LENGALENGAS |
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E o que são as lengalengas? Pois, nem mais nem menos, jogos de palavras, as mais das vezes com rimas e ritmos surpreendentes, que registam uma espécie de cumplicidade entre adultos e crianças. (...) José Viale Moutinho |
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A chover e a nevar,
e a raposa no tear
a fazer as camisinhas
p'ra amanhã se ir casar.
A chover e a nevar,
e a raposa no quintal
a apanhar as laranjas
para o dia de Natal.
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A criada lá de cima
é feita de papelão.
Quando vai fazer a cama
diz assim ao patrão:
sete e sete são catorze,
com mais sete vinte e um.
Tenho sete namorados
e não gosto de nenhum.
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Alabum chicabum,
alabum chicabum.
Alabum chicauaca,
chicauaca, chicabum.
Hã, hum...
Ó ié!
Mais uma vez!
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A pitinha põe o ovo,
a menina papa-o todo.
Ela o coze, ela o assa,
ela o vai vender à praça.
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AQUI ESTÁ A CASA |
Aqui está a casa
que fez o João.
Aqui está o saco do grão e feijão
que estava na casa
que fez o João.
Aqui está o rato
que furou o saco de grão e feijão
que estava na casa
que fez o João.
Aqui está o gato
que comeu o rato
que furou o saco de grão e feijão
que estava na casa
que fez o João.
Aqui está o cão
que mordeu o gato
que comeu o rato
que furou o saco de grão e feijão
que estava na casa
que fez o João.
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AQUI ESTÁ A CHAVE DE ROMA
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Aqui está a chave de Roma:
em Roma está uma rua;
na rua está uma casa;
na casa está uma mesa;
em cima da mesa está uma gaiola;
dentro da gaiola, está um ninho;
dentro do ninho está um passarinho.
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ARRE BURRINHO |
Arre, burrinho,
vai para Azeitão,
carregadinho
de feijão.
Arre, burrinho,
vai para Loulé,
carregadinho
de café.
Arre, burrinho,
vai para Estremoz,
carregadinho
de arroz.
Arre, burrinho,
vai para Idanha,
carregadinho
de Castanha.
Arre, burrinho,
vai para a Guarda,
carregadinho
de mostarda.
Podem criar-se novas quadras com outros produtos alimentícios, com cinco sílabas no segundo verso e três no quarto. Os outros versos são sempre iguais.
Arre burrinho,
vai p'rà Marateca,
carregadinho
de faneca.
António José Ferreira
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Assim se amassa, assim se peneira,
assim se dá volta ao pão da masseira.
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Bate, padeirinha, bate o pão de ló,
padeirinha bate para uma banda só.
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Bicho flor, bicho flor,
onde está o meu amor?
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Catrapás!
Catrapás! Catrapás!
Que grande poeira o cavalo faz!
Catrapés! Catrapés!
Ele anda com rodas,
eu ando com pés.
Catrapis! Catrapis!
É um bom cavalinho:
toda a gente o diz.
Catrapós! Catrapós!
Quanto mais o puxam,
mais ele é veloz!
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Dedo mindinho,
seu vizinho,
maior de todos,
fura-bolos,
cata-piolhos.
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Doze com redoze,
vinte e quatro com catorze,
dezasseis com vinte e um,
faz um cento menos um.
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Doze rebaldoze, sete e sete são catorze.
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Em Viseu está uma casa,
dentro da casa está uma mesa,
em cima da mesa está uma gaiola,
dentro da gaiola está um passarinho,
debaixo do passarinho está um ninho,
dentro do ninho está um ovinho,
dentro do ovinho está um passarinho!
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Era uma vez um bispo:
não sei mais do que isto.
Era uma vez um rei:
aqui está o que sei.
Era uma vez uma canastra:
para conto já bem basta!
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ERA UMA VEZ UM GATO MALTEZ
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Era uma vez um gato maltez,
tocava piano e falava francês.
A dona da casa chamava-se Inês
e o número da porta era trinta e três.
Queres que te conte outra vez?
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Era uma vez um rei,
conta a tua que já contei.
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ERA UMA VEZ UM REI E UMA RAINHA
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Era uma vez um rei e uma rainha:
entraram pela sala, sairam pela cozinha.
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Esconder, esconder, que à galinha vai ter,
agachar, agachar, que à galinha vai dar.
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Foi ao vento, perdeu o assento,
foi ao ar perdeu o lugar.
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Lá vem o pato,
lá vem o pato,
pata
aqui, pata acolá.
Lá vem o pato
para vem o que é que há.
O pato pateta
bicou a galinha,
pintou o caneco,
bateu no marreco,
pulou do poleiro.
Ao pé do cavalo,
levou um coice,
criou um galo.
Comeu um pedaço
de um guardanapo,
ficou engasgado
com dor no papo.
Caiu no poço,
quebrou a tigela.
Tantas fez o moço
que foi p'rà janela.
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Ó ARNALDO, COME O CALDO! |
- Ó Arnaldo, come o caldo!
- Não o como, que me escaldo!
- Arnaldo, come a sardinha!
- Não como, que tem espinha!
- Arnaldo, come bacalhau!
- Isso sim, que não é mau!
Podem usar-se também os nomes de alunos da turma, ou outros.
- Ó Joana, come o caldo!
- Não o como, que me escaldo!
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MEU PAISINHO, TUM TUM TUM
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Meu paisinho, tum tum tum,
amanhã são trinta e um.
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Muito bem se canta na Sé,
uns sentados, outros de pé.
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O estorninho toca o sino.
A arvela acende a vela.
O pardal muda o missal.
A carriça diz a missa.
O verdelhão prega o sermão.
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O lencinho vai na mão,
olha se ele cai ou não.
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O Papim papa a papinha,
papinha, papa de pão.
Se o Papim não papa a papa,
o papão papa o Papim.
Mas o Papim papa a papa,
para o não papar o papão.
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- O que está na varanda?
- Uma fita de ganga.
- O que está na janela?
- Uma fita amarela.
- O que está no poço?
- Uma casca de tremoço.
- O que está na pia?
- Uma casca de melancia.
- O que está na chaminé?
- Um gato a coçar o pé.
- O que está na rua?
- Uma espada nua.
- O que está atrás da porta?
- Uma velha morta.
- O que está no ninho?
- Um passarinho.
- Dá-lhe bolachas
e deixa-o quentinho.
Em vez desta conclusão, pode terminar deste modo:
Vamos ver se ele chia?
- Chi-i-i-i-i-i-i-i-i-ia!
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O TEMPO PERGUNTOU AO TEMPO
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O tempo perguntou ao tempo
quanto tempo o tempo tem.
O tempo respondeu ao tempo
que o tempo tem tanto tempo
quanto tempo o tempo tem.
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Olha além um rato,
um olho aqui, outro no mato!
Olha além um gato,
um olho aqui, outro no rato!
Olha além um sapo,
com uma pedra no sapato!
Salta, sapo,
salta, gato,
salta, rato
para o meio do mato
que ninguém o papa!
Pirilipapo!
Pirilipapo!
Pirilipapo!
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Pela manhã dão-me peras,
ao jantar, peras me dão;
à merenda, pão e peras,
à noite, peras e pão.
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Pelo mar abaixo vai uma formiga,
uma mão na testa, outra na barriga.
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Pico, pico saranico,
quem te deu tamanho bico?
- Foi a filha da rainha
que está presa na cozinha.
Salta a pulga na balança,
d
á um pulo vai p'ra França.
As meninas a correr,
as meninas a aprender.
A mais bonita de todas
comigo se há-de esconder.
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QUE FAZ A MENINA EM CASA DA INÊS?
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- Que faz a menina em casa da avô?
- Varre-lhe a casa e limpa-lhe o pó.
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Rei, capitão,
soldado, ladrão.
Menina bonita
de bom coração.
Tão, balalão,
cabeça de cão.
Orelha de burro,
sabe a leitão.
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Sino de oiro toca bem,
tua voz vá muito além.
Dam delam delam.
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TENHO UM CÃOZINHO |
Tenho um cãozinho
chamado Vitó:
faz a sua cama,
limpa sempre o pó.
Tenho um cãozinho
chamado Vitó:
guarda-me a casa
e cuida da avó.
Tenho uma vaca
chamada Corneta:
fez há pouco um ano,
já não quer chupeta.
Tenho um coelho
de pelo cinzento.
Faz o que lhe peço
e não é birrento.
Tenho um macaco
que coça a barriga:
não sei que lhe faça,
não sei que lhe diga.
António José Ferreira
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TENHO UM MACACO |
Tenho um macaco
dentro dum saco.
Não sei que lhe faça,
não sei que lhe diga,
Dou-lhe um pau,
diz que é mau.
Dou-lhe um osso,
diz que é grosso.
Dou-lhe um chouriço:
- Isso, isso!
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TENHO UMA GALINHA |
Tenho uma galinha
pitrinca, pitranca,
piti, bili, branca.
Se a galinha
pitrinca, pitranca,
piti, bili, branca
morresse
que fariam os franguitos
pitrincos, pitrancos,
piti, bili, brancos?
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Tum tum
piscatum
piscatum
garibé.
Auberé
piscatum
piscatum
gatingué!
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Tum-tum arraial,
tum-tum
caracol,
tum-tum pintassilgo,
tum-tum rouxinol.
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Um macaco foi à feira,
não sabia que comprar.
Comprou uma cadeirinha
para a mamã se sentar.
Quando a mamã se sentou,
a cadeirinha estalou.
O macaco ficou triste
com o dinheiro que gastou.
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Uma meia meia feita,
outra meia por fazer,
diga lá minha menina
quantas meias vem a ser?
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Um, dois, em berberim; três, quatro, em latim, o rapaz que jogo faz?
Faz o jogo do pavão, conta bem que vinte são.
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UM DOIS, FEIJÃO COM ARROZ
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Um, dois, feijão com arroz.
Três, quatro, feijão no prato.
Cinco, seis, chegou minha vez
Sete, oito, comer biscoito
Nove, dez, comer pastéis.
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Um dó li tá, era di mendá,
picareta floreta,
um dó li tá.
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Um perú, dois bois, três rês, quatro gato, cinco pinto.
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Um pum.
Dois bois.
Três inglês.
Quatro arroz no prato.
Cinco Maria do brinco.
Seis Maria dos Reis.
Sete pega o canivete.
Oito vai ao biscoito.
Nove dá esmola ao pobre.
Dez vai lavar os pés.
Onze os sinos de Mafra são de bronze.
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UMA VEZ, A CATARINA |
Uma vez, a Catarina
irritou a ti Tina:
partiu a melhor terrina
da sua loiça mais fina.
Uma vez , a Conceição
quis cantar uma canção
e pediu ao seu irmão
que tocasse acordeão.
Certo dia, o Cristiano
viu na loja um bom piano
e pensou logo num plano:
- Vou comprá-lo para o ano!
Certo dia, a Isabel
fez um bolinho de mel.
Embrulhou-o com papel
e um bonito cordel.
Um dia, o menino Jó
não queria estar só.
Visitou a sua avó
que lhe of'receu pão-de-ló.
Uma vez, o Joaquim
entre as flores ao jardim
viu um ramo de alecrim
p'ra dar no São Valentim.
Certo dia, o João
andava com o balão:
assustou-se ao ver um cão
e estatelou-se no chão.
Certo dia, o José
- era ainda um bebé - ,
ficou sem o seu boné
quando passeava a pé.
Certo dia, a Maria
tinha a barriga vazia.
Viu um prato de aletria,
ficou cheia de alegria.
Certo dia, o Martinho
foi comprar um casaquinho
e deu-o ao pobrezinho
que encontrou pelo caminho.
António José Ferreira
Tente completar as lengalengas, escrevendo versos de 7 sílabas que rimem com o nome.
Certo dia, a Inês
foi à loja do chinês...
Certo dia, o Luís
foi com o pai a Paris...
Uma vez, a Juliana
escorregou numa banana...
Certo dia, a Luísa
tentou fazer uma pizza...
Certo dia, o Gonçalo
pôs-se em cima do cavalo...
Certo dia, a Teresa
teve uma grande surpresa...
Certo dia, o Gaspar
queria muito dançar...
Certo dia, o Bernardo
encontrou um gato pardo...
Certo dia, a Clarisse
fez uma grande tolice...
Certo dia, o Francisco
gostou muito de um disco...
Certo dia, o Filipe
ia com o pai no jipe.
Certo dia, o Vicente
'stava muito sorridente...
Certo dia, a Ivone
foi comprar um xilofone...
Certo dia, o Frederico,
como era muito rico...
Certo dia, o Gustavo
do jardim colheu um cravo...
Certo dia, o Heitor
viu na loja um tambor...
Certo dia, a Helena
- era ainda tão pequena - ...
O nome Catarina pode ser substituído por Albertina, Carolina, Josefina, Celina, Marina, Joaquina;
Joel por Gabriel, Isabel, Rafael, Raquel, Manuel, Miguel, Abel, Leonel, Samuel;
Juliana por Adriana, Fabiana, Cristiana, Susana, Liliana, Luana, Tatiana;
João por Adão;
Cristiano por Adriano;
Bernardo por Eduardo, Leonardo;
Gaspar por Edgar;
José por André, Tomé;
Maria por Sofia;
Martinho por Agostinho, ou diminutivo masculino;
Clarisse por Eunice;
Joaquim por Delfim;
Heitor por Salvador, Leonor;
Judite por Edite;
Luís por Beatriz;
Daniela por Florbela, Micaela, Rafaela, Estrela, Estela;
Norberto por Alberto, Humberto, Roberto, Adalberto;
Gustavo por Olavo;
Odete por Elizabete, Lisete, Ivete, Janete;
Anabela por Marcela;
Luísa por Marisa...
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Una, duna, tena, catena, cigalha, migalha, catrapis, catrapés,
conta bem que são dez.
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(I) Vulcano na forja
(II) o ferro batia
(III) e o som que fazia
(IV) era dim dam dum.
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