MELOTECA MÚSICAS E ARTES
Siga-nosFacebookInstagramLinkedInPinterestTwitterTumblr
>Instrumental
PRINCIPAL

AGRUPAMENTOS

INSTRUMENTAIS DE CÂMARA

Almost 6 - Quinteto de trompetes

Artonus

BelemQuartet

Cadenza Trio

Camerata Instrumentalis

Camerata Senza Misura

Camerata Viana da Motta

Capela Real

Carmin'Antiqua

Clarinetes Ad Libitum

Concentus Duo

Cromeleque Quinteto

del'Arte Ensemble Quinteto de Sopros

Duo Contracello

Duo de Flauta e Piano

Duo de Profundis

Duo Porquoi Pas

Ensemble Avondano

Ensemble Barroco do Castelo

Ensemble Barroco do Chiado

Ensemble Contrapunctus

Ensemble Darcos

Ensemble Mediterrain

Ensemble Palhetas Duplas

Grupo de Música Antiga "Foral"

Grupo de Música Contemporânea de Lisboa

Il Dolcimello

Ludovice Ensemble

Lusitanus Ensemble

Lusocello Ensemble

MikroDuo

Miso Ensemble

Momentum Ensemble

Oficina Musical

Opus Ensemble

Orchestrutopica

Orquestra de Câmara de Pedroso

Orquestra de Câmara de Sintra

Orquestra de Clarinetes de Almada

Orquestra de Metais e Percussão do Porto

Orquestra de Sopros da Academia de Música Valentim Moreira de Sá

Orquestra Sine Nomine

PortoGalante Ensemble

Quarteto Arabesco

Quarteto Capela

Quarteto de Clarinetes de Lisboa

Quarteto de Cordas de Lisboa

Quarteto de Cordas de Sintra

Quarteto de Cordas do Porto

Quarteto Freitas-Branco

Quarteto Intermezzo

Quarteto Lacerda

Quarteto São Roque

Quarteto Vintage

Quinteto de Metais do Porto

Quinteto Diaphonia

Remix Ensemble

Schostakovich-Ensemble (DSCH)

Segréis de D. Dinis

Sete Lágrimas Consort

Sinfonieta da ESMAE

Sollemnium Concentus

Telectu

Trio Sintrarte

Vox Angelis

XaSonaiP

Zul Zelub

ALMOST 6 | QUINTETO DE TROMPETES

O quinteto Almost 6 surgiu em 2007 com a intenção de oferecer ao público música interpretada por uma formação nova e pouco usual em Portugal. A procura de novas sonoridades leva à interpretação do mais variado repertório, abrangendo todos os géneros e estilos de música, desde a erudita à pop, passando pelo jazz. As potencialidades do trompete são exploradas pelo quinteto através da utilização de toda a família dos trompetes desde o fliscorne ao trompete piccolo, passando pelo uso das mais variadas surdinas.

O Quinteto fez a sua estreia no dia 30 de Novembro de 2007 no Teatro Municipal de Almada num concerto com o trompetista francês Bruno Nouvion. Destaca-se o concerto no Centro Cultural Olga Cadaval em Sintra e a participação no programa da RTP 2 Sons da Música sobre o trompete, exibido em Dezembro de 2007.

05 Março 2008

TOPO

ARTONUS

Constituído por músicos agregados à Orquestra de Câmara Pedro Álvares Cabral, Artonus Ensemble é um dos grupos nacionais com maior longevidade, desenvolvendo uma intensa actividade na divulgação de repertórios referência da música de câmara, tendo já realizado mais de três centenas de recitais por todo o País.

Este agrupamento tem dado especial atenção a um projecto global em que foi pioneiro, que consiste em concertos pedagógicos, concertos para bebés e concertos para grávidas.

Artonus Ensemble é a simbiose da experiência dos seus membros enquanto solistas e também de uma longa prática de música de câmara.

TOPO

BELEMQUARTET
O "BelemQuartet" é um quarteto de cordas constituído em 1987, por professores do Conservatório Nacional em Lisboa, com o objectivo de preparar um tipo de repertório adequado a ser interpretado em iniciativas como congressos, seminários, recepções, para além do trabalho tradicional dos quartetos de cordas. O seu repertório abrange um largo espectro da música erudita, desde alguns autores barrocos como Vivaldi, J.S. Bach, o português Avondano, passando por Boccherini, Haydn, Mozart, Beethoven, Tchaikovsky, assim como vários géneros da música mais popular como Cole Porter, George Gershwin, Scott Joplin, The Beatles, peças Standards de Jazz, para além do Fado. O Quarteto de Belém tem-se apresentado inúmeras vezes em concertos por todo o país colaborando ainda com o cinema, a rádio e a televisão.

CONSTITUIÇÃO

José Machado, 1º violino
António Oliveira e Silva, violeta
António Veiga Lopes, 2º violino
Jorge Machado, violoncelo

CONTACTOS

Sítiobelemquartet
Correio electrónicobelemquartet@netcabo.pt

TOPO

CADENZA TRIO

Constituído por Nuno Silva Marques, piano, Amaia Perez Eizaguirre, violino, e Paula Gomez Navarro, violoncelo, o Cadenza Trio é formado por jovens intérpretes com interesse na música de câmara e vasta experiência na formação.

O Cadenza Trio procura com os seus concertos aproximar o repertório erudito de todos os tipos de público através de programas variados interpretando música de compositores variados desde Haydn, Beethoven, Schumann, Schubert até Piazzola.

Entusiastas da música contemporânea, os seus membros formaram parte de diversos grupos de música contemporânea como KRATER Ensemble, Underground Contemporary Music ou Cre-art Contemporary Ensemble.

O Cadenza Trio efectuou digressões em Espanha, Portugal, Suíça e Inglaterra.

CONTACTOS

TelemóvelTlm. (+00 351) 962915126
Sítio cadenzatrio.googlepages.com
Correio electrónico cadenzatrio@gmail.com

TOPO

CAMERATA INSTRUMENTALIS
A “Camerata Instrumentalis” é um agrupamento de música de câmara que se subdivide em várias formações (trio, quinteto, sexteto, octeto), dedicado ao repertório especialmente composto para sopros das várias épocas da história da música. Nos seus concertos, tenta contemplar vários estilos musicais, conferindo assim uma especial atenção à formação de um gosto pela música de câmara por diversos tipos de público. Os seus elementos possuem uma vasta experiência neste campo musical e são formados pelas mais prestigiosas escolas do ensino superior de música.

CONSTITUIÇÃO

Alberto Lages e Emídio Costa, clarinetes
José Correia e Armando Martins, trompas
Luís Correia e João Azevedo, fagotes

TOPO

CAMERATA VIANA DA MOTTA

Ao longo da última década, enquanto professora de Música de Câmara na Escola Superior de Música de Lisboa, Irene Lima contactou com jovens músicos cujas qualidades artísticas despertaram a vontade de se reunirem num trabalho que se prolongasse para lá da Instituição Académica.

Na sequência de um convite para actuar na Temporada de Cravo em Óbidos, no Outono de 2006, nasceu a Camerata Josefa de Óbidos.

Com o intuito de homenagear um dos maiores compositores portugueses do século XX, a mudança de nome para Camerata Vianna da Motta, permite aglutinar uma unidade de trabalho entendida por todos os que nele colaboram.

Agrupamento constituído por 13 músicos, tendo como núcleo base o Quarteto Vianna da Motta, a Camerata conta, desde o primeiro concerto, com a inestimável colaboração do Maestro Massimo Mazza , que já dirigiu óperas de nomes famosos da composição clássica como Salieri, Rossini, Puccini, Pergolesi e Lehar.

As suas apresentações possuem um elevado nível de qualidade marcando a diferença pela forma entusiasta como a Camerata Vianna da Motta aborda as obras de um vasto leque de compositores, como Bach, Vivaldi, Boccherini, Barber e Britten, entre outros.

CONSTITUIÇÃO

Massimo Mazza, maestro
Irene Lima, directora artítstica
António Figueiredo, Joana Dias, Maria João Matos, Rodrigo Gomes, Rodrigo Queirós e Witold Djiuba, violino
Hugo Diogo e Bruno Silva, violas
Irene Lima, violoncelo
Óscar Torres, contrabaixo
Gonçalo Simões, cravo

CONTACTOS

Correio electrónicoana.abrantes@instrings.com

TOPO
CAMERATA SENZA MISURA
A "Camerata Senza Misura" é um ambicioso projecto que tem como objectivo reunir uma nova geração de músicos portugueses com vista à realização de programas de música de câmara. Com uma formação ecléctica - inclui sopros, cordas e piano - este grupo pode executar obras com as mais diversas combinações o que permite, ao mesmo tempo, ter abrangência e flexibilidade para executar repertório de vários períodos da história da música. Este projecto teve o seu início em Novembro de 2002, com a participação no ciclo Clarinete À Volta do Côa. Nos XIV Encontros de Primavera, em Guimarães, a Camerata Senza Misura fez a estreia da obra Contrastes de Luís Cipriano. Participou no ciclo "Os Dias da Nova Música Portuguesa", em Condeixa-a-Nova e no Festival de Música de Paços de Brandão.

CONSTITUIÇÃO

Pedro Ribeiro, oboé
Nuno Pinto, clarinete
Pedro Silva, fagote
Bernardo Silva, trompa
Evandra Gonçalves, violino
Luís Norberto Silva, violeta
Filipe Quaresma, violoncelo
António Augusto Aguiar, contrabaixo
Elsa Silva, piano

CONTACTOS

Sítiowww.cameratasenzamisura.com
Correio electrónicooncproducoes@netcabo.pt

TOPO
CAPELA REAL

A formação da orquestra "Capela Real" deveu-se à vontade e determinação de um grupo de músicos portugueses e estrangeiros residentes em Portugal, com experiência no campo da música antiga, especialmente no da música barroca. Desde o primeiro concerto da Capela Real, na sua constituição actual, em 1996, o agrupamento realizou concertos, sobretudo de música portuguesa, no Mosteiro dos Jerónimos, no "Festival de Música Antiga de Óbidos", nas "Jornadas de Música Antiga" da Fundação Calouste Gulbenkian, no Palácio de Queluz e no "Festival de Música de Mafra". Fora do âmbito da música portuguesa, tocaram nas produções de Amadigi e de Temerlano de Händel, com a Opera Theatre Company de Dublin, e no programa ''Música de Cinco Países Europeus'' no Festival de Leiria e no ''Festival dos Cem Dias'' da Expo'98, com a Mark Morris Fance Company de Nova Iorque.

No ano 2000, tocaram a integral dos Concertos Brandeburgueses no Festival de Leiria e apresentaram um programa de concertos e cantatas no ''Ciclo Bach'' apresentado pelo Festival 2001, no Porto. Em 1999 a "Capela Real" iniciou a apresentação do projecto ''Em Torno do Milénio'' com programas de música sacra, continuado em 2000 com música profana. Este projecto tem o Alto Patrocínio de S. Exª o Presidente da República. A primeira obra apresentada no domínio da música profana foi a ópera "Guerras do Alecrim e Manjerona" de António Teixeira, interpretada com grande êxito no ACARTE.

TOPO

CARMIN'ANTIQUA

Carmin'Antiqua surgiu no Verão de 2002 como agrupamento vocal, constituído por jovens músicos que partilham o interesse comum da divulgação da música medieval e renascentista. Posteriormente, de modo a alargar e enriquecer o repertório, incluiu na sua formação instrumentistas. Os sete elementos que o formam, todos com habilitações musicais e vasta experiência na prática musical, têm ou tiveram a sua formação nos cursos de canto e instrumento da Escola de Música do Conservatório Nacional, na Academia dos Amadores de Música, no curso de Formação Musical da Escola Superior de Música de Lisboa, no Instituto Gregoriano de Lisboa e no curso de Ciências Musicais da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

O "ensemble" actuou já no Algarve, na Mediateca XVIII Centenário da Guarda, no Palácio da Independência de Lisboa, no Solar dos Zagallos e nos Paços do Concelho de Lisboa, concerto esse inserido na Semana da Juventude de 2003. Apresentou um concerto a convite do Coro do Ateneu Artístico Vilafranquense e mais recentemente actuou nos espaços de concerto da FNAC do Colombo, do Chiado e de Cascais. Participou igualmente numa classe sobre música medieval realizada na Escola de Música do Conservatório Nacional orientada por Helena Afonso. De momento, está em cartaz a "Messe de Notre Dame" de Guillaume de Machaut, e está agendado um concerto no CCB com programa medieval e renascentista, inserido no projecto BOXMÚSICA. A selecção e interpretação de repertório é fruto do conhecimento e sensibilidade dos membros de "Carmin'Antiqua", na busca da excelência e prazer de fazer música. Assim, a interpretação respeita a música e o texto original, permitindo uma maior leveza e clareza, como também uma maior homogeneidade e expressividade.

CONSTITUIÇÃO

Carmen Rodrigues, soprano, percussão
Manon Marques, contralto, percussão
André Leitão, tenor
Tiago Mota, baixo
Gonçalo do Carmo, flauta de bisel, gaita-de-foles, percussão
Manuela Oliveira, viola da gamba
Rui Araújo, alaúde, percussão

CONTACTOS

TelemóvelTlm. (+00 351) 965 024 197
Correio electrónico carmin.a.ntiqua@iol.pt

02 Fevereiro 2005

TOPO

CLARINETES AD LIBITUM

Formado em Julho de 1998 por quatro clarinetistas, alunos da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo, este grupo tinha então o nome de Quarteto Gingão. A partir de Fevereiro de 2000, o grupo começou a actuar com percussão e canto, mudando então o nome para "Clarinetes Ad Libitum", de forma a dar nome à ideia de um grupo com uma grande liberdade de pensamento tanto ao nível das várias formações com que se apresenta - tendo sempre como base o clarinete - como da diversidade de repertórios que executa.

Destaca-se a sua participação no Salão Internacional da Música, som, vídeo e iluminação, realizado na Exponor e nos ciclos Clarinete à Volta do Côa em 1998 e 2002, no 8º Festival Internacional de Música para Jovens "Gaia 2000" e no III ClarmeetOporto Congresso Internacional de Clarinete, em 2001.

CONTACTOS

MoradaClarinetes Ad Libitum
Rua do Regadio, 437
4450-365 Matosinhos - Portugal
TelefoneTel.(+00 351) 229 544 268
TelemóvelTlm. (+00 351) 963 428 458

TOPO
CONCENTUS DUO

O grupo "Concentus Duo é formado pelos guitarristas clássicos Paula Sobral e Manuel Tavares. Movendo-se essencialmente na música erudita, apresenta um reportório que abrange as mais variadas épocas sendo assim capaz de um recital ecléctico. O grupo tem também conquistado terreno na boa música de inspiração popular e na transcrição de grandes compositores portugueses como Carlos Seixas. A dupla tem passado por várias cidades do país, em Conservatórios e Academias de Música, bares, auditórios, no Festival Ciclo de Guitarra Clássica de Oliveira do Bairro, Festival de Guitarra da Fundação António de Almeida, Festival Internacional de Sernancelhe, Centro Cultural de Belém (CCB) e têm já confirmada para este ano de 2006 a sua presença no Festival Internacional de Guitarra em Hondarribia no País Basco.

30 Maio 2006

TOPO

CROMELEQUE QUINTETO

Cromeleque é um monumento megalítico que é formado por vários menires (pedras grandes), em forma circular onde se consagravam vários cultos, entre outros, as artes, nomeadamente a música e a dança.

Constituído em 1999, o Quinteto Cromeleque representa essencialmente a vontade de fazer música em conjunto, com o intuito de conquistar novos públicos para a música de câmara, dando a conhecer o repertório para esta formação e divulgando as obras de compositores portugueses. O grupo é composto por Angelina Rodrigues (Flauta), Nelson Alves (Oboé), Rui Rosa (Clarinete), Hélder Vales (Trompa) e Lurdes Carneiro (Fagote). Ao quinteto, está associado o pianista João Lima.

Em 2001 foram convidados para o IV Festival Internacional de Música de Aveiro, convite que viria a ser renovado em Março de 2003, no âmbito da VI edição deste Festival. Já se apresentaram em vários pontos do País, sendo de destacar o concerto efectuado em Lisboa, no Centro Cultural de Belém. O Quinteto Cromeleque colabora com o pianista Bernardo Sassetti desde 2003, tendo já gravado as bandas sonoras deste compositor, para os filmes "Quaresma" e "Maria e as Outras", estando previsto futuras colaborações com o mesmo.

17 Setembro 2007

TOPO
DEL'ARTE ENSEMBLE QUINTETO DE SOPROS

del’Arte Ensemble é, na sua génese, um quinteto de Flauta, Oboé, Clarinete, Trompa e Fagote que tem a capacidade de se agrupar noutras configurações, formando grupos diferentes consoante a música e o local de execução.

Os membros do del’Arte Ensemble têm formação superior, em Portugal e no estrangeiro, e contam com vários anos de experiência, tanto em orquestras como em agrupamentos de música de câmara, com concertos realizados em Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Itália e Palestina.

O del’Arte tem actividade regular procurando a excelência artística. A escolha dos programas é assente na qualidade e abrangência das obras a executar e conta quase sempre com compositores portugueses.

O del’Arte tem como propósito promover a Música Contemporânea, em especial a Portuguesa.

28 Janeiro 2009

TOPO
DUO CONTRACELLO

Formado por Miguel Rocha (violoncelo) e Adriano Aguiar (contrabaixo), o Duo Contracello apresentou-se pela primeira vez em 1993. A sua versatilidade e o vigor das suas interpretações obteve um grande sucesso junto do público e da crítica, levando os dois músicos a apostar na continuidade do projecto. Desde então têm actuado em numerosos concertos em Portugal, França, Suíça e nos Estados Unidos da América. Num jogo de cumplicidades, Miguel Rocha e Adriano Aguiar revelam-nos sonoridades sublimes e uma exuberante vitalidade rítmica, suportadas por um repertório que vai desde Couperin a Berio. O seu repertório, que se estende desde o séc. XVI ao séc XXI, é constantemente enriquecido com obras originais de compositores contemporâneos dedicadas a este duo. Saliente-se neste contexto a obra "Granito", de Carlos Azevedo, estreada no Porto 2001, Capital da Cultura, dedicada ao Duo Contracello, no âmbito dos "Apoios à Actividade Musical de Carácter Profissional" do Ministério da Cultura.

Em 1996, gravou para a etiqueta Numérica um CD, com o apoio do Ministério da Cultura, com obras de Boismortier, Pleyel, Rossini, Genzmer e Delgado, disco muito bem acolhido pela crítica ao ser consensualmente considerado um dos mais interessantes discos deste catálogo nacional. O Duo Contracello gravou um novo disco em 2004 que será lançado ainda durante 2005. Os concertos mais recentes incluíram um Concerto Comentado no CCB em Maio de 2004, Espanha, também em 2004 e Faro, em Maio de 2005. No plano da internacionalização, encontra-se agendado um concerto no Festival Ile de France em Outubro de 2005.

A imprensa também não poupa elogios a esta formação única no género em Portugal:in Jornal de Notícias, 16/3/1997 "Um excelente trabalho assinado por dois dos melhores músicos portugueses (...)"in Público, 1/8/1995 "(...) exuberante vitalidade rítmica (...) a sonoridade global do duo é excelente."in Jornal de Letras, 18/12/1996 "(.) a superior musicalidade de dois intérpretes: Miguel Rocha e Adriano Aguiar." in A Capital, 13/12/1996 "(...) verdadeiro prodígio de versatilidade musical (...)" "Perfeita transparência sonora (...)"

CONTACTOS

Correio electrónicovh.agencia2@netcabo.pt

19 Julho 2005

TOPO
DUO DE FLAUTA E PIANO

Fundado em 1996 por dois conceituados músicos portuenses, ambos professores no Conservatório de Música do Porto, o Duo de Flauta e Piano Luís Meireles / Maria José Souza Guedes tem mantido uma actividade artística permanente, tendo realizado mais de 100 concertos em Portugal, Espanha, Itália, França, Bélgica, Suécia, Finlândia, Suíça, Alemanha, Áustria, Polónia, Republica Checa, Eslováquia, Hungria, Macedónia, Grécia, Roménia e Rússia.

Participou em prestigiados festivais europeus, tais como: "Floraisons Musicales" (Château-Neuf-du-Pape), Ost-West Musikfest (Austria), Génova e Verona (incluído em Génova Capital Europeia da Cultura 2004), Sassari (Sardenha), Klassieke Recitals of Limburg, (Bélgica), InterFest Bitola ( Macedónia), Sandomierz (Polónia), Clasicos en Verano (Madrid), etc. Actuou em salas monumentais, como o Teatro Mancinelli (Orvieto), Palacio Tursi (Génova), Convento de S. Domenico (Nápoles), Bucarest National Museum, Piestany Congress Hall (Eslováquia), Câmara Municipal de Bratislava, Sala "Förster" (Praga), Marble Hall (Radio Bartok - Budapeste), SAMI Auditorium (Estocolmo), Auditorium Marianum (Wroclaw), Mairie du XIV, (Paris), Palácio da Bolsa, Torre de Belém, Academia de Música de Bydgoszcz, Academia Liszt (Debrecen) e Instituto Gnessin (Moscovo), entre muitas outras. O Duo gravou três CDs, incluíndo obras de Schubert, César Franck, Poulenc, Beethoven, Donizetti, Reinecke, Enesco, Franck Martin, Fauré e Prokofiev, que lhe valeu excelentes críticas.

Em Abril de 2002 o Duo protagonizou a 1ª audição mundial do Duplo Concerto para Piano, Flauta e Orquestra de Cordas de Fernando C. Lapa, no Auditório da Rádio Katowice, (Polónia), como solistas da Orquestra de Câmera da Silésia, sob a direcção do Maestro Jan Hawel. Efectuou gravações para Antena 2, para a Televisão Macedónia, na Grécia e para a Rádio Bartok, em Budapeste. Recebeu conselhos musicais e o incentivo de grandes artistas, como Sequeira Costa, Maria João Pires, Augustin Dumay, Aurèle Nicolet, Patrick Gallois, Istvan Matuz, William Benett, Felix Renggli, Jean Ferrandis e Michel Debost.

CONTACTOS

SítioDuo de Flauta e Piano
Correio electrónicoluis_meireles@hotmail.com

13 Janeiro 2006

TOPO

DUO DE PROFUNDIS

Tendo trabalhado juntos durante vários anos, em diversos projectos musicais, Kenneth Frazer e Duncan Fox formaram o Duo De Profundis no início de 2006.

Grande parte do seu repertório é «Música de Salão». Procuraram a inspiração no fantástico duo de violoncelo e contrabaixo do século XIX do violoncelista Robert Lindley e do contrabaixista Domenico Dragonetti. Uma profunda pesquisa sobre este duo e o enorme sucesso que alcançou incentivou-os a tocá-lo e a procurar mais repertório para esta formação.

Entre as restantes obras apresentadas, contam-se o conhecido duo de Rossini e uma sonata de Corelli, cujo último andamento inclui um arranjo de Dragonetti (que provavelmente não terá sido interpretado desde a época em que foi feito). A estas obras junta-se a "Burlesque de Alexandre Delgado , que partilha a jovialidade das obras compostas no século XIX e como um interlúdio contrastante, "Serbian Doves" de Ivan Moody.

16 Novembro 2007

TOPO
DUO POURQUOI PAS

O Duo Pourquoi Pas é constituído por Raquel Lima (Flauta) e Augusto Pacheco (Guitarra), licenciados pela Escola Superior de Música do Porto, e com Pós-graduações realizadas em Londres e Paris, respectivamente.

São premiados em concursos nacionais e internacionais, e desenvolvem paralelamente uma actividade artística e pedagógica intensa. Formado em 1999, o duo tem desenvolvido uma actividade regular, apresentando-se em diversas salas do País, nomeadamente no Europarque, Centro Cultural de Belém, Fundação de Serralves, Auditório Municipal de Gaia e Teatro Helena Sá e Costa (Porto).

Colabora frequentemente com a Cooperativa Árvore em cerimónias de lançamento de livros ou de homenagem a expoentes da literatura Portuguesa, como Eugénio de Andrade e David Mourão Ferreira, merecendo a apreciação de individualidades presentes, nomeadamente do Ex.mo Sr. Dr. Mário Soares, que qualificou a actuação do duo como “um momento musical inesquecível”.

Passando por vários períodos da História da Música, o seu repertório inclui obras pertencentes a uma grande variedade de compositores: S. Dogson, J.Dowland, P. Locatelli, C. Tedesco, J. Rodrigo, M. Giuliani, F. Lopes-Graça, A.Piazzola, H. Villa-Lobos, A. Ruiz-Pipó, Mozart, Schubert, entre outros.

Este duo classificou-se como semi-finalista no Concurso Internacional Mauro Giuliani, em Bari, Itália, em Outubro de 2002. A cumplicidade desenvolvida entre estes dois instrumentos tem um resultado particular, o que permite aos intérpretes criar um vasto leque de atmosferas sonoras; o duo tira ainda partido dessa riqueza através do uso de outros instrumentos da família da Flauta (Flauta em Sol).

Para o Duo foram escritas e dedicadas duas obras dos compositores Eduardo Patriarca – Baktum - e Fabio Gorodski – short story and something else, incluídas no primeiro CD do duo, intitulado Pourquoi Pas, que teve lançamento em Outubro de 2007.

07 Maio 2008

TOPO
ENSEMBLE AVONDANO

Este agrupamento instrumental integra um grupo de músicos com objectivos comuns: estudar e divulgar a música instrumental do pós-barroco europeu, em particular a que era cultivada nos diversos contextos musicais de finais do século XVIII e inícios do século XIX em Portugal.

Após um período inicial de trabalho, em 2005 o agrupamento emerge com a sua formação de base, dois violoncelos, contrabaixo e cravo, na sequência do trabalho entretanto desenvolvido, sendo Catherine Stryncks, Miguel Rocha, Adriano Aguiar e João Paulo Janeiro os membros fundadores.

A adopção do nome Avondano para o agrupamento decorre, por um lado, de ter iniciado a sua actividade executando as obras de João Baptista André Avondano e, por outro, da intenção de evocar a família de músicos Avondano, de origem italiana, a qual desempenhou um papel marcante na actividade musical do século XVIII em Portugal.

Em 2006, o Ensemble Avondano recebeu o apoio do Instituto das Artes, da Casa da Música e da Câmara de Cascais para a execução de um projecto tripartido, que compreendia um ciclo de concertos, a gravação de um CD duplo e a edição crítica de quatro sonatas e dois duetos de João Baptista André Avondano, utilizando o violoncelo Stradivarius 'Rei D. Luís' e o cravo Antunes, instrumentos históricos de referência do Museu da Música.

No seu ainda breve percurso, o Ensemble Avondano realizou concertos em diversos locais, designadamente no Centro Cultural de Belém, nos Encontros de Música Antiga de Tomar, em Castelo Branco, em Cascais e no Museu da Música. O CD e a edição crítica da partitura impressa das obras de Avondano serão lançados no mercado no presente ano.

13 Abril 2008

TOPO

ENSEMBLE BARROCO DO CASTELO

O Ensemble Barroco do Castelo propõe-se abordar algumas das formas mais significativas do panorama musical barroco europeu, da cantata à oratória, da simples ária cantada à sonata instrumental. O Grupo utiliza cópias de instrumentos da época como a tiorba e o alaúde, traverso barroco, viola da gamba e cravo, vivos testemunhos da prática musical dessa altura. O "Ensemble" poderá ainda contar com o violino barroco se o reportório escolhido assim o exigir.

Os elementos que compõem o Ensemble Barroco do Castelo fizeram seus estudos em diversos países europeus, como na Suiça (Schola Cantorum Basiliensis) e Genebra (Centre de Musique Ancienne ), na Alemanha (Staatliche Hochschule fuer Musik Trossingen), em Inglaterra (Royal College of Music) e na Holanda (Escola Superior de Artes de Utrecht ). Flávia Almeida (cravo e órgão), Verena Wachter Barroso (soprano), João Barroso (traverso barroco), Kenneth Frazer (viola da gamba), André Barroso (tiorba e alaúde) constituem o Agrupamento.

22 Agosto 2005

TOPO

ENSEMBLE BARROCO DO CHIADO

O "Ensemble Barroco do Chiado" foi criado em Agosto de 1995 por um grupo de jovens músicos que se dedica exclusivamente ao estudo e prática da música barroca. As suas características instrumentais, à partida, flexíveis, permitem-lhe abarcar um extenso repertório que se estende desde o século XVII até meados do século XVIII. O seu objectivo de divulgação da prática da música barroca em instrumentos originais, tem sido bem alcançado através de uma intensa actividade, realizada de forma descentralizada por todo o país. O Ensemble Barroco do Chiado conta já com participações em alguns dos principais festivais de música do país (Mafra, Espinho, Tomar, ''Encontros com o Barroco'' - Porto, ciclo de música barroca no Pequeno Auditório do CCB, entre outros), nos quais as suas actuações se tem revestido de considerável êxito. O seu carácter musical confere à execução das obras grande fulgor e dinamismo, sendo ao mesmo tempo cada actuação o resultado de um conhecimento e análise profundos das fontes musicais.

Numa iniciativa do Festival Internacional de Música de Mafra, o Ensemble Barroco do Chiado apresentou, em Outubro de 1998, uma peça contemporânea escrita especialmente para o grupo por Nuno Corte-Real. É também regularmente solicitado por organismos oficiais como a Câmara Municipal de Lisboa, o Instituto Português da Artes do Espectáculo (IPAE), ou a Fundação Oriente, para a realização de concertos integrados em temporadas ou digressões dedicadas à música barroca. Em Janeiro de 2003, o "Ensemble Barroco do Chiado" apresenta-se pela primeira vez no Ciclo de Música Antiga da Fundação Calouste Gulbenkian.

20 Dezembro 2002

TOPO

ENSEMBLE CONTRAPUNCTUS

O Ensemble Contrapuntus é um agrupamento criado em 2005, cujo denominador comum é a paixão pela música de câmara. Integrando os membros do Moscow Piano Quartet – o pianista Alexei Eremine, o violinista José Pereira, o compositor e violetista Alexandre Delgado e o violoncelista Guenrikh Elessine – o grupo inclui também dois dos mais destacados representantes da nova geração de instrumentistas de sopro – o flautista Nuno Inácio e o clarinetista Nuno Pinto – a que se junta, numa cumplicidade nascida nos anos 80 em Moscovo, o violinista Mikhail Schmidt, actual concertino da Orquestra Sinfónica de Seattle.

Dedicando-se a um reportório que se estende dos clássicos à música dos nossos dias, privilegiando obras raras e injustamente desconhecidas, o Ensemble Contrapunctus foi em Janeiro de 2006 o gupo anfitrião do Ciclo «Noites de Inverno – Festival de Música de Câmara de Cascais», único festival português dedicado exclusivamente à música de câmara, que obteve um enorme êxito junto do público e da crítica.

30 Maio 2006

TOPO

ENSEMBLE DARCOS

O Ensemble Darcos foi criado em 2002, na cidade de Faro, pelo compositor Nuno Côrte-Real. Na sua formação base (violoncelo, piano, violino e clarinete) conta com os músicos Filipe Quaresma, Helder Marques, Reyes Gallardo e Fausto Corneo, intérpretes do mais alto gabarito técnico e artístico.

O repertório do Ensemble Darcos tem como propósito a interpretação dos grandes compositores europeus de música de câmara, como Beethoven, Brahms ou Debussy, e a música de Nuno Côrte-Real. Esta relação confere-lhe contornos de projecto de autor, dando ao grupo uma genuína marca de pós-modernidade.

Em termos instrumentais, o Ensemble diversifica a sua formação de programa a programa, de duos a quintetos, até à típica formação novecentista de 15 músicos. Para o efeito convida regularmente músicos de extraordinária excelência oriundos de várias regiões do globo.

Desde 2006 que o Ensemble Darcos efectua uma residência artística no Teatro-Cine de Torres Vedras, tendo iniciado em 2008 a Temporada Darcos, série de concertos de câmara comentados pelos mais importantes músicos portugueses da actualidade, tais como Rui Vieira Nery, Alexandre Delgado, Sérgio Azevedo ou António Vitorino D'Almeida.

Da sua actividade concertista destaca-se a ida a Berlim, em Outubro de 2007, onde interpretou com grande êxito obras de Sérgio Azevedo, António Pinho Vargas e Nuno Côrte-Real. Projectos futuros incluem um concerto com a estreia de um vídeo sobre a obra de Olivier Messiaen Quarteto para o Fim dos Tempos, e o quinteto de cordas em Dó maior, opus póstumo, de Franz Schubert, com a participação do violoncelista sueco Mats Lidstrom.

13 Abril 2008

TOPO

ENSEMBLE MEDITERRAIN

O Ensemble Mediterrain nasceu por iniciativa dos membros fundadores doTrio Mediterrain, grupo de música de câmara fundado em Berlim no ano 2002 que conta na sua trajectória artística com inúmeras apresentações em salas e festivais de grande importância em países como Alemanha, Itália, Espanha, Portugal, Suiça, Bósnia Herzegovina, Chile, Argentina ou Brasil.

O desejo de alargamento do grupo resulta na formação do Ensemble Mediterrain, formato que permite uma abordagem mais fléxivel e diversificada em termos de repertório. Esse alargamento é conseguido através da incorporação de músicos convidados regulares provenientes de orquestras profissionais alemãs de grande qualidade e prestígio como a Dresdner Philharmonie, Komische Oper Berlin, Deutsche Oper Berlin, DSO - Deutsches Symphonie Orchester Berlin, SWR Radio-Sinfonieorchester Stuttgart, NDR Sinfonieorchester Hamburg.

O Ensemble Mediterrain apresenta-se com várias formações, desde o trio até ao octeto ou mesmo uma pequena orquestra de câmara, e possui um repertório extremamente interessante que inclui algumas das obras camerísticas mais importantes de compositores como Mozart, Beethoven, Brahms, Messiaen, Schubert, Schoenberg ou Stravinsky.

A música contemporânea é outra das prioridades e interesses do grupo e o Ensemble Mediterrain privilegia um trabalho próximo com compositores de vários países, estando previstos vários projectos futuros com estes objectivos.

CONTACTOS

Sítiowww.ensemble-mediterrain.com

26 Setembro 2007

TOPO

ENSEMBLE PALHETAS DUPLAS

O Ensemble Palhetas Duplas foi criado em finais de 2004 por iniciativa de Francisco Luís Vieira, tendo feito a sua primeira apresentação em público em Março de 2005. Reúne oboístas e fagotistas diplomados por várias escolas do país.

Todos partilham o mesmo entusiasmo por esta formação de sonoridades particularmente homogéneas, pelos instrumentos que a compõem (oboé, corne inglês, fagote e, por vezes, oboé de amor e contrafagote) mas, sobretudo pelo repertório abordado (original ou transcrito): antigo ou contemporâneo, clássico, ligeiro e até próximo do jazz.

Além da originalidade desta formação e da riqueza do conteúdo musical, este conjunto instrumental está ligado a um ideal didáctico, tendo por objectivo a participação em actividades pelas várias instituições de ensino musical. Para além das prestações em concertos por todo o país, propõe-se organizar intercâmbios e encontros com outros agrupamentos.

Desde a sua fundação, este ensemble já envolveu mais de duas dezenas de oboístas e fagotistas. Nos seus inúmeros concertos apresentou como solistas convidados: Christopher Koppitz (oboé), Filipe Coelho (trompete), Jorge Almeida (trompete), Daniel Marques (tuba), Paulo Gaspar (clarinete), Nelson Ferreira (violoncelo), Andrew Swinnerton (oboé), Hugues Kesteman (fagote), António Menino (clarinete), João Pereira Coutinho (flauta), António Augusto Rodrigues (trompa) e João Pedro Silva (saxofone). Também apresentou obras em primeira audição absoluta, nomeadamente uma obra para cinco oboés intitulada Caprice for five oboes, do compositor Christopher Bochmann.

Apresentou-se em concerto no Encontro de Oboés em Sta. Maria da Feira, promovido pela Yamaha; Festival Búsica (Escola de Música Nossa Senhora do Cabo); Inauguração do Hotel Eurosol Estarreja; em colaboração com o Coral de Linda-a-Velha e Coral Villa de Móstoles (Madrid); na Fundação Montepio Geral; no Auditório da Colectividade Vale do Paraíso; Encerramento do Fórum Art&Design, na Universidade Lusófona, Lisboa; no Auditório Eunice Muñoz, Oeiras; Concerto promovido pela RDP África, no Auditório da Biblioteca Orlando Ribeiro, Lisboa; Concertos promovidos pela RDP Antena 2 no programa "Concertos Abertos" na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e no Museu da Música; no Auditório Municipal Ruy de Carvalho, Carnaxide; no Cine-Teatro da Batalha (integrado no 4º Estágio Internacional de Orquestra da região de Leiria / Fátima); nos claustros do Ministério das Finanças; no Auditório da Orquestra Metropolitana de Lisboa; na Sala dos Espelhos do Palácio Foz (Direcção Musical de Alejandro Erlich-Oliva); no II Festival Hispano-Luso, em Zamora, Espanha; no Auditório Fernando Lopes-Graça, em colaboração com a Orquestra de Clarinetes de Almada; no Auditório da Sociedade Palmelense "Loureiros"; no encerramento do Festival Filarmonia no Europarque; no I Encontro de Palhetas Duplas na ESMAE, Porto; na Escola de Artes do Norte Alentejano (Portalegre); no auditório da empresa Cardoso & Conceição; e no Palácio Nacional de Queluz (comemorações do V aniversário deste Ensemble - Direcção Musical do Maestro Jean-Sébastien Béreau).

O Ensemble Palhetas Duplas tem o patrocínio da Yamaha e da empresa Cardoso & Conceição.

CONTACTOS

Sítiowww.ensemblepalhetasduplas.com
Correio electrónicoinfo@ensemblepalhetasduplas
Correio electrónicofluisvieira@yahoo.com.br
Correio electrónicofluisvieira@gmail.com
TelemóvelTlm. (+ 00 351) 963 028 486
TelemóvelTlm. (+00 351) 961 446 611

20 Agosto 2008

TOPO

GRUPO DE MÚSICA ANTIGA FORAL
O grupo de Música Antiga Foral existe desde 1990. Depois de terem acabado os estudos de especialização em Música Antiga na Holanda e Alemanha, Ana Mafalda Castro, Rui Taveira, Pedro Couto Soares e Miguel Ivo Cruz, decidiram, aquando do seu regresso a Portugal, formarem um grupo para tocar prioritariamente reportório dos séculos XVII e XVIII, em instrumentos originais da época.

10 Setembro 2005

TOPO

GRUPO DE MÚSICA CONTEMPORÂNEA DE LISBOA

O Grupo de Música Contemporânea de Lisboa (GMCL) foi fundado na Primavera de 1970 por Jorge Peixinho com colaboração de alguns músicos portugueses, entre eles, Clotilde Rosa, Carlos Franco e António Oliveira e Silva, que desde há algum tempo trabalhavam em conjunto para a realização de uma série de concertos na Fundação Calouste Gulbenkian.

A sua primeira apresentação pública teve lugar no Festival de Sintra desse mesmo ano, mantendo desde então  uma constante regularidade nas suas apresentações no País assim como a realização de diversas gravações para a Radiodifusão Portuguesa e  RTP. Logo em 1972 teve a sua primeira deslocação ao Estrangeiro, participando no Festival de Arte Contemporânea de Royan.

Depois de 1974 e ao longo dos seus mais de 30 anos de existência efectuou concertos em diversos Países integrados em vários Festivais, dos quais se destacam: II Festival Ibérico de Badajoz; Festival de Outono de Varsóvia (com o plano de intercâmbio cultural entre as sociedades de autores portuguesa e polaca); Ciclo "24 Horas de Comunicação" em Bruxelas; Bienal de Música de Zagreb - Jugoslávia; Festival Gaudeamus  - Holanda; Ciclo "Homenagem a Fernando Pessoa" em Espanha; Festivais Internacionais de Música Contemporânea em Sevilha, Santiago de Compostela e Alicante; Festival Manca de Nice; Festival Antidogma de Turim; 17ª Semana Musical de Siena; World Music Days de Amsterdão; Festival de Música Nova de Santos e São Paulo; Ciclo de Música Contemporânea de Belo Horizonte; Europália 91; Semana Internacional de Música Nova de Bucareste; Encontros Gulbenkian de Música Contemporânea de Lisboa; Jornadas de Arte Contemporânea do Porto.

Nos finais dos anos 70, foi-lhe atribuído um subsídio pela Secretaria de Estado da Cultura, para a realização de concertos e sessões de animação musical em várias localidades da província. Gravou para as Tribunas Internacionais de Compositores de 1975 e 1976 as seguintes obras de Compositores portugueses: "Recitativo IV" de Jorge Peixinho, "Momento I" de Constança Capdeville, "Diálogos" de Filipe Pires e "Encontro" de Clotilde Rosa.  Colaborou também na  gravação em disco da obra "CDE" e "Quatro Estações" de Jorge Peixinho, assim como na gravação de um disco com obras de Compositoras Portuguesas. Colaborou em várias obras originais para teatro, cinema e mix-media. Paralelamente realizou outros concertos extra-festivais, colóquios e classes de aperfeiçoamento em Portugal e estrangeiro, levando a Cultura Portuguesa além fronteiras.

Em Portugal, colaborou regularmente nos Encontros Gulbenkian  de Música Contemporânea, levando ao palco as últimas criações de compositores nacionais, interpretando, no entanto, também obras de Compositores das mais diversas latitudes, de acordo com os projectos específicos de cada concerto. Em 1991 foi distinguido com a medalha de Mérito Cultural atribuída pela Secretaria de Estado da Cultura. Após o falecimento do seu Fundador e Director participou, entre outros, nos festivais: "20s Encontros Gulbenkian de Música Contemporânea"; "Musica Bayreuth" (gravado para a Bayersher Rundfunk) e "Neue Musik in Bamberg" na Alemanha; na Fundação de Serralves no Porto; no Festival de Almada, sob a direcção de Aldo Brizzi.

Em 1996, num concerto de homenagem a Jorge Peixinho no Montijo foi dirigido por Álvaro Salazar. Participou em 1998 na primeira edição do Festival Internacional de Músicas Contemporâneas, organizado pelo Teatro Nacional de S. Carlos, tendo sido dirigido por José Ramón Encinar. Em 2000, colaborou no Festival Internacional de Electroacústica MúsicaViva 2000 e realizou um concerto no Teatro Nacional de S. Carlos só com obras de Clotilde Rosa, com direcção de Carlos Franco. Ainda em 2000 foi-lhe atribuído um subsídio por dois anos, por parte do IPAE - Ministério da Cultura, para fazer encomendas a compositores e realizar concertos.

Em 2001, participou na 23ª edição do Festival Internacional Ensems em Valência, com direcção de Carlos Franco e Pedro Amaral, realizou um concerto nas Oficinas do Convento em Montemor-o-Novo, realizou dois concertos na XI Bienal de Vila Nova de Cerveira, participou em co-produção num espetáculo multimédia com a Companhia de Teatro Pé de Vento, no Porto e realizou um concerto no CCB em Lisboa, em que foram apresentadas em estreia absoluta 6 obras expressamente compostas para o GMCL de Alexandre Delgado, António Sousa Dias, Clotilde Rosa, Filipe Pires, João Pedro Oliveira e Luís Tinoco, este concerto foi dirigido por Carlos Franco, Alexandre Delgado e Pedro Carneiro. Ainda nesse ano gravou um CD com obras de Clotilde Rosa que em breve será lançado no mercado. Em 2002, ainda com o apoio do IPAE-MC, participou no Festival Aveiro-Síntese, no Simpósio de Música Contemporânea em Castelo Branco, em dois concertos na Fundação de Serralves no Porto, e em Lisboa, no Instituto Franco-Português. Nestes três últimos concertos foram apresentadas em primeira audição absoluta 5 obras dedicadas ao GMCL, tendo sido quatro encomendadas aos compositores António Chagas Rosa, Fernando Lapa, Pedro Rocha e Sérgio Azevedo e ainda uma de Clotilde Rosa. O GMCL tem como objectivo principal divulgar, obras de compositores portugueses contemporâneos, com incidência na obra de Jorge Peixinho.

CONTACTOS

Sítiowww.gmcl.pt

06 Maio 2006

TOPO

IL DOLCIMELLO

O grupo de Música Antiga "Il Dolcimello" é constituído por músicos profissionais, estudantes, cantores e coralistas com particular interesse pelo Renascimento. Tem como objectivos recriar e divulgar as sonoridades musicais do passado com rigor histórico - tanto no que se refere a repertório e interpretação, como na utilização de cópias de instrumentos da época - não descurando que o seu trabalho se destina aos ouvintes do século XXI. Para tal mantém uma actividade de investigação musicológica como suporte da execução musical, recolhendo nas fontes documentais e iconográficas informação sobre as práticas musicais em vigor, não só em Portugal e na Europa renascentistas, como também nos novos territórios de influência portuguesa.

Este rigor na escolha do repertório e dos instrumentos contribuiu para que o grupo fosse solicitado a participar em recriações históricas das épocas em que se vem especializando, nomeadamente em monumentos e igrejas. É neste âmbito que se enquadra uma intensa colaboração com a Comissão dos Descobrimentos em espectáculos de reconstituição das épocas de D. João II e de D. Manuel I desde o Algarve até ao Minho.

Desde a sua fundação, em 1993, apresentou-se também em concerto em diversos locais de Lisboa, Sintra, Algés e Oeiras, bem como na cidade de Budapeste. Com o Coro Arsis participou num espectáculo comemorativo do 60º aniversário da Radiodifusão Portuguesa, em Coimbra, e em 1998 apresentou na Igreja Matriz de Alvôr um programa especialmente seleccionado para as comemorações do Padre António Vieira, dando uma breve panorâmica da evolução musical e instrumental ao longo da sua época.Em Agosto de 2000 participou nas comemorações da chegada dos portugueses ao Brasil em 1500, actuando integrado numa espectacular encenação em Belmonte, terra natal de Pedro Álvares Cabral. No ano seguinte apresentou-se com grande sucesso no Festival de Música Antiga de Loulé, e em 2002 apresentou em Alenquer um programa especialmente dedicado a Damião de Góis, integrado nas comemorações do quinto centenário do seu nascimento.Nas suas actuações tem vindo a privilegiar a divulgação de obras de compositores portugueses bem como o original repertório dos cancioneiros renascentistas, de entre os quais os portugueses de Elvas, de Belém, de Paris e da Biblioteca Nacional de Lisboa.

Na montagem dos seus concertos recorre frequentemente aos autores literários contemporâneos do repertório musical - nomeadamente Camões, Garcia de Resende ou Gil Vicente - os quais dão um importante contributo para a recriação de uma atmosfera humanística tão própria da corte portuguesa da primeira metade do século XVI.Por ocasião do seu décimo aniversário o grupo incorporou um pequeno conjunto de cantores, passando a abordar o repertório de maneira mais rica e variada e criando um novo conceito de concerto - em estreita articulação com poesia, teatro ou crónicas dos autores portugueses da época - nomeadamente com os programas Amor é fogo que arde.../canções de amor do século XVI e Vilancicos de Natal do século XVI/canções ibéricas ao Menino e à Virgem.

A temporada de 2004/2005 ficou marcada pela apresentação do programa Jardim das Delícias/música italiana de c.1600  no Salón Teatro de Santiago de Compostela, Espanha, no âmbito do Festival Internacional de Música de Galícia (Julho/2005), apresentando-se este ano o novo programa intitulado Viagem na Nau do Tempo também em Espanha, mas desta vez no XXIII Festival Ibérico de Música, em Badajoz (Maio/06).Vocacionado para empreender acções de carácter didáctico nesta área, tem desenvolvido projectos pedagógicos em escolas de primeiro e segundo ciclos, tendo também disponível uma acção de sensibilização ao século XVI português dirigido a estudantes do Ensino Secundário e Animação de Bibliotecas.

CONTACTOS

MoradaIsabel Monteiro
R. de Santo António, 29 - 1º B.
2780-164 Oeiras
PORTUGAL (brevemente nova morada)
TelefoneTel. (+00 351) 214 413 928
Sítiodolcimelo.com.sapo.pt
Correio electrónicodolcimelo@sapo.pt

29 Maio 2006

TOPO

L'ANTICA MUSICA

O agrupamento "L'Antica Musica" desenvolve maioritariamente o seu trabalho sobre o repertório da música antiga europeia procurando novas fórmulas interpretativas tanto mais próximas de uma "interpretação de época" como de uma interpretação programática e contemporânea do repertório em questão, envolvendo, neste sentido, propostas pluridisciplinares com outras áreas da produção artística. Desenvolve ainda a interpretação de música contemporânea da segunda metade do século XX e inícios do século XXI, emprestando a esta a riquíssima sonoridade dos instrumentos "antigos".

Está, igualmente, a desenvolver programas de concerto que passam pela estreia de obras especialmente compostas para "L'Antica Musica" por compositores portugueses ou residentes em Portugal. Apresenta-se com uma formação base de dois tenores, duas flautas de bisel, uma viola da gamba e um alaúde e/ou teorba à qual é permitida acrescentar ou subtrair participações conforme o repertório a interpretar. Assente em investigação musicológica, o agrupamento procura trazer à luz do dia o repertório menos ouvido da música antiga europeia, sempre com a sua original interpretação. Estreou-se, em Lisboa, no ano de 2001 com o Primeiro Livro de Madrigais para Duas Vozes de Thomas Morley de 1595. Fruto de uma intensa pesquisa de cerca de um ano, este repertório encerra em si mesmo a magia da Renascença europeia que fazia da música e dos paradigmas clássicos uma forma de arte nova que comunicava com o público de um modo ainda não experimentado.

O agrupamento efectuou diversos concertos entre os quais se destacam os do Ciclo de Concertos Musicalidades (Moita, 2001 e 2002), do Ciclo de Concertos EPAC (Azambuja, 2002), do Ciclo de Natal na Igreja dos Lóios (Évora, 2002) do Ciclo de Concertos de Páscoa do Museu Castro Guimarães (Cascais, 2003), dos Concertos de Verão da Pousada de Nossa Senhora da Assunção (Arraiolos, 2003), do Festival de Música Sacra do Baixo Alentejo "Terras sem Sombra" (Almodôvar, 2003) e do VI Encontro de Música Antiga de Loulé (Almancil, 2004).

CONTACTOS

Correio electrónicolam@artedasmusas.com

14 Março 2005

TOPO

LUDOVICE ENSEMBLE

O Ludovice Ensemble é um grupo de música de câmara de formação recente, sedeado em Portugal e criado por jovens músicos possuindo uma formação específica em práticas históricas de interpretação de música anterior a 1800 em instrumentos "originais", e que se dedicam profissional e exclusivamente à interpretação de Música Antiga. A direcção rtística está a cargo de Fernando Miguel Jalôto. O seu repertório incide sobretudo na música francesa dos séculos XVII e XVIII, mas procura desenvolver projectos em outras áreas e repertórios. Para tal o Ludovice Ensemble aposta numa grande flexibilidade no número e variedade dos seus elementos.

Em 2005 o Ludovice Ensemble apresentou-se no Festival Internacional de Música de Mafra com a soprano Orlanda Velez Isidro, com o programa "Une Fête Galante" inspirado na obra de Watteau; no Ciclo de Música Sacra de Viana do Castelo, com o barítono Hugo Oliveira, num programa de Petits-Motets; com Hugo Oliveira, no Museu da Fundação Calouste Gulbenkian. Com Orlanda Velez Isidro apresentou-se na Folle-Journée/Festa da Música 2006 no Centro Cultural de Belém, num concerto com obras - cantatas e concerts - de Jean-Philippe Rameau. Em Outubro de 2006 o Ludovice Ensemble apresentou-se nos Encontros de Música Antiga de Loulé num programa exclusivamente instrumental, com obras do barroco francês.

Desde Novembro de 2007 que o Ludovice Ensemble iniciou uma colaboração com a Universidade de Évora, com vista à divulgação da Música ntiga. Em Maio de 2007 apresentou-se novamente no Museu da Fundação Calouste Gulbenkian e na Sala de Actos da Universidade de Évora, com o barítono Hugo Oliveira, num programa exclusivamente preenchido com obras vocais e instrumentais de Rameau. Tem programado para Agosto de 2007 um espectáculo de Música e Dança Barrocas, com a bailarina inglesa Jessica Clare Bridge, no Colégio do Espírito Santo - Universidade de Évora.

O nome do ensemble é uma homenagem ao arquitecto e ourives alemão Johann Friedrich Ludwig (1673-1752), arquitecto-mor de el-rei D. João V, e um dos principais responsáveis pela introdução do Barroco Internacional em Portugal e consequente modernização da linguagem artística nas mais variadas disciplinas, nomeadamente a Ourivesaria e a Arquitectura, segundo cânones inovadores e cosmopolitas.

CONTACTOS

MoradaFernando Miguel M. Jaloto
R. Monte Grande, 43
4430/464 V. N. Gaia
Portugal
TelefoneTel. (+00 351) 227 824 119
TelemóvelTlm. (+ 351) 967 296 030
Sítiowww.ludoviceensemble.blogspot.com
Correio electrónico mjaloto@hotmail.com

09 Junho 2007

TOPO

LUSITANUS ENSEMBLE

O Lusitanus Ensemble pretende criar o seu espaço na Música de Câmara, através da descoberta de uma nova sonoridade recriando obras de alguns dos grandes compositores do século XX, bem como contribuir para o desenvolvimento de nova música nacional com a encomenda de obras a alguns dos mais prestigiados compositores portugueses.

A sua formação é baseada em instrumentos cujas "escolas" estão implantadas no nosso país e com fortes provas dadas e excelentes resultados: "os sopros".

Estes instrumentos têm tido um importantíssimo papel na Música de Câmara, destacando-se os "Quintetos de Sopros" (Flauta, Oboé, Clarinete, Fagote e Trompa), os "Quintetos de Metais" (2 Trompetes, Trompa, Trombone e Tuba) e os "Quartetos de Saxofones" (Soprano, Alto, Tenor e Barítono ou 2 Altos, Tenor e Barítono).

Neste grupo pretende-se fundir estas três formações, com algumas alterações, sendo composto por: 2 Flautas, 1 Oboé, 2 Clarinetes, 2 Saxofones Altos, 2 saxofones Tenores, 1 Saxofone Barítono, 1 Trompa, 2 Trompetes, 1 Trombone, 1 Tuba e Percussão (Tímpanos, Xilofone e Acessórios), procurando-se criar um som que "leve" o público a imaginar uma Orquestra, estando num ambiente de Música de Câmara.

Deste Ensemble fazem parte músicos recém licenciados e/ou a frequentar a Escola Superior de Música de Lisboa e Academia Superior de Orquestra.

Este projecto teve o apoio do Instituto das Artes do Ministério da Cultura, o que permitiu encomendar obras originais para este Ensemble aos prestigiados compositores portugueses: Eurico Carrapatoso, Bernardo Sassetti, Carlos Marques e Carlos Azevedo.

Formação:

Flauta: Natália Monteiro e Pedro Camacho
Oboé: Carla Duarte
Clarinete: Samuel Pascoal e Jorge Ramalho
Saxofone Alto: Diana Catarino e Tiago Cordeiro
Saxofone Tenor: Hélder Alves e Filipe Valentim
Saxofone Barítono: Raimundo Semedo
Trompa: Carlos Bia
Trompete: Marco Barroqueiro e Rodrigo Martins
Trombone: André Conde
Tuba: João Aibeo
Percussão: Marco Fernandes
Direcção: Adelino Mota

15 Novembro 2007

TOPO

LUSOCELLO ENSEMBLE

O Lusocello é um ensemble de violoncelos composto por talentosos e entusiásticos jovens violoncelistas que obtiveram os seus cursos em prestigiadas escolas europeias.

O Ensemble foi criado em 2005 com o intuito de dar a conhecer um repertório diferente, explorar novas sonoridades, novas cores, diferentes emoções.

Obras originais alternando com algumas transcrições e mesmo obras dedicadas ao Lusocello Ensemble, fazem parte de um repertório que percorre uma grande diversidade de estilos, desde o Barroco ao Romântico e Contemporâneo. Velha ou nova, conhecida ou menos conhecida, toda a música adquire um brilho especial quando tocada por estas trinta e duas cordas de violoncelo.

É seu director artístico Luís Machado.

FORMAÇÃO

António Ferreira, solista
Fernando Gomes, solista
Carina Albuquerque
Katerina Mikusova
Ângela Carneiro
Jorge Teixeira
Ricardo Januário
Gonçalo Silva
Ana Duarte
Constança Blanc

CONTACTOS

Correio electrónicolusocelloensemble.blogspot.com

TOPO

MIKRO DUO

Criado em 2004 como projecto integrado no âmbito da disciplina de Música de Câmara da Escola Superior de Música de Lisboa (ESML), o Mikroduo foi desde cedo orientado e incentivado pelo maestro Fernando Fontes, durante os primeiros dois anos. Ao longo da sua formação teve oportunidade de realizar master-classes com Alberto Ponce, Dejan Ivanovich, Joaquín Clerch, Michalis Kontaxakis e António Jorge Gonçalves. No último ano tem trabalhado pontualmente com Piñeiro Nagy, docente titular da disciplina de Guitarra da ESML, com quem os músicos se licenciaram.

No ano de 2007 iniciou um projecto com Piñeiro Nagy e a Camerata Lisy tendo actuado na reconhecida sala Victoria Hall em Genebra, Suiça. Conta com várias actuações em diversos locais a destacar: Centro Cultural de Cascais (a convite do “Festival de Música do Estoril”) – concerto gravado para a Antena 2; International Menuhin Music Academy, em Bloonay, Suiça (inserido nos “Rencontres Musicales Internacionales”); Jardim de Inverno, Teatro Municipal São Luiz (Festival da ESML); Palácio da Ajuda; Museu de Arte Antiga.

14 Março 2008

TOPO

MISO ENSEMBLE

O "Miso Ensemble" é, na sua formação permanente, um duo de flauta e percussão com electrónica em tempo real. Fundado em 1985 pelo percussionista e compositor Miguel Azguime e pela flautista e compositora Paula Azguime, tem construido um percurso singular que se evidencia pela originalidade dos programas apresentados em concerto e pela diversidade das obras criadas para o duo que refletem uma abordagem que assenta na tripla vertente dos seus membros (compositores/instrumentistas/improvisadores).

Tem assim o "Miso Ensemble" afirmado desde a sua criação uma nova forma de fazer e pensar a música, onde composição e improvisação são os meios utilizados para criar obras musicais distintas e onde a utilização da informática musical em tempo real como complemento e extensão dos instrumentos acústicos tem dado lugar a um trabalho pioneiro de investigação e criação no campo da música electrónica. Paula e Miguel Azguime têm sido distinguidos com diversos prémios de interpretação e de composição e várias encomendas têm lhes sido feitas por instituições publicas e privadas, nacionais e internacionais, para o "Miso Ensemble" e para as mais variadas formações.

Para além da sua actividade como músicos têm desenvolvido desde 1992 um intenso trabalho de divulgação da música contemporânea e dos compositores portugueses na qualidade de directores do "Festival Internacional Música Viva", e mais recentemente como fundadores do "Centro On-line de Informação da Música Portuguesa Contemporânea". Além de terem alargado substancialmente o repertório para flauta e percussão, as obras colectivas de Paula e Miguel Azguime estendem-se também à música para o cinema, teatro e dança, bem como à criação de instalações sonoras para exposições de arquitectura, pintura e escultura.

Paralelamente Miguel Azguime desenvolve uma prolífica actividade de compositor no sentido clássico do termo, criando obras para as mais diversas formações instrumentais e/ou vocais. Ao longo de 18 anos de existência, com uma intensa actuação em Portugal e mais de 400 concertos realizados, o "Miso Ensemble" tem-se apresentado regularmente em vários países da Europa e também no continente Asiático, sendo hoje amplamente reconhecido pela crítica e pelo público como um dos mais importantes agrupamentos portugueses de música contemporânea e declaradamente considerado como o mais original, o mais criativo e o mais inovador.

CONTACTOS

Sítiowww.misoensemble.com

TOPO

MOMENTUM ENSEMBLE

O Momentum Ensemble é um grupo de formação variável que se destina à execução e divulgação da música contemporânea, com especial destaque para a nova música portuguesa.

Iniciou em 2003 uma actividade regular, que inclui concertos preenchidos maioritariamente com obras de compositores portugueses, algumas em estreia absoluta, bem como gravações para futura edição das obras Surya Namaskara, de Sara Carvalho, e ...there are those who say that life is an illusion..., de João Pedro Oliveira. Em paralelo com a actividade artística, pretende ser um espaço de sensibilização e formação de intérpretes e compositores, que têm assim a oportunidade de ver o seu trabalho exposto, trabalhado e confrontado.

O facto de ser um ensemble aberto e de efectivo variável, permite que a programação condicione a formação instrumental, abrangendo um largo espectro de formações, desde obras a solo até grupos de câmara alargados. Desde 2004, e em colaboração com o Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro, leva a cabo a organização dos Ciclos de Concertos Momentum, com cinco edições já completas.

São seus directores artísticos Sara Carvalho e Rui Penha, que, em conjunto com os músicos que voluntariamente abraçaram o projecto, pretendem assim contribuir para um conjugar de esforços e uma aproximação das pessoas interessadas em torno do objectivo de divulgar, dinamizar e valorizar a música contemporânea portuguesa.

17 Setembro 2007

TOPO

OFICINA MUSICAL

Fundada no Porto em Maio de 1978, a "Oficina Musical" iniciou no mês seguinte a sua actividade, orientada para o estudo e divulgação da música do século XX. Até hoje levou a cabo mais de duas centenas de espectáculos, nos quais colaboraram, além dos elementos dos seus conjuntos instrumentais, jovens artistas em início de carreira (o apoio a estes últimos é uma das directrizes da "Oficina Musical") e agrupamentos e solistas do mais elevado nível, tais como o Estúdio Electrónico da Escola Superior de Música de Colónia, o Quarteto Takacs-Nagy, os pianistas Marie-Françoise Bucquet, Claude Helffer e Sequeira Costa, o violoncelista Siegfried Palm, o flautista Pierre-Yves Artaud, o trombonista Vinko Globokar e a teclista Annette Sachs. Entre numerosas obras incluídas nos seus programas, contam-se mais de setenta apresentações em primeira audição em Portugal, de autores tão significativos como Leos Janacék, Arnold Schoenberg, Goffredo Petrassi, Pierre Schaffer, John Cage, Hanns Eisler, Ramón Barce, Claudio Prieto, Tomás Marco, Cristóbal Halffter, Luis de Pablo, Edward Boguslawski, George Crumb, Luc Ferrari, Luciano Berio, Paolo Castaldi, Heitor Villa-Lobos, Cláudio Santoro, Paul Méfano, Salvatore Sciarrino, Toru Takemitsu e Roqué Alsina.

Em cumprimento do que se afirmava em nota inserida no programa inaugural, a "Oficina Musical" não tem limitado a sua acção à cidade do Porto, realizando ao longo das últimas temporadas e de acordo com um plano de descentralização, concertos em diversos pontos do país (Póvoa do Varzim, Viana do Castelo, Ponte de lima, Braga, Paços de Brandão, Matosinhos, Carvalhos, Espinho, Coimbra). Nos últimos anos, organizou concursos de Composição abertos a todos os compositores portugueses, sem limite de idade. Em 1982, foram lançadas as primeiras partituras editadas pela "Oficina Musical", iniciando-se assim um projecto editorial que prevê a publicação periódica de discos, trabalhos musicológicos e partituras de autores portugueses.

A "Oficina Musical" participou nos Festivais de Vigo de 1980 e 1981, no "1º Ciclo de Música Contemporânea", organizado pela Disputación Provincial de Pentevedra (1982), nos ''Quatro Dias da Cultura Portuguesa em Sevilha'' (1982), no "Festival da Costa do Estoril" (1984, 1985 e 1987), na maior parte das edições dos Encontros Gulbenkian de Música Contemporânea, nos Dias de Música Contemporânea de Vigo (1985), nos XIV, XV, XVI e XVII Festivais de Espinho, no VIII Festival da Costa Verde, no 34º Festival de Granada, nas ''Crónicas de Juventude'' (Pamplona, 1985), na "1ª Semana de Música Ibérica" em Ávila (1986), nas "1ªs Jornadas de Música Contemporânea Portuguesa", organizadas pela Fundação Calouste Gulbenkian em Madrid (1987), no III Festival de Música Contemporânea de Bogotá (1983) e em Festivais de Música Contemporânea na Alemanha (1995 e 1996) obtendo, em todas essas ocasiões, êxitos relevantes.

Pelos serviços prestados à cultura do nosso País, a "Oficina Musical" foi agraciada com a Medalha de Mérito (Prata) pela Câmara Municipal do Porto, com a Medalha de Mérito Cultural da Secretaria de Estado da Cultura e com o Prémio do Dia do Autor da SPA (1993).

20 Maio 2001

TOPO

OPUS ENSEMBLE

Constituído por Ana Bela Chaves, violeta, Olga Prats, piano, Alejandro Erlich Oliva, contrabaixo, e Pedro Ribeiro (que passa a integrar o agrupamento), o Opus Ensemble é o mais antigo e galardoado "ensemble" de música de câmara português. A partir de 1 de Agosto de 2005 regressa à sua formação e repertório de origem. Após alguns concertos como artista convidado, o oboísta Pedro Ribeiro passa a integrar o Opus Ensemble. A primeira apresentação em quarteto decorre no âmbito do Festival do Estoril de 2005 e conta já com uma obra dedicada a esta nova fase do grupo.

Uma formação instrumental única cultivada com atitude perfeccionista por músicos de primeira linha está na origem de mais de duas décadas de carreira internacional do Opus Ensemble, com o elogio unânime da crítica especializada. A sua discografia é ampla e o seu repertório altamente diversificado, desde o século XVIII até aos nossos dias. Detentor de obras que lhe foram dedicadas por grandes compositores portugueses e estrangeiros, o Opus Ensemble constitui uma verdadeira caixa de ressonância da cultura portuguesa no mundo.

CONTACTOS

Sítiovh.agencia2@netcabo.pt

19 Julho 2005

TOPO

ORCHESTRUTOPICA

A OrchestrUtopica é um agrupamento dedicado à promoção da nova música, concebido como um instrumento para compositores (com ênfase nos compositores portugueses). Fundada em 2001 - pelos compositores Carlos Caires, José Júlio Lopes, Luís Tinoco e António Pinho Vargas, e o maestro Cesário Costa -, foi saudada com grande entusiasmo pelo público, pela crítica e pela comunidade musical. Mais do que um grupo dedicado à nova música, de espírito independente de qualquer academismo, a OrchestrUtopica apresenta-se como um espaço de diálogo e troca de experiências radicalmente diferente da atitude tradicional. Sempre que possível, os compositores representados nos programas da OrchestrUtopica são chamadas a participar em forums abertos de discussão com músicos, artistas e público. A OrchestrUtopica acredita firmemente na diversidade estética como a mais saudável postura; a sua filosofia de programação não reconhece fronteiras entre campos musicais e entre disciplinas artísticas; a sua vitalidade depende de uma visão aberta e abrangente no que respeita à criação musical e artística contemporâneas.

Nos concertos que já realizou, a OrchestrUtopica apresentou inúmeras obras encomendadas a compositores portugueses em estreia absoluta e primeiras audições em Portugal de compositores estrangeiros, tendo podido contar até agora com a colaboração de maestros e solistas de renome internacional, como os maestros Yu Feng, David Allen Miller, Tapio Tuomela e Odaline de la Martinez, a soprano Nicole Tibbels, o violinista Fredrik Burstedt, entre outros.

A formação da OrchestrUtopica apresenta alguns dos melhores músicos portugueses e estrangeiros residentes em Portugal, membros das principais orquestras e agrupamentos do país. É graças aos músicos que colaboram com a OrchestrUtopica que as suas apresentações em concerto e o seu projecto têm merecido as melhores referências.

22 Dezembro 2006

TOPO

ORQUESTRA DE CÂMARA DE PEDROSO

Foi criada no seio da "Associação Musical de Pedroso", através da realização de protocolos com a Câmara Municipal de Gaia e Junta de Freguesia da Vila de Pedroso. Tem como objectivo desenvolver a sensibilidade para a música erudita na região, assim como proporcionar a jovens músicos uma experiência efectiva no trabalho orquestral.

É formada em parte por professores e alunos da Escola de Música da AMP e também por jovens músicos oriundos da Região Norte do País, envolvendo 35 elementos. É de realçar a colaboração privilegiada com jovens solistas e maestros, dos quais destacamos Cesário Costa e Leonardo de Barros. O director Artístico A. Carvalho é elemento da Orquestra Nacional do Porto. Em 1997, gravou em CD o Hino de Pedroso, com o apoio da Radiodifusão Portuguesa. A Orquestra vem realizando inúmeros concertos, sendo de realçar o do Dia Mundial da Música, os concertos didácticos para alunos do ensino Básico e Secundário promovidos pela Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia com a obra "Pedro e o Lobo" de Sergei Prokofieff e os Concertos de Ano Novo.

Colaborou em Abril de 99 na gravação de um CD para a editora Poligram. A convite do consulado português em Vigo e apoio da Câmara de Gaia, realizou o Concerto Comemorativo do Dia de Portugal nesta cidade.

1999

TOPO

ORQUESTRA DE CÂMARA DE SINTRA

A Orquestra de Câmara de Sintra estreou-se no dia um de Outubro de 2004, no concerto comemorativo do Dia Mundial da Música, organizado pela Câmara Municipal de Sintra e realizado na Adega Regional de Colares. Desde então tem participado em diversas produções do Sintra Estúdio de Ópera, em vários pontos do País, com formações de música de câmara.

Em 2006, a Orquestra de Câmara de Sintra apresentou o CD dedicado, exclusivamente, ao desenvolvimento da Sinfonia em Portugal no séc. XVIII e inícios do séc. XIX, apresentando, em primeira gravação absoluta, diversas obras de autores portugueses.

Destaca-se ainda a sua participação na "Festa Pombalina", realizada em Julho de 2005, no Palácio dos Marqueses de Pombal, em Oeiras, interpretando a obra Music for the Royal Fireworks, de Handel, com lançamento simultâneo de fogo de artifício, assim como o Concerto do Dia Mundial da Música 2005, no Palácio Nacional de Queluz e, mais recentemente, o Concerto Comemorativo da Elevação de Sintra a Património Mundial, realizado no Palácio Nacional de Sintra. Realizou ainda um Concerto de Natal, novamente no AMAC, no Barreiro onde também apresentou um Concerto de Ano Novo, interpretando As Quatro Estações, de Vivaldi.

Actualmente conta com uma formação efectiva de 20 elementos e tem como Maestro Titular Henrique Piloto.

18 Março 2007

TOPO

ORQUESTRA DE CLARINETES DE ALMADA

A "Orquestra de Clarinetes de Almada" é um agrupamento de timbre e características específicas formado essencialmente por instrumentos da família do Clarinete. A expressão artística da Orquestra de Clarinetes de Almada, aos quais se juntam por vezes instrumentos de percussão, forma um ensemble de beleza ímpar e um desempenho original praticando um reportório variado que inclui obras de autores consagrados dos Sécs. XVIII, XIX e XX.

Composta por 36 elementos (com uma média de idades de 22 anos) na sua maior parte provenientes de escolas de música do Concelho de Almada ou dos Concelhos limítrofes de Lisboa ou Seixal, a Orquestra inclui também instrumentistas de outras localidades como Alcácer do Sal, Palmela, Sesimbra, Barreiro, Montijo, Benavente, Odivelas, Entroncamento, Vila Nova da Barquinha e Loures, que se deslocam semanalmente à ESE Jean Piaget de Almada para participar neste projecto cultural.Iniciou a sua actividade pública em Abril de 1998 e realizou concertos em Almada, no auditório Fernando Lopes-Graça na Aula Magna da ESE Jean Piaget e no Cinema da Academia, no Museu Condes de Castro Guimarães em Cascais, no Hotel Santa Maria em Alcobaça, no Cine-Teatro de Loulé, na Praça da República do Montijo, nos Encontros com a Música 99 de Loures, no Forum Municipal do Seixal, no Parque Municipal de Seia, em Sesimbra, na Igreja do Castelo e na Sociedade Musical, na Praça José Falcão em Miranda do Corvo, no Largo do Seminário em Santarém, no Auditório do Centro Cívico de Manteigas, na Igreja de Nosso Senhor dos Navegantes em Vila do Conde, na Igreja Matriz de Bugalhos em Alcanena e em Lisboa na Academia de Amadores de Música e no Mosteiro dos Jerónimos.

As suas características tímbricas associadas ao facto de gradualmente ter vindo a rubricar actuações de inegável qualidade contribuiram para que a Orquestra de Clarinetes de Almada, ainda com menos de um ano de actividade, recebesse honrosos convites de vários pontos do nosso país e também do estrangeiro, nomeadamente, de Ollioules no sul de França, onde se deslocou em Setembro 99, realizando um concerto integrado nas comemorações oficiais das Jornadas do Património e participando na sessão de abertura da Expomusic 99 Ollioules.Em 2000 estabeleceu um intercâmbio cultural com a Orquestra Trovador de Saragoça onde se deslocou para participar em três concertos realizados na Colegiata de Bolea, no Salão do Bairro de S. Juan e na Igreja Santa Isabel de Portugal, representando Portugal com assinalável êxito. Em 2001 e 2002, ao abrigo da rubrica Difusão das Artes do Espectáculo do IPAE Ministério da Cultura, a Orquestra de Clarinetes de Almada efectuou 4 concertos de descentralização cultural em Miranda do Corvo, Santarém, Manteigas e Vila do Conde.

TOPO

ORQUESTRA DE METAIS E PERCUSSÃO DO PORTO

A "Orquestra de Metais e Percussão do Porto" é uma composição instrumental composta por seis trompetes, seis trombones, duas tubas, dois tímpanos e variada percussão. Não hesitamos em afirmar que se trata de uma formação musical invulgar e, ao mesmo tempo, capaz de oferecer vivências musicais imprevistas, de grande efeito e variedade. A Orquestra de Metais e Percussão do Porto deriva do Conjunto Instrumental Sollemnium Concentus, composto por instrumentistas, 3 trompetes, 3 trombones, tuba e tímpanos.

Fundado em 1973, o Sollemnium Concentus, teve como figura nuclear o excepcional artista, professor e pedagogo e homem de carácter José Macedo a quem prestamos sentida homenagem de gratidão, respeito e admiração. A Orquestra de Metais e Percussão do Porto estreou-se em 1988, num Concerto realizado na Sé Catedral do Porto, a propósito de uma celebração nacional dos Descobrimentos Portugueses. Tem realizado vários concertos, entre os quais se destacaram o Concerto de Ano Novo no Rivoli, no dia l de Janeiro de 1991 e o Concerto monumental do dia de S. João (1992), na Avenida dos Aliados. É seu fundador e director artístico o P.e António Ferreira dos Santos.

1993

TOPO

ORQUESTRA DE SOPROS DA A. DE M. V. MOREIRA DE SÁ

Formada no ano lectivo de 1996/97, a Orquestra de Sopros da Academia de Música Valentim Moreira de Sá é constituída por cerca de trinta elementos, contando com a participação activa de professores. Em 1998, participou em visitas de intercâmbio ao Conservatório Regional de Viseu, à cidade espanhola de Igualada (Barcelona) e em Junho, no encerramento da Feira do Livro organizada pela Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso. Participou ainda em todas as audições escolares da Academia de Música Valentim Moreira de Sá.

A sua apresentação pública, com um Concerto Inaugural, foi a 23 de Maio de 1998, no Paço dos Duques de Bragança, em Guimarães. Integrou-se nas semanas culturais da Escola EB2/3 de Fermentões e Escola EB2/3 de Urgeses com a realização de concertos pedagógicos. Após a sua apresentação pública e a convite de várias instituições culturais, tem realizado vários concerto na região de Guimarães. Os projectos para o futuro centram-se no reforço da qualidade e na variedade de instrumentos, tendo como objectivo uma crescente intervenção como polo de divulgação musical.

10 Setembro 2005

TOPO

ORQUESTRA DO CÍRCULO DE MÚSICA DE CÂMARA

A "Orquestra do Círculo de Música de Câmara" iniciou a sua actividade em Outubro de 1989, sob a direcção do seu maestro fundador e titular, Alberto Nunes e, nesse mesmo ano, realizou o primeiro concerto público na Igreja Paroquial de S. João de Deus, Lisboa, apresentando-se desde então regularmente.

A orquestra caracteriza-se por congregar num verdadeiro espírito amador, elementos não profissionais, ex-profissionais e profissionais da música, orientando o seu repertório, embora diversificado, essencialmente para obras de música de câmara, em sentido lato, com incidência em obras menos divulgadas. A direcção da orquestra foi assumida pelo maestro Filipe Carvalheiro desde Novembro de 2001. A actividade desta orquestra tem o patrocínio de Alcântara Empreendimentos, S.G.P.S.,SA, do Ministério da Cultura, Instituto Português das Artes do Espectáculo e o apoio da Igreja Paroquial de São João de Deus.

TOPO

ORQUESTRA SINE NOMINE

Iniciada em 1998, com sede na Igreja da Lapa, foi com o ano Bach (2000) que a Orquestra "Sine Nomine" entrou num processo de organização progressiva. Com um ensaio semanal, a Orquestra apresentou uma grande homenagem a J. S. Bach, preparando e apresentando em público, as 4 Missas Luteranas (Lá M, Sol m, Sol M e Fá M), assim como as quatro suites dos mestre de Leipzig. No ano de 2001, a Orquestra "Sine Nomine" apresentou, com o "Coro Polifónico da Lapa" e o "Octeto Vocal", nove missas corais-sinfónicas, várias cantatas de Bach, os concertos de Haendel para órgão e orquestra, obras orquestrais de Mozart (Missa Brevis em Ré Maior), Antonio Caldara (Missa Dolorosa em Mi menor), Otto Nicolai (Missa Solene em Ré Maior), Mendelssohn, Sousa Carvalho e duas cantatas de António Ferreira dos Santos, num elevado número de actuações e concertos.

Apresentou-se na Lapa e Igreja de São Francisco (Porto), na Expo 98, e na FIL, em Liboa. Colaborou com o Curso de Música da Universidade Católica e com o Coro da Sé Catedral do Porto. No ano 2002 a orquestra "Sine Nomine" está a tentar subir de patamar: quer na sua organização interna, quer no desdobramento de si mesma em pequenos grupos, quer na aquisição de arcos barrocos para a interpretação da música barroca. O director da Orquestra "Sine Nomine" é o P. Ferreira dos Santos e o concertino é José Tavares. A orquestra "Sine Nomine" é membro residente da "Plurifonia 2001". Tem, actualmente, a seguinte composição: 11 violinos, 3 violas, 2 violoncelos e 1 contra baixo. É uma formação estável, isto é, cada naipe é constituído por instrumentistas, chamados comumente fundadores ou residentes.

2002

TOPO

PORTOGALANTE ENSEMBLE

Fundado em 2003 por Filipe Veríssimo, "PortoGalante Ensemble" é um agrupamento musical que se dedica à interpretação da música antiga com instrumentos da época. Este agrupamento, constituído por músicos provenientes de algumas das mais significativas orquestras portuguesas, tem como objectivos fundamentais promover a prática da música antiga e sensibilizar jovens músicos para a utilização de instrumentos da época tentando, desta forma, suprimir a lacuna existente nesta área, nomeadamente no Norte de Portugal. "PortoGalante Ensemble" fez a sua estreia no dia 1 de Outubro de 2003 (Dia mundial da Música) na Sé Catedral do Porto, num concerto comentado por Rui Vieira Nery.

2003

TOPO

PROJECTO ARS CAMERAE

O “Projecto Ars Camerae” tem como objectivo proporcionar espectáculos de música de câmara personalizados, ao gosto das entidades promotoras de cultura e dos próprios públicos, uma espécie de música de câmara a la carte. Funciona como uma associação de vários músicos de nível inquestionável que, de acordo com o programa e repertório pedido, se juntam em diferentes formações, quartetos, quintetos, octetos etc., para realizar concertos de excelência.

Sendo a música de câmara o expoente máximo de intimidade com afectividade que um músico pode praticar, todo o funcionamento do grupo se baseia no intercâmbio da arte pessoal de cada elemento numa partilha de amigos, transposta para a performance musical.

Este projecto tem como base o quarteto de cordas “Ars Camerae”, que fez a sua estreia a 1 de Outubro de 2004. A estreia do “Projecto Ars Camerae” em formação de Câmara diferente de quarteto realizou-se em Janeiro de 2007, com a execução do Octeto de F. Mendelsohn. O Quarteto de Cordas “Ars Camerae” tem desenvolvido, em conjunto com várias autarquias e outras entidades promotoras da Cultura, um trabalho regular de concertos desde 2004, destacandose concertos regulares ao vivo em directo na RDP Antena 2, nos programas Jardins da Música, Sarabanda e Concerto Aberto, em 2005, 2006 e 2007, tendo nessas actuações sido largamente agraciado, tanto pela crítica, como pelo público.

Em Junho de 2006, o quarteto gravou o “Quarteto Nº 1” de Nuno Estrela, no Porto, gravação publicada pela revista cultural “Águas Furtadas”, do Núcleo de Jornalismo Académico do Porto. Os programas executados pelo quarteto pautam-se pelo eclectismo, com repertório desde o período Clássico até ao Século XX, numa perspectiva de garantia de programas agradáveis e cativantes para todos os géneros de público.

14 Abril 2008

TOPO

QUARTETO ARABESCO

O Quarteto de cordas Arabesco é um agrupamento de excelência, tanto pela experiência e maturidade musical dos seus elementos, como pelos seus objectivos em criar programas e repertório inovador. Interpreta música de todos os tempos, desde a música barroca, clássica e romântica, até ao flamenco e jazz. De forma pioneira em Portugal, tem-se dedicado à música antiga, abordando manuscritos da época à luz de tratados interpretativos históricos, usando instrumentos da época. Ao longo da história da música, os compositores dedicaram inúmeras obras inspiradas para esta formação. Por muitos aclamada como a formação suprema da música de câmara, o quarteto de cordas presta-se a recriar ambientes intimistas de grande requinte. Integram o Quarteto Denys Stetsenko e Raquel Cravino, violino, Lúcio Studer, violeta e Ana Raquel Pinheiro, violoncelo.

CONTACTOS

TelemóvelTlm. (+00 351) 914 024 084
Sítio www.quartetoarabesco.com
Correio electrónicoquarteto.arabesco@gmail.com

21 Abril 2007

TOPO

QUARTETO CAPELA

Fundado em 1981, o "Quarteto Capela" realizou os seus primeiros concertos em Lisboa, no Teatro Municipal de São Luís, na Fundação Calouste Gulbenkian e na Sociedade Nacional de Belas-Artes, tendo posteriormente percorrido vários pontos do país, apresentando-se com êxito em concertos promovidos por diversas entidades. Este início promissor, lançou o "Quarteto Capela" no panorama musical português, sucedendo-se vários convites para participar nos principais festivais de música em Portugal e em digressões no estrangeiro. Em 1982 e 1984, o "Quarteto Capela" participou nos Festivais de Música do Porto, em 1983 no Festival Internacional do Algarve, colaborando nesse mesmo ano nas Comemorações dos Anos Quarenta, e actuou também no âmbito dos Encontros de Música Contemporânea da Fundação Calouste Gulbenkian, apresentando-se regularmente nas temporadas de música de câmara promovidas por esta instituição. No plano internacional, o "Quarteto Capela" apresentou-se em Espanha, Áustria, França, e no Extremo Oriente, onde para além de vários concertos, orientou um curso aberto para jovens músicos de Macau. Nos Estados Unidos, realizou concertos no Cami Hall de Nova Iorque, no MIT. (Universidade Tecnológica de Massachussetts) e na Universidade de Harvard em Boston. Em Setembro de 1985, realizou um concerto em Bombaim (Índia), merecendo os maiores elogios do público e da crítica. Em Maio de 1986, deslocou-se ao Brasil realizando uma importante digressão por várias cidades (São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Brasília) e participando num programa de televisão da TV Globo. No início de 1990, fez uma deslocação aos Açores, sendo o primeiro quarteto de cordas a percorrer todas as ilhas daquele arquipélago. No ano seguinte, realizou uma digressão na Guiné-Bissau. Em Setembro de 1992, voltou a apresentar-se nos Estados Unidos, actuando em Washington e em Nova Iorque. Em 1993, foi de novo convidado a tocar nos EUA por ocasião da abertura da Exposição ''Baroque in Portugal'' na National Gallery of Art em Washington D.C., repetindo no ano seguinte a sua presença musical nesta exposição, com assinalável sucesso, desta vez na costa Oeste: Los Angeles, San Diego e Santa Barbara.

O "Quarteto Capela" efectuou já diversas gravações para estações radiofónicas e televisivas (RDP, RTP e ORTF-Radiotelevisão Francesa). Para além de incluir no seu repertório um amplo número de obras clássicas, o "Quarteto Capela" tem dispensado particular interesse pela divulgação de composições de autores portugueses (Cláudio Carneyro, Filipe Pires e Luís de Freitas Branco, entre outros), tendo sido escolhido pela Secretaria de Estado da Cultura para apresentar, em Maio de 1984, no Palácio Foz, a audição integral dos 16 quartetos de Almeida Mota, em estreia absoluta, estando actualmente prevista a sua gravação integral em CD (quatro deles já gravados em 1994), para a etiqueta Movieplay. Em Maio de 2002, o "Quarteto Capela" apresentou-se na ''Festa da Música'' no CCB, dedicada a Haydn e Mozart. O nome adoptado por este agrupamento, constitui uma homenagem a Domingos Capela, o mais importante "luthier" português.

01 Setembro 2000

TOPO

QUARTETO DE CLARINETES DE LISBOA

O "Quarteto de Clarinetes de Lisboa" reúne uma experiência considerável que passa desde o desenvolvimento de uma actividade musical regular à conquista de vários prémios em Portugal e no estrangeiro. Obteve em 1988 o 1.º Prémio no Concurso da Juventude Musical Portuguesa, em 1989, o 2.º Prémio de Música Erudita no Concurso Cultura e Desenvolvimento, em 1991 o 1.º Prémio por unanimidade no Prémio Jovens Músicos. Em 1996, a convite da RDP, representou Portugal no concurso promovido pela União Europeia de Radiodifusão. Em 1997, venceu o Concurso Jovens Criadores promovido pelo Clube Português de Artes e Ideias.

A actividade artística e pedagógica reflecte-se em actuações por todo o País, em locais como a Fundação Calouste Gulbenkian, o Palácio de Queluz, o Teatro de S. Luís, o Teatro de S. Carlos, e em eventos como a Promenade Ibérica, o Festival Internacional do Estoril e o Festival Internacional de Castelo Branco. Organiza há vários anos cursos de aperfeiçoamento de Clarinete com as principais figuras mundiais deste instrumento, contando com uma participação média de 50 alunos, estudantes e profissionais. Em termos internacionais, participou em 1988 e 1989 na Mostra Nacional de Música de Câmara, realizada na Catalunha, sendo em 1989 o único agrupamento estrangeiro a ser convidado a participar. Em 1989, gravou para a Rádio Nacional de Espanha.

Em 1989, participou nas 7.èmes Orchestrades Europeènnes de Brive, realizadas em França. Em 1996, o Quarteto foi convidado pela Federação Nacional das Associações de Pais e Alunos dos Conservatórios e Escolas de Música a realizar concertos e uma classe de aperfeiçoamento em Brive (França). Em 1997, representação de Portugal na Bienal Internacional de Turim (Itália). Em 2003, participou no Iº Encontro Nacional de Clarinete de Espanha em Madrid. Em 2004, realizou concertos em Salamanca e Valência. Desde 1998 organiza em Portugal classes de clarinete de carácter internacional onde participam em média cerca de 50 alunos de todas as idades e de todo o País.

CONTACTOS

Sítiowww.quartetoclarineteslisboa.com
Correio electrónicoquartetoclarineteslisboa@clix.pt

15 Abril 2005

TOPO

QUARTETO DE CORDAS DE LISBOA

O "Quarteto de Cordas de Lisboa" foi constituído em 1972 e nesse mesmo ano foi galardoado com o Prémio Guilhermina Suggia. O "Quarteto de Cordas de Lisboa" tem, desde então, desenvolvido uma actividade regular, sobretudo a partir de 1986, ano em que se deu a última alteração no grupo de músicos que o constituem. Integrado em projectos de descentralização musical, em colaboração com a Secretaria de Estado da Cultura, o "Quarteto de Cordas de Lisboa" actuou em mais de uma centena de concertos em todo o País, incluindo as regiões autónomas.

Tem estado presente nos principais festivais de música em Portugal (Algarve, Coimbra, Leiria, Tomar, Madeira, entre outros) e actuado nas principais salas de concertos do país (Fundação Calouste Gulbenkian, Teatro Nacional de São Carlos, Teatro São Luís, Teatro Gil Vicente). No estrangeiro, destacam-se os concertos em Espanha, França (Festivais de Rouen e Aix-en-Provence), Luxemburgo e Dinamarca. O "Quarteto de Cordas de Lisboa" gravou para a rádio (Antena 2) e para a televisão (RTP). Gravou o seu primeiro CD em 1989, preenchido com os quartetos de cordas do compositor português Joly Braga Santos. O repertório do "Quarteto de Cordas de Lisboa" abrange um período muito vasto, desde os clássicos (Haydn, Mozart, Beethoven, Schubert) até aos contemporâneos (Philip Glass, Piazzolla), passando pelos românticos (Schumann, Dvorák, Brahms, Borodin) e modernos (Stravinsky, Chostakovitch, Smetana).

O "Quarteto de Cordas de Lisboa" assenta a sua oferta musical na diversidade, ao que não é estranho o facto dos seus componentes fazerem parte dos quadros da Orquestra Gulbenkian. Quanto aos compositores portugueses, o Quarteto tem apresentado nos seus recitais obras de Luís de Freitas Branco, Joly Braga Santos e Almeida Mota.

28 Novembro 2000

TOPO

QUARTETO DE CORDAS DE SINTRA

O Quarteto de Cordas de Sintra é constituído por solistas da Orquestra de Câmara de Sintra e surge em 2007, substituindo, o entretanto extinto, Quarteto de Cordas Monte da Lua. Apesar da sua formação recente, tem-se apresentado um pouco por todo o País, integrado em produções do Sintra Estúdio de Ópera. Cumpre ainda um importante objectivo, nomeadamente, na divulgação da música portuguesa para esta formação, pelo que inclui sempre autores portugueses na sua programação.

05 Março 2008

TOPO

QUARTETO DE CORDAS DO PORTO

O Quarteto de Cordas do Porto, constituído por solistas da Orquestra Sinfónica da cidade, foi formado em 1963 com o objectivo de dar a conhecer as obras de compositores contemporâneos portugueses, que revelou, quer em concertos, festivais e congressos, quer em gravações para a Emissora Nacional e para a Radiotelevisão Portuguesa. Efectuou primeiras audições absolu­tas da Suite Rústica Nº 2 e das Catorze Anotações de Fernando Lopes Graça (esta última obra, dedicada pelo próprio compositor ao Quarteto).

Em 1966 apresentou-se no Rio de Janeiro, como representante de Portugal no Concurso Internacional de Quartetos Villa-Lobos, tendo obtido um êxito notável com as suas interpretações daquele compositor. A convite da Emissora Nacional, em virtude das comemorações do bicentenário do nascimento de Beethoven, efectuou várias gravações para intercâmbio com outras estações de rádio da Europa. Graças a um subsídio da Câmara Municipal do Porto, efectuou uma obra de divulgação da música de câmara junto das camadas estudantis. Em Março de 1970, o Quarteto de Cordas do Porto apresentou-se no Centro Cultural de Paris da Fundação Gulbenkian, tendo então sido convidado pelo Maestro Charles Bruck para efectuar uma gravação na ORTF.

Adaptado de biografia inserida no XIV Festival Gulbenkian de Música, 1970.

27 Fevereiro 2007

TOPO

QUARTETO FREITAS-BRANCO

O Quarteto Freitas-Branco nasceu em Setembro de 2004 no seio da disciplina de Música de Câmara da Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Porto, onde trabalhou com o professor Ryszard Woycicki.

Em 2005 apresentou-se na inauguração da Casa da Música no Porto, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Amares, na Quinta da Bonjóia e na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Porto.

Foi seleccionado para participar na masterclass de Música de Câmara orientado pelo Quarteto Borodin na Casa da Música.

Ainda no mesmo ano, o Quarteto foi laureado com o 1º Prémio no Concurso "Prémio Jovens Músicos" na categoria de Música de Câmara Nível Superior, no qual interpretou obras de Borodin e Shostakovich.

No dia Mundial da Música desse mesmo ano participou no programa "Jardins da Música", da RDP Antena 2, e apresentou-se no Concerto dos Laureados do "Prémio Jovens Músicos" no Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian. O concerto foi transmitido em directo para a RDP Antena 2 e gravado para RTP.

Em 2006, apresentou-se no "Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim", gravado para a Antena 2.

Da presente temporada destaca-se, entre outros concertos, a apresentação na "Casa da Música", realizada no mês de Maio.

16 Novembro 2007

TOPO

QUARTETO INTERMEZZO

Formado em 1994 com o nome "Ensemble Intermezzo", tornou-se num dos escassos quartetos portugueses com uma actividade permanente há dez anos. Pioneiro desta actividade em Portugal, o Quarteto Intermezzo foi criado com os objectivos de descentralizar e tornar acessível a Música, principalmente Clássica, nas vertentes de Realização de Concertos e Animações, e para divulgação do Quarteto de Cordas como formação versátil na interpretação de vários estilos musicais. O Quarteto Intermezzo tem a formação instrumental convencional de um quarteto de cordas: dois violinos, uma viola de arco e um violoncelo, embora tenha contado com a participação de um Contrabaixo em várias ocasiões. Em finais de 1999, o grupo sofreu alterações, com a entrada de dois novos membros que trouxeram ao Quarteto uma nova atitude perante a interpretação musical. Os elementos que constituem o Quarteto são jovens músicos com formação artística e habilitação de nível superior, com larga experiência em Orquestra e Música de Câmara, e Professores da especialidade nalgumas Escolas de Música do País. Em Maio de 1997, o Quarteto participou num workshop de Música de Câmara, no Instituto Goethe, orientado pela pianista Maria João Pires e Rudolf Watzel, solista da Orquestra Filarmónica de Berlim. Nos dez anos de actividade que possui, o Quarteto Intermezzo dedicou-se sempre à divulgação de outros géneros musicais, procedendo à construção de um repertório que envolve adaptações de originais de Tangos, Musicais da Broadway, Fados e Música Portuguesa. Possui uma extensa e variada quantidade de obras em repertório, inclusivé peças exclusivas para o Quarteto. Entre os anos de 1997 e 1999, o Ensemble colaborou com o compositor argentino Daniel Schwetz na preparação de um repertório exclusivamente dedicado ao Tango e à música popular Argentina, tendo resultado um novo grupo de nome "Tanguedia", que efectuou recitais na V Cimeira Mundial do Tango, Festival de Teatro de Almada e Centro Cultural de Belém, e teve um artigo publicado na Revista "City" na edição de Nov./99. O grupo "Tanguedia" encontra-se actualmente extinto.

O Quarteto participou em centenas de Recitais e Animações, destacando-se: Ciclo de Concertos "Música nos Claustros" 2003, em Évora; Iº Concerto Porta Amiga - AMI, no grande Auditório do CCB; Evento "La Scala", em 2000, no Parque das Nações; "Bienal da Utopia" de Cascais, em 2001; Concerto "7 às 9" do CCB, em 2003; Ciclo de Concertos "Noites de Verão" 2003, em Alenquer"AnimaChiado" e "BaixAnima" 2003; Concertos de Natal 2003 em Mafra; e actuações no Museu Condes de Castro Guimarães, Teatro Gil Vicente, Teatro Garcia de Resende, Museu da Água, Museu de Arte Sacra e Etnologia de Fátima, Palácio Nacional de Queluz, Fundação Luso-Americana, Palácio de Seteais, Governo Civil de Beja, Biblioteca Municipal de Alenquer, Casa de Cultura da Malveira, Mediateca da Guarda, Biblioteca Bento de Jesus Caraça (Moita), Palácio Valenças.

Desde 2000, o "Quarteto Intermezzo", em conjunto com algumas Câmaras Municipais, colabora e promove na divulgação da música para a formação de Quarteto de Cordas nas diversas freguesias dos seus concelhos, apresentando-se em vários recitais. Em 2002, o "Quarteto Intermezzo", deu início ao seu mais recente projecto de Concertos Didácticos, nalgumas escolas do primeiro ciclo. Em 2001, o grupo adoptou definitivamente o nome de "Quarteto Intermezzo", uma vez que se apresenta habitualmente na formação de Quarteto de Cordas.

Junho 2004

TOPO

QUARTETO LACERDA

O "Quarteto Lacerda" presta com o seu nome homenagem ao compositor e maestro açoriano Francisco de Lacerda (1869-1934). Convidado a realizar concertos no Festival Internacional do Algarve e no Salão Nobre do Teatro Nacional de São Carlos em 1991, grupo tem vindo a desenvolver intensa actividade no país e no estrangeiro. Em Novembro de 1997,actuou em Londres fazendo a 1 ª audição em Inglaterra do quarteto de Luís de Freitas Branco, num concerto em "Apsley House". Em 1998, actuou em Espanha no Festival "Mirada Atlantica" executando dois programas de música portuguesa do século XX na Casa de América, em Madrid, gravados e difundidos pela Rádio Nacional de Espanha. No mesmo ano fez um concerto no Salão Nobre do Teatro Nacional de São Carlos.

Além da especial atenção que dá à musical portuguesa, o Quarteto Lacerda dedica-se ao grande repertório e à criação contemporânea. Refiram-se ainda actuações na Casa de Serralves, no Palácio Foz, no Centro de Arte Moderna e no âmbito do projecto "Rotas" de descentralização cultural do Ministério da Cultura. A participação do grupo no Festival MúsicAtlântico 99,com actuações em diversas ilhas dos Açores no passado mês de Junho, foi aclamada pelo público e pela crítica. Idêntico destaque mereceu a sua execução do quarteto "Anamorphoses V" de Isabel Soveral no Salão Nobre do Teatro Nacional de São Carlos.

Junho 2004

TOPO

QUARTETO SÃO ROQUE

Desde 2002, o Quarteto São Roque tem vindo a percorrer os mais importantes palcos do País, bem como igrejas e instituições por todo o território nacional. Apresentou-se já no Centro Cultural de Belém (Pequeno Auditório – Mozart, Schostakovich e Armando José Fernandes; Boxmúsica – Mozart e Vianna da Motta; Auditório 3 – obra completa para quarteto de Lopes-Graça), Teatro São Luiz (bailado Bernarda Alba, música de César Viana), Teatro Municipal da Guarda (estreia nacional da ópera de câmara “In the Penal Colony” de Philip Glass), Salão Nobre do Conservatório Nacional, Belgais,
Auditório Lopes-Graça, entre outras salas de maior ou menor dimensão e festivais de relevo.

No plano internacional, o Quarteto São Roque apresentou-se já no México (Festival Internacional de Música de Morelia e digressão dedicada à música portuguesa), Irlanda (única aparição da música erudita portuguesa no certame Cork – Capital Europeia da Cultura 2005), Luxemburgo, Andorra, Espanha e Inglaterra. Em todos os recitais que realizou no estrangeiro deu especial ênfase à música portuguesa, nomeadamente através da apresentação da obra completa para quarteto de cordas de Vianna da Motta, bem como de obras mais recentes de compositores como Eurico Carrapatoso e César Viana. Têm agendado para breve um recital dedicado à música portuguesa no Pequeno Auditório da Ópera de Budapeste.

O agrupamento gravou recentemente dois discos, um dedicado à obra completa para quarteto de Vianna da Motta (editora Numérica) e outro dedicado à obra completa para quarteto de César Viana (aguarda edição).

Vários concertos do Quarteto São Roque foram já transmitidos em directo ou diferido por meios de comunicação social, nomeadamente: RDP, Antena 2 – obra completa de Lopes-Graça, quinteto de Armando José Fernandes, quarteto nº 8 de Schostakovich, “dnp” de César Viana, quarteto “dissonâncias” de Mozart, quarteto de Debussy; TeleMichoacán e TVNuevoLeón México – Vianna da Motta, Lopes-Graça, Eurico
Carrapatoso, César Viana.

Para além da sua actividade profissional, o Quarteto São Roque participa frequentemente em cursos de aperfeiçoamento no intuito de ouvir o conselho de alguns mestres, tendo trabalhado neste domínio principalmente com os professores Michael Bochmann e Gareguin Aroutounian.

O grupo tem colaborado em quintetos e outras formações com os solistas Morgan Szymanski, Filipe Quaresma, João Crisóstomo, Susana Valente e Domenico Ricci.

CONTACTOS

Sítiowww.quartetosaoroque.org

14 Abril 2008

TOPO

QUARTETO VINTAGE

O "Quarteto Vintage", composto por Iva Barbosa, João Moreira, José Eduardo Gomes e Ricardo Alves, integra alguns dos mais representativos músicos de uma magnífica geração de clarinetistas portugueses. Os seus elementos possuem uma sólida carreira profissional e foram premiados em numerosos concursos em Portugal, República Checa, Espanha, Roménia, EUA e Japão. O seu repertório é bastante alargado, e vai desde a Música Antiga, passando pela Música Barroca, até à Música Contemporânea e Popular. Explorando sempre as várias possibilidades idiomáticas do clarinete, o Quarteto utiliza vários tipos de clarinete, como o requinta, o cor de basset, o clarinete alto ou o clarinete baixo.

Com inúmeros concertos, destacam-se as participações nas "Noites de Massarelos", no "Festival Internacional de Gaia", no "Festival Foz do Cávado" (Esposende), no Festival do Palácio da Bolsa e no Congresso Internacional de Clarinete em Tama-Tokyo, Japão, CLARINETFEST 2005.

O Quarteto Vintage dedica particular importância à experimentação sonora, à criação de novas obras e ao diálogo com os compositores. Em 2004 estreou a peça "Suite in Jazz Style" de Luís de Carvalho, e em 2005 foram-lhe dedicadas as peças "Ostinando" de Bruno Ribeiro e "Fado a Quatro" de Vítor de Faria, composta especialmente para ser estreada no Congresso Internacional de Clarinete (CLARIFEST 2005). Acima de tudo, o Quarteto Vintage pretende criar uma nova sonoridade, capaz de proporcionar verdadeiros momentos de música.

CONTACTOS

TelemóvelTlm. (+00 351) 965 018 080
Sítiowww.quartetovintage.com
Correio electrónicomail@quartetovintage.com

03 Setembro 2006

TOPO

QUINTETO DE METAIS DO PORTO

O "Quinteto de Metais do Porto" constituiu-se, visando a divulgação de Música de câmara dos instrumentos que o integram, a saber: a formação clássica de um quinteto de metais: duas trompetes, trompa, trombone e tuba.

Para além do prazer de tocar em conjunto - finalidade que os fundadores equacionaram na sua génese - a acção que pretendem desenvolver visa a realização de concertos e a divulgação das potencialidades destes instrumentos (a solo e/ou em conjuntos deste tipo), junto de escolas, através da realização de oficinas/cursos de aperfeiçoamento, tentando fomentar nos jovens a apetência pelo estudo destes instrumentos. Abordando, desde já, um reportório variado, que compreende obras dos periodos da Renascença até à Música dos nossos dias, o "Quinteto de Metais do Porto" surgiu, também, tendo presente o espírito do "Porto - Capital da Cultura 2001", importante realização no qual o grupo entendeu ser imprescindível a representação da música de câmara por intérpretes portugueses, particularmente os da nova geração.

Desde a sua formação, o "Quinteto de Metais do Porto" tem realizado vários concertos na cidade do Porto, nomeadamente na Igreja da Lapa, Museu do Carro Eléctrico, Igreja do Marquês. Realizou também concertos fora da cidade do Porto, como Braga, Oeiras, Serpa, Lousada. Realizou, nos anos de 1999 e 2000 "masterclasses" de instrumento e música de câmara na Academia de Música de Lousada, com grande afluência de alunos de vários pontos do País, permitindo ao grupo explanar alguns dos seus objectivos.

2002

TOPO

QUINTETO DIAPHONIA

Constituído por Natália Monteiro, flauta, David Costa, oboé, Rui Travasso, clarinete, Ângelo Caleira, trompa, João Azevedo, fagote, o Quinteto Diaphonia conta com um percurso musical de reconhecido mérito. Tem realizado diversos eventos culturais - espectáculos, recitais, concertos, entre outros - desde a sua formação, nomeadamente em Lisboa, em Cascais, nas Caldas da Rainha, em Lagos, em Monção, em Torres Vedras, e um pouco por todo o país. Dispondo de vários géneros de programas, o quinteto conta no seu repertório com algumas das melhores obras escritas para esta formação, incluindo várias obras de compositores portugueses. O Quinteto Diaphonia foi fundado em 2000 quando os seus membros eram ainda alunos da Escola Superior de Música de Lisboa - ESML. Nesta mesma escola frequentaram as classes de Música de Câmara de Nuno Inácio e Olga Prats, que terminaram com a classificação final de 20 valores. Todos os membros do quinteto são Licenciados pela ESML, no respectivo instrumento.

Em Julho de 2001 participou nos IV Cursos de Música de Verão em Santa Maria da Feira, com os elementos do Quinteto de Sopros da Filarmónica de Berlim. Em 2002 o quinteto integrou a orquestra da peça de teatro "Peer Gynt", de H.Ibsen, numa produção do Teatro Aberto, com encenação de João Lourenço, direcção musical de João Paulo Santos e música de Eurico Carrapatoso. Em Março de 2002 participou num "masterclass" de Música de Câmara, promovido pela Escola Superior de Música de Lisboa, com Mariana Jacobs. Em Julho de 2003 venceu o 2º prémio em Música de Câmara - Nível Superior, do 17ª Prémio Jovens M úsicos - RDP. Desde meados de 2006 com dois novos membros, o Quinteto Diaphonia está desde então numa nova fase de produção artística.

CONTACTOS

MoradaQuinteto Diaphonia
Rua da Eira Nº 52, 4ºF
1495-233 Algés
Portugal
TelemóvelTlm. (+00 351) 966 719 092
Sítiowww.quintetodiaphonia.com
Correio electrónicomail@quintetodiaphoni a .com

22 Outubro 2006

TOPO

REMIX ENSEMBLE

Estrutura essencial da Casa da Música, o Remix Ensemble já apresentou em estreia absoluta vinte e três novas obras de dezanove compositores. Desde o seu início em 2000, sob a direcção do maestro titular Stefan Asbury, o ecletismo do seu repertório estende-se em incursões pela música cénica, acompanhamento de filmes, dança e jazz, a par da promoção de numerosos workshops com compositores como António Pinho Vargas, Brice Pauset, Emmanuel Nunes, Frédéric Durieux, Heiner Goebbels, Iris ter Schiphorst, James Dillon, Keiko Harada, Luís Tinoco, Magnus Lindberg, Mark-Anthony Turnage e Rolf Gupta. Até ao presente, entre os maestros convidados para dirigir o Remix Ensemble, contam-se Ilan Volkov, Kasper de Roo, Pierre-André Valade, Rolf Gupta, Peter Rundel, Jonathan Stockhammer, Jurjen Hempel e Franck Ollu entre outros. No plano internacional, o Remix Ensemble apresentou-se no Ensems - XXIII Festival Internacional de Música Contemporânea de Valência, no encerramento das capitais europeias da Cultura em Roterdão (2001), no Huddersfield Contemporary Music Festival, Reino Unido (2003) e em Barcelona, La Pedrera, no âmbito de uma exposição oficial sobre o Modernismo Português (2004).

Ainda em 2004, o Remix Ensemble apresentou no Festival Musica de Estrasburgo a primeira ópera do compositor escocês James Dillon, Philomela, (uma co-produção no âmbito do Réseau Varèse) que antes interpretara em estreia mundial no Porto. Os anos de 2005 e 2006 trarão diversas novas estreias mundiais, entre as quais a primeira ópera de Emmanuel Nunes. Estrear-se-ão, também, obras dos compositores António Pinho Vargas, Mário Laginha, Frédéric Durieux, Iris ter Schiphorst, Nuno Corte-Real, Miguel Azguime, António Chagas-Rosa, João Madureira, Vítor Rua, Pedro Amaral, Laurent Filipe, Luís Tinoco, Johannes Maria Staud, Olga Neuwirth, Toshio Hosokawa, Rebecca Saunders, David Horn, Georg Friedrich Haas e Jon Balke. A actuação do Ensemble em Philomela foi distinguida pela crítica do Financial Times, que sublinhou que "o Porto tem no Remix Ensemble um excelente agrupamento contemporâneo", enquanto Le Monde de la Musique assinalava a "interpretação notável" [...] do Remix Ensemble". Em Janeiro de 2005, o Remix fez uma residência artística no IRCAM, em Paris, a qual culminou numa apresentação pública em concerto.

05 Julho 2005

TOPO

SCHOSTAKOVICH-ENSEMBLE (DSCH)

O Schostakovich-Ensemble (DSCH) surgiu no ano do centenário do nascimento do compositor com o propósito de divulgar a mensagem artística de Dmitri Schostakovich, através da interpretação da sua obra de música de câmara e da obra de outros compositores, independentemente do espaço temporal que ocupam na História da Música. O projecto tem a direcção artística de Filipe Pinto-Ribeiro e, para a sua primeira temporada, tem concertos previstos em Portugal, França, Estónia, Holanda, Suécia e Rússia, com a participação dos violinistas Tatiana Samouil, Ludwig Dürichen e José Despujols, dos violetistas Natália Tchitch e Mateusz Stasto, dos violoncelistas Vicente Rosas Chuaqui e Pavel Gomzkiakov, dos pianistas Rosa Maria Barrantes e Filipe Pinto-Ribeiro, dos cantores Zlata Rubinova e Yuri Kissin, e do clarinetista Pascal Moraguès.

O criptograma DSCH é o famoso motivo musical ré-mi bemol-dó-si utilizado por Schostakovich em várias obras. Trata-se de uma assinatura musical oculta que foi criada com base nas primeiras letras do seu nome e apelido em caracteres latinos que, na língua alemã, correspondem a notas musicais: Dmitri SCHostakovich = D-ré, S(lê-se "e s")-mi bemol, C-dó e H-si. Ao interpretar ou ouvir a sua música, pressente-se um enigma irresistível que encerra o seu credo artístico de autenticidade e humanismo. As obras de música de câmara de Schostakovich exigem aos intérpretes um apurado realismo sonoro e profundidade espiritual: este é o objectivo do Schostakovich-Ensemble (DSCH).

CONTACTOS

Filipe Pinto-Ribeiro, director artístico
Schostakovich - Ensemble (DSCH)
Sítio www.filipepinto-ribeiro.com
Correio electrónico dsch@filipepinto-ribeiro.com
TelemóvelTlm. (+00 351) 918 223 183

29 Novembro 2006

TOPO

SEGRÉIS DE D. DINIS

Em Março de 2003 um convite para uma peça de teatro musicada, Labyrinthos, (da associação WeCanArt, no Centro Cultural de Cascais, durante todo o mês de Março desse mesmo ano), foi o pretexto para dois flautistas, Ana Rita Ramos e Pedro Santos, se lançarem no imenso mundo da Música Medieval. E assim se formou o grupo, apenas com dois membros. Embora sem grandes certezas de futuro, decidiram continuar a estudar este tipo de repertório e, meses mais tarde, em Agosto, outro convite surge: Castro D’Aire e música medieval, renascentista e tradicional.

Os convites continuaram a suceder-se tendo o grupo adquirido novos instrumentos, nomeadamente de percussão (darbuka, pandeireta e crótalos). Em 2004, contactados pelo Choral Echo, estes dois flautistas realizaram as partes instrumentais de vários concertos com o mesmo tipo de repertório. Passaram por Meca (Alenquer), Seda (Alentejo), Leiria, Barreiro e vários pontos de Lisboa. A própria dirigente do Coro, Carina Lasch, sendo também ela instrumentista, ingressou no grupo com o intuito de enriquecer o trabalho.

Seguiram-se concertos em várias instituições de Lisboa, como por exemplo, Instituto Gregoriano de Lisboa, Junta de Freguesia de S. Domingos de Benfica, Colégio Alemão, Igreja Evangélica Alemã, Associação cultural “O Sacavenense”, entre outros. Em 2006, para uma expansão musical bem sucedida, os Segréis de D. Dinis adquiriram novos instrumentos e contaram com a participação de Beatriz Nunes como cantora convidada. O primeiro concerto com essa formação teve lugar na Igreja Evangélica Alemã, a 25 de Novembro de 2006, data que coincidiu, também, com a inauguração do sítio do grupo. Já em 2007 realizaram a animação musical de uma cerimónia de entrega do prémio de melhor aluno 2006 que decorreu na Escola Passos Manuel e também de um jantar em memória de M. Lutero, na Igreja Evangélica Alemã.

A 15 de Março de 2007 realizaram um concerto no Auditório da Biblioteca Bento Jesus Caraça, na Moita, gravado pela Antena 2, transmitido nos dias 28 e 29 de Março. Em Maio de 2007 realizaram a primeira animação numa Feira Medieval, que decorreu em Almada. Em Agosto de 2007 participaram no festival de música e dança Andanças. A 25 de Novembro desse mesmo ano realizaram um concerto comemorativo do
primeiro aniversário na Igreja Evangélica Alemã, com a formação anteriormente falada. Em Dezembro desse ano mostrou-se necessária uma nova remodelação. Tânia Viegas foi então convidada para ser a nova cantora do projecto. Com a formação mais recente, realizou-se, em Janeiro de 2008, uma apresentação na Biblioteca Municipal de Caldas da Rainha. Entre Março e Abril de 2008 fizeram parte do elenco da peça “À Procura de Shakespeare”, como músicos, peça encenada por José Lobato, no Teatro Armando Cortez.

07 Maio 2008

TOPO

SETE LÁGRIMAS CONSORT

John Dowland (?1563-1626) foi o mais proeminente músico da corte da Rainha Isabel de Inglaterra. O seu ciclo de sete danças Lachrimae (Lágrimas), representava a mais notável música de então e, sem dúvida, a sua evocação foi uma viagem profundamente emocional e espiritual. Talvez única no seu tempo, a sua arte encontra a perfeita expressão musical nas Sete Lágrimas que atravessou profundamente a arte, a literatura e a música do século XVI aos nossos dias. O nome do projecto L'Antica Musica inspira-se no tratado do século XVI L'Antica Musica Ridotta Alla Moderna Prattica (A Música Antiga Aplicada à Moderna Prática) de Nicola Vicentino (1511-1576), em que o autor desenvolve concepções inovadoras com base nos  ensinamentos da Antiguidade Clássica, por via de Boécio, no que diz respeito à utilização  dos diferentes modos musicais.

O argumento para a progressão da música para além dos  modos eclesiásticos levantou a oposição dos seus contemporâneos e em 1551 manteve uma acesa querela com o famoso músico e teórico português Vicente Lusitano. Apesar das ideias inovadoras de Vicentino, o Papa Julius III decidiu a favor de Lusitano e de um pensamento musical mais conservador. A ponta do véu levantada pelo tratado foi preconizadora do desenvolvimento estético-musical das gerações seguintes e estimuladora de novos métodos de composição musical. Esta é a nossa homeagem.

CONTACTOS

MoradaRua de Infantaria 16, 88 - 1.º Dto.
1350-170 Lisboa (Portugal)
TelefoneTel. (+00 351) 213 881 284
Sítio www.setelagrimas.com

23 Julho 2006

TOPO

SINFONIETA DA ESMAE

Em 1994, a Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo criou a Orquestra Sinfonieta com o objectivo do enriquecimento curricular e pedagógico dos seus alunos, proporcionando-lhes uma sólida formação técnica e artística com vista a uma melhor integração profissional no seio de agrupamentos e Orquestras Nacionais. A sua formação inicial, com uma estrutura clássica foi-se solidificando, permitindo um constante alargamento até se transformar numa Orquestra Sinfónica, embora mantendo a sua génese "Sinfonieta" como identificação adoptada. Diversas Escolas e Conservatórios do Norte, têm vindo a colaborar com a Orquestra Sinfonieta desde a sua fundação, numa articulação que serve e enriquece os que nela colaboram, sublinhando como seu objectivo fundamental, a Formação de Músicos de Orquestra. A Sinfonieta abordou já um considerável e representativo reportório, com qualidade reconhecida através de apreciações elogiosas, quer dos Maestros e personalidades convidadas, quer através de críticas e artigos de revistas especializadas - "Le Monde de la Musique" - ou através de pareceres e manifestos de personalidades organizadoras de festivais nacionais.

Porque está inserida numa disciplina curricular, "Colectivo", com objectivos diversificados e abrangentes, privilegia igualmente os alunos e ex-alunos instrumentistas que se distinguiram (ainda que não contemple todos os que merecem), proporcionando-lhes a oportunidade de se apresentarem como solistas enriquecendo o seu curriculum profissional trabalhando com maestros de mérito. Igualmente no âmbito da Ópera e da Música Coral Sinfónica se tem desenvolvido trabalho considerável, em grande colaboração com o Coro e solistas da ESMAE, num permanente intercâmbio disciplinar. A Orquestra Sinfonieta da ESMAE realizou já numerosos concertos em todo o país, com especial relevo para a abertura do Festival Internacional de Música da Costa do Estoril e para o encerramento do Festival Internacional de Música de Coimbra, e no estrangeiro, Roterdão - Capital Europeia da Cultura 2001, em parceria com a cidade do Porto.

TOPO

SOLLEMNIUM CONCENTUS

Género de agrupamento até então inexistente em Portugal, o "Sollemnium Concentus", conjunto de metais e tímpanos do Porto, surgiu em 1977, à volta do Coro da Sé, com o qual actua muitas vezes. Nasceu do interesse que a música renascentista vinha despertando no público. Os seus concertos incluem obras de Palestrina, Purcell, Schütz, Buxtehude, Corelli, Albinoni, Vivaldi, Gluck, Charpentier, Bach, Händel, Teleman, música que se impõe pela solenidade e brilho. Em 1983, aquando da visita de João Paulo II ao Porto, juntaram-se 250 coros do norte (8000 cantores), na Praça Humberto Delgado, sustentados por 70 trompetes e trombones nas janelas da Câmara Municipal.

TOPO

TELECTU

Telectu é um duo musical constituído por Jorge  Lima Barreto e Vitor Rua, formado em 1982 na III Bienal de Vila Nova de Cerveira. No mesmo ano, editou o álbum "Ctu Telectu", numa formação heterodoxa de piano, órgão electrónico, cravo, sintetizador, guitarras eléctricas baixo e solo, guitarra portuguesa , bateria e voz. Desde cedo, a prática musical do duo foi orientada por um programa de experimentação de diferentes soluções interpretativas e composicionais, a par de uma rara actualização tecnológica.

23 Dezembro 2006

TOPO

TRIO SINTRARTE

O Trio Sintrarte é uma formação de câmara constituída por solistas do Sintra Estúdio de Ópera e que tem como objectivo a interpretação de música contemporânea para voz(es) feminina(s) e guitarra.

Composto por Catarina Flores (soprano), Margarida de Moura (soprano) e Miguel Almeida (guitarra) apresentou recentemente alguns recitais dedicados à música de expressão latina do séc. XX, interpretando obras de compositores como Fernando Lopes-Graça, Joaquin Rodrigo, Garcia Lorca e Leo Brower.

18 Março 2007

TOPO

VOX ANGELIS ENSEMBLE

A Vox Angelis Concertos é, essencialmente, um Projecto de Divulgação de Música Clássica de qualidade (abrangendo épocas distintas que vão dos tempos medievais até ao contemporâneo), constituído por 16 músicos profissionais, todos eles com currículos nacionais e internacionais. A divulgação é feita através de concertos, cerimónias religiosas e cursos (classes de aperfeiçoamento musical), especialmente direccionada para fora dos grandes centros urbanos e dos grandes palcos, uma vez que, na qualidade de Projecto de Formação de Públicos, visa incentivar ao gosto pela Música Erudita, através de Recitais de alta qualidade (levados a cabo por músicos de currículo potencial), interpretados de acordo com uma sequência pedagógica.

O Projecto, já lançado no âmbito da Música Religiosa, consiste numa "democratização" da Música Clássica, através de claras e estudadas perspectivas de formação de p úblicos e de intercâmbio com as instituições escolares, com vista ao incentivo dos jovens e das populações rurais pela Música Clássica. Não admira, pois, que todos os seus músicos estejam ligados às mais prestigiadas instituições de ensino musical portuguesas. Normalmente, em cada concerto, os músicos variam entre os três e os sete músicos, incidindo num repertório de Canto e Acompanhamento; ou seja, em todas as opções estão presentes dois cantores a solo ou em dueto, que são acompanhados por um conjunto instrumental variado.

CONTACTOS

Sítiowww.voxangelis.com
Correio electrónicoconcertos@voxangelis.com

15 Março 2007

TOPO

XaSonaiP

XaSonaiP é um duo de piano e saxofone.

Fundado em 2005 pelo saxofonista Hélder Alves e pelo pianista Cândido Fernandes, tem construído um percurso singular que se evidencia pela originalidade dos programas apresentados em concertos.

A sua formação passou pelo Conservatório de Música do Porto nas classes dos professores Francisco Ferreira e Manuela Costa, e na Escola Superior de Música de Lisboa nas classes dos professores José Massarrão e Jorge Moyano. Tem assim o duo XaSonaiP afirmado desde a sua criação uma nova forma de fazer e pensar música.

Hélder Alves e Cândido Fernandes têm sido distinguidos com diversos prémios de interpretação destacando-se por exemplo 1º prémio nível A no Concurso Internacional "Vítor Santos" (saxofone), 2º prémio ex-aequo no Concurso de Interpretação do Estoril (saxofone), 3º prémio no Concurso Internacional do Fundão (piano), 3º prémio no Concurso Nacional de Ourém (piano). Recentemente o duo XaSonaiP foi premiado com o 1º lugar no Prémio Jovens Músicos na categoria de música de câmara nível superior.

Através da sua boa prestação em concerto e de uma crítica extremamente positiva, levou a que vários compositores tivessem direccionado algum do seu trabalho para o duo XaSonaiP, do quais se destacam Sérgio Azevedo, Tiago Derriça, Benjamin Boone, Daniel Moreira, Gonçalo Gato e Carlos Filipe Cruz. Trabalham regularmente com o professor José Massarrão.

ENGLISH

CONTACTOS

Correio electrónicoCorreio: xasonaip@gmail.com

03 Março 2010

ZUL ZELUB

"Zul Zelub" (Zul= luz; zelub= boulez) é um projecto de música electrocústica para piano e computador, electronic live, fundado no ano de 2007  por Jorge Lima Barreto, piano (keyboard, strings, percussion), coproduction, concept, text, design; e Jonas Runa, computer, processing, recording, mixing, production, concept, design.  Tocou em Haia, Belfast, Paris, Lisboa, e na Festa do Avante.

CONTACTOS

Correio electrónicoj.lb@netcabo.pt

31 Agosto 2009

TOPO
Bios na Meloteca

OPÇÕES E PROCEDIMENTOS

1. Para atualizar ou inserir endereços de escolas, empresas, coros, filarmónicas ou grupos folclóricos na respetiva página são 3€.

2. Se quiser inserir ou atualizar biografia com o máximo de 1000 caracteres na secção biográfica, sem foto nem página independente, são 5€. No caso de ainda não constar, pode incluir no "Álbum Enciclopédico de Músicos Portugueses" uma foto + contactos + ligações a redes ou sítio + divulgação na página oficial da Meloteca no Facebook. [ A inclusão de foto no Álbum, sem mais, é gratuita. ]

3. Se pretende publicar biografia extensa, sem limite de caracteres, numa página autónoma, com 10 fotos, são 15€. Poderá partilhá-la em três redes sociais (Facebook, Twitter e Pinterest). Esta opção inclui presença no "Álbum Enciclopédio" e biografia resumida na secção biográfica de músicos (biografia que deverá enviar).

Em qualquer dos casos, envie uma mensagem para meloteca@meloteca.com. Clique para ver o IBAN, proceda à transferência bancária e envie o talão comprovativo da transferência.

A Meloteca é consultada nos cinco continentes, em mais de cem países, tendo já superado a barreira de 43 visitas em simultâneo.

TOPO