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COPO
Animais
A CIGARRA E A FORMIGA
António José Ferreira
Adaptação da fábula da cigarra e a formiga

Durante todo o Verão,
que bem cantou a cigarra;
de dia, 'stava na praia,
à noite, ia para a farra.

Ficou no campo a formiga,
pensando no seu celeiro.
O esforço do seu trabalho,
rendeu-lhe um bom mealheiro.

O Inverno só trouxe frio
e nada para comer:
à porta do formigueiro
foi a cigarra bater.

- Durante todo o verão
cantei p'ra te alegrar:
dá-me um pouco de comida
para eu poder jantar.

- Enquanto te divertias,
eu 'stava a trabalhar.
Cantavas todos os dias,
agora vai lá dançar.

Cigarra e formiga
TOPO
A GALINHA DO VIZINHO
Mel. trad. Brasil

A galinha do vizinho
pôs um ovo amarelinho. 
Pôs um ovo,
pôs dois ovos,
pôs três ovos, 
pôs quatro ovos,
pôs cinco ovos,
pôs seis ovos,
pôs sete ovos,
pôs oito ovos,
pôs nove ovos,
pôs dez ovos.

[ Música e brincadeira num caderno Meloteca ]

Galinha
TOPO
AS POMBINHAS DA CAT'RINA

1. As pombinhas da Cat'rina
andaram de mão em mão.
Foram ter à quinta nova,
ao pombal de S. João.

2. Ao pombal de S. João,
à quinta da Ribeirinha.
Minha mãe mandou-me à fonte
e eu parti a cantarinha.

Pombo
TOPO
BORBOLETA DO POMAR
Helena Maria Maia Malta

Áudio

Borboleta do pomar,
poisa aqui, poisa acolá.
Quem te pudesse apanhar!
Coisa mais linda não há.

Sem cessar, a borboleta
bate as asas de cetim,
sempre alegre, sempre inquieta,
a voar assim, assim.

Borboleta
TOPO
CANTA O PATO
Anónimo / Texto de António José Ferreira

Canta o pato:
quá quá quá quá,
quá quá quá quá,
quá quá quá quá.

Canta a cabra:
mé mé mé mé...

Canta o grilo:
gri gri gri gri...

Canta o galo:
có c'ró có có...

Canta a vaca:
mú mú mú mú...

Pato
TOPO
COMO PODE UMA SARDINHA
Mel. trad. Brasil, adapt.

Como pode uma sardinha
viver fora da água fria? (bis)
Como poderei viver (bis)
sem a tua, sem a tua,
sem a tua companhia? (bis)

Sardinha
TOPO
CUCO, CUCO
Mel. popular alemã

Áudio

Cuco, cuco, oiço cantar.
A Primavera 'stá a chegar!
Vamos todos saltar, dançar!

Cuco, cuco, oiço cantar.
Abrem as flores, chegam as aves.
Primavera está a chegar!

Cantem, cantem, vamos dançar.
Crescem as plantas, os dias crescem.
Primavera vem a chegar.

Raquel Simões

Cuco
TOPO
DE OLHOS VERMELHOS

1. De olhos vermelhos,
de pêlo branquinho,
dou saltos bem altos,
eu sou o coelhinho.

2. Comi uma cenoura,
comi casca e tudo!
Ai ela era tão grande
que eu fiquei barrigudo.

3. Dou saltos p'rà frente,
dou saltos p'ra trás.
Eu sou o coelhinho
que de tudo é capaz.

Peter Rabbit
Canção acompanhada com gestos: olhos, pelo, saltos, coelhinho, comi, tudo, grande, barrigudo, frente, trás, coelhinho, capaz.
TOPO
DLIM DLÃO, DLIM DLÃO

Áudio

Dlim dlão, dlim dlim dlão!
Vai casar o João Ratão.
Os dois sinos tocarão.

Dlim dlão, dlim dlim dlão!
Toca, toca, sacristão!
Toca, toca carrilhão.

Dlim dlão, dlim dlim dlão!
Vai casar o João Ratão
no dia de São João.

Ratão
TOPO
ERA UMA VEZ UM CAVALO

Era uma vez um cavalo
que andava no seu lindo carrossel.
Tinha as orelhas espetadas
e a cabeça era feita de papel.

A galope, trá lá lá,
sem parar, trá lá lá.
Cavalinho nunca
sai do seu lugar. (bis)

Carrossel

A canção pode ser acompanhada com gestos que representem as palavras "cavalo", "carrossel", "orelhas", "cabeça", "a galope", "lugar".

TOPO
ESTAVA A VACA NO SEU LUGAR
Mel. trad. Brasil, adapt. António José Ferreira
Canção cumulativa

Estava a vaca no seu lugar,
veio a mosca fazer-lhe mal,
a mosca à vaca,
a vaca a pastar.

Estava a mosca no seu lugar,
veio a aranha fazer-lhe mal:
a aranha à mosca,
a mosca à vaca,
a vaca a pastar.

Estava a aranha no seu lugar,
veio o rato fazer-lhe mal,
o rato à aranha,
a aranha à mosca,
a mosca à vaca,
a vaca a pastar.

Estava o rato no seu lugar,
veio o gato fazer-lhe mal,
o gato ao rato,
o rato à aranha,
a aranha à mosca,
a mosca à vaca,
a vaca a pastar.

Estava o gato no seu lugar,
veio o cão fazer-lhe mal,
o cão ao gato,
o gato ao rato,
o rato à aranha,
a aranha à mosca,
a mosca à vaca,
a vaca a pastar.

Vaca
TOPO
ESTAVA NA FLORESTA
Canção especialmente indicada para a Primavera.

Áudio

1. Estava na floresta
o cuco a cantar.
Por trás duma giesta,
nós fomos escutar:
cu-cu, cu-cu, cu-cu,
cu-cu, cu-cu! (bis)

2. A noite estava escura,
e não tinha luar.
Ouvimos lá ao longe
o lobo a uivar:
aú, aú, aú, aú, aú! (bis)

França

Cuco
TOPO
NO LAGO HAVIA UMA RÃ
António José Ferreira

Áudio

1. No lago havia uma rã
com medo de se afogar.
A mãe comprou-lhe uma bóia
e ensinou-a a nadar.

2. No ramo de uma videira
'stava um jovem passarinho.
Arranjou um pára-quedas
e atirou-se do seu ninho.

3. Um caçador, meio vesgo,
viu uma rola num galho.
Deu um tiro de espingarda
e assustou o espantalho.

4. A chuva caiu na erva
e deitada lá ficou.
Quando o sol a viu caída,
deu-lhe a mão e a levantou.

5. O sino errou nas horas
e enganou a freguesia:
deu as doze horas da noite,
quando era meio-dia.

Rã
TOPO
EU ESTAVA NUM JARDIM-DIM-DIM
Mel. trad. Brasil, adapt. António José Ferreira

Eu estava-va num jardim-dim-dim,
de lavanda-da,
e alecrim-crim-crim.
Saiu de lá-lá-lá,
um lagarto-to.
Olhou p’ra mim,
olhou pra mim
e fez assim: 
Smack! Smack!

Lagarto
TOPO
EU OUVI UM PASSARINHO
Alentejo

1. Eu ouvi um passarinho
às quatro da madrugada,
Cantando lindas cantigas
à porta da sua amada.

2. Ao ouvir cantar tão bem
a sua amada chorou.
Às quatro da madrugada
o passarinho cantou.

3. Alentejo quando canta,
vê quebrada a solidão;
traz a alma na garganta
e o sonho no coração.

4. Alentejo, terra rasa,
toda coberta de pão;
a sua espiga doirada
lembra mãos em oração.

Passarinho
TOPO
EU TENHO UM PEIXINHO
Mel. trad. Brasil, adapt.

Eu tenho um peixinho
no aquário, 
colorido e brincalhão
Gira, gira
e mergulha
só p'ra chamar atenção.

Peixe
TOPO
EU VI UMA BARATA
Mel. trad. Brasil

Eu vi uma barata
na careca do avô;
assim que ela me viu,
bateu asas e voou.

Barata
TOPO
HAVIA UM ELEFANTE
Testo de António José Ferreira

Áudio

1. Havia um elefante
que andava numa floresta sem fim.
Havia um elefante:
tinha uma tromba assim, assim.
Tinha uma tromba assim.

2. Havia um crocodilo
na água turva do rio sem fim.
Havia um crocodilo:
tinha uma boca assim, assim.
Tinha uma boca assim.

3. Havia uma girafa.
Comia folhas e não o capim.
Havia uma girafa.
Tinha um pescoço assim, assim.
Tinha um pescoço assim.

Chuva
TOPO
LÁ TRAZ A CEGONHA
Popular alentejana

Lá traz a cegonha
no bico o raminho.
Que seja bem-vinda
branquinha, tão linda
ao seu velho ninho.

Senhora cegonha,
como tem passado?
Não há quem a veja
voar p'rá Igreja,
pousar no telhado.

Quando chega o Outono
e o bando levanta,
anuncia a hora
que se vai embora,
leva a meia branca.

Cegonha
TOPO
LÁ VAI UMA, LÁ VÃO DUAS

1. Lá vai uma, lá vão duas,
três pombinhas a voar.
Uma é minha, outra é tua,
outra é de quem a apanhar.

2. A criada lá de cima
é feita de papelão:
Quando vai fazer a cama
diz assim para o patrão:

3. Sete e sete são catorze,
com mais sete, vinte e um.
Tenho sete namorados
e não gosto de nenhum.

pOMBA
TOPO
O HUGO TINHA UMA CASA

O Hugo tinha uma casa,
i-á, i-á, ô!
No casa tinha um cachorro,
i-á, i-á, ô!
Au au au p’ra cá,
au au au p’ra lá.
Era au au p’ra todo o lado,
i-á i-á, ô!

O Valter tinha uma poleiro,
i-á i-á, ô!
No poleiro tinha um galoró,
i-á i-á, ô!
cocrocó p’ra cá,
cocrocó p’ra lá.
Era cocrocó p’ra todo o lado,
iá iá, ô!

O Pedro tinha um estábulo,
i-á i-á, ô!
No estábulo tinha uma vaca,
i-á i-á, ô!
Mu mu mu p’ra cá,
Mu mu mu p’ra lá.
Era mu mu mu p’ra todo o lado,
i-á i-á, ô!

O Nuno tinha uma quinta,
i-á i-á, ô!
Na quinta tinha uma pata,
i-á i-á, ô!
Qua qua qua qua p’ra cá,
Qua qua qua qua p’ra lá.
Era qua qua qua p’ra todo o lado,
i-á i-á, ô!

Cão
TOPO
O MELRO PERDEU A TOITA

1. O melro perdeu a toita,
como vai ele toitar, toitar, toitar?
O melro perdeu a toita!
Ai coitadinho do melro.
Como vai ele ficar, toitar, toitar?

2. O melro perdeu o bico.
Como vai ele bicar, bicar, bicar?
O melro perdeu o bico e a toita!
Ai coitadinho do melro,
Como vai ele ficar, bicar, bicar?

...a língua... linguar...

... um olho... olhar...

...outro olho... olhar...

... uma asa... voar...

...outra asa... voar...

...uma perna... pernar...

...outra perna... pernar...

...o rabo... rabiar...

Melro
TOPO
O MEU PAI É MANEL CUCO

1. O meu pai é Manel Cuco (bis);
minha mãe, ai, ai, minha mãe, ai, ai,
minha mãe Cuca Maria (bis).

2. Lá em casa tudo é cuco (bis),
tudo é, ai, ai, tudo é, ai, ai,
tudo é uma cucaria (bis).

3. O meu pai é Manel Nabo (bis);
minha mãe, ai, ai, minha mãe, ai, ai,
minha mãe é uma nabiça (bis).

4. O meu pai é Manel Poupo (bis);
minha mãe, ai, ai, minha mãe, ai, ai,
minha mãe Poupa Maria (bis).

5. Lá em casa tudo é poupo (bis),
tudo é ai, ai, tudo é, ai, ai,
tudo é uma pouparia (bis).

Poupa
TOPO
O NOSSO GALO

Áudio

( A ) O nosso galo é bom cantor,
( B ) é bom cantor, tem boa voz,
( C ) ´Stá sempre a cantar: »
( D ) có-có-ró, có-có-ró ! » (2x)

( A ) Mas veio um dia, não cantou;
( B ) outro e mais outro e não cantou.
( C ) Nunca mais se ouviu: »
( D ) có-có-ró, có-có-ró! » (2x)

Galo
Cânone
TOPO
OLHA O ROUXINOL
Letra e música: Popular do Alentejo
Intérprete: Ronda dos Quatro Caminhos (in CD "Terra de Abrigo", Ocarina, 2003) .

Olha o passarinho
que bem que ele canta.
Quando está cantando,
parece que tem
uma guitarra na garganta.

E olha o rouxinol
vai fazer o ninho
dentro do balsedo
p'ra cantar sem medo,
olha o passarinho!

E a moda vai alta,
não lhe posso chegar.
Cantem-na baixinho,
mais devagarinho
que eu quero cantar.

Rouxinol
TOPO
ORA BATE, BATE
Canção indicada para a Primavera.

1. Ora bate, bate, já canta a rolinha,
ora bate, bate, no ninho, sozinha.
Ora bate, bate, já canta a rolinha:
Ru ru! Ru ru! No ninho sozinha!

2. Ora bate, bate, já canta o cuquinho,
ora bate, bate, no alto raminho.
Ora bate, bate, já canta o cuquinho:
cucu, cucu, no alto raminho.

3. Ora bate, bate, já canta o grilinho,
ora bate, bate, no seu buraquinho.
Ora bate, bate, já canta o grilinho,
grigri, grigri, no seu buraquinho.

4. Ora bate, bate, já canta o galinho,
ora bate, bate, no seu poleirinho.
Ora bate, bate, já canta o galinho
cócórócó no seu poleirinho.

Rola
TOPO
PAPAGAIO LOIRO
Tomar/Santarém, Ribatejo

Áudio

1. Papagaio loiro
de bico doirado,
leva-me esta carta
ao meu namorado.

2. Para o outro lado,
para a outra margem,
papagaio loiro
de linda plumagem.

3. De linda plumagem.
linda como o oiro,
leva-me esta carta,
papagaio loiro.

Papagaio
TOPO
QUANDO EU OIÇO ALGUÉM CANTAR (PAVÃO)
Letra e música: Popular (Alentejo)
Arranjos: Janita Salomé Intérprete: Janita Salomé* (in "A Cantar ao Sol", 1983; reed. EMI-VC, 1995)

Quando eu oiço alguém cantar,
Oh triste do viver meu!
lembra-me logo uma santa,
minha mãe que à luz me deu.

Oh pavão, lindo pavão,
lindas penas que o pavão tem.
Não há olhos para amar
como são os do meu bem,

como são os do meu bem,
como são os da minha amada.
Oh pavão, lindo pavão,
Oh pavão, pena "listrada".

Dá-me uma gotinha de água
dessa que eu oiço correr
entre pedras e pedrinhas
alguma gota há-de haver.

Oh pavão, lindo pavão,
lindas penas que o pavão tem!
Não há olhos para amar
como são os do meu bem,

como são os do meu bem,
como são os da minha amada.
Oh pavão, lindo pavão,
oh pavão, pena "listrada".

Pavão
TOPO
QUANDO VOU P'RÒ CAMPO
Vitória Reis

(I) Quando vou p'rò campo,
(II) gosto de brincar,
mas gosto mais de ouvir
o cuco a cantar!

Cu-cu, cu-cu!
Onde estará metido?
Cu-cu, cu-cu!
Mas que grande atrevido!

Cânone

Cuco
TOPO
QUE TENS CANGURÚ?
António José Ferreira
A canção deve ser acompanhada com gestos que representem as patas superiores do cangurú, a bolsa, o filho, a escola e, na segunda quadra, o cangurú, o carro ou o andar a pé, os saltos e o bebé.

- Que tens, cangurú,
nessa linda bolsinha? (bis)
- Eu levo o meu filho
à sua escolinha. (bis)

- Diz lá, cangurú:
vais de carro ou a pé? (bis)
- Eu vou aos saltinhos
com o meu bebé. (bis)

Canguru
TOPO
TENHO CINCO RÉIS
Pode-se mimar a canção com gestos sugestivos.

Tenho cinco réis,
tenho um alguidar.
Tenho um macaco
de pernas p'rò ar.

Quando me levanto,
tiro-lhe o boné,
aperto-lhe a mão,
olarilolé.

Macaco
TOPO
TENHO NA QUINTA UM PERU
Mel. trad. Madagáscar / Texto de António José Ferreira

Tenho na quinta um peru,
glu glu glu, glu glu glu.
Tenho na quinta um peru
e diz: glu glu glu glu.

Tenho na quinta um garnizé,
quequerequé, quequerequé.
Tenho na quinta um garnizé
e diz: quequerequé.

Tenho em casa um lindo cão,
ão ão ão, ão ão ão.
Tenho em casa um lindo cão
e diz: ão ão ão ão.

Peru
TOPO
TENHO UM COELHINHO
António José Ferreira

Tenho um coelhinho
de pelo cinzento.
Faz o que lhe peço
e não é birrento.

Tenho um cãozinho
chamado Loló.
Faz a sua cama,
limpa sempre o pó.

Tenho uma vaca
chamada corneta.
Fez há pouco um ano,
já não quer chupeta.

Tenho um macaco
que coça a barriga.
Não sei que lhe faça,
não sei que lhe diga.

Coelho
TOPO
TODOS OS PATINHOS

1. Todos os patinhos
sabem bem nadar, » (bis)
cabeça para baixo »
rabinho para o ar. » (2x)

2. Quando estão cansados
da água vão sair. » (bis)
Depois, em grande fila, »
p'rò ninho querem ir. » (2x)

Pato
TOPO
UMA RÁ, QUE ERA VAIDOSA. A RÃ E A VITELA
António José Ferreira
Adaptação da fábula "A rã e o boi"

1. Uma rã, que era vaidosa,
viu no campo uma vitela,
admirou o seu tamanho
e quis ser igual a ela.

2. Deixou logo o seu charquinho,
começou a engordar,
tanto era o seu desejo
de à vitela se igualar.

3. A rã perguntava às outras
se já era grande e bela,
mas estava muito longe
do tamanho da vitela.

4. Tanto a rã inchou de inveja
que um dia rebentou:
não foi uma rã feliz
nem à vaca se igualou.

Rã
TOPO
ZUM, ZUM, ZUM! E POISA NA FLOR!
Delcasso

Zum, zum, zum!
E poisa na flor!
Zumbe, zumbe, é a abelhinha.
Faz o mel, leva à rainha.
Zum, zum, zum!
E poisa na flor!

Olga Violante

Abelha
TOPO
Canta a Escola
TOPO