BARÍTONOS PORTUGUESES |
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António Salgado, baixo barítono
António Wagner Dinis, barítono
Armando Possante, barítono
Diogo Oliveira, barítono
Hugo Oliveira, barítono
João Merino, barítono
Jorge Chaminé, barítono
Jorge Martins, barítono
Jorge Vaz de Carvalho, barítono
José Corvelo, barítono
Luís Rodrigues, barítono
Luiz Filipe Marques, barítono
Nuno de Vilallonga, barítono
Pedro Miguel Nunes, barítono
Pedro Ferreira, barítono
Pedro Telles, barítono
Rui Baeta, barítono
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ANTÓNIO SALGADO, BAIXO BARÍTONO |
Nascido no Porto, António Salgado terminou os estudos musicais no Conservatório Nacional de Lisboa, sob a orientação de Fernanda Correia, ao mesmo tempo que se licenciava em Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
Depois de um ano de pós-graduação na interpretação e estilo da música vocal barroca, em Amsterdão, sob a orientação de Max von Egmond, recebeu uma bolsa de estudos do governo austríaco para prosseguir com a sua formação vocal em Salzburgo, no Mozarteum - Universität fur Musik und Darstellende Kunst - sob a orientação de Wilma Lipp e Paul von Schilhawsky, onde realizou Mestrado em "Lied e Oratória", com dissertação na obra de Lied de Franz Schubert, intitulada da "Da Mitologia". Como bolseiro da secretaria de Estado da Cultura, frequentou ainda uma pós-graduação em performance cénica no Estúdio de Ópera do Mozarteum, sob a orientação de Robert Pflanzl. É, ainda, Doutorado em Canto (Performance Studies), pela Universidade de Sheffield.
Os seus principais professores foram Fernanda Correia, Max von Egmond, Wilma Lipp, Paul von Schilhawsky, Robert Pflanzl, Sena Jurinac, Sesto Bruscantini, Nicolaus Harnoncourt, C. Herzog, C. Prestel, W. Parker, Mário Mateus, Fernando Lopes Graça e Luis de Pablo.
É, desde 1993, Professor de Estudos Vocais - Canto - no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro, onde fundou, em 1997, o Estúdio de Ópera desta Universidade, e da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, no Porto. A sua careira como cantor desenvolve-se paralelamente nas áreas do "Lied", da Oratória e da Ópera onde constam do seu currículo alguns dos papéis mais relevantes para baixo-barítono. Tem sido chamado a actuar em Portugal, Espanha, França, Itália, Áustria, Alemanha, Noruega, Inglaterra e Brasil. Do seu currículo constam ainda várias gravações em CD e várias publicações em revistas de pedagogia, psicologia e educação musical e vocal. É regularmente chamado a leccionar cursos de canto em Portugal, Espanha, Itália, Inglaterra, Brasil e Áustria.
07 Outubro 2005

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ANTÓNIO WAGNER DINIS, BARÍTONO |
António Wagner Dinis estudou Canto no Conservatório Nacional de Lisboa com Joana Silva. Aperfeiçoou-se em Lucerna e Paris com Elizabeth Grümmer e na Academia de Música de Basileia com Kurt Widmer. Frequentou igualmente o Estúdio de Ópera do Teatro de Basileia e a Schola Cantorum Basiliensis, onde teve a oportunidade de trabalhar com Inge Borhk, Reri Grist e René Jacobs. Presentemente, estuda com Vera Rosza em Londres. Tem desempenhado vários papéis em diversas óperas na Suíça, Alemanha, Bélgica, Portugal e Extremo-Oriente, dirigidas por Thomas Binkley, René Jacobs, Michel Corboz, Hans-Martin Linde, Adrian Stern, Jost Meier, Jacques Mercier e Manuel Ivo Cruz.
Tem colaborado regularmente nas actividades da Ópera Mobile de Basel, Teatro Municipal de Lausanne, Ópera de Biel, Teatro Nacional de São Carlos ("Street Scene", de Kurt Weill, em 1995) e Real Theatro de Queluz. Tem colaborado com diversas orquestras estrangeiras e com as principais orquestras nacionais em obras do repertório tradicional, algumas das quais posteriormente gravadas para a DRS (Rádio Suíça-Alemã), RDP, RTP, Erato, Movieplay Classics, RCA Classics, Harmonia Mundi e Virgin Classics. Tem trabalhado com os pianistas João Paulo Santos, Armando Vidal e Nuno Vieira de Almeida. Com este último tem-se apresentado em todo o País, Espanha, França, Bélgica e Itália. Actuou nos Festivais de Locarno, La Granja, Barcelona, Ischia e da Flandres (Europália-91) e em quase todos os festivais portugueses. Como membro da International Opera Company de Londres efectuou várias digressões ao Extremo-Oriente em concertos e produções de ópera. No âmbito da Lisboa-94 criou o protagonista da ópera "O Doido e a Morte" (Alexandre Delgado), no Salão Nobre do Teatro Nacional de São Carlos. Em 1995, apresentou-se em Bruxelas (Théâtre de la Monnaie) e em Berlim (Philharmonie), no "Orfeo" (Monteverdi), sob a direcção de René Jacobs. No mesmo ano, gravou um disco de Sousa Carvalho assinalando as comemorações do bicentenário do seu nascimento. Em 1996, a par de inúmeros concertos com o Real Theatro de Queluz e com a Orquestra do Norte (Requiem, de Mozart, e "Il Barbiere di Siviglia", de Rossini), participou na estreia da ópera "Édipo, a Tragédia do Saber" (António Pinho Vargas). Apresentou igualmente o espectáculo Orientes Clássicos - Homenagem a Constança Capdeville (ACARTE).
Em 1997, para além de duas digressões ao Oriente, patrocinadas pela Fundação do mesmo nome, gravou mais um disco com os Segréis de Lisboa e estreou-se no papel de Escamillo, com a Orquestra do Norte, e no papel de Juiz Turpin, no musical "Sweeney Todd", no Teatro D. Maria II, com encenação de João Lourenço e sob a direcção de João Paulo Santos. No âmbito da Expo 98, produziu e interpretou o papel titular da ópera "Don Giovanni", com um elenco exclusivamente português, e fez-se ouvir na primeira audição moderna de um "Te Deum" de Sousa Carvalho, dirigido por Ketil Haugsand, posteriormente gravado para a Harmonia Mundi. Participou igualmente nas comemorações Weill-Lorca, no Festival de Música do Estoril e no musical "Of Thee I Sing" (Gershwin), no Festival Internacional de Música de Macau. Em 1999, realizou diversos concertos com os Segréis de Lisboa, tendo um deles sido transmitido para a Euro-Rádio. No Teatro Nacional de São Carlos, integrou o elenco de "Orphée aux Enfers" (Offenbach) e o de "Die Zauberflöte" (W. A. Mozart).

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ARMANDO POSSANTE, BARÍTONO |
Armando Possante iniciou a sua formação musical aos seis anos de idade, no Instituto Gregoriano de Lisboa, onde estudou até 1990. Ingressou nesse ano na Escola Superior de Música de Lisboa, na qual concluiu com a classificação máxima a licenciatura em Canto, na classe de Luís Madureira, e os bacharelatos em Canto Gregoriano e Direcção Coral. Iniciou em 1990 a actividade docente, como professor da Academia de Amadores de Música e da Academia de Música Eborense, leccionando presentemente no Instituto Gregoriano de Lisboa. Frequentou cursos de Direcção Coral com Bernard Tétu e Heribert Breuer, para além dos cursos da Associação Internacional de Canto Gregoriano em Cremona (Itália).
É director musical e solista do Grupo Vocal Olisipo, a par de solista do Coro Gregoriano de Lisboa, tendo-se já apresentado na Alemanha, Bélgica, Bulgária, Espanha, Finlândia, Inglaterra, Itália, Japão, Luxemburgo e Polónia. Com o Grupo Vocal Olisipo, conquistou o primeiro prémio em quatro concursos internacionais na Bulgária, Finlândia e Itália. Iniciou os seus estudos de Canto em 1988, com Mariana Bonito d'Oliveira. Frequentou cursos de aperfeiçoamento em canto com Christoph Prégardien, Siegfried Jerusalem, Jill Feldman e Peter Harrison.
Desloca-se com regularidade a Viena, onde se aperfeiçoa sob a orientação de Hilde Zadek. Armando Possante estreou-se em ópera no papel de Guglielmo ("Così fan Tutte", Mozart), no Festival de Música de Mafra, tendo desempenhado posteriormente os papéis de Shepherd ("Venus and Adonis", John Blow), Conte Asdrubbale ("L'Amore Industrioso", João de Sousa Carvalho), Mathan, ("Joaz", Benedetto Marcello), Eneias e Sorceress ("Dido and Aeneas", Henry Purcell) e Belcore ("L'Elisir d'Amore", Gaetano Donizetti).

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Nascido em Lisboa em 1979, Diogo Oliveira, barítono, é licenciado em Engenharia da Linguagem e do Conhecimento pelas Faculdades de Ciências e de Letras da Universidade de Lisboa. Frequenta o curso de Canto da Escola de Música do Conservatório Nacional (EMCN) na classe de José Carlos Xavier. Realizou concertos no Salão Nobre do Teatro Nacional de São Carlos (TNSC), Auditório Luísa Todi (Setúbal), Salão Nobre da EMCN, Museu da Música, Palácio Foz, Palácio Galveias, Auditório Fnac e CCB, entre outros. Participou nas "Master Classes" de canto e interpretação de Sarah Walker (2002) e Low Siew-Tuan(2004). Estreou-se no papel de Marullo (Rigoletto), no Teatro Camões (2002), dirigida por Manuel Ivo Cruz.
Interpretou Papagueno ("Die Zauberflöte"), com encenação de Jorge Listopad, no Teatro da Trindade, no Centro Cultural de Cascais e nas Quintas da Regaleira e da Bacalhoa. Participou na peça de Wassily Kandinski ("A Noite e O Som Amarelo") com música original e direcção de Bruno Soeiro, no Pequeno Auditório do CCB. Interpretou várias personagens em "O Gabinete do Doutor Caligari" (Teatro da Trindade), o Conde de Fricandó ("As Damas Trocadas"), sob a direcção de Armando Vidal em Setúbal, Montano ("Otello"), sob a direcção de Antonio Pirolli e Fiorello ("Il Barbiere di Siviglia"), sob a direcção de Jonathan Webb ambos no TNSC. Participou como solista no espectáculo "Uma Cantata Portuguesa" com música de Pedro Faria Gomes, realizado no Grande Auditório da Culturgest. Participou no Festival de l'Agglo de Rouen onde realizou vários concertos, entre os quais o Concerto final no Zénith de l'Agglo. Em 2005 foi vencedor do primeiro prémio na 6ª edição do Concurso Nacional de Canto Luísa Todi.
Desde Dezembro de 2003 desempenha o papel de Fantasma na produção alemã da opereta "O Fantasma da Ópera" em digressão por toda a Alemanha e com a qual actuou em mais de 100 salas de espectáculo e recintos ao ar livre, de entre as quais se destacam as Stadt Halle de Hannover, Limburgo, Hamburgo, Dusseldorf e Colónia, a Sala dos Mestres Cantores em Nurnberg e Filarmónica de Munique.
CONTACTOS
Correio: dmro@netcabo.pt
03 Junho 2006

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Nascido em Lisboa, Hugo Oliveira iniciou a sua formação musical aos seis anos de idade no Instituto Gregoriano de Lisboa. É licenciado em Canto pela Escola Superior de Música de Lisboa, tendo estudado com Helena Pina Manique e Luís Madureira. Como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, frequenta o Mestrado no Departamento de Música Antiga do Real Conservatório de Haia (Holanda), onde estuda com Jill Feldman e Michael Chance. É membro do Coro de Câmara da Holanda.
Hugo Oliveira estreou-se como solista em 1997, no papel de Jesus da obra "Passio" de Arvo Pärt, a convite do grupo inglês Hilliard Ensemble. Interpretou ainda os "Requiem" de Fauré e de Duruflé, a "Paixão Segundo São Mateus" (Jesus) de Schütz, "Messias", "Dixit Dominus" e "Nisi Dominus" de Händel, "Missa de Nelson" de J. Haydn, "Missa em Dó menor" e "Missa da Coroação" de Mozart e a "Petite messe solennelle" de Rossini. Sob a direcção de Michel Corboz, cantou o "Requiem" de Mozart, "Jephte" de Carissimi e "Lauda Sion" de Mendelssohn. Interpretou também "Invitatórios e Responsórios de Natal", de Casanoves, com La Capella Reial de Catalunya, sob a direcção de Jordi Savall; "Pulcinella" de Igor Stravinsky, dirigido por Marin Andrè, e "Jetzt immer Schne" de Gubaidulina, sob a direcção de Reibert de Leeuw. Cantou em estreia absoluta a cantata "Verbum Caro" de Nuno Corte-Real, sob a direcção de Paulo Lourenço. No domínio da Ópera, interpretou o papel de Time na ópera "The Triumph of Time and Truth" de Händel, e de Figaro em "As Bodas de Figaro" de Mozart. Participou na ópera "Melodias Estranhas" de António Chagas Rosa, no papel de Damião de Góis, uma co-produção de Roterdão 2001 e Porto 2001, dirigido por Stefan Asbury.
Mais recentemente, interpretou o papel de Adonis, em "Venus and Adonis" de John Blow, dirigido por Nigel North, e La Discorde, na ópera "Les Arts Florissants" de Marc-Antoine Charpentier, dirigido por Christophe Rousset, no âmbito do projecto Academia Barroca Europeia de Ambronay. Foi cantor do Estúdio de Ópera do Porto - Casa da Música, tendo integrado as óperas "Joaz" de Benedetto Marcello, nos papéis de Azaria (2001) e Jojada (2003), sob a direcção musical de Richard Gwilt, "L'Ivrogne Corrigé" de Gluck, como Lucas, acompanhado por Jeff Cohen, e Frankenstein! de Heinz-Karl Gruber, com coreografia de Paulo Ribeiro e direcção de Pierre-André Valade.
CONTACTOS
Sítio: www.hugo-oliveira.com
Correio: hmpoliveira@gmail.com
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Natural de Rio de Moinhos Penafiel, João Merino é finalista do curso de Canto na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto (ESMAE) na classe de José de Oliveira Lopes.
Participou em inúmeros master classes com professores nacionais e internacionais tendo, como bolseiro da Santa Casa da Misericórdia do Porto, vindo a realizar trabalho intensivo de técnica vocal e repertório de ópera com o tenor Francisco Lázaro em Barcelona.
Apresentou-se publicamente como solista nas seguintes óperas: "Bodas de Fígaro" de Mozart (Fígaro); "D. Giovanni" de Mozart (D. Giovanni); "Fiore Nudo" (baseado em "D. Giovanni") de Mozart (D. Giovanni) (numa produção do Teatro Nacional de S. João do Porto); "Barbeiro de Sevilha" de Rossini (Fiorello); "Lucrezia Borgia" de Donizetti (Petrucci) (numa produção do Teatro Real de Madrid e encenação de Emílio Saggi); "La Bela Dormente" nel Bosco de Resphighi (Rei e Lenhador); "Carmen" de Bizet (Morales); "La Traviata" de Verdi (Grenvil e Douphol); "Tosca" de Puccini (Sacrestano); "Hansel und Gretel" de Humperdinck (Peter); "Le Rousignol" de Stravinsky (Imperador); "Le Pauvre Matelot" de Milhaud (Le Ami) e mais recentemente os papeis masculinos da Operita Tango Maria de Buenos Aires de Astor Piazzolla (no Teatro Carlos Alberto - Porto).
Ao nível do concerto já se apresentou com: "Stabat Mater" de Rodrigues Esteves, "Gloria" de Vivaldi, Missa em Sol e Missa em Dó maior de Tellemann, "Messias" de Haendel, Magnificat, Missa em Sol m de Bach, "Criação" de Haydn, a integral das Missas brevis, Missa da Coroação e Requiem de Mozart, Missa em Sol M de Schubert, Fantasia Coral e 9ª Sinfonia de Beethoven, Requiem de Fauré, "Don Quichotte à Dulcinée" e "Cinque chansons populaires Greques" de Ravel, "Kindertotenlieder" e "Lieder eines fahrenden Gesellen" de Mahler, "Le Bestiaire" de Poulenc, "Chichester Psalms" de Leonard Bernstein, entre outros.
Como solista foi dirigido pelos maestros António Saiote, Filipe Veríssimo, Florian Totan, Gunther Argelhebe, Howard Dyck, Ivo Cruz, Jean-Marc Burfin, João Paulo Santos, José Ferreira Lobo, José Luís Borges Coelho, Miguel Ortega, Roberto Perez, Rui Massena, Omri Hadari e Walter Hidalgo.
Em cena teve como directores Carlos Avilez, Emílio Saggi, João Henriques, João Paes, Jorge Rodrigues, Norma Graça-Silvestre, Nuno M Cardoso, Paulo Matos, Tim Coleman.
Tem participado em inúmeros concertos do Grupo Música Nova com o qual fez várias estreias nacionais e mundiais de obras contemporâneas.

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29 Agosto 2006

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Nascido no Porto de mãe espanhola, residente em Paris, Jorge Chaminé, barítono polifacetado, ocupa um lugar de destaque no mundo da lírica internacional. Demonstrando excepcionais dotes musicais desde criança, estudou piano, violoncelo, guitarra, direcção, tendo-se estreado como cantor (soprano) aos 12 anos de idade. Depois de estudos de Direito na Universidade de Coimbra, Chaminé opta definitivamente pela carreira de cantor e, como bolseiro da Fundação "Calouste Gulbenkian", prossegue a sua formação em Paris (École Normale de Musique, onde se diploma com a mais alta classificação e se aperfeiçoa com Jean-Pierre Blivet), Madrid (último discípulo e um dos preferidos de Lola Rodríguez Aragón), Munique (onde trabalha o reportório alemão com Hans Hotter) e Nova Yorque (onde se aperfeiçoa com Daniel Ferro na Juilliard School). Recebe também os conselhos de Teresa Berganza com a qual cantará inúmeras vezes.
Barítono de Ópera (aplaudido recentemente em Nova Yorque, Boston, Paris, Florença, Roma, Washington, Hamburgo, Avinhão, Sevilha, Madrid, Marselha) é habitualmente convidado como solista por orquestras como as Boston Symphony, London Symphony, Filarmónica Checa, Sinfónica de Berlim, RIAS, Enescu de Bucarest, Sinfónica de Madrid, Nacional do Porto, Ensemble Intercontemporain..., sob a direcção de prestigiados maestros como Seiji Ozawa (com quem fez o seu "début" no Carnegie Hall de Nova Yorque), C. Scimone, Lord Menuhin (com quem, depois de ter obtido por unanimidade o Prémio da Fundação Menuhin, cantou inúmeras vezes, nomeadamente os "Requiem" de Fauré e de Brahms, ou a IX Sinfonia de Beethoven), M. Corboz, R. Frühbeck de Burgos, Placido Domingo, Giuseppe Sinopoli, Manuel Ivo Cruz, Josep Pons, Mark Foster, Ros Marbà, A. Tamayo, Jonathan Darlington. Contracenou com famosos cantores como Mirella Freni (Boston e Nova Yorque), Montserrat Caballé (Opera Paris-Bastilha) e sobretudo Teresa Berganza na histórica "Carmen" da Expo de Sevilha, concerto de árias e duos de Mozart e Rossini, na ópera "Rinaldo" de Haendel para a abertura do Ano Santo em Santiago de Compostela, programas de televisão para France 2. O seu conhecimento das línguas (francês, italiano, russo, alemão, inglês e, claro está, espanhol e português) assim como a originalidade dos seus programas fazem de Chaminé um recitalista sem par, tendo-o levado a cantar nas mais prestigiosas salas de concerto do mundo (Carnegie Hall, Teatro Real, Contcertgebow, Gulbenkian, Théâtre des Champs-Elysées, Salle Pleyel,...) assim como nos principais festivais internacionais. J. Chaminé é o criador de obras que lhe foram dedicadas por Bussotti, Lenot, Markeas, Schwarz, Petit, Vlad e Xenakis. Paralelamente ao reportório clássico, Chaminé celebrou o Tango ao lado de Olivier Manoury e acaba de gravar um disco homenagem a Vinicius de Moraes com o guitarrista Norberto Pedreira, interessando-se também pelo fado, boleros ou as canções de Cole Porter.
Detentor de inúmeros prémios e distinções internacionais, Jorge Chaminé recebeu a Medalha dos Direitos Humanos da Unesco, de mãos de Federico Mayor, pela sua acção a favor das crianças abandonadas no mundo. Realiza habitualmente cursos de aperfeiçoamento artístico na Europa, Brasil, Canadá e Estados Unidos. A partir de 2001, funda um Atelier Musical no Centro Cultural Calouste Gulbenkian de Paris para cantores, pianistas e grupos de música de câmara: dado o grande êxito deste Atelier, com mais de 160 músicos inscritos, oriundos de 46 nacionalidades diferentes, Jorge Chaminé foi convidado a continuar esta original experiência pedagógica em 2005 no Colégio de Espanha da Cidade Universitária de Paris. Jorge Chaminé é o Director da prestigiosa Fundação Concertante, fundação de apoio e promoção a jovens músicos e Director Artístico do Festival CIMA na Toscana. É também vice presidente da Associação Georges Bizet. No próximo dia 11 de Maio no Grande Auditório da Unesco em Paris, Jorge Chaminé será nomeado Embaixador de Boa Vontade da organização "Music in ME" (Music in Middle East), em homengaem ao trabalho desenvolvido pelo barítono na aproximação dos músicos árabes e judeus assim como no desenvolvimento de projectos pedagógicos e artísticos por ele criados.

CONTACTOS
Correio: sonscroises@hotmail.com
05 Março 2005

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Jorge Martins nasceu em Lisboa. Estudou na Escola de Música do Conservatório Nacional onde iniciou os estudos de canto com Cristina de Castro. Posteriormente estudou com Ana Paula Russo, com quem finalizou o curso.
Tem frequentado diversas masterclasses e cursos de aperfeiçoamento, tendo trabalhado com Rudolf Knoll, Elisabete Matos, Enza Ferrari e tendo participado nos cursos internacionais de Verão «Operaplus 2003» e «Operaplus 2004», na Bélgica, orientados por Loh Siew-Tuan, David Miller e Ronny Lauwers e com masterclasses por Sarah Walker, Graham Johnson e Yvonne Minton.
Foi membro do Coro de Câmara de Lisboa e reforço do Coro do Teatro Nacional de São Carlos.
A solo tem interpretado repertório desde o barroco ao contemporâneo entre os quais a cantata Herz und Mund und Tat und Leben de J. S. Bach, a Missa da Coroação, e Requiem (Orq. do Algarve prod.) de W. A. Mozart, Missa e Verbum Caro de Carlos Seixas, Responsoria in Sabbato Sancto e Stabat Mater de José Joaquim dos Santos, Te Deum de M. A. Charpentier, a Canção da Terra e as Canções de um viandante de G. Mahler (versões de câmara de Schönberg), o Te Deum de M. R. Delalande, recitais de compositores portugueses do século XX um dos quais um transmitido em directo pela Antena2.
Interpretou os papéis de Papagueno na ópera A Flauta Mágica, numa versão em português, Colas em Bastien e Bastienne, e Masetto do Don Giovanni (EVI prod.) (Orq. do Algarve prod.) de W. A. Mozart, de Uberto na Serva Padrona (CAMJAP - Gulbenkian prod.) de G. B. Pergolesi, de Buona Fede em Il mondo della Luna de P. A. Avondano, Principe Yamadori na Madama Butterfly (EVI prod.) de G. Puccini, Luka em The Bear (CAMJAP - Gulbenkian prod.) de William Walton, Zuniga na Carmen (Orq. do Norte prod.) de Bizet, Ben em O Telefone de G. C. Menotti, 2 pequenos personagens n' O Nariz (TNSC prod.) de Chostakovitch, Noé em A Arca de Noé de Britten, Fiorello n' O barbeiro de Sevilha de G. Rossini (EVI prod.) Belcore no Elixir do amor de Donizetti (EVI prod.), Brighella da Arlecchinata de Salieri (EVI prod.), Marquês em La Traviatta de Verdi(EVI prod.).
Trabalhou sob a orientação e direcção musical de Teresita G. Marques, José Manuel Brandão, Rui Pinheiro, Pedro Moreira, Armando Vidal, João Paulo Santos, José Ferreira Lobo, Max Rabinovitsj, Etienne Lamaison, Tadeusz Serafin, Donato Renzetti, Osvaldo Ferreira, Jean-Sébastien Béreau e Giovanni Andreoli.
Em ópera trabalhou em encenações de Jorge Listopad, Ronny Lauwers, Carlos Avilez, Andrea Lupi, Paula Gomes Ribeiro, Carla Lopes e João Lourenço.
Próximos trabalhos incluem W - ópera de José Júlio Lopes em Dezembro na Culturgest e Papageno na Flauta Mágica de Mozart na temporada deste ano do Teatro Nacional de São Carlos, numa versão dirigida a um público juvenil.
CONTACTOS
Correio: jorgembmartins@yahoo.com.br
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JORGE VAZ DE CARVALHO, BARÍTONO |
Jorge Vaz de Carvalho é licenciado em Línguas e Literaturas Modernas (Estudos Portugueses e Ingleses) pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa, em 1989. Concluiu o Mestrado em Literaturas Comparadas na Universidade Nova de Lisboa, com a mais alta classificação, defendendo tese sobre a obra de Teolinda Gersão. Foi sub-Director do IELT Instituto de Estudos de Literatura Tradicional, membro do Centro de Estudos Americanos da Universidade Aberta de Lisboa e professor de Português do Ensino Secundário durante 9 anos, entre 1975 e 1984.
O seu multifacetado percurso no panorama cultural tem-se, entretanto, centrado na actividade musical. Enquanto cantor lírico, estreou-se no Teatro de São Carlos de Lisboa, em 1984, a cuja companhia residente pertenceu até iniciar a carreira internacional, em países como a Alemanha, Austrália, Bélgica, China e Macau, Espanha, Croácia, França, Israel, Itália ou Japão. Além de dezenas de papéis principais que interpretou, em óperas de Mozart, Rossini, Donizetti, Verdi, Puccini, Bizet, Gounod, Massenet ou Wagner, desenvolve actividades de concertista e de recitalista. Dedicado aos compositores portugueses, do barroco à música contemporânea, interpretou inúmeras obras, de Domingos Bomtempo (Requiem), Joly Braga Santos, Lopes-Graca, Alexandre Delgado: Turbilhão ou Eurico Carrapatoso). Desempenhou papéis principais em óperas de Alfredo Keil ("A Serrana"), Jerónimo Lima ("Lo Spirito di Contradizione"), Marcos Portugal ("As Damas Trocadas", editada em CD pela Marco Polo), foi o criador de Mefístófeles de "As Três Máscaras", de Maria de Lurdes Martins, do Visconde Henrique de "Os Canibais", de João Paes, que gravou para o filme de Manoel de Oliveira, e protagonizou as óperas "Édipo" e "Os Dias Levantados", de António Pinho Vargas. Criou também a obra de Eurico Carrapatoso "O Lobo Diogo e o Mosquito Valentim", que lhe é dedicada. Artista ecléctico, a sua actividade lírica inclui a opereta e o musical americano, com particular destaque para os papéis de Dr. Falke de "Die Fledermaus", de J. Strauss e do protagonista de "SweeneyTodd", de Stephen Sondheim.
Enquanto Consultor Artístico do Círculo Portuense de Ópera, foi o principal responsável pelo enorme salto qualitativo da produção operática no Porto, pelas suas notáveis interpretações dos Carmina Burana de Cari Orff, de Escamillo da "Carmen", de Bizet, Dulcamara de "L'Elisir d'Amore", e o protagonista de "Don Pasquale", de Donizetti, Leporello de "Don Giovanni" e Figaro, de "Le Nozze de Figaro" de Mozart, bem como Sacarpia na "Tosca" de Puccini. Também de Puccini encenou a ópera "La Bohème". Director da Orquestra Nacional do Porto desde 1999, elaborou e liderou o processo de construção da actual formação sinfónica. É Director do Instituto das Artes.
05 Julho 2006

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José Corvelo nasceu na Ilha das Flores, Açores. É licenciado, com elevada classificação, pela Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo onde integrou a classe de José de Oliveira Lopes. Foi-lhe atribuído o prémio Eng. António de Almeida pela Fundação com o mesmo nome, que distingue os melhores alunos finalistas das universidades portuenses. A sua formação iniciou-se no Conservatório Regional de Ponta Delgada onde estudou Canto com Imaculada Pacheco, estudando também Flauta Transversal, piano e guitarra clássica, frequentando depois o Conservatório Regional de Angra do Heroísmo, na classe de Luísa Alcobía Leal, concluindo o curso com alta classificação.
Tem participado em "masterclasses" com Oliveira Lopes, Fernanda Correia, Rudolf Knoll, Lamara Tchekónia, Liliana Bizineche, Ambra Vespasiani, Ettore Nova, Enza Ferrari e, regularmente, com Jorge Vaz de Carvalho.
Apresenta-se frequentemente em recitais com os pianistas Luís Magalhães, Carla Seixas, Pedro Ludgero e João Queirós, a percussionista Elisabeth Davis, o acordeonista Pedro Santos e com o guitarrista Artur Caldeira. Participou com o pianista Adriano Jordão, nos programas comemorativos do centenário da morte de Verdi, da estação de televisão SIC. Colaborou com o Grupo Música Nova, sob a direcção de Cândido Lima.
Tem-se apresentado em várias salas do País, entre as quais: Coliseu dos Recreios, Teatro Nacional de São Carlos, Teatro S.Luíz, Teatro da Trindade, Teatro Camões, Centro de Artes Modernas da Fundação Calouste Gulbenkian e Aula Magna em Lisboa; Coliseu do Porto, Rivoli Teatro, Teatro Nacional de São João, Casa da Música e Fundação Eng. António de Almeida no Porto; Casa das Artes em Famalicão; Teatro Angrense em Angra do Heroísmo; Teatro Aveirense em Aveiro; Teatro Viriato em Viseu; Estúdio Fénix em Fafe; Teatro Lethes em Faro; Auditório Municipal Eunice Muñoz em Oeiras; Centro de Artes e Espectáculos na Figueira da Foz.
Foi solista nas seguintes obras: "Magnificat em Sol" e "Magnificat em Dó" de G.Ph. Telemann, "Come Ye Sons of Art" de H. Purcell "Magnificat BWV 243" e "Paixão Segundo S. João" de J.S.Bach, "Messias" de Haendel, "Missa de Natal Checa" de J.J.Ryba, "Stabat Mater" de J.Haydn, "Requiem", "Krönungs-Messe" e "Litaniae Lauretanae K.109" de Mozart, "Sinfonia nº 9" de Beethoven "Missa em Sol Maior" de Schubert, "Requiem" de Faurè, "Stabat Mater" de Rossini, "Carmina Burana" de Carl Orff, "O Encoberto" de Maria de Lourdes Martins, "O lobo Diogo e o mosquito Valentim" (Diogo), editado em DVD e transmitido pela Antena 2 e "A Floresta" (Anão) de Eurico Carrapatoso, (estreia absoluta) "La Serva Padrona"(Uberto) e "La Contadina Astuta" (Don Tabarrano) de Pergolesi, "The Little Sweep" (Black Bob/Tom) de Britten, "A Donzela Guerreira" (D.Duardos/Pai de D.Marcos) de Maria de Lourdes Martins (estreia absoluta), "Os Fugitivos" (Alfredo) de J.Eduardo Rocha (estreia absoluta), "Hin und Zurück" (médico) de Hindemith, "The Bear" (Smirnov) de W.Walton, "A Raposinha Matreira" (Padre) de Leos Janacek, "La Donna di genio volubile" (Don Salustio) de Marcos Portugal, "Medea" (Capo delle Guardie) de L.Cherubini "Le Nozze di Figaro" (Antonio/Il conte di Almaviva/Figaro) e "Don Giovanni" (Leporello) de Mozart, "Il barbiere di Siviglia" (Fiorello/Don Basilio/Bartolo) de Rossini, "Rigoletto" (Monterone) e "La Traviata" (Marquis d'Obigny/Barone Douphol) de Verdi, "Don Pasquale" (Notaro/Don Pasquale) de Donizetti, "Carmen" (Morales) de Bizet, "La Bohème" (Benoit/Alcindoro), "Madama Butterfly" (Lo Zio Bonzo) e "Tosca" (Sciarrone/ Scarpia) de Puccini.
Tem recebido, por parte da crítica, óptimas referências: "É difícil ser-se tão bom num pequeno papel como aconteceu com José Corvelo." (Jornal de Notícias - Maestro José Atalaya; La Bohème, Coliseu do Porto, Junho de 2000, Benoit e Alcindoro); "José Corvelo promete ser um elemento importante e significativo no panorama lírico português (.) Já aqui o ouvi várias vezes e muito bem" (Comentários à transmissão directa da Antena 2 - Maestro Mário Mateus; Le Nozze di Figaro, Coliseu do Porto, Maio de 2002, Antonio) ". José Corvelo foi perfeito na caracterização do jardineiro" (Diário de Notícias - Bernardo Mariano; Le Nozze di Figaro, Coliseu do Porto, Antonio); "O Anão (José Corvelo) e o Sábio colaram muito bem voz e personagem." (Diário de Notícias - Bernardo Mariano; A Floresta, co-produção TNSC/Teatro S.Luís, Fevereiro de 2004); "Tanto o soprano Angélica Neto como o barítono José Corvelo encarnaram os seus papeis de forma expressiva e engraçada." (Jornal Expresso - Luciana Leiderfarb; A Floresta, Teatro S.Luís); ".Catherine Rey e José Corvelo constituíram uma dupla eficaz." (Expresso - Teresa Castanheira; Os Fugitivos, Teatro da Trindade, Março de 2004 ); "Simplicidade e segurança que se encontraram num leque vasto de interpretes(.), do estúdio de ópera, ou os mais experientes Luís Rodrigues, Mário Redondo e José Corvelo" (Público - Augusto M. Seabra, A Raposinha Matreira, Rivoli Teatro, Julho de 2004); ".a situação dramática-musical existiu, não se podendo deixar de referir as interpretações de Juliana Mauger e José Corvelo" (Público - Augusto M. Seabra, The Bear, Centro de Artes Modernas da Fundação Calouste Gulbenkian, Outubro de 2004); "Carlo Cigni, Nidia Palácios, Ana Ferraz e José Corvelo estiveram muito bem nos seus respectivos papéis"(Público - Teresa Cascudo, Medea, TNSC, Janeiro de 2005); "Os cantores estiveram entre o correcto e o admirável, com destaque para a excelente prestação de José Corvelo como Figaro, de Lara Martins como Susanna e de Teresa Gardner como Contessa." (Público - Manuel Pedro Ferreira, Le Nozze di Figaro, Teatro da Trindade, Setembro de 2006); "No plano vocal, estiveram muito seguros Corvelo (Figaro) e Redondo (Conde) - também os cantores com mais traquejo do elenco." (Diário de Notícias - Bernardo Mariano, Le Nozze di Figaro, Teatro da Trindade, Setembro de 2006).
Trabalhou com os encenadores Norma Graça-Silvestre, Mietta Corli, Joseph Franconi Lee, Jorge Rodrigues, Paulo Matos, Maria Emília Correia, Carlos Avilez, Orlando Arocha, Carla Lopes, Andrea Lupi, Tim Coleman, Stuart Hopps, Luca Veggetti, Jorge Vaz de Carvalho, Italo Nunziata, Nuno M. Cardoso, Luís Miguel Cintra e Nuno Carinhas.
Nas diversas óperas, oratórios e concertos realizados, cantou com a Orquestra do Norte, Orquestra Nacional do Porto, Remix Ensemble, Orquestra Sinfónica Juvenil, Orquestra Portuguesa das Escolas de Música, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra de Câmara de Coimbra, Orquestra do Algarve, Orquestra Clássica da Madeira, Orquestra Clássica de Espinho, Orquestra Sinfónica da Póvoa de Varzim, Orquestra Artave, Ensemble Barroco Europeu, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Sinfónica Portuguesa.
Foi dirigido pelos maestros Ferreira Lobo, Rafael Montes Gómez, Jaroslav Mikus, Filipe Sá, Vítor Matos, Paulo Silva, Paulo Martins, Felipe Nabuco-Silvestre, Osvaldo Ferreira, Armando Vidal, Manuel Ivo Cruz, Gunther Arglebe, Virgílio Caseiro, Rui Massena, António V. Lourenço, Christopher Bochmann, Julian Reynolds, Leonardo de Barros, Félix Carrasco, Stephen Darlington, Cesário Costa, Roberto Pérez, João Paulo Santos, Marko Letonja, Zsolt Hamar, Nicola Giusti, Martin André, Niksa Bareza, Roberto Manfredini, Reynald Giovaninetti, Johannes Willig e Marc Tardue.
Próximos compromissos incluem: Le Nozze di Figaro (Figaro), D.Giovanni (Leporello), Carmen (Escamillo), Carmina Burana, Mass of the children de John Rutter, Requiem de Mozart entre outros.

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2 Janeiro 2005

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Luís Rodrigues estudou no Conservatório Nacional com José Carlos Xavier e na Escola Superior de Música de Lisboa com Helena Pina Manique. Nestes estabelecimentos de ensino trabalhou também sob a orientação de Armando Vidal, Nicholas McNair, Olga Prats e Nuno Vieira de Almeida. Participou em cursos de aperfeiçoamento com Ileana Cotrubas, Marimi del Pozo, Elsa Saque, Lorraine Nubar, Gérard Souzay e Dalton Baldwin. Actualmente, trabalha repertório com João Paulo Santos. Em 1995, foi laureado com o 3º prémio ex-aequo no concurso de solistas da Juventude Musical Portuguesa e com o 1º prémio no II Concurso de Interpretação do Estoril. Ganhou também, com o pianista David Santos, o concurso de Música de Câmara do Prémio Jovens Músicos da RDP. Em 1996, foi vencedor do 4º Concurso de Canto "Luísa Todi", e obteve o 2º Prémio no Concours-Festival de la Mélodie Française, em Saint-Chamond (França). Já em 1999 foi o vencedor ex-aequo do concurso PoulencPlus (Mélodies de Poulenc), em Nova Iorque.
Reconhecido intérprete de música de câmara, Luís Rodrigues tem-se afirmado em simultâneo no domínio da ópera, em papéis como os de Schaunard ("La Bohème"), Conde Robinson ("Il Matrimonio Segreto"), St. Ignatius ("Four Saints in Three Acts") e Harlekin ("Ariadne auf Naxos") no Teatro Nacional de São Carlos, Pai ("A Casinha de Chocolate") no Teatro da Trindade, Anthony ("Sweeney Todd"), com o Novo Grupo, no Teatro Nacional D. Maria II, Mr. Gedge ("Albert Herring"), também com o Novo Grupo, no novo Teatro Aberto, Semicúpio ("Guerras do Alecrim e Mangerona"), com a Capela Real, no Acarte e no Teatro da Trindade, cuja criação lhe valeu o Prémio Bordalo da Imprensa 2000 para Música Erudita, Marcello ("La Bohème"), com o Círculo Portuense de Ópera e a Orquestra Nacional do Porto, no Coliseu daquela cidade, Tom ("The English Cat"), com a Cornucópia e a ONP, no Rivoli e Teatro Nacional de São Carlos, Giorgio Germont ("La Traviata"), com a Orquestra do Norte, no Coliseu do Porto, e Belcore ("L'Elisir d'Amore") e Figaro ("Il Barbiere di Siviglia"), com a Eventos Ibéricos e a Orquestra do Norte. Participou ainda na estreia absoluta das óperas "Édipo", "A Tragédia do Saber" (Culturgest e Teatro Nacional de São João) e "Os Dias Levantados" (Teatro Nacional de São Carlos), ambas de António Pinho Vargas, "Sol de Invierno", de David del Puerto, com o Drumming (Madrid, Auditorio Nacional de Música, e Porto, Teatro Nacional de São João), e "Melodias Estranhas", de António Chagas Rosa, com o Remix Ensemble - Casa da Música, co-produção das Capitais Europeias da Cultura Roterdão e Porto 2001.
Também como solista de oratória tem mantido uma actividade regular, podendo-se realçar as suas apresentações no Requiem de Brahms, em Macau, na "Petite Messe Solennelle" de Rossini, em São Carlos, no Oratório de Natal de Saint-Saëns, no Europarque, e em vários programas com o Coro e Orquestra Gulbenkian, com os quais gravou, para a Aria Music, o Requiem de Suppé, e para a Strauss-Portugalsom um Gloria de Bomtempo, ambos sob a direcção de Michel Corboz.

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LUIZ FILIPE MARQUES, BARÍTONO |
Luiz Filipe Marques nasceu na Póvoa de Varzim e iniciou aos 5 anos a sua aprendizagem musical no seio de família melómana.
Frequentou o Curso de Direito na Universidade de Coimbra.
Regressou ao Porto e terminou o Curso de História (Artes) na Faculdade de Letras do Porto. Aí cantou como Solista no Coral de Letras sob a direção artística de José Luís Borges Coelho.
Frequentou as classes da Professora Fernanda Correia, como aluno do Curso Superior de Canto da Escola de Música do Porto e continuou trabalhando com a mesma professora no Conservatório Superior de Música de Gaia, onde terminou o Curso Superior de Canto Teatral com a classificação máxima (20 Valores).
Frequentou ainda várias masterclasses com: António Salgado, Hilde Zadeck, Gundula Zanowitz, Charles Spencer, Laura Sarti, Norma Silvestre, Elizabeth Matos, Enza Ferrari e Montserrat Caballé - Zaragoça 2007.
No domínio operático interpretou como solista: Mozart - Die Zauberflöte (Papageno), Mozart - Le Nozze di Figaro (Conde), Stravinsky - Le Roussignol (Imperador), Verdi - La Traviata (Dottore), Donizetti - D. Pasquale (Dr. Malatesta) e Britten - The Litle Sweep (Sweep).
Participou em inúmeras oratórias: Bach - Cantata Ich Habe Genug, Mozart - Missa da coroação, Gounod - Missa das Catedrais, Dvorák - Missa Solene, Mozart - Requiem e Fauré - Requiem, para além da já habitual participação na Missa Solene do dia de Sta. Teresa de Ávila, na Catredal da mesma cidade. Com este coro cantou, também, no Vaticano perante o Papa Bento XVl, Vésperas Solenes em S. Pedro e em Roma na Igreja de S. Maria della Vitória.
Tem-se apresentado com maestros tais como: Rui Massena, António Ferreira dos Santos, Mário Mateus, Filipe Veríssimo, José Ferreira Lobo, Armando Vidal, António Queirós, Mário Claro, Manuel Ivo Cruz, Miguel del Castillo e Colin Davis (A Flauta Mágica - em Madrid e Escorial).
Em música contemporânea estreou em Lisboa uma composição de Cândido Lima, com poesia de Fernando Pessoa, com acompanhamento orquestral. Ainda neste campo protagonizou a Cantata de S. Sebastião, de Ferreira dos Santos, para grande coro e orquestra (narrador).
Presentemente lecciona (Canto) na Escola de Música da Associação Musical de Pedroso, colaborando, também, como solista, com o coro desta Associação e tem efectuado várias audições em Lisboa, nomeadamente, no Teatro Nacional de São Carlos, Orquestra Metropolitana de Lisboa e na Fundação Calouste Gulbenkian.
Participou como solista, no Concerto da Assembleia da República (21/01/08) e também na missa comemorativa do Centenário do Regicídio de S. M. Rei D. Carlos e do Príncipe Real D. Luís Filipe, na igreja de S. Vicente de Fora, em Lisboa (01/02/08).
Em 22/02/08 realizou como solista um recital Ibérico nos Passos dos Duques de Bragança, em Guimarães, acompanhado pelo pianista João Queirós.
Atualmente faz parte do coro de solistas da Casa da Música.
CONTACTOS
Correio: marquesluizfilipe@gmail.com
22 Outubro 2010

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NUNO DE VILALLONGA, BARÍTONO |
Natural de Lisboa, Nuno de Vilallonga estudou com a cantora Elisete Bayan e com o tenor José Carlos Xavier, no Conservatório Nacional de Lisboa. Como bolseiro do Governo Espanhol, concluiu a licenciatura e mestrado em Canto, na Escola Superior de Canto de Madrid, na Classe de Marimi del Pozo e Ana Maria Olália. Pariticipou num curso de aperfeiçoamento orientado pela célebre soprano Monserrat Caballé, no Audidório Nacional de Música de Madrid. É detentor de prémios nos concursos Luciano Pavarotti, Francisco Viñas, Alfredo Kraus, Luísa Todi, Juventude Musical Portuguesa, Olga Violante e Bilbao. Actuou em Portugal, Espanha, França, Estados Unidos, Macau e Índia.
Do seu repertório fazem parte as óperas Rigoletto (Teatro Camôes, Lisboa), Il Trovatore (Teatro Miguel Fleta, Zaragosa), La Traviata (Auditório de Sta Maria da Feira e Coliseu dos Recreios de Lisboa), no âmbito da Capital da Cultura e ainda, La Bohéme (Real Teatro de Queluz), Tosca, Simão Bocanegra, Gianni Schicchi, Don Carlo e Elixir de Amor. Foi dirigido pelos Maestros Manuel Ivo Cruz, Juliano Carella, Luiz Esquierdo, Garcia Navarro, Frudeberg de Burgos , Sergei Celebidak, Fernando Eldoro, Alvaro Cassuto e António Lourenço. No género óratório, interpretou Stabat Mater de Rossini e de Dvorjak, Missa Solene de Rossini, Requiem de Verdi, Messias de Handel e Nona Sinfonia de Beethoven. É professor de Canto no Conservatório Nacional de Música de Lisboa. É Comendador da ordem do Mèrito Militense, da Ordem Soberana e Militar de Malta. Defenderá em breve a tese de Doutoramento em Musicologia na Universidade Complutense de Madrid.
CONTACTOS
Correio: nunovilallonga@hotmail.com
12 Novembro 2004

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PEDRO MIGUEL NUNES, BARÍTONO |
Pedro Miguel Nunes, barítono, tem vindo a desenvolver um repertório direccionado para a interpretação de música litúrgica, de obras russas (e eslavas) e de repertório ocidental. Iniciou os seus estudos de Canto com a Professora Maria Cristina de Castro no Conservatório Nacional, tendo continuado com Larissa Savchenko, na mesma Escola. Mais tarde, já no âmbito do Ensino Superior, estudou com Liliana Bizineche e com José de Oliveira Lopes, e, actualmente, está no Curso Superior de Canto da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto, na classe de Rui Taveira e, no Estúdio de Ópera, com o José de Oliveira Lopes.
Aclamado pelas suas interpretações religiosas em diversos espaços religiosos (Mosteiro dos Jerónimos ou a Basílica de Fátima, Basílica dos Mártires, Igreja da Graça, Basílica de Meca e em vários mosteiros e catedrais), continuou esta linha sacra que o levou a actuar em vários países, nomeadamente em França, Espanha e na Suíça. Conhecida a sua voz no âmbito religioso, foi convidado por dioceses e por bispos de algumas cidades europeias, estreando-se, pela Europa, no âmbito da Música Litúrgica, desde o Canto Bizantino até Bach e Schubert.
Desde 1998, faz investigação universitária sobre Canto Gregoriano e Canto Ortodoxo (russo, copta, grego e bizantino), e interpreta, juntamente com alguns coros monásticos, várias obras-primas da música oriental em Paris, Madrid, Barcelona, Estugarda, Lisboa, Porto, Murcia, Vigo, Bordéus, Andorra, Berlim, Londres, Lyon e Badajoz.
Licenciado em Literatura pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova e Mestre em História Medieval pela mesma Faculdade, com o tema - O Pecado e a Santidade na Idade Média - concluído com a classificação máxima de Muito Bom, inicia, actualmente, um Doutoramento sobre História da Espiritualidade Medieval e da Música, com o tema - A Importância da Música na Formação da Individualidade Religiosa. Frequentou cursos sobre História Medieval, História Contemporânea, Música Medieval, publicou diversos artigos sobre personalidades medievais e Literatura Musical Medieval e um Livro sobre Literatura e Língua Portuguesa. Participou em diversos Congressos, Colóquios e Cursos ligados com a História e a Literatura.
Além do trabalho que desenvolveu com Maria Cristina de Castro e Larissa Savchenko e com José Oliveira Lopes, trabalhou também com Liliana Bizineche. No âmbito superior, estuda com o Professor Rui Taveira e com a Professora Elsa Saque. Tem frequentado, como participante activo, Master-Classes levadas a cabo por grandes nomes do cenário operático mundial, tais como Montserrat Caballé, Teresa Berganza e José van Dam e trabalhou com prestigiados docentes, tais como Laura Sarti (Festival Internacional de Música de Aveiro), com Sarah Walker, com Helmut Lips (Escola Superior de Música de Estugarda) e com Lorraine Nubar (Julliard School - Nova Iorque). Além do mais, trabalhou com diversos pianistas tais como José Paulo Sodré, Savka Konjikusic, Nuno Barroso, Rui Pinheiro, Angel Gonzalez, José Paulo Ribeiro da Silva, Dalton Baldwin, Sofia Lourenço, Jaime Mota, Júlio Dias, entre outros.
No âmbito concertista, tem interpretado árias, papéis e cenas de diversas personagens da Ópera Romântica, tais como o Toreador (Carmen, Bizet), Valentin (Fausto, Gounod), Macbeth (Macbeth, Verdi), Jago (Otello, Verdi), Conde Malatesta (Don Pasquale, Donizetti), Conde Tomsky (Dama de Espadas, Tchaikovsky), Bartolo (As Bodas de Fígaro, Mozart), Príncipe Yeletsky (Dama de Espadas, Tchaikovsky), Oneguin (Evgueni Oneguin, Tchaikovsky), Fígaro (Barbeiro de Sevilha, Rossini) e Amonasro (Aida, Verdi).
No âmbito da ópera barroca e clássica, tem apresentado diversos papéis em árias e cenas, tais como Rinaldo (Rinaldo, Händel), Orfeu (Orfeo e Euridice, Gluck), Nero (L'Incoronazione di Poppea, Monteverdi) e diversas personagens mozartianas, tais como Papageno (A Flauta Mágica), Dom João (Don Giovanni) e Fígaro (As Bodas de Fígaro). Incluem-se, ainda, no seu repertório, árias, canções e motetos de Caccini, Caldara, Vivaldi, Carissimi, Cavalli, Giordani, Leonardo Leo, Marcello, Brahms (Quatro Últimas Canções), Schumman (Dichterlieder) No âmbito da Oratória Ocidental, cantou já os Stabat Mater de Vivaldi, Rossini e Pergolesi, o Nisi Dominus de Vivaldi, árias e recitativos das Paixões de Bach, o Magnificat de Bach, o Lamento de Christoph Bach, o Salve Regina em Fám de Vivaldi.
Actualmente, trabalha com diversas orquestras e está inserido em alguns projectos de interpretação de música litúrgica (gregoriana e ortodoxa) e de música clássica ocidental. No âmbito nacional, convidado por Teatros, Auditórios, Museus, Dioceses, Câmaras, Governos Civis, pelo Ministério da Cultura e por entidades de promoção cultural, tem vindo a participar em Festivais de Música, tais como o Festival de Música Antiga (Loulé), o Festival de Outono de Rio Maior, o Festival de Música de Guimarães, o Projecto Sons da Fronteira (Minho) e o Festival Colombo (Madeira), e a dar concertos em Teatros, Igrejas e Auditórios em mais de 80 concelhos por Portugal Continental e Ilhas.
15 Março 2007

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Pedro Ferreira nasceu no Porto e é licenciado em Engenharia. Terminou o Curso Superior de Canto com a classificação máxima, na classe de Fernanda Correia, do Conservatório Regional de Gaia. Participou em vários cursos de aperfeiçoamento, nomeadamente com Rudolph Knoll, Paul Schilawsky e Oliveira Lopes. Estudou nos Estados Unidos com Betty Farrington. Fez parte do Coral de Letras da Universidade do Porto e do Grupo de Música Vocal Contemporânea.
É membro do Coro de Câmara da Cidade do Porto. Integrado no primeiro daqueles agrupamentos e, como solista, gravou para a Discoteca Básica Portuguesa obras de Fernando Lopes-Graça. Gravou para a RTP as "Encomendações das Almas" de Lopes-Graça com o CLUP sob a direcção de Borges Coelho e o oratório "Via Crucis" de Liszt com o Coro do Conservatório Regional de Gaia, sob a direcção de Mário Mateus. Tem participado em vários oratórios, designadamente, "História da Ressurreição" de Heinrich Schütz com o CPO, "Requiem" de Saint-Saëns com o OUP e "Requiem" de Mozart com o Coro da Sé Catedral do Porto sob a direcção do Cónego António Ferreira dos Santos. Tem colaborado com o CPO em várias temporadas de ópera tendo participado na cantata cénica "Carmina Burana" e sido solista na "Madame Butterfly", na "Carmen", no "Barbeiro de Sevilha" e no "Amahl" de Menotti.
1993

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Pedro Telles é natural do Porto. Iniciou os estudos de canto com Fernanda Correia. Na classe da mesma Professora, terminou os estudos superiores em Canto Teatral, na Fundação Conservatório Regional de Gaia.
No domínio da Oratória, foi solista no Magnificat, na Cantata BWV61, nas quatro Missas Brevis e na Paixão segundo S. João de Bach, na Missa Secundi Toni de Eberlin, na Missa das Catedrais e na Missa Solene de S. Cecília de Gounod, no Lauda Sion de Mendelssohn, na Via Crucis de Liszt, na Missa Dolorosa de Caldara, na Missa em Ré Maior de Otto Nicolai, na Missa da Coroação e no Requiem de Mozart, na Fantasia Coral de Beethoven, na Passio de Arvo Pärt, na Fantasia de Natal de Vaughan Williams, no Oratório de Natal de Saint-Säens, na Missa Solene de Rossini e na Missa de Requiem de Donizzetti.
No campo da Ópera, interpretou os papéis de Papageno na Flauta Mágica de Mozart, Giorgio Germont em La Traviata de Verdi, Mr. Gobinaud em The Medium de Menotti, Don Colagianni no Il Maestro di Musica de Pergolesi, Masetto no D. Giovanni de Mozart, Doutor Malatesta no Don Pasquale de Donizetti, Eneas em Dido e Eneas de Gluck, Figaro nas Bodas de Figaro de Mozart, Cascada na Viúva Alegre de Lehar, Conde Monterone no Rigoletto de Verdi e Marcello em La Bohéme de Puccini.
Participou em eventos com o Círculo Portuense de Ópera, Coro de S. Tarcísio, Orquestra Artave, Igreja da Lapa do Porto, Orquestra do Norte, Orquesta das Beiras, Ópera do Teatro Nacional de Queluz, Coro da Sé Catedral do Porto, Coliseu do Porto, Teatro Municipal Rivoli do Porto, Ordem dos Médicos, Igreja da Trindade no Porto,Teatro Camões em Lisboa, Teatro Trindade em Lisboa, Teatro do Casino no Funchal e Festival Ticino Musica na Suiça.Tem realizado concertos em Portugal, Espanha, Suiça e Brasil.
Frequentou cursos ministrados por Paul von Schillawsky, Ileana Cotrubas, Charles Hamilton, Amin Feres, Charles Spencer, Rudolph Piernay e António Salgado. Estuda desde sempre com a Professora Fernanda Correia e regularmente com Hilde Zadek em Viena. É um dos maestros do Coro de S. Tarcísio na Igreja da Trindade no Porto, docente da classe de canto na Escola Maiorff na Maia e no Instituto Piaget de Viseu.
16 Maio 2007
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Nascido em Faro em 1975, Rui Baeta iniciou os estudos musicais no Conservatório Regional do Algarve Maria Campina na mesma cidade e completou a sua formação geral em Música no Conservatório Nacional de Lisboa.
Com o Curso Superior de Canto pela Escola Superior de Música de Lisboa (na classe de Luís Madureira), realizou diversos cursos de aperfeiçoamento artístico, como o Curso de Música de Câmara do século XIX e XX na Fundação Hindemith em Blonay, Suíça; o Curso de Canto e Técnica Vocal com Richard Miller na Mozarteum Internationale Sommerakademie em Salzburgo, Áustria; e o Curso de Interpretação de Mélodie Française com o barítono François Le Roux, na Academie Francis Poulenc em Tours, França.
Foi elemento efectivo do Coro da Fundação Calouste Gulbe nkian entre 1994 e 2004.
Obteve o 1.º Prémio na classe de Música de Câmara - Nível Superior - do Concurso RDP Jovens Músicos 1999.
Com o pianista Paulo Pacheco, tem realizado concertos e recitais em países como E.U.A., França, Suiça, Bélgica, Espanha, Malta, Cabo-Verde e em Portugal, onde foi aplaudido em salas como o Grande Auditório Gulbenkian, Centro Cultural de Belém, Auditório Europarque, Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Teatro Rivoli, Teatro da Trindade, Teatro Municipal de S. Luiz, Teatro Nacional São João, Teatro Nacional D. Maria II e Teatro Nacional de S. Carlos.
Com um vasto reportório dividido pela ópera, oratória e recital, tem sido acompanhado por orquestras como a Capela Real, o Ensemble Bach, de Cascais e Oeiras, do Algarve, de Aveiro, Nacional do Porto, Solistas de Lisboa, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Metropolitana de Lisboa e Orquestra Gulbenkian. Destaca as suas interpretações de Mr. Sharpless, de Madama Butterfly, Puccini; Schémil, de Les Contes D'Hoffmann, Offenbach; Hortensius, de La Fille du Regiment, Donizetti; Vater, de Hänsel und Gretel, Humperdinck; Mr. Plunket, de The English Cat, Hans Werner-Henze; Carmina Burana, Orff; Triumphslied, Brahms; Requiem, Fauré; Ein Deutsches Requiem, Brahms; Petite Messe Solennelle, Rossini, entre outras.
CONTACTOS
Sítio: www.ruibaeta.com
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