TESES DE DOUTORAMENTO E DE MESTRADO |
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Jean-Philippe Rameau (1683-1764): Pièces de Clavecin en Concerts - 1er Concert: La Livri | | Ludovice Ensemble: Hugo Oliveira, Bojan Cicic, Romina Lischka, Fernando Miguel Jalôto | Sala dos Actos da Universidade de Évora - Maio de 2007 | Gravação ao vivo não editada. |
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Esta página divulga dissertações de mestrado, teses de doutoramento aprovadas no âmbito da Música e livros baseados em teses. A Meloteca agradece aos autores que enviem um exemplar e uma recensão, para arquivo e divulgação, acompanhado de currículo e foto. |
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| Música de Câmara da 1ª met. do séc. XVIII nas fontes do Mosteiro de Sta. Cruz |
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 A CANÇÃO PORTUGUESA COM PIANO NO SÉCULO XX |
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A canção portuguesa com piano no séc. XX, de Mário Anacleto, 2005, tese de doutoramento apresentada à Universidade Nacional de Música de Bucareste, Roménia. |
A PRESENÇÃO DA FLAUTA TRAVERSA EM PORTUGAL |
A Presença da Flauta Traversa em Portugal de 1750 a 1850, de Alexandre Andrade, tese de doutoramento apresentada à Universidade de Aveiro em 2005. Resumo. |
A TIPOLOGIA DO ÓRGÃO NA OBRA DE FREI J. S. A. F. V. |
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A Tipologia do órgão na obra de Frei José de Santo António Ferreira Vilaça, de Teresa Maria Mesquita Simões Alves de Araújo, 27 de Fevereiro de 1997, dissertação defendida no âmbito do Mestrado em História da Arte em Portugal no Departamento de Ciências e Técnicas do Património da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Portugal, orientada pela Professora Doutora Natália do Carmo Marques Marinho Ferreira-Alves. |
ARQUITECTURA E MÚSICA EM SÃO BENTO DA VITÓRIA |
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Arquitectura e Música em São Bento da Vitória, de Mário Anacleto, 1999, dissertação de Mestrado na área da História da Arte, Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Portugal. |
ARQUITECTURA E MÚSICA: UMA VISÃO ESTRUTURALISTA |
Arquitectura e Música: uma visão estruturalista, de Lídia Roque, 2002, dissertação para obtenção de mestrado em Teoria da Arquitectura, Universidade Lusíada de Lisboa, orientada pelo Prof. Doutor Arquitecto Rui Barreiros Duarte. Extracto. |
BERTA ALVES DE SOUSA, UMA COMPOSITORA DO PORTO |
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Berta Alves de Sousa (1906-1997) - uma compositora no Porto de meados do século XX. A Obra para canto e piano, de Janete Soares da Costa Ruiz, 2004, dissertação de mestrado em Ciências Musicais orientada por Luísa Cymbron e apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. |
| RESUMO A finalidade inicial deste trabalho foi obter um conhecimento aprofundado sobre uma Berta Alves de Sousa, pianista, compositora, maestrina e critica musical que, no seu tempo marcou a diferença ao lograr destacar-se num meio social e cultural em que o papel das mulheres portuguesas era claramente definido por uma ideologia de carácter totalitarista, uniformizadora de atitudes e mentalidades e lhes destinava um papel social confinado à vida doméstica, ao ensino ou ao serviço social. Tendo granjeado a admiração dos seus contemporâneos, Berta Alves de Sousa desenvolveu uma extensa carreira como intérprete e compositora, tendo neste último campo, abrangido géneros tão diversos como o poema sinfónico, a música coral, a canção, a música de câmara e o ballet, numa produção que se estendeu desde a década de 1920 até meados dos anos de 1980. A partir da reconstituição do seu percurso biográfico e criativo promove-se um enquadramento sociológico, cultural e estilístico da sua obra no contexto da actividade musical portuguesa, bem como uma análise detalhada de algumas das canções que melhor representam as suas diferentes fases estilísticas, valorizando-se também a sua integração no grupo dos compositores portugueses que mais activo contributo tiveram no desenvolvimento da Canção portuguesa no século XX. O trabalho encontra-se dividido em duas partes, sendo a primeira um enquadramento da situação da mulher portuguesa no período compreendido entre os anos finais da Monarquia e o período de vigência do Estado Novo ("A Mulher portuguesa - uma perspectiva") e a segunda parte composta pela reconstituição da vida e obra da autora, integrando-a no contexto da actividade musical da cidade do Porto em meados do século XX, contendo ainda uma detalhada análise de doze canções para canto e piano (Berta Alves de Sousa - uma compositora no Porto de meados do século XX). Em anexo consta uma tabela geral da obra, documentação visual (pintura, fotografia) e partituras para canto e piano. |
 ARQUITECTURA, MÚSICA E ACÚSTICA
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Contributo Para a Compreensão da Relação Arquitectura, Música e Acústica no Portugal Contemporâneo, Tese de Mestrado em História da Arte Contemporânea elaborada por Maria do Céu Aguiar da Mota sob orientação da Professora Dra. Margarida Acciaiouli de Brito e co-orientação do Professor Dr. António Oliveira de Carvalho. |
| RESUMO Esta tese pretende mostrar duas relações essenciais que se podem estabelecer entre a arquitectura e a música: estrutura e acústica. Uma incursão pela Teoria da Arquitectura revela que a música serviu de modelo a muitos arquitectos, nomeadamente na Idade Média e na Renascença: as consonâncias musicais de oitava, de quinta e de quarta (que se podem traduzir pelas relações numéricas de 1:2, 2:3 e 3:4, respectivamente) foram transportadas para as dimensões das plantas e dos alçados de diversas igrejas e outros edifícios. Neste sentido ambas podem corresponder-se através das proporções. Enquanto que a analogia musical foi e ainda é muito contestada e geradora de alguma estranheza, a segunda relação é inegável: aquela que faz associar um género musical a um determinado tipo de edifício e suas condições acústicas. Refira-se, como exemplos, a polifonia de Léonin e Pérotin e a Catedral de Notre-Dame de Paris; a policoralidade de Willaert e dos Gabrieli e a basílica de S. Marcos, em Veneza; a Paixão Segundo S. Mateus e a Missa em Si menor de J. S. Bach escritas especialmente para a igreja de St. Thomas, em Leipzig; as oratórias de Handel que tiveram na Holywell Music Room (a mais antiga sala de concertos da Europa, com abertura em 1748 e ainda em funcionamento) uma sala própria para as receber; a música dramática de Wagner e o seu Teatro de Bayreuth, desenhado por Bruckwald segundo as especificações do compositor; ou ainda, mais recentemente, nos anos 50 do século XX, o Pavilhão Philips para a Exposição Universal de Bruxelas concebido a partir da obra Metastasis de Xenakis (co-autor do pavilhão juntamente com Le Corbusier) sendo, ao mesmo tempo, um espaço que acolheu duas obras para fita magnética de Varèse e do próprio Xenakis, encomendadas para serem aí transmitidas. A redacção deste trabalho de investigação terminou sensivelmente com a inauguração, tardia, da Casa da Música, referida nesta tese como sendo o primeiro edifício construído de raiz em Portugal para receber todos os géneros de música. Maria do Céu Aguiar da Mota fez a Licenciatura em Ensino de Música pela Universidade de Aveiro em 1999 e Mestrado em História da Arte Contemporânea pela Universidade Nova de Lisboa em 2005. Fez uma conferência conjunta na Casa da Música sobre o tema Arquitectura-Música-Geometria a propósito da instalação do arquitecto Nuno Grande (Janeiro de 2007). É docente na Escola Superior de Educação Jean Piaget (Vila Nova de Gaia) desde 1999 e no Conservatório de Música da Jobra (Branca - Albergaria) desde 2003. É membro do Instituto de História de Arte da Universidade Nova de Lisboa. |
DEVOÇÃO E TEATRALIDADE |
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Devoção e teatralidade: as Vésperas de João de Sousa Vasconcelos e a prática litúrgico-musical no Portugal pombalino, dissertação de mestrado de Cristina Fernandes, publicada em 2005 pelas Edições Colibri. |
| RESUMO "Devoção e teatralidade: as Vésperas de João de Sousa Vasconcelos e a prática litúrgico-musical no Portugal pombalino" vem esclarecer o enigma em torno da figura misteriosa do compositor João de Sousa (cuja identidade era objecto de polémica desde as propostas de Ernesto Vieira no seu "Diccionario Biographico de Muzicos Portugueses" de 1900) no âmbito de um estudo de caso sobre um dos mais importantes géneros do repertório sacro setecentista: o Salmo de Vésperas em "stile concertato". A música destinada ao Ofício de Vésperas escrita por João de Sousa Vasconcelos (fl. 1799), compositor e organista da Capela Real da Ajuda até agora desconhecido, é objecto de uma análise detalhada reveladora da sua posição de charneira na evolução estética da música sacra portuguesa (a transição entre o barroco do período joanino e o advento do gosto clássico do reinado de D. Maria I) e de uma contextualização ao nível da prática litúrgico-musical e da sua recepção, marcada pela forte teatralização do cerimonial religioso. Esta temática circunscrita é introduzida por um ensaio abrangente da autoria de Rui Vieira Nery, intitulado "Piedade Barroca e novas práticas de sociabilidade urbana na música sacra luso-brasileira do século XVIII". |
MÚSICA DE CÂMARA DA 1ª METADE DO SÉC. XVIII |
| Música de Câmara da 1ª metade do século XVIII nas fontes do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra. Os Códices P-Cug MM62 e MM63. Fernando Miguel Marques Jalôto. RESUMO |
Na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra (P-Cug) conserva-se um conjunto de impressos e códices musicais do século XVIII, outrora pertencentes à Livraria do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, uma importante instituição religiosa - casa-mãe da congregação dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho em Portugal - fundada no século XII e extinta em 1834.
Santa Cruz de Coimbra tem já reconhecido o seu importante papel na História da Música Portuguesa, nomeadamente em relação às obras aí compostas, preservadas e interpretadas nos séculos XVI e XVII. Relativamente ao século XVIII, apenas a existência de importantes fontes de obras para tecla de Carlos de Seixas (1704-1742) com origem na Livraria do Mosteiro lhe assegurava alguma notoriedade. No entanto, a já referida colecção de partituras, reunida pelo organista do Mosteiro D. Jerónimo da Encarnação (?-1780) contém um extraordinário espólio de obras instrumentais datadas na sua maioria da primeira metade do século XVIII, algumas para tecla, mas a grande parte escrita para um ou dois violinos e contínuo.
Escolhemos como objecto de estudo dois códices, com as cotas MM62 e MM63. O primeiro é inteiramente devotado à obra de Michelle Mascitti (1664-1760) com sonatas extraídas dos seus opus 1 e 2; o seu autor não tinha ainda sido identificado anteriormente. O segundo manuscrito é um livro destinado à prática do baixo contínuo, mas que contém, para além de uma série de exercícios e de um conjunto de pequenos minuetes com uma função pedagógica, uma colecção de sonatas de Arcangelo Corelli (1653-1713), Tomaso Albinoni (1671-1750), e obras atribuídas a Carl'Ambrogio Lonati (1645-ca.1710), Pietro Paolo Capellini (segunda metade do século XVII), e Johann Christoph Pepush (1667-1752). O códice possui ainda duas obras para teclado de origem claramente germânica, e datáveis da segunda metade do século XVIII.
EsteS dois códices apresentam um grande valor, ao revelarem o tipo de repertório de música instrumental de câmara praticado em Portugal na primeira metade do século XVIII, preservando obras até aqui ignoradas, e permitindo estabelecer novas perspectivas sobre as relações musicais de Portugal com os principais centros musicais europeus, nomeadamente Londres, Amesterdão, e possivelmente a Alemanha Central e Paris. Este trabalho numa primeira parte descreve fisicamente os manuscritos, apresenta um rol detalhado do seu conteúdo, identifica as fontes impressas ou manuscritas dos mesmos, aponta as possíveis origens do material musical, contextualiza-o, e desvenda a autoria de algumas das obras dadas como anónimas. Numa segunda parte apresenta em transcrição moderna as obras do MM63 nunca antes editadas.
JÚRI
Presidente:
Doutora Nancy Louisa Lee Harper,
Professora Associada com Agregação da Universidade de Aveiro.
Doutor Owen Rees,
Professor da Universidade de Oxford.
Doutor Vasco Manuel Paiva de Abreu Trigo de Negreiros,
Professor Auxiliar da Universidade de Aveiro.
Doutora Helena Paula Marinho Silva de Carvalho,
Professora Auxiliar Convidada da Universidade de Aveiro. |
O CANTO DA PAIXÃO NOS SÉC. XVI E XVIII |
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| O Canto da Paixão nos Séculos XVI e XVII: A Singularidade Portuguesa, de José Maria Pedrosa Cardoso. Prefácio de Ruy Vieira Nery. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra. 2006. Nota Prévia |
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 O FANTÁSTICO NA ÓPERA MACBETH, DE VERDI
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| Este trabalho, apresentado em 1994 ao júri da prova de dissertação e de conclusão da licenciatura em Antropologia, por Anabela Duarte, teve como objectivo realizar a abordagem temática do fantástico no campo musical e, assim, tentar contribuir para a descoberta de novos caminhos na investigação antropológica que permitissem analisar outras realidades importantes e propor, desse modo, uma alternativa valiosa ao clássico estudo das sociedades tradicionais. Com a deslocação do foco de análise das sociedades tradicionais para as sociedades tecnológicas e urbanas e a consequente mudança dos objectos de estudo da Antropologia, tornou-se necessário também fazer corresponder a essa mudança uma remodelação teórico-prática da sua metodologia e teorias científicas, que estavam, sobretudo, alicerçadas na prática do trabalho de campo e da observação participante. O trabalho aqui mencionado, dedicado ao fantástico e à música, situa-se neste vasto enquadramento dos novos objectos e das novas possibilidades da disciplina antropológica. Deste modo, elaborei um método de natureza dinâmico-estrutural, para poder analisar o maior número de perspectivas duma mesma realidade (incluindo as identidades e as oposições, bem como a inter-relação entre ambas) e, simultaneamente, para poder aprofundar o significado profundo das formas invariáveis - os mecanismos - que se movimentam numa dispersão aparentemente desconexa dessa mesma realidade a que se chamou fantástico. A este método associou-se uma dimensão histórica que perpassa ao longo de toda a investigação e que se tornou fundamental para a compreensão dos acontecimentos e da sua evolução. Esta metodologia foi aplicada directamente às fontes musicais (a nossa comunidade, neste caso) não se inibindo de recorrer também à instrumentação clássica mas, de certo modo, renovada, na forma de diagramas e "musicogramas", pesquisa bibliográfica das obras e dos autores e aplicação dos clássicos antropológicos a este novo campo do saber. Tratou-se, no fundo, de criar um modelo antropológico que garantisse, tanto quanto possível, uma análise rigorosa e excitante da obra musical e dramática de Verdi e, simultaneamente, do fantástico e respectivas simbólicas. A monografia pode dividir-se assim em duas grandes vertentes: a primeira, dedicada ao enquadramento histórico da obra Macbeth, de Verdi, e do fantástico em geral, avançando definições e delimitando o campo infinito da acção do fantástico, com base num modelo operacional do mesmo. É deste modo caracterizado o fantástico musical e a ópera fantástica. A segunda, aplica esse modelo operacional à obra de Verdi, procedendo à análise da estrutura simbólico-tonal do drama na totalidade e realizando uma análise músico-fantástica da ópera, incidindo esta última sobre as cenas do banquete, do sonambulismo e do bosque de Birnam. Em suma, pretendi encontrar um paradigma do fantástico, seguindo de perto as teorias de Roger Caillois e Todorov (no campo da pintura e da literatura, respectivamente), cuja aplicação ao campo musical e, mais concretamente à ópera, fosse clara e inovadora. A ópera analisada neste trabalho, constitui o campo músico-fantástico, por excelência. * Dissertação apresentada em Julho de 1994 no âmbito da minha licenciatura em Antropologia pela Universidade Nova de Lisboa, sob a orientação do Professor Doutor Mesquitela Lima. Constituíu o júri a professora Jill Dias (Antropologia) e o professor Mário Vieira de Carvalho (Musicologia). Classificação final de 18 valores. |
O MOSTEIRO BENEDITINO DE SANTO TIRSO |
| O Mosteiro Beneditino de Santo Tirso: um pólo socio-cultural na região de Entre Douro e Minho (séc. XVII a XIX), de Ana Paula Macedo, 1998, dissertação de mestrado em Ciências Musicais apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, orientada pelo Professor Doutor Gerhard Döderer. Vol I, Vol. II Anexos. O Mosteiro Beneditino de Santo Tirso: um pólo sociocultural na região de Entre Douro e Minho (séculos XVII a XIX). 2 vol. |
| RESUMO Este trabalho tem por finalidade a caracterização do Mosteiro Beneditino de Santo Tirso, integrando a sua vertente musical num contexto mais abrangente, de cariz socioeconómico e cultural. Considerado como uma das mais importantes casas da Ordem Beneditina em Portugal, o mosteiro exerceu uma influência significativa, ao longo dos séculos, na comunidade que à sua volta se foi construindo e na localidade que lhe viria a adoptar o nome. O seu prestígio e abertura social foram ainda promovidos por uma boa localização geográfica, tornando-se o ponto de confluência de peregrinos e viajantes. Por volta do séc. XVIII caracterizava-se como sendo uma casa com significativos recursos materiais e humanos, utilizados nomeadamente na actividade musical, e confirmando assim a importância dada pela Regra Beneditina à preparação cultural dos seus monges. Estes aspectos fizeram do mosteiro de Santo Tirso um pólo difusor da cultura e da música na região nortenha em que se inseria, deixando marcas indeléveis na região, mesmo após o encerramento das suas portas, em 1834.
O corpo principal do trabalho encontra-se no 1° volume (146 pp.), que contém quatro capítulos principais: Introdução, Caracterização do Mosteiro de Santo Tirso, A prática musical no Mosteiro de Santo Tirso, Conclusão. O 2° volume (153 pp.) - Anexos - consta essencialmente de um Apêndice documental - transcrições, contendo ainda: Listagem dos Abades do Mosteiro de Santo Tirso, Descrição do grande órgão do Mosteiro de Santo Tirso, Música do Estrelório da Igreja do Mosteiro, Apêndice fotográfico. |
 OS ÓRGÃOS DE TUBOS NA CIDADE DO PORTO
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Os Órgãos de tubos da cidade do Porto (sécs. XVI-XIX), de Célia Ramos Ferreira Silva, dissertação defendida no âmbito do Mestrado em História da Arte em Portugal no Departamento de Ciências e Técnicas do Património da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Portugal, orientada pela Professora Doutora Natália do Carmo Marques Marinho Ferreira-Alves. |
DIPLOMADOS NO ÂMBITO DA MÚSICA |
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ANA PAULA MACEDO |
Ana Paula da Silva Soares Fonseca de Macedo nasceu no Porto, em 1961. Concluiu o Curso Superior de Piano no Centro de Cultura Musical das Caldas da Saúde, em 1984, e a Licenciatura em Biologia na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, em 1987. Frequentou diversos cursos de Técnica e Interpretação Pianística, e Seminários de Formação Pedagógica, quer geral quer especificamente relacionados com a aprendizagem e ensino da música. Iniciou a sua actividade docente na área musical em 1981, no Centro de Cultura Musical, e desde 1989 é professora na Escola Profissional Artística do Vale do Ave - ARTAVE, tendo já leccionado as disciplinas de Formação Musical, Piano, Acústica e Organologia e Instrumento de Tecla (piano em grupo).
Concluiu o Mestrado em Ciências Musicais em 1999, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, com a tese «O Mosteiro Beneditino de Santo Tirso: um pólo sociocultural na região de Entre Douro e Minho (séc. XVII a XIX)». Em 2003 e 2004 participou na Temporada de Música de Santo Tirso, tendo em Janeiro de 2003 integrado o I CICLO DE CONCERTOS "Entender a Música", com o tema: "A Música no séc. XVIII - em torno do Mosteiro Beneditino de Santo Tirso". Lecciona no Instituto Nun'Alvres, na área de licenciatura em Biologia, desde 1987.
31 Janeiro 2006 |
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