MELOTECA SÍTIO DE MÚSICAS E ARTES
.
2003-2008
> ORQUESTRAS E AGRUPAMENTOS INSTRUMENTAIS
PRINCIPAL ORQUESTRA METROPOLITANA DE LISBOA LUSOCELLO ORQ. BARROCA DIVINO SOSPIRO MÁRIO SANTOS
 
AGRUPAMENTOS INSTRUMENTAIS DE CÂMARA
ALMOST 6 | QUINTETO DE TROMPETES

O quinteto Almost 6 surgiu em 2007 com a intenção de oferecer ao público música interpretada por uma formação nova e pouco usual em Portugal. A procura de novas sonoridades leva à interpretação do mais variado repertório, abrangendo todos os géneros e estilos de música, desde a erudita à pop, passando pelo jazz. As potencialidades do trompete são exploradas pelo quinteto através da utilização de toda a família dos trompetes desde o fliscorne ao trompete piccolo, passando pelo uso das mais variadas surdinas.

O Quinteto fez a sua estreia no dia 30 de Novembro de 2007 no Teatro Municipal de Almada num concerto com o trompetista francês Bruno Nouvion. Destaca-se o concerto no Centro Cultural Olga Cadaval em Sintra e a participação no programa da RTP 2 Sons da Música sobre o trompete, exibido em Dezembro de 2007.

05 Março 2008

TOPO

BELEMQUARTET
O "BelemQuartet" é um quarteto de cordas constituído em 1987, por professores do Conservatório Nacional em Lisboa, com o objectivo de preparar um tipo de repertório adequado a ser interpretado em iniciativas como congressos, seminários, recepções, para além do trabalho tradicional dos quartetos de cordas. O seu repertório abrange um largo espectro da música erudita, desde alguns autores barrocos como Vivaldi, J.S. Bach, o português Avondano, passando por Boccherini, Haydn, Mozart, Beethoven, Tchaikovsky, assim como vários géneros da música mais popular como Cole Porter, George Gershwin, Scott Joplin, The Beatles, peças Standards de Jazz, para além do Fado. O Quarteto de Belém tem-se apresentado inúmeras vezes em concertos por todo o país colaborando ainda com o cinema, a rádio e a televisão.

CONSTITUIÇÃO

José Machado, 1º violino
António Oliveira e Silva, violeta
António Veiga Lopes, 2º violino
Jorge Machado, violoncelo

CONTACTOS

belemquartet@netcabo.pt

CADENZA TRIO

Constituído por Nuno Silva Marques, piano, Amaia Perez Eizaguirre, violino, e Paula Gomez Navarro, violoncelo, o Cadenza Trio é formado por jovens intérpretes com interesse na música de câmara e vasta experiência na formação.

O Cadenza Trio procura com os seus concertos aproximar o repertório erudito de todos os tipos de público através de programas variados interpretando música de compositores variados desde Haydn, Beethoven, Schumann, Schubert até Piazzola.

Entusiastas da música contemporânea, os seus membros formaram parte de diversos grupos de música contemporânea como KRATER Ensemble, Underground Contemporary Music ou Cre-art Contemporary Ensemble.

O Cadenza Trio efectuou digressões em Espanha, Portugal, Suíça e Inglaterra.

CONTACTOS

Tel. (+351) 962915126
cadenzatrio.googlepages.com
cadenzatrio@gmail.com

TOPO

CAMERATA INSTRUMENTALIS
A “Camerata Instrumentalis” é um agrupamento de música de câmara que se subdivide em várias formações (trio, quinteto, sexteto, octeto), dedicado ao repertório especialmente composto para sopros das várias épocas da história da música. Nos seus concertos, tenta contemplar vários estilos musicais, conferindo assim uma especial atenção à formação de um gosto pela música de câmara por diversos tipos de público. Os seus elementos possuem uma vasta experiência neste campo musical e são formados pelas mais prestigiosas escolas do ensino superior de música.

CONSTITUIÇÃO

Alberto Lages e Emídio Costa, clarinetes
José Correia e Armando Martins, trompas
Luís Correia e João Azevedo, fagotes

TOPO

CAMERATA VIANA DA MOTTA

Ao longo da última década, enquanto professora de Música de Câmara na Escola Superior de Música de Lisboa, Irene Lima contactou com jovens músicos cujas qualidades artísticas despertaram a vontade de se reunirem num trabalho que se prolongasse para lá da Instituição Académica.

Na sequência de um convite para actuar na Temporada de Cravo em Óbidos, no Outono de 2006, nasceu a Camerata Josefa de Óbidos.

Com o intuito de homenagear um dos maiores compositores portugueses do século XX, a mudança de nome para Camerata Vianna da Motta, permite aglutinar uma unidade de trabalho entendida por todos os que nele colaboram.

Agrupamento constituído por 13 músicos, tendo como núcleo base o Quarteto Vianna da Motta, a Camerata conta, desde o primeiro concerto, com a inestimável colaboração do Maestro Massimo Mazza , que já dirigiu óperas de nomes famosos da composição clássica como Salieri, Rossini, Puccini, Pergolesi e Lehar.

As suas apresentações possuem um elevado nível de qualidade marcando a diferença pela forma entusiasta como a Camerata Vianna da Motta aborda as obras de um vasto leque de compositores, como Bach, Vivaldi, Boccherini, Barber e Britten, entre outros.

CONSTITUIÇÃO

Massimo Mazza, maestro
Irene Lima, directora artítstica
António Figueiredo, Joana Dias, Maria João Matos, Rodrigo Gomes, Rodrigo Queirós e Witold Djiuba, violino
Hugo Diogo e Bruno Silva, violas
Irene Lima, violoncelo
Óscar Torres, contrabaixo
Gonçalo Simões, cravo

CONTACTOS

ana.abrantes@instrings.com

TOPO
CAMERATA SENZA MISURA
A "Camerata Senza Misura" é um ambicioso projecto que tem como objectivo reunir uma nova geração de músicos portugueses com vista à realização de programas de música de câmara. Com uma formação ecléctica - inclui sopros, cordas e piano - este grupo pode executar obras com as mais diversas combinações o que permite, ao mesmo tempo, ter abrangência e flexibilidade para executar repertório de vários períodos da história da música. Este projecto teve o seu início em Novembro de 2002, com a participação no ciclo Clarinete À Volta do Côa. Nos XIV Encontros de Primavera, em Guimarães, a Camerata Senza Misura fez a estreia da obra Contrastes de Luís Cipriano. Participou no ciclo "Os Dias da Nova Música Portuguesa", em Condeixa-a-Nova e no Festival de Música de Paços de Brandão.

CONSTITUIÇÃO

Pedro Ribeiro, oboé
Nuno Pinto, clarinete
Pedro Silva, fagote
Bernardo Silva, trompa
Evandra Gonçalves, violino
Luís Norberto Silva, violeta
Filipe Quaresma, violoncelo
António Augusto Aguiar, contrabaixo
Elsa Silva, piano

CONTACTOS

www.cameratasenzamisura.com
oncproducoes@netcabo.pt

Luís Norberto Silva Rua de São Pedro, 118
4485-513 Mindelo Portugal
+ 00351 919687008 00351 252672039
Skype: luisnorberto1

TOPO
CAPELA REAL

A formação da orquestra "Capela Real" deveu-se à vontade e determinação de um grupo de músicos portugueses e estrangeiros residentes em Portugal, com experiência no campo da música antiga, especialmente no da música barroca. Desde o primeiro concerto da Capela Real, na sua constituição actual, em 1996, o agrupamento realizou concertos, sobretudo de música portuguesa, no Mosteiro dos Jerónimos, no "Festival de Música Antiga de Óbidos", nas "Jornadas de Música Antiga" da Fundação Calouste Gulbenkian, no Palácio de Queluz e no "Festival de Música de Mafra". Fora do âmbito da música portuguesa, tocaram nas produções de Amadigi e de Temerlano de Händel, com a Opera Theatre Company de Dublin, e no programa ''Música de Cinco Países Europeus'' no Festival de Leiria e no ''Festival dos Cem Dias'' da Expo'98, com a Mark Morris Fance Company de Nova Iorque.

No ano 2000, tocaram a integral dos Concertos Brandeburgueses no Festival de Leiria e apresentaram um programa de concertos e cantatas no ''Ciclo Bach'' apresentado pelo Festival 2001, no Porto. Em 1999 a "Capela Real" iniciou a apresentação do projecto ''Em Torno do Milénio'' com programas de música sacra, continuado em 2000 com música profana. Este projecto tem o Alto Patrocínio de S. Exª o Presidente da República. A primeira obra apresentada no domínio da música profana foi a ópera "Guerras do Alecrim e Manjerona" de António Teixeira, interpretada com grande êxito no ACARTE.

TOPO

CARMIN'ANTIQUA

Carmin'Antiqua surgiu no Verão de 2002 como agrupamento vocal, constituído por jovens músicos que partilham o interesse comum da divulgação da música medieval e renascentista. Posteriormente, de modo a alargar e enriquecer o repertório, incluiu na sua formação instrumentistas. Os sete elementos que o formam, todos com habilitações musicais e vasta experiência na prática musical, têm ou tiveram a sua formação nos cursos de canto e instrumento da Escola de Música do Conservatório Nacional, na Academia dos Amadores de Música, no curso de Formação Musical da Escola Superior de Música de Lisboa, no Instituto Gregoriano de Lisboa e no curso de Ciências Musicais da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

O "ensemble" actuou já no Algarve, na Mediateca XVIII Centenário da Guarda, no Palácio da Independência de Lisboa, no Solar dos Zagallos e nos Paços do Concelho de Lisboa, concerto esse inserido na Semana da Juventude de 2003. Apresentou um concerto a convite do Coro do Ateneu Artístico Vilafranquense e mais recentemente actuou nos espaços de concerto da FNAC do Colombo, do Chiado e de Cascais. Participou igualmente numa classe sobre música medieval realizada na Escola de Música do Conservatório Nacional orientada por Helena Afonso. De momento, está em cartaz a "Messe de Notre Dame" de Guillaume de Machaut, e está agendado um concerto no CCB com programa medieval e renascentista, inserido no projecto BOXMÚSICA. A selecção e interpretação de repertório é fruto do conhecimento e sensibilidade dos membros de "Carmin'Antiqua", na busca da excelência e prazer de fazer música. Assim, a interpretação respeita a música e o texto original, permitindo uma maior leveza e clareza, como também uma maior homogeneidade e expressividade.

CONSTITUIÇÃO

Carmen Rodrigues, soprano, percussão
Manon Marques, contralto, percussão
André Leitão, tenor
Tiago Mota, baixo
Gonçalo do Carmo, flauta de bisel, gaita-de-foles, percussão
Manuela Oliveira, viola da gamba
Rui Araújo, alaúde, percussão

CONTACTOS

Tlm. 965 024 197
carmin.a.ntiqua@iol.pt

02 Fevereiro 2005

TOPO

CLARINETES AD LIBITUM

Formado em Julho de 1998 por quatro clarinetistas, alunos da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo, este grupo tinha então o nome de Quarteto Gingão. A partir de Fevereiro de 2000, o grupo começou a actuar com percussão e canto, mudando então o nome para "Clarinetes Ad Libitum", de forma a dar nome à ideia de um grupo com uma grande liberdade de pensamento tanto ao nível das várias formações com que se apresenta - tendo sempre como base o clarinete - como da diversidade de repertórios que executa.

Destaca-se a sua participação no Salão Internacional da Música, som, vídeo e iluminação, realizado na Exponor e nos ciclos Clarinete à Volta do Côa em 1998 e 2002, no 8º Festival Internacional de Música para Jovens "Gaia 2000" e no III ClarmeetOporto Congresso Internacional de Clarinete, em 2001.

CONTACTOS

Clarinetes Ad Libitum
Rua do Regadio, 437
4450-365 Matosinhos - Portugal
Tel.(+00 351) 229 544 268
Tlm. (+00 351) 963 428 458

TOPO
CONCENTUS DUO

O grupo "Concentus Duo é formado pelos guitarristas clássicos Paula Sobral e Manuel Tavares. Movendo-se essencialmente na música erudita, apresenta um reportório que abrange as mais variadas épocas sendo assim capaz de um recital ecléctico. O grupo tem também conquistado terreno na boa música de inspiração popular e na transcrição de grandes compositores portugueses como Carlos Seixas. A dupla tem passado por várias cidades do país, em Conservatórios e Academias de Música, bares, auditórios, no Festival Ciclo de Guitarra Clássica de Oliveira do Bairro, Festival de Guitarra da Fundação António de Almeida, Festival Internacional de Sernancelhe, Centro Cultural de Belém (CCB) e têm já confirmada para este ano de 2006 a sua presença no Festival Internacional de Guitarra em Hondarribia no País Basco.

30 Maio 2006

TOPO

CROMELEQUE QUINTETO

Cromeleque é um monumento megalítico que é formado por vários menires (pedras grandes), em forma circular onde se consagravam vários cultos, entre outros, as artes, nomeadamente a música e a dança.

Constituído em 1999, o Quinteto Cromeleque representa essencialmente a vontade de fazer música em conjunto, com o intuito de conquistar novos públicos para a música de câmara, dando a conhecer o repertório para esta formação e divulgando as obras de compositores portugueses. O grupo é composto por Angelina Rodrigues (Flauta), Nelson Alves (Oboé), Rui Rosa (Clarinete), Hélder Vales (Trompa) e Lurdes Carneiro (Fagote). Ao quinteto, está associado o pianista João Lima.

Em 2001 foram convidados para o IV Festival Internacional de Música de Aveiro, convite que viria a ser renovado em Março de 2003, no âmbito da VI edição deste Festival. Já se apresentaram em vários pontos do País, sendo de destacar o concerto efectuado em Lisboa, no Centro Cultural de Belém. O Quinteto Cromeleque colabora com o pianista Bernardo Sassetti desde 2003, tendo já gravado as bandas sonoras deste compositor, para os filmes "Quaresma" e "Maria e as Outras", estando previsto futuras colaborações com o mesmo.

17 Setembro 2007

TOPO
DUO CONTRACELLO

Formado por Miguel Rocha (violoncelo) e Adriano Aguiar (contrabaixo), o Duo Contracello apresentou-se pela primeira vez em 1993. A sua versatilidade e o vigor das suas interpretações obteve um grande sucesso junto do público e da crítica, levando os dois músicos a apostar na continuidade do projecto. Desde então têm actuado em numerosos concertos em Portugal, França, Suíça e nos Estados Unidos da América. Num jogo de cumplicidades, Miguel Rocha e Adriano Aguiar revelam-nos sonoridades sublimes e uma exuberante vitalidade rítmica, suportadas por um repertório que vai desde Couperin a Berio. O seu repertório, que se estende desde o séc. XVI ao séc XXI, é constantemente enriquecido com obras originais de compositores contemporâneos dedicadas a este duo. Saliente-se neste contexto a obra "Granito", de Carlos Azevedo, estreada no Porto 2001, Capital da Cultura, dedicada ao Duo Contracello, no âmbito dos "Apoios à Actividade Musical de Carácter Profissional" do Ministério da Cultura.

Em 1996, gravou para a etiqueta Numérica um CD, com o apoio do Ministério da Cultura, com obras de Boismortier, Pleyel, Rossini, Genzmer e Delgado, disco muito bem acolhido pela crítica ao ser consensualmente considerado um dos mais interessantes discos deste catálogo nacional. O Duo Contracello gravou um novo disco em 2004 que será lançado ainda durante 2005. Os concertos mais recentes incluíram um Concerto Comentado no CCB em Maio de 2004, Espanha, também em 2004 e Faro, em Maio de 2005. No plano da internacionalização, encontra-se agendado um concerto no Festival Ile de France em Outubro de 2005.

A imprensa também não poupa elogios a esta formação única no género em Portugal:in Jornal de Notícias, 16/3/1997 "Um excelente trabalho assinado por dois dos melhores músicos portugueses (...)"in Público, 1/8/1995 "(...) exuberante vitalidade rítmica (...) a sonoridade global do duo é excelente."in Jornal de Letras, 18/12/1996 "(.) a superior musicalidade de dois intérpretes: Miguel Rocha e Adriano Aguiar." in A Capital, 13/12/1996 "(...) verdadeiro prodígio de versatilidade musical (...)" "Perfeita transparência sonora (...)"

CONTACTOS

vh.agencia2@netcabo.pt

19 Julho 2005

TOPO
DUO DE FLAUTA E PIANO

Fundado em 1996 por dois conceituados músicos portuenses, ambos professores no Conservatório de Música do Porto, o Duo de Flauta e Piano Luís Meireles / Maria José Souza Guedes tem mantido uma actividade artística permanente, tendo realizado mais de 100 concertos em Portugal, Espanha, Itália, França, Bélgica, Suécia, Finlândia, Suíça, Alemanha, Áustria, Polónia, Republica Checa, Eslováquia, Hungria, Macedónia, Grécia, Roménia e Rússia.

Participou em prestigiados festivais europeus, tais como: "Floraisons Musicales" (Château-Neuf-du-Pape), Ost-West Musikfest (Austria), Génova e Verona (incluído em Génova Capital Europeia da Cultura 2004), Sassari (Sardenha), Klassieke Recitals of Limburg, (Bélgica), InterFest Bitola ( Macedónia), Sandomierz (Polónia), Clasicos en Verano (Madrid), etc. Actuou em salas monumentais, como o Teatro Mancinelli (Orvieto), Palacio Tursi (Génova), Convento de S. Domenico (Nápoles), Bucarest National Museum, Piestany Congress Hall (Eslováquia), Câmara Municipal de Bratislava, Sala "Förster" (Praga), Marble Hall (Radio Bartok - Budapeste), SAMI Auditorium (Estocolmo), Auditorium Marianum (Wroclaw), Mairie du XIV, (Paris), Palácio da Bolsa, Torre de Belém, Academia de Música de Bydgoszcz, Academia Liszt (Debrecen) e Instituto Gnessin (Moscovo), entre muitas outras. O Duo gravou três CDs, incluíndo obras de Schubert, César Franck, Poulenc, Beethoven, Donizetti, Reinecke, Enesco, Franck Martin, Fauré e Prokofiev, que lhe valeu excelentes críticas.

Em Abril de 2002 o Duo protagonizou a 1ª audição mundial do Duplo Concerto para Piano, Flauta e Orquestra de Cordas de Fernando C. Lapa, no Auditório da Rádio Katowice, (Polónia), como solistas da Orquestra de Câmera da Silésia, sob a direcção do Maestro Jan Hawel. Efectuou gravações para Antena 2, para a Televisão Macedónia, na Grécia e para a Rádio Bartok, em Budapeste. Recebeu conselhos musicais e o incentivo de grandes artistas, como Sequeira Costa, Maria João Pires, Augustin Dumay, Aurèle Nicolet, Patrick Gallois, Istvan Matuz, William Benett, Felix Renggli, Jean Ferrandis e Michel Debost.

CONTACTOS

luis_meireles@hotmail.com
Duo de Flauta e Piano

13 Janeiro 2006

TOPO

DUO DE PROFUNDIS

Tendo trabalhado juntos durante vários anos, em diversos projectos musicais, Kenneth Frazer e Duncan Fox formaram o Duo De Profundis no início de 2006.

Grande parte do seu repertório é «Música de Salão». Procuraram a inspiração no fantástico duo de violoncelo e contrabaixo do século XIX do violoncelista Robert Lindley e do contrabaixista Domenico Dragonetti. Uma profunda pesquisa sobre este duo e o enorme sucesso que alcançou incentivou-os a tocá-lo e a procurar mais repertório para esta formação.

Entre as restantes obras apresentadas, contam-se o conhecido duo de Rossini e uma sonata de Corelli, cujo último andamento inclui um arranjo de Dragonetti (que provavelmente não terá sido interpretado desde a época em que foi feito). A estas obras junta-se a "Burlesque de Alexandre Delgado , que partilha a jovialidade das obras compostas no século XIX e como um interlúdio contrastante, "Serbian Doves" de Ivan Moody.

16 Novembro 2007

TOPO
DUO POURQUOI PAS

O Duo Pourquoi Pas é constituído por Raquel Lima (Flauta) e Augusto Pacheco (Guitarra), licenciados pela Escola Superior de Música do Porto, e com Pós-graduações realizadas em Londres e Paris, respectivamente.

São premiados em concursos nacionais e internacionais, e desenvolvem paralelamente uma actividade artística e pedagógica intensa. Formado em 1999, o duo tem desenvolvido uma actividade regular, apresentando-se em diversas salas do País, nomeadamente no Europarque, Centro Cultural de Belém, Fundação de Serralves, Auditório Municipal de Gaia e Teatro Helena Sá e Costa (Porto).

Colabora frequentemente com a Cooperativa Árvore em cerimónias de lançamento de livros ou de homenagem a expoentes da literatura Portuguesa, como Eugénio de Andrade e David Mourão Ferreira, merecendo a apreciação de individualidades presentes, nomeadamente do Ex.mo Sr. Dr. Mário Soares, que qualificou a actuação do duo como “um momento musical inesquecível”.

Passando por vários períodos da História da Música, o seu repertório inclui obras pertencentes a uma grande variedade de compositores: S. Dogson, J.Dowland, P. Locatelli, C. Tedesco, J. Rodrigo, M. Giuliani, F. Lopes-Graça, A.Piazzola, H. Villa-Lobos, A. Ruiz-Pipó, Mozart, Schubert, entre outros.

Este duo classificou-se como semi-finalista no Concurso Internacional Mauro Giuliani, em Bari, Itália, em Outubro de 2002. A cumplicidade desenvolvida entre estes dois instrumentos tem um resultado particular, o que permite aos intérpretes criar um vasto leque de atmosferas sonoras; o duo tira ainda partido dessa riqueza através do uso de outros instrumentos da família da Flauta (Flauta em Sol).

Para o Duo foram escritas e dedicadas duas obras dos compositores Eduardo Patriarca – Baktum - e Fabio Gorodski – short story and something else, incluídas no primeiro CD do duo, intitulado Pourquoi Pas, que teve lançamento em Outubro de 2007.

07 Maio 2008

TOPO
ENSEMBLE AVONDANO

Este agrupamento instrumental integra um grupo de músicos com objectivos comuns: estudar e divulgar a música instrumental do pós-barroco europeu, em particular a que era cultivada nos diversos contextos musicais de finais do século XVIII e inícios do século XIX em Portugal.

Após um período inicial de trabalho, em 2005 o agrupamento emerge com a sua formação de base, dois violoncelos, contrabaixo e cravo, na sequência do trabalho entretanto desenvolvido, sendo Catherine Stryncks, Miguel Rocha, Adriano Aguiar e João Paulo Janeiro os membros fundadores.

A adopção do nome Avondano para o agrupamento decorre, por um lado, de ter iniciado a sua actividade executando as obras de João Baptista André Avondano e, por outro, da intenção de evocar a família de músicos Avondano, de origem italiana, a qual desempenhou um papel marcante na actividade musical do século XVIII em Portugal.

Em 2006, o Ensemble Avondano recebeu o apoio do Instituto das Artes, da Casa da Música e da Câmara de Cascais para a execução de um projecto tripartido, que compreendia um ciclo de concertos, a gravação de um CD duplo e a edição crítica de quatro sonatas e dois duetos de João Baptista André Avondano, utilizando o violoncelo Stradivarius 'Rei D. Luís' e o cravo Antunes, instrumentos históricos de referência do Museu da Música.

No seu ainda breve percurso, o Ensemble Avondano realizou concertos em diversos locais, designadamente no Centro Cultural de Belém, nos Encontros de Música Antiga de Tomar, em Castelo Branco, em Cascais e no Museu da Música. O CD e a edição crítica da partitura impressa das obras de Avondano serão lançados no mercado no presente ano.

13 Abril 2008

TOPO

ENSEMBLE BARROCO DO CASTELO

O Ensemble Barroco do Castelo propõe-se abordar algumas das formas mais significativas do panorama musical barroco europeu, da cantata à oratória, da simples ária cantada à sonata instrumental. O Grupo utiliza cópias de instrumentos da época como a tiorba e o alaúde, traverso barroco, viola da gamba e cravo, vivos testemunhos da prática musical dessa altura. O "Ensemble" poderá ainda contar com o violino barroco se o reportório escolhido assim o exigir.

Os elementos que compõem o Ensemble Barroco do Castelo fizeram seus estudos em diversos países europeus, como na Suiça (Schola Cantorum Basiliensis) e Genebra (Centre de Musique Ancienne ), na Alemanha (Staatliche Hochschule fuer Musik Trossingen), em Inglaterra (Royal College of Music) e na Holanda (Escola Superior de Artes de Utrecht ). Flávia Almeida (cravo e órgão), Verena Wachter Barroso (soprano), João Barroso (traverso barroco), Kenneth Frazer (viola da gamba), André Barroso (tiorba e alaúde) constituem o Agrupamento.

22 Agosto 2005

TOPO

ENSEMBLE BARROCO DO CHIADO

O "Ensemble Barroco do Chiado" foi criado em Agosto de 1995 por um grupo de jovens músicos que se dedica exclusivamente ao estudo e prática da música barroca. As suas características instrumentais, à partida, flexíveis, permitem-lhe abarcar um extenso repertório que se estende desde o século XVII até meados do século XVIII. O seu objectivo de divulgação da prática da música barroca em instrumentos originais, tem sido bem alcançado através de uma intensa actividade, realizada de forma descentralizada por todo o país. O Ensemble Barroco do Chiado conta já com participações em alguns dos principais festivais de música do país (Mafra, Espinho, Tomar, ''Encontros com o Barroco'' - Porto, ciclo de música barroca no Pequeno Auditório do CCB, entre outros), nos quais as suas actuações se tem revestido de considerável êxito. O seu carácter musical confere à execução das obras grande fulgor e dinamismo, sendo ao mesmo tempo cada actuação o resultado de um conhecimento e análise profundos das fontes musicais.

Numa iniciativa do Festival Internacional de Música de Mafra, o Ensemble Barroco do Chiado apresentou, em Outubro de 1998, uma peça contemporânea escrita especialmente para o grupo por Nuno Corte-Real. É também regularmente solicitado por organismos oficiais como a Câmara Municipal de Lisboa, o Instituto Português da Artes do Espectáculo (IPAE), ou a Fundação Oriente, para a realização de concertos integrados em temporadas ou digressões dedicadas à música barroca. Em Janeiro de 2003, o "Ensemble Barroco do Chiado" apresenta-se pela primeira vez no Ciclo de Música Antiga da Fundação Calouste Gulbenkian.

20 Dezembro 2002

TOPO

ENSEMBLE CONTRAPUNCTUS

O Ensemble Contrapuntus é um agrupamento criado em 2005, cujo denominador comum é a paixão pela música de câmara. Integrando os membros do Moscow Piano Quartet – o pianista Alexei Eremine, o violinista José Pereira, o compositor e violetista Alexandre Delgado e o violoncelista Guenrikh Elessine – o grupo inclui também dois dos mais destacados representantes da nova geração de instrumentistas de sopro – o flautista Nuno Inácio e o clarinetista Nuno Pinto – a que se junta, numa cumplicidade nascida nos anos 80 em Moscovo, o violinista Mikhail Schmidt, actual concertino da Orquestra Sinfónica de Seattle.

Dedicando-se a um reportório que se estende dos clássicos à música dos nossos dias, privilegiando obras raras e injustamente desconhecidas, o Ensemble Contrapunctus foi em Janeiro de 2006 o gupo anfitrião do Ciclo «Noites de Inverno – Festival de Música de Câmara de Cascais», único festival português dedicado exclusivamente à música de câmara, que obteve um enorme êxito junto do público e da crítica.

30 Maio 2006

TOPO

ENSEMBLE DARCOS

O Ensemble Darcos foi criado em 2002, na cidade de Faro, pelo compositor Nuno Côrte-Real. Na sua formação base (violoncelo, piano, violino e clarinete) conta com os músicos Filipe Quaresma, Helder Marques, Reyes Gallardo e Fausto Corneo, intérpretes do mais alto gabarito técnico e artístico.

O repertório do Ensemble Darcos tem como propósito a interpretação dos grandes compositores europeus de música de câmara, como Beethoven, Brahms ou Debussy, e a música de Nuno Côrte-Real. Esta relação confere-lhe contornos de projecto de autor, dando ao grupo uma genuína marca de pós-modernidade.

Em termos instrumentais, o Ensemble diversifica a sua formação de programa a programa, de duos a quintetos, até à típica formação novecentista de 15 músicos. Para o efeito convida regularmente músicos de extraordinária excelência oriundos de várias regiões do globo.

Desde 2006 que o Ensemble Darcos efectua uma residência artística no Teatro-Cine de Torres Vedras, tendo iniciado em 2008 a Temporada Darcos, série de concertos de câmara comentados pelos mais importantes músicos portugueses da actualidade, tais como Rui Vieira Nery, Alexandre Delgado, Sérgio Azevedo ou António Vitorino D'Almeida.

Da sua actividade concertista destaca-se a ida a Berlim, em Outubro de 2007, onde interpretou com grande êxito obras de Sérgio Azevedo, António Pinho Vargas e Nuno Côrte-Real. Projectos futuros incluem um concerto com a estreia de um vídeo sobre a obra de Olivier Messiaen Quarteto para o Fim dos Tempos, e o quinteto de cordas em Dó maior, opus póstumo, de Franz Schubert, com a participação do violoncelista sueco Mats Lidstrom.

13 Abril 2008

TOPO

ENSEMBLE MEDITERRAIN

O Ensemble Mediterrain nasceu por iniciativa dos membros fundadores doTrio Mediterrain, grupo de música de câmara fundado em Berlim no ano 2002 que conta na sua trajectória artística com inúmeras apresentações em salas e festivais de grande importância em países como Alemanha, Itália, Espanha, Portugal, Suiça, Bósnia Herzegovina, Chile, Argentina ou Brasil.

O desejo de alargamento do grupo resulta na formação do Ensemble Mediterrain, formato que permite uma abordagem mais fléxivel e diversificada em termos de repertório. Esse alargamento é conseguido através da incorporação de músicos convidados regulares provenientes de orquestras profissionais alemãs de grande qualidade e prestígio como a Dresdner Philharmonie, Komische Oper Berlin, Deutsche Oper Berlin, DSO - Deutsches Symphonie Orchester Berlin, SWR Radio-Sinfonieorchester Stuttgart, NDR Sinfonieorchester Hamburg.

O Ensemble Mediterrain apresenta-se com várias formações, desde o trio até ao octeto ou mesmo uma pequena orquestra de câmara, e possui um repertório extremamente interessante que inclui algumas das obras camerísticas mais importantes de compositores como Mozart, Beethoven, Brahms, Messiaen, Schubert, Schoenberg ou Stravinsky.

A música contemporânea é outra das prioridades e interesses do grupo e o Ensemble Mediterrain privilegia um trabalho próximo com compositores de vários países, estando previstos vários projectos futuros com estes objectivos.

CONTACTOS

www.ensemble-mediterrain.com

26 Setembro 2007

TOPO

ENSEMBLE PALHETAS DUPLAS

O Ensemble Palhetas Duplas foi criado em 2004 por iniciativa de Francisco Luís Vieira. Reúne oboístas e fagotistas diplomados pela Escola Superior de Música de Lisboa, Academia Nacional Superior de Orquestra e Instituto Piaget e alunos das mesmas escolas.

Todos partilham o mesmo entusiasmo por esta formação de sonoridades particularmente homogéneas, pelos instrumentos que a compõem (oboé, corne inglês, fagote e, por vezes, oboé de amor e contrafagote) mas, sobretudo pelo repertório abordado (original ou transcrito): antigo ou contemporâneo, clássico, ligeiro e até próximo do jazz.

Além da originalidade desta formação e da riqueza do conteúdo musical, este conjunto instrumental está ligado a um ideal didáctico, tendo por objectivo a participação em actividades pelas várias instituições de ensino musical. Para além das prestações em concertos por todo o País, propõe-se organizar intercâmbios e encontros com outros agrupamentos.

Desde a sua fundação, este ensemble já envolveu mais de duas dezenas de oboístas e fagotistas. Nos seus inúmeros concertos apresentou como solistas convidados: Christopher Koppitz (oboé), João Barroso (oboé), Filipe Coelho (trompete), Jorge Almeida (trompete) e Daniel Marques (tuba). Também apresentou obras em primeira audição absoluta, nomeadamente uma obra para cinco oboés Caprice for five oboes, do compositor Christopher Bochmann.

Apresentou-se em concerto no Encontro de Oboés em Santa Maria da Feira, promovido pela Yamaha; Festival Búsica (Escola de Música Nossa Senhora do Cabo); Inauguração do Hotel Eurosol Estarreja; em colaboração com o Coral de Linda-a-Velha e Coral Villa de Móstoles (Madrid); na Fundação Montepio Geral; no Auditório da Colectividade Vale do Paraíso; Encerramento do Fórum Art&Design, na Universidade Lusófona, Lisboa; no Auditório Eunice Muñoz, Oeiras; concerto promovido pela RDP África, no auditório da Biblioteca Orlando Ribeiro, Lisboa; concertos promovidos pela RDP Antena 2 no programa "Concertos Abertos" na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e no Museu da Música; no Auditório Municipal Ruy de Carvalho, Carnaxide; no Cine-Teatro da Batalha (integrado no 4º Estágio Internacional de Orquestra da região de Leiria / Fátima); nos claustros do Ministério das Finanças; no Auditório da empresa Cardoso & Conceição em Santa Maria da Feira; no auditório da Orquestra Metropolitana de Lisboa; na Sala dos Espelhos do Palácio Foz (Direcção Musical de Alejandro Erlich-Oliva) e no II Festival Hispano-Luso, em Zamora, Espanha.

O Ensemble Palhetas Duplas tem o patrocínio da Yamaha e da empresa Cardoso & Conceição.

CONTACTOS

www.ensemblepalhetasduplas.com
info@ensemblepalhetasduplas
fluisvieira@yahoo.com.br
fluisvieira@gmail.com
Tlm. 963 028 486 / 961 446 611

20 Agosto 2008

TOPO

GRUPO DE MÚSICA ANTIGA FORAL
O grupo de Música Antiga Foral existe desde 1990. Depois de terem acabado os estudos de especialização em Música Antiga na Holanda e Alemanha, Ana Mafalda Castro, Rui Taveira, Pedro Couto Soares e Miguel Ivo Cruz, decidiram, aquando do seu regresso a Portugal, formarem um grupo para tocar prioritariamente reportório dos séculos XVII e XVIII, em instrumentos originais da época.

10 Setembro 2005

TOPO

GRUPO DE MÚSICA CONTEMPORÂNEA DE LISBOA

O Grupo de Música Contemporânea de Lisboa (GMCL) foi fundado na Primavera de 1970 por Jorge Peixinho com colaboração de alguns músicos portugueses, entre eles, Clotilde Rosa, Carlos Franco e António Oliveira e Silva, que desde há algum tempo trabalhavam em conjunto para a realização de uma série de concertos na Fundação Calouste Gulbenkian.

A sua primeira apresentação pública teve lugar no Festival de Sintra desse mesmo ano, mantendo desde então  uma constante regularidade nas suas apresentações no País assim como a realização de diversas gravações para a Radiodifusão Portuguesa e  RTP. Logo em 1972 teve a sua primeira deslocação ao Estrangeiro, participando no Festival de Arte Contemporânea de Royan.

Depois de 1974 e ao longo dos seus mais de 30 anos de existência efectuou concertos em diversos Países integrados em vários Festivais, dos quais se destacam: II Festival Ibérico de Badajoz; Festival de Outono de Varsóvia (com o plano de intercâmbio cultural entre as sociedades de autores portuguesa e polaca); Ciclo "24 Horas de Comunicação" em Bruxelas; Bienal de Música de Zagreb - Jugoslávia; Festival Gaudeamus  - Holanda; Ciclo "Homenagem a Fernando Pessoa" em Espanha; Festivais Internacionais de Música Contemporânea em Sevilha, Santiago de Compostela e Alicante; Festival Manca de Nice; Festival Antidogma de Turim; 17ª Semana Musical de Siena; World Music Days de Amsterdão; Festival de Música Nova de Santos e São Paulo; Ciclo de Música Contemporânea de Belo Horizonte; Europália 91; Semana Internacional de Música Nova de Bucareste; Encontros Gulbenkian de Música Contemporânea de Lisboa; Jornadas de Arte Contemporânea do Porto.

Nos finais dos anos 70, foi-lhe atribuído um subsídio pela Secretaria de Estado da Cultura, para a realização de concertos e sessões de animação musical em várias localidades da província. Gravou para as Tribunas Internacionais de Compositores de 1975 e 1976 as seguintes obras de Compositores portugueses: "Recitativo IV" de Jorge Peixinho, "Momento I" de Constança Capdeville, "Diálogos" de Filipe Pires e "Encontro" de Clotilde Rosa.  Colaborou também na  gravação em disco da obra "CDE" e "Quatro Estações" de Jorge Peixinho, assim como na gravação de um disco com obras de Compositoras Portuguesas. Colaborou em várias obras originais para teatro, cinema e mix-media. Paralelamente realizou outros concertos extra-festivais, colóquios e classes de aperfeiçoamento em Portugal e estrangeiro, levando a Cultura Portuguesa além fronteiras.

Em Portugal, colaborou regularmente nos Encontros Gulbenkian  de Música Contemporânea, levando ao palco as últimas criações de compositores nacionais, interpretando, no entanto, também obras de Compositores das mais diversas latitudes, de acordo com os projectos específicos de cada concerto. Em 1991 foi distinguido com a medalha de Mérito Cultural atribuída pela Secretaria de Estado da Cultura. Após o falecimento do seu Fundador e Director participou, entre outros, nos festivais: "20s Encontros Gulbenkian de Música Contemporânea"; "Musica Bayreuth" (gravado para a Bayersher Rundfunk) e "Neue Musik in Bamberg" na Alemanha; na Fundação de Serralves no Porto; no Festival de Almada, sob a direcção de Aldo Brizzi.

Em 1996, num concerto de homenagem a Jorge Peixinho no Montijo foi dirigido por Álvaro Salazar. Participou em 1998 na primeira edição do Festival Internacional de Músicas Contemporâneas, organizado pelo Teatro Nacional de S. Carlos, tendo sido dirigido por José Ramón Encinar. Em 2000, colaborou no Festival Internacional de Electroacústica MúsicaViva 2000 e realizou um concerto no Teatro Nacional de S. Carlos só com obras de Clotilde Rosa, com direcção de Carlos Franco. Ainda em 2000 foi-lhe atribuído um subsídio por dois anos, por parte do IPAE - Ministério da Cultura, para fazer encomendas a compositores e realizar concertos.

Em 2001, participou na 23ª edição do Festival Internacional Ensems em Valência, com direcção de Carlos Franco e Pedro Amaral, realizou um concerto nas Oficinas do Convento em Montemor-o-Novo, realizou dois concertos na XI Bienal de Vila Nova de Cerveira, participou em co-produção num espetáculo multimédia com a Companhia de Teatro Pé de Vento, no Porto e realizou um concerto no CCB em Lisboa, em que foram apresentadas em estreia absoluta 6 obras expressamente compostas para o GMCL de Alexandre Delgado, António Sousa Dias, Clotilde Rosa, Filipe Pires, João Pedro Oliveira e Luís Tinoco, este concerto foi dirigido por Carlos Franco, Alexandre Delgado e Pedro Carneiro. Ainda nesse ano gravou um CD com obras de Clotilde Rosa que em breve será lançado no mercado. Em 2002, ainda com o apoio do IPAE-MC, participou no Festival Aveiro-Síntese, no Simpósio de Música Contemporânea em Castelo Branco, em dois concertos na Fundação de Serralves no Porto, e em Lisboa, no Instituto Franco-Português. Nestes três últimos concertos foram apresentadas em primeira audição absoluta 5 obras dedicadas ao GMCL, tendo sido quatro encomendadas aos compositores António Chagas Rosa, Fernando Lapa, Pedro Rocha e Sérgio Azevedo e ainda uma de Clotilde Rosa. O GMCL tem como objectivo principal divulgar, obras de compositores portugueses contemporâneos, com incidência na obra de Jorge Peixinho.

CONTACTOS

www.gmcl.pt

06 Maio 2006

TOPO

IL DOLCIMELLO

O grupo de Música Antiga "Il Dolcimello" é constituído por músicos profissionais, estudantes, cantores e coralistas com particular interesse pelo Renascimento. Tem como objectivos recriar e divulgar as sonoridades musicais do passado com rigor histórico - tanto no que se refere a repertório e interpretação, como na utilização de cópias de instrumentos da época - não descurando que o seu trabalho se destina aos ouvintes do século XXI. Para tal mantém uma actividade de investigação musicológica como suporte da execução musical, recolhendo nas fontes documentais e iconográficas informação sobre as práticas musicais em vigor, não só em Portugal e na Europa renascentistas, como também nos novos territórios de influência portuguesa.

Este rigor na escolha do repertório e dos instrumentos contribuiu para que o grupo fosse solicitado a participar em recriações históricas das épocas em que se vem especializando, nomeadamente em monumentos e igrejas. É neste âmbito que se enquadra uma intensa colaboração com a Comissão dos Descobrimentos em espectáculos de reconstituição das épocas de D. João II e de D. Manuel I desde o Algarve até ao Minho.

Desde a sua fundação, em 1993, apresentou-se também em concerto em diversos locais de Lisboa, Sintra, Algés e Oeiras, bem como na cidade de Budapeste. Com o Coro Arsis participou num espectáculo comemorativo do 60º aniversário da Radiodifusão Portuguesa, em Coimbra, e em 1998 apresentou na Igreja Matriz de Alvôr um programa especialmente seleccionado para as comemorações do Padre António Vieira, dando uma breve panorâmica da evolução musical e instrumental ao longo da sua época.Em Agosto de 2000 participou nas comemorações da chegada dos portugueses ao Brasil em 1500, actuando integrado numa espectacular encenação em Belmonte, terra natal de Pedro Álvares Cabral. No ano seguinte apresentou-se com grande sucesso no Festival de Música Antiga de Loulé, e em 2002 apresentou em Alenquer um programa especialmente dedicado a Damião de Góis, integrado nas comemorações do quinto centenário do seu nascimento.Nas suas actuações tem vindo a privilegiar a divulgação de obras de compositores portugueses bem como o original repertório dos cancioneiros renascentistas, de entre os quais os portugueses de Elvas, de Belém, de Paris e da Biblioteca Nacional de Lisboa.

Na montagem dos seus concertos recorre frequentemente aos autores literários contemporâneos do repertório musical - nomeadamente Camões, Garcia de Resende ou Gil Vicente - os quais dão um importante contributo para a recriação de uma atmosfera humanística tão própria da corte portuguesa da primeira metade do século XVI.Por ocasião do seu décimo aniversário o grupo incorporou um pequeno conjunto de cantores, passando a abordar o repertório de maneira mais rica e variada e criando um novo conceito de concerto - em estreita articulação com poesia, teatro ou crónicas dos autores portugueses da época - nomeadamente com os programas Amor é fogo que arde.../canções de amor do século XVI e Vilancicos de Natal do século XVI/canções ibéricas ao Menino e à Virgem.

A temporada de 2004/2005 ficou marcada pela apresentação do programa Jardim das Delícias/música italiana de c.1600  no Salón Teatro de Santiago de Compostela, Espanha, no âmbito do Festival Internacional de Música de Galícia (Julho/2005), apresentando-se este ano o novo programa intitulado Viagem na Nau do Tempo também em Espanha, mas desta vez no XXIII Festival Ibérico de Música, em Badajoz (Maio/06).Vocacionado para empreender acções de carácter didáctico nesta área, tem desenvolvido projectos pedagógicos em escolas de primeiro e segundo ciclos, tendo também disponível uma acção de sensibilização ao século XVI português dirigido a estudantes do Ensino Secundário e Animação de Bibliotecas.

CONTACTOS

Isabel Monteiro
R. de Santo António, 29 - 1º B.
2780-164 Oeiras
PORTUGAL (brevemente nova morada)
Tel. (+00 351) 214 413 928
dolcimelo.com.sapo.pt

dolcimelo@sapo.pt

29 Maio 2006

TOPO

L'ANTICA MUSICA

O agrupamento "L'Antica Musica" desenvolve maioritariamente o seu trabalho sobre o repertório da música antiga europeia procurando novas fórmulas interpretativas tanto mais próximas de uma "interpretação de época" como de uma interpretação programática e contemporânea do repertório em questão, envolvendo, neste sentido, propostas pluridisciplinares com outras áreas da produção artística. Desenvolve ainda a interpretação de música contemporânea da segunda metade do século XX e inícios do século XXI, emprestando a esta a riquíssima sonoridade dos instrumentos "antigos".

Está, igualmente, a desenvolver programas de concerto que passam pela estreia de obras especialmente compostas para "L'Antica Musica" por compositores portugueses ou residentes em Portugal. Apresenta-se com uma formação base de dois tenores, duas flautas de bisel, uma viola da gamba e um alaúde e/ou teorba à qual é permitida acrescentar ou subtrair participações conforme o repertório a interpretar. Assente em investigação musicológica, o agrupamento procura trazer à luz do dia o repertório menos ouvido da música antiga europeia, sempre com a sua original interpretação. Estreou-se, em Lisboa, no ano de 2001 com o Primeiro Livro de Madrigais para Duas Vozes de Thomas Morley de 1595. Fruto de uma intensa pesquisa de cerca de um ano, este repertório encerra em si mesmo a magia da Renascença europeia que fazia da música e dos paradigmas clássicos uma forma de arte nova que comunicava com o público de um modo ainda não experimentado.

O agrupamento efectuou diversos concertos entre os quais se destacam os do Ciclo de Concertos Musicalidades (Moita, 2001 e 2002), do Ciclo de Concertos EPAC (Azambuja, 2002), do Ciclo de Natal na Igreja dos Lóios (Évora, 2002) do Ciclo de Concertos de Páscoa do Museu Castro Guimarães (Cascais, 2003), dos Concertos de Verão da Pousada de Nossa Senhora da Assunção (Arraiolos, 2003), do Festival de Música Sacra do Baixo Alentejo "Terras sem Sombra" (Almodôvar, 2003) e do VI Encontro de Música Antiga de Loulé (Almancil, 2004).

CONTACTOS

lam@artedasmusas.com

14 Março 2005

TOPO

LUDOVICE ENSEMBLE

O Ludovice Ensemble é um grupo de música de câmara de formação recente, sedeado em Portugal e criado por jovens músicos possuindo uma formação específica em práticas históricas de interpretação de música anterior a 1800 em instrumentos "originais", e que se dedicam profissional e exclusivamente à interpretação de Música Antiga. A direcção rtística está a cargo de Fernando Miguel Jalôto. O seu repertório incide sobretudo na música francesa dos séculos XVII e XVIII, mas procura desenvolver projectos em outras áreas e repertórios. Para tal o Ludovice Ensemble aposta numa grande flexibilidade no número e variedade dos seus elementos.

Em 2005 o Ludovice Ensemble apresentou-se no Festival Internacional de Música de Mafra com a soprano Orlanda Velez Isidro, com o programa "Une Fête Galante" inspirado na obra de Watteau; no Ciclo de Música Sacra de Viana do Castelo, com o barítono Hugo Oliveira, num programa de Petits-Motets; com Hugo Oliveira, no Museu da Fundação Calouste Gulbenkian. Com Orlanda Velez Isidro apresentou-se na Folle-Journée/Festa da Música 2006 no Centro Cultural de Belém, num concerto com obras - cantatas e concerts - de Jean-Philippe Rameau. Em Outubro de 2006 o Ludovice Ensemble apresentou-se nos Encontros de Música Antiga de Loulé num programa exclusivamente instrumental, com obras do barroco francês.

Desde Novembro de 2007 que o Ludovice Ensemble iniciou uma colaboração com a Universidade de Évora, com vista à divulgação da Música ntiga. Em Maio de 2007 apresentou-se novamente no Museu da Fundação Calouste Gulbenkian e na Sala de Actos da Universidade de Évora, com o barítono Hugo Oliveira, num programa exclusivamente preenchido com obras vocais e instrumentais de Rameau. Tem programado para Agosto de 2007 um espectáculo de Música e Dança Barrocas, com a bailarina inglesa Jessica Clare Bridge, no Colégio do Espírito Santo - Universidade de Évora.

O nome do ensemble é uma homenagem ao arquitecto e ourives alemão Johann Friedrich Ludwig (1673-1752), arquitecto-mor de el-rei D. João V, e um dos principais responsáveis pela introdução do Barroco Internacional em Portugal e consequente modernização da linguagem artística nas mais variadas disciplinas, nomeadamente a Ourivesaria e a Arquitectura, segundo cânones inovadores e cosmopolitas.

CONTACTOS

Fernando Miguel M. Jaloto
R. Monte Grande, 43
4430/464 V. N. Gaia
Portugal
Tel. (+ 351) 227 824 119
Tlm. (+ 351) 967 296 030
mjaloto@hotmail.com
www.ludoviceensemble.blogspot.com

09 Junho 2007

TOPO

LUSITANUS ENSEMBLE

O Lusitanus Ensemble pretende criar o seu espaço na Música de Câmara, através da descoberta de uma nova sonoridade recriando obras de alguns dos grandes compositores do século XX, bem como contribuir para o desenvolvimento de nova música nacional com a encomenda de obras a alguns dos mais prestigiados compositores portugueses.

A sua formação é baseada em instrumentos cujas "escolas" estão implantadas no nosso país e com fortes provas dadas e excelentes resultados: "os sopros".

Estes instrumentos têm tido um importantíssimo papel na Música de Câmara, destacando-se os "Quintetos de Sopros" (Flauta, Oboé, Clarinete, Fagote e Trompa), os "Quintetos de Metais" (2 Trompetes, Trompa, Trombone e Tuba) e os "Quartetos de Saxofones" (Soprano, Alto, Tenor e Barítono ou 2 Altos, Tenor e Barítono).

Neste grupo pretende-se fundir estas três formações, com algumas alterações, sendo composto por: 2 Flautas, 1 Oboé, 2 Clarinetes, 2 Saxofones Altos, 2 saxofones Tenores, 1 Saxofone Barítono, 1 Trompa, 2 Trompetes, 1 Trombone, 1 Tuba e Percussão (Tímpanos, Xilofone e Acessórios), procurando-se criar um som que "leve" o público a imaginar uma Orquestra, estando num ambiente de Música de Câmara.

Deste Ensemble fazem parte músicos recém licenciados e/ou a frequentar a Escola Superior de Música de Lisboa e Academia Superior de Orquestra.

Este projecto teve o apoio do Instituto das Artes do Ministério da Cultura, o que permitiu encomendar obras originais para este Ensemble aos prestigiados compositores portugueses: Eurico Carrapatoso, Bernardo Sassetti, Carlos Marques e Carlos Azevedo.

Formação:

Flauta: Natália Monteiro e Pedro Camacho
Oboé: Carla Duarte
Clarinete: Samuel Pascoal e Jorge Ramalho
Saxofone Alto: Diana Catarino e Tiago Cordeiro
Saxofone Tenor: Hélder Alves e Filipe Valentim
Saxofone Barítono: Raimundo Semedo
Trompa: Carlos Bia
Trompete: Marco Barroqueiro e Rodrigo Martins
Trombone: André Conde
Tuba: João Aibeo
Percussão: Marco Fernandes
Direcção: Adelino Mota

15 Novembro 2007

TOPO

LUSOCELLO ENSEMBLE

O Lusocello é um ensemble de violoncelos composto por talentosos e entusiásticos jovens violoncelistas que obtiveram os seus cursos em prestigiadas escolas europeias.

O Ensemble foi criado em 2005 com o intuito de dar a conhecer um repertório diferente, explorar novas sonoridades, novas cores, diferentes emoções.

Obras originais alternando com algumas transcrições e mesmo obras dedicadas ao Lusocello Ensemble, fazem parte de um repertório que percorre uma grande diversidade de estilos, desde o Barroco ao Romântico e Contemporâneo. Velha ou nova, conhecida ou menos conhecida, toda a música adquire um brilho especial quando tocada por estas trinta e duas cordas de violoncelo.

É seu director artístico Luís Machado.

FORMAÇÃO

António Ferreira, solista
Fernando Gomes, solista
Carina Albuquerque
Katerina Mikusova
Ângela Carneiro
Jorge Teixeira
Ricardo Januário
Gonçalo Silva
Ana Duarte
Constança Blanc

CONTACTOS

lusocelloensemble.blogspot.com

TOPO

MIKRO DUO

Criado em 2004 como projecto integrado no âmbito da disciplina de Música de Câmara da Escola Superior de Música de Lisboa (ESML), o Mikroduo foi desde cedo orientado e incentivado pelo maestro Fernando Fontes, durante os primeiros dois anos. Ao longo da sua formação teve oportunidade de realizar master-classes com Alberto Ponce, Dejan Ivanovich, Joaquín Clerch, Michalis Kontaxakis e António Jorge Gonçalves. No último ano tem trabalhado pontualmente com Piñeiro Nagy, docente titular da disciplina de Guitarra da ESML, com quem os músicos se licenciaram.

No ano de 2007 iniciou um projecto com Piñeiro Nagy e a Camerata Lisy tendo actuado na reconhecida sala Victoria Hall em Genebra, Suiça. Conta com várias actuações em diversos locais a destacar: Centro Cultural de Cascais (a convite do “Festival de Música do Estoril”) – concerto gravado para a Antena 2; International Menuhin Music Academy, em Bloonay, Suiça (inserido nos “Rencontres Musicales Internacionales”); Jardim de Inverno, Teatro Municipal São Luiz (Festival da ESML); Palácio da Ajuda; Museu de Arte Antiga.

14 Março 2008

TOPO

MISO ENSEMBLE

O "Miso Ensemble" é, na sua formação permanente, um duo de flauta e percussão com electrónica em tempo real. Fundado em 1985 pelo percussionista e compositor Miguel Azguime e pela flautista e compositora Paula Azguime, tem construido um percurso singular que se evidencia pela originalidade dos programas apresentados em concerto e pela diversidade das obras criadas para o duo que refletem uma abordagem que assenta na tripla vertente dos seus membros (compositores/instrumentistas/improvisadores).

Tem assim o "Miso Ensemble" afirmado desde a sua criação uma nova forma de fazer e pensar a música, onde composição e improvisação são os meios utilizados para criar obras musicais distintas e onde a utilização da informática musical em tempo real como complemento e extensão dos instrumentos acústicos tem dado lugar a um trabalho pioneiro de investigação e criação no campo da música electrónica. Paula e Miguel Azguime têm sido distinguidos com diversos prémios de interpretação e de composição e várias encomendas têm lhes sido feitas por instituições publicas e privadas, nacionais e internacionais, para o "Miso Ensemble" e para as mais variadas formações.

Para além da sua actividade como músicos têm desenvolvido desde 1992 um intenso trabalho de divulgação da música contemporânea e dos compositores portugueses na qualidade de directores do "Festival Internacional Música Viva", e mais recentemente como fundadores do "Centro On-line de Informação da Música Portuguesa Contemporânea". Além de terem alargado substancialmente o repertório para flauta e percussão, as obras colectivas de Paula e Miguel Azguime estendem-se também à música para o cinema, teatro e dança, bem como à criação de instalações sonoras para exposições de arquitectura, pintura e escultura.

Paralelamente Miguel Azguime desenvolve uma prolífica actividade de compositor no sentido clássico do termo, criando obras para as mais diversas formações instrumentais e/ou vocais. Ao longo de 18 anos de existência, com uma intensa actuação em Portugal e mais de 400 concertos realizados, o "Miso Ensemble" tem-se apresentado regularmente em vários países da Europa e também no continente Asiático, sendo hoje amplamente reconhecido pela crítica e pelo público como um dos mais importantes agrupamentos portugueses de música contemporânea e declaradamente considerado como o mais original, o mais criativo e o mais inovador.

CONTACTOS

www.misoensemble.com

TOPO

MOMENTUM ENSEMBLE

O Momentum Ensemble é um grupo de formação variável que se destina à execução e divulgação da música contemporânea, com especial destaque para a nova música portuguesa.

Iniciou em 2003 uma actividade regular, que inclui concertos preenchidos maioritariamente com obras de compositores portugueses, algumas em estreia absoluta, bem como gravações para futura edição das obras Surya Namaskara, de Sara Carvalho, e ...there are those who say that life is an illusion..., de João Pedro Oliveira. Em paralelo com a actividade artística, pretende ser um espaço de sensibilização e formação de intérpretes e compositores, que têm assim a oportunidade de ver o seu trabalho exposto, trabalhado e confrontado.

O facto de ser um ensemble aberto e de efectivo variável, permite que a programação condicione a formação instrumental, abrangendo um largo espectro de formações, desde obras a solo até grupos de câmara alargados. Desde 2004, e em colaboração com o Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro, leva a cabo a organização dos Ciclos de Concertos Momentum, com cinco edições já completas.

São seus directores artísticos Sara Carvalho e Rui Penha, que, em conjunto com os músicos que voluntariamente abraçaram o projecto, pretendem assim contribuir para um conjugar de esforços e uma aproximação das pessoas interessadas em torno do objectivo de divulgar, dinamizar e valorizar a música contemporânea portuguesa.

17 Setembro 2007

TOPO

OFICINA MUSICAL

Fundada no Porto em Maio de 1978, a "Oficina Musical" iniciou no mês seguinte a sua actividade, orientada para o estudo e divulgação da música do século XX. Até hoje levou a cabo mais de duas centenas de espectáculos, nos quais colaboraram, além dos elementos dos seus conjuntos instrumentais, jovens artistas em início de carreira (o apoio a estes últimos é uma das directrizes da "Oficina Musical") e agrupamentos e solistas do mais elevado nível, tais como o Estúdio Electrónico da Escola Superior de Música de Colónia, o Quarteto Takacs-Nagy, os pianistas Marie-Françoise Bucquet, Claude Helffer e Sequeira Costa, o violoncelista Siegfried Palm, o flautista Pierre-Yves Artaud, o trombonista Vinko Globokar e a teclista Annette Sachs. Entre numerosas obras incluídas nos seus programas, contam-se mais de setenta apresentações em primeira audição em Portugal, de autores tão significativos como Leos Janacék, Arnold Schoenberg, Goffredo Petrassi, Pierre Schaffer, John Cage, Hanns Eisler, Ramón Barce, Claudio Prieto, Tomás Marco, Cristóbal Halffter, Luis de Pablo, Edward Boguslawski, George Crumb, Luc Ferrari, Luciano Berio, Paolo Castaldi, Heitor Villa-Lobos, Cláudio Santoro, Paul Méfano, Salvatore Sciarrino, Toru Takemitsu e Roqué Alsina.

Em cumprimento do que se afirmava em nota inserida no programa inaugural, a "Oficina Musical" não tem limitado a sua acção à cidade do Porto, realizando ao longo das últimas temporadas e de acordo com um plano de descentralização, concertos em diversos pontos do país (Póvoa do Varzim, Viana do Castelo, Ponte de lima, Braga, Paços de Brandão, Matosinhos, Carvalhos, Espinho, Coimbra). Nos últimos anos, organizou concursos de Composição abertos a todos os compositores portugueses, sem limite de idade. Em 1982, foram lançadas as primeiras partituras editadas pela "Oficina Musical", iniciando-se assim um projecto editorial que prevê a publicação periódica de discos, trabalhos musicológicos e partituras de autores portugueses.

A "Oficina Musical" participou nos Festivais de Vigo de 1980 e 1981, no "1º Ciclo de Música Contemporânea", organizado pela Disputación Provincial de Pentevedra (1982), nos ''Quatro Dias da Cultura Portuguesa em Sevilha'' (1982), no "Festival da Costa do Estoril" (1984, 1985 e 1987), na maior parte das edições dos Encontros Gulbenkian de Música Contemporânea, nos Dias de Música Contemporânea de Vigo (1985), nos XIV, XV, XVI e XVII Festivais de Espinho, no VIII Festival da Costa Verde, no 34º Festival de Granada, nas ''Crónicas de Juventude'' (Pamplona, 1985), na "1ª Semana de Música Ibérica" em Ávila (1986), nas "1ªs Jornadas de Música Contemporânea Portuguesa", organizadas pela Fundação Calouste Gulbenkian em Madrid (1987), no III Festival de Música Contemporânea de Bogotá (1983) e em Festivais de Música Contemporânea na Alemanha (1995 e 1996) obtendo, em todas essas ocasiões, êxitos relevantes.

Pelos serviços prestados à cultura do nosso País, a "Oficina Musical" foi agraciada com a Medalha de Mérito (Prata) pela Câmara Municipal do Porto, com a Medalha de Mérito Cultural da Secretaria de Estado da Cultura e com o Prémio do Dia do Autor da SPA (1993).

20 Maio 2001

TOPO

OPUS ENSEMBLE

Constituído por Ana Bela Chaves, violeta, Olga Prats, piano, Alejandro Erlich Oliva, contrabaixo, e Pedro Ribeiro (que passa a integrar o agrupamento), o Opus Ensemble é o mais antigo e galardoado "ensemble" de música de câmara português. A partir de 1 de Agosto de 2005 regressa à sua formação e repertório de origem. Após alguns concertos como artista convidado, o oboísta Pedro Ribeiro passa a integrar o Opus Ensemble. A primeira apresentação em quarteto decorre no âmbito do Festival do Estoril de 2005 e conta já com uma obra dedicada a esta nova fase do grupo.

Uma formação instrumental única cultivada com atitude perfeccionista por músicos de primeira linha está na origem de mais de duas décadas de carreira internacional do Opus Ensemble, com o elogio unânime da crítica especializada. A sua discografia é ampla e o seu repertório altamente diversificado, desde o século XVIII até aos nossos dias. Detentor de obras que lhe foram dedicadas por grandes compositores portugueses e estrangeiros, o Opus Ensemble constitui uma verdadeira caixa de ressonância da cultura portuguesa no mundo.

CONTACTOS

vh.agencia2@netcabo.pt

19 Julho 2005

TOPO

ORCHESTRUTOPICA

A OrchestrUtopica é um agrupamento dedicado à promoção da nova música, concebido como um instrumento para compositores (com ênfase nos compositores portugueses). Fundada em 2001 - pelos compositores Carlos Caires, José Júlio Lopes, Luís Tinoco e António Pinho Vargas, e o maestro Cesário Costa -, foi saudada com grande entusiasmo pelo público, pela crítica e pela comunidade musical. Mais do que um grupo dedicado à nova música, de espírito independente de qualquer academismo, a OrchestrUtopica apresenta-se como um espaço de diálogo e troca de experiências radicalmente diferente da atitude tradicional. Sempre que possível, os compositores representados nos programas da OrchestrUtopica são chamadas a participar em forums abertos de discussão com músicos, artistas e público. A OrchestrUtopica acredita firmemente na diversidade estética como a mais saudável postura; a sua filosofia de programação não reconhece fronteiras entre campos musicais e entre disciplinas artísticas; a sua vitalidade depende de uma visão aberta e abrangente no que respeita à criaç