Pinho Vargas "A Little Madness in the Spring" no papel de Vera.

Foi dirigida por maestros como Martin André, Cesário Costa, Osvaldo Ferreira, Manuel Ivo Cruz, Laurence Cummings, Pierre-Andrè Valade, William Lacey, Jean-Sébastien Béreau, Stefan Ausbury, Franck Ollu e Michael Zilm.

CONCTACTOS

TelemóvelTel. (+00 351) 966 593 020

Correio electrónicoCorreio: edu_arda19@yahoo.com

03 Fevereiro 2007

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ELISABETE MATOS, SOPRANO

Nascida em Braga, Elisabete Matos efectuou aí os estudos de Canto e de Violino. Como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian frequentou a Escola Superior de Canto de Madrid na classe de Marimi del Pozo e Félix Lavilla. Actualmente trabalha com Angeles Chamorro e com a pianista Enza Ferrari. Venceu o V Concurso Nacional de Braga, o VII Concurso da Cidade de Logroño, o II Concurso Olga Violante, o I Concurso Sociedade Bach, o Concurso Luísa Todi, o V Concurso Internacional de Canto Jacinto e Inocêncio Guerreiro - tendo obtido neste último o Prémio de melhor intérprete de música espanhola - e o Prémio Lola Rodriguez Arágon. No Concurso Internacional de Canto de Paris, foi galardoada com o Prémio "Arts et Culture" (1991), o Terceiro Prémio no Concurso Internacional de Canto Júlian Gayarre e o Primeiro Prémio na selecção nacional espanhola do Concurso Plácido Domingo. Recentemente, foi-lhe atribuído o Segundo Prémio no Concurso Internacional de Canto Belvedere em Viena.

Realizou inúmeros concertos em Portugal, França, Alemanha e Espanha, participando em Festivais de Música, nomeadamente nos de Sintra, Leiria, Figueira da Foz, Madeira, Algarve, Macau e Vaison-la-Romaine (França). Do seu repertório coral sinfónico constam as obras "Jephte" de Carissimi, "A Criação" e "Stabat Mater" de J. Haydn; "Missa da Coroação", "Vesperae Solemnes" e o Requiem de Mozart; Magnificat de J. S. Bach; "Petite Messe Solennelle" e "Stabat Mater" de Rossini; Requiem de Fauré, Nona Sinfonia de Beethoven (com o Coro do Teatro Nacional de São Carlos), Sinfonia Nº 2 de Mahler; Missa em Sol Maior de Carlos Seixas (que foi transmitida para toda a Europa), "Les Noces" de Stravinsky e "Catulli Carmina" de Carl Orff (Coliseu dos Recreios, um concerto integrado na Lisboa 94 - Capital Europeia da Cultura). Participou nas comemorações do centenário da morte dos compositores Arrieta e Barbieri, no Centro de Belas Artes, em Madrid. Recentemente, actuou num concerto de gala no Auditório do Europarque com a Orquestra Clássica do Porto, sob a direcção de Manuel Ivo Cruz.

De entre as produções operáticas cujos elencos integrou, destacam-se "A Flauta Mágica" (Pamina), com a Orquestra Sinfónica de Bratislava, "As Bodas de Fígaro" (Condessa), no Gran Teatro de Cordoba, "Così fan Tutte" (Fiordiligi) e "Don Giovanni" (Donna Elvira) de Mozart no Porto, em Palma de Maiorca, em Viena e no Teatro Nacional de São Carlos em Lisboa, "Falstaff" (Alice Ford) e "Il Trovatore" (Leonora) em Macau e "La Traviata" (Violetta) de Verdi no Porto, "La Bohème" (Mimì) de Puccini no Teatro Nacional de São Carlos, em Málaga e em Palma de Maiorca (Musetta), "Iphigénie en Tauride" (Diane) de Gluck no Teatro de la Zarzuela em Madrid; e Jugar con Fuego de Barbieri em Oviedo. Trabalhou com maestros de grande reputação, nomeadamente Manuel Ivo Cruz, Fernando Eldoro, Michel Corboz, Francesco Corti, Tomasz Bugaj, Friedrich Haider, Will Humburg, Harry Christophers, Renato Palumbo e Lorin Maazel.

Dos seus últimos êxitos destaque-se a sua participação nas óperas "Falstaff "(Alice) e "Don Giovanni" (Donna Elvira) na Staatsoper de Hamburgo, na estreia absoluta de "Divinas Palabras" de A. García Abril, com Plácido Domingo, no Teatro Real de Madrid, e ainda no mesmo Teatro, "Iphigénie en Tauride" e "Los Gavilanes" sob a direcção de Frühbeck de Burgos. Destaque-se também a sua interpretação das "Vier letze Lieder" (Quatro últimas Canções) de Richard Strauss, a sua estreia em Washington como Dolly no "Sly" de Wolf-Ferrari, com José Carreras e a sua participação em Sevilha no "Le Cid" de Massenet (Chimène), ao lado de Plácido Domingo. Compromissos futuros incluem a sua participação em "Don Giovanni" (Donna Elvira) no Teatro de la Maestranza de Sevilla, "Falstaff" (Alice) em Hamburgo, "Don Quixote" de Cristóbal Halffter em Viena, "Le Cid" (Chimène) de Massenet, com Plácido Domingo, em Washington e Los Angeles e "Lohengrin" (Elsa) em Barcelona. Gravou recentemente o Requiem de Suppé com a Orquestra e Coro Gulbenkian dirigidos por Michel Corboz e "La Dolores" de Tomas Bretón, sob a direcção de Ros Marbà para a etiqueta Decca.

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ELSA CORTEZ, SOPRANO

Elsa Cortez iniciou os estudos musicais com 4 anos no Centro de Estudos Gregorianos de Lisboa. Começou por estudar canto particularmente com Mariana Oliveira. Completou a licenciatura em Canto na Escola Superior de Música de Lisboa na classe de Helena Pina Manique. Frequentou cursos de aperfeiçoamento técnico e estilístico com Max von Egmond, Linda Hirst, Richard Wistreich, Christianne Eda-Pierre, Elizabeth Opitz, Richard Miller, Siegfried Jerusalem, Ralph Döring, Laura Sarti e Gundula Janowitz. Deslocou-se regularmente a Viena entre 1996 e 2001 para trabalhar com Hilde Zadek.

É membro fundador do Grupo Vocal Olisipo, com o qual já conquistou diversos prémios em concursos internacionais. Através deste grupo, teve a oportunidade de orientar diversos workshops para dirigentes corais e coralistas no congresso anual da "Association of British Choir Directors" e no "Festival 500".

Apresenta-se regularmente como solista de oratória, tendo colaborado com a Capela Real, Orquestra Sinfónica Juvenil, Orquestra da Escola Profissional de Évora e Lusitânia. Tem trabalhado com os pianistas Nuno Vieira de Almeida, Helder Marques e Ilda Ortin, tendo já realizado recitais e concertos em Lisboa (Teatro São Luiz, Espaço Acarte, Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, Mosteiro dos Jerónimos), Porto (Teatro Rivoli), Évora, Lagoa, Montemor, Beja e Caldas da Rainha entre outros. Conquistou o Prémio Armando Guerreiro no Concurso Nacional de Canto Luisa Todi (1993) e o 2º Prémio no Concurso de Interpretação do Festival de Música da Costa do Estoril (2002).

Em 1996 efectuou uma gravação para a Antena 2, em colaboração com o pianista João Paulo Santos, com obras de Almeida Mota. Em 1999 interpretou a cantata "Catulli Carmina" de Carl Orff, ao lado de Carlos Guilherme, num concerto gravado e transmitido pela RTP. Integrou o coro do Teatro Nacional de São Carlos na Temporada de 1996/97, tendo feito a sua estreia como solista com o papel de Cretense na ópera "Idomeneo" de W. A Mozart. Interpretou em 2001 e 2002 o papel de Belinda da ópera "Dido and Aeneas" de Henry Purcell, e o papel de Juno em "The mirror of immortality", um espectáculo com música de G. F. Händel, numa produção apresentada no Salão Nobre do Teatro Nacional de São Carlos, sob a direcção do encenador Paulo Matos e do maestro Nicholas McNair. Em Maio de 2002 cantou o papel de Cupid na ópera "Venus and Adonis" de John Blow no Museu Gulbenlkian.

Leccionou canto, coro e formação musical na Academia de Música de Santa Cecília, Academia de Música Eborense, Escola Profissional de Música de Évora e Conservatório Regional de Tomar.

Actualmente é professora de Canto e Coro na Escola de Música "Luís António Maldonado Rodrigues" em Torres Vedras e de Educação Vocal no Instituto Gregoriano de Lisboa.

07 Fevereiro 2007

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ELSA SAQUE, SOPRANO

Elsa Saque iniciou os estudos de piano na Academia de Amadores de Música e de Canto no Conservatório Nacional, com Arminda Correia e Francine Benoit, prosseguindo mais tarde a sua formação artística na Companhia Portuguesa de Ópera, do Teatro da Trindade, com Tomás Alcaide e Giovanni Voyer. Posteriormente, como bolseira do Instituto de Alta Cultura, aperfeiçoou-se em Palermo e Florença (Itália), com Gino Bechi. Em 1963, fez a sua estreia em ópera, na Companhia Portuguesa de Ópera do Teatro da Trindade, onde permaneceu até 1975. Participou nos Festivais de Música de Figueira da Foz, Fundação Calouste Gulbenkian, Capuchos, Leiria, Algarve, Coimbra, Póvoa de Varzim, Açores, Costa do Estoril, Almada, Inatel e nos anos de 1989, 1990, 1993, 1995 e 1997, nos Festivais Internacionais de Música de Macau. Ainda em Macau, em Março de 1999, foi a artista convidada para a inauguração do Centro Cultural de Macau, acompanhada pela Orquestra Sinfónica de Pequim. No campo operístico, Elsa Saque interpretou mais de 40 papeis principais, das óperas do repertório clássico. Foi cantora residente do Teatro Nacional de São Carlos, desde 1975 até à extinção deste, como EP, em 1992.

Para além das suas actuações nos palcos de ópera, tem-se dedicado também ao oratório e ao "lied", colaborando frequentemente em concertos e recitais promovidos pela Fundação Calouste Gulbenkian, Centro Cultural de Paris, Teatro Nacional de São Carlos, Juventude Musical Portuguesa, Pró-Arte, Secretaria de Estado da Cultura, Europália, Fundação Oriente, RDP, RTP e Centro Cultural de Belém. Na Expo 98, foi artista convidada para vários concertos e também para o encerramento da Exposição, com a Orquestra Sinfónica Portuguesa e o Coro do Teatro do Teatro Nacional de São Carlos. Actuou, para além de Portugal, em Espanha, França, Itália, Alemanha, Suíça, Estados Unidos da América, Israel, Tailândia, Índia e China. É membro fundador da Ópera de Câmara do Real Teatro de Queluz, que tem apresentado espectáculos no País e no estrangeiro.

Gravou comercialmente para as editoras Deutsche Grammophon, Erato, Emi, Numérica e para a Discoteca Básica da Secretaria de Estado da Cultura. Gravou para a RTP o ciclo "Wesendonk Lieder", de Wagner, vários concertos de Natal e recitais. Tem sido convidada para fazer parte de diversos júris de concursos nacionais e internacionais de Canto, de que se destacam: Porto, Setúbal, Lisboa, Brasília e Genebra. Paralelamente à sua actividade artística, tem vindo a desenvolver, desde 1998, actividade pedagógica em Canto, no Conservatório Nacional, Academia de Música de Santa Cecília e Escola Superior de Música de Lisboa. Ao longo da sua carreira, recebeu prémios nacionais e estrangeiros: Concurso de Valência em 1971 e os Prémios de Música Erudita da Casa da Imprensa em 1969, 1972, 1982 e 1998. Foi-lhe atribuído o troféu "Nova Gente", para cantores líricos, nos anos de 1982, 1983 e 1986 e o "Prémio Tomaz Alcaide" em 1982 e 1984. Foi agraciada por Sua Excelência o Senhor Presidente da República, com a Ordem Militar de Santiago de Espada (Dama).

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14 Novembro 2004

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ELVIRA FERREIRA, SOPRANO

Elvira Ferreira nasceu no Porto, onde iniciou os estudos de música e canto, com Gemma Sala e Annerose Gilek, no Curso de Música Silva Monteiro. Posteriormente, trabalhou técnica vocal e interpretação de ópera e concerto com Lola Aragón, na Casa de Mateus, e com Helena Pina Manique, Gino Bechi e Marimi del Pozo, em Lisboa.

Frequentou a Accademia Verdiana, em Busseto, onde estudou com Carlo Bergonzi.

Foi cantora residente do Teatro Nacional de S. Carlos.

Interpretou os papéis de Pamina e Papagena (Die Zauberflöte - Mozart), Sirena (Rinaldo - Häendel), Siège Louis XV (L'Enfant et les Sortilèges - Ravel), First Witch (Dido and Aeneas - Purcell), Lisetta (Lo Spirito di Contradizione - Francisco António de Almeida) Sacerdotisa (Aida - Verdi), Micaela, Frasquita (Carmen - Bizet), Oscar (Un Ballo in Maschera - Verdi), Adina (Elisir d'Amore - Donizetti), Despina (Così Fan Tutte - Mozart), Blonde (Die Entführung aus dem Serail - Mozart), Sophie (Der Rosenkavalier - Strauss), Elvira (L'Italiana in Algeri - Rossini), Nannetta (Falstaff - Verdi), Gilda (Rigoletto - Verdi), Amina, Lisa (La Sonnambula - Bellini), Marzelline (Fidelio - Beethoven), Anna (Nabucco - Verdi), Nella (Gianni Schichi - Puccini), Rosina, Berta (Il Barbiere di Siviglia - Rossini), Zerlina, D. Elvira, D. Anna (D.Giovanni - Mozart), Primeira Trabalhadora, Segunda Irmã, Segunda Mulher, (Os Dias Levantados - Pinho Vargas), Mrs. P (The Man Who Mistook His Wife For A Hat - Michael Nyman), Susanna, Contessa, (Le Nozze di Figaro - Mozart), Mme Euterpova (Help, Help, the Globolinks - Menotti), Primeira Flor (Parsifal - Wagner), Segundo Anjo (Palestrina - Pfizner), Lisetta (Ouro Não Compra Amor - Marcos Portugal), Ernesta (As Damas Trocadas - Marcos Portugal), Liù (Turandot - Puccini), Leonora (Il Trovatore - Verdi).

Do repertório de concerto, interpretou a Missa em Dó menor, de Mozart, a cantata Carmina Burana, de Orff, o Requiem à memória de Luís de Freitas Branco, de Joly Braga Santos, o Te Deum, de Silva Leite, o Te Deum de Charpentier, a Missa de Santa Cecília, de Haydn, o Stabat Mater, de Rossini, a IX Sinfonia de Beethoven, os Quatro Madrigales Amatorios, de Joaquín Rodrigo, Le Martyre de Saint Sébastien, de Debussy, o Requiem de Verdi, o Stabat Mater de Dvorak, o Requiem à Memória de Camões, de João de Sousa Carvalho.

Foi dirigida pelos maestros Franco Ferraris, Armando Gatto, John Neschling, Silva Pereira, Manuel Ivo Cruz, Roberto Perez, Armando Vidal, João Paulo Santos, Gunther Neuhold, Roberto Manfredini, Nello Santi, Giuliano Carella, Lathan Köenig, Frédéric Chaslin, Renato Palumbo, Ferreira Lobo, Gunther Arglebe, Fernand Terby, Richard Armstrong, Rafael Montes, Christopher Bochmann, Jorge Matta, Michael Nyman, Fernando Fontes, Leonardo de Barros, Muhai Tang, Tadeusz Serafin, Ramón Encinar, Gabor Ötvös, Paolo Arrivabene, Josep Ferrer, Michael Zilm, Zoltán Peszkó, Hynek Farka, Nino Lepore, Thomas Fulton, Nikolay Lalov, Antoni Wit, António Lourenço, Félix Carrasco, Giuseppe Lanzetta, Osvaldo Ferreira.

Cantou com a Orquestra do Teatro Nacional de S. Carlos, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra do Norte, Orquestra Clássica do Porto, Orquestra Nacional do Porto, Orquestra do Algarve, Orquestra Sousa Carvalho, Orquestra da BRT, em concertos na Bélgica, a Orquestra Sinfónica Juvenil, o Coro e Orquestra Filarmónicos de Shanghai, no Festival Internacional de Música de Macau, a Orquestra da Ópera de Sófia, em concertos na Bulgária, a Orquestra da Welsh National Opera, em Cardiff, a Orquestra do Teatro Angrense, a Orquestra Clássica da Madeira, a Orquestra Emeritus, de S. Francisco, nos Estados Unidos da América, a Royal Philarmonic Orchestra, em Lisboa e no Porto, a Orquestra Gulbenkian, em Lisboa e Macau, a Orquestra Sinfónica Sant Cugat, em Barcelona, a Orquestra Filarmónica de Varsóvia e a Orquestra da Póvoa do Varzim.

Gravou para a RTP e para a RDP recitais de música espanhola com o pianista António Toscano, com quem se apresenta regularmente em público.

Cantou também com os pianistas Irene Stiglic, Armando Vidal, Carla Seixas, João Paulo Santos, Fernando Domingos, Fernando Fontes, Alan Branch, Francisco Sassetti, Vera Prokic, Xavier Parés e Nicholas MacNair.

Colaborou com o Real Teatro de Queluz.

Participou nos Encontros de Música da Casa de Mateus e no Festival Internacional de Música de Macau.

Foi premiada no concurso "Ópera e Belcanto", da Radiotelevisão Belga, em Gand.

Foram-lhe atribuídos os prémios "Tomás Alcaide" e "Nova Gente", pela sua interpretação do papel de Gilda, na ópera "Rigoletto", de Verdi.

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SítioSítio: elviraferreira.com

Correio electrónicoCorreio: elvira.ferreira@netcabo.pt

15 Fevereiro 2008

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FILIPA LOPES, SOPRANO

Filipa Lopes possui o Bacharelato do Curso Superior de Turismo. Estudou Canto com Amador Cortés Medina, Lia Altavila, Isabel Biu,  Elsa Saque e Filomena Amaro, com quem finalizou o Curso de Canto na Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa com elevada classificação. Efectuou cursos de aperfeiçoamento com Helmut Lips, Liliana Bizineche, Mercè Obiol e Montserrat Caballé. Cantou nas peças teatrais "As Suplicantes" (Teatro Municipal de Almada), "As Troianas" (Teatro Nacional D. Maria II), na cantata cénica "Sobre o Vulcão" (Encontros Acarte da Fundação Calouste Gulbenkian) e em gravações de discos e publicidade. Apresentou-se em concertos como solista na "Fantasia em dó menor" de Beethoven, "Oratório de Natal", de Saint-Säens (com a Orquestra Sinfónica Portuguesa), "Magnificat" de Bach, "Te Deum" de Inácio de Azevedo, em cenas das óperas "Peer Gynt" de Werner Egk e de Eduard Grieg, no "Te Deum" de Charpentier e em concertos de Lied e ópera.

No domínio operático destacam-se os papéis de Sacerdotisa na ópera "Aida" de Verdi (Operama Spectacular), Madame Herz na ópera "Der Schauspieldirektor" de Mozart (Operanova), Lia em "L'Enfant Prodigue" de Debussy (versão concerto), Cathleen em "Riders to the Sea" de Vaughan Williams (Acarte) e Carlota na ópera "As damas trocadas" de Marcos Portugal. Trabalhou sob a direcção de Erwin Liszt, Armando Vidal e João Paulo Santos, entre outros. É membro do Coro do Teatro Nacional de S. Carlos desde 1995, tendo também aqui interpretado diversos solos em concertos e óperas, nomeadamente em "Madama Butterfly", "A Raposinha Matreira", "Manon Lescaut" e "Turandot".

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12 Março 2006

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FILOMENA AMARO, SOPRANO

Natural do Estoril, Filomena Amaro frequentou o Curso Superior de Canto do Conservatório Nacional, tendo mais tarde trabalhado com Elizette Bayan. Posteriormente estudou belcanto e interpretação musical no Conservatório Tartini em Trieste com o professor Santé Rosolen e frequentou os cursos da RAI com Elisabeth Schwarzkopf. Foi aluna da Escola Superior de Canto de Madrid tendo privadamente sido discípula de Lola Rodriguez Aragon com quem fez aperfeiçoamento artístico.

Em Portugal apresentou-se em recitais e como solista de obras corais nomeadamente nos festivais de Sintra, Algarve, Madeira, Figueira da Foz, Coimbra, Espinho, Óbidos e Mateus, entre outros, sendo de destacar as actuações no Grande Auditório da Fundação Gulbenkian em Lisboa, no Teatro Nacional de São Carlos e na Radiotelevisão Portuguesa.

Cantou em Espanha, Itália e França, onde obteve assinalável êxito interpretando o «Stabat Mater» de Rossini, no Festival de Vaison La Romaine, 1986.

Finalista nos Concursos Internacionais de Canto em Parma e de Reggio Emilia na Itália, foi no Porto laureada com o 2.° prémio no Concurso Internacional de Canto Francisco de Andrade.

Adaptado da nota biográfica impressa de concertos na Sé do Porto, a 23 e 24 de Abril de 1987 (Missa em si menor BWV 232 de Johann Sebastian Bach).

02 Março 2007

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INÊS SIMÕES, SOPRANO

Inês Simões começou os estudos musicais na Fundação Musical dos Amigos das Crianças, onde aprendeu violino e piano. Integrando o coro de crianças desta escola, participou desde cedo em óperas no Teatro Nacional de São Carlos, como Perséfone, Street Sceene, La Bohème, Parsifal e La morte di Lazzaro. Aprofundou os seus estudos de piano com António Toscano e começou as aulas de canto com Lúcia Lemos.

Estudou durante um ano na Universidade de Évora, no curso superior de canto. Licenciou-se em canto na Academia Nacional Superior de Orquestra, na classe da meio-soprano Liliana Bizineche. Actualmente prossegue os estudos com a mesma a nível particular e com a soprano Susan McCulloch em Inglaterra. Está a especializar-se no repertório de canção em Amesterdão, no curso de aperfeiçoamento " International Lied Masterclass "para pós-graduados, com Udo Reinmann, David Selig e Rudolf Jansen.

Frequentou classes de aperfeiçoamento com Ricardo Visus, Manuel Cid, Eleane Netwing, Yvonne Minton, Loh Siew Tuan, Graham Johnson, Sarah Walker, Susan McCulloch e Rudolf Jansen.

Estreou-se como Bastienne em Dezembro de 2004 em Évora, sob a direcção de Max Rabinovich. Fez em Maio de 2006 o papel de Aminta da ópera Il Re Pastore de Mozart em Lisboa, Alcochete e na Maia, sob a direcção de Jean-Marc Burfin. Em Julho de 2008 interpretou o papel de Susanna da ópera Il Segreto di Susanna de Wolf-Ferrari, espectáculo integrado no Festival de verão do Convento dos Capuchos, numa versão de concerto com o barítono Diogo Oliveira e o maestro Kodo Yamagishi.

Deu o seu primeiro recital a solo no Palácio da Independência em Abril de 2006. A 10 de Outubro de 2006, fez um recital no Teatro D. Maria II, o qual foi transmitido em directo para a Antena 2. Em Julho de 2007 cantou num dos recitais do Festival do Estoril, como resultado da obtenção do Prémio de Excelência do Curso de Verão para Jovens Cantores Internacionais em Agosto de 2006. Participou num concerto aberto gravado em directo para a Antena2 em Fevereiro de 2008, com formação camerística de canto, clarinete e piano.

Foi um dos seis finalistas do Segundo Concurso de Canto Lírico da Fundação Rotária Portuguesa em Abril de 2008 e obteve o Segundo Prémio na modalidade de canto da Segunda Edição do Concurso para Jovens Intérpretes, Prémio "José Augusto Alegria", em Julho de 2008.

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Correio electrónicoCorreio: inesitalimpopo@sapo.pt

17 Agosto 2008

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JACINTA ALMEIDA, SOPRANO

Jacinta Almeida nasceu em Leiria, onde iniciou os estudos musicais de Piano e Canto, prosseguindo-os no Conservatório Nacional de Lisboa na classe da Professora Manuela de Sá. Deslocou a sua residência para Espanha, onde prosseguiu e concluiu o Curso Superior de Canto no Conservatório Superior de Música de Badajoz na Classe de Maria Coronada Herrera.

Obtendo a máxima classificação de fim de Curso, concorreu e venceu o «Gran Premio de Honor» no mesmo Conservatório Superior. Ainda na sua formação aperfeiçoa-se em master-classes com Liliana Bizinec, Gundula Janowitz e Galina Pisarenko em repertório e Carleen Graham em arte dramática.

Aperfeiçoa-se assiduamente com o tenor espanhol Ricardo Visus (Director de ópera na Universidade de Minnesota, USA). Na sua actividade musical, as suas actuações têm-na levado por vários países europeus e latinoamericanos: Espanha, Portugal, Inglaterra, França, Brasil, acompanhada de várias orquestras espanholas e portuguesas bem como de vários pianistas.

Como solista de oratória participou na estreia do Te Deum – obra para Orquestra, Coro e Solistas – do compositor do período romântico leiriense Inácio de Azevedo, no ‘Stabat Mater’ de Pergolesi, no Oratório de Natal de C. Saint-Saëns, no Stabat Mater de Rossini bem como na Fantasia Coral para Solistas, Coro, Piano e Orquestra de Beethoven.

No campo da Ópera, interpretou o papel de ‘Condessa’ em As Bodas de Fígaro e de ‘D. Elvira’ em D. Giovanni de Mozart. Preparou também papéis como “Fiordiligi” de Cosi fan tutte de Mozart, “Mìmi” de La Bohème, “Cio Cio San” de Madama Butterfly, “Lauretta” de Gianni Schicchi todas de Puccini e ainda outros papéis de óperas de Bellini, Donizetti, Rossini, Bizet e Verdi.

No campo da música contemporânea estreou várias obras do actual compositor português Vasco M. N. Pereira, apresentadas em diversos teatros espanhóis e portugueses, juntamente com a ‘Orquestra Luso-Espanhola’ e o pianista Amadeu d’Oliveira.

Actualmente apresenta-se em tournée de concertos em Espanha e Marrocos com o pianista espanhol Diego Ramos e em França com o pianista francês Eric Faria. Nos seus futuros compromissos (Abril de 2008) destaca-se uma digressão pelo Médio Oriente com o pianista Éric Faria, divulgando a música portuguesa e brasileira, tendo também sido convidada a ser professora do «I Curso de Canto de Damasco» na Síria.

De destacar ainda uma digressão de recitais pelos Estados Unidos da América, bem como a gravação de um CD de canções espanholas e portuguesas com o pianista Diego Ramos e ainda um segundo CD de música do compositor português Vasco Pereira com o pianista Amadeu Oliveira.

A par da sua carreira concertística, reparte a sua actividade pedagógica entre Espanha e Paris.

14 Março 2008

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JOANA SEARA, SOPRANO

Joana Seara iniciou os estudos musicais e de canto na Academia de Música de Santa Cecília e no Conservatório Nacional de Lisboa, sob a orientação de Elsa Saque. Foi membro e solista do Coro Gulbenkian durante seis anos e participou em inúmeros concertos, em Portugal e no estrangeiro, sob a direcção de Michel Corboz, Frans Brüggen, Fernando Eldoro, Jorge Matta, Michael Zilm, Claudio Abbado e Richard Hickox. Joana decidiu-se pelo canto solístico, tirando a Licenciatura, Mestrado em Performance e Curso de Ópera na Guildhall School of Music and Drama (GSMD), em Londres, com Laura Sarti. Participou também em cursos e classes de aperfeiçoamento orientados por Thomas Hampson, Thomas Allen, Felicity Lott, Christa Ludwig, Jill Feldman, Emma Kirkby, Graham Clark e Paul Kiesgen.

Enquanto estudante, foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, da Wingate Foundation, E M Behrens Charitable Trust e da Worshipful Company of Barbers. Prémios incluem o Worshipful Company of Glass Sellers Music Prize 2005 e um Sybil Tutton Award. Foi finalista na Handel Singing Competition 2007.

Joana já trabalhou como solista para companhias tais como English National Opera, Bampton Classical Opera, Independent Opera at Sadlers Wells, Opera Restor'd e British Youth Opera. Os seus papéis incluem Damigella (The Coronation of Poppea ), Juliet ( Romeo and Juliet de Benda), Margery (The Dragon of Wantley de Lampe) com a Akademie für Alte Musik Berlin, Dorinda ( Orlando de Handel), Nannetta (Falstaff), Despina e Zerlina, sob a direcção de maestros tais como Laurence Cummings, Gary Cooper, Paolo Olmi, Paul McGrath, Nicholas Kok e Mathew Halls. Foi membro do Coro de Glyndebourne para as produções de ópera do Festival de 2006. Recentemente, cantou o papel de Vespina (La Spinalba de Almeida) no CCB com os Músicos do Tejo e sob direcção de Marcos Magalhães.

Em concertos e recitais, Joana tem-se apresentado como solista, na interpretação de grandes obras como a Sinfonia nº 2 de Mahler, a Sea Symphony de Vaughan William e o Messias de Handel e, mais recentemente, na Paixão Segundo São João com os King's Consort, sob direcção de Mathew Halls. Apresentou-se no Festival de Handel 2008 e no Festival de Lieder de Oxford 2006 com os pianistas Bernard Robertson e Sholto Kynoch. Actua regularmente com o Ensemble Barroco do Chiado, sob direcção de Marcos Magalhães, e com a Orquestra Barroca Divino Sospiro, sob direcção de Enrico Onofri, com quem participou em concertos para os festivais barrocos de Ile de France, Ambronay e Mafra.

Planos futuros incluem Despina para Castleward Opera, na Irlanda do Norte e a gravação de "As Árias de Luisa Todi" com os Músicos do Tejo.

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01 Junho 2008

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LARA MARTINS, SOPRANO

Lara Martins

Lara Martins nasceu em Coimbra, cidade onde iniciou os estudos musicais.

Como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, continuou a sua formação na Guildhall School of Music and Drama em Londres, onde terminou o curso superior de canto, sob a orientação da professora Laura Sarti, com a mais alta classificação.

Em 2002 foi convidada para integrar o grupo de solistas do Centro Françês de Artistas líricos (CNIPAL) onde foi solista durante a temporada 2002/2003.

Foi premiada em diversos concursos de canto sendo de destacar o prémio Donizetti atribuído pela cantora Fiorenza Cossotto no concurso internacional de canto Jaumme Aragall em Espanha, o 2º prémio no Concurso Vozes Ibéricas em Portugal, English Song Prize (GSMD) e Anne Wiburd Award no Reino Unido e 1º prémio no concurso de interpretação de música do Estoril / Prémio El Corte Inglés.

A sua actividade solista abrange vários tipos de repertório desde a ópera, a canção e ainda a música sacra.

Em concerto destaca-se a sua participação no Festival "Christmas at Kremlin" em Moscovo (Exultate et Jubilate de Mozart ), Serenade to Music de Ralph Vaughan Williams no CCB acompanhada pela Orquestra Sinfónica Portuguesa, concerto de abertura para o Festival Internacional de Música do Estoril 2008, acompanhada pela orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Festival Internacional de Música «Tibor Varga» na Suíça com o violoncelista Brasileiro Márcio Carneiro (Bachianas Brasileiras nº 5 de Heitor Villa Lobos); em Marselha (Sete Canções Populares Espanholas de Falla), com a Orquestra Filarmónica de Marselha dirigida por Christian von Gheren; em Itália numa série de recitais para a Fundação Nicola Polidoro; na Opera de Avignon no concerto de Ano Novo (2007) acompanhada pela Orchestre Lyrique de Région Avignon-Provence dirigida por Dominique Trotein.

Participou ainda em diversas galas de ópera de onde se destacam actuações no Vilar Floral Hall (Royal Opera House, Convent Garden), Opera de Marseille e Opera de Toulon.

Em Portugal,colabora com as principais orquestras nacionais e apresenta-se frequentemente em recital com o pianista João Paulo Santos com quem colabora regularmente, sendo de destacar apresentações na Fundação Calouste Gulbenkian / Ciclo novos Intérpretes e no Teatro Nacional de São Carlos / Ciclo D. João VI e Napoleão, Música em Tempo de Guerra / Cistermúsica-Festival internacional de Música de Alcobaça.

No domínio da ópera, destacam-se as apresentações nos papéis de: Sofia (Signor Bruschino) para a Opéra National de Bordeaux; Elvira (L'italiana in Algeri) e Voz na Igreja/Vendedeira/ Mulher (O Nariz, Schostakovich) para o Teatro Nacional de São Carlos; Susanna (Le Nozze di Figaro) para o Teatro da Trindade; Despina (Cosi fan Tutte) para os Festivais de Outono e Teatro Rivoli no Porto; Princesa Hirvaia (Dick Whinttington, Offenbach) no Bloomsbury Theatre (Londres); Paracha (Mavra, Stravinsky) no CAM da Fundação Calouste Gulbenkian e Festival Internacional de Música da Madeira; Despina (Così fan tutte) para a Swansea City Opera; Blondchen (Die Entführung aus dem Serail) na Ópera de Marselha; Madame Siberklang (Die Schauspieldirektor, Mozart) Festival Internacional de Música do Algarve, Ernestine (Monsieur Choufleuri, Offenbach) no Teatro Gil Vicente em Cascais.

Durante a presente temporada interpretou o papel de Kristin na estreia Italiana da ópera Miss Julie do compositor Belga Philipe Boesmans no Teatro Comunale di Bolzano em Italia com direcção de Joana Carneiro; Adina em L'Elisir d'Amore para a Swansea City Opera numa extensa digressão pelo Reino Unido; Flaminia em Il Mondo della Luna de Haydn em digressão pelo Reino Unido com direcção de Oliver Gooch e encenação de Jeff Clark, estreia de duas pequenas óperas a Circus Tricks e a Far Away and Long Ago de Michael Henry e Laura Bowler no prestigiante festival de ópera contemporânea Tête à Tête Opera Festival em Londres; Elvira em L'Italiana in Algeri no Centro de Artes e espectáculos da Figueira da Foz numa produção do Teatro Nacional de São Carlos

Destacam-se ainda, concertos na Glazunov Art Gallery em Moscovo acompanhada pela Kremlin Chamber Orchestra dirigida por Misha Rachlevsky; recitais com o pianista João Paulo Santos no Teatro Nacional de São Carlos, Reitoria da Universidade Nova de Lisboa e Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra e a gravação de árias de David Perez, Nicola Piccini, Bernardo Ottani, para um documentário de homenagem a Luísa Todi realizado por Rui Esteves para RTP.

Compromissos futuros incluem ,entre outros, 5ª Serva em Elektra de Richard Strauss com direcção do maestro Gustav Kuhn, para os Teatros de Piacenza, Modena, Ferrara e Bolzano.

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01 Outubro 2009

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LIA ALTAVILLA, SOPRANO

Lia Altavilla iniciou os estudos de canto aos 16 anos com Jorge Croner de Vasconcelos, ingressando mais tarde no Conservatório Nacional de Lisboa como aluna de Joana Silva, com quem terminou o Curso Superior com a classificação de 19 valores. Estudou em Lucerne e frequentou os Cursos de Santiago de Compostela e, na mesma cidade, os Cursos de Música Antiga. Fez parte do Octeto de Madrigalistas dirigido por Fernando Eldoro, e do Coro Gulbenkian, onde colaborou também como solista. Como bolseira da Gulbenkian, aperfeiçoou os seus estudos em Paris e em Madrid.

Desde 1977, fez parte do Grupo de Cantores Residentes do Teatro Nacional de São Carlos, onde permaneceu até à sua extinção, tendo desempenhado papéis principais nas óperas "Vingança da Cigana", "Spinalba", "Guerras de Alecrim e mangerona", "Amor Industrioso", "La Bohème", "O Segredo de Suzana" e outras, destacando-se as mais recentes "As Walkirias" e "Amor das Três Laranjas". Paralelamente à ópera, tem desenvolvido grande actividade como cantora de concerto, com diversas orquestras e em muitos pontos do país. Gravou para a RDP e para a RTP. No estrangeiro, destacam-se as actuações no Centro Cultural Gulbenkian de Paris e diversas "tournées" a Angola, Moçambique, Zimbabwe e Alemanha. A convite da Fundação Oriente, vários concertos na Índia e em Macau. No Festival dos Cem Dias, desempenhou o papel de "D. Elvira" na ópera "D. Giovanni". E a convite da Expo 98, deu dois concertos.

Desempenhou durante sete meses um papel ao lado de Rita Ribeiro, na peça "Master Class de Maria Callas", encenada por Filipe La Féria. Tem-se apresentado em concertos diversos em Portugal, não só acompanhada ao piano ou por pequenos grupos de câmara, como também por orquestras, interpretando as mais variadas árias de ópera, destacando-se o encerramento das festas da cidade de Lisboa 99, num mega-concerto com a Orquestra do Norte. Gravou há pouco tempo a obra integral para canto e piano de Francisco de Lacerda.

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07 Janeiro 2005

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LILIANA SOFIA COELHO, SOPRANO

Natural de Braga, Liliana Sofia Coelho frequentou o Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga. Licenciou-se com distinção em Canto na ESMAE.

Ao longo do seu percurso teve a oportunidade de estudar com Manuela Bigail, Peter Harrison, Galina Pisarenko, José de Oliveira Lopes, Rui Taveira, Norma Silvestre, António Salgado, Isabel Malaguerra, Jeff Cohen, Jill Feldman, Muriel Coradini, Graziela Calvani, Jaime Mota, Philip Langridge, Tara Harrison, Marieke Spaans, Lada Valesova, François de Le-Roux, Eugene Asti, Ingrid Kremling, Enza Ferrari, Laura Sarti. Foi dirigida pelos maestros Pierre-Andre Valades, Peter Bergamin, Martin André, Laurence Cummings, William Lacey, Luís Carvalho, António Saiote, António Sérgio, José Manuel Pinheiro, German Cáceres e António Baptista. Interpretou a 4ª Sinfonia de Mahler com Josep Caballe-Domenech e a 3ª Sinfonia de Carl Nielssen com Hannu Linto.

Estreou-se em ópera com o papel de Cousinière em O rouxinol de Stravinsky, entretanto interpretou a Fúria de L'ivrogne corrigé de Gluck, La Voix Humaine de Poulenc, Hoodpeecker em A raposinha matreira Janacek, Vespina em La Spinalba de Francisco António de Almeida, Duquesa em A bela adormecida de Respighi e Lucy da ópera Dreigroschenoper de Kurt Weill.

No domínio da oratória interpretou: Chichester Psalms de Leonard Bernstein, Gloria de Vivaldi, La Giuditta de Francisco António de Almeida, Gloria a 7 voci de Monteverdi, Magnificat de J. S. Bach, Magnificat e Gloria de Vivaldi, Requiem de Mozart, Te Deum de Charpentier, o Requiem de Fauré e a Paixão Segundo S. João de Joaquim dos Santos. Em Maio de 2009 interpretará a Criação de Haydn sob a batuta de Joana Carneiro.

Fez parte do projecto Estúdio de Ópera da Casa da Música do Porto até à sua extinção.

Em recital fez a estreia absoluta do ciclo Os frutos dos Anjos de Nuno Corte Real na Casa da Música e tem vindo a desenvolver um novo projecto de música portuguesa com o pianista David Baptista Ferreira.

Faz parte do corpo docente da Academia de Musica de Barcelos e do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga.

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10 Dezembro 2008

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LIZA VEIGA, SOPRANO

Em 1992, Liza Veiga iniciou a sua carreira artística no Teatro C. A. C., de Torres Vedras. Em 2001, gravou um álbum de música ligeira, apresentando-o em espectáculos por todo o País e estrangeiro, assim como em várias actuações televisivas. Demonstrando grande apetência para o canto lírico, pelo qual optou, iniciou os seus estudos na Escola de Música do Conservatório Nacional, de Lisboa, na classe do cantor José Carlos Xavier.

Realizou concertos no Salão Nobre do Conservatório Nacional, Salão Nobre do Palácio Foz, Museu da Música, Igreja de São Sebastião (Setúbal), Salão Nobre dos Paços do Concelho de Setúbal, entre outros. Integrada num projecto do Atelier de Ópera da EMCN, realizou cerca de doze récitas da ópera "Die Zauberflöte", de Mozart, interpretando a personagem da Rainha da Noite, nomeadamente no Teatro da Trindade, Quinta da Regaleira, Palácio da Ajuda, e Quinta da Bacalhoa, com encenação de Jorge Listopad. Interpretou a personagem de Despina, da ópera "Cosi fan tutti", de Mozart, apresentada no Jardim de Inverno do Teatro São Luiz e no Cine-Teatro da Amadora, com encenação de Jorge Listopad. Participou num Concerto Lírico no Festival Internacional FIAR, em Palmela. Cantou a protagonista, Kate, do musical de Cole Porter, "Kiss-me Kate", ao lado do barítono Luís Rodrigues, no Teatro São Luiz, integrado na série Os Grandes Mestres do Musical Americano, dirigidos por Nuno Feist, com encenação de João Pereira Bastos.

Há cerca de um ano que se encontra na Alemanha com a Karl-Heinz Stracke Inter-World Production, protagonizando Christine, da opereta "Phantom der Oper", em versão alemã, havendo actuado na Filarmónica de Munique, Teatro de Hannover, Teatro de Sttugart, Teatro de Frankfurt, entre muitos outros. Em 2004, participou no Concurso Internacional de Canto de Bilbao, tendo-se classificado entre as melhores oito vozes femininas, num ratio de 152 concorrentes.

Como cantora lírica, lançou em 2004 o seu primeiro álbum, no qual, entre outras, interpreta árias das óperas "La Traviata", "Lúcia di Lammermoor", "Die Zauberflöte" e "Les Contes de Hoffman", produzido pela Editora Chiado Records e editado por Som Livre (Sony Music). Apresentou-se recentemente em Espanha e Portugal, em concertos com a Orquestra de Cascais e Oeiras, interpretando obras de Marcos Portugal, João de Sousa Carvalho e Wolfgang Amadeus Mozart, sob a direcção de Nikolay Lalov.

19 Maio 2006

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LÚCIA LEMOS, SOPRANO

Após ter estudado Psicologia durante 3 anos, Lúcia Lemos terminou o curso superior de canto em Lisboa. Prosseguiu os seus estudos em Londres sob a orientação de Peter Harrison e Delia Lindon. A sua formação e investigação continuam até à data com a frequência de vários cursos vocais, musicais, de expressão dramática, movimento e comunicação (com Howard Sonnenklar, Polina Klimovitskaya, Jill Feldman, Paula Anglin, Bryan McHugh, Rudolf Knoll, Enza Ferrari, entre outros).

Foi membro do Coro Gulbenkian e colaborou com os Segréis de Lisboa.

Tem-se apresentado como solista em recitais com piano, guitarra ou contrabaixo por todo o País, Açores, Madeira, Inglaterra e Moçambique, em repertório que vai da Canção Francesa, Espanhola e Portuguesa, ao Lied, à Ópera, ao Musical e à Música Contemporânea. No âmbito desta última, escreveram para a sua voz os compositores Clotilde Rosa, José Júlio Lopes, Roberto Perez e Achille Picchi.

Os grupos "Música para Soprano e Contrabaixo", "Anda Jaleo", "Castafiore Trio" e "Vozes da Broadway" são marcos do seu percurso diversificado, aliando uma forte vertente teatral ao canto lírico, nomeadamente sob a orientação dos encenadores Carlos Wallenstein, Adolfo Gutkin (no Festival de Lisboa) e Keith Davis.

Colaborou também com as orquestras Olissipo no Festival de Outono, da A. A. Música ("Magnificat" de Vivaldi), da Fundação Musical dos Amigos das Crianças, e com a Orquestra Lusitana; no domínio da Música Antiga trabalhou com a "Capela Real" (Festival de Mafra no "Te Deum" de António Teixeira e no Festival dos 100 dias no "Glória" de Vivaldi), com as "Vozes Alfonsinas" (Festival de Évora), e com o grupo "Flores de Música". Participou também, com a "Contr'Orquestra", no espectáculo "Contrabaixos não há argumentos", e no Festival de Outono em Aveiro com o recital de Lied "Polaridades".

Em ópera representou os papéis: "Corifeu" em "Amor de Perdição (S. Carlos e Bruxelas-Europália 1991), "Polly" em "The Beggar's Opera de Gay/Peppush (The Lisbon Players), "Jou-Jou" em "A Viúva Alegre" (Festival de Macau), "Annina" em "La Traviatta" (Acarte), "Nerfertiti" em Nefertiti (Teatro da Trindade), e "Jenny Diver" em "The Beggar's Opera" de Britten (Teatro Aberto).

Como actriz/cantora participou nas peças "Beileira" e "Artaud-Estúdio" (Lisboa e Festival Ponti do Porto); teve também pequenas colaborações em cinema ("Xavier") e em vídeo.

É professora de técnica vocal e canto desde 1987, tendo leccionado no Chapitô, Juventude Musical portuguesa, IFICT, Teatro Maizum, Escola de Música de Linda-a-Velha, Acarte, Fórum Dança, TVI, Teatro Nacional D. Maria II, Cursos de Música de Cascais, Universidade Moderna, CEM, Orfeão de Leiria, em paralelo com um extenso trabalho a nível privado, com cantores, actores, bailarinos e locutores. Tem orientado seminários de voz por todo o País, e em França, nos quais trabalha também a presença em palco e a comunicação, bem como as vertentes terapêuticas do trabalho vocal: expressão individual, presença a si, criatividade.

É titular das Pós - Graduações em "Arte, Terapia e Movimento", e "Somato-psicopedagogia", sob a orientação de Danis Bois, integrando na sua abordagem a Fasciaterapia e o Movimento Sensorial, nomeadamente na abordagem de problemas vocais (ou dolorosos) ligados ao stress ou a práticas musicais de esforço.

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MoradaLúcia Lemos

Rua da Bempostinha, 37 1º E

1150-065 Lisboa

Portugal

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28 Setembro 2006

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LUÍSA BARRIGA, SOPRANO

Nascida em Lisboa em 1979, Luísa Barriga é diplomada pela Academia de Música de Santa Cecília e Escola Superior de Música de Lisboa, onde estudou com Elsa Saque e Luís Madureira, colaborando também com Helena Pina Manique, Olga Prats, Nuno Vieira de Almeida e Stephen Bull. Participou em cursos de Canto e classes de aperfeiçoamento em Portugal, Alemanha e Áustria, com Gundula Janowitz, Hilde Zadek, Manuel Cid, entre outros.

A sua estreia em Ópera realizou-se no ACARTE/CAM da Fundação Calouste Gulbenkian em 2000 em "Guerras de Alecrim e Manjerona" (D. Clóris), seguindo-se a sua participação nos elencos das óperas "As Bodas de Fígaro" (Barbarina), "Rigoletto" (Condessa de Ceprano/Pagem), "L'Ivrogne Corrigé" (Colette), "A Raposinha Matreira" (Galinha da Índia/Coruja). Interpretou igualmente excertos das óperas "The Rape of Lucretia" (Lucia), "A Midsummer Night's Dream" (Tytania),"Candide" (Cunegonde) e "L'Enfant et les Sortiléges" (Le Feu). Interpretou também "Le Fifre Enchanté" (Coraline) de Jacques Offenbach e "Ottone" de Handel (Teofane) no Grande Auditório da Casa da Música em 2005. Estreou obras dos compositores portugueses Eurico Carrapatoso e Fernando das Neves Lobo no espectáculo "Inezeléctrica"no Salão Nobre do Teatro Nacional de São João.

Tem sido convidada para diversas interpretações de obras com texto narrativo como "Dracula" de David del Tredici (Estreia Europeia), "Christian Zeal and Activity" de John Adams, "O Carnaval dos Animais" de Saint-Saëns, excertos da Ópera "Philomela" de James Dillon, apresentada no Rivoli do Porto, produção que irá a Estrasburgo e Paris e o papel de Fada Verde na ópera "A Bela Adormecida" de Respighi.

Actuou com o Remix Ensemble, com a Remix Orquestra, com a Orquestra Clássica da Madeira, com a Orquestra Capela Real e com Orquestra Artave sob a direcção de Rui Massena, Jean-Marc Burfin, Martin André, Manuel Ivo Cruz, Pierre-André Valade, William Lacey e Jonathan Stockhammer. Integra actualmente o grupo de cantores do Estúdio de Ópera do Porto/Casa da Música, onde trabalha sob a orientação de Peter Harrison. Tem participado nos recitais mensais temáticos relacionados com este projecto de jovens cantores. Recebeu o Prémio Bocage no Concurso de Canto Luísa Todi em Junho de 2005.

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14 Outubro 2005

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MAGNA FERREIRA, SOPRANO

Natural de Estarreja, Magna Ferreira é licenciada em Canto pela Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo e Mestre em Estudos da Criança, especialização em Educação Musical, pela Universidade do Minho, onde defendeu a tese sobre o tema "Contributos para um Cânone da Ópera Infantil Portuguesa".

Foi membro do Estúdio de Ópera da Casa da Música onde trabalhou com Peter Harrison (Técnica Vocal), Jeff Cohen, Giuseppe Frigeni, Cornelia Geiser, Graziela Galvanni, Lorna Marshall, entre outros. Frequentou diversas classes de aperfeiçoamento de Canto (Dalton Baldwin, Rudolf Knoll, Gundula Janowitz), Música Antiga, Direcção Coral e/ou Orquestral (Gerald Kegelman, Ernst Shnell, Jos Vermunt, Cesário Costa). Trabalha regularmente com Jill Feldman, Richard Levitt e Ana Mafalda Castro (Música Antiga).

Apresentou-se em diversos festivais, com destaque para: Festival Internacional de Música de Gaia (2000), Festival Internacional de Coros de Puebla - México (2002), Festival Internacional de Música de Mafra (2002, 2003, 2004), Festival Obra Aberta da Casa da Música (2003), Festival de Paços de Brandão (2004).

Como solista, destaca-se a sua participação na estreia mundial de "Canticum Canticorum", de João Heitor Rigaud; na ópera "The three sisters", de Ned Rorem; na estreia moderna de "Joaz" (no papel de Athalia), de Benedetto Marcello; na estreia moderna de repertório do Convento de Ave Maria no Porto (Séculos XVIII e XIX).

Tem cantado com diversas formações, entre as quais, os grupos "Udite Amanti" e “A Imagem da Melancolia”, “Remix Ensemble”, “Remix Orquestra”, Orquestra “Artave”, Orquestra “Sine Nomine”, Orquestra do Norte e Orquestra do Minho.

Como maestrina tem dado especial importância à Música Portuguesa e à Música Vocal para a Infância. Colaborou com o Serviço Educativo da Casa da Música, com destaque para a preparação vocal da obra "Da primeira liberdade" (estreia mundial no concerto pré-inaugural do Grande auditório da Casa da Música), de Fernando Lapa.

Actualmente é professora de Coro no Conservatório de Música do Porto, de Canto no Curso de Música Antiga da ESMAE e no Curso de Direcção Coral na Universidade do Minho.

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TelemóvelTlm. (+00 351) 962 891 428

SítioSítio: magnaferreira.wordpress.com

SítioSítio: Dixit Dominus

SítioSítio: Classe de Conjunto do Conservatório de Música do Porto

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12 Março 2008

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MARIA ANA FLEMMING, SOPRANO

Maria Ana Flemming é natural de Miramar (Vila Nova de Gaia). Em 1986 terminou com alta classificação o curso Superior de Canto no Conservatório Nacional em Lisboa, na classe de Oliveira Lopes. Frequentou também diversos cursos de aperfeiçoamento artístico no âmbito da música barroca com professores como Kurt Equilux, Max von Egmont e Paul Esswood, além de Margarita Schack, e Rudolf Knoll, estes ultimos abrangendo um repertório que incluía também o Lied romântico e a Ópera. Em 1981 fez parte do Teatro Nacional de S. Carlos.

Tem-se apresentado regularmente em recitais de Canto e Orgão, tanto no Continente como nos Açores, com os organistas Domingos Peixoto, João Pedro Oliveira, António Duarte, Cristiana Spadaro e Antoine Sibertin-Blanc. Com este ultimo organista, foi convidada para cantar em festivais de Órgão como: Encontros de Música Ibérica para Órgão em Matosinhos, Festival de Órgão de Lisboa de Lisboa com um programa todo ele dedicado a J.S. Bach, Festival de Òrgão de Mafra.

Faz parte do Quantz Consort (música barroca) e do Trio Euterpion (Soprano, Flauta e Guitarra este com características diferentes do primeiro: repertório contemporâneo), com quem se tem apresentado em diversas cidades portuguesas e estrangeiras, concretamente em Itália. É frequentemente convidada a colaborar com outras formações de música de câmara (Canto e piano, Guitarra e Canto, pequenas orquestras de Câmara). Actualmente é professora de técnica vocal e repertório no Conservatório de Música de Aveiro.

16 Maio 2007

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MARIA JOÃO MATOS, SOPRANO

Natural de Braga, Maria João Matos é licenciada em Canto na classe de José Oliveira Lopes na ESMAE (Escola Superior de Música Artes do Espectáculo), com a máxima classificação.

Trabalhou em classes de alto aperfeiçoamento com José Oliveira Lopes, Claire Evangelist, João Lourenço, Galina Pisarenko, Mara Zampieri, Enza Ferrari entre outros.

Em 2003 obteve o 2º Prémio no Concurso Nacional Luísa Todi.

Integrou o coro de câmara "Portogalante Ensemble", dirigido pelo Maestro Filipe Veríssimo, com o qual se apresentou como solista no Festival Internacional de Música da Póvoa do Varzim e no Festival de Órgão do Palácio Nacional de Mafra.

Apresentou-se em Portugal, Espanha e Itália, sob a direcção dos maestros Cónego António Ferreira dos Santos, Filipe Veríssimo, José Ferreira Lobo, R. Taccuchian, Miguel del Castillo, Juliàn Lombana e Johannes Skudlik interpretando as partes solistas de soprano em: Missa da Coroação, Requiem e Missa brevis em Si b Maior de W. A. Mozart, Jephte de Carissimi, Cantata de Natal de R. Taccuchian, Requiem e Messe Basse de Faure, Magnificat e Oratório de Natal de J. S. Bach, Messias de Haendel, Missa Solene em Ré Maior de Otto Nicolai, Missa em Ré Maior de Dvorák, Missa em Sol M de Carlos Seixas, Cantata O Mártir S. Sebastião e Oratória de Natal do Cónego Ferreira dos Santos.

Em 2006 estreou-se na ópera como Condessa das Bodas de Fígaro de Mozart. Neste mesmo ano foi premiada com o "Prémio Helena Sá e Costa".

Em 2007 foi premiada com o "Prémio Lied" no "I Concurso Internacional Ciudad de Zamora" em Espanha.

Foi bolseira da Yamaha Music Foundation of Europe.

Canta regularmente com os pianistas Angel Gonzalez e João Lima e com o guitarrista Ricardo Cerqueira.

Trabalha repertório com o maestro Marc Tardue.

Na primavera de 2008 interpretou a personagem Mimi da ópera La Bohème de Puccini, uma produção da companhia de ópera espanhola Concerlirica.

Em 2008 obteve o "Premio Lied" no "II Concurso Internacional da Ciudad de Zamora" em Espanha.

No verão deste mesmo ano voltará a interpretar Mimi da ópera La Bohème de Puccini uma produção itinerante da companhia de ópera Concerlirica.

Hoje tem como seu mentor o tenor espanhol Francisco Lazaro.

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10 Junho 2008

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MARIA JOÃO MORAIS, SOPRANO

Maria João Morais nasceu em Lisboa e iniciou os estudos musicais no Instituto Gregoriano de Lisboa, onde estudou piano. Completou o curso geral de Canto Gregoriano e desenvolveu e cultivou o gosto pela arte do canto. Em paralelo, iniciou os estudos de Canto na Fundação Musical Amigos das Crianças com a mezzo-soprano Liliana Bizineche.

É licenciada em Gestão pelo Instituto Superior de Economia e Gestão. Mais tarde, ingressou no curso de Ciências Musicais na Universidade Nova de Lisboa onde concluiu três dos quatro anos dessa licenciatura. Iniciou o curso superior de Canto na Academia Nacional Superior de Orquestra sob a orientação de Liliana Bizineche vindo a concluir essa licenciatura em 2007.

Aperfeiçoou-se em Masterclasses com Teresa Berganza, José de Oliveira Lopes, Ragnar Ulfung, Katica Nikolic, Alessandro Pagliazzi, Elena Dumitrescu Nentwig, Isabel Alcobia, Claire Vangelisti, Carleen Graham, Elizabete Matos, Enza Ferrari e Susan McCulloch.

Como cantora tem-se apresentado com a Orquestra da FMAC sob a direcção de Leonardo de Barros, com a Sinfonietta de Lisboa sob a direcção de Paulo Lourenço, com a Orquestra Académica da Metropolitana, num concerto dedicado a canções dos compositores Gustav Mahler e Richard Strauss sob a direcção de Pedro Neves, com a Orquestra Sinfónica de Kristiansand sob direcção de Rolf Gupta, com a Filarmonia das Beiras sob a direcção de António Lourenço e com a Orquestra Metropolitana de Lisboa sob direcção de Michael Zilm.

No domínio da Ópera estreou-se em Dezembro de 2004 numa produção de La Serva Padrona de G. B. Pergolesi como Serpina sob direcção de Max Rabinovich. Em 2005, participou no D. Giovanni de W. A. Mozart em Opera Island Kristiansand como understudy do papel de Zerlina, onde trabalhou com Sir Jonathan Miller, Marc Soustrot, Rolf Gupta e Terry John Bates. Em Maio de 2006 participou numa produção escolar de Il Re Pastore de W. A. Mozart enquanto Tamiri sob direcção de Jean-Marc Burfin e com encenação de Paulo Matos. Em Julho de 2006 participou enquanto Zerlina no D. Giovanni de W. A. Mozart produzido em Aveiro sob direcção de António Lourenço e encenado por Carleen Graham (State University of New York - Potsdam).

Apresenta-se regularmente em recitais de canto e piano.

16 Novembro 2007

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MARIA JOÃO SOUSA, SOPRANO

Maria João Sousa nasceu em 1981, em Lisboa, e iniciou os estudos musicais aos 5 anos na Fundação Musical dos Amigos das Crianças (FMAC) nesta cidade, onde estudou Flauta de Bisel, Violino, Piano, tendo participado com o coro infantil sob a orientação do tenor Vitor Paiva em diversas óperas do Teatro Nacional de São Carlos.

Aos 18 anos, iniciou os estudos de Canto com a cantora romena Liliana Bizineche, com quem estuda regularmente desde então.

Aperfeiçoou-se com Teresa Berganza, Lella Cuberli, Ileana Cotrubas, Ragnar Ulfung, Allessandro Pagliazzi e Katica Nicolij.

É licenciada em Canto pela Academia Nacional Superior de Orquestra e em Ciências Musicais pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Frequentou igualmente na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa a licenciatura de Filosofia, variante História das Ideias.

Em Março de 2005 participou no Festival Peças Frescas, no Jardim de Inverno do Teatro S. Luíz, interpretando A Terra dos Sons de Pedro Sousa.

Realizou recitais e concertos na Casa Mateus em Vila Real, Câmara Municipal de Portimão na temporada de música Ciclo de Sons, na Sociedade de Geografia, no Palácio Foz, Centro Nacional de Cultura, Palácio da Independência, Museu dos Coches, Fábrica do Braço de Prata, Casa dos Açores em Lisboa, entre muitos outros auditórios e igrejas pelo País.

Estreou-se em ópera em Dezembro de 2004 no papel de Serpina na ópera La Serva Padrona de Pergolesi, sob a direcção de Max Rabinovich.

Em Agosto de 2005 participou no projecto Operaisland em Kristiansand (Noruega) onde foi suplente e trabalhou o papel de Zerlina da ópera D. Giovanni de W. A. Mozart sob a direcção de Marc Soustrot e encenação de Sir Jonathan Miller. Realizou lá concertos um dos quais com a Orquestra Sinfónica de Kristiansand sob a direcção de Rolf Gupta.

Em Maio de 2006, como projecto de ópera da ANSO, interpretou o personagem.

Elisa da ópera Il Re Pastore de W. A. Mozart, sob a direcção de Jean-Marc Burfin e encenação de Paulo Matos.

Em Agosto de 2006 participou no Operaplus, integrado no Festival do Estoril, onde trabalhou com Loh Sew-Tuan, Sarah Walker, Graham Johnson e Yvonne Minton.

Em 2007 participou no Prémio Jovens Músicos, categoria Voz, ficando entre os 9 semi-finalistas.

Em Novembro cantou em directo para a Antena 2, num recital de canto e piano com a pianista Marta Manuel, integrado no programa Concerto Aberto e obteve o 2º Prémio do Concurso "Prémio José Augusto Alegria", na Categoria Voz, organizado pelo Eborae Musica (Évora).

Em Janeiro de 2008 cantou novamente para a Antena 2, com Ian Mikirtoumov ao piano e na Biblioteca Municipal de Sintra, Casa Mantero, nas Comemorações dos 120 anos da Linha de Sintra a convite da Orquestra Metropolitana de Lisboa, com Marcos Magalhães no cravo. Este concerto foi repetido na Assembleia da República, em Março, na Sala do Senado.

Em Abril concorreu ao 2º Concurso de Canto Lírico da Fundação Rotária Portuguesa, ficando entre os 6 semi-finalistas.

Lecciona na Academia de Amadores de Música em Lisboa desde 2006.

CONTACTOS

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25 Maio 2008

TOPO
MARIA JOSÉ CARVALHO, SOPRANO
Maria José Ribeiro de Carvalho, soprano, professora de Canto, desde 1986, no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian (Braga), tem vindo a desenvolver um repertório específico com vista à difusão da música litúrgica e à interpretação de ópera. Tendo iniciado os estudos de canto com Manuela Bigail, prosseguiu-os no Conservatório de Gaia na classe de Fernanda Correia. Em 1994, concluiu o bacharelato em Canto na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (Porto), na classe de Oliveira Lopes e em 1999, concluiu o curso de Licenciatura em Canto, na mesma escola e com o mesmo docente. Actualmente, prossegue os estudos de interpretação e aperfeiçoamento vocal com Maria Cristina de Castro.

Em 1987, participou no Concurso Internacional de Canto Francisco de Andrade e, em 1988, esteve presente nas finais do Concurso da Juventude Musical Portuguesa. Mais tarde, em 1996, fez ouvir a sua voz no VIII Concurso Internacional de Músicos Cegos (República Checa), no XVIII Festival Internacional da Póvoa do Varzim e teve uma participação considerável no Fórum Cultural de Músicos Cegos em Estocolmo, na altura capital europeia da cultura.

Desenvolveu os seus estudos de interpretação, de repertório e de performance em classes de aperfeiçoamento levadas a cabo por prestigiados professores de currículo internacional, nomeadamente por Paul von Schilawsky, Lorraine Nubar, Dalton Baldwin, Peter Harrison, Aida Monastério e Liliana Bizineche. No âmbito nacional, trabalhou com os professores João Paulo Santos, Oliveira Lopes e Rui Taveira e com reconhecidos pianistas como Helena Sá e Costa, Fernando Jorge de Azevedo, Jaime Mota e Radumira Schlegrová.

No âmbito concertista, tem interpretado árias e cenas de diversas personagens da Ópera Romântica, tais como Tosca (Tosca, Puccini), Mimi (La Bohème, Puccini), Julieta (I Capuletti e Montecchi, Bellini), Aida (Aida, Verdi), Rusalka (Rusalka, Dvorak), Margarida (Mefistofele, Boito). No âmbito da Ópera Barroca e Clássica, tem apresentado diversos papéis em árias e cenas, tais como a Condessa (As Bodas de Fígaro, Mozart), Zerlina e Dona Elvira (Don Giovanni, Mozart), Dido (Dido e Eneias, Purcell) e Cleópatra (Júlio César, Händel). Incluem-se, ainda, no seu repertório, ária, canções e motetos de Mozart, Giordani, Caccini, Stradella, Pergolesi, Caldara, o Vocaliso de Rachmaninov, as Canções Populares Gregas de Ravel, Lied de Richard Strauss.

No âmbito da Oratória, cantou já o Stabat Mater de Pergolesi, árias das Paixões de Bach, o Salve Regina de Händel, o moteto Exultate Jubilate de Mozart, árias do Gloria de Vivaldi e árias do Magnificat de Bach

No âmbito nacional, convidada por teatros, auditórios, museus, dioceses, câmaras, governos civis, pelo Ministério da Cultura e por entidades de promoção cultural, tem vindo a participar em Festivais de Música, tais como o Festival de Música Antiga (Loulé), o Festival de Outono de Rio Maior, o Festival de Música de Guimarães, o Projecto Sons da Fronteira (Minho) e o Festival Colombo (Madeira), e a dar concertos em teatros, igrejas e auditórios em mais de 60 concelhos por Portugal Continental e Ilhas.

19 Julho 2005

TOPO
MARINA PACHECO, SOPRANO

Marina Pacheco nasceu em Lisboa, em 1985. Após a sua participação no "7º Festival da Canção Infanto-Juvenil da Costa Azul" foi convidada por Antoniano de Bolonha, através da RTP, em 1994, para representar Portugal no concurso italiano "Zecchino D'oro".

Aos 13 anos, ingressou na escola de música Maiorff, na Maia, na classe de Canto de Pedro Telles, terminando o curso com 19 valores.

Em 2004, foi admitida na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Porto, onde teve como orientador na área do Canto José de Oliveira Lopes. Nesta escola trabalhou também com Rui Taveira, Norma Silvestre, Luís Filipe Sá, Constantin Sandu, António Durães e António Saiote, entre outros.

Participou em classes de aperfeiçoamento com Fernanda Correia e Jose Antonio Campo e num curso de "Pedagogia e Didáctica do Canto para a Voz Infantil" ministrado por Ana Leonor Pereira.

No âmbito da ópera refiram-se as apresentações feitas em contexto académico, como conclusão dos seminários realizados com Norma Silvestre, onde se destacaram os papéis de Gretel (da ópera "Hänsel und Gretel" de Humperdinck, em versão portuguesa) e Despina (de um excerto da ópera "Così fan tutte" de Mozart), e como resultado de um trabalho de Prática de Palco com a interpretação de Susanna (da ópera "As Bodas de Fígaro" de Mozart) no Teatro Helena Sá e Costa, sob encenação de António Durães e direcção de António Saiote. Em 2006, foi convidada para participar num projecto musical dedicado à comemoração dos 250 ano do nascimento de Mozart, onde contracenou com José de Oliveira Lopes e Mário Anacleto, com acompanhamento da pianista Paule Grimaldi - "Concerto comemorativo do Dia Mundial da Música" (Teatro Caracas, em Aveiro).

No âmbito da música de câmara, participou na inauguração da Casa da Música, integrando o Coro de Câmara dirigido por Barbara Francke. Em 2005, foi convidada para cantar no concerto de homenagem ao compositor e pianista Francisco Monteiro, no Rivoli. Com o trio canto, clarinete e piano formado em contexto académico sob coordenação dos professores Luís Filipe Sá e Constantin Sandu, interpretou obras de Händel, Mozart, Schubert, Spohr, entre outros (destacam-se as apresentações no Rivoli, no Hotel Porto Palácio, na Ordem dos Médicos, no auditório da APDL e da AMVP). Em Janeiro de 2006, foi convidada para uma parceria com a Casa dos Açores, na sequência de uma actuação comemorativa do Ano Novo.

Com o barítono Pedro Telles e o pianista Jairo Grossi tem dado vários concertos pelas cidades do Porto e de Lisboa, destacando-se as apresentações no Ateneu Comercial do Porto, no Auditório da Ordem dos Médicos, na Casa do Alentejo em Lisboa e no Clube Literário do Porto. Esta última actuação mereceu a publicação de um artigo, da autoria do Professor Catedrático Simões Netto, no Jornal "Primeiro de Janeiro" (2006).

No domínio da oratória, colaborou na obra "Ein Deutsches Requiem" de Brahms sob direcção de Barbara Francke. No final de 2005 assumiu um projecto com a Igreja da Lapa, no Porto, onde colabora com o Coro Polifónico e integra o grupo de câmara Portogalante, dirigido por Filipe Veríssimo, desempenhando igualmente funções de solista. Neste contexto foi também dirigida por Álvaro Cassuto e Jorge Matta. No final de 2006 foi convidada a integrar o Grupo de Câmara do Porto, fundado pelo organista Paulo Alvim, sob consultoria artística de Rui Taveira.

Em 2006, iniciou a sua actividade como professora de Canto. Integra o quadro docente da disciplina de Canto nas escolas de música Maiorff (colaborando com Pedro Telles e ministrando aulas de Iniciação e Formação Musical), Sete Bicas e Maimúsica.

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27 Janeiro 2004

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MARISA FIGUEIRA, SOPRANO

Marisa Figueira nasceu em Estarreja em 1977. Iniciou os estudos musicais na classe de violino do Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian. Mais tarde iniciou o curso de técnica vocal e repertório na classe de Ana Fleming. Finalizou o curso com distinção, o que lhe deu a oportunidade de realizar um concerto a solo com a Orquestra Filarmonia das Beiras. Marisa Figueira frequentou cursos de aperfeiçoamento vocal com Joana Silva, Rudolf Knoll, Stefania Maiardi, Claire Vangelisti e Ralph Döring.

A sua actividade profissional teve início com a sua admissão no Coro Gulbenkian, onde por diversas vezes participou como solista, trabalhando com os melhores maestros da actualidade. Interpretou grandes obras de referência do repertório de concerto e do repertório de câmara. Marisa Figueira participou recentemente na estreia absoluta da peça de teatro/ópera "Dying for love", integrada nos Encontros Acarte e apresentada no Grande Auditório Gulbenkian, tendo também interpretado "casta diva" de Bellini e "un bel di vedremo" de Puccini. Tem realizado recitais de Lieder com o pianista Nuno Vieira de Almeida, nomeadamente no ciclo de jovens cantores no Teatro São Luís e nos concertos ao vivo da Antena 2. Actualmente, prepara a fase final do Curso Superior de Canto da Escola Superior de Música de Lisboa, sob orientação de Elsa Saque.

27 Janeiro 2004

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MÓNICA LACERDA PAIS, SOPRANO

Natural do Porto, Mónica Lacerda Pais iniciou no Conservatório a sua formação concluindo os cursos de piano e canto. Seguidamente, realizou a licenciatura em canto na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto. Frequentou cursos com José Oliveira Lopes, Eliset Bayan, Jorge Vaz de Carvalho, Jill Feldman, Mathias Gerchen, Ileana Cotrubas, Liliane Bizinech, Gundula Ianowitz e Francisco Lázaro.

No domínio do oratório interpretou "Stabat Mater" de Pergolesi, "Glória" de Antonio Vivaldi, "Ode a Santa Cecília" e "Messias" de G. F. Haendel, "Mein Herz Swimmt im Blut" e "Magnificat", de Johann Sebastian Bach, "Missa da Coroação" e "Requiem de W. A. Mozart, "Requiem" de Gabriel Fauré.

No campo da Ópera interpretou Dido em "Dido e Eneias", Mónica em "The Medium" de Menotti, Clotilde em "Norma" de Bellini, Barbarina em "Bodas de Fígaro", Gianetta em "O Elixir do Amor" de Donizetti, Fenena em "Nabucco" de Verdi e Tosca numa adaptação produzida pela Orquestra do Norte em "Tosca" de Puccini. Nestas participações foi dirigida pelos maestros José Ferreira Lobo, Gunther Arglebe, Cesário Costa, Gaetano Soliman, Julian Reynolds, Marc Tardue e Álvaro Cassuto.

Em Julho de 2005 interpretou na Casa da Música "Poéme de L'amour et de la mèr" de Ernest  Chausson, com a Orquestra Nacional do Porto sob a direcção do maestro Marc Tardue. Com frequência realiza recitais acompanhada de piano e violoncelo, sendo frequentemente convidada pela Ordem dos Médicos, secção regional Norte, e pelo Palácio Foz, em Lisboa.

Em 2006, na Itália, fez a sua primeira internacionalização cantando árias como Casta Diva da "Norma" de Bellini, Avé Maria de "Otello", Vissi d'arte da "Tosca" e D. Elvira de "D. Giovanni", com a orquestra de Leopoli sob a direcção do maestro Alan Chircop. Os concertos tiveram lugar nos dias 7 de Junho, em Assisi, e 10 de Junho em Roma (dia de Portugal) na Igreja de Santo António dos Portugueses, estando prevista a edição de um CD com todo o concerto ao vivo.

Neste momento, vai regularmente a Itália complementar a formação com a mezzo-soprano Ambra Vespasiani. A 29 de Julho de 2006 interpretou o personagem D. Elvira da ópera de  Mozart - D.Giovanni, numa produção da Orqustra do Norte sob a batuta de José Ferreira Lobo. O próximo trabalho é a participação num festival de música em Inglaterra sob a batuta do maestro Alan Chircop e no Festival de Outono em Ripatransone (Itália).

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31 Julho 2006

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ORLANDA ISIDRO, SOPRANO

Orlanda Isidro nasceu em Évora em 1972, onde iniciou os seus estudos musicais com a idade de sete anos. Estudou violino e piano na Academia de Música de Évora. Aos 18 anos, iniciou os estudos de canto com Maria Repas Gonçalves. Foi membro do Coro Gulbenkian de 1992 a 1997. Em 1997, foi para a Holanda, onde concluiu em Junho de 2000 a pós-graduação em Canto pelo Conservatório Real de Haia, com Rita Dams, Lenie van den Heuvel, Marius van Altena. Trabalha desde 1994 com Jill Feldmann, Nico van der Meel, Marie-Claude Vallin, Elly Ameling, Diane Forlano, entre outros.

Reside na Holanda onde canta em vários grupos de música de câmara como o Amesterdam Baroque Choir, dirigido por Ton Koopman e o Coro de Câmara da Holanda; canta ainda em várias formações barrocas como os De Swaen e Musica Temprana e no Quinteto Kassiopeia, grupo vocal com repertório renascentista. Apresenta-se regularmente a solo, salientando-se a digressão europeia e gravação de CD da obra "Sonho de uma noite de Verão" de Mendelssohn, com o Coro Gulbenkian e a Orquestra do Séc. XVIII, dirigidos por Franz Brüggen, em 1997, e o projecto Ambronay 98, com digressão europeia da obra "Thésée" de Lully, dirigida por William Christie. Em Portugal, por ocasião do evento "Porto 2001", participou na ópera "The Turn of the Screw" de B. Britten, com direcção de Brad Cohen. Com um programa de Monteverdi, inserido no Festival de Cremona, Itália, apresentou-se com o maestro Ton Koopman.

Participou em várias competições e apresentações de Jovens Cantores, como Erna Spoerenberg, para apresentação de jovens solistas na classe oratória, na Holanda em 1999 ou o Concours International de Chant Barroque de Chimay, na Bélgica, onde obteve o 3.º Prémio (2002). Em Novembro de 2002 desenvolveu e aperfeiçoou os seus conhecimentos, como solista, na Academia "Le Jardin des Voix", em Caen, que foi seguida de uma digressão europeia, sob a direcção musical de William Christie e com a participação da orquestra Les Arts Florissants. É licenciada em Ciências Musicais pela Universidade Nova de Lisboa. O seu repertório abrange vários estilos e épocas musicais como oratória e ópera, com preferência pelo barroco, classicismo e música contemporânea.

10 Outubro 2004

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PALMIRA TROUFA, SOPRANO

Palmira Troufa concluiu os cursos superiores de Canto e Piano do Conservatório de Música do Porto, na classe das professoras Fernanda Correia e Hélia Soveral. Obteve os seguintes prémios: 1972 - 1º prémio (categoria B) Concurso de Canto do Centro Académico do Conservatório de Música do Porto; 1972 e 1973 - 1º prémio (categoria B) Concurso Gulbenkian de Canto; 1974 - 1º prémio do Concurso de Italiano Gulbenkian, 1º prémio (categoria A) Concurso Gulbenkian; 1982 e 1983 - 2º prémio nos 1º e 2º Concurso Internacional de Canto do Instituto de Estudos de Música Vocal, Vila Nova de Gaia. No primeiro destes concursos, obteve ainda o prémio Engº António de Almeida, para o melhor Cantor Português. Como bolseira da Fundação Gulbenkian, estudou em Paris e Londres com os professores Ré Koster, Pierre Bernac e Vera Rosza. Frequentou diversos cursos de aperfeiçoamento no País e no estrangeiro onde trabalhou com os professores Rudolf Knoll, Wilma Lipp, Paul von Schillawsky e Jeanne Deroubaix.

É frequentemente convidada a integrar júris de concursos nacionais de canto. Efectuou vários recitais e concertos em todas as grandes salas e teatros do País a convite das principais entidades promotoras destas iniciativas. Em 1977, estreia-se no Teatro Nacional de S. Carlos, na ópera "A Vingança da Cigana". Cantou neste mesmo teatro os seguintes papéis: D. Elvira de "D. Giovanni", Konstanza de "O Rapto do Serralho", Fiordiligi de "Così fan tutte", Condessa de "As Bodas de Fígaro", de Mozart, Belinda de "Dido e Eneias" de Purcell. Após a sua estadia no estrangeiro, em 1981, começa a integrar regularmente os elencos das principais produções do Círculo Portuense de Ópera, tais como: "A Vingança da Cigana" de Leal Moreira, "As Guerras de Alecrim e Manjerona" de António José da Silva, Euridice de "Orfeu" de Gluck, "Carmina Burana" de Carl Orff, Micaela de "Carmen" de Bizet, a Mãe de "Amahl e os Visitantes da Noite" de Menotti, Fiordiligi de "Così fan tutte" de Mozart, Rosina de "O Barbeiro de Sevilha" de Rossini, Violetta de "A Traviata" de Verdi, Butterfly de "Madama Butterfly" de Puccini. Inicia a sua actividade pedagógica na Escola de Música do Porto. Integra o Corpo Docente da Escola de Música Calouste Gulbenkian de Braga.

Actualmente é professora no Conservatório de Música do Porto. É Directora do Coro Infantil do Círculo Portuense de Ópera. Do seu trabalho com o Coro Infantil do Círculo Portuense de Ópera destaca "L'Enfant et Les Sortilèges" de Ravel, "Re: Frankenstein" com a companhia holandesa Stuffed Puppet Theatre, integrados respectivamente no VIII e IX Festival Internacional de Marionetes do Porto, os concertos integrados nos II, III e IV Encontros Internacionais de Coros da Cidade do Porto, a ópera "Tosca" de Puccini, cantata cénica "Carmina Burana" de Carl Orff,, a estreia mundial de "O lobo Diogo e o mosquito Valentim" de Eurico Carrapatoso, "The Prodigal Son" e "War Requiem" de Benjamin Britten. A convite da Casa da Música - Porto 2001 preparou as crianças que foram solistas na ópera "Brundibar" de Hans Krasa. Actualmente é Consultora Artística do Círculo Portuense de Ópera.

11 Janeiro 2005

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RAQUEL ALÃO, SOPRANO COLORATURA

Natural de Lisboa e licenciada em Professores de Educação Musical do Ensino Básico pela Escola Superior de Educação de Setúbal, Raquel Alão é coralista convidada do Coro do Teatro Nacional de S. Carlos, desde 2006, e coralista freelancer do Nederlands Kamerkoor, desde 2007. Concluiu em 2004 o Curso de Canto da Escola de Música do Conservatório Nacional, onde estudou sob a orientação de Filomena Amaro, com a classificação final de 20 valores. Participou recentemente no Concurso Nacional de Canto Luísa Todi, onde foi galardoada com o Terceiro Prémio para Voz Feminina.

Foi solista na Missa em Sol de Caldara; Missa Brevis em Sol M, Spatzen-Messe e Benedictus sit Deus de Mozart; In nativitatem canticum de Charpentier; Christus natus est de Du Mont, com o Coro de Santa Maria de Belém; Gloria de Vivaldi, com o Opus 21; Lauda Sion de Mendelssohn, Exultate Jubilate e Missa Brevis em Fá M de Mozart, com o Coro da Universidade Nova de Lisboa sob a direcção de João Valeriano; na cantata Nulla in mundo pax sincera de Vivaldi, com a Orquestra Divino Sospiro; A Sea Symphony de Vaughan Williams, com o Coral Lisboa Cantat, sob a direcção de Jorge Alves; e na cantata cénica Carmina Burana, de Carl Orff, com Leonardo Neiva e Carlos Guilherme, sob a direcção de Günter Neuhold, com a Orquestra Sinfónica Portuguesa e o Coro do Teatro Nacional de São Carlos.

Na ópera foi Amor na versão concerto de Orfeo ed Euridice de Glück; Flamínia na estreia moderna de Il Mondo della Luna de Pedro Avondano no âmbito do Atelier de Ópera da Escola de Música do Conservatório Nacional; e Eurídice em La Descente d'Orphée aux Enfers de Charpentier, sob a direcção de António Carrilho. Em Setembro de 2006 foi Königin der Nacht em Die Zauberflöte, no Festival Rota dos Monumentos na Cidadela de Cascais, com Keel Watson no papel de Sarastro e direcção de Jean Bernard Pommier, e em Fevereiro, Março e Maio de 2008 retomou o papel n' A Flauta Mágica para jovens, no Teatro Nacional de São Carlos, sob a direcção de Cesário Costa. Em Outubro de 2005 interpretou os Notturni a três vozes e três corni di bassetto de Mozart, com o Trio Stadler, Maria Luísa Tavares e Hugo Oliveira, num concerto integrado no IX Festival de Música de Mafra.

Em paralelo, é membro fundador do Banchetto Musicale Lusitania, grupo vocal e instrumental que se dedica à interpretação de música antiga. Em 2004, este agrupamento apresentou-se em concertos no território nacional e esteve, também, patrocinado pela Fundação Calouste Gulbenkian, no Rio de Janeiro, em Juiz de Fora e em Tiradentes em concertos integrados no XV Festival de Música Colonial e Música Antiga de Juiz de Fora, Brasil. Em 2006 o grupo participou, a convite de Maria Cristina Khier, no Festival de Musique du Haut-Jura, França, e fez ainda o concerto de abertura do X Festival Internacional de Música de Mafra.

Raquel Alão participa em master classes e cursos, dos quais se destacam as master classes dadas pelas cantoras Sarah Walker, Mara Zampieri, José Oliveira Lopes, Elisabete Matos e Elena Nentwig.

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23 Fevereiro 2008

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ROSA CALDEIRA, SOPRANO

Natural de Lisboa, Rosa Caldeira é, desde 1998, membro efectivo do Coro Gulbenkian. Concluiu em 2001 o Curso de Canto da Escola de Música do Conservatório Nacional, onde estudou sob orientação de Filomena Amaro, com classificação final bastante elevada.

Em paralelo, desenvolve, frequentemente como solista, um trabalho de interpretação de música antiga no agrupamento de câmara Concertus Antiquus, tendo também sido membro do Officium, grupo vocal dedicado à polifonia portuguesa, e da Camerata Fiorentina, um grupo de cinco cantores e baixo contínuo que se dedica à encenação de madrigais. É ainda membro do grupo vocal Voces Caelestes, dirigido por Sérgio Fontão, que aborda um extenso reportório, desde a música medieval à criação musical contemporânea. Com este grupo, é de destacar a sua participação como solista num concerto, em Dezembro de 2005, na Igreja de São Nicolau, em Lisboa, dirigido por Laurence Cummings, em que se interpretaram obras de Haendel, Alessandro Scarlatti e Avondano.

É membro fundador do Ave Eva, um grupo feminino que se dedica à interpretação de reportório medieval e do Banchetto Musicale Lusitania, um agrupamento vocal e instrumental com direcção artística de António Carrilho, que se dedica à reconstituição estilística da Música Antiga, bem como à consequente animação e encenação de espaços apropriados. Em 2004, este agrupamento apresentou-se em concertos no território nacional e esteve, também, patrocinado pela Fundação Calouste Gulbenkian, no Rio de Janeiro, em Juiz de Fora e em Tiradentes em concertos integrados no XV Festival de Música Colonial e Música Antiga de Juiz de Fora. Já no presente ano de 2006, a convite de María Cristina Kiehr, o Banchetto Musicale Lusitania obteve grande sucesso no XXI Festival de Musique de Haut-Jura (em França), tendo daí resultado vários convites para a sua participação em novas edições deste festival e de outros. Também este ano, o Banchetto abriu o X Festival Internacional de Música de Mafra.

A convite de Pedro Caldeira Cabral, Rosa Caldeira participou, como solista, num concerto pelo agrupamento Concerto Atlântico integrado no Festival Colombo, em Porto Santo. Como solista do agrupamento Azizi, participou este ano num concerto integrado no V Festival de Música Medieval de Carrazeda de Ansiães, que tem direcção artística de Pedro Caldeira Cabral.

Integra frequentemente formações de câmara no seio do Coro Gulbenkian em reportórios que se estendem do Renascimento português à música contemporânea. Ainda com o Coro Gulbenkian, é de destacar a sua apresentação como solista, dirigida por Michel Corboz, no "Stabat Mater" a 10 vozes, de Domenico Scarlatti, quer no território nacional, quer em Espanha (neste país, num concerto oferecido pelo Presidente da República ao Rei de Espanha).

A convite de Manuel Morais, a cantora integrou, em Agosto de 2006, os Segréis de Lisboa, para um concerto integralmente dedicado a Carlos Seixas, inserido no XXVIII Festival de Música Antigua de Daroca.

Rosa Caldeira integra ainda o La Nave Va - Ensemble Barroco. Dido & Aeneas, de Haendel, e "La Descente d'Orphée aux Enfers", de Charpentier, são duas óperas já apresentadas pelo grupo.

Participa em "masterclasses" e cursos, dos quais se destacam os cursos promovidos pela Academia de Música Antiga de Lisboa, em que tem ocasião de trabalhar com vários músicos, com especial destaque para a cantora Jill Feldman. Tem participado nos Cursos de Musica Antigua a Catalunya, sob a direcção artística de Jordi Savall e orientação vocal de Montserrat Figueras.

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22 Outubro 2006

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SANDRA MEDEIROS, SOPRANO

Sandra Medeiros

Sandra Medeiros nasceu S.Miguel, Açores.

Estudou no Conservatório Regional de Ponta Delgada, com Imaculada Pacheco. É licenciada em Canto pela Escola Superior de Música de Lisboa tendo integrado a classe da professora Joana Silva. Como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian e Centro Nacional de Cultura prosseguiu estudos de pós-graduação em canto com Julie Kennard e Clara Taylor na Royal Academy of Music (RAM) em Londres, onde se graduou com "Distinção", obteve o Dip. RAM e o prémio Amanda von Lob memorial Prize.  

Frequentou cursos de aperfeiçoamento em Portugal, Áustria, Espanha e Inglaterra com personalidades do meio musical erudito tais como Ileana Cotrubas, Teresa Berganza, Marimi del Pozo, Gundula Janowitz, Christiane Eda-Pierre, Liliana Bizineche, Richard Miller, Rudolf Knoll, Jill Feldmann, Paul Esswood, Robert Tear, Martin Isepp, Teresa Cahill, Paul Kiesgen, Rudolf Jansen, Udo Reinemann.

Foi premiada em concursos nacionais e nos concursos Isabel Jay Singing Prize e Elena Gerhard Lieder Prize em Londres. Foi finalista nos concursos Wigmore Award (Londres), XVII Concours International de Chant de Marmande (França) e no 2º Mediterrâneo International Opera Competition (Bari/Itália-2009). Obteve ainda, o 2º Prémio no V Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão no Brasil.

Gravou para a RTP, RTP-Açores, RTP1 e RDP (Antena 2).

A sua atividade como solista distribui-se pela música antiga, oratório, lied, melodie, canção do séc. XX e ópera, havendo já atuado sob a direção de ilustres maestros tais como Michael Corboz, Charles Mackerras, Laurence Cummings, Alberto Lysy, Giancarlo De Lorenzo, Lawrence Foster, Marc Minkowski entre muitos outros. Também atuou com as mais destacadas orquestras portuguesas e com as orquestras Barroca da RAM, Camerata Lysy de Gstaad e Sinfonia Varsóvia.

Tem colaborado em recitais com os pianistas João Paulo Santos, Nuno Vieira de Almeida, Alexei Eremine, Gabriela Canavilhas, Alessandro Segreto, Paulo Pacheco, Carla Seixas e Francisco Sassetti.

Tem participado nos principais festivais de música do seu país e nos de Macau, Plasencia (Espanha), Festival Musicatlântico (Açores), London Bach Festival e Brancaster Midsummer Music Festival (Inglaterra). Atuou ainda na Expo 98 (Lisboa), Expo An Meer 2000 (Alemanha) e na Festa da Música 2006 (CCB - Lisboa).

A música contemporânea portuguesa tem tido um papel de destaque na sua carreira tendo estreado obras de compositores como João Madureira, Carlos Marecos, Carlos Caires, Nuno Côrte-Real, Sérgio Azevedo, Luís Cardoso, Fernando Lobo, Hugo Ribeiro, Pedro Amaral, Rogério Medeiros, entre outros.

Do repertório de concerto interpretou obras de Bach, Schütz, Buxtehude, Vivaldi, Händel, Scarlatti, Pergolesi, Mozart, Haydn, Beethoven, Rossini, Poulenc, Saint-Saëns, Debussy, Bomtempo, Sousa Carvalho, Francesco Mancini, António Teixeira, entre outros.

No domínio da ópera os seus papéis incluem Barbarina (Nozze di Fígaro, Mozart) Princese (L'énfant et Les Sortiléges, Ravel), Gémea Siamesa (Corvo Branco, Philip Glass), Dragonfly (A raposinha matreira, Janacek), Frasquita (Cármen, Bizet), Serpina (La serva padrona, Pergolesi), Carlota (As Damas Trocadas, Marcos Portugal) e D. Anna (D. Giovanni, Mozart), Cardella (Lo Frate Nnamorato, Pergolesi). Em excertos de ópera interpretou ainda Armida (Rinaldo, Handel); Aspasia (Mitridate, Mozart); Susanna (Nozze di Fígaro, Mozart) e Conception (L'heure Espagnole, Ravel).

Trabalhou com os encenadores João Grosso, Paulo Matos, Carla Lopes, Cleber Papa, Anna Sweeny, Robert Wilson, John Ramster, William Relton, Robert Chevara e Luca Aprea.

No estrangeiro Sandra Medeiros atuou em Espanha, Luxemburgo, Alemanha, Inglaterra, Brasil e Uruguai.

CONCTACTOS

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20 Dezembro 2010

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SARA BELO, SOPRANO

Sara Belo nasceu em Lisboa, em 1975. Frequentou o Curso de Canto da Escola de Música do Conservatório Nacional, onde concluiu o 3º ano da disciplina de Canto sob orientação de José Carlos Xavier, o 5º ano de Formação Musical e outras disciplinas curriculares como Classe de Conjunto, Acústica, História da Música e Italiano. Frequenta o Mestrado em Estudos de Teatro na Faculdade de Letras de Lisboa. Tem a Licenciatura do Curso de Actores/Encenadores da ESTC onde trabalhou com professores, tais como: João Mota, Maria João Serrão, Anna Paula, Natália de Matos, Eugénia Vasques, Luca Aprea, Rui Mendes, Fernanda Lapa, Carlos Pessoa, Kot Kotecki, José Peixoto.

Como cantora e actriz integrou o elenco do musical "Os Sonhos de Einstein" com encenação de Cáudio Hochman no Teatro da Trindade onde interpretou a personagem Josette em 2005/06. Fez parte do elenco da peça "Ensaio sobre a Cegueira", baseado na obra de Saramago com o Teatro O Bando, encenação de João Brites, no Teatro Nacional de S. João e gravou, como cantora lírica, a obra Requiem pela Humanidade de Jorge Salgueiro. Cantou, como reforço, no coro do Teatro Nacional de S. Carlos de Dezembro de 2003 a Março de 2004, obras de Puccini e Ravel, entre outras. Como cantora e actriz integrou o elenco da peça "As Troianas" de Jean Paul Sartre sob a direcção de João Mota no Teatro Nacional D. Maria II (música de Eduardo Paes Mamede). Como cantora e actriz participou em "A Peregrinação", espectáculo de rua no espaço exterior da Expo98 sob a direcção do Teatro O Bando (música de Carlos Marecos). Como cantora e actriz, integrou o elenco da peça Peer Gynt de Ibsen produzida pelo Novo Grupo do Teatro Aberto, sob a encenação de João Lourenço, com música de Eurico Carrapatoso. Trabalhou como assistente de encenação de Jorge Listopad, colaborou na produção e integrou um dos elencos da ópera "A Flauta Mágica" de Mozart nos jardins da Quinta da Regaleira em Sintra nos meses de Julho e Setembro de 2002.

É professora de Voz da Escola Superior de Teatro e Cinema. Já leccionou noutras escolas como: Universidade de Évora, In Impetus, Espaço Evoé, Liga dos Amigos de Queluz.

Integrou, em 2001 o grupo de cantores da Ópera Buffa, tendo cantado ao longo de cinco meses no restaurante Biancha Fiori e outros. Fez também uma incursão na música jazz, tendo cantado este tipo de repertório no CCB, Fábrica da Pólvora, Cinearte, Teatro da Comuna, Bar Bêde Bar em Coruche e no restaurante Mássima Culpa.

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14 Maio 2006

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SARA BRAGA SIMÕES, SOPRANO

Sara Braga Simões tem-se destacado como uma das mais versáteis sopranos da sua geração desenvolvendo uma intensa actividade em Portugal, Espanha, França e Andorra.

Foi distinguida com vários prémios entre os quais Prémio Engenheiro António de Almeida (2001), 2º Prémio do Concurso Luísa Todi (2005) e Melhor interpretação de Música do Século XX no I Concurso Internacional Vozes Ibéricas.

Na próxima temporada, destaca-se a sua estreia como Pamina pelo Teatro Nacional de São Carlos e a sua participação na Gala de Ópera do Teatro de São Carlos, entre outros projectos.

Em ópera foi Susanna (Le Nozze di Fígaro), Zerlina (Don Giovanni), Gretel (Hänsel und Gretel ), Despina (Così fan Tutte), The Governess (The Turn of the Screw, Britten), La Princesse (L'enfant e les sortilèges, Ravel) Lauretta (La Donna di Génio Volubile, Marcos Portugal), Spinalba (La Spinalba, F. António de Almeida), Bela Adormecida (A Bela Adormecida, O. Respighi), Marta (Os Fugitivos, José Eduardo Rocha), Rowan (The Little Sweep, Britten), entre outros.

Em concerto, interpretou obras de compositores tão diversos como Vivaldi, Berlioz e Schoenberg entre as quais se destacam: Nuits d'étè de Berlioz, E vo de Berio, Trois poèmes de Stephan Mallarmé de Ravel, Te Deum de Dvorak, Shîr de João Pedro Oliveira, Magnificat de Vivaldi e Oratório de Natal - Saint-Saëns. Foi dirigida por maestros como Martin André, Marc Tardue, Osvaldo Ferreira, Laurence Cummings, Cesário Costa, António Pirolli, Peter Rundell, José Ferreira Lobo, Johannes Willig, Manuel Ivo Cruz, Brad Cohen, Armando Vidal, entre outros.

Sara Braga Simões licenciou-se em Canto pela Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto, continuou a sua formação no Estúdio de Ópera da Casa da Música. Foram seus mestres Manuela Bigail, Rui Taveira e Peter Harrison.

Actualmente recebe orientação de Elisabete Matos.

É também licenciada em Comunicação Social pela Universidade do Minho, tendo sido laureada com o Prémio APAP pela melhor classificação a nível nacional.

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25 Agosto 2007

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SÍLVIA CORREIA MATEUS, SOPRANO

Sílvia Correia Mateus concluiu em 2003 o Mestrado em "Music Theatre Studies" da Universidade de Sheffield. Obteve o primeiro prémio do Concurso Nacional Luísa Todi em 1993 e o primeiro prémio nacional de canto da Juventude Musical Portuguesa no ano de 1987/88. Diplomou-se com a classificação máxima no Curso Superior de Canto do Conservatório Regional de Gaia, na classe de Fernanda Correia, com quem continua a trabalhar.

Em ópera, representou os papéis de Rainha da Noite em "Flauta Mágica" de Mozart; D. Anna em "D. Giovanni" de Mozart, no Festival dos Cem Dias e na temporada de 98 do Teatro S. Carlos; Belinda e Primeira Bruxa em "Dido e Aeneas" de Purcell; Lucy em "The Telephone" de Menotti; "Carmina Burana "de Carl Orff; Professora em "O Cábula" de Fernando Correia de Oliveira; Violetta na "La Traviata" de Verdi; Gianetta no "Elixir de Amor" de Donizetti; Ascagne em "Os Troianos" de Hector Berlioz, nas temporadas de 97 e 98 do Teatro S. Carlos; Mary Turner em "Of Thee I Sing" de Gerschwing, no Festival de Macau 1998; Cupido em "Orfeu nos Infernos" de Offenbach, no Teatro S. Carlos; "Enfant" em "L'Enfant et les sortilèges" de Ravel; Aninhas em "O Doido e a Morte" de Alexandre Delgado.

Dedicando-se à Oratória interpretou "Oratória de Natal" de Saint-Saëns sob a direcção de Neville Marriner; o "Requiem", "Missa da Coroação" de Mozart, a "9ª Sinfonia" de Beethoven sob a direcção de Mário Mateus; "Missa Solene" de Rossini sob direcção de Gerald Kegelmann; "Missa Dó m" de Mozart e Magnificat de Bach sob a direcção de Ivo Cruz; "Te Deum" de Charpentier sob a direcção de Omri Hadari; "Missa em Láb" de Schubert e "Requiem Alemão" de Brahms sob a direcção de Eugénio Amorim; a "Criação" de Haydn sob a direcção do Maestro Michaell Zilm. Interpretou em estreia absoluta o Requiem "À Memoria do Infante" de Cónego Ferreira dos Santos sob a direcção do mesmo; o "Messias" de Handel sob a direcção de António Lourenço; "Ode a S. Cecília" de Handel sob a direcção de António Saiote; "Triunpf der Empisamkeit" de Ernest Krenet e "Egmont" de Beethoven sob a direcção de José Ramon Encinar; "Elias" de F. Mendelssohn sob a direcção de Wolfgang Schafer; "Exultate, Jubilate" de Mozart sob direcção de Pieralberto Cattaneo; "4ª Sinfonia" de Mahler.

Em 2005, participou no XIII Festival de Música de Câmara em Irpina, Itália; no IX concerto da temporada sinfónica de El Salvador sob direcção de José Iglésias Carnot e em parceria com o actor Rui de Carvalho fez a apresentação da Obra de Fernando Pessoa "O Mar Portuguez", musicada por Rui Soares da Costa. Em 2004, fez o concerto de abertura do Festival de Música de Alcobaça com peças de João Heitor-Rigaud, em estreias absolutas, à memória de Inês de Castro. Participou ainda no XXII Festival de Pontevedra e ainda em 2004 foi solista convidada para a Homenagem do 50º aniversário da carreira artística de Ivo Cruz. Participou no XIX Festival Internacional da Póvoa de Varzim, no IV Festival Internacional de Música de Gaia e no Festival de Teatro de Almada de 2002 em estreia absoluta de poemas de Sophia de Mello Breyner musicados por João Madureira e em parceria com os actores Luís Miguel Cintra e Manuela de Freitas. Em 2003, representou no Drama Studio de Sheffield, Miss Donnithorne's Maggot de Sir Peter Maxwell Davies, sob direcção do Maestro George Nicholson.

Em 2001, executou a Sequenza III de Luciano Bério com encenação de Andrea Gabilondo. Em 1998, participou no concerto de Páscoa em Fortaleza Brasil, sob direcção de Márcio Landi. Frequentou cursos de interpretação de Lied e Oratória com Paul von Schilhawsky, Illeana Cotrubas e Charles Spencer.

Fez parte do Grupo de Música Vocal Contemporânea, com o qual gravou um disco com obras de Fernando Lopes-Graça e Jorge Peixinho. Também gravou em CD o requiem "À Memória do Infante" do Cónego Ferreira dos Santos sob a direcção de Ivo Cruz e "Matuttino dei Morti" de Bontempo sob a direcção de Omri Hadari. Em 2001, efectuou um concerto em Roma de música portuguesa, concerto esse gravado ao vivo e do qual resultou a edição de um CD. Em 2003, gravou o Cd "Natal Português" sob direcção do Maestro Osvaldo Ferreira. Em 2005, gravou o CD, o "Mar Portuguez" com poemas de F. Pessoa e composição de Rui Soares da Costa.

Colaborou em concertos de Noites de Ópera organizados pelo CPO assim com em várias actuações na RTP e nas principais salas do país como Teatro S. Carlos, Gulbenkian, Centro Cultural de Belém, Rivoli, Teatro Camões, Coliseu do Porto, Teatro Carlos Alberto. Actuou em vários países como Portugal, Espanha, Inglaterra, Alemanha, Áustria, Itália, Brasil, China, Suécia, El Salvador.

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27 Setembro 2005

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SOFIA DE CASTRO, SOPRANO

Licenciada em Engenharia Informática pela Universidade Nova de Lisboa e University of Leeds, Inglaterra, Sofia de Castro deu início aos seus estudos de canto lírico na Juventude Musical Portuguesa em 1992. Terminou em 2004 o curso de Canto da Escola de Música do Conservatório Nacional na classe de José Manuel Araújo. Fez várias classes de aperfeiçoamento de técnica e interpretação vocal com vários professores, de entre os quais se destaca a Internationale Sommerakademie da Universidade Mozarteum de Salzburgo, Áustria, na classe de Rudolph Knoll, uma masterclass com Sarah Walker em Lisboa e um curso de canto em Avenches, Suiça, da organização do Festival de Ópera de Avenches. Tem actualmente aulas com os professores italianos Enza Ferrari (reportório) e Nicola Giusti (técnica). 

Desde 1994 até à actualidade representou o seguinte reportório: "Fernanda", na opereta "Dia de Festa", de Manuel Gírio e Maestro Redes Cruz - 1994; Espectáculo "The West End Show", na Universidade de Leeds, Inglaterra - 1995; Belinda, da ópera "Dido e Eneas" de Purcell, com o Atelier de Ópera do Conservatório - 2001; Papaguena, da ópera "A Flauta Mágica" de Mozart, com o Atelier de Ópera do Conservatório (versão portuguesa) - 2002; Foi solista na "Sinfonia Coral para Piano e Orquestra op. 80" de Beethoven, com a Orquestra do Algarve, sob direcção do maestro Cesário Costa - 2002; Espectáculo "No Gabinete do Dr. Caligari", com o Atelier de Ópera do Conservatório, onde interpretou excertos de várias óperas, de entre elas "Così Fan Tutte" de Mozart, no papel de Despina - 2003; Foi solista no "Summer Sunday" de Horovitz, sob direcção de Gabriela Canavilhas - 2003; Flamínia, da ópera "Il Mondo della Luna", de Avondano, em primeira audição moderna desta ópera - 2004; Espectáculo "Histoires des Fauves", com o Atelier de Ópera do Conservatório, onde interpretou Ravel (Histoires Naturelles), Caplet e Ned Rorem (Fables) - 2005; Esquilo, da ópera "Lo Scoiattolo in Gamba" de Nino Rotta (versão portuguesa), numa produção da Artemrede em colaboração com a Fundação Calouste Gulbenkian e o Teatro Nacional de S. Carlos, nos Cine-Teatros de Almeirim e Torres Novas - 2005.

Na temporada 2003/2004, foi reforço do Coro do Teatro Nacional de S. Carlos,  com o qual interpretou, entre outro reportório, a ópera "Turandot" de Puccini e a "Missa Solene" de Beethoven. Com o Coro na Companhia Portuguesa de Ópera, interpretou a ópera "O Elixir de Amor" de Donizetti. Apresenta-se regularmente em concertos na área da música lírica, musicais e música celta. Actuou em locais como o Salão Nobre do Conservatório Nacional, a Quinta da Regaleira, o Teatro da Trindade, o Jardim de Inverno do Teatro Municipal de S. Luiz, o Espaço 7 às 9 do Centro Cultural de Belém, o Museu dos Coches, e o Centro Cultural de Cascais.

Desde 2002 e anualmente, integra os Ciclos de Concertos "Música nos Claustros" e "Musicando", organizados por Eborae Musica, com concertos em várias localizações do Alentejo. No Natal de 2004 cantou num concerto de Natal no Centro Cultural Português da  Embaixada de Portugal em Bissau, Guiné, a convite do Instituto Camões, com o guitarrista Silvestre Fonseca, com quem continua a actuar em concerto regularmente.

Em 2006 integrou o elenco do espectáculo "Campo Pequeno outra vez em Grande" de Filipe la Féria, na qualidade de cantora lírica, com transmissão directa pela RTP1 e participou num espectáculo de ópera baseado no "Don Giovanni" de Mozart, levado à cena no Lux. Em 2007 Sofia cantou no coro de uma produção do "Messias" de Haendel, na Igreja de Arroios e participou no espectáculo de Filipe La Féria "Gala 7 Maravilhas", com transmissão em directo pela TVI e em vários concertos de música lírica acompanhada pela Banda Sinfónica da PSP. Trabalhou com vários directores, sendo de salientar José Manuel Araújo, José Manuel Brandão, Armando Vidal, Gabriela Canavilhas, Cesário Costa, João Paulo Santos, Jorge Listopad e Érica Mandillo.

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09 Junho 2007

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SÓNIA ALCOBAÇA, SOPRANO

Sónia Alcobaça iniciou estudos musicais aos oito anos de idade. Em 1988, entrou para a escola de música do Conservatório Nacional de Lisboa, no curso de piano, onde trabalhou com as professoras Helena Matos e Ana Valente. Em 1996 o diploma final. Ainda naquele estabelecimento de ensino, iniciou estudos de canto com António Wagner Diniz. Actualmente é aluna Bacharelada da Escola Superior de Canto e efectua Licenciatura na classe de Joana Silva.

Tem-se apresentado em concertos solísticos e de música de câmara, nomeadamente na Aula Magna, British Council, Instituto Goethe e Instituto Gregoriano de Lisboa. Em 1997 participou nos V encontros de música de câmara de Almada, sob a orientação de Fernando Fontes e Olga Pratts. Participou em "Master-classes" de Elis Battaglia, Christoph Progardien, Siegfried Mausere SiegfriedJerusalém. Em 1997 apresentou-se com a Orquestra Sinfónica Juvenil e coro da Escola Superior de Música de Lisboa, na missa em La bemol Maior de Schubert, sob a batuta de Christopher Bochmann em concertos comemorativos dos 200 anos de nascimento deste compositor.

Presentemente é membro efectivo do Coro do Teatro Nacional de São Carlos. Na temporada 1998/99 do Teatro Nacional de São Carlos, participou na ópera "Orpheée aux Enfers" de Offembach, sob a direcção do Maestro João Paulo Santos. Já na temporada 1999/2000 da Orquestra Sinfónica Portuguesa, foi solista na obra "De Profundis" de Óscar Espla dirigida por José Ramón Encinar. Na 36ª realização dos cursos Internacionais de Música da Costa do Estoril, sob a orientação cénica de Gottfried Wagner e direcção Musical de Cicholas McNair, interpretou a personagem Jessie em "Songspiel Managenay" de Kurt Weill e Bertold Brecht. Para o Ano de 2001 tem agendadas participações na Ópera de António José da Silva "Guerras do Alecrim e Mangerona", com direcção artística de Paulo Matos e direcção Musical de Stephen Bull, e na ópera "L´Élisir D'Amore" de G. Donizetti a apresentar na temporada de Ópera da OP-Companhia Portuguesa de Ópera, no Teatro da Trindade em Lisboa.

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SUSANA DUARTE, SOPRANO

Natural de Torres Vedras, Susana Duarte iniciou os estudos musicais na Escola de Música "Luís António Maldonado Rodrigues" na classe de Elsa Cortez. Licenciou-se em Canto na Escola Superior de Música de Lisboa, onde trabalhou com Elsa Saque, Nuno Vieira de Almeida, Olga Prats e Stephen Bull, entre outros, e em Ciências Musicais na Universidade Nova de Lisboa, onde frequenta actualmente o mestrado em Artes Musicais (Lied e Oratória). Participou em diversas classes de aperfeiçoamento, com Max Van Egmond, Helmut Lips, Hilde Zadek, Ralph Döring, Mara Zampieri, Walter Moore, João Lourenço, Claire Vangelisti e ateliers de ópera com Carleen Graham nos quais trabalhou cenas de óperas como Carmen, As Alegres Comadres de Windsor e As Bodas de Fígaro.

Conquistou o terceiro prémio no Concurso Nacional de Canto Luísa Todi em Junho de 2005.

No âmbito da disciplina de Interpretação Cénica da ESML, interpretou o papel de Anna Gomez da ópera The Consul de G. Menotti e o papel de Knabe, da ópera Der Jasager de Kurt Weil, ambas sob a direcção musical de Nicholas McNair e encenadas por Paulo Matos e Francisco Salgado, respectivamente. Integrou ainda o elenco de A Flauta Mágica numa produção na Cidadela de Cascais e foi First Witch e Second Woman em Dido e Eneias no festival de ópera de Óbidos.

Estreou, com a orquestra da EPABI sob a direcção de Nuno Dario, canções de José Atalaya orquestradas por Luiz de Freitas Branco. Colaborou também com a orquestra da ESML na obra Sonho de uma noite de Verão de F. Mendelssohnn, sob a direcção de Vasco Pearce de Azevedo. Participou nas comemorações dos 175 anos do Conservatório Nacional, no Teatro Camões, como solista na cantata D. Garcia de Jolly Braga Santos.

Tem realizado recitais de canto e piano com os pianistas Francisco Sassetti, Ana Jacobetty, Helder Marques e com Nuno Vieira de Almeida (no Ciclo Novos Cantores do Teatro São Luiz).

Apresenta-se regularmente em concertos de música antiga, integrando grupos como a Capela Lusitana, o Concerto Campestre, o Antiquos Ensemble, e o Grupo Vocal Olisipo, entre outros. Tem colaborado também com as Voces Caelestes e é membro do Coro Gulbenkian.

Participou na banda sonora do filme O Milagre segundo Salomé, do realizador Mário Barroso.

21 Setembro 2008

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SUSANA GASPAR, SOPRANO

Susana Gaspar iniciou os estudos musicais aos sete anos. Frequentou a classe de piano de Vera Prockic, na Escola Profissional de Música de Almada. Frequentou o curso de canto a Escola de Música do Conservatório Nacional com António Wagner Diniz terminando sob a orientação de Ana Paula Russo, com máxima classificação. Actualmente, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, estuda na Guildhall School of Music and Drama, em Londres, na classe da professora Susan Waters. Participou ainda em Master-Classes com Sarah Walker, Elisabete Matos e Mara Zampieri. Em 2004, frequentou um curso de ópera em Kortenberg (Bélgica) e em 2006 no Estoril onde trabalhou com Loh Siew Tuan, Graham Johnson, Ronny Lawers, Sarah Walker e Yvonne Minton.

No domínio da ópera representou os papéis de Papaguena, (Flauta Mágica, de W. A. Mozart), Serpina, (La Serva Padrona, de Pergolesi) e Euridice (Orfeo ed Euridice, de Gluck). Em Junho de 2005, representou no Teatro da Trindade o papel de Principezinho na estreia absoluta da ópera homónima, de Daniel Schvetz.

Cantou como solista o Benedictus da Missa Brevis de Haydn e o Magnificat de F. António de Almeida. Apresentou-se a solo com orquestra sob a direcção do Maestro Sérgio Dias. Recentemente apresentou-se no Grémio Lusitano num recital inteiramente preenchido com obras de Mozart.

Pertence desde 2000 ao Coro de Câmara de Lisboa dirigido por Teresita Gutierrez Marques, com o qual realizou concertos em Portugal, França, Espanha, México e Cuba, e gravou os discos A capella. Eurico Carrapatoso e O Natal na América Latina.

É membro fundador do grupo Alma Nua - Canto y guitarra, que se dedica à divulgação de modinhas luso-brasileiras, tendo-se apresentado em concerto em Portugal e França (Nice e Aix-en-Provence).

04 Setembro 2007

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TÂNIA VALENTE, SOPRANO

Tânia Valente nasceu em Lisboa em 1980. Começou a estudar música aos 6 anos, tendo realizado os estudos musicais secundários no Instituto Gregoriano de Lisboa. Licenciou-se em Canto na Escola Superior de Música de Lisboa. Posteriormente obteve, com distinção, o grau de LGSMD (“Licenciate by the Guildhall School of Music and Drama”) na área de “Music Recital – Voice”. Atualmente prossegue os  estudos no  Curso de Doutoramento em Música e Musicologia, variante de Interpretação na Universidade de Évora, onde é orientada por Rui Vieira Nery e co-orientada por Jorge Vaz de Carvalho. O seu trabalho de investigação – com o título “A Língua Portuguesa no Canto Lírico” -  tem como objetivo interpretar música em Língua Portuguesa e ao mesmo tempo estudar as especificidades fonéticas desta língua no contexto da música vocal.

Iniciou os estudos de Canto no IGL com Helena Afonso. Prosseguiu estes estudos na Juventude Musical Portuguesa nas classes de Ana Paula Russo e Marina Ferreira e posteriormente na ESML nas classes de Luís Madureira e Elsa Saque. Frequentou lições privadas Ana Ester Neves e atualmente com Lúcia Lemos.

No campo da ópera, trabalhou os papeis de 2ª Dama da Flauta Mágica de Mozart  (encenação de Carlos Otero); “Serpetta” em La finta giardiniera de Mozart e de “Primo Soldato” na L’Incoronazione di Poppea de Monteverdi. Como coralista, integrou o elenco das óperas Der Jasager de Kurt Weil, (apresentada no Teatro de São Carlos), La  Bohéme de Puccini (Festival de Óbidos 2010), Sansão de Dalila de Saint-Saens; Eugene Onegin  de Tchaikovsky, Norma de Bellini e Medeia de Cherubini e a na estreia absoluta em Portugal da cantata-ópera Momente de Stockhausen, todas estas últimas apresentadas na Fundação Gulbenkian integrada no Coro Gulbenkian. 

Frequentou masterclasses de “Lieder” com Jeanette-Fávaro Reuter e Walter Moore, de ópera com Mara Zampieri, e cursos de aperfeiçoamento vocal com Tom Krause (Fundação Calouste Gulbenkian), Enza Ferrari, Ivonne Minton (46º e 47º Cursos Internacionais de Música do Estoril), Elsa Saque e José de Oliveira Lopes (2º Curso “Saúde e Canto” da Universidade Católica Portuguesa), João Lourenço (Universidade Nova de Lisboa) e Flávio Carvalho (Universidade de Évora).  

É membro do Coro Gulbenkian desde 2005. No âmbito deste coro tem tido oportunidade de realizar concertos em Portugal e no estrangeiro, trabalhar com aclamados maestros de reconhecimento internacional e participar em gravações de CD’s e DVD’s, de onde se destaca  o disco “Música Coral de Fernando Lopes-Graça” da Numérica.

Como solista tem-se apresentado em recitais e concertos em vários locais, nomeadamente no Teatro de São Luiz, Palácio Foz, Museu da Água, Museu dos Coches, Universidade de Évora, entre outros espaços.
 
É licenciada em Línguas e Literaturas Modernas – Estudos Ingleses e Alemães pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Paralelamente à sua atividade de cantora, exerce também a atividade de docente e investigadora na área de Música.

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12 Dezembro 2011

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TERESA CARDOSO DE MENEZES, SOPRANO

Teresa Cardoso de Menezes é considerada pela crítica como "uma das mais talentosas cantoras portuguesas actuais" (Cristina Fernandes - PÚBLICO - 14 .12.2002). Foi aluna de Elizette Bayan e concluiu o Curso de Canto na Escola Superior Música de Lisboa na classe de Helena Pina Manique, Olga Prats e Nicholas McNair. Em classes de aperfeiçoamento estudou com Gundula Janowitz e preparou variado repertório com João Paulo Santos no Teatro Nacional de São Carlos.

Licenciada em Gestão de Empresas pelo ISCTE, foi premiada em 1993 no Concurso Nacional de Canto Luisa Todi. Tendo actuado em diversos locais e festivais, desde o TNSC e Fundação Calouste Gulbenkian, a Festivais de Verão em Portugal, Dinamarca, Espanha, ao Festival Internacional de Música de Macau, foi já acompanhada por orquestras como a Royal Philarmonic Orchestra of London, Orquestra da Ópera Nacional da China, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Nacional do Porto. Foi convidada a cantar nas óperas "Carmen" (Frasquita e Micaela), "Viúva Alegre" (Valencienne), "L'Enfant et les Sortilèges" (Fogo e o Rouxinol), "Il Matrimonio Segreto" (Elizetta), "Rigoletto" (Gilda) "Parsifal" (Flor), "Ariadne auf Naxos" (Echo), "Manfred" de Schumann, "Don Giovanni" (D. Anna), e "La Bohème" (Musetta), entre outros.

De 2003 e 2004, destacam-se os concertos de árias de Ópera com a Orqustra Gulbenkian e direcção de Manuel Ivo Cruz no CAE da Figueira da Foz; com a Orquestra do Algarve e direcção de Álvaro Cassuto na inauguração do Festival de Música do Algarve, uma série de doze récitas do espectáculo "De Regresso à Broadway" de João Pereira Bastos, sob a direcção de Nuno Feist no Teatro Municipal de São Luiz, cantando temas de "West Side Story", "The Sound of Music", "My Fair Lady", "Show Boat", "Les Miserables"; e ainda a estreia nacional da cantata "Gli Amori di Teolinda", com a Orqustra Sinfónica Portuguesa sob a direcção de Roberto Polastri.

Em 2005 no TNSC cantou o "Stabat Mater" de Pergolesi. Das suas actuações de concerto salienta ainda "o Messias" de Haendel, o "Stabat Mater" de D. Scarlatti, com a Orquestra Gulbenkian e direcção de M. Corboz; "Exsultate, Jubilate" de Mozart e a 4ª Sinfonia de G. Mahler, com a Orquestra, Nacional do Porto e direcção de Marc Tardue; e noutros concertos: a Cantata do Café nº 211 e dos Camponeses nº 212 de J.S. Bach, Gloria e Magnificat de Vivaldi, "Ein Deutsches Requiem" de Brahms, com a Sinfonieta de Lisboa e a Orquestra de Cascais e Oeiras.

Em recitais de canto e piano destacam-se "Os Sonetos de Petrarca" de F. Liszt com o pianista Nuno Vieira de Almeida no CAE da Figueira da Foz; recitais de Lied e Belcanto em duo com o pianista Francisco Sassetti; e em trio com o barítono Luís Rodrigues e a pianista Gabriela Canavilhas, por todo o país. A sua facilidade em abarcar repertórios contrastantes fez com que em 2005 formasse um novo Trio de Canto, Harpa e Piano, com a harpista Andreia Marques e o pianista Francisco Sassetti, cujo repertório eclético inclui as mais belas árias de Ópera e Opereta, à canção Napolitana, Espanhola, Francesa, Americana, com grande aceitação do público.

Cantou sob a direcção de Michael Zilm, Giuliano Carella, Marko Letonja, Renato Palumbo, Leonardo de Barros, Vasco P. Azevedo, Nicholay Lalov, Osvaldo Ferreira, e actuou ao lado de Elena Obraztsova, Anna Tomowa-Sintow, Sumi Jo, Miriam Gauci, Vincenzo Bello, Luís Miguel Cintra, Rão Kyao, João Grosso, Henrique Feist, Fernando Gomes, no País e no estrangeiro. A sua arte é bem apreciada nos seus dois trabalhos discográficos: CD "Je Veux Vivre" de árias de Ópera e o CD "Alleluia" de árias Sacras, acompanhada pela Orquestra Metropolitana de Lisboa, Coro Voces Caelestes e direcção de Manuel Ivo Cruz, demonstra uma versatilidade vocal e dramática desde o período Barroco ao Contemporâneo, passando por Bach, Haendel, Mozart, Verdi, Puccini, Gounod, R. Strauss, Rachamninov, A. Lloyd Webber, entre outros. "Alleluia" foi considerado pela crítica do Jornal Expresso (L. Leiderfarb 4.4.2003) como o 3º Melhor Disco do Ano de 2002, atingindo o Top da Fnac em Música Clássica em Dezembro de 2002.

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VERENA WACHTER BARROSO, SOPRANO

Verena Wachter Barroso começou os estudos de Canto em Lisboa, com Joana Silva. Desde 1991, prosseguiu os estudos em Basileia, Suíça, na "Schola Cantorum Basiliensis", com Ulrich Messthaler e René Jacobs, onde em 1996 terminou o "Diplom Fur alte Musik". Paralelamente, fez Formação em Ópera Barroca e Teatro na Musik Academie der Stadt Basel e também em Belo Canto, Ópera Italiana e Lied com Stefan Haselhoff em Mannheim e Basileia.

Participou em diversos recitais na Suíça, Alemanha, França, Espanha e Portugal e gravou para a Rádio e Televisão Suíça sob a Direcção de René Jacobs, Jésper Christensen e Hans-Martin Linde. Participou no Teatro de Basileia numa Produção de Ópera Espanhola Barroca, actuou como solista no Teatro de Luzerna (Madrigais de Monteverdi com encenação). Canta no sexteto vocal "Legreto Ensemble". Em Janeiro de 2000, apresentou-se como solista ao lado da Orquestra Gulbenkian nos "Concertos de Ano Novo" sob a direcção de Fernando Eldoro e no mesmo ano com o Teatro de São Carlos na ópera "Il Matrimonio Segreto" de Domenico Cimarosa sob a direcção de João Paulo Santos. Desde 1999, integra o Ensemble Barroco do Castelo.

22 Agosto 2005

 
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