MELOTECA SÍTIO DE MÚSICAS E ARTES
Desde 2003
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PRINCIPAL
Bruno Ribeiro
Elisabete Matos
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Sandra Medeiros
 
MEZZO SOPRANO PORTUGUESAS
ANA CALHEIROS, MEZZO SOPRANO

Natural de Braga, Ana Calheiros ingressou aos dez anos no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian da mesma cidade, iniciando os estudos musicais em flauta de bisel contralto, piano e, mais tarde, em canto na classe de Maria José Carvalho. Actualmente, frequenta o curso superior de Canto na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Porto, na classe de José de Oliveira Lopes.

Paralelamente, assumiu uma colaboração com a Igreja da Lapa - Porto, integrando o Coro de Câmara Portogalante Ensemble, colaborando com o Coro Polifónico da Lapa e desempenhando, essencialmente, funções de solista, sob a direcção de Filipe Veríssimo.

Participou em alguns cursos realizados pelos professores José de Oliveira Lopes, Liliane Bizineche e Jose Antonio Campo.

No campo da oratória foi solista em obras como o Requiem de Mozart, Magnificat e Missa em Sol Maior de J. S. Bach. No âmbito da comemoração dos 250 anos do nascimento da Mozart, foi solista em todas as suas missas breves e ainda na Missa da Coroação, Missa Waisenhaus, Missa Dominicus, Missa Orgelsolo, Spatzenmesse, entre outras. Como reforço do Coro S. Carlos e do Coro Polifónico da Lapa interpretou o Requiem de W. A. Mozart, sob a direcção dos maestros Ferreira Lobo e Álvaro Cassuto, respectivamente. Destaca-se também, como aluna da ESMAE, a participação em Ein Deutsches Requiem de Brahms dirigido pela maestrina Barbara Francke.

No âmbito da Ópera desempenhou o papel de Dido na ópera Dido e Eneias de Purcell e Marcellina na ópera As Bodas de Fígaro de W. A. Mozart dirigidas, respectivamente, pelos maestros António Baptista e António Saiote. Ainda com o Coro S. Carlos participou na ópera O Trovador de Verdi. Como conclusão de seminários realizados com a professora Norma Silvestre destaca-se o papel de Orfeu na ópera Orfeu e Euridice de Gluck e alguns excertos da Terceira Dama em A Flauta Mágica de W. A. Mozart.

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29 Novembro 2006

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ANA LEONOR PEREIRA, MEZZO SOPRANO

Ana Leonor Pereira iniciou os seus estudos musicais no Instituto Gregoriano de Lisboa, onde concluiu o curso geral de Canto Gregoriano. Na Escola Superior de Música da mesma cidade obteve o bacharelato em Canto. No Real Conservatório da Faculdade de Música e Dança da Haia obteve o diploma em Canto Solista na classe de Gerda van Zelm. Estudou, também, repertório de ópera sob a orientação de Thea van der Putten e interpretação de Lied e Mélodie com Meinard Kraak. Na mesma Faculdade obteve a profissionalização em Ensino do Canto. Em "master classes" trabalhou com os professores Ian Partridge, Jill Feldman, Dalton Baldwin, Loraine Nubar, Helmut Lips, Richard Miller, Rudolf Knoll, Elena Obrastzowa, Elena Dimitresco Nentwig e Gundula Janowitz, entre outros.

Foi soprano solista dos grupos "Galanteries" (Portugal), "I Fifari Segreti" e "Con Voce Festiva" (Holanda). Actualmente, integra os grupos nacionais "Haia Consort", "Canora Turba", "Ars Cesimbrae" e "Birundum", e os internacionais "Woshalah" e "Nau de Todos os Cantos". Com este último, realizou recentemente uma digressão pelo Brasil integrada no programa da SESC-Sonora Brasil, tendo participado em emissões em directo para as redes TV Globo, SBT, TV Cultura e TV Educativa. Com este grupo gravou ainda dois CD's. Interpretou os papéis de Susanna ("Le Nozze di Figaro", Mozart), Pamina ("Die Zauberflöte", Mozart), Liù ("Turandot", Puccini), Dido ("Dido and Aeneas", Purcell) e Vénus ("Venus and Adonis", John Blow). Apresentou-se como solista em missas de Buxtehude, Duruflé, Mozart e Frederico de Freitas. Tem desenvolvido, desde o início da sua carreira, ampla actividade de recitalista por toda a Europa. Nas suas inúmeras actividades, já cantou em Portugal, Espanha, Holanda, Bélgica, Noruega, Áustria e Brasil. Ana Leonor Pereira leccionou Canto no Conservatório Regional do Baixo-Alentejo e na Escola Profissional de Música de Almada. Actualmente, é professora de Educação Vocal no Instituto Gregoriano de Lisboa. É ainda licenciada e profissionalizada em Filosofia pela Universidade de Lisboa.

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BRÍGIDA SILVA, MEZZO SOPRANO

Brígida Silva iniciou os estudos de canto no Conservatório de Música do Porto, com Cecília Fontes. Foi membro do Estúdio de Ópera do Porto, entre Janeiro de 2003 e Dezembro de 2006, data da sua extinção. Apresentando-se regularmente em recital, tem trabalhado com nomes como: Philip Langridge, François le Roux, Jeff Cohen, Cord Gaben, Lada Valesova, Lorna Marshall e Delia Lindon, entre outros.

Em ópera, foi Elisa (ópera "La Spinalba", de Francisco António de Almeida), Matilda ("Ottone", de Handel), Galinha/Hen e Mulher do Estalajadeiro/Inkeeper's Wife ("A Raposinha Matreira", de Janacek).

Trabalha, actualmente, com Peter Harrison.

É licenciada em Psicologia pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação - Universidade do Porto.

06 Janeiro 2007

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INES THOMAS ALMEIDA, MEZZO SOPRANO / CONTRALTO

Nascida na República Dominicana, Ines Thomas Almeida cedo se mudou para portugal, onde cresceu como bilingue e com dupla nacionalidade. Concluíu o curso de Piano no Instituto Gregoriano de Lisboa na classe de Luiza Gama Santos. Seguidamente frequentou o curso de canto na Universidade de Évora na classe de Liliana Bizineche. Obteve em dois anos consecutivos a bolsa de mérito da Universidade de Évora, concedida ao melhor aluno de cada curso.

Ines Thomas Almeida continuou os estudos de Canto na Alemanha, na Escola Superior de Música e Teatro de Rostock, na classe do Prof. Klaus Häger (Ópera de Berlim), tendo concluído este curso em 2007. Outros professores importantes foram Christian de Bruyn, Karl-Heinz Zettl, Reinhard Schau, Markus Johannes Langer, KMD Prof Hartwig Eschenburg. Fez parte do Ensemble de Ópera desta escola, tendo apresentado em palco diversos papéis de ópera, como por exemplo Orfeo em Orfeo ed Euridice de Gluck, Orsola em Il Campiello de Wolf-Ferrari e Zia Principessa em Suor Angelica de Puccini. Para além disso, foi solista em numerosos concertos e oratórios como o Oratório de Natal de Bach, o Messias de Händel, e In Terra Pax de Frank Martin, entre muitos outros.

Participou em diversas masterclasses, por exemplo com Krisztina Laki (Budapeste/ Viena), Jill Feldman (Lisboa), Teresa Berganza (Espanha, Portugal), Hanna Schwarz (Rostock) e Klaus Häger (Rostock).

Um ponto importante do seu trabalho é o recital com piano. Assim, canta regularmente em Portugal e na Alemanha em numerosos recitais com variados temas, sendo o apreciado recital Noite Espanhola, um espelho da sua interpretação cuidada e temperamento apaixonado.

Actualmente é meio-soprano residente da Companhia de Ópera Canteatro em Berlim.

Ines Thomas Almeida foi laureada no Concurso Internacional de Canto Schloss Rheinsberg 2008, que decorreu na Deutsche Oper Berlin e no Teatro Mariinski de São Petersburgo.

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10 Março 2008

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JANETE RUIZ, MEZZO SOPRANO

Natural do Porto, Janete Ruiz iniciou os estudos musicais no Curso de Música Silva Monteiro, tendo posteriormente concluido o curso geral de canto na Escola de Música do Porto, na classe de Palmira Troufa. Concluiu o curso superior de canto da ESMAE na classe de Fernanda Correia no âmbito do qual trabalhou também sob a orientação de Jaime Mota, José Luis Borges Coelho e Norma Silvestre, entre outros. Frequentou classes de aperfeiçoamento com Liliane Bizineche, João Paulo Santos, Rudolph Knoll, Rudolf Piernay, Gundula Janowitz, Jill Feldman e de interpretação de "Lied" com Charles Spencer. É licenciada em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e mestre em Ciências Musicais pela Universidade de Coimbra com uma dissertação sobre a vida e obra da compositora portuense Berta Alves de Sousa, mantendo-se, actualmente, ligada à investigação musicológica na àrea da canção para canto e piano em Portugal.

Apresenta-se regularmente em recitais e concertos como solista sendo de destacar as sua interpretações de Requiem à memória de Camões de Domingos Bomtempo, Messias de Haendel, Gloria de Vivaldi, Missa de Stravinsky, missas luteranas e Oratório de Natal de Bach, Fantasia Coral de Beethoven, Stabat Mater de Pergolesi, Missa da Coroação de Mozart, Canções Populares Judaicas de Schostakovich, Stabat Mater de Haydn, Te Deum de Charpentier. Os seus mais recentes compromissos incluiram a Cantata nº 12, Weinen, Klagen, Sorgen, Zagen de J. S. Bach, o Requiem de Mozart e Magnificat de Vivaldi. Tem-se apresentado sob a direção de José Luis Borges Coelho, Luis Filipe Sá, Leonardo Barros, Mário Mateus, António Ferreira dos Santos, António Vassalo Lourenço, Rui Massena, Richard Gwilt, Roberto Perez, Paulo Lourenço.

Estreou-se em ópera, interpretando o papel de criança em L'Enfant et les Sortilèges de Ravel, uma co-produção do Teatro Nacional S. João/Círculo Portuense de Ópera. Interpretou também a Princesa de Suor Angelica de Puccini no Festival Internacional de Música de Gaia, integrou o elenco da versão de concerto da ópera Joaz de Benedetto Marcello (primeira audição moderna - produção da Porto 2001), de A Casinha de Chocolate (versão portuguesa de Hansel und Gretel de Humperdinck) e de A bela Adormecida (versão portuguesa de La Bella Dormente nel bosco de Respighi).

Integra desde a sua fundação o Grupo de Câmara do Porto que se tem dedicado à divulgação de repertório de música sacra dos séculos XVII a XX, sendo de destacar as estreias de Tenebrae de Fernando Lapa e da cantata Verbum Caro de Nuno Côrte-Real.

Foi laureada com uma Menção Honrosa no Concurso Nacional de Canto Luisa Todi em 2003.

Lecciona no Centro de Cultura Musical, na ARTAVE e na Fundação Conservatório Regional de Gaia.

03 Março 2006

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JOANA NASCIMENTO, MEZZO SOPRANO

Joana Nascimento iniciou os estudos musicais aos quatro anos, com Salomé Leal. Na Escola de Música do Conservatório Nacional estudou Flauta de Bisel com Catarina Latino e Canto com Manuela de Sá. Posteriormente, prosseguiu os estudos de Canto com Liliana Bizineche e Susana Teixeira. Como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, concluiu o curso de Pós-Graduação em Canto no Trinity College of Music, em Londres, sob a orientação de Hazel Wood, e obteve o Licenciate Diploma in Vocal Performance do Trinity College of London. No Trinity College of Music, obteve a Harry Lloyd Scholarship para prosseguir os estudos naquela escola. Participou em "master classes" com Jill Feldman, Peter Harvey, Peter Harrison, Helmut Lips, Marius van Altena, Max van Egmond, Martyn Hill, Iris dell' Acqua, Omar Ebrahim, Ian Pastridge, Dorothy Dorow, Robert Tear (Canto), Ron Murdock (Alexander Technique), Ana Mafalda Castro, Richard Gwilt, Rainer Zipperling, Peter Holtslag e Ketil Haugsand (Música de Câmara). Frequentou, também, o Curso de Música e Dança da Renascença Italiana, orientado por Maurizio Padovani, e o Curso de Danças Antigas, orientado por Catarina Costa e Silva.

Como solista, cantou o Gloria e o Magnificat de Vivaldi, o "Dixit Dominus", o "Nisi Dominus" e o Messias de Handel, o "Stabat Mater" de Pergolesi, diversas missas de Mozart, "Salmos" de Mendelssohn, a "Fantasia Coral" de Beethoven, o "Oratório de Natal" de Saint-Saëns, a "Missa em Sol menor" de Vaughan Williams e "Tao", de Louis Andriessen (no âmbito dos XXVI Encontros Gulbenkian de Música Contemporânea). Desempenhou os papéis de "Joaz", na ópera com o mesmo nome de Benedetto Marcello, "Strawberry Woman", na ópera "Porgy and Bess" de Gershwin, e "Mrs. Noye", na ópera "Noye's Fludde" de Britten, em locais como o Grande Auditório e o Museu da Fundação Calouste Gulbenkian, o Mosteiro dos Jerónimos, a Sé de Lisboa, a Igreja de S. Roque, o Teatro da Trindade ou o Europarque. Em recital, apresentou-se com os pianistas Helena Rodrigues e Nicholas McNair, com a soprano Rute Dutra, com a violoncelista Sofia Diniz e com a cravista Susana Mendes, em locais como o Auditório Dois da Fundação Gulbenkian, o Convento dos Remédios em Évora e o Convento de Cristo em Tomar. Em 1995, integrada num octeto vocal, conquistou o primeiro prémio na classe de Música de Câmara dos Concursos da Juventude Musical Portuguesa. Entre 1990 e 1995, foi membro do Coro de Câmara de Lisboa, com o qual mantém uma colaboração regular, agora como solista, nomeadamente interpretando obras do Barroco português (nessa qualidade, gravou o CD "A Capela do Rei Magnânimo" para a Strauss/Portugalsom, com música de Francisco António de Almeida e Domenico Scarlatti).

É, desde 1993, membro do Coro Gulbenkian, onde teve oportunidade de trabalhar com prestigiados maestros, quer integrando o Coro, quer em pequenas intervenções solísticas: em "A Criação", de Haydn, sob a direcção do maestro Frans Brüggen; na "Fantasia Coral", de Beethoven, sob a direcção do maestro Michael Zilm; no oratório "Elias" e em "Salmos", de Mendelssohn, sob a direcção de Michel Corboz. É membro fundador do grupo "Voces Caelestes", com o qual colabora regularmente na execução de um vasto repertório que contempla desde a música renascentista à estreia absoluta de obras contemporâneas. Colabora regularmente com o grupo "Vozes Alfonsinas", especializado no repertório medieval e renascentista. É exemplo dessa colaboração o CD "O Tempo dos Trovadores", editado pela Strauss/Portugalsom. Com este grupo deslocou-se a Montemaggiore al Metauro (Urbino), em Itália, onde participou no festival "Sipario Ducale".

Na área pedagógica, participou nos seminários "Desenvolvimento Musical de Recém-Nascidos e Crianças em Idade Pré-Escolar" e "Metodologia de Investigação em Psicologia da Música e Educação Musical", orientados por Edwin Gordon. Leccionou as disciplinas de Flauta de Bisel, na Academia de Música de Setúbal, e Educação Musical, no Externato do Curso do Sagrado Coração de Jesus. Foi professora de Canto na Escola de Música da Associação Eboræ Musica. Orientou "workshops" de técnica vocal promovidos pela Associação Eboræ Musica (Évora), pelo Coral Ossónoba e pela Associação Música XXI (Faro). Desenvolve uma intensa actividade como professora de Canto a nível particular. Actualmente, integra o corpo docente da Escola de Música do Conservatório Nacional, onde, para além de leccionar a disciplina de coro, desempenha funções de responsável pela produção (concertos, cursos de aperfeiçoamento).

Paralelamente aos estudos musicais, estudou Direito na Universidade de Lisboa (frequência do 5.º Ano) e Gestão das Artes ("Arts Management") na University of London. Como projecto de curso, organizou, em colaboração com a Associação Portugal 600, um concerto do Coro de Câmara de Lisboa no Southwark Festival, em Londres, que teve lugar em Novembro de 1998. Posteriormente, colaborou na gestão da actividade do grupo "Vozes Alfonsinas" e da Companhia de Música Teatral. Recentemente, frequentou um ateliê de escrita para crianças, organizado pela livraria "Ler Para Querer" e orientado por António Torrado, Rui Zink, Margarida Fonseca Santos e Manuel António Pina.

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30 Janeiro 2006

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MARIA JOÃO GOMES, MEZZO SOPRANO

Natural do Porto, Maria João Gomes iniciou os estudos musicais com Mário Azevedo, na Escola de Música Caius.

Concluiu em 2006 o Curso Complementar de Canto no Conservatório Regional de Gaia, na classe de Mário Mateus e em 2009 o Curso Superior de Canto Teatral na classe de Fernanda Correia, com elevadas classificações, pelo que lhe foi atribuída uma Bolsa de Mérito por parte do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Estudou Piano na classe de Licínia Guimarães. Presentemente trabalha o seu aperfeiçoamento vocal com o tenor Joaquim Soares.

Frequentou masterclasses com professores de renome como Sequeira Costa, Yuri Serov, Luis Magalhães, Jennifer Larmore e Enza Ferrari.

Participou como membro do coro em várias óperas, tais como L'Enfant et les Sortilèges de Ravel, A Flauta Mágica de W.A Mozart, Viúva Alegre de Franz Lehar, Amor de Perdição de João Arroyo ou Irene de Alfredo Keil.

Como solista foi por duas ocasiões Zweiter Knabe na Flauta Mágica, sob encenações de Fernanda Correia e Carlos Otero, Ahmal em Ahmal e os Viajantes da Noite de Menotti e Miss Baggott em The Little Sweep de Britten.

Cantou sob a direcção dos maestros Mário Mateus, Lawrence Golan, Jose Miramontes Zapata, Lawrence Swinnerton, Robert Gutter, James Wood entre outros, apresentando-se em Portugal (Casa da Música, Açores Ponta Delgada, Coimbra, Aveiro, Porto, Peniche), Espanha (Pontevedra e Ponteareas) e França (Bourges e Toulouse).

É membro do Grupo de Música Vocal Contemporânea, Coro Casa da Música e do Coro de S. Tarcísio com quem já apresentou obras como Requiem e Missa da Coroação de Mozart, O Messias de Händel, Cantata BWV 140 de Bach, 9ª Sinfonia de Bethoven, Missa Crioula de Ariel Ramirez, Gloria de Vivaldi, Stabat Mater de Pergolesi, Stabat Mater de Arvo Pärt, À Colone de Xenakis, Litania de Clotilde Rosa, Cântico do Sol de Sophia Gubaidulina, Agnus Dei de Samuel Barber e The Armed Man: A Mass for Peace de Karl Jenkins entre outras.

Paralelamente ao canto, desenvolve também actividade de Cenografia, Figurino e Aderecismo. É licenciada em Arquitectura pela Escola Superior Artística do Porto.

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03 Junho 2011

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MARIA LUÍSA DE FREITAS, MEZZO SOPRANO

Maria Luísa de Freitas iniciou os estudos de canto na Escola de Música do Conservatório Nacional, Lisboa, na classe de José Carlos Xavier. Trabalhou com Elsa Saque, Franca Mattiucci, Claire Vangelisti, Teresa Berganza e João Lourenço. Estuda actualmente com Raimondo Metre, em Itália.

Participou na peça   "As Troianas" (Eurípedes),  com encenação de João Mota,  no Teatro Nacional de D. Maria II. Desempenhou o papel de Lucretia, num excerto encenado da ópera "The Rape of Lucretia" (Britten), no Teatro Rivoli do Porto, com o Remix Ensemble, sob a direcção de P. Bergamin e encenação de M. Tinkler. Realizou  concertos com a  Orquestra do Algarve,  interpretando árias de ópera e com a Orquestra das Beiras, cantou a Missa em Si menor de J.S. Bach.  Foi cantora convidada pelo Estúdio de Ópera do Porto, dirigido por Jeff Cohen, onde interpretou árias e canções de Wolf e Berlioz. Na qualidade de cantora/narradora, protagonizou  "O Gato Cantor", um espectáculo infantil, dirigido por João de Mello Alvim. Participou no espectáculo "Boca", com música original de Magna Ferreira, com o Teatro Bruto. Tem-se apresentado por todo o País, num recital encenado, com canções portuguesas e espanholas, com a colaboração do pianista Francisco Sassetti e a direcção cénica de João de Mello Alvim.

Conquistou o Prémio Bocage, no Concurso Nacional de Canto Luisa Todi, em 2005. Conquistou o Primeiro Prémio (voz feminina) do Concurso Internacional de Canto de Bidu Sayão, em 2006, no Brasil. Na  Itália, onde vive, apresentou-se como solista numa missa escrita por Massimiliano Viapiano. Na temporada de ópera de  2006 do Teatro Nacional de São Carlos, fez parte dos elencos das óperas, "Sancta Susanna" de Hindemith, e "Don Duardos e Flérida" de Fernando Lopes-Graça. Com o CPO, interpretará a protagonista da ópera "Carmen", de Bizet.

27 Março 2007

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PAULA DÓRIA, MEZZO SOPRANO

Natural do Porto, Paula Morna Dória foi discípula em Portugal de Fernanda Correia e José de Oliveira Lopes, tendo obtido o Bacharelato em Música na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto (1995) com a média geral de curso de 15 valores.

É licenciada em Filosofia com estágio integrado pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto (1991) com a média final de curso de 14 valores (bom).

É Mestre em Música (Vocal Performance) pela Indiana University School of Music de Bloomington (1998) com a média final de curso de 18 valores, onde trabalhou sob a orientação de Virginia Zeani e Klara Barlow. Obteve o reconhecimento deste grau académico pela Universidade de Aveiro em 2003, bem como a equivalência da média final de curso pela Comissão Fulbright.

É, desde Dezembro de 2011, Doutorada em Artes Musicais (Doctor of Musical Arts - Vocal Performance) pela Rutgers University de Nova Jérsia com 19 valores, tendo sido bolseira para a obtenção deste grau da Fundação para a Ciência e Tecnologia – Programa Praxis XXI. Em Abril de 2004, defendeu com a mais alta classificação a sua tese de doutoramento subordinada ao tema “Berlioz e Les nuits d'été: aspectos de recepção e estética”.

Vocal e artisticamente, recebeu, na Europa e nos EUA, ensinamentos de Rudolph Knoll, Marimi del Pozo, Vera Rozca, Jerome Hines, Bonnie Hamilton, Michael Warren, Barbara Dever, Nova Thomas, Charles Reicker, Enza Ferrari, Nico Castel, Velia Botti e Bianca Maria Casoni.

Gravou como solista a estreia nacional da obra Via Crucis de Liszt para a RTP (1988) e para o mercado discográfico nacional obras de Jorge Peixinho e Lopes-Graça dirigidas por Mário Mateus com o Coro do Conservatório Regional de Gaia (Numérica editora – 1995). Com este mesmo agrupamento, deslocou-se a Manheim e Heidelberg, cantando os papéis de Bruxa e Segunda Dama na ópera Dido e Aeneas de Purcell.

Em Portugal, cantou como contralto solista as obras Magnificat de Rodrigues Esteves, Missa Brevis RV194, Vesperae di Domenica K321, Missa da Coroação e Requiem de Mozart, Messias de Haendel, Jubilate Deo de Purcell (também em Paris sob a regência de Kamen Goleminov) e ainda o Magnificat de Bach e a Gloria e Stabat Mater de Vivaldi.

Pertenceu ainda ao Coro de Câmara da Cidade do Porto, dirigido pelo Cónego Ferreira dos Santos, cantando no Mosteiro dos Jerónimos, sob a sua regência, o Requiem de Bontempo.

Na temporada de 1997/98, Paula Morna Dória interpretou os papéis de Carmen na Carmen de Bizet, Venus no Tanhauser de Wagner, Madame Larina em Eugene Onegin de Tchaikovsky e Madre Abadessa na ópera O Diálogo das Carmelitas de Poulenc no Indiana Opera Theater em Bloomington. Foi ainda finalista do concurso Search for a Star – Indianapolis, interpretando árias de ópera com a Orquestra Sinfónica de Indianapolis sob a regência de Marvin Hamlisch. Com o Círculo Portuense de Ópera e no Coliseu do Porto, cantou Mercedes na Carmen, bem como os papéis de La Chatte, Le Patre e L'Écureil em L'Enfant et les Sortiléges de Ravel no Teatro Nacional de S.João, integrada no Festival Internacional de Marionetas do Porto.

Na temporada de 1999/2000, cantou sob a regência de Jessie Levine o contralto solo na 9a Sinfonia de Beethoven, o papel principal de Carmen para a Rutgers Opera Company sob a regência de Richard Clark e, como artista residente da Dicapo Opera Company de Nova Iorque Inez em Il Trovatore de Verdi para a Nacional Lyric Opera, em digressão pela costa leste dos EUA em Novembro de 2000. Outros compromissos incluiram o contralto solo no Elias de Mendelssohn apresentado no CAMI Hall em Nova Iorque sob a direcção de Frederick Ford, Marcellina em As Bodas de Fígaro com a Rutgers Opera Company e a sua estreia no Teatro Nacional de S. Carlos com Mercedes em Carmen sob a direcção de Frédérique Chaslin e a Orquestra Sinfónica Portuguesa.

Em 2001, foi convidada pelo TNSC para cantar o papel de Madre na ópera Divara de Azio Corghi e o de Estalajadeira em Boris Godunov e apresentou-se em Abril desse ano no Avery Fisher Hall/Lincoln Center de Nova Iorque, cantando o contralto solo na Fantasia Coral e 9a Sinfonia de Beethoven sob a regência de Richard Clark.

Em 2002 apresentou em estreia mundial o papel de Joana na ópera de garagem A Demolição de Fernando Lapa, Carlos Azevedo e Carlos Guedes para a Casa da Música/Porto 2001. Ainda nesse ano, cantou Meg Page em As Alegres Comadres de Windsor com a Rutgers Opera Company e, no TNSC o papel de Ricarda na obra de Frederico de Freitas A Igreja do Mar, sob a direcção de João Paulo Santos.

Em 2003, foi vencedora do Bellini International Vocal Competition («Best Chamber Music Singer»), em Itália, fazendo o seu debut no Carnegie Weill Hall de Nova Iorque em 2004 em virtude deste prémio.
No Verão de 2004, cantou Mercedes na Carmen com a Companhia Portuguesa de Ópera e Orquestra do Norte em Óbidos e o contralto solo na Missa da Coroação de Mozart na Sé Catedral de Braga. Em Chicago, cantou em duas galas de ópera com a Chicago Opera Orchestra e participou em diversos simpósios e workshops relacionados com Técnica Vocal sob a orientação de Velia Botti.

Em 2005 apresentou-se como solista com a Orquestra do Algarve, cantando o Stabat Mater de Vivaldi para contralto solista e actuou também na Biblioteca da Presidência da República sob a direcção do maestro Giovanni Andreoli aquando do lançamento do livro «Cidadania e Construcção Europeia».

Cantou o papel de Emília no Otello de Verdi na temporada de 2005/06 do Teatro Nacional de S.Carlos, o contralto solista no Stabat Mater de Pergolesi com a Orquestra Sinfónica Portuguesa integrada no Ciclo “A Música na Europa” que teve lugar no mesmo Teatro e ainda o contralto solista no Messias de Häendel com a Orquestra Filarmonia das Beiras sob a direcção de Vassalo Lourenço em Aveiro, Lisboa e Torre de Moncorvo.

Em 2006, cantou o contralto solo na Missa da Coroação de Mozart no TNSC, com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, dirigida por Thomas Netopil. Integrou ainda o elenco da ópera O Nariz de Shostakovitch, cantando os papéis de Velha Senhora e Madame Podtotchina no mês de Julho no mesmo Teatro sob a direcção de Donato Renzetti e João Paulo Santos e encenação de João Lourenço. Deslocou-se ainda a França a convite do maestro Fernando Eldoro e cantou a parte do contralto solista na obra Petite Messe Solennelle de Rossini integrada no Festival de Música Autre Provence (Grignan). Cantou também como solista com a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras em Setembro/Outubro obras de Barber (Dover Beach) e Respighi (Il Tramonto) e na Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra obras de Haydn e Mozart com o pianista Francisco Monteiro, integrada no colóquio «Cultura e Comunicação Social» que aí decorreu em Novembro.

Em 2007 cantou o papel de Zulma na ópera L´Italiana in Algeri de Rossini no TNSC em Maio e o contralto solista no Requiem de Bomtempo com a Orquestra Metropolitana de Lisboa sob a direcção de Álvaro Cassuto em Abril, respectivamente no Teatro das Figuras em Faro e na Aula Magna da Universidade de Lisboa.

Para além de ter leccionado a disciplina de Filosofia no ensino público e privado como professora profissionalizada desde 1991, leccionou a disciplina de Canto (Academia de Música de Espinho) e Formação Musical (Escola de Música da Póvoa de Varzim) e pertenceu ao corpo docente da Rutgers University como professora de Canto do Rutgers Community Music Program (USA).

Pertenceu às organizações norte-americanas The College Music Society, Opera America, Indiana University Alumni Association e Professional Women Singers Association of New York (após prestação de provas públicas) e actualmente pertence à Associação Guilhermina Suggia.

Em Janeiro de 2007 participou na conferência mundial sobre Performance Breath que teve lugar na Royal Academy of Dramatic Arts de Londres, efectuando numerosos workshops ligados à voz para actores com Kirsten Linklater, Barbara Houseman e Catherine Fitzmaurice.

Em 2008, foi solista na obra Serenade to Music de V. Williams com a Orquestra Sinfónica Portuguesa no CCB (Fevereiro) e cantou ainda o contralto solista no Stabat Mater de Pergolesi com as Cordas da Orquestra Metropolitana de Lisboa sob a direcção de Christian Scholl na Basílica da Estrela e Mosteiro de Arouca (Março). Em Maio, cantou o papel de Madame Larina na ópera Eugene Onegin de Tchaikovsky em versão concerto com a Orquestra e Coro Gulbenkian sob a direcção de Lawrence Foster e repetiu o Requiem de Bontempo com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, em Junho, no Bombarral e em Vimioso.

Participou ainda no II Congresso de Arte, Cérebro e Linguagens que decorreu na Casa da Música em Setembro (11 e 12), sob a organização do Departamento de Psicolinguística da Universidade Nova de Lisboa.
Em Novembro cantou o papel de Zulma na L 'Italiana in Algeri de Rossini no CAE da Figueira da Foz numa produção do TNSC e preparou ainda o papel de Cunhada na estreia mundial da ópera de Pinho Vargas Outro Fim que teve lugar na Culturgest em Dezembro de 2008.

Em 2010, cantou árias de ópera como solista com a Orquestra de Cascais e Oeiras em concertos que tiveram lugar em Carcavelos e Oeiras. Foi convidada para actuar com a Orquestra Filarmonia das Beiras sob a direcção de Vassalo Lourenço, cantando em Óbidos e na Universidade de Aveiro o contralto solista no Stabat Mater de Dvorak. Em 2011, cantou o contralto solista do Requiem de Mozart com a Orquestra e Coro da Escola Profissional de Música de Viana do Castelo.

Participou igualmente no Curso de nível I de Estill Method no Teatro da Garagem em Lisboa, curso este ministrado por Viv Manning. Deslocou-se a Londres para frequentar um workshop de Canto e Voz para actores na Royal Academy of the Dramatic Arts em 2011.

Exerce funções de professora Assistente no Departamento de Artes Cénicas da Universidade de Évora desde Outubro de 2006, tendo sido docente de cadeiras como Voz e Canto (I, II, III, IV), bem como Oficina de Formação Vocal (I e II), Expressão e Criatividade Artística (Pedagogia), Voz, Canto e Expressão (Mestrado) e ainda Voz e Dicção (Mestrado).  Foi adjunta do director do Departamento de Artes Cénicas de 2007-2008 e fez parte igualmente da comissão de curso do 1º ciclo (Licenciatura).

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01 março 2012

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PATRÍCIA QUINTA, MEZZO SOPRANO

Patrícia Quinta nasceu no Porto, em 1979. Efectuou os seus estudos de canto no Conservatório Superior de Música de Gaia realizando o Curso de Canto Teatral na classe de Fernanda Correia.

Em 2004, ingressou na Universidade de Música e Artes do Espectáculo de Viena onde continuou a sua formação de canto com Margit Klaushofer, especializando-se no domínio do Lied e Oratória com Charles Spencer e no domínio da ópera com Reto Nickler. Actualmente, diplomada em Julho de 2007, em Lied e Oratória pela mesma Universidade, trabalha com Christa Ludwig na continuação do seu aperfeiçoamento artístico.

Em Novembro de 2006 participou na ópera "L'incoronazione di Poppea" (Octavia) de C. Monteverdi, em Março de 2006 na ópera "Juliette" (Kleiner Araber, Junger Matrose e Hotelboy) de B. Martinu ambas produções da Universidade de Música e Artes do Espectáculo de Viena. Em Maio de 2005 integrou o elenco da ópera "A Flauta Mágica" (Segunda Dama) de W. A. Mozart, numa co-produção do Ciclo Portuense de Ópera e Orquestra Nacional do Porto. Em Outubro de 2004, interpretou o papel de Mãe na ópera "Mavra" de Stravinsky, numa produção da Fundação Calouste Gulbenkian.

Participou no Concurso Nacional de Canto Luísa Todi 2003, onde obteve o 4.º lugar e o prémio Bocage (cantor revelação).

No domínio da oratória foi solista na "Missa de Coroação" e "Requiem" de Mozart, "Stabat Mater" de Pergolesi, "Cantata de Natal" de Saint-Säens e "Petite Messe Solenelle" de Rossini. Tem realizado vários recitais de Lied e galas de ópera em Portugal e em Viena.

Frequentou classes de aperfeiçoamento com Hilde Zadek, Ulf Bästlein, Enza Ferrari, Elsa Saque, Laura Sarti, António Salgado e Rudolf Piernay.

É Licenciada em Psicologia pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto.

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28 Novembro 2007

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SUSANA TEIXEIRA, MEZZO SOPRANO

Susana Teixeira completou o curso de Canto do Conservatório Nacional e a licenciatura em Canto da Escola Superior de Música de Lisboa. Entre 1988 e 1992, foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian tendo estudado em Madrid com a professora Isabel Penagos na Escola Superior de Canto de Madrid. Regularmente efectua cursos de aperfeiçoamento, tendo neste âmbito trabalhado com Max von Egmont, Kurt Equiluz, Paul Esswood, Ludmilla Andrews e Norman White, Gundula Janovitz, Nico Castel, Jill Feldman, Ileana Cotrubas, Lorraine Nubar, Dalton Baldwin, Richard Miller e Rudolf Knoll.

O repertório efectuado inclui entre outras obras, o "Gloria" de Vivaldi, "Sonho de uma noite de Verão" de Mendelsshon, "Messias" de Haendel, "Oratório de Natal" de Bach, "Oratório de Natal" de Saint-Saëns, "Magnificat" de Bach, "Requiem" de Verdi, "Requiem" de Mozart, "9.a Sinfonia" de Beethoven, "Requiem" de Dvorak, "Les Noces" de Stravinsky, "Petite Messe Solonnelle" de Rossini, "Stabat Mater" de Rossini, "Requiem para o planeta Terra" de J. Pedro Oliveira, esta obra em estreia absoluta e como concerto de encerramento de Lisboa Capital da Cultura 94, e "Missa de Santa Teresa" de Haydn, no Festival de Macau. No Teatro Nacional S. Carlos, participou nas óperas "Ascenção e queda de Mahagonny" de Kurt Weill, "O Amor das três Laranjas "de Prokofiev, "Candide" de Bernstein, "Suor Angelica" de Puccini, "La Borghesina"de António Machado, "Madame Butterfly" de Puccini, "Flauta Mágica" de Mozart, "Parsifal" de Wagner, English Cat" de Hans Werner Henze e "Four Saints in Three Acts" de Virgil Thompson. Em produções independentes, cantou as óperas "Apolo e Jacinto" e "Cosi fan Tutte", ambas de Mozart. Em 2002, cantou a ópera "Sol de Invierno" de David del Puerto que teve estreia mundial no Teatro S. João do Porto e no Auditório Nacional de Madrid. Também em 2002, foi Nancy da ópera de Britten "Albert Herring" no Teatro Aberto. Em 1998, foi convidada a cantar excertos da ópera "Carmen" de Bizet em concertos realizados na Praça de Touros do Campo Pequeno e no Coliseu do Porto, com a Royal Philarmonic Orchestra e o Maestro Ino Turturo.

Gravou com o Coro e Orquestra Gulbenkian o "Requiem für Mignon" de Schumann e Salmos de Mendelsshon sob direcção do Maestro Michel Corboz, para a etiqueta ERATO. Com os Segréis de Lisboa, gravou um disco com obras de Joaquim Casimiro Júnior, e com o grupo Vozes Alfonsinas "In Time of Troubadours" de musica medieval portuguesa e "Música no tempo das Descobertas", um outro disco deste grupo encontra-se em montagem.

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01 Janeiro 2005

 
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